Imprimir
CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4391 | 13 de Agosto de 2018

FÓRUM DOS PRESIDENTES: Grandes desafios do agronegócio do século XXI estarão em debate, em Curitiba

 

forum presidentes 10 08 2018

O Fórum dos Presidentes das Cooperativas do Paraná será realizado nos dias 22, 23 e 24 de agosto, em Curitiba. No dia 22, a abertura ocorrerá no auditório do Sistema Ocepar, quando será debatido o Programa de Educação Política (parana.coop+10). Nos dias 23 e 24, o Fórum terá prosseguimento com a programação paralela ao 6º Fórum de Agricultura da América do Sul, realizado desde 2013 pelo Núcleo de Agronegócio do jornal Gazeta do Povo, com o apoio do Sistema Ocepar. Nesta edição, o evento vai debater o tema “O campo digital e conectado, o grande desafio do século XXI”, com a presença de especialistas brasileiros e de outros países. De acordo com os organizadores, a ideia é tratar sobre as tendências do cenário global, a partir do potencial e perspectivas da América do Sul.

 

Painéis – A programação do Fórum de Agricultura contempla diversos painéis que vão discutir os seguintes temas: Agricultura 4.0 - A tecnologia que alia produção e sustentabilidade; OMC - Geopolítica de potências mundiais desafia comércio internacional; O campo digital e conectado - O grande desafio do século XXI; Tecnologia e inovação - O modelo de inovação de Israel, uma nação agritech; Carnes - Barreiras comerciais e sanitárias na expansão do mercado de carnes; Grãos - Década de protagonismo e liderança na América do Sul; Mercado - Riscos e oportunidades na concentração da produção, do mercado e da exportação; Logística - Além da rodovia, composição multimodal garante competitividade e segurança no escoamento da produção; Campo e cidade - A experiência da relação urbano-rural, o caso uruguaio sobre a consciência agropecuária; Cooperativismo - Surge uma nova economia, a economia da cooperação; Crédito sustentável - Uma produção que cresce alavancada, mas que precisa e regras para continuar; Agroflorestas - O agronegócio de base florestal como contraponto aos desafios ambientais do século XXI; Meio ambiente - Não basta produzir ou preservar, é preciso ser sustentável na preservação e no abastecimento; e Infraestrutura e telecomunicação - No limite da conexão, o campo hi-tech, como conectar o Brasil continental?.

 

Inscrições - As inscrições das lideranças cooperativistas serão apoiadas pelo Sistema Ocepar, e deverão ser efetuadas pelo link: FórumPresidentesOutlook2018. Dúvidas poderão ser esclarecidas com Humberto Bridi ou Carolina Teodoro, pelo e-mail: carolina.teodoro@sistemaocepar.coop.br; e humberto.bridi@sistemaocepar.coop.br; - telefones: 41 3200 1121 e 3200 1134.

 

Clique aqui para mais informações sobre o Fórum dos Presidentes / Fórum de Agricultura da América do Sul

 

JOVEMCOOP: Castrolanda recebe 180 jovens no 27º Encontro Estadual da Juventude Cooperativista Paranaense

 

Começou, na manhã desta segunda-feira (13/08), o 27º Encontro Estadual da Juventude Cooperativista Paranaense, o Jovemcoop. A Cooperativa Castrolanda abriu as portas do seu Centro Cultural para receber os 180 jovens que se deslocaram das diversas regiões do Paraná até Castro, nos Campos Gerais, para aproveitar o tradicional evento.

 

Abertura - Com o tema voltado à inovação, os filhos de cooperados da Castrolanda deram as boas-vindas aos jovens e foram representados pelos mestres de cerimônia Artur Henrique Petter Mittelstedt e Evelin Benki, que abriram o evento apresentando o vídeo institucional da anfitriã e do Jovemcoop 2017.

