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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4398 | 22 de Agosto de 2018

VALOR 1000: Dezesseis cooperativas do PR estão entre as maiores empresas do país

valor 1000 22 08 2018O cooperativismo mais uma vez marca uma boa presença entre as 1000 maiores empresas do país, listadas pelo jornal Valor Econômico. Quarenta e três cooperativas brasileiras figuram no ranking, das quais 16 são do Paraná: Coamo, C.Vale, Lar, Cocamar, Copacol, Castrolanda, Integrada, Agrária, Frimesa, Frísia, Coopavel, Copagril, Coasul, Capal, Coagru e Primato. (Veja no quadro abaixo).

Classificação - Esta é a 18ª edição do levantamento, feito em parceria com a Serasa Experian e o Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas. Ao todo, foram mais de três mil empresas analisadas. Para chegar às mil maiores, elas são classificadas a partir de oito critérios: receita líquida, margem Ebitda, giro do ativo, margem de atividade, rentabilidade, cobertura de juros, liquidez corrente e crescimentos sustentável. Entre esses indicadores, o de maior peso é a receita líquida, seguido da margem Ebitda e da rentabilidade do patrimônio. Além disso, as empresas são agrupadas em 28 setores e também são indicadas as campeãs por região.

Entre as maiores do Sul - Na lista das 50 maiores empresas do Sul do país, há 13 cooperativas, entre as quais 11 são paranaenses: Coamo (4º), C.Vale (11º), Lar (14º), Cocamar (21º), Copacol (26º), Castrolanda (33º), Integrada (34º), Agrária (35º), Frimesa (41º), Frísia (42º) e Coopavel (46º).

Por setor - No setor agropecuário, a Coamo ocupa a 2ª posição, a C.Vale a 9ª e a Agrária a 10ª, na classificação final que contabiliza a pontuação obtida nos oito critérios do ranking, em âmbito nacional. Em receita líquida, a Coamo está em primeiro lugar; C.Vale em 2º; Lar em 3º; Cocamar em 4º, Castrolanda em 9º e Integrada em 10º. Na margem Ebitda, a Agrária situa-se na 4ª posição, Coamo na 9ª e Coopavel na 10ª. No critério rentabilidade, a Primato aparece em 5º, Coasul em 6º e Coamo em 10º. Já em margem de atividade, a Agrária está em 3º lugar, Integrada em 7º, Coopavel em 9º e Coamo em 10º. No item liquidez corrente, a Coamo está posicionada em 2º, a Capal em 9º e a Frísia em 10º. Em cobertura de juros, a Coamo está em 5º. No item crescimento sustentável, a Copagril figura em 7º e a Cocamar em 8º.

Ramo Saúde - Entre os 50 maiores planos de saúde, as paranaenses Unimed Curitiba, Unimed Londrina, Unimed Regional Maringá e Unimed Paraná estão, respectivamente, em 11º, 32º, 35º e 40º lugares. A Unimed Curitiba está listada em 8º entre as maiores em lucro líquido e também entre as 20 maiores empresas em ativo total. Já entre as maiores em patrimônio líquido, a Unimed Curitiba está em 8º lugar, a Unimed Regional Maringá em 19º e a Unimed Londrina em 20º. Entre as 20 maiores em aplicações financeiras, a Unimed Curitiba ocupa a 7ª posição e a Unimed Regional Maringá a 19ª. Entre as 20 que mais cresceram em contraprestações efetivas, a Unimed Paraná está em 9º lugar e a Unimed Regional Maringá em 19º e, entre as 20 maiores em margem operacional, a Unimed Regional Maringá figura em 15º e a Unimed Londrina em 20º.

Ramo crédito - O cooperativismo está presente também no ranking do Valor 1000 referente ao setor financeiro. O Sicoob ocupa a 9ª colocação e o Sicredi a 10ª entre os 100 maiores bancos brasileiros. O Bancoob figura em 7º entre os 20 maiores em operações de crédito; em 6º entre os 20 maiores em depósitos totais; em 8º entre os 20 maiores em receita de intermediação; em 6º entre os 20 com melhor resultado operacional, sem a equivalência patrimonial; em 7º entre os 20 maiores em patrimônio líquido; em 6º entre os 20 maiores em lucro líquido; em 15º entre os 20 com melhor rentabilidade operacional, sem a equivalência patrimonial, entre os grandes. Entre os 20 mais rentáveis sobre o patrimônio, entre os grandes, está em 7º; em 17º entre os 20 com menor custo operacional, entre os grandes; em 6º entre os bancos que mais cresceram em operações de crédito, entre os grandes e em 12º entre os bancos que mais cresceram em depósitos totais, entre os grandes.

