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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4399 | 23 de Agosto de 2018

FÓRUM DOS PRESIDENTES I: Detalhes do Programa de Educação Política são apresentados na abertura do evento

O Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses foi aberto, na noite desta quarta-feira (22/08), no auditório do Sistema Ocepar, em Curitiba, com cerca de 70 participantes, entre dirigentes cooperativistas, representantes de entidades parcerias e profissionais da entidade. O evento foi ainda prestigiado pela gerente de Relações Institucionais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Fabíola Nader Motta.

Programa de Educação Política - Na oportunidade, o Programa de Educação Política, ação do setor cooperativista voltada ao estímulo do voto consciente esteve no centro das discussões. Trata-se de uma iniciativa do Sistema OCB, que conta com a adesão das cooperativas paranaenses e que aqui foi intitulada de “parana.coop+10”. “Nosso objetivo é incentivar o voto consciente. É estimular as pessoas a procurar candidatos que realmente acreditam nas mesmas coisas que a gente acredita. A campanha da OCB é baseada nisso. Vários materiais foram produzidos para orientar as cooperativas. Cada estado está fazendo as adaptações para o formato que quer utilizar. E o Paraná é um case de sucesso, comprou a ideia e fez ainda um projeto mais detalhado, de como levar isso a cada cooperado, a cada trabalhador de cooperativa no Estado. O Paraná está construindo uma semente que vai dar fruto não somente nesta eleição, mas nas próximas também”, ressaltou Fabíola.

Oportunidade– A gerente da OCB também enfatizou a importância do setor estar mobilizado neste momento. “A frustração, a indignação de todos com a política é uma realidade. Mas, infelizmente, não podemos achar que virá um herói, alguém de fora para resolver isso sozinho. Somos nós que vamos conseguir mudar ou não o país. Então, nós temos a oportunidade agora, neste momento eleitoral, de fazer algumas escolhas. Foi nisso que a OCB pensou quando criou esse programa. Não queremos indicar ninguém para o voto. Nosso foco é fazer as pessoas refletirem. Se você é um cooperado e o seu trabalho e a renda da sua família, da sua comunidade, tem relação com a cooperativa e você acredita nos valores da cooperação, então, procure candidatos que também acreditam nesses mesmos valores e vamos construir um Brasil mais cooperativo”, afirmou.

Detalhamento - Na sequência, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, apresentou os detalhes do Programa de Educação Política (parana.coop+10). Ele lembrou que os trabalhos iniciaram ainda no ano passado, durante os Encontros de Núcleos Cooperativos, promovidos em outubro pela entidade no interior do Estado, e que vem evoluindo ao longo desse período. “Já realizamos diversas capacitações e eventos para divulgar o Programa. Mais recentemente foram feitos ajustes, aprovados hoje pela diretoria, para que nós possamos realizá-lo com tranquilidade. Esse é um programa de educação política em que nós estabelecemos como meta criar uma rede de comunicação para fazer a informação chegar lá na ponta. O público que queremos atingir são presidentes das cooperativas, diretores, conselheiros, líderes, cooperados, familiares, jovens e amigos”, explicou.

Canal de comunicação - De acordo com ele, as redes sociais foram escolhidas como mecanismo para que as informações cheguem mais rápido ao público-alvo. Por meio deste canal de comunicação, estão sendo repassados conteúdos ligados à legislação eleitoral, perfil e histórico dos candidatos ao Congresso Nacional, entre outros itens. “Queremos incentivar as pessoas a votar. E para isso precisamos ter uma opinião formada e isso só será possível com acesso a informações”, acrescentou.

Frencoop -  Ricken também explicou que todas as ações estão centralizadas na Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) que atua no Congresso Nacional. A Frencoop Nacional é formada por 243 deputados federais e 36 senadores. O presidente do Sistema Ocepar destacou que, somente em 2017 havia quase mil proposições em tramitação no Congresso Nacional que impactam no cooperativismo. “Em 84 oportunidades, a Frencoop impediu que fossem votadas matérias que feriam os nossos interesses. A Frente também nos ajuda junto ao executivo. Foram realizadas quase 250 reuniões com ministros e outros representantes do governo federal. Também é feita a avaliação constante do Diário Oficial da União. No ano passado, mais de mil normativos que nos interessam foram publicados lá”, ressaltou. “Hoje a instituição mais fragilizada no país é o Congresso e de onde vem as leis? Tudo passa por lá”, disse.

Missão - “A Frente tem uma missão, defender os interesses do cooperativismo e apoiar o setor junto aos três poderes e, para atender a tantas demandas do setor, é importante ter a Frencoop efetiva e organizada. E isso tem que ser feito agora. No cooperativismo prevalece a neutralidade política, mas nós não podemos nos omitir, principalmente neste momento. Se nós nos omitirmos, seremos penalizados com certeza e nós temos que dar nossa contribuição”, frisou. “Nossa proposta é apoiar quem nos apoiou e incluir novos parlamentares que desejam apoiar o cooperativismo, independente do partido político”, pontuou.

Programação - Após a apresentação de Ricken, o cientista político e professor do Ibmec Brasília, Juliano Griebeler, ministrou palestra sobre o cenário político atual. O Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses prossegue nesta quinta e sexta-feira (23 e 24/08), quando os participantes acompanham o 6º Fórum de Agricultura da América do Sul, realizado desde 2013 pelo Núcleo de Agronegócio do jornal Gazeta do Povo, com o apoio do Sistema Ocepar. Nesta edição, o evento debate o tema “O campo digital e conectado, o grande desafio do século XXI”, com a presença de especialistas brasileiros e de outros países.

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FÓRUM DOS PRESIDENTES II: Cientista político faz análise do atual pleito eleitoral

 

Ainda nesta quarta-feira (22/08), o Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses teve a participação do cientista político e professor do Ibmec Brasília, Juliano Griebeler, que apresentou o cenário e as perspectivas para as eleições 2018. “Estamos vivendo um pleito muito singular, que é difícil comparar com os anteriores. Tem uma série de fatores que mostram que essa eleição não é igual às demais. O tempo de campanha foi reduzido, esta é a primeira eleição federal que vamos ter sem doação de empresas, há a questão da fragmentação partidária que está muito forte e um pouco do fim da polarização. São várias candidaturas com chances reais de ir para o segundo turno. Antes, o PT e o PSDB sempre se mantinham na liderança. É também um momento que a gente conta com esse sentimento de descontentamento da população em relação à classe política. Todos esses fatores são novos e fazem com que esse cenário seja muito incerto e de difícil previsibilidade sobre o que vai ocorrer”, afirmou.

Renovação - De acordo com Griebeler, a tão esperada renovação da política brasileira ainda deverá demorar para ocorrer. “O Congresso Nacional deve ter uma taxa de renovação extremamente baixa, menor do que a média desde a década de 1990, que é 49%, e deve ficar próxima dos 40%. Quase 80% dos deputados federais concorrerão à reeleição”, frisou. “Todo o nosso sistema eleitoral e a reforma eleitoral aprovada não dão espaço para uma renovação política. Isso acaba fortalecendo e dando mais chance de reeleição a quem já ocupa um mandato”, afirmou.

Sem novidades - “Tanto que nós não temos nenhum candidato novo na política com chances reais de se eleger. Aquela discussão sobre o possível outsider que surgiria e seria um fenômeno de popularidade não aconteceu. O Luciano Huck e o Joaquim Barbosa foram mencionados mas, no fim das contas, todos os candidatos que estão disputando com chances de se eleger são políticos tradicionais que ocuparam cargos no Congresso ou no Executivo”, acrescentou.

