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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4405 | 31 de Agosto de 2018

ECOPERATIVA: Estudantes paraguaios conhecem modelo cooperativo de geração de energia

Trinta estudantes do ensino médio do Colégio Batista de Villa Morra, localizado em Assunção, capital do Paraguai, acompanharam, na manhã desta quinta-feira (30/08), explanação sobre energia renovável e cooperativismo. O evento de intercâmbio aconteceu na sede do Sistema Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná), em Curitiba. Representando a Ecoperativa, o presidente da Cooperativa de Energia Paraná 1, Paulo Rabelo, explicou em detalhes o projeto da usina termoelétrica à base de biomassa, que está em construção no município de Fazenda Rio Grande, prevista para ser inaugurada em março de 2019. Com investimentos de R$ 7 milhões, a unidade terá capacidade para produzir 1 Megawatt (MW) de energia elétrica, por meio de resíduos de madeira, principalmente restos de podas de árvores em parques de Curitiba e região. Os analistas técnicos da Ocepar, Maiko Vinicius Zanella e Jhony Moller, falaram sobre o cooperativismo paranaense e repassaram informações sobre o ramo de infraestrutura, que inclui cooperativas que geram energia por meio de fontes renováveis.

Sustentabilidade - Os estudantes estão no último ano do ensino médio e desenvolvem um projeto final de curso no qual o tema é “Por uma cidade renovável e inclusiva. Sustentabilidade ambiental e social”. Entre os conteúdos pesquisados estão ecologia, educação ambiental, reciclagem, impacto ambiental e social, e energias de fontes renováveis. Acompanham o grupo, sete professores do Colégio.

Conscientização - Segundo a coordenadora pedagógica Liz Diana Mongelos, um dos desdobramentos do projeto é visitar uma cidade que tenha um modelo de referência em urbanismo e preocupação socioambiental. “Por isso a decisão de visitar Curitiba e conhecer o que a cidade faz em termos de sustentabilidade, que abrange vários aspectos, dentre eles a separação do lixo reciclável e orgânico, que ainda não é feita em Assunção, e inclui também a produção de energia por meio de fontes renováveis. O objetivo é que esses jovens sejam agentes multiplicadores da mudança e conscientização”, afirmou. Na capital paranaense, além da Ocepar, os estudantes estiveram na Universidade Livre do Meio Ambiente, no Sebrae, na Copel, na Secretaria de Meio Ambiente de Curitiba, e visitaram o Jardim Botânico e os parques Tanguá e Barigui.

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INTEGRADA: Cooperados visitam a sede do Sistema Ocepar

Quarenta cooperados da Cooperativa Integrada estiveram, na tarde desta quinta-feira (30/08), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. O grupo foi recebido pelo superintendente da Fecoopar (Federação e Organização das Cooperativas do Paraná), Nelson Costa, e pelas analistas técnicas do Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), Carolina Bianca Teodoro e Vanessa Christófoli. A comitiva, composta por casais e mulheres participantes do Núcleo Feminino da cooperativa, faz parte da regional de Floraí, região Noroeste do Paraná.

Roteiro - A viagem, coordenada pela Cooptur (Cooperativa Paranaense de Turismo) começou na Colônia Wittmarsum, com visita a produtores rurais e ao museu da cooperativa local, seguiu para Curitiba, com parada na Ocepar, onde o grupo recebeu informações sobre o cooperativismo e conheceu os indicadores econômicos e sociais do setor. Nesta sexta-feira (31/08), o roteiro prossegue com viagem de trem a Morretes e passeio de barco para conhecer o Porto de Paranaguá.

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ELEIÇÕES 2018: Tem início o horário eleitoral

 

eleicoes 2018 31 08 2018Iniciou, nesta sexta-feira (31/08), a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Serão 35 dias até o dia 4 de outubro, com dois blocos diários de 25 minutos na TV e no rádio, além de inserções durante a programação das emissoras. Os programas serão exibidos de segunda a sábado. Na televisão, o primeiro bloco começa às 13h e o segundo às 20h30. No rádio, há um bloco às 7h e outro às 12h. As inserções de 30 segundos são distribuídas ao longo da programação. A ordem é definida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

 

Divisão do tempo - Nas terças, quintas e sábado serão exibidos os blocos com horário dos candidatos a presidente e deputado federal. Os programas duram 25 minutos. Os candidatos à Presidência da República terão 12 minutos e 30 segundos. A outra metade do tempo será dividia entre as chapas de quem concorre a uma vaga para a Câmara Federal. Nas segundas, quartas e sextas, candidatos ao Senado, Assembleia Legislativa e Governo do Estado. São 7 minutos para campanha ao Senado, 9 para deputados estaduais e 9 para o Governo do Estado. (Com informações do TSE)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI I: Musical conta história dos 30 anos da cooperativa

 

Com o slogan “Construindo e Evoluindo, Juntos”, a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, realizou, na última segunda-feira (27/08), um evento comemorativo alusivo aos 30 anos da cooperativa, reunindo mais de 2000 associados, fundadores e conselheiros, na Asfuca, em Palotina. 

 

Espetáculo - Na oportunidade, os presentes acompanharam o espetáculo “Histórias e Momentos”, um monólogo musical que conta a trajetória da cooperativa, englobando o contexto histórico do cooperativismo de crédito no país e os 30 anos de história e conquistas da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP.

 

Fundador - Um dos fundadores da Credicoopervale, Darci Ioris, presente no evento, destacou que a ideia de estruturar a cooperativa dentro da própria Coopervale, surgiu devido à necessidade de ter créditos diferenciados para os produtores rurais. “Graças a Deus, conseguimos, com a união de 35 associados, levar essa ideia adiante e hoje estamos com mais de 120 mil associados”, comemora Ioris.

 

Orgulho - Para o gerente da Agência de Palotina e primeiro colaborador da cooperativa, Ronaldo Ioris, participar da comemoração dos 30 anos é motivo de orgulho. “É um sentimento de alegria extrema saber que a gente em momento algum deixou transparecer que não fosse possível evoluir, melhorar e colocar tudo isso em prol do associado. Para mim, tudo isso é muito gratificante, é uma realização fazer parte dessa história”, complementa Ronaldo.

 

Momento fantástico - Sobre o movimento de comemoração dos 30 anos, o presidente do Sicredi Abcd PR/SP, Jaime Basso ressaltou que, este é um momento fantástico para a cooperativa que teve origem na Coopervale, começou suas atividades embaixo da escada e hoje está no principal centro financeiro do Brasil: a Avenida Paulista. “O Sicredi é formado por pessoas. Por isso, celebrar esta festividade junto com os associados é de fundamental importância”, ressalta Jaime.