 

Orgulho - O CEO da Castrolanda, Thomas Domhoff, discursou aos presentes e falou sobre a importância da presença dos jovens neste evento. “É um grande orgulho ter diversas cooperativas do Estado aqui e ver os jovens trocando ideias com foco em inovação. Assim, podemos nos espelhar em outras cooperativas e ver o que tem de melhor. Eu acredito que juntos crescemos mais fortes e inovamos”, relatou.

 

Ocepar - Representando o Sistema Ocepar, a gerente de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Maria Emília Pereira Lima, subiu ao palco e explicou a escolha do tema de inovação nesta edição do evento. “Para nós, é uma grande satisfação este movimento de jovens e, neste ano, com uma mensagem diferente, pois falaremos muito de inovação. E o que este tema tem a ver com vocês? Tudo! Pois é o tema do momento. E o que os jovens têm que se preocupar com inovação em seus ambientes é o que descobriremos. Acredito que esta semente, que hoje plantamos aqui, sirva para que vocês saiam com esse pensamento. A gente se preocupa com vocês, que são o futuro de suas cooperativas”, discursou. Maria Emília também comentou que, dentro do Sistema Ocepar, a preocupação em contribuir com o tema já resultou no lançamento de um programa. “Desenvolveremos agentes de inovação dentro das cooperativas, que são pessoas que aprenderão a ser inovadoras”, contou.

 

Palestra - Após as falas iniciais, os jovens puderam assistir à palestra de Alexandre Pellaes, que se apresenta como pesquisador e transformador do mundo. Pellaes, dentro do tema do encontro, mostrou aos participantes uma proposta de mudança de cultura com olhar inovador: “Trouxe para os jovens o ‘Novo Significado de Trabalho e o Papel da Ação como Agente da Transformação’. Para mim, é fantástico trabalhar com desenvolvimento e com grupos como esse”, relatou.

 

15x15 – Quatro jovens apresentaram cases de suas cooperativas. Com o formato 15x15, orientados pela Escola da Criatividade, eles expuseram os temas Liderança Feminina, Sucessão Familiar, Inovação e Tecnologia e Liderança e Sucessão, em uma conversa e troca de conhecimentos que agrega no trabalho do dia a dia, nas suas realidades.

 

Visita técnica– no período da tarde, os participantes visitarão propriedades da região. Para Cristina Moreira, analista de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR e responsável pelo programa, a proposta do encontro está mais técnica e diferenciada. “Este evento tem características especiais. Com a visita técnica, os jovens verão a inovação na prática e não somente a teoria. E ainda poderão visitar a Agroleite e vivenciar as experiências que a feira proporciona”, conclui.

 

Agroleite – A 27ª edição do Jovemcoop acontece junto com a feira Agroleite, importante evento de âmbito nacional, promovido pela Castrolanda. “É muito importante trazer os jovens para a Agroleite, onde teremos 230 estandes e momentos específicos para mostrar inovação, progresso, evolução, novas tecnologias e práticas. Eles poderão ver um pouco mais do que aprendem aqui”, concluiu o CEO da Castrolanda, Thomas Domhoff.

 

Cooperativas – Estão presentes no 27º Jovemcoop representantes das cooperativas Bom Jesus, Camisc, Coagru, Cocamar, Cocari, Copagril, Copavel, Copacol, C.Vale, Integrada e Lar, além da anfitriã, Castrolanda.

 

Agroleite - O encontro segue até esta terça-feira (14/08), quando os jovens participarão da abertura da Agroleite, visitação nos expositores e de palestras especiais, como da idealizadora do movimento #bebamaisleite, Flávia Fontes, e do atleta bicampeão brasileiro, Diego Hypólito.

{vsig}2018/noticias/08/13/jovemcoop/{/vsig}

GERÊNCIA TÉCNICA: Informativo traz dados sobre expectativas de mercado

gerencia tecnica destaque 13 08 2018Começou a circular, nesta segunda-feira 13/08), o Informe Expectativas de Mercado, elaborado pela Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec). A nova publicação será divulgada semanalmente, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com analistas de mercado sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2018m 2019 e 2020.