Sicredi - O Sicredi está em 9º lugar entre os 20 maiores em operações de crédito; em 7º entre os 20 maiores em depósitos totais; em 8º entre os 20 maiores em patrimônio líquido e entre os 20 maiores em lucro líquido; 9º entre os 20 maiores em receita de intermediação; em 7º entre os 20 com melhor resultado operacional sem a equivalência patrimonial e em 9º com melhor rentabilidade operacional, sem equivalência patrimonial, entre os grandes. Ficou ainda em 3º entre os 20 mais rentáveis sobre o patrimônio, entre os grandes; em 9º entre os 20 com menor custo operacional, entre os grandes; em 4º entre os bancos que mais cresceram em operações de crédito, entre os grandes e em 11º entre os bancos que mais cresceram em depósitos totais, entre os grandes.

valor 1000 tabela I 22 08 2018

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

valor 1000 tabela 2 22 08 2018

 

FÓRUM DOS PRESIDENTES: Evento terá "feijoada cooperativa"

Uma “feijoada cooperativa” será preparada para o encerramento do Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses e do 6º Fórum de Agricultura da América Latina, na sexta-feira (24/08), em Curitiba. A ideia é divulgar os produtos e marcas das cooperativas do Paraná. Os ingredientes estão sendo fornecidos pela Frimesa, Castrolanda/Alegra, Cooperante e Cocamar. O prato será servido a partir das 13h para cerca de 400 participantes dos dois eventos.

Abertura - O Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses inicia nesta quarta-feira (22/08), às 19h, no auditório do Sistema Ocepar. O presidente da entidade, José Roberto Ricken, irá falar sobre o Programa de Educação Política (parana.coop+10), iniciativa do setor cooperativista voltada ao estímulo do voto consciente. Na sequência, o cientista político e professor do Ibmec Brasília, Juliano Griebeler, irá apresentar o cenário e as perspectivas para as eleições 2018.

Fórum de Agricultura - Na quinta e sexta-feira (23 e 24/08), os participantes acompanham a programação do 6º Fórum de Agricultura da América do Sul, realizado desde 2013 pelo Núcleo de Agronegócio do jornal Gazeta do Povo, com o apoio do Sistema Ocepar. Nesta edição, o evento vai debater o tema “O campo digital e conectado, o grande desafio do século XXI”, com a presença de especialistas brasileiros e de outros países. De acordo com os organizadores, a ideia é tratar sobre as tendências do cenário global, a partir do potencial e perspectivas da América do Sul.

Painéis - Durante o Fórum serão realizados diversos painéis que vão discutir os seguintes temas: Agricultura 4.0 - A tecnologia que alia produção e sustentabilidade; OMC - Geopolítica de potências mundiais desafia comércio internacional; O campo digital e conectado - O grande desafio do século XXI; Tecnologia e inovação - O modelo de inovação de Israel, uma nação agritech; Carnes - Barreiras comerciais e sanitárias na expansão do mercado de carnes; Grãos - Década de protagonismo e liderança na América do Sul; Mercado - Riscos e oportunidades na concentração da produção, do mercado e da exportação; Logística - Além da rodovia, composição multimodal garante competitividade e segurança no escoamento da produção; Campo e cidade - A experiência da relação urbano-rural, o caso uruguaio sobre a consciência agropecuária; Cooperativismo - Surge uma nova economia, a economia da cooperação; Crédito sustentável - Uma produção que cresce alavancada, mas que precisa e regras para continuar; Agroflorestas - O agronegócio de base florestal como contraponto aos desafios ambientais do século XXI; Meio ambiente - Não basta produzir ou preservar, é preciso ser sustentável na preservação e no abastecimento; e Infraestrutura e telecomunicação - No limite da conexão, o campo hi-tech, como conectar o Brasil continental?.

Inscrições - As inscrições das lideranças cooperativistas serão apoiadas pelo Sistema Ocepar, e deverão ser efetuadas pelo link: FórumPresidentesOutlook2018. Dúvidas poderão ser esclarecidas com Humberto Bridi ou Carolina Teodoro, pelos e-mails carolina.teodoro@sistemaocepar.coop.br e humberto.bridi@sistemaocepar.coop.br, ou pelos telefones: (41) 3200 1121 e 3200 1134.

Clique aqui para mais informações sobre o Fórum dos Presidentes / Fórum de Agricultura da América do Sul

forum convite feijoada 22 08 2018

 

SISTEMA OCB: Intercoop discute autogestão nas cooperativas

 

“Vamos mostrar para o Brasil que o cooperativismo pode fazer a diferença com sua paixão, excelência em produtos e serviços, com competência e profissionalismo. Todos esses ingredientes são necessários no processo de mudança que precisamos, queremos e merecemos.” Com essa fala, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, deu boas-vindas aos mais de 500 participantes do Intercoop, evento focado nos ramos Agro, Crédito, Saúde e Transporte e que ocorre em Brasília até esta quarta-feira (22/08).

 

Desafios - Márcio Freitas fez questão de destacar que o Brasil tem grandes desafios pela frente e que, neste momento de transição de governos, o cooperativismo precisa ser encarado como um banco de respostas para superar muitos dos obstáculos ao desenvolvimento socioeconômico da nação brasileira.

 

Princípios e valores - “Os princípios e valores que norteiam o nosso jeito de fazer negócios e de gerar resultados vão ao encontro das necessidades da sociedade moderna que demanda, cada vez mais, produtos e serviços com alto teor de responsabilidade e compromisso com o meio ambiente. Nós fazemos isso, desde sempre”, enfatiza o líder cooperativista.

 

Autogestão - No total, 300 cooperativas, de todas as regiões do país, participam do Intercoop. O público também conta com representantes das organizações estaduais do Sistema OCB, responsável por toda a programação pautada no processo de autogestão no negócio cooperativo. O objetivo do evento é disseminar boas práticas de gestão entre as cooperativas e estimular a entrada delas em novos mercados.