 

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Cooperativa nasceu na cidade de Palotina (PR), em 1988, como Credicoopervale e sua primeira unidade de atendimento era nas dependências da cooperativa de produção Coopervale, atual C.Vale. Em 2003, a união estratégica entre a Sicredi Vale, Sicredi Ubiratã e Sicredi Goioerê, formou a Sicredi Vale do Piquiri. Com a conquista da livre admissão, em 2006, novos caminhos se abriram para a expansão da Cooperativa, e com uma decisão estratégica, em 2013, a cooperativa Sicredi Vale do Piquiri e a Sicredi Abcd se uniram para criar a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP. Em 2016, o Sicredi chegou ao coração financeiro do Brasil com a inauguração da primeira agência da instituição na Avenida Paulista, que pertence à Sicredi Vale do Piquri Abcd PR/SP.

 

Agradecimento - Durante esta trajetória, muitas foram as lutas e conquistas e a cooperativa agradece a todos os seus associados que constroem esta história todos os dias. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

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SICREDI VALE DO PIQUIRI II: Agência é inaugurada na cidade de Roncador (PR)

 

sicredi vale piquiri II 31 08 2018Roncador, município localizado na região centro-oeste do Paraná, recebeu na terça-feira (28/08), sua primeira agência do Sicredi.

 

Estrutura - A agência conta com ambientação moderna e alinhada com a nova identidade visual do Sicredi, que visa aprimorar e enriquecer a relação com o associado, com uma área de 400m² destinados ao atendimento, e um espaço total de 1000m², considerando o estacionamento.

 

Expansão e crescimento - Segundo o presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Jaime Basso, esta é a agência de número 57 da cooperativa. O desafio para o ano de 2018 é de inaugurarmos mais 18 agências. “Estamos muito felizes em poder disponibilizar à cidade de Roncador esta bonita e confortável agência, que já conta com mais de 500 associados e que disponibilizará excelentes produtos e serviços à comunidade, com todos os nossos diferenciais”, ressalta Jaime.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICOOB UNICOOB: Jornada do Planejamento Estratégico continua nesta quinta e sexta-feira na Central

 

sicoob unicoob 31 08 2018A Jornada do Planejamento Estratégico, que teve início no mês de junho com o Seminário Pensar Inovação, terá continuidade nesta quinta e sexta-feira (30 e 31/08), em Maringá. No primeiro evento, dirigentes da Central e das 19 cooperativas filiadas definiram o propósito do sistema: humanizar as relações financeiras. Agora, eles se reunirão novamente para validar o novo formato do planejamento estratégico.

 

Inovação - Com foco na inovação e considerando as mudanças vivenciadas pelo mundo e pelo sistema nos últimos anos, esse novo formato foi pensando para ser desenvolvido em redes. Nessa segunda etapa da jornada, os participantes irão revisitar a missão, visão e valores do sistema e definir o macro objetivo do planejamento estratégico, que deve ser atingido em dois anos. A partir disso, serão desenvolvidos objetivos e indicadores norteados por três pilares: pessoas, transformação e perenidade. 

 

Palestrantes - Para discutir esses temas com os participantes, três palestrantes foram convidados. A professora associada da Fundação Dom Cabral, Maria Elisa Brandão, o CEO e partner da StartSe, Pedro Englert, e o economista e reitor da Universidade Positivo, José Pio Martins.

 

Convidados - Além disso, também foram convidados para contribuir o diretor de Tecnologia da Informação do Sicoob Confederação, Antônio Cândido Vilaça Júnior e a superintendente de Educação Corporativa do Sicoob Universidade, Tatiana Matos.

 

Planejamento - Segundo o diretor de Gestão do Sicoob Unicoob, Marcio Gonçalves, a jornada é uma nova oportunidade de rever o planejamento estratégico e observá-lo de uma maneira inovadora. “Pudemos construir um modelo nosso, com estratégias especificas para o sistema. O novo planejamento vai até 2025, mas poderemos revisitá-lo de maneira ágil e objetiva a cada dois anos”, afirma.

 

Propósito - Além de traduzir nossa essência, o propósito nasceu para reforçar o significado maior para a existência das nossas cooperativas e de todo o sistema. Ao humanizar as relações financeiras, o Sicoob Unicoob quer estar presente na vida dos cooperados, participar de perto de suas conquistas, da realização de sonhos e de seu crescimento. Enquanto Central, nossa contribuição está na dedicação e empenho para que os serviços sejam prestados com excelência, colaborando diariamente com a atuação das cooperativas no atendimento ao cooperado. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB VALE DO IGUAÇU: Produtos e serviços são divulgados na 20ª Feira do Melado em Capanema

 

sicoob vale iguacu 31 08 2018Entre os dias 15 e 19 de agosto, aconteceu em Capanema a 20ª edição da Feira do Melado. O Sicoob Vale do Iguaçu esteve presente no evento, divulgando os produtos e serviços da cooperativa para as mais de 100 mil pessoas que passaram pelo parque de exposições Armandio Guerra.

 

Estande - Como uma das atrações do estande do Sicoob, os visitantes puderam fazer um tour virtual. A exposição multimídia em formato de túnel trazia informações sobre a história do cooperativismo e dados sobre o maior sistema financeiro cooperativo Brasil.

 

Fomento - Segundo o gerente do ponto de atendimento do Sicoob Vale do Iguaçu em Capanema, Rui de Bastiani, a participação na feira buscou fomentar o comércio local e oportunizar produtos diferenciados, com taxas especiais para os cooperados.

 

Presença - “O Sicoob Vale do Iguaçu está presente em 21 cidades do Paraná e tem um atendimento diferenciado para atender os cooperados quanto às linhas de crédito rural, comercial e prestação de serviços, seja pessoa física, jurídica ou profissional liberal. Ficamos muito felizes por poder apresentar nossos benefícios para a comunidade e as vantagens em ser um cooperado Sicoob”, diz. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB CREDICAPITAL: Cooperativa apoia McDia Feliz em Cascavel

 

sicoob credicapital 31 08 2018No último sábado (25/08), aconteceu a 30ª edição do McDia Feliz. A ação envolveu 880 restaurantes McDonald’s de todo o país e todos os recursos arrecadados com a venda do Big Mac serão revertidos para instituições em todo o Brasil que lutam para combater o câncer infanto-juvenil, que hoje é a maior causa de morte de crianças e adolescentes.