Informações – Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115), ou com Moisés Knaut (moises.knaut@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1111).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado 

 

TRIGO: Evento em Maringá aborda cenários e expectativas para safra paranaense

A cadeia produtiva do trigo no Paraná vive um de seus momentos mais complexos nos últimos 10 anos. A avaliação é do presidente do Sinditrigo (Sindicato da Indústria do Trigo no Estado do Paraná), Daniel Kümmel, que revela a grande expectativa entre os empresários do setor moageiro, considerando os possíveis reflexos da estiagem e a proximidade do período de início da colheita.

Agosto - “Agosto é o mês de entrada da safra paranaense. E essa entrada é essencial para os moinhos do Paraná– que preveem neste ano uma moagem de cerca de três milhões de toneladas. Como na safra do ano passado tivemos quebra por seca e geadas, os moinhos do estado ficaram sem os estoques naturais de passagem”, contextualiza o presidente do Sinditrigo, complementando ainda que há uma previsão de quebra na safra mundial, que pode vir a refletir na comercialização no curto e no médio prazos.

Evento - E justamente para discutir esse momento e levar informação para empresários do setor, produtores, cooperativas e cerealistas, o Sinditrigo realiza na próxima sexta-feira (17/08), em Maringá, o evento “Safra de Trigo Paranaense 18/19 – Cenários e Expectativas” .

Proposta - A proposta dos realizadores é levar a melhor informação possível para que os integrantes da cadeia do trigo tenham uma real noção do panorama atual e possam assim programar os próximos passos. “Vamos reunir moageiros, produtores, cerealistas, cooperativas, climatologistas e analistas do mercado para discutir e entender melhor esse momento”, destaca Kümmel.

Palestrantes - Entre os palestrantes estão Ivo Carlos Arnt Filho, da Faep (Federação da Agricultura do Estado do Paraná), Flavio Enir Turra, da Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná) e Carlos Hugo Winckler Godinho, do Deral ( Departamento de Economia Rural) da Secretaria de Agricultura do Paraná, abordando as visões do produtor rural e das cooperativas e as expectativas para a safra. Os temas das demais palestras destacam ainda ações de melhoria da qualidade do trigo, precisão da safra, impactos do mercado mundial no trigo nacional e as novas regras de compensação previstas pela Lei 13.670.

Sobre o evento - O evento “Safra de Trigo Paranaense 18/19 – Cenários e Expectativas” será realizado dia 17 de agosto, a partir das 09h, no Hotel Deville Business em Maringá (Avenida Herval, 26, Zona 01). A realização é do Sinditrigo, com patrocínio da INTL FCStone, Biotrigo e Martinelli Advogados e apoio do Deral Paraná, Abitrigo, Faep, Fiep e Sistema Ocepar.

Programação completa - A programação completa, os horários das palestras e outras informações podem ser solicitados pelo e-mail sindicatodotrigo@gmail.com e Whatsapp (41) 99168-9696. (Assessoria de Imprensa do evento)

trigo 13 08 2018

 

MÍDIA: Cooperativismo em destaque no caderno especial do Valor Econômico

O cooperativismo brasileiro mais uma vez tem espaço de destaque no caderno setorial publicado pelo jornal Valor Econômico sobre o agronegócio. O repórter Marcus Lopes inicia a matéria ressaltando a participação do setor na produção agropecuária brasileira. “Responsáveis por quase metade da produção agropecuária do país, as cooperativas brasileiras registraram um faturamento total de R$ 200 bilhões em 2017. Mesmo diante da crise econômica enfrentada pelo país, o resultado foi quase 10% superior em relação ao ano anterior, de R$ 180,8 bilhões, segundo dados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Atualmente, mais 1 milhão de produtores rurais pertencem a uma das 1,5 mil cooperativas agropecuárias espalhadas por todos os estados, que também geram 188 mil empregos diretos”.