 

Tema-central - O assunto foi o tema-central da palestra do João Paulo Koslovski, uma das referências do movimento cooperativista nacional. Ele discorreu brevemente sobre a história do cooperativismo e da autogestão, frisando que o negócio cooperativo possui sua base, por natureza, na prestação de um serviço de excelência para o cooperado.

 

Identidade - “Uma cooperativa precisa servir às pessoas que a criaram. Ela nasce para isso e, também, para otimizar os investimentos e dar resultados socioeconômicos. Então, a autogestão tem em si a identidade do cooperativismo, já que a cooperativa é resultado da vontade de seus cooperados. Aliás, a autogestão é a excelência da democracia”, ressalta Koslovski.

 

Soma - Ex-presidente do Sistema Ocepar, Koslovski foi enfático ao comentar que o cooperativismo no Brasil é a soma do trabalho de cada uma das pessoas que fazem da cooperação uma escolha, praticando-a todos os dias.

 

Cenário político - Outro momento de destaque na programação do Intercoop foi a palestra de Juan Jensen, mestre e doutor em Teoria Econômica pela Universidade de São Paulo, que fez um panorama do cenário político e econômico para os próximos anos, considerando as eleições deste ano. Ele apresentou os riscos e as oportunidades para o setor cooperativista. Em linhas gerais, o especialista afirmou que “não há solução fácil e nem milagres e que a recondução da economia brasileira depende, necessariamente, da reforma da Previdência.” 

 

Ramo Agro - Para o ramo Agropecuário, por exemplo, Jensen apontou as exportações como um caminho favorável diante de um cenário pessimista. Já para as cooperativas de saúde e crédito, os negócios dependem da melhoria da economia, pois estão atrelados à capacidade de renda da população. Segundo ele, nesses dois casos, a taxa de desemprego precisa diminuir para alavancar os negócios.

 

Programação -  O Intercoop é uma iniciativa que reúne, em si, três importantes eventos:

Seminário de Autogestão: tem por objetivo desenvolver as lideranças para aprimorar a análise do desempenho da cooperativa, pois é de responsabilidade a avaliação da competitividade do negócio, com base em referenciais comparativos do setor e do mercado.

Espaço Cooperação: O Espaço Cooperação é uma área de exposição, que deverá fomentar a intercooperação. Cinco estandes foram montados para as confederações de cooperativas dos ramos Crédito e Saúde apresentarem seus portfólios de produtos e serviços. Além disso, há oito ilhas de degustação e apresentação de produtos de cooperativas agropecuárias e de trabalho, tais como embutidos e congelados, sucos, frutas, derivados de leite, café, bolsas e afins, além de itens de papelaria e biojoias.

Encontro de Superintendentes: Será iniciado o processo de planejamento das ações do movimento cooperativista em 2019. Dentre os pontos a serem discutidos está a realização do Congresso Brasileiro do Cooperativismo.

 

SomosCoop - O público também poderá visitar o estande personalizado do movimento SomosCoop, no qual se espera divulgar seus objetivos e sensibilizar mais cooperativas a fazerem o uso do carimbo da campanha em seus produtos e serviços.

 

Atividades - Nesta quarta-feira (22/08), assuntos como recuperação de créditos tributários e os cenários do leite, de frutas, grãos, insumos e carnes também serão debatidos pelos representantes das cooperativas. Haverá a apresentação de casos de algumas cooperativas que encontraram formas inovadoras para contornar a crise, em aspectos como fornecedores, sucessão, necessidades do cliente, compliance e, ainda, modelo de negócio cooperativista. (Informe OCB)

 

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INTEGRADA: Alcançada a marca de 1 milhão de litros de óleo diesel comercializados

integrada 22 08 2018Em pouco menos de dois meses de atuação, a Integrada Combustíveis já comercializou mais de 1 milhão de litros de óleo diesel. A marca, atingida nessa semana, mostra a seriedade e competência da cooperativa em servir os seus associados.

Ampliação do atendimento - Inicialmente projetada para abranger a região Norte do Paraná, a Integrada Combustíveis rompeu barreiras e já atendeu cooperados de Ubiratã, no oeste do Estado. Neste caso, o associado arcou com as despesas do frete só para ter um combustível de alta qualidade. A qualidade do combustível é um dos principais atributos do óleo diesel da Integrada, por isso as vendas vêm crescendo cada vez mais.

Benefícios - Além de ter um bom combustível, a facilidade no pagamento e um preço competitivo têm atraído os agricultores. A Integrada possui uma frota própria de caminhões que levam o produto até a propriedade. Para os agricultores que ainda não possuem tanque de armazenamento, a cooperativa também comercializa tanques, que podem ser encomendados nas regionais da cooperativa. (Imprensa Integrada)

 

SICREDI: Fórum apresenta tendências de sustentabilidade e governança

 

sicredi 22 08 2018A sétima edição do Fórum Sustentabilidade e Governança promovido pela STCP Engenharia de Projetos em parceria com a Milano Consultoria e Planejamento, ocorre nesta terça e quarta-feira (21 e 22/08) e promete trazer uma rica discussão de boas práticas que estão impactando negócios e impulsionando a inovação para diferentes setores da economia. O evento, que nesta edição tem como temática as “Estratégias que impactam negócios e norteiam o amanhã”, será realizado no auditório da FAE Business School em Curitiba, e reunirá em um mesmo espaço gestores e decisores, em uma programação intensa de conteúdo, além de uma grande oportunidade de networking.