 

Beneficiário - Em Cascavel, a ação irá beneficiar o projeto de ampliação da UTI pediátrica do Hospital do Câncer Uopeccan. Atualmente o hospital conta apenas dois leitos e com os recursos, pretende expandir o atendimento com mais cinco leitos. Para isso, o Sicoob Credicapital foi uma das instituições apoiadoras da campanha. A cooperativa adquiriu um Big Mac para cada colaborador e também contribuiu com a venda dos tickets em todas as agências.

 

Tickets - Ao todo, foram mais de 1.900 tickets vendidos, que somam cerca de R$ 31 mil. “Os nossos colaboradores se engajaram na causa e se esforçaram para vender o maior número possível de tickets. Em nome da diretoria, destaco nosso orgulho por percebermos que eles entenderam que não venderam apenas lanches, mas contribuíram com uma ação tão nobre e que visa transformar as comunidades, assim como o cooperativismo”, afirma o diretor-presidente, Valdir Pacini. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

UNIMED MARINGÁ: Dia do Nutricionista destaca importância da profissão

 

unimed maringa 31 08 2018Emagrecer, ganhar massa, prevenir ou controlar doenças, tudo isso é possível por meio de uma alimentação saudável e equilibrada, mas atenção: a internet está cheia de dicas e dietas 'milagrosas', que no fundo escondem os riscos da falta de conhecimento. Para extrair os benefícios dos alimentos e usá-los a favor das intenções de cada pessoa, o profissional indicado é o nutricionista, que pode elaborar planos alimentares individualizados e com características específicas para cada caso.

 

Preocupação - Em geral, nos últimos anos, as pessoas têm se preocupado mais com a alimentação, que aos poucos deixa de ser vista apenas como uma maneira de saciar a fome e proporcionar prazer e passa a ser reconhecida pelo papel decisivo em aumentar a qualidade de vida e bem-estar das pessoas. Para celebrar a importância da profissão, o dia 31 de agosto foi instituído como o Dia do Nutricionista. A data remete à criação da Associação Brasileira de Nutricionistas (ABN), fundada em de 1949.

 

Atuação - De acordo com a nutricionista do Espaço Viver Bem da Unimed Maringá, Aliandra Perin, o profissional pode atuar em empresas, escolas, hospitais e outros estabelecimentos. "Nosso papel é definir o cardápio das refeições, sugerir pratos que supram a necessidade dos pacientes e clientes, orientar, prescrever dietas individuais e também desenvolver trabalhos em grupo sobre os benefícios da alimentação saudável", diz.

 

Remédio - O médico e filósofo grego Hipócrates dizia “que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja o seu remédio”. Segundo Aliandra, os alimentos podem, sim, auxiliar os medicamentos em vários casos. "O consumo de alimentos específicos, além de nutrir, aumenta a imunidade e ajuda a prevenir o desenvolvimento de doenças como diabetes e câncer".

 

Acompanhamento - Mas a nutricionista lembra que não adianta consumir um alimento para controlar o colesterol, por exemplo, se esse consumo não estiver aliado a uma dieta pobre em gordura saturada e colesterol. "O ideal é ter o acompanhamento de um profissional que vai orientar a melhor forma de cada indivíduo se alimentar, levando em conta a idade, sexo, peso, altura, atividade física praticada, resultados de exames laboratoriais, hábitos alimentares, histórico familiar etc", diz. (Imprensa Unimed Maringá)

 

COCAMAR: Delegação da cooperativa finaliza agenda oficial nos EUA

cocamar 31 08 2018Nesta sexta-feira (31/08), último dia da programação oficial da viagem aos Estados Unidos, a delegação da Cocamar que, durante a semana, percorreu várias regiões do Meio-Oeste do país, será recebida na Universidade de Perdue, Illinois. Os 28 integrantes da comitiva – entre produtores, técnicos e colaboradores – vão assistir uma palestra com foco na cultura da soja e, na sequência, visitam campos de pesquisa. A instituição está entre as mais reconhecidas por seus trabalhos voltados ao melhoramento da cultura.

Chicago - Após a passagem por Perdue, o grupo viaja para Chicago, onde fica até domingo, quando regressa ao Brasil.

Proveitosa - O coordenador técnico de culturas anuais da Cocamar, Emerson Nunes, comenta que a viagem tem sido bastante proveitosa, pela oportunidade de seus integrantes conhecerem novas tecnologias, produtores, especialistas e também o modelo de gestão das propriedades visitadas.

Lavouras - Em algumas regiões, eles examinaram o desenvolvimento de lavouras de soja. Na fazenda ao produtor Gordon Wassenaar, por exemplo, a expectativa de produtividade está acima da média colhida no ano passado, que ficou entre 60 e 65 sacas/hectare. O que preocupa os produtores norte-americanos, segundo Nunes, é o atual preço da commodity, ao redor de 7,5 dólares o bushel (22,8kg), considerado pouco remunerador. A torcida deles é que até a colheita, que já inicia no próximo mês, a cotação suba ao menos 1 dólar/bushel. (Imprensa Cocamar)

 

COPAGRIL: Conhecidas as receitas vencedoras do Concurso Culinário da ACFC 2018

 

Muita criatividade, diversidade e sabor “desfilaram” no Concurso Culinário da Associação dos Comitês Femininos da Copagril (ACFC) 2018, realizado na tarde desta quinta-feira (30/08), no Salão Social da Associação Atlética Cultural Copagril (AACC), em Marechal Cândido Rondon. O evento reuniu mais de 100 mulheres integrantes dos comitês femininos dos municípios da área de ação da cooperativa.

 

Total - Ao todo, foram inscritas 61 receitas em seis categorias (três salgadas e três doces): carne bovina, batata-doce ou abóbora, conserva de legumes, bolo recheado, rocambole e frutas em calda.

 

História - A diretoria executiva da Copagril prestigiou o evento da ACFC, ocasião em que o diretor-presidente, Ricardo Sílvio Chapla, lembrou que o concurso culinário existe há muitos anos, sendo esta a 15ª edição. “É um evento que tem história e que ao longo dos anos sempre trouxe aprendizado para as mulheres participantes, sendo também uma forma delas mostrarem suas habilidades e expressarem sua criatividade, compartilhando com as demais. Parabenizamos todas as mulheres e desejamos que continuem nas atividades dos comitês, que possibilitam essa convivência tão salutar entre as participantes”, explanou.

 

Agradecimento - Por sua vez, a presidente da ACFC, Ivete Schoffen, agradeceu a todas as mulheres por prestigiarem o evento. “Vocês são a razão de ser do nosso trabalho e desse concurso. Parabenizo a todas pelos belos pratos que apresentaram e agradeço por aceitarem o convite de fazerem o que sabem fazer de mais saboroso, proporcionando um verdadeiro espetáculo. Parabéns aos comitês vencedores e a todas que se dedicaram neste dia e estiveram conosco nessa grande confraternização da mulher cooperativista”, enfatizou.