Entrevistas – Além de apresentar outros números do cooperativismo brasileiro, o jornalista entrevistou diversas lideranças para ilustrar a matéria, entre as quais, os presidentes da OCB, Márcio Lopes de Freitas, do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, das cooperativas paranaenses Cocamar, Divanir Higino, da C.Vale, Alfredo Lang, da Copacol, Valter Pitol, o vice-presidente da Frísia, Gaspar João de Geus, o diretor de marketing da Unium, Gracious Consul. Também são mostrados os números da Coamo, de Campo Mourão (PR), e da Cooxupé, de Minas Gerais.

midia I 13 08 2018

midia II 13 08 2018

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

midia III 13 08 2018

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SICOOB MERIDIONAL: Premiado na terceira edição do Prêmio Sesi ODS

sicoob meridional 13 08 2018O Sicoob Meridional foi uma das empresas premiadas na terceira edição do Prêmio Sesi ODS, que tem o objetivo de reconhecer os melhores projetos de indústrias, empresas, poder público, organizações da sociedade civil e instituições de ensino para o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Inscritos - Na edição deste ano, a cooperativa concorreu com quase 300 inscritos e recebeu o Selo Sedi ODS na categoria Educação de Qualidade pelo projeto das Cooperativas Mirins da região de Toledo.

Valores e princípios - O projeto, que é uma iniciativa do Instituto Sicoob, tem como objetivo disseminar os valores e princípios do cooperativismo, promover atividades econômicas, sociais e culturais, além de estimular o empreendedorismo e formar novos líderes comunitários.

Reconhecimento - Segundo a diretora-presidente da cooperativa, Solange Martins, este é o reconhecimento pelo belíssimo trabalho que a área de responsabilidade social faz. “Recebemos com muito orgulho a titulação de ‘Instituições que contribuem para o desenvolvimento de um mundo mais sustentável’. Isso só é possível graças à parceria com as escolas locais, que proporcionam o ensino teórico e prático dos princípios cooperativistas, além da contribuição para o desenvolvimento social e econômico de nossas comunidades”, diz.

Cerimônia - A cerimônia de entrega dos prêmios será no dia 30 de outubro, no congresso Sesi ODS, em Curitiba. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI ALIANÇA I: Cooperativa conquista a importante marca de 45 mil associados

 

sicredi alianca I 13 08 2018Na quarta-feira (08/08), a Sicredi Aliança PR/SP comemorou a importante marca de 45 mil associados. Durante o encontro de Prestação de Contas das quatro agências de Marechal Cândido Rondon, no CTG Tertúlia do Paraná, a cooperativa entregou o troféu de associada 45 mil a Mirta Steinmacher, da agência Dom João VI/Marechal Cândido Rondon.

 

Honra - Segundo ela, representar este momento importante para a Sicredi Aliança PR/SP é uma honra. “Minha empresa já é associada há mais de 12 anos. São vários os motivos que me fizeram, enquanto pessoa física, também escolher o Sicredi. O atendimento é diferenciado e mais humano, sem contar que podemos acompanhar o desenvolvimento da cooperativa. Recebendo esta homenagem, pude representar cada um dos associados. Estou muito feliz”, disse.

 

Propósito - O presidente do Conselho de Administração da Sicredi Aliança PR/SP, Adolfo Rudolfo Freitag, destaca que a cooperativa vem atuando fortemente no propósito de agregar renda e melhorar a qualidade de vida das pessoas. “Estamos vivendo um momento onde colocamos em prática cada vez mais o nosso propósito. Há 33 anos, a cooperativa começou com 21 associados e agora são 45 mil. A solidez e o crescimento que estamos tendo ao longo dos anos, devemos a confiança dos nossos associados que acreditam em nossa proposta. Buscamos atender sempre com o máximo de comodidade, assertividade e segurança, desenvolvendo as comunidades onde estamos inseridos e ajudando os nossos associados a realizar seus sonhos”, disse.

 

Prestação de contas - Mesmo com tempo chuvoso e frio, o encontro de Prestação de Contas de Marechal Cândido Rondon reuniu 708 participantes. “Agradecemos aqueles que, apesar da condição do tempo, estiveram juntos para conhecer melhor o desenvolvimento da cooperativa. Esta participação do associado é muito importante. Quanto mais o associado participa, mais a cooperativa e ele se fortalecem. Quem ainda não teve a oportunidade de participar está convidado”, expôs.