Participação da sociedade - Segundo o professor, essa é uma realidade que será alterada apenas com maior engajamento da sociedade. “Por mais que as pessoas estejam descontentes com o modo atual que a política está sendo feita, ela não precisa ser feita assim. E nós só iremos ter uma mudança verdadeira quando houver um maior engajamento da população e também uma iniciativa voltada a monitorar os políticos, os candidatos, de procurar os partidos com os quais mais nós nos identificamos, de criar um partido, ser mais atuantes e participativos”.

Programa de Educação Política - Nesse sentido, ele acredita que o Programa de Educação Política (parana.coop+10) está no caminho certo. “Iniciativas como a do Sistema Ocepar, ou seja, de fazer educação política de fato para os seus associados, para os cooperativistas, mostrar como funciona a política e desmistificar conceitos relacionados à política são importantes para modificarmos o cenário atual. A política tem que ser discutida. O cerne da política é o conflito e a democracia propicia o debate. Em ambientes não democráticos você não tem o debate, a decisão vem de um lado só. A democracia incentiva e promove a discussão de questões até se chegar à melhor solução possível na situação atual. Hoje em dia, a gente só participa quando tem que votar. Depois, fica mais quatro anos esperando até o próximo pleito. Então, é preciso ter uma posição mais atuante da sociedade como um todo”, completou.

Clique aqui para conferir a apresentação de Juliano Griebeler 

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FÓRUM DE AGRICULTURA I: Tecnologia para transformar o campo e aumentar produtividade

Até sexta-feira (24/08), Curitiba é oficialmente a capital mundial do agronegócio. Na manhã desta quinta-feira (23/08), no Museu Oscar Niemayer (MON), mais de 400 pessoas acompanharam a abertura do 6° Fórum da Agricultura da América do Sul, evento realizado pelo Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo, com apoio do Sistema Ocepar, que neste ano adotou o tema “O campo digital e conectado, o grande desafio do século 21”. A plateia é formada por produtores rurais, executivos, técnicos e membros de entidades e instituições do setor.

Abertura - Durante a apresentação de abertura, o gerente do Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo, Giovani Ferreira, destacou que o Fórum, realizado há 6 anos, tem como objetivo discutir mercado, antecipar tendências e debater soluções para o agronegócio. “Na 6ª edição, o Fórum de Agricultura acontece em um momento peculiar. Não apenas por se tratar de um ano eleitoral, mas é um ano marcado por embargos, sobretaxas, greve. E esses desafios e, principalmente, as oportunidades, justificam e fortalecem debates como esse”, afirma.

Números - Entre 2013 e 2017, mais de 200 palestrantes de 30 países participaram do Fórum de Agricultura. Em seis edições, foram mais de 2 mil participantes que acompanharam 80 painéis de discussão. “Vamos discutir tecnologia, mercado, oferta, demanda, sustentabilidade. A América do Sul viveu uma década de ouro no agronegócio. Somos um grande player deste mercado e precisamos avançar. Agronegócio é a nossa vocação natural. Estamos aqui para identificar problemas, pensar em oportunidades e apontar soluções”, diz.

Importância - A governadora do Paraná, Cida Borghetti, enfatizou a importância do Fórum de Agricultura, principalmente por acontecer num estado que é responsável por 17% da safra nacional de grãos, com apenas 2,3% do território agricultável do país. “Nosso objetivo é que todos os produtores, não importa o tamanho, possam crescer em uma rede que inclui Iapar, Emater, cooperativas, Secretaria de Agricultura. Queremos fomentar novas cooperativas, criar polos de informação em diferentes cidades do estado, que alie agronegócio e engenharia em um único ambiente”, conta.

Era digital - Ela também destacou que o estado “sempre foi exemplo de pioneirismo na criação de cooperativas, que alavancaram o agronegócio, e cujos fundadores são hoje empresários respeitados pela grandiosidade de suas empresas, será também exemplo do cooperativismo digital, talvez um nome mais simples e singelo para o ecossistema da inovação”.

Ministro da Agricultura - O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, defende que não é preciso dizer o quanto a agricultura brasileira cresceu nos últimos anos. “Crescemos muito, a ponto de incomodar, ser um grande player. E isso traz problemas, desafios e, claro, oportunidades. Crescer não é problema. Se precisarmos dobrar a produção, temos tecnologia, temos espaço e, o principal, temos gente para trabalhar. As cooperativas do Paraná são um exemplo. Mas é preciso chamar atenção para um problema que se avizinha. Precisamos cuidar dos processos, para que sejamos levados a sério. O comércio internacional mudou, não cabe mais jeitinho. E isso não é uma responsabilidade apenas do agente público, do fiscal do Mapa, isso também é dever das empresas, dos produtores, dos elos envolvidos”.

Desafio - Em relação a tecnologia, o ministro diz que o grande desafio é tirar o máximo que os equipamentos e os softwares oferecem. “Pagamos por esses benefícios, mas nem sempre conseguimos tudo que aquela tecnologia oferece. Nosso desafio é extrair o máximo de rendimento das tecnologias para aumentar a produtividade e se refletir em ganhos. Conectividade também é um desafio que precisamos vencer. (Assessoria de Imprensa do evento)

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FÓRUM DE AGRICULTURA II: Agricultura 4.0 foi tema do primeiro painel

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, em sua participação no primeiro painel do 6º Fórum de Agricultura da América do Sul – Agricultura 4.0 – A tecnologia que alia produção e sustentabilidade -, enfatizou que não basta ter tecnologia digital, é preciso estar conectado. E destacou que, para o cooperativismo paranaense, o evento começou na quarta-feira (22/08), durante a realização do Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, realizado na sede da Ocepar. “Aproveitando o momento atual, lançamos uma conexão chamada de parana.coop+10 para uma demanda do momento, que é política. Então, hoje temos uma rede montada de mais de um milhão de pessoas que vão se conectar e conversar com os candidatos, usando a tecnologia para tomar a melhor decisão, que é votar conscientemente”, pontuou. O painel, mediado pelo executivo da SPRO IT Solutions, Almir Meinerz, ainda contou com a participação do secretário da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Paraná, George Hiraiwa, e do Cônsul de Israel, Dori Goren.

Conexão – Ricken disse que a iniciativa envolvendo o parana.coop+10, é “um exemplo que uso para dizer que precisamos estar totalmente conectados. Temos que apoiar quem nos apoia. Temos de buscar o nosso desenvolvimento, políticas modernas. Nada de amadorismo. Aliás, vemos, às vezes, alguns poderes tratando a agricultura de uma forma até ingênua. Por isso, temos de estar conectados com todos os poderes e mostrar que, o que temos de melhor no Brasil, é a agropecuária moderna, da qual queremos ser protagonistas. Não basta sermos ofertadores de alimentos, mas nos antecipar à demanda, o que só se faz com tecnologia”, destacou.

Origem – Na ponderação do presidente do Sistema Ocepar, nesse processo é preciso que os produtos tenham a origem identificada. “E uma das contribuições que o cooperativismo pode dar é a garantia da origem da produção, tanto que sabemos o nome e o sobrenome de pelo menos três gerações de quem está no sistema, como produz, como faz. Então, o consumidor tem a garantia de origem, por meio da rastreabilidade, de produtos modernos, saudáveis e competitivos. Não adianta nada termos tecnologia, se não formos competitivos no mercado internacional e também no mercado local. Isso tudo tem de gerar renda, que será investida em desenvolvimento. Aliás, temos uma pesquisa que mostra que 99% das pessoas ouvidas consideram a principal função do cooperativismo a geração de desenvolvimento regional. E o Paraná é exemplo disso”, acentuou.