 

Enaltecimento - A representante da Assessoria de Marketing, Comunicação e Cooperativismo da Copagril, Arlete Maria Bendo, igualmente enalteceu as mulheres que elaboraram os pratos para participar do concurso e agradeceu também pelo apoio das equipes de trabalho e dos jurados convidados.

 

Avaliação - As mesas de jurados foram compostas por: Danieli Schneider, Midres Hachmann, Roseli Chicalle dos Santos, Edite Priesnitz, Inove Ricardi, Débora Pommerieng, Débora Freitag, Adelaide Pickler e Valéria Reichert.

 

Critérios - Os pratos foram avaliados a partir dos seguintes critérios: descrição das receitas, sabor dos pratos e a apresentação (visual), sendo que cada prato recebeu nove notas, as quais foram contabilizadas pela Auditoria Interna da cooperativa, na pessoa de Ireneu Scheibe. Durante os trabalhos dos jurados, as mulheres se divertiram participando do bingo. Em seguida, foram anunciados os pratos que tiveram as melhores colocações no concurso, suas autoras e os respectivos comitês representados. (Imprensa Copagril)

 

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COAGRU: 20 anos de Coopertruco, momento de integração para os associados

 

A 20ª edição do Coopertruco da Coagru não poderia ter outro desfecho se não o grande sucesso que foi.  O Campeonato Cooperativo de Truco faz parte das comemorações ao aniversário da cooperativa, e tem como principal objetivo, proporcionar o bem estar do cooperado através do esporte e integração das famílias.

 

Recorde - Em 2018 a competição teve uma excelente participação do quadro social, ao todo aconteceram 7 etapas incluindo a fase final e foram aproximadamente 450 duplas inscritas, somando-se todas regionais. Outra novidade foi a realização da etapa regional na unidade do Rio Verde.

 

Finalíssima - A grande final do Coopertruco foi marcada pelo sentimento de alegria e integração, a disputa aconteceu no dia 24 de agosto e teve a participação de cerca de 350 pessoas. Foram 64 duplas que participaram da competição e abrilhantaram o evento que também teve o tradicional bingo.

 

Avaliação - "O Coopertruco da Coagru teve um resultado extraordinário em 2018, há 20 anos esta confraternização proporciona o bem-estar do associado através do esporte e integração das famílias, queremos agradecer todos os envolvidos pelo grande sucesso", ressalta o presidente da Coagru, Áureo Zamprônio. (Imprensa Coagru)

 

Classificação final 

1º Lugar - João Manko e Luiz Fernando Dayko, Nova Cantu

2º Lugar - Sebastião Paes Ramos e Rodrigo Baqueta, Campina da Lagoa

3º Lugar - Julio Aparecido Orlandelli e Luiz Carlos Coelho, Ubiratã

4º Lugar - Geraldo Lourenço Soares e Adeildo Assolari Martins, Yolanda

 

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ALEGRA: Alunos da Escola Furacão, de Castro, conhecem Arena da Baixada

 

Na manhã desta quinta-feira (30/08), cerca de 30 alunos da Escola Furacão, do município de Castro (PR), conheceram a Arena da Baixada, "casa" do Clube Atlético Paranaense. Os jovens se emocionaram ao visitar o estádio que recebeu jogos da Copa do Mundo 2014.  Por meio do Furacão Tour, uma visita oficial guiada, eles passaram por espaços restritos do estádio, como os vestiários e a sala de coletivas de imprensa. 

 

Patrocínio - A escolinha atleticana chegou na cidade de Castro no mês de junho deste ano, com patrocínio da Alegra e, com essa nova unidade, está presente agora em 56 municípios do Interior do Paraná - somando ao todo, 87 escolas no Estado. “Somos apoiadores do esporte na região dos Campos Gerais e acreditamos que o incentivo deve vir desde cedo. A Escola Furacão é focada no aprendizado da prática esportiva e, principalmente, em tornar esses alunos cidadãos de bem. Por isso, não podíamos ficar de fora”, comenta o superintendente da Alegra, Ivonei Durigon. 

 

Sobre a Alegra Foods - Alegra Foods é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final. Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem-estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br. (Imprensa Alegra)

 

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COODENSOL: Estudantes criam cooperativa de energias renováveis

 

“Analisamos o mercado e percebemos que poderíamos fazer ainda mais diferença”. É assim que, Daniel Diogo Pinheiro, aluno do 4º semestre do curso de Energias Renováveis da Universidade de Fortaleza (Unifor), refere-se ao projeto que nasceu em 2016 e, cotidianamente se concretiza: a Coodensol, cooperativa de energias renováveis, da qual ele é vice-presidente.

 

Viés social - Atualmente formada por oito membros, entre estudantes e profissionais da área, a iniciativa traz o viés social presente na colaboração e troca de conhecimentos propostos pelo modelo econômico do cooperativismo, oferecendo serviços em toda Região Nordeste ligados à eficiência energética e implantação de sistemas de geração a partir de fontes renováveis como biogás, solar térmica, solar fotovoltaica e eólica.

 

Em alta - “A energia solar está em alta no Brasil, os preços baixaram, a legislação facilitou as resoluções, permitindo que muitos tenham acesso. Portanto, a cooperativa também é uma forma de facilitar que pessoas com vontade de trabalhar em um negócio próprio consigam”, enfatiza Alexandre Cruz, presidente da Coodensol.

 

Novas tendências - Com os níveis de certificação de instalador solar fotovoltaico, projetista, área solar térmica pela Abrasol e em eficiência energética pelo Senai de São Paulo, a cooperativa tem buscado novas tendências renováveis na execução dos serviços, com destaque para a área de biomassa. “Pensamos em trazer muitas coisas novas para o Ceará, estamos abertos à troca de experiências”, ressalta Daniel Diogo, vice-presidente.

 

Prática - Alguns dos principais aspectos que motivaram a criação da Coodensol foi a necessidade do contato com a prática da profissão e a possibilidade de explorar novas áreas por seus integrantes. Em outras palavras, colocar a “mão na massa” é imprescindível para que o espírito colaborativo presente no trabalho cotidiano da empresa atenda às demandas de um mercado que investe cada vez mais em sustentabilidade e inovação.

 

Espontânea - “A Coodensol surgiu de forma espontânea por parte dos nossos alunos e nós abraçamos a criação. Os professores das áreas envolvidas sempre ajudam de alguma forma”, conta Paulo Henrique Pereira, docente da graduação tecnológica em Energias Renováveis da Unifor.