 

Programação - Em São Paulo, a programação foi de 2 a 6 de julho, reunindo 514 pessoas, entre associados e convidados. Os eventos contaram com bate-papo com a palestrante Helda Elaine, sobre cooperativismo. No Paraná, os encontros já aconteceram nas cidades de São José das Palmeiras, Mercedes, Marechal Cândido Rondon e Guaíra. 

 

Programação - A programação seguiu na sexta-feira (10/08) em Entre Rios do Oeste, no Pavilhão da Igreja Católica; segunda-feira (13/08) em Quatro Pontes, na Casa da Cultura e terça-feira (14/08) em Pato Bragado, no Centro Cultural, encerrando o ciclo de encontros que contam com uma palestra motivacional ministrada por Bruno Krug. Todos os encontros começam as 19h30.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI ALIANÇA II: Entregues mais três prêmios da Campanha “Eu invisto sim”

 

Durante o Encontro de Prestação de Contas com os associados das agências de Marechal Cândido Rondon (PR), na quarta-feira (08/08), a Sicredi Aliança PR/SP realizou a entrega de três prêmios de R$5 mil da Campanha “Eu invisto sim”. Os associados contemplados foram: Odilo Berwanger, da agência Copagril; Delmar Freitag, da agência Avenida Rio Grande do Sul e a empresa Radar – Indústria e Comércio de Frigorificados, da agência Avenida Maripá, todos de Marechal Cândido Rondon.

 

Mais prêmios - Até o fim de setembro serão sorteados mais de R$200 mil em prêmios. São quatro prêmios mensais de R$ 5 mil e no final da campanha os participantes concorrerão a um Jeep Compass zero quilômetro. A promoção é válida para associados pessoa física e jurídica de todas as cidades de atuação da cooperativa tanto no estado do Paraná quanto no estado de São Paulo e tem como foco a aplicação em depósito a prazo.

 

Números da sorte - Ao investir no Sicredi, o associado ganha números da sorte para concorrer às premiações. Cada R$100,00 aplicados em depósito a prazo dão direito a um número da sorte. Se a aplicação tiver carência de 181 a 360 dias valem dois números da sorte, de 361 a 720 dias representam três números da sorte e se a aplicação permanecer a partir de 721 dias ou mais, o associado receberá quatro números da sorte. A campanha é totalmente digital. Isto é, o participante deverá acessar o site www.sicredi.com.br/promocao/euinvistosim onde poderá conferir todos os números gerados pelas aplicações realizadas.

 

Total entregue - De acordo com o presidente do Conselho de Administração, Adolfo Rudolfo Freitag, com mais estas premiações, a campanha “Eu invisto sim” já entregou R$50 mil em prêmios. “Com isso, agregamos renda e melhoramos a qualidade de vida das pessoas, o que é o nosso propósito. Desejamos boa sorte aos que já estão concorrendo aos sorteios mensais de R$5 mil, lembrando que ao final da campanha vamos sortear o Jeep Compass 0 km. Na Sicredi Aliança PR/SP, o associado investe e ainda tem a chance de participar de sorteios como estes”, disse.

 

Sobre o Sicredi O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

{vsig}2018/noticias/08/13/sicredi_alianca_II/{/vsig}

SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Comitê Mulher é criado no 1º Encontro de Lideranças Femininas

 

Na tarde da última quinta-feira (09/08), a Sicredi Planalto das Águas PR/SP reuniu cerca de 70 mulheres, entre associadas e convidadas, em Guarapuava (PR), para o 1º Encontro de Lideranças Femininas com o objetivo de formar o Comitê Mulher da cooperativa. A programação contou com a presença da Gerente da Fundação Sicredi, Cristiane Amaral e palestra de Helda Elaine, que apresentou diversas informações de interesse do público presente, entre eles, “Mulheres na transformação para melhor” e “Mulher e suas potencialidades”. Na sequência do evento, as participantes realizaram uma rodada de experiências, onde puderam trocar conhecimento sobre diversos assuntos. Ao final da programação, diversas voluntárias se colocaram à disposição para compor o Comitê Mulher da Instituição Financeira Cooperativa.