 

Insights e oportunidades - Para Rômulo Lisboa, diretor de Desenvolvimento e Qualidade da STCP e coordenador do Fórum, este ano o evento segue gerando insights e oportunidades que impactam diretamente no resultado das empresas. “A cada ano o Fórum se fortalece com a presença e o envolvimento de corporações que somadas representam entre 3% e 4% do PIB brasileiro, e em 2018 estamos trabalhando em uma rica grade de conteúdo, que complementa e dá continuidade às discussões levantadas nos anos anteriores. Certamente são percepções e estratégias que poderão nortear o futuro dos negócios”, explica.

 

Cases - Nos painéis desta edição serão apresentados cases de tendências em sustentabilidade e governança de players de destaque do mercado, entre eles Vale S.A., Natural Cotton Color, Banco JP Morgan, BRDE, Caixa, Sicredi, WEG e Copel. Na programação de palestras, grandes nomes do meio corporativo vão abordar o impacto das boas práticas de gestão no cotidiano das empresas. Um conjunto de assuntos que vai discutir tendências e perspectivas em diferentes segmentos, impactando a dinâmica de resultados de cada negócio.

 

Painéis - Entre os confirmados para os painéis e debates estão o diretor do Observatório do Clima, Claudio Angelo; o diretor da Forest Trends Peru, Fernando Momiy; a presidente executiva da IBÁ - Indústria Brasileira de Árvores, Elizabeth de Carvalhaes; a presidente executiva da Color Cotton, Francisca Vieira; o publicitário e autor, Eloi Zanetti; o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Arthur Igreja; o gerente nacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental da Caixa, Gustavo Ribeiro; o diretor presidente do Banco JP Morgan Brasil, José Berenguer; o diretor-presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Orlando Pessuti; o gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo da Central Sicredi PR/SP/RJ, André Assis; a diretora de Meio Ambiente e Ação Social da Sanepar, Fabiana Campos; o diretor de Novas Energias da WEG, João Paulo Gualberto da Silva; o diretor presidente da Copel, Jonel Iurk; o diretor superintendente da Itaipu, Jorge Augusto Callado Afonso, além dos anfitriões Ivan Tomaselli, Joésio D. P. Siqueira da STCP e Miguel Milano.

 

Realizadores - A STCP Engenharia de Projetos, empresa de consultoria, engenharia e gerenciamento fundada há 37 anos, é pioneira no Brasil em atuar de forma integrada e eficiente em diferentes áreas relacionadas ao meio ambiente, desenvolvimento regional, infraestrutura, florestas e desenvolvimento sustentável. A Milano Consultoria e Planejamento é uma empresa de consultoria voltada exclusivamente para projetos estratégicos nos campos da sustentabilidade, da responsabilidade social corporativa e investimento social privado, com geração de conhecimento e conteúdo pela inovação.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SERVIÇO

Fórum Sustentabilidade & Governança

21 e 22 de agosto

Auditório da FAE - Curitiba/PR

Inscrições: www.sustentabilidadegovernanca.com.br

E-mail: forum@stcp.com.br

Mais informações: (41) 3079-2718 / 3079-2719

 

SICREDI UNIÃO: Abrapetite passa a apoiar programa “A União faz a Vida”

 

sicredi uniao 22 08 2018O Programa “A União Faz a Vida”, instituído e desenvolvido pelo sistema Sicredi, acaba de ganhar seu primeiro parceiro externo em Londrina. O programa tem foco na cidadania e cooperação e foi isso que atraiu a empresa de cartões-convênio Abrapetite, em operação há 30 anos.

 

Missão - Para o presidente da empresa, Valdemar José Cequinel, “esta parceria vem consolidar a missão de ambas as instituições, as quais com uma atuação empresarial ética e com responsabilidade social, estarão apoiando a formação de nossas crianças”. A empresa irá contribuir com valores mensais para manutenção de parte dos custos nas sete instituições municipais de ensino de Londrina que aderiram ao programa.

 

Comunidade - Simone Osika, gerente comercial da empresa, diz que a Abrapetite se interessou pelo programa ao compreender que ele cuida da comunidade. “Nós também temos esse princípio entre nossos valores. Vimos que se trata de um programa transparente e muito bem estruturado. Por isso  estamos engajados nesse trabalho até a alma”, comenta a gerente. Segundo ela, Londrina será um projeto-piloto e a intenção é ampliar a parceria também para outras cidades, onde a cooperativa atua.

 

Início - O programa começou a ser desenvolvido nas escolas das regiões onde a Sicredi União atua há 10 anos. Recentemente, passou a aceitar parceiros externos, começando pela empresa Agroterra, de Ibiporã, parceiro desde o ano passado. “Isso, para nós, é uma demonstração de que a comunidade e as empresas privadas começaram a ver o valor deste trabalho realizado por cada um de nossos associados”, avalia o gerente de Desenvolvimento Regional, David Conchon.

Com o apoio da iniciativa privada, ele observa que o processo de expansão do programa será acelerado, uma vez que a cooperativa tem a intenção de implantá-lo em todas as cidades onde atua.