 

Qualificação - Segundo Daniel Diogo, romper com a concepção tradicional de empresa também fortalece a qualificação da mão de obra ofertada, “a cooperativa atrai talentos e quando esse talento se torna membro, ele também se torna dono, o que abre oportunidade para que seus projetos sejam vistos com aplicabilidade”, destaca. Assim, a Coodensol engaja egressos e alunos dos cursos do Centro de Ciências Tecnológicas da Unifor (CCT) na participação, aliando a teoria vista em sala de aula à prática profissional de modo multidisciplinar.

 

Formação ampla - José William, aluno concludente o curso de Energias Renováveis da Unifor, frisa que o incentivo contribui para uma formação ampla. “Eu vinha compartilhando o mesmo pensamento da Coodensol e me associei. Hoje atuo na parte comercial, mas sempre participo das instalações e das aplicações dos projetos”, afirma.

 

Vivência - Para a coordenadora pedagógica do curso de Energias Renováveis do CCT, professora Brígida Rocha, “a iniciativa dá aos estudantes a oportunidade de vivenciar a profissão, estar junto com pessoas que já se formaram e atuam no mercado de trabalho, além de incentivar a promoção das Energias Renováveis”, destaca.

 

Parcerias - Entre as parcerias da cooperativa está a recente instalação de painel solar fotovoltaico na cidade de Cascavel (CE) com a Empresa Júnior do curso de Engenharia Elétrica da Unifor Proteus, que atua no desenvolvimento de projetos nas áreas de elétrica e controle e automação. (Portal G1.com)

 

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JUDICIÁRIO: STF decide liberar terceirização de atividades fim em contratos antigos

 

judiciario 31 08 2018Por sete votos a quatro, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (30/08) que as empresas podem contratar trabalhadores terceirizados nas chamadas atividades-fim, ou seja, no seu negócio principal. A decisão põe fim a quase quatro mil ações em tramitação nas instâncias inferiores da Justiça — apresentadas antes da reforma trabalhista. Além disso, a decisão do STF pacifica o entendimento sobre um dos pontos principais da reforma trabalhista, em vigor desde novembro de 2017, que já autorizava a terceirização em qualquer atividade da empresa.

 

Súmula 331/91 - Antes da reforma, os juízes trabalhistas tomavam suas decisões com base na Súmula 331/91 do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Por ela, as empresas só poderiam contratar terceirizados nas atividades-meio, o que gerou uma enxurrada de ações judiciais.

 

Ressalvas - No julgamento no STF, os ministros fizeram duas ressalvas: decisões judiciais já transitadas em julgado não serão reabertas. Apenas processos ainda em discussão. E a empresa que contrata os serviços de outra deve checar se ela é idônea e tem capacidade econômica, devendo inclusive responder pelos débitos trabalhistas e previdenciários se a terceirizada tiver problemas financeiros.

 

Conclusão do julgamento - O julgamento, que consumiu cinco sessões do STF, só terminou nesta quinta, com os dois últimos votos que faltavam: do ministro Celso de Mello e da presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, ambos favoráveis à liberação da terceirização. A decisão foi tomada em dois processos que chegaram ao STF em 2014 e 2016, mas há repercussão geral, ou seja, deverá ser seguida pelas instâncias inferiores em casos semelhantes.

 

Efeito na economia - Entre os ministros favoráveis à liberação da terceirização, foram comuns os argumentos de cunho econômico. Segundo eles, as restrições são prejudiciais ao trabalhador e à economia brasileira.

 

Possibilidade - “Com a proibição da terceirização, teríamos, talvez, uma possibilidade de as empresas deixarem de criar postos de trabalho e aumentar a condição de não emprego”, comentou Cármen Lúcia.

 

Argumento - Outro argumento dos ministros foi o de que não havia lei vedando a terceirização, embora também não houvesse uma que a autorizasse expressamente. E, de acordo com eles, eventuais abusos na intermediação de trabalho seriam analisados na Justiça, uma vez que os direitos trabalhistas previstos na Constituição continuam valendo.

 

Prejuízos - “Atos do poder público, à guisa de proteger o trabalhador, poderão causar muitos prejuízos ao trabalhador, pois, nas crises econômicas, diminuem consideravelmente os postos de trabalho”, disse Celso de Mello.

 

Para baixo - Para a ministra Rosa Weber, no atual momento da economia brasileira, a liberalização da terceirização em atividades-fim tenderá a nivelar por baixo o mercado de trabalho. “São a demanda e o desenvolvimento econômico que geram postos de trabalho, e não o custo da força de trabalho. A precarização das formas de trabalho não é uma variável no nível de emprego.”

 

Reflexo imediato - A decisão do STF tem reflexo imediato nas 3.900 ações paradas em instâncias inferiores, mas indica mais do que isso. Em março do ano passado, já tinha sido sancionada a nova lei da terceirização, que não era clara quanto à permissão dessa prática para atividades-fim. Em julho de 2017, foi sancionada a reforma trabalhista, deixando expresso que a terceirização é permitida. Há no tribunal outras ações questionando justamente a reforma trabalhista, mas que ainda não foram analisadas. Assim, o julgamento terminado ontem também é um prenúncio de como os ministros poderão votar nessas ações.

 

Setor produtivo - A decisão foi comemorada pelo setor produtivo. Os empresários avaliam que ela consolida parte da reforma trabalhista, dando segurança jurídica à terceirização. Por outro lado, foi criticada por sindicatos e advogados, que apontam o risco de uma precarização dos direitos trabalhistas.

 

Validade - “A partir de agora, há certeza de que os contratos de terceirização têm validade. Isso vai resultar em ganhos de escala e produtividade. A empresa terá liberdade de decidir se deve contratar um terceiro para agregar valor à produção. A gente deixa de ter uma jabuticaba e se alinha a países onde a terceirização é irrestrita, como Alemanha, China, Japão, Suécia, Austrália e Noruega”, disse Cassio Borges, superintendente jurídico da Confederação da Indústria (CNI).

 

Mais questionamentos - Para o especialista Emerson Casali, a insegurança jurídica em relação à contratação de serviços fica para trás: “E grandes passivos trabalhistas serão superados.”

 

Impacto negativo - Já para Mauro Menezes, sócio do escritório Mauro Menezes & Advogados, a terceirização sem restrições terá impacto negativo no nível salarial, na segurança e na organização coletiva dos trabalhadores. “Consideramos uma decisão que tem efeito negativo, pois tem um vetor no qual a liberdade de contratar supera paradigmas clássicos do Direito do Trabalho, como a proteção social, do ambiente do trabalho e da saúde e segurança do empregado.”