 

Inclusão - O cooperativismo de crédito mundial vem discutindo de forma enfática a inclusão de mulheres e jovens. Em 2017, a Central Sicredi PR/SP/RJ realizou o Summit das Mulheres de Líderes com o objetivo de proporcionar um fórum de aprendizado, debates e networking, além de motivar a organizar o Comitê Mulher nas cooperativas. (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

 

{vsig}2018/noticias/08/13/sicredi_planalto_aguas/{/vsig}

SICREDI FRONTEIRAS: Resultados positivos do primeiro semestre são apresentados em evento de prestação de contas

 

sicredi fronteiras 13 08 2018O presidente do Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, José César Wunsch, em sua rodada de visitas às agências da cooperativa, nos eventos conhecidos como “Café com o Presidente”, apresenta dados sobre a situação financeira no primeiro semestre de 2018, detalhando os números obtidos e projetando crescimento e expansão na área de atuação, a efetivar-se no segundo semestre. 

 

Nacional - Em nível nacional, o Sicredi cresceu em resultados e atuação. O Sistema está presente em 22 estados brasileiros e Distrito Federal, com 1.587 agências, e no restante do Brasil por meio da Rede Banco24horas. Com apoio de mais de 22,8 mil colaboradores, o Sicredi promove o desenvolvimento econômico e social dos associados e das comunidades onde atua.

 

Cautela - Apesar da situação econômica do País exigir cautela, o presidente José César Wunsch disse que a Cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP também cresceu e fechou o semestre com resultados positivos. 

 

Solidez financeiras - “As conquistas desse primeiro semestre de 2018 evidenciou a solidez financeira da cooperativa, que apesar de um cenário econômico que exige maior atenção, obtivemos resultados positivos e de crescimento. Com um patrimônio líquido de R$ 182 milhões, resultado líquido de R$ 17 milhões e R$ 683 milhões em depósitos, superamos expectativas, em especial na carteira de crédito, com R$ 711 milhões”, avaliou o presidente. 

 

Novas agências - O presidente destacou que a abertura de novas agências no Estado de São Paulo contribuiu para o crescimento no quadro de associados da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, que passou a ser de 59.015 em 30 de junho, distribuídos em 29 agências, que atendem 57 municípios na área de atuação. Em ativos totais, a cooperativa acumula o montante de R$ 1,2 bilhão, com uma carteira de crédito de R$ 700 milhões.

 

Espaço - “A Sicredi Fronteiras PR/SC/SP tem muito espaço para crescer, e tem absorvido este ambiente com sua gestão participativa, segundo os princípios do cooperativismo, onde o associado também é dono do negócio, votando em assembleias e ajudando a decidir os rumos da cooperativa. Temos indicadores sólidos de risco, de crédito, de liquidez, de mercado, operacional e socioambiental e estamos revisando nossos processos para ampliarmos a eficiência. Agora, com a evolução tecnológica, através do Woop Sicredi, que é uma conta 100% digital, e ainda com a instalação do Programa de Excelência da Gestão das Cooperativas, acreditamos que, para o segundo semestre, apresentaremos um crescimento ainda maior, em especial com as liberações das linhas de custeio do Plano Safra e com a abertura de novas agências que estão em nosso cronograma, em municípios do Estado de São Paulo, que são Campo Limpo Paulista e Mairiporã”, concluiu o presidente José César Wunsch.

 

O Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI RIO PARANÁ: Cooperativa comemora dois anos de fundação em Pirapozinho-SP

 

A cooperativa de crédito Sicredi Rio Paraná PR/SP comemora dois anos de fundação no município de Pirapozinho-SP. Para comemorar a data, na sexta-feira (10/08), foi servido um delicioso café da manhã. A ação também aproveitou para celebrar o Dia dos Pais, comemorado no domingo, dia 13/08. Cada papai que passou pela agência recebeu uma “marmitinha” com docinhos gourmets.  