 

Metodologia - Por meio de “A União faz a Vida”, profissionais contratados pela Sicredi União levam uma metodologia de ensino desenvolvida por equipe de pedagogia da Universidade de São Paulo aos professores das escolas integrantes do programa, que passam a trabalhar as disciplinas curriculares inserindo os alunos na construção do conhecimento. 

 

Abrangência - Na região de atuação da Sicredi União – Norte e Noroeste do Paraná e Centro Leste Paulista, já são mais de 160 escolas participantes do programa, distribuídas em 29 municípios e três distritos. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Segunda edição do Young Night Sicredi é sucesso em Palotina (PR)

 

Mais um momento inesquecível passou a fazer parte da história da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP. Estar cada vez mais próximo dos jovens e mostrar a eles o quão moderno e colaborativo é o Cooperativismo: este é um dos grandes objetivos do Sicredi. “A presença dos jovens é muito importante para nós. Tê-los participando ativamente de nosso empreendimento traz novas possibilidades e ideias, além de garantir a perenidade e sustentabilidade de nosso modelo de negócio”, reforça o diretor executivo da cooperativa, Moacir Niehues. 

 

Comitê Jovem - O Comitê Jovem da Cooperativa, constituído em 2017, participou ativamente da concepção e organização do evento e mostrou, na prática, como a união de forças pode fazer a diferença. “Ser membro do Comitê Jovem do Sicredi têm agregado muito em minha vida pessoal e profissional. Em toda reunião aprendo novas coisas e consigo aplica-las no meu dia-a-dia, sempre buscando o bem coletivo”, relata Jéssica Daiane Dill, integrante do Comitê.

 

Exemplo - Um belo exemplo disso foi a ação social proposta para o evento, por meio da qual os jovens puderam exercitar o espírito de cooperação e contribuir com as atividades do Hospital de Câncer de Umuarama – Uopeccan, através da doação de alimentos.  Ao todo, mais de 1,5 toneladas de alimentos foram arrecadadas e entregues para a entidade.

 

Palestra - O II Young Night Sicredi presenteou os participantes com a palestra “Criatividade: a arte de imaginar e realizar o futuro”, apresentada por Jean Sigel, de Curitiba. Após sua fala, a animação da noite ficou por conta do Grupo Talentos da Vale e do Dj Marcos, colaboradores da cooperativa. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

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SICOOB UNICOOB: Mais cooperativas participam de discussão sobre Gestão de Riscos e Controles Internos

 

Depois do Sicoob Metropolitano, foi a vez do Sicoob Integrado e do Sicoob Noroeste do Paraná participarem da discussão sobre Gestão de Riscos e Controles Internos com base na Metodologia COSO, promovida pela equipe de Governança, Riscos e Conformidade (GRC) do Sicoob Central Unicoob.

 

Controles Internos - O supervisor de Controles Internos, Osvaldo Ribeiro da Silva e o supervisor de Riscos e Conformidade, Francisco Paulo Puton, apresentaram o tema no dia 7 de agosto, em Pato Branco, e no dia 13 de agosto, em Paranavaí.

 

Objetivo - O objetivo foi demonstrar como as singulares podem realizar, de forma estruturada e no dia a dia do processo operacional, a gestão dos seus riscos relevantes e a aplicação de controles internos mais efetivos.

 

Desmistificação - Segundo a gerente de Crédito do Sicoob Noroeste do Paraná, Érica Reina de Oliveira, a metodologia COSO desmistifica a divisão que existe entre controles e negócios. “A metodologia vem para alinhar os interesses da cooperativa e da cultura de controle interno, pois com o mapeamento dos processos será mais fácil identificar e avaliar os riscos, tornando os processos mais seguros e eficazes”, diz. 

 

Avaliação e aperfeiçoamento - Para o diretor Administrativo e Financeiro do Sicoob Noroeste do Paraná, Celso Chaparro, debater o tema ajuda as empresas na avaliação e aperfeiçoamento dos controles internos. “Para nós, foi uma forma de adquirir novos conhecimentos que agora, serão usados para intensificar o foco no gerenciamento de riscos e implantar uma estratégia sólida, capaz de identificar e avaliar os mesmos”, relata.    

 

Metodologia COSO - Em 1992, o Comitê das Organizações Patrocinadoras do Treadway (COSO) desenvolveu um modelo para avaliação de controles internos. Por controle interno, o COSO entende como sendo todo processo conduzido pela diretoria, conselheiros ou outros empregados de uma companhia, no intuito de prover uma razoável garantia com relação ao cumprimento das metas de organização.

 

Prática - Em decorrência da globalização e padronização internacional das técnicas de gestão de riscos, as recomendações do COSO relativas aos controles internos, bem como seu cumprimento e observância, são amplamente praticados e tidos como modelo e referência no Brasil e na maioria dos países. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB HORIZONTE: Terceira agência é inaugurada no MS

 

sicoob horizonte 22 08 2018No último dia 17, o Sicoob Horizonte inaugurou sua quinta agência. A cooperativa, que tem sede no Paraná, está ampliando sua área de atuação e com a nova unidade na cidade em Três Lagoas, conquistou sua terceira unidade no Mato Grosso do Sul. O novo espaço, localizado na Av. Capitão Olinto Mancini, 1085, conta com uma estrutura ampla e moderna, preparada para atender os cooperados com conforto e comodidade. 