 

Crítica - Em nota, a Força Sindical criticou a decisão, alegando redução de direitos trabalhistas. Para a entidade, a terceirização irrestrita não cria empregos. “Cria trabalhadores de segunda categoria, sem o amparo de uma legislação específica”, diz o texto.

 

Pendência - O advogado Luiz Marcelo Góis, do escritório BMA e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), avalia que uma questão ainda ficará pendente. Entre as decisões dadas no passado com base na súmula do TST, parte não se resumia a declarar a ilegalidade de um contrato de terceirizado. Há decisões estipulando que a empresa não recorra mais à prática de terceirizar. Apesar de o STF decidir que ações já concluídas não serão reabertas, esse ponto poderá voltar a ser questionado. (O Globo)

 

COMBUSTÍVEL: ANP anuncia novos preços para o óleo diesel

 

combustivel 2 31 08 2018A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou - no fim da noite desta quinta-feira (30/08), com atualização nesta sexta-feira (31/08) - os novos preços de referência e de comercialização do óleo diesel, que estavam congelados há três meses. O reajuste deverá impactar o consumidor nas bombas.

Preços internacionais - Ao divulgar a tabela com o reajuste, a ANP ressaltou que “os novos valores refletem os aumentos dos preços internacionais do diesel e do câmbio no último mês”. A nova tabela passará a valer a partir desta sexta-feira.

Impacto - Ela deverá causar aumento nas bombas que, em alguns casos, chega implicar em reajuste de mais de 14%, como é o caso da Região Centro-Oeste, onde o preço do diesel vai passar de R$ 2,1055 para R$ R$ 2,4094.

Valores por regiões - O segundo maior preço a ser praticado a partir de hoje é o da Região Sudeste, onde o preço do produto passa de R$ 2,1055 para R$ 2,3277; Sul (de R$ 2,0462 para R$ 2,3143, alta de mais de 10%); e Nordeste onde a alta superou 12%, com o preço do produto indo de R$ 2,0065 para R$ 2,2592.

Norte - No Norte, também com alta superior a 12%, o preço do produto irá de R$ 1,981 para R$ 2,2281, o menor preço praticado no país.

Acordo - Como parte do acordo que pôs fim à greve dos caminhoneiros, que paralisou o país, o preço de comercialização do litro do diesel estava congelado em R$ 2,0316 por litro desde junho último. (Agência Brasil)

 

 

 

 

ECONOMIA: PIB cresce 0,2% no segundo trimestre de 2018

economia 31 08 2018O Produto Interno Bruto do país (PIB) – a soma de todas as riquezas produzidas – fechou o segundo trimestre do ano com crescimento de 0,2% em relação ao primeiro trimestre, na série com ajuste sazonal. Esse foi o sexto resultado positivo após oito variações negativas consecutivas nessa comparação. Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 1,693 trilhão. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (31/08) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Alta - Os dados indicam que a ligeira alta foi determinada pelo setor de serviços que teve desempenho positivo de 0,3%, enquanto a Indústria registrou queda de 0,6% e a agropecuária, estabilidade.

Segundo trimestre - Em relação ao segundo trimestre de 2017, o crescimento foi de 1% no segundo trimestre deste ano, o quinto resultado positivo consecutivo nessa comparação. A indústria e os serviços cresceram 1,2%, enquanto a Agropecuária variou -0,4%.

Consumo das famílias - Em relação à demanda, o consumo das famílias cresceu 1,7% – o quinto trimestre seguido de avanço na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

Acumulado - No acumulado dos quatro últimos trimestres, o PIB cresceu 1,4% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. (Agência Brasil)

 

BNDES: Juro para investimento do banco supera Selic

 

bndes 31 08 2018O crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ficou mais caro na comparação com a Selic, a taxa básica de juros, desde meados do ano passado. De 2013 a 2017, a média dos juros cobrados pela instituição de fomento nas linhas de crédito voltadas para financiar os investimentos ficou abaixo da Selic. De lá para cá, essa média estacionou, enquanto os juros básicos caíram rapidamente, na esteira da inflação controlada e da fraca atividade econômica.

 

Crédito subsidiado - Segundo economistas, o período de 2013 a 2017 foi marcado pelo crédito subsidiado bancado pelo Tesouro Nacional. Nessa época, o Programa de Sustentação dos Investimentos (PSI), lançado em 2009, como estratégia de combate à crise financeira internacional de 2008, foi acelerado – algumas linhas chegaram a ter juros negativos, ou seja, abaixo da inflação. 

 

Diferença menor - Em 2015, o PSI foi extinto e, em 2016, a diferença, então para menos, dos juros do BNDES em relação à Selic começou a diminuir. Conforme levantamento do Departamento de Competitividade, Economia e Estatística (DCEE) da Abimaq, entidade que representa a indústria de máquinas, em maio de 2017, a taxa média do BNDES (11,26% ao ano) estava 0,01 ponto porcentual acima da Selic (11,25%). Em fevereiro deste ano, a média do BNDES estava 6,31 pontos acima da Selic; em junho, caiu para 2,45 pontos, com a Selic estacionada em 6,5% ao ano.

 

TJLP - O movimento ocorreu porque a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), usada pelo BNDES até o fim do ano passado, foi mantida inalterada pelo governo federal, enquanto a Selic caía ao longo de 2017. De janeiro deste ano em diante, o BNDES passou a usar a Taxa de Longo Prazo (TLP), atrelada às taxas definidas pelo mercado nas cotações dos títulos públicos federais.

 

Menor porte - Para empresas de menor porte, o juro do BNDES pode ser ainda maior que a média, ressaltou a gerente do DCEE da Abimaq, Maria Cristina Zanella. Isso porque as operações de menor valor são indiretas, ou seja, repassadas por um banco agente do BNDES, que faz a análise de crédito e assume o risco. Por esse serviço, o repassador cobra um “spread”. Maria Cristina estima na casa de 12% ao ano o juro final ao consumidor nessas operações.

 

Rápido demais - Para economistas críticos da mudança nos juros do BNDES, a alta nos juros do banco foi rápida demais e pode prejudicar os investimentos. O resultado, segundo o diretor executivo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Júlio Gomes de Almeida, pode ser um crescimento econômico menor. “Só não é maior o problema do financiamento porque a economia ainda está saindo da recessão”, afirmou.