Perguntas – Ao final de sua intervenção no painel, Ricken, para reflexão dos presentes, propôs duas questões: Projetos de inovação, além de dar maior produtividade e ganhos, podem também contribuir para despertar mais interesse dos jovens para continuar no campo?; Muitas cidades (Pato Branco, Toledo, Jacarezinho) contam com parques tecnológicos. De que forma esses parques podem se transformar em aceleradores para o agro?

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COAMO: 46ª maior empresa do Brasil segundo o ranking Melhores & Maiores da Exame

coamo 23 08 2018No ranking da revista Exame – Melhores e Maiores 2018, a Coamo Agroindustrial Cooperativa é a 46ª maior empresa do Brasil. Com sede em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná e entrepostos em 71 municípios nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, a cooperativa é destaque no anuário da Exame, considerada uma das mais importantes publicações do país. A cooperativa é a 1ª empresa privada do estado do Paraná e a 16ª entre as maiores do país com capital 100% nacional.

Vendas líquidas - Os números divulgados pelo anuário da Exame – Melhores e Maiores registram que as vendas líquidas da Coamo atingiram R$ 10,61 bilhões no exercício de 2017.

Desempenho - O anuário da Exame – Melhores e Maiores 2018 está circulando em todo o país e analisa o desempenho das 1.000 maiores empresas brasileiras (Multinacionais, estatais e privadas) em mais de 20 setores da economia. No Estado do Paraná, a Coamo está em segundo lugar no geral, atrás apenas da empresa Renault que é de capital francês e está na 41ª posição e a frente da Copel Distribuição (55), Electrolux (140), Sanepar (167), Mondelez (172), Supermercados Condor (179) e Copel GET (195).

Exportação - Entre as maiores exportadoras do país, a Coamo ocupa a 23ª colocação com o valor (em US$ milhões) de 1.264,2 – o ranking tem nas primeiras posições as empresas Vale (Mineração) e Petrobrás (Energia).

Agronegócio - O anuário das Melhores e Maiores apresenta também as maiores empresas do Agronegócio brasileiro. Neste segmento, a Coamo está na 10ª posição pelos resultados no lucro líquido. No segmento Comércio liderado pela Petrobrás, a Coamo está na 16ª posição no ranking das maiores do país entre empresas multinacionais, estatais e privadas.

Valor e solidez - O Anuário da Exame mostra que apesar do crescimento da safra brasileira de grãos em 2017 com a colheita de 239 milhões de toneladas, a maior da história, o ano foi marcado por queda dos preços de vários produtos como soja, milho, com recuo de 11,5% ao ano. “Assim, os produtores produziram mais a preços menores e os agricultores contribuíram para o abastecimento dos mercados e para o controle da inflação.

Orgulho - Os números da edição Melhores e Maiores 2018 da revista Exame são comemorados com orgulho pela diretoria, cooperados e funcionários. Mesmo com a queda dos preços que reduziu a rentabilidade, a performance apresentada no anuário da Exame reflete a solidez da cooperativa na sua atividade.

Pilares - Ao longo dos seus 48 anos, a Coamo é destaque no cenário do agronegócio e empresarial do Brasil. O engenheiro agrônomo, idealizador e presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini afirma que a força do trabalho, da união e do profissionalismo dos mais de 7.500 funcionários impulsiona o crescimento e o sucesso dos mais de 28 mil cooperados e da cooperativa. “Ficamos felizes em ver esse reconhecimento à Coamo, comemoramos e partilhamos esses bons resultados com todos da família Coamo. Temos orgulho de ser do campo, do Brasil e exportar nossos produtos para o mundo, com a certeza de que a Coamo é uma empresa séria, bem administrada e profissionalizada, voltada para a prestação de produtos e serviços de qualidade em prol do desenvolvimento dos seus associados”, explica. (Imprensa Coamo)

NÚMEROS DA COAMO - Revista Exame Melhores e Maiores 2018

46ª Maior empresa do País

23ª Maior exportadora do Brasil

1ª Maior empresa privada do Estado do Paraná

4ª Maior empresa da Região Sul.

10ª Maior no segmento Agronegócio

16ª Maior no segmento Comércio

 

COOPAVEL: Cooperativa ganha prêmio nacional na área de sementes

coopavel 23 08 2018A determinação e o profissionalismo da Coopavel acabam de ser reconhecidos em mais um concurso nacional de grande relevância. A área de sementes da cooperativa é a campeã da 28ª edição do Prêmio Mundo de Respeito, que desde 1990 é realizado pela CropLife and Farm Chemicals International. No Brasil, o concurso tem à frente a Corteva Agriscience (Divisão Agrícola da DowDuPont).

Internacionalização - O concurso por 15 anos homenageou parceiros do grupo nos Estados Unidos. A internacionalização ocorreu em 2004. A partir de então, além de reconhecer grandes potenciais, o prêmio demonstra a responsabilidade de empresas com a segurança socioambiental. A Coopavel será representada em outubro, em Washington, pelo gestor do negócio de Sementes, o engenheiro agrônomo Charles Allan Telles, no encerramento da premiação. Ao mesmo tempo em que representará o Brasil na final do certame, a cooperativa concorrerá como melhor na categoria Sementes em âmbito latino-americano.

Anúncio - O anúncio do título trouxe a Cascavel, cidade-sede da cooperativa, diretores e representantes da Corteva. Estiveram em encontro com membros do Conselho de Administração, Sergio Hitoshi Watanabe (gerente Comercial da Pioneer), André Luis Prediger (RC Pioneer), Alexandre Orsi Lisboa (RTV Crop Corteva), Thiago Zanella (RC Pastagens Corteva) e Carlos Breda Pereira (gerente de Marketing de Pastagem).

Projeto - O projeto da Coopavel inscrito no concurso foi elaborado pelo gerente de Produção de Sementes Charles Allan Telles. Além de sua equipe, ele contou com a colaboração do gerente de Unidades Daltro Estivem Pestana e do representante comercial da Pionner, André Luis Prediger. Conforme Charles, essa é uma grande conquista para a Sementes Coopavel porque reafirma compromissos da cooperativa em sempre estar em busca da melhoria dos seus processos, produtos e profissionais, visando à produção de alimentos sustentáveis.

Critérios - O Prêmio Mundo de Respeito observa inúmeros aspectos antes de definir os vencedores em cada categoria. Na área de sementes estão entre eles melhorias no espaço físico dos depósitos, atendimento das legislações, prestação de serviço para o agricultor, segurança no manuseio de produtos, compromisso pessoal, capacitação dos funcionários, relação com a comunidade e qualidade dos processos e produto produzido.