 

Geração de empregos - “Nossa chegada a Três Lagoas cumpre com os princípios cooperativistas e também tem a missão de gerar empregos. Temos o compromisso de que promover o desenvolvimento sustentável da comunidade. Toda riqueza produzida na cidade de Três Lagoas será aplicada na própria cidade. Desta forma esperamos contribuir com a expansão do cooperativismo no Mato Grosso do Sul”, explica o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Horizonte, Fortunato Coelho Graça Junior.

 

Presenças - Além de Fortunato, estiveram presentes na inauguração o vice-presidente do Conselho Administrativo, Erickson Cabral, os diretores do Sicoob Horizonte, Claudecir Furlan, Valdecir José Bergamo e Cleiton Cleante, além do gerente de Crédito do Sicoob Central Unicoob, Carlos Alessandro Schlick e autoridades locais. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB MÉDIO OESTE: Palestra sobre agronegócio é realizada para cooperados da Agropar

 

sicoob medio oeste 22 08 2018No último dia 16, o Sicoob Médio Oeste promoveu uma palestra em Assis Chateaubriand (PR) para cooperados da Cooperativa Agropecuária do Médio Oeste do Paraná – Agropar. O objetivo do encontro foi apresentar as opções oferecidas pela cooperativa aos produtores rurais.

 

Presença - O evento também contou com a presença do superintendente do Bancoob, Luciano Ribeiro Machado, que destacou que um dos grandes diferenciais do Sicoob é que todos os cooperados são atendidos da mesma forma, independente do capital. “O produtor é sempre bem atendido, suas necessidades são analisadas e ele tem acesso às menores taxas de juros do mercado” finalizou.

 

Agência - Ele falou também sobre a agência do Sicoob Médio Oeste especializada em crédito rural e afirmou que levará a ideia adiante. “É a primeira que vejo no Brasil. Uma agência exclusiva e dedicada ao atendimento, do jeito que o agricultor gosta”, complementou.

 

Aproximação - Para o presidente do Conselho Administrativo, Edson de Oliveira Pereira, a palestra promoveu a aproximação entre Sicoob e Agropar. “Os agricultores que estiveram lá não conheciam o trabalho do Sicoob e agora eles já conhecem os produtos que a cooperativa oferece. Foi uma noite muito proveitosa e com certeza com isso vamos conquistar novos cooperados”,

 

Participantes - Além de Edson, estiveram presentes o diretor Comercial Rodrigo Dencati da Cruz; o diretor Administrativo e Financeiro, Edivaldo Liberato; o supervisor de Crédito Rural do Sicoob Central Unicoob, Michel Tamura; o consultor de Seguros Rurais da Unicoob Corretora, Lucas Carilho; o diretor executivo Comercial de Agronegócio da Sancor Seguros, Bruno Rodrigues; o consultor de agronegócios do Bancoob, Vinícius Cerqueira, entre outros. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO: Representantes da cooperativa participam do Conarh

 

sicoob metropolitano 22 08 2018Para ampliar os conhecimentos na área de gestão de pessoas, buscar novas tendências e as melhores práticas na área de liderança, representantes do Sicoob Metropolitano participaram do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (Conarh).

 

Promoção - Promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil), a 44ª edição do evento aconteceu em São Paulo entre os dias 14 e 16 de agosto. Neste ano, o Conarh teve como tema “Protagonista da Transformação”, com o objetivo de mostrar que todos são responsáveis por influenciar as pessoas de forma positiva e por colocar em prática ações que façam a diferença nas empresas.

 

Mudança de mentalidade - Para a supervisora de Planejamento e Desenvolvimento, Kelly Cristina Tiago, o evento é muito mais do que apenas conhecer expositores, tendências e soluções para a área. “O tema e todo o conteúdo apresentado nos permitem uma mudança de mentalidade não só no ambiente de trabalho, mas também nas relações pessoais e com a sociedade", afirma.

 

Participação - Além da supervisora, também participaram do evento a superintende, Luciana Pizaia, o gerente de Recursos Humanos, Hermenegildo Rubim e a supervisora de Recursos Humanos, Bruna Etchebery. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB MARECHAL: Time de voleibol feminino apoiado pela cooperativa é campeão do Jogos Escolares do Paraná

 

sicoob marechal 22 08 2018O time de voleibol feminino do Colégio Martin Luther, de Marechal Cândido Rondon (PR), conquistou a medalha de ouro na fase final A (15 a 17 anos) da 65ª edição dos Jogos Escolares do Paraná. A equipe, que conta com o apoio do Sicoob Marechal, garantiu a vitória diante do Colégio Aliança, de Guarapuava, na partida realizada no dia 9 de agosto, no ginásio esportivo da Associação de Engenheiros Agrônomos de Campo Mourão.

 

Regional Sul - Com a conquista por 3 sets a 0, o time assegurou a vaga para a disputa da Regional Sul do Jogos Escolares da Juventude, que será realizada em Joinville (SC).