 

Insustentáveis - Na visão do economista-chefe do Banco Safra, Carlos Kawall, os subsídios para manter os juros do BNDES abaixo da Selic eram insustentáveis. Segundo o Ministério da Fazenda, o custo total dos subsídios chegou a R$ 38,3 bilhões em 2016. Trazido a valor presente, o total de subsídios ao longo dos anos somaria R$ 117,3 bilhões, considerando as devoluções antecipadas pelo BNDES até junho. “Para quem tinha juro subsidiado, a situação ficou pior, mas, se olharmos para a economia como um todo, o mercado de crédito está mais normal”, disse.

 

Debêntures - Segundo o economista, a elevação dos juros do BNDES não necessariamente inibirá investimentos. Kawall lembrou que as emissões de títulos de dívida (debêntures) estão crescendo neste ano, ou seja, o espaço do BNDES estaria sendo ocupado pelo mercado privado. (O Estado de S.Paulo)

 

RECURSOS: Aporte ao banco do Brics em 2019 está em xeque

 

recursos 31 08 2018Após encontrar dificuldades para pagar neste ano o aporte de US$ 300 milhões no Novo Banco de Desenvolvimento (o banco do Brics) em meio às necessidades orçamentárias, o governo deixou de incluir o pagamento nas discussões sobre a elaboração do Orçamento para o ano que vem. Como o repasse deve ser feito até o dia 3 de janeiro, isso coloca em dúvida o investimento do país na instituição.

 

Aporte - Técnicos da equipe econômica afirmaram ao Valor na quinta-feira (30/08) à noite que o aporte não estava inserido na proposta orçamentária, mas que ainda poderia haver uma mudança de última hora. Procurado, o Ministério do Planejamento afirmou que não se pronunciaria sobre o Orçamento - cuja divulgação oficial está prevista para esta sexta-feira (31/08) à tarde.

 

Reunião final - Antes da divulgação, os ministros da área econômica terão no Planalto uma reunião final sobre a proposta orçamentária.

 

Remanejamento - Conforme publicou o Valor há uma semana, o governo começou a discutir o adiamento da parcela para o ano que vem para destinar esses recursos a áreas do Executivo com demanda de verbas. Segundo auxiliares do Executivo, era preciso remanejar os recursos para órgãos como a Casa da Moeda porque a estatal presta serviços que poderiam prejudicar diretamente a população, como a emissão de passaportes.

 

Adiamento - O Ministério da Fazenda avaliou na semana passada que adiar a injeção no banco do Brics não traria problemas para a participação brasileira na instituição justamente porque o prazo para o pagamento é 3 de janeiro do ano que vem - o que abriria caminho para saldar a conta em 2019.

 

Previsão - Por esse plano, a dotação orçamentária prevista em 2018 para o banco do Brics seria cancelada, e o pagamento estaria previsto no Orçamento de 2019. Com a inclusão na peça do ano que vem, a avaliação dos técnicos é que o compromisso do país ficaria assim assegurado - o que, agora, está em xeque.

 

Sem falha - Até hoje, segundo as demonstrações financeiras do banco, nenhum dos integrantes do Brics falhou em fazer seus aportes de acordo com as regras acordadas. Cada um dos cinco membros do bloco - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - deve destinar US$ 2 bilhões à instituição em sete parcelas no total.

 

Pagamento - De acordo com o Ministério da Fazenda, o Brasil já pagou US$ 700 milhões ao banco e agora tem que pagar mais US$ 1,3 bilhão em quatro parcelas. Duas de US$ 300 milhões cada, que têm de ser depositadas em 3 de janeiro de 2019 e 3 de janeiro de 2020, e outras duas de US$ 350 milhões que precisam ser pagas em 3 de janeiro de 2021 e 3 de janeiro de 2022.

 

Demonstrações financeiras - As demonstrações financeiras de 2017 do banco confirmam que o Brasil já pagou três parcelas à instituição, que somam US$ 700 milhões, e que essa é a mesma quantia que foi injetada por Índia, China e África do Sul. Apenas a Rússia adiantou mais uma parcela até o fim do ano passado - chegando a US$ 1 bilhão em aportes.

 

Origem - O banco foi criado em conjunto pelos integrantes do grupo do Brics para investimentos em projetos de infraestrutura e projetos de desenvolvimento sustentável. Auxiliares do governo já haviam admitido na semana passada que a proposta de adiamento poderia ter repercussão internacional, ainda mais no cenário de incertezas eleitorais que envolvem a sucessão do presidente Michel Temer.

 

Itamaraty - Quando procurado, o Itamaraty informou que não tinha conhecimento de nenhum estudo da área econômica nesse sentido e que não emitiria, portanto, comentário a respeito do tema.

 

Outros cortes - O pagamento do banco do Brics não é o único corte que está sendo discutido em 2018. Há um montante de R$ 111 milhões em recursos da Educação. A justificativa é que a maior parte dessa rubrica dependia da geração de receitas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que está sendo frustrada. O governo planeja ainda cortar recursos orçamentários de áreas como Saúde, Cidades e Integração Nacional. (Valor Econômico)

 

MERCADO: USDA prevê queda das exportações agropecuárias dos EUA à China

 

Caso não seja confirmado um armistício na guerra comercial entre Washington e Pequim, o valor das exportações agropecuárias americanas para a China deverá cair 37% no ano-fiscal 2019, que terá início em 1 de outubro, projeta o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em relatório trimestral sobre comércio agrícola divulgado quarta-feira (29/08).

 

Estimativa - O órgão estima que os embarques de grãos, carnes e outros produtos ao país asiático somarão US$ 12 bilhões, ante os US$ 19 bilhões previstos para o ano-fiscal 2018, que terminará em 30 de setembro.

 

Soja - Essa forte queda leva em conta uma redução expressiva das vendas americanas de soja, que passaram a ser taxadas em 25% na China em resposta a onerações impostas a produtos chineses pelo governo de Donald Trump. Um arrefecimento dessas disputas, porém, poderá levar à retirada da tarifa, o que mudaria para melhor o cenário traçado.

 

Valor - Mesmo se as disputas continuarem e os EUA perderem mercados na China, o USDA prevê que, somados todos os destinos, as exportações americanas de produtos agropecuários deverão chegar a US$ 144,5 bilhões no ano-fiscal 2019, US$ 500 milhões a mais que no ano-fiscal que está chegando ao fim. Esse crescimento decorre principalmente da expectativa de incremento das exportações de trigo, hortaliças, legumes e frutas.

 

Receita americana - Segundo o USDA, a receita americana com os embarques de grãos e ração animal deverá totalizar US$ 33,1 bilhões no ano fiscal 2019, um aumento de US$ 1,5 bilhão. No cenário traçado, o aumento das vendas de trigo mais que compensarão a queda das exportações de soja.