Pontos fundamentais - De acordo com Charles, alguns pontos fundamentais garantiram a boa performance da Coopavel, fazendo com ela chegasse ao primeiro lugar. São eles: profissionalismo na condução das atividades, instalações e procedimentos apropriados, treinamentos da equipe e transferência de tecnologia, serviços de tratamento de sementes - profissional e sustentável, êxito na qualidade de sementes e satisfação de clientes, alta qualidade dos processos de produção, responsabilidade ambiental e social e busca constante de produção e entrega de sementes de alta qualidade. (Imprensa Coopavel)

 

INSTITUTO SICOOB: Jovens são convidados a debaterem cooperativismo e empreendedorismo

instituto sicoob 23 08 2018Durante os dias 29 e 30 de agosto, será realizada, em Campo Mourão (PR), a terceira edição do Fórum das Cooperativas Mirins, evento que reunirá cerca de 200 pessoas, entre estudantes e educadores, representando as 17 cooperativas mirins em funcionamento nos estados do Pará, Paraná e Minas Gerais.

Finalidade - Com a finalidade de oportunizar canais de comunicação e trocas de experiências entre os participantes, a iniciativa do Instituto Sicoob em parceria com o Sicoob e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná (Sescoop/PR), promove a intercooperação e aborda, junto aos associados mirins, conteúdos voltados aos princípios e valores do cooperativismo e as competências do empreendedorismo.

Jogo de tabuleiro - Durante o evento, será realizado um grande jogo de tabuleiro no qual os próprios participantes, separados em sete times mistos, serão os peões. Para passar de uma casa para outra do jogo, as equipes deverão cumprir com alguns desafios que permeiam os movimentos do cooperativismo e empreendedorismo, como liderança, ação em conjunta, desenvolvimento ambíguo e mais. A programação começa às 18h no dia 29 de agosto e segue até as 17h do dia 30.

Cooperativismo - “Nós acreditamos que é preciso construir uma sociedade que tenha valores e princípios voltados para o viés do cooperativismo. É de suma importância que esses jovens possam fazer parte desse movimento e passem a contribuir para o desenvolvimento sustentável de suas comunidades”, explica a Gerente do Instituto Sicoob, Emanuelle Moraes.

Cooperativas Mirins - Desenvolvido pelo Instituto Sicoob, o Programa Cooperativa Mirim fomenta a formação de cooperativas nas escolas e instituições que atendam crianças e adolescentes. Essas cooperativas fundadas são dirigidas e coordenadas pelos próprios alunos e tem por finalidade o desenvolvimento de competências, hábitos e atitudes por meio de uma prática pedagógica disseminando os princípios do cooperativismo, harmonizando-os aos interesses com a comunidade, na produção de bens ou prestação de serviços e obtendo, por fim, responsabilidades sociais, morais e econômicas dentro e fora do ambiente escolar, com resultados proporcionais entre os membros participantes. (Imprensa Instituto Sicoob)

SERVIÇO

Fórum Cooperativas Mirins

Data: 29 e 30 de agosto (quarta e quinta-feira)

Local: Capela do Calvário – Rod. BR 158 – Km 05 | Campo Mourão - PR

Horários: Dia 29/agosto - 18h às 23h

Dia 30/agosto – 07h30 às 17h.

 

SICOOB UNICOOB I: Representantes da Central, Sicoob Médio Oeste e Bancoob participam de visita técnica na Copacol

sicoob unicoob I 23 08 2018No último dia 16, representantes do Sicoob Médio Oeste, Sicoob Central Unicoob e Bancoob participaram de uma visita técnica para conhecer a estrutura do Sistema de Integração de Bovinocultura de Leite, desenvolvido pela Copacol.

Trabalho pioneiro - A iniciativa, que visa elevar a produtividade com qualidade e rentabilidade dos associados da cooperativa, é um trabalho pioneiro e considerado o primeiro modelo de produção desenvolvido por uma cooperativa no Brasil e atualmente já é utilizado por produtores de leite de Jesuítas, Carajás e Cafelândia.

Aproximação - “Foi um projeto muito legal de aproximação entre as duas cooperativas, já que o Sicoob está iniciando um trabalho com a Copacol”, afirma o presidente do Conselho de Administração, do Sicoob Médio Oeste, Edson de Oliveira Pereira.

Presenças - Além de Edson, estiveram presentes os diretores Nadir Lulu e Rodrigo Dencati; o conselheiro Sérgio Luiz Squizatto; o diretor de Mercado do Sicoob Central Unicoob, Elisberto Torrecillas; o supervisor de Crédito Rural do Sicoob Central Unicoob, Michel Shoiti Tamura; o gerente de Agronegócios do Bancoob, Luciano Ribeiro Machado e o consultor de agronegócios do Bancoob, Vinícius Cerqueira. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB UNICOOB II: Palestra sobre crédito rural é apresentada na ExpoGoio

Entre os dias 10 e 13 de agosto, aconteceu em Goioerê a 32ª edição da Exposição Feira Agropecuária Comercial e Industrial de Goioerê (ExpoGoio 2018). Entre as atrações, o evento teve exposição de veículos, maquinários e animais, praça de alimentação, parque de diversão e shows.

Palestra - Como parte da programação da ExpoGoio, também foram realizadas palestras direcionadas aos produtores rurais. Uma delas, foi ministrada pelo supervisor de Crédito Rural do Sicoob Central Unicoob, Michel Shoiti Tamura.

Opções - Michel falou sobre as opções que o Sicoob oferece para atender as necessidades do homem do campo e também sobre os benefícios e vantagens em fazer parte de uma cooperativa de crédito. Participaram agricultores de Goioerê, Quarto Centenário, Rancho Alegre e Moreira Sales.

Sicoob Metropolitano - O ponto de atendimento do Sicoob Metropolitano em Goioerê também marcou presença durante a feira, oferecendo opções de crédito rural para os visitantes. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICREDI AGROEMPRESARIAL: Números do semestre são apresentados aos cooperados

A Sicredi Agroempresarial PR/SP, com mais de 57 mil associados, com sede em Mandaguari-PR, realizou entre os dias 01 e 08 de agosto, as reuniões de prestação de contas do primeiro semestre de 2018. Ao todo, participaram aproximadamente 3 mil associados, nas cinco reuniões realizadas de forma regional.

Resultado acumulado - Com um resultado acumulado até o momento de 11 milhões de reais, equivalente ao crescimento em relação ao mesmo período de 2017 e acima das metas estabelecidas, a cooperativa apresentou 800 milhões em ativos, 1,22 bilhões em recursos administrados e carteira de crédito, além de um patrimônio líquido de 115 milhões.

Crescimento - Para o presidente da cooperativa, Agnaldo Esteves, o ano de 2018, apesar de todas as dificuldades do mercado e de um momento de instabilidade política no país, foi ótimo. “Mais uma vez apresentamos aos nossos associados índices de crescimento acima da média do mercado financeiro. O cooperativismo, além de ser o movimento que mais cresce no Brasil, é um modelo de negócios que se diferencia dos demais, através do relacionamento e de um atendimento simples, próximo e ativo”, comentou.

Números do Sistema - O número do Sistema Sicredi também foi apresentado nas reuniões. “São mais de 87 bilhões de ativos entre as 116 cooperativas integrantes, com um resultado que chega a 1,35 bilhão”, ressaltou o presidente. Além disso, o sistema possuiu hoje um patrimônio líquido de 13,8 bilhões e mais de 1.600 agências em todo o país.

Fundo social - Uma das novidades da cooperativa para o ano de 2018 foi a implementação do Fundo Social. Nas Assembleias de fevereiro, os associados aprovaram um valor de R$ 200 mil, a serem destinados a entidades associadas, com objetivo de auxiliar no desenvolvimento social e humano daqueles que necessitam dos recursos, colocando a Agroempresarial PR/SP como a primeira cooperativa da Central Sicredi PR/SP/RJ a realizar este projeto.