 

Sétimo princípio - Segundo o diretor de Negócios do Sicoob Marechal Anderson Wolff, o apoio do Sicoob Marechal para o projeto de voleibol do Colégio Martin Luther, reforça o sétimo princípio do cooperativismo, que trata do interesse pela comunidade. “Queremos investir em projetos que estejam relacionados ao nosso município e à nossa área de atuação, e nada melhor do que fomentar o esporte”. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

ECONOMIA I: Analistas preveem mais volatilidade no dólar até as eleições

 

economia I 22 08 2018A alta do dólar ante o real nesta terça-feira (21/08), praticamente ignorou a tendência internacional, uma vez que a moeda americana mostrou enfraquecimento em relação à maioria das divisas emergentes. Foi mesmo o cenário interno que mais pesou na disparada da moeda, que chegou a R$ 4,04. Segundo analistas, o que se viu é uma amostra do que o mercado vai enfrentar até as eleições de outubro. Os próximos meses, eles dizem, serão de volatilidade.

 

Perspectiva - Apesar de distante do cenário de oscilações de 2002, às vésperas da eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a perspectiva de um segundo turno entre o PT e Jair Bolsonaro deve afastar o dólar do patamar de R$ 3. Os resultados das últimas pesquisas eleitorais concentram as atenções nos mercados desde a última segunda-feira. Um cenário de segundo turno entre o candidato do PT e o deputado Jair Bolsonaro (PSL) desagrada aos investidores.

 

Referência - Existia uma preferência por parte do mercado que o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, mais alinhado às reformas iniciadas pelo governo Temer, estivesse à frente nas intenções de voto, após ter fechado uma aliança com partidos do centrão, mas isso não está dado nas pesquisas divulgadas até agora, diz o economista da LCA Consultores, Fábio Romão.

 

Balde de água fria - Ele analisa que o programa petista e o histórico de posições intervencionistas de Bolsonaro são um balde de água fria nas expectativas do mercado. “O mercado imagina que um eventual segundo turno entre o ex-prefeito Fernando Haddad, que substituiria Lula na cabeça da chapa do PT, e Bolsonaro poderia poluir o atual cenário, de uma economia ainda frágil.”

 

Pressão - Na visão do economista-chefe da Spinelli, André Perfeito, essa pressão sobre o dólar já existia antes, mas o Banco Central estava “jogando o problema para baixo do tapete, por meio dos swaps. Na verdade, sem a intervenção do Banco Central, já era para o dólar ter passado dos R$ 4”.

 

Segurança - O economista diz acreditar que o dólar nos próximos meses, apesar de poder oscilar para baixo ou para cima, deve ficar mais no patamar dos R$ 4 durante o período eleitoral. “Acho que não deve chegar a R$ 5, mas não há segurança suficiente no cenário atual, para que volte ao patamar de antes .”

 

Maior depreciação - Na avaliação de Martin Castellano, chefe do departamento de pesquisa para a América Latina do Instituto de Finança Internacional, IIF, o câmbio poderá depreciar mais se ficar claro que Haddad e Bolsonaro vão para o segundo turno.

 

Muito distante - O ex-diretor da área internacional do Banco Central Alexandre Schwartsman pondera, no entanto que o mercado de câmbio, apesar de influenciado pelas eleições, está muito distante da volatilidade que se observou em 2002, às vésperas da eleição do ex-presidente Lula.

 

Balanço de pagamentos - “Ao contrário de 2002, temos um balanço de pagamentos em boa forma e o mundo, apesar de todos os problemas, é mais favorável ao Brasil”, diz Schwartsman. Ele ressalta, porém, que a situação confortável das contas externas não resolve todos os problemas do País.

 

Quadro fiscal - O quadro fiscal, lembra, piorou em relação a 2002, quando, ao contrário dos rombos atuais, o governo central apresentava superávits primários expressivos. Sem resolver a crise fiscal, uma tarefa que demanda reformas, a perda de valor da moeda virá na forma de inflação. “A tarefa de quem for eleito será mais difícil do que em 2002”, diz. (O Estado de S.Paulo)

 

ECONOMIA II: Número de exportadoras brasileiras cresceu 60% em 20 anos

 

bndes II 22 08 2018Em 1998, o Brasil tinha 15.807 empresas exportadoras. Passados 20 anos, o número de empresas brasileiras negociando com mercados internacionais saltou para 25,4 mil no ano passado, crescimento de 60%. Analisando por faixa de valor exportado, o maior crescimento foi observado no número de empresas que venderam entre US$ 10 milhões e US$ 50 milhões: eram 611 em 1998 e chegaram a 1.373 em 2017, aumento de 124%.

 

Levantamento - O levantamento é da Rede de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), coordenada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A Rede CIN foi criada em 1998 para apoiar a indústria brasileira na inserção ao comércio internacional, como estratégia de competitividade e sustentabilidade dos negócios.

 

Novos mercados - Em duas décadas, o Brasil conquistou 50 novos mercados e passou a exportar o que antes comprava de fora, como trigo. De acordo com a CNI, a importância do tema não se restringe ao caixa das empresas, tendo impacto também na economia do país.

 

Indicadores - De acordo com a CNI, nos últimos períodos de recessão – 2001 a 2002, 2008 a 2009, 2014 a 2017 – todos os indicadores macroeconômicos do Brasil, como Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), inflação e desemprego, pioraram. “Só o comércio exterior cresceu nesse período”, informou a entidade, explicando que muitas empresas recorrem às vendas internacionais durante períodos de turbulência no mercado doméstico.