 

Renda - Se as travas chinesas permanecerem, as exportações totais de soja dos EUA deverão render US$ 21 bilhões, US$ 800 milhões a menos que no ano-fiscal 2018. Desse montante, US$ 6,8 bilhões deverão vir da América Latina, US$ 400 milhões a mais, graças sobretudo à maior demanda da Colômbia. Já as vendas de trigo dos EUA ao exterior poderão atingir US$ 7,1 bilhões em 2019, um aumento de US$ 1,4 bilhão. (Valor Econômico)

MODERNIZAÇÃO: Mudanças no sistema de inspeção constam de proposta de MP

 

modernizacao 31 08 2018O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta quinta-feira (30/08), em Esteio (RS), durante visita à Expointer, já ter enviado à Casa Civil da Presidência da República proposta de Medida Provisória (MP), criando um fundo para pagamentos de fiscais que atuam junto a frigoríficos. “Está lá (a proposta) com o ministro Eliseu Padilha. A gente está conversando e eu já pedi prioridade. Temos uma noventena no meio (período eleitoral) e se não corrermos muito, não consigo implantar neste ano. Quero deixar tudo pronto para que no ano que vem aconteça”.

 

Prestadores de serviços - O ministro explicou que não se trata de servidores, mas que prestarão serviço ao governo e deverão ser selecionados pelo ministério. Esses trabalhadores atuam junto às linhas de produção. O objetivo, explicou, é “deixar tudo transparente” e facilitar a manutenção da presença de produtos brasileiros no mercado internacional.

 

Alternativas - “O que estamos buscando são alternativas ao sistema atual. E, no final, a responsabilidade da auditoria é sempre do poder público. Não há como terceirizar esse processo”, acrescentou não ser “uma questão brasileira, mas existente no mundo”. As informações foram prestadas por Blairo Maggi em entrevista a jornalistas, depois de visitar estandes da 41ª Expointer, onde esteve acompanhado do secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Odilson Ribeiro e Silva.

 

Parceria - O ministro também comentou sobre a parceria com o setor privado, a partir de suporte técnico-científico da Embrapa, para eliminar pontos de risco de contaminação em frigoríficos. “Está começando a ser implantado de forma definitiva. A ideia é reduzir a presença das pessoas na linha de produção. Por exemplo, na área de suínos, assim que ocorre o abate é tirada a cabeça e colocada na retaguarda. Isso, porque todas possibilidades de contaminação numa carne suína, vêm por parte dos glândulos na cabeça. O resultado, então, foi a queda e de 90% no rechaço das carcaças e maior segurança, além de não haver contaminação”. (Mapa)

 

EDUCAÇÃO: ES, RS, GO, MG e PR mostram melhores desempenhos em matemática e língua portuguesa

 

educacao 31 08 2018O Espírito Santo tem o melhor desempenho em matemática e língua portuguesa do ensino médio público brasileiro, segundo o Sistema de Avaliação do Ensino Básica (Saeb) 2017, divulgado nesta quinta-feira (30/08) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Em seguida, aparecem Rio Grande do Sul, Goiás (que alternam-se entre a segunda e terceira posições), Minas Gerais e Paraná.

 

Prática - Na prática, a diferença de 18 pontos entre o Espírito Santo e o décimo colocado - São Paulo - em matemática é equivalente a quase um ano a mais de conhecimento, diz Mozart Neves Ramos, diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna.

 

Liderança - O Espírito Santo também lidera o avanço das notas entre 2015 e 2017 em matemática, com alta de 9,71 pontos. Na sequência, os avanços mais relevantes no período foram em Tocantins, Goiás, Rio Grande do Sul e Ceará.

 

Melhor desempenho - Em língua portuguesa, o Ceará - apesar de ocupar posição intermediária no ranking - registrou o melhor desempenho no período (avanço de 11,3 pontos), com Sergipe, Goiás, Espírito Santo e Rio Grande do Sul na sequência.

 

Saeb - As informações foram levantadas a partir dos dados brutos do Saeb pelo Valor e pela pesquisadora Mariana Leite, da consultoria iDados. De modo geral, o desempenho estadual evidencia as desigualdades não só econômicas, mas de projeto para a educação, afirma a presidente-executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz. "Em comum, são Estados que apostaram na educação integral e, com alternância ou não das siglas no poder, mantiveram uma política educacional de mais longo prazo", afirma.

 

Horizonte mais longo - Em um horizonte mais longo, de 2005 a 2017, a rede estadual de ensino médio de Pernambuco foi a que mais avançou em matemática, com alta de 20,1 pontos no Saeb, saindo da 22ª para a 11ª posição. Na média brasileira, houve recuo de 0,7 ponto no período.

 

Goiás - Na avaliação de língua portuguesa, Goiás subiu 28,4 pontos em 12 anos e ocupa agora a vice-liderança na disciplina, atrás do Espírito Santo, cujo avanço na disciplina foi o sexto maior na mesma comparação.

 

Tempo integral - Para a especialista, a educação em tempo integral ajuda a diminuir a evasão, um dos grandes entraves enfrentados no ensino médio, quando os jovens, em especial os de baixa renda, acabam abandonando a escola para procurar emprego e ajudar a compor a renda familiar.

 

Aproximação - É justamente a maior aproximação com o mercado de trabalho um dos pontos centrais da reforma do ensino médio apresentada pelo governo de Michel Temer, primeiro por medida provisória e depois sancionada por meio de lei neste ano.

 

Sem consenso - A proposta está longe de obter consenso na sociedade. "Temos críticas à forma como a proposta foi aprovada, mas acredito que o próximo governo deve discutir - e não abandonar - as atuais discussões, para colocar o ensino médio na direção dos projetos mais modernos do mundo", afirma Priscila.

 

Paraná - Ainda entre os Estados, o Paraná tem, nos anos iniciais do ensino fundamental, a nota mais alta em matemática, posição ocupada por São Paulo em língua portuguesa. Já no 9º ano, Santa Catarina aparece no topo do ranking nas duas disciplinas.

 

Avanço maio -  Entre 2015 e 2017, a avaliação de matemática avançou mais no Distrito Federal (anos iniciais, com mais 7,9 pontos) e no Paraná (anos finais, com mais 8,2 pontos). Em língua portuguesa, a rede pública de Alagoas conquistou o melhor avanço nos dois ciclos do fundamental, agregando 9,4 pontos e 12,5 pontos nos 5º e 9º anos, respectivamente. (Valor Econômico)

 


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