Projetos aprovados - Após avaliação do Comitê, foram aprovados 58 projetos, no qual receberam no mês de junho as doações. “Só temos a agradecer nossos associados por aprovarem o Fundo, que beneficiará mais de 22 mil pessoas, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos”, avaliou o presidente Agnaldo Esteves.

Comitês Mulher e Jovem- Outra novidade em 2018 foi a implementação dos Comitês Mulher e Jovem na Cooperativa. Ao todo, são mais de 70 mulheres, divididas em 2 comitês (PR e SP), além de 50 jovens, todos do Paraná. O objetivo é aumentar a participação desde público na cooperativa, desenvolvendo assim novas lideranças no futuro.

Educação financeira e Turma da Mônica - O Sicredi fechou também neste primeiro semestre uma parceria com a Mauricio de Souza Produções, para uma série de 6 gibis sobre Educação Financeira. “É um tema importante que não está na grade curricular da nossa educação. Distribuímos mais de 50 mil gibis por edição, para crianças de 6 a 12 anos, que adoraram as historinhas e levaram essa conscientização para os pais”, comemorou Esteves. Além disso, foram trabalhadas diversas oficinas de Educação Financeira, com o tema “Cooperação na Ponta do Lápis”, abrangendo um público de 12 a 30 anos.

Sustentabilidade e educação - Além das ações citadas, comemorou-se no dia 07 de julho o Dia Internacional do Cooperativismo, na qual todas as agências da cooperativa realizaram ações beneficentes, em parcerias com outras cooperativas e entidades sociais.

A União Faz a Vida - O Programa A União Faz A Vida, metodologia de ensino baseados em valores de cooperação e cidadania, ganhou mais dois parceiros: Rio Bom e Tamarana. Ao todo, são mais de 7 mil alunos e 500 educadores. “São diversos projetos que causam um impacto muito positivo nas comunidades. Não é coincidência que onde o cooperativismo é forte, a região possuiu índices de evolução maiores das demais”, finalizou Esteves.

Expansão Outra novidade divulgada são as novas agências que serão inauguradas no estado de São Paulo, com a primeira sendo já em dezembro, no município de Barueri, no bairro Alphaville, um dos principais centros econômicos do país. Além disso, a Cooperativa irá inaugurar 2 novas agências no Paraná, nas cidades de Faxinal e Mauá da Serra, em substituição as atuais, além da reforma da agência de Apucarana, localizada na rua Clovis da Fonseca.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Agroempresarial PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI ALIANÇA: Palestra vai abordar tendências climáticas e cenário econômico

Integrando a programação do Plano Safra 2018/2019, a Sicredi Aliança PR/SP irá promover, na segunda-feira (27/08), a palestra “Tendências climáticas e cenário econômico”. O evento acontecerá a partir das 19h30, no Clube Concórdia, em Marechal Cândido Rondon-PR. A palestra será ministrada por Alexandre Englert Barbosa - Superintendente de Economia e Riscos; e Rodrigo Eduardo Dias Neves - Analista Econômico, ambos do Centro Administrativo Sicredi de Porto Alegre – RS.

Parceria - A palestra conta com a parceria da Copagril, Agrícola Horizonte, Cooatol, Sperafico, Emater, Atimop - Associação Técnica das Indústrias de Mandioca do Paraná, Sindicado Rural de Marechal Cândido Rondon, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Atamar - Associação dos Técnicos Agrícolas de Marechal Cândido Rondon, CAPA - Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor, Gesoma - Grupo de Estudos em Solos e Meio Ambiente – Unioeste e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Propósito - Segundo o diretor de Negócios da Sicredi Aliança PR/SP, Gilson Metz, ao repassar informações para os agricultores, a cooperativa cumpre o seu propósito. “Uma boa orientação é importante para que o nosso associado agro tenha uma boa safra. No mês passado, realizamos um encontro com representantes de assistências técnicas para repassar informações importantes para o período, além de lançar oficialmente o Plano Safra 2018/2019. Agora, estamos reunindo os associados para trocar conhecimento sobre o clima e o cenário econômico que estamos vivendo. Este também será um momento para questionamentos e esclarecimento de dúvidas. Quanto mais o associado tem informação, mais ele estará preparado para a safra. Quanto mais preparado ele estiver, melhor serão seus resultados. Deixamos o convite para que os associados ligados ao meio rural participem. Todos estão convidados”, ressaltou.

Os palestrantes - Alexandre Englert Barbosa é economista, Mestre em Economia na área de Economia Internacional e Doutor em Economia Aplicada. Agrega experiências como consultor econômico na Federação das Associações Comerciais e de Serviços do RS e na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul. É responsável pela área premiada por suas projeções econômicas no ranking da Ag. Estado, figurando entre os dez melhores do país em diversas oportunidades, frequentemente também leva o Sicredi ao topo dos rankings mensais do Banco Central e da Bloomberg em vários indicadores econômicos. Alexandre é responsável pela área que colocou o Sicredi quatro vezes nos últimos cinco anos entre aquelas com as melhores projeções econômicas do país, segundo o Banco Central. Atualmente, exerce o cargo de Superintendente de Riscos e Economia do Banco Cooperativo Sicredi.

Rodrigo - Rodrigo Eduardo Dias Neves é graduado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, foi analista de mercados agrícolas na Consultoria Safras&Mercado e é atualmente o economista responsável pelo monitoramento de commodities agropecuárias no Sicredi.

Convites - Interessados em participar da palestra podem retirar seus convites gratuitamente nas agências da Sicredi Aliança PR/SP ou nos parceiros mencionados acima.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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UNIMED MARINGÁ: Gêmeas da natação fazem dobradinha na segunda etapa do Circuito Loterias Caixa

unimed maringa 23 08 2018As irmãs gêmeas e atletas da natação paralímpica Beatriz e Débora Borges Carneiro conquistaram o primeiro e o segundo lugar na prova de 100 metros peito do Circuito Loterias Caixa, que aconteceu no último fim de semana em São Paulo. Beatriz conquistou o primeiro lugar do pódio com 1min24seg19 e Débora, o segundo lugar com milésimos de diferença, 1min24seg91.

Provas - Ao todo, as irmãs participaram de cinco provas e subiram ao pódio em todas. Em três provas, Débora bateu o próprio recorde e conquistou três medalhas de prata. As provas foram: 200 metros livre, 200 metros medley e 100 metros livre. Com estes resultados, a paratleta, vive o melhor momento no esporte.

Outra conquista - Outra conquista importante do final de semana foi que o técnico das irmãs, André Yamazaki Pereira, recebeu o troféu de sexto melhor técnico geral da competição por pontuação. Agora, as meninas seguem firmes nos treinos para a preparação para o Campeonato Brasileiro Paralímpico, que acontece em outubro, com a participação apenas dos oito melhores atletas de cada categoria.