 

Rede CIN - Em 2017, a Rede CIN recebeu recursos da União Europeia, por meio do programa AL-Invest, para desenvolver um novo modelo de atendimento às empresas que buscam se internacionalizar, o Rota Global. Na execução do piloto do programa, 560 empresas industriais, agrícolas e de serviço passaram por um diagnóstico gratuito que avaliou a maturidade da empresa para atuar lá fora.

 

Planos de negócios - Destas, 406 receberam planos de negócios customizados às suas necessidades para dar os passos necessários rumo ao comércio exterior. A maioria dos participantes são micros e pequenos negócios.

 

Acordo - Também em 2017, a CNI e o Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços assinaram um acordo de cooperação técnica para integrar o Rota Global, do setor privado, ao Plano Nacional de Cultura Exportadora, do governo federal. O objetivo é oferecer consultoria completa para empresas não exportadoras empreenderem no mercado internacional, com diagnóstico, desenho de estratégia de exportação e acompanhamento da execução do plano. (Agência Brasil)

 

BNDES: Banco lança plataforma de transparência em parceria com TCU

 

bndes 22 08 2018O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apresentou nesta terça-feira (2/08) a sua nova plataforma de transparência. O projeto, em parceria com o Tribunal de Contas da União (TCU), foi detalhado em uma audiência pública, que teve como objetivo ouvir a sociedade para atender futuras melhorias na ferramenta.

 

Audiência pública - “Acabou aquela época em que alguém podia falar que o BNDES fosse uma caixa preta. A partir de hoje, o BNDES é um banco totalmente transparente. Ao ponto de nós estarmos lançando uma audiência pública que tem, na verdade, o sentido de perguntar para a sociedade o que mais ela quer saber sobre o banco, além de todas as informações que já são divulgadas e das que ainda vão ser” reforçou o presidente do BNDES, Dyogo Oliveira.

 

Transações do banco - A plataforma permitirá que a sociedade tenha acesso às transações do banco. Em novembro, o BNDES e o TCU assinarão um acordo de cooperação técnica para aprimorar as auditorias públicas. Com o trato, o TCU terá acesso integral às informações do banco, mesmo às consideradas secretas pela Lei de Sigilo Bancário.

 

Parceria - O ministro-substituto do TCU, Augusto Sherman, lembrou que a parceria entre as instituições começou em 2014, quando um processo de levantamento de auditoria foi iniciado pelo tribunal para compreender como o BNDES realiza seus financiamentos e também como aplica seus recursos.

 

Painel de informações - “Hoje, o banco está divulgando um painel de informações que facilita muito o acesso às informações do BNDES. Isso vem de um trabalho do tribunal de longo tempo e houve convergência de disponibilizar praticamente todas as informações com pouquíssimas restrições [para o público]” falou.

 

Corrupção - O ministro da Transparência, Fiscalização e Controladoria Geral da União, Wagner de Campo Rosário reforçou ainda a importância da transparência no combate à corrupção. “Sabemos que todos os órgãos, todos os países que lograram em uma mudança de se tornar um país mais igual e distante da corrupção, investiram na transparência. Então, hoje, a base da mudança de uma sociedade está, inicialmente, na transparência” disse Rosário.

 

Plataforma - O BNDES já tem alguns mecanismos para divulgar informações sobre suas operações. No entanto, as informações mais completas serão disponibilizadas ao público para atender às demandas de diversos setores da sociedade.

 

Consulta unificada - Qualquer um poderá fazer a consulta unificada das transações de cada cliente do banco ou conseguirá ainda aplicar filtros de busca na plataforma para checar os painéis de informações de um local específico, por exemplo. Os dados também poderão ser vistos por meio de gráficos e mapas.

 

Versão final - A versão final da ferramenta será lançada em novembro e apresentará mais dados sobre operações de renda fixa e variável, como a fonte dos recursos, o valor desembolsado, entre outros.

 

Processos - Augusto Sherman disse que o TCU espera levar a plenário até o final deste ano os processos relativos a operações no mercado de capitais envolvendo o BNDES e empresas do setor de proteína animal, entre as quais a JBS e a Bertin.

 

Discussão - No momento, os processos estão em discussão nas secretarias técnicas do tribunal. Após a análise de cada processo em separado, as conclusões serão enviadas a Sherman, que as encaminhará para julgamento até dezembro. (Agência Brasil)

 

PERDA: Sistema Ocepar lamenta falecimento de Justo Del Grande

 

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken lamentou o falecimento de Justo Del Grande, pai do presidente do Sistema Ocesp (Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo), Edivaldo Del Grande, ocorrido nesta terça-feira (21/08). “Momento difícil para todos os familiares, em especial ao amigo e cooperativista Edivaldo. Este momento deverá ser superado com os exemplos deixados pelo senhor Justo, agricultor do interior paulista e que aos 81 anos deixa esposa, dois filhos, seis netos e uma bisneta. Um verdadeiro legado”, lembra Ricken.

Velório - O velório foi realizado em Palmital (SP), na Funerária Santa Terezinha. O sepultamento ocorreu nesta quarta-feira (22/08), no Cemitério Municipal de Palmital. Mensagens podem ser enviadas ao e-mail diretoria@ocesp.coop.br.


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