Débora e Beatriz - Gêmeas idênticas, as irmãs competem na classe S14, que engloba competidores com alguma deficiência intelectual. Treinadas pelo professor André Yamazaki Pereira, elas têm se destacado em diversas competições, conquistando medalhas e quebrando recordes. Em 2016, Beatriz participou dos Jogos Paralímpicos Rio-2016 e conquistou a décima colocação geral nos 200 metros livre e quinto lugar geral nos 100 metros peito. Atualmente, as nadadoras, que são patrocinadas pela Unimed Maringá, ocupam a 5 ª e a 6ª posição do ranking mundial na prova de 100 metros peito, que é a especialidade das irmãs. (Imprensa Unimed Maringá)

 

CAGED: Brasil abre 47,3 mil postos formais de trabalho em julho

caged 23 08 2018O país fechou o mês de julho com a criação de 47.319 postos no mercado de trabalho, o melhor desempenho para este mês desde 2012, ano em que foram abertos mais de 142,4 mil empregos com carteira assinada. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (22/08) pelo Ministério do Trabalho.

Total - Ao todo, no mês foram abertas 1.219.187 vagas, enquanto o número de demissões foi de 1.171.868, revertendo o resultado negativo apurado em junho, quando foram fechados mais de 600 postos formais de trabalho.

Saldo - De janeiro a julho, o saldo de admissões e demissões segue positivo, com a abertura de 448,2 mil novos postos. Se mantiver a tendência até o fim do ano, o Brasil terá interrompido uma sequência de três anos de queda, quando foram encerrados mais de 2,88 milhões de empregos formais, entre 2015 e 2017.

Setores - Segundo o Caged, todos os setores, com exceção do comércio e administração pública, registraram ampliação de postos de trabalho. O segmento que mais empregou em julho foi a agricultura, com a abertura de 17.455 novos postos, seguida pelo setor de serviços, que gerou um total de 14.548 empregos.

Construção civil - A construção civil foi responsável pela abertura de 10.063 postos, enquanto na indústria de transformação foram gerados 4.993 postos de trabalho com carteira assinada. A indústria extrativa e os serviços industriais de utilidade pública abriram 702 e 1.335 postos, respectivamente. O setor de comércio (atacadista e varejista) fechou 249 postos de trabalho ao longo do mês, enquanto na administração pública foram encerradas 1.528 postos de trabalho.

Estados - O estado que mais gerou empregos em julho foi São Paulo, com a abertura de 15,3 mil postos. Em seguida, aparece Minas Gerais, com geração positiva de 10,3 mil novos postos de trabalho. No Pará, foram gerados 3,5 mil empregos formais. O Rio Grande Sul (-2.657), Rio de Janeiro (-1.001) e Pernambuco (-111) foram estados que registraram mais demissões do que admissões ao longo do mês. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA I: Uso da capacidade instalada da indústria sobe para 68% em julho

economia I 23 08 2018O indicador de utilização da capacidade instalada da indústria brasileira subiu de 66% em junho para 68% em julho. É o maior percentual verificado no mês de julho dos últimos quatro anos, segundo a pesquisa Sondagem Industrial, divulgada nesta quarta-feira (22/08) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O uso da capacidade instalada foi maior nas grandes empresas, alcançando 73%. Nas médias, ficou em 66% e, nas pequenas, em 60%.

Aumento da produção - Segundo a CNI, a queda na ociosidade é resultado do aumento da produção no setor. Conforme a pesquisa, o índice de evolução da produção alcançou 52,2 pontos em julho. Foi o segundo mês consecutivo que o índice ficou acima dos 50 pontos, o que indica o aumento da produção, depois da forte queda registrada em maio, por causa da greve dos caminhoneiros. O indicador de produção varia de zero a cem pontos. Quando está acima de 50 pontos, mostra aumento da produção.

Emprego - No entanto, o emprego no setor continua caindo. O indicador do número de empregados ficou em 48,5 pontos e continua abaixo da linha divisória dos 50 pontos que separa a queda do aumento do emprego.

Acúmulo de estoques - A Sondagem Industrial mostra ainda que as indústrias estão com um pequeno acúmulo de estoques. O índice de nível de estoque efetivo em relação ao planejado subiu para 50,8 pontos em julho e ficou acima da linha divisória dos 50 pontos, mostrando que os estoques estão levemente maiores do que o planejado.

Perspectivas - Segundo a CNI, todos os indicadores de expectativa ficaram acima dos 50 pontos em agosto, mostrando que os industriais esperam o aumento da demanda, da compra de matérias-primas, do número de empregados e das exportações nos próximos seis meses.

Investimento - Diante de um cenário mais positivo, aumentou a disposição dos empresários para investir. O índice de intenção de investimento subiu para 51 pontos, 1,6 ponto acima do verificado em agosto, o que recupera apenas em parte a queda de 4,2 pontos registrados nos últimos cinco meses. O indicador de intenção de investimentos está 3,1 pontos acima do de agosto do ano passado.

Sondagem - A Sondagem Industrial foi feita entre 1º e 13 de agosto com 2.257 empresas. Dessas, 932 são pequenas, 798 são médias e 527 são de grande porte. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA II: Brasil ocupa o 9º lugar nos investimentos em Tecnologia da Informação

economia II 23 08 2018O Brasil investiu 38 bilhões de dólares em hardwares, softwares e serviços no ano passado, aumento de 4,5% em relação a 2016, segundo dados – divulgados nesta quarta-feira (22/08) em São Paulo - da Associação Brasileira das Empresas de Software - Abes.

Nono lugar - Com o resultado, o país ocupa o nono lugar no ranking mundial, perdendo apenas para Estados Unidos, China, Japão, Reino Unido, Alemanha, França, Canadá e Índia.

Em linha- Para a associação, o resultado está em linha com a expectativa de melhora do mercado e indica um maior grau de maturidade nos investimentos em tecnologia.

Eficiência operacional - A entidade observa aumento da preocupação dos executivos em manter a eficiência operacional em suas operações, tornando processos mais ágeis e eficientes para manutenção da competitividade.

Dados do mercado - O mercado é dominado pela produção de hardware (51,2%), seguido pelos serviços (27,4%) e software (21,4%).

Regiões - O Sudeste é a região mais importante para o segmento, respondendo por 61,4%. Em seguida, estão Sul (13%), Centro-Oeste (10,8%), Nordeste (10,3%) e Norte (4,5%).

Programas - A utilização de programas de computador desenvolvidos no país, aí incluídos softwares feitos sob encomenda, respondeu por 32% do investimento.

Empresas - O país tem, atualmente, cerca de 17 mil empresas dedicadas ao desenvolvimento, produção e distribuição de software, além da prestação de serviços no mercado nacional.

Micro e pequenas - Considerando as 5.138 empresas que atuam no desenvolvimento e produção de software, cerca de 95,5% podem ser classificadas como micro e pequenas empresas, com até 99 funcionários.

Usuários - Mais da metade dos usuários desse mercado de Tecnologia da Informação, 55%, é composta por empresas dos setores de serviços, telecomunicações, finanças, indústria e comércio.

Dispositivos - A preferência do uso de smartphone pelos brasileiros foi comprovada pela pesquisa. Entre os dispositivos, 84,6% são smartphones, 6,5%, tablets, 5,9%, notebooks e 3% são computadores desktop.

Unidades - Em unidades, houve crescimento 21,6% no número de notebooks no ano passado em relação a 2016. Registrou-se alta de 8,1% de smartphones, de 5,3% de desktops e queda de 4,8% em tablets. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

LEGISLATIVO: Projeto cria política nacional para estimular permanência de jovens no campo

legislativo 23 08 2018Tramita na Câmara dos Deputados projeto de lei do deputado Patrus Ananias (PT-MG) que institui a Política Nacional de Juventude e Sucessão Rural. O objetivo do PL 9263/17 é articular programas e ações que estimulem a permanência de jovens no campo, sucedendo os pais na produção rural.

Garantia de direitos - A política também cuidará da garantia dos direitos das juventudes do campo, das florestas e das águas, universo que abarca pessoas entre 15 e 29 anos da agricultura familiar, de assentamentos da reforma agrária e de comunidades tradicionais, como pescadores artesanais, extrativistas e povos indígenas.

Identificação - O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e a Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento de Agricultura Familiar (Pronaf) serão utilizados para identificação do público-alvo da política nacional.

Experiência O projeto, que leva a assinatura de outros cinco deputados petistas, é baseado em um programa de sucessão rural criado pelo Ministério do Desenvolvimento Social, para combater a migração campo-cidade. Ananias ocupou a pasta nos governos Lula (2004 a 2010).

Despovoado e envelhecimento - Segundo ele, o campo continua vivendo um processo de despovoamento e envelhecimento, mesmo que o êxodo rural no País tenha reduzido. “A mudança tecnológica ocorrida na agricultura, a partir do emprego de maquinários e insumos químicos, promoveu uma forte substituição da mão de obra empregada, gerando contingentes de migrantes e desempregados rurais”, disse Ananias.

Risco - Ele afirma ainda que o êxodo da juventude rural coloca em risco a sucessão geracional da agricultura familiar, “com implicações diretas sobre a segurança e sobre a soberania alimentar, hídrica e energética do País”.

Diretrizes -A Política Nacional de Juventude e Sucessão Rural terá diretrizes e objetivos. Entre os primeiros estão a garantia de acesso a serviços públicos, a garantia de acesso às atividades produtivas com geração de renda e promoção do desenvolvimento sustentável e solidário e a valorização das identidades e das diversidades individual e coletiva da juventude rural.

Objetivos - Entre os objetivos estão a oferta de serviços públicos de qualidade à juventude rural, a garantia de acesso à terra e ao território, a ampliação de oportunidades de trabalho e renda e a presença de jovens rurais em fóruns de discussão sobre os programas voltados a esse público.

Plano Nacional - A nova política será executada por meio do Plano Nacional de Juventude e Sucessão Rural, que atuará em regime de cooperação, por adesão, com estados, Distrito Federal, municípios, organizações da sociedade civil e entidades privadas. O trabalho de monitoramento e formulação do plano será feito por um comitê gestor.

Tramitação - O PL 9263/17 será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Agência Câmara)

 

BNDES: Banco vai lançar financiamento de energia renovável para empresas

bndes 23 08 2018O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quer dobrar a aposta no financiamento a projetos de microgeração de energia renovável. No fim do mês, o banco lançará a linha Finame Energias Renováveis, voltada para empresas, com orçamento inicial de R$ 1 bilhão. Paralelamente, negocia a liberação de mais R$ 208 milhões do Fundo Clima, para pessoas físicas. "Vamos dobrar a aposta na área solar", disse o diretor de Infraestrutura do BNDES, Marcos Ferrari.

Placas fotovoltaicas - Com o barateamento das placas fotovoltaicas, a energia solar responde pela maioria dos sistemas de geração distribuída, em que o cliente da distribuidora de eletricidade produz parte da energia que consome, ganhando desconto na conta de luz. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de junho de 2013 a junho deste ano, o número de conexões de microgeração de energia subiu de 23 para 30.900, 99% com tecnologia solar.

Fundamental - Segundo o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, o crédito é fundamental para o aumento do número de conexões, pois o elevado investimento inicial na instalação inibe a demanda por parte de pessoas físicas e pequenas empresas. Como os sistemas de geração distribuída reduzem o gasto com a conta de luz, quem tem acesso a crédito pode pagar as parcelas do financiamento com o dinheiro economizado.

Mudança das regras - Por isso, a Absolar comemorou quando o BNDES anunciou, no início de junho, que havia mudado as regras do subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes do Fundo Clima, para aceitar também pedidos de pessoas físicas. Só que, em 45 dias, o banco de fomento recebeu 130 pedidos e foi obrigado a suspender a chegada de novos projetos, como mostrou o Broadcast na segunda-feira.

Ministério do Meio Ambiente - O Fundo Clima é vinculado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA). Os recursos concedidos por empréstimos são geridos pelo BNDES, mas o orçamento é definido pelo ministério. Segundo Ferrari, os valores destinados ao subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes do Fundo Clima são de sobras do orçamento de 2017 e de anos anteriores. Por isso, o BNDES negocia a liberação de R$ 208 milhões do orçamento do Fundo Clima deste ano. As negociações com o ministério estão avançadas e os novos recursos poderão estar disponíveis antes do fim do ano, disse o diretor.

Pessoas físicas - Desta vez, a linha do Fundo Clima será destinada exclusivamente a pessoas físicas. As condições seguem as mesmas, com taxa de juros final, já incluindo a remuneração do agente repassador, de 4,03% a 4,55% ao ano, carência de três a 24 meses e prazo total de pagamento de 12 anos.

Competição - Com a exclusividade às pessoas físicas, o BNDES quer evitar a competição com empresas. Dos 130 pedidos para a linha do Fundo Clima desde as mudanças do início de junho, 26 foram de pessoas físicas. Dos 89 empréstimos aprovados, no valor total de R$ 85 milhões, 15 foram para pessoas físicas.

Porte - Por isso, a Finame Energias Renováveis atenderá apenas as empresas, de qualquer porte. Segundo Ferrari, o orçamento inicial de R$ 1 bilhão poderá ser ampliado caso a demanda fique acima disso. Sem o subsídio do Fundo Clima, o custo básico será a Taxa de Longo Prazo (TLP), com o juro final em torno de 10% ao ano, sem contar o spread do banco repassador. O prazo total chega a dez anos, com carência de dois.

Condições vantajosas - Para Ferrari, as condições são vantajosas para as empresas. Nas contas do BNDES, se todo o R$ 1 bilhão disponível for tomado, o crédito será suficiente para instalar de 320 a 350 megawatts de capacidade em sistemas de microgeração, o que seria suficiente para abastecer 300 mil domicílios.

Estudo - Segundo a Absolar, um estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) aponta que, no Brasil como um todo, seria possível instalar 164 gigawatts em sistemas de microgeração solar, capacidade equivalente à totalidade do sistema elétrico nacional. (O Estado de S.Paulo)

 

TRANSPORTE DE CARGAS: Empresários pregam que tabela de frete é inconstitucional e esperam anulação pelo STF

transporte cargas 23 08 2018O tabelamento do frete é "inegavelmente inconstitucional", afirmou nesta quarta-feira (22/08), o presidente da Associação Brasileira das indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), André Nassar. Ele participa do seminário Frete sem Tabela, Brasil com Futuro, evento que acontece em Brasília, organizado pelo setor empresarial, a uma semana da retomada das discussões em torno da fixação de preços para o frete rodoviário no Supremo Tribunal Federal (STF).

Aprovação - Na opinião de Nassar, o Congresso Nacional aprovou a lei que estabelece a política de preços para o frete de forma "descuidada" e que o Executivo "lavou as mãos" sobre o caso.

Coro - O presidente da Abiove faz coro aos demais representantes do setor empresarial que criticam duramente a medida sancionada pelo presidente Michel Temer em 9 de agosto. Após aprovação pelo Congresso, Temer converteu em lei o projeto da Medida Provisória 832/2018, que ficou conhecida como MP do Frete e instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas.

Problemas econômicos Em fala durante a abertura do evento, André Nassar, que é engenheiro agrônomo e foi contratado em março de 2018 como principal executivo da associação, comentou que nenhum dos dois Poderes (Legislativo e Executivo) considerou os efeitos da tabela do frete sobre a economia e a sociedade, assustado pelas imagens da paralisação dos caminhoneiros. Dessa forma, restou ao Judiciário, o terceiro Poder, resolver o problema. Isso tudo, em um ano eleitoral.

Mercado - Segundo avaliou, o mercado pode se ajustar à situação. Isso, porém, trará uma série de problemas econômicos a reboque. Um grande problema da situação atual, disse ele, é a insegurança jurídica. "Somos jogados na ilegalidade quando fazemos o que temos de fazer: transportar."

Expectativa - "A expectativa é que o STF dê (parecer de que a tabela do frete seja) inconstitucional", afirmou o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja), Bartolomeu Braz. Ele informou que os prejuízos na atual safra, do milho safrinha (como chama o produto cultivado de janeiro a abril), supera os R$ 2 bilhões.

Impacto - "Isso impacta muito o produtor rural", disse. Segundo ele, apenas Goiás, Estado de origem de Bartolomeu Braz, perdeu R$ 600 milhões na cadeia do leite durante a paralisação. "Isso impactou o consumidor, que hoje paga 12% a mais na cesta básica", frisou.

Rapidez - Para o presidente da Aprosoja, é preciso que a decisão do STF seja rápida, pois há incerteza no plantio da próxima safra. O custo do frete dos fertilizantes subiu cerca de 40% em comparação ao ano passado. O Brasil importa perto de 70% do produto. (Lu Aiko Otta)

Evento - O seminário Frete sem Tabela, Brasil com Futuro acontece em Brasília e foi organizado por parte dos representantes do setor empresarial críticos à medida que fixa preços para o frete rodoviário.O evento é a apoiado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), Abiove, Aprosoja, Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (Citrus), União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) e Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia). (O Estado de S.Paulo)

 

EUA: Fed sinaliza que deve elevar juros novamente em breve

eua 23 08 2018Os dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) sinalizaram em sua última reunião que uma alta de juros em breve é "provavelmente apropriada". Ao mesmo tempo, discutiram em mais detalhes suas preocupações sobre o risco de que disputas comerciais possam prejudicar o crescimento econômico. Caso a economia se comporte como esperado atualmente, "seria apropriado dar mais um passo" na elevação das taxas, segundo a ata da última reunião, divulgada nesta quarta-feira (22/08).

Encontro - No encontro encerrado em 1º de agosto, o Fed decidiu manter os juros entre 1,75% e 2,00%. Em junho, a maioria dos dirigentes projetou um total de quatro altas de juros neste ano. A ata da última reunião mostra que os dirigentes avaliam que os riscos para a perspectiva econômica estão equilibrados, neste momento.

PIB - Os dirigentes apontaram que o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos do segundo trimestre foi impulsionado por fatores transitórios, como o aumento das exportações.

Segundo semestre - Para o segundo semestre deste ano, o documento aponta que os dirigentes esperam uma desaceleração no crescimento do PIB, devido aos fortes números do indicador no segundo trimestre deste ano. As autoridades "observaram uma série de fatores econômicos favoráveis que apoiavam o crescimento do PIB acima da tendência, que incluíam um mercado de trabalho forte, políticas estimulantes de impostos e gastos federais, condições financeiras acomodatícias e altos níveis de confiança doméstica e empresarial."

Gastos das famílias - A equipe de economistas acredita também que os gastos das famílias e os investimentos de empresas no país podem se expandir mais rapidamente ao longo dos próximos anos do que se projetava anteriormente com o apoio dos cortes de impostos em vigor desde o fim de 2017, revela a ata da mais recente reunião de política monetária da instituição, divulgada nesta quarta-feira.

Projeção - Ainda assim, a projeção da equipe para a inflação medida pelo índice de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) em 2018 foi revisada "um pouco para baixo, principalmente por causa de um aumento mais devagar do que o esperado em preços de energia ao consumidor no segundo trimestre e uma revisão para baixo da projeção para a inflação de energia no segundo semestre".

12 meses - Nos 12 meses encerrados em junho, de acordo com o Departamento do Comércio dos EUA, o PCE apontou inflação de 2,2%, enquanto o núcleo do indicador, que exclui mudanças nos preços de alimentos e energia, avançou 1,9% no mesmo período.

Mais para cima - Não obstante a preocupação despertada na frente do comércio, os assessores econômicos do BC americano revisaram a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2018 "um pouco para cima, primariamente em resposta a dados mais fortes sobre gastos das famílias".

Ritmo - Ainda assim, "projetou-se que o PIB real aumentará no segundo semestre deste ano a um ritmo apenas um pouco mais devagar que o do primeiro semestre do ano", segundo a ata. Adicionalmente, a equipe alerta sobre como restrições de oferta podem limitar a expansão da produção no médio prazo.

Mercado de trabalho -Os dirigentes concordaram que o mercado de trabalho americano continua se fortalecendo e que "a atividade econômica tem crescido a um ritmo forte". Na ata divulgada hoje, referente à última reunião de política monetária, afirmaram que a economia evoluiu "como eles esperavam".

Condições de mercado - No entanto, com as condições do mercado de trabalho "apertadas", os dirigentes continuaram a acreditar que a queda projetada na taxa de desemprego será atenuada por uma melhora cíclica "maior do que a usual" na taxa de participação da força de trabalho. (O Estado de S.Paulo, com Dow Jones Newswires)

 

COMÉRCIO INTERNACIONAL: EUA impõem novas tarifas sobre US$ 16 bilhões em produtos chineses

comercio internacional 23 08 2018O governo americano impôs nesta quinta-feira (23/08), um novo pacote de tarifas de 25% sobre US$ 16 bilhões de produtos chineses, escalando a guerra comercial contra Pequim em meio às negociações entre representantes dos dois países em Washington. A China reagiu com a adoção de medida semelhante contra importados americanos.

Em vigor - A medida entrou em vigor à meia-noite de Washington (meio-dia em Pequim). A China respondeu em seguida e impôs tarifas sobre US$ 16 bilhões de produtos americanos, seguindo o histórico de reagir às ações americanas com medidas semelhantes. O governo chinês afirmou que adotaria "represálias necessárias" contra o que considera uma violação dos Estados Unidos às normas do comércio internacional.

Escalada - A escalada na guerra comercial ocorre na mesma semana em que autoridades do médio escalão dos governos chinês e americano retomam as conversas para encontrar uma solução para a disputa. As negociações foram iniciadas em abril, mas terminaram sem acordo. Em junho, os dois países voltaram à mesa, mas novamente não chegaram a um consenso.

Julho - Em julho, os Estados Unidos anunciaram a imposição de tarifas sobre US$ 200 bilhões de produtos chineses e um aumento de 25% nas taxas sobre automóveis importados. O Escritório de Representação do Comércio Exterior americano (USTR, na sigla em inglês), responsável pela aprovação e imposição das medidas, ainda está avaliando a proposta.

Expectativa - Negociadores esperam que tanto a China quanto os Estados Unidos deem fim à guerra comercial até novembro. Nesta semana, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) publicou documentos alertando sobre riscos "transcendentais" para a economia americana se a disputa continuar por muito tempo. (AFP, Associated Press / O Estado de S.Paulo)

 


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