 

Bolo - A celebração contou também com bolo de aniversário, além da presença de associados, do presidente da Sicredi Rio Paraná, Jorge Guedes, do diretor executivo, Vanderlei Gonçalves, da gerente de desenvolvimento regional, Vanessa Gutowski, além dos colaboradores da agência, entre eles a nova gerente da unidade, Lucila Paiano. 

 

Exposição - Quem passar pela agência durante o mês de agosto pode também conferir uma linda exposição de fotos temáticas do Dia dos Pais. As imagens produzidas pela especialista em fotografias de bebes, Zi Cardoso, retratam 10 pais em fotos com seus filhos. 

 

Agosto - Os interessados podem conferir a exposição durante o mês de agosto, na agência de Pirapozinho-SP, que fica na Praça Manoel Marques Silva, 299. A entrada é gratuita. 

 

Primeira atividade - Esta é a primeira atividade do “Sicredi Cultural”, ação que visa levar cultura para o interior das agências da cooperativa. 

 

Sobre o Sicredi Rio Paraná - O Sicredi Rio Paraná está presente em 44 cidades do noroeste do Paraná e sudeste de São Paulo. São 23 agências instaladas nas duas regiões. Para mais informações acesse sicredi.com.br ou nossas redes sociais fb/sicredirioparana e @sicredirioparana. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

 

{vsig}2018/noticias/08/13/sicredi_rio_parana/{/vsig}

COCAMAR: Conheça as 15 semifinalistas do Festival Chefs do Campo

 

Saiu a lista das 15 produtoras semifinalistas do Festival de Sabores Chefs do Campo Cocamar 2018, selecionadas entre 148 inscrições efetuadas durante o Encontro Anual do Núcleo Feminino, em junho.

 

Número recorde - Em sua terceira edição, o Festival, que recebeu este ano um número recorde de receitas, tem o objetivo de preservar as tradições culinárias regionais e celebrar o alimento – o resultado do trabalho no campo. 

 

Patrocínio - O concurso conta com o patrocínio das empresas Estratégia Ambiental e Ford e o apoio da Sancor Seguros. 

 

Quem concorre - As participantes integram 30 núcleos femininos mantidos pela Cocamar em municípios das regiões onde atua, no norte e noroeste do Paraná. Na etapa seguinte, em agosto e setembro, uma equipe vai visitar as produtoras em seus domicílios para registrar os pratos. Ao final, um comitê de chefs, especialmente convidado, participará da escolha das 5 finalistas, que serão conhecidas em outubro. 

 

Carnes e massas - Neste ano, as receitas foram separadas em duas categorias: carnes e massas. Na primeira, são dez classificadas:

- Ivonete da Silva Gameiro, de Alvorada do Sul, com “Carne de panela com batata”. 

- Elaine Aparecida Carvalho Mancini, de Cambé, com “Bacalhau ao forno”. 

- Cleuza Ribeiro Fidélis, de Doutor Camargo, com “Costela recheada”. 

- Elizabeth Barragan Rodrigues, de Floraí, com “Costela servida ao milho”. 

- Cleuza Barlati, de Floresta, com “Frango caipira brasileirinho”. 

- Elvira Dias Pizani, de Japurá, com “Carne ao molho de laranja”. 

- Vera Lúcia Santos, de Jussara, com “Moqueca baiana”. 

- Cecília Falavigna, de Maringá, com “Carneiro no tacho”. 

- Akiko Ito Kumassaka, de São Jorge do Ivaí, com “Costelinha de porco oriental de abacaxi com gengibre”. 

- Marlene Gonçalves Batista, de Tuneiras do Oeste, com “Pernil de porco dourado”. 

Entre as que se inscreveram na categoria massas, são 5 classificadas: 

- Cleuza Gimenes Fontoura, de Sabáudia, com “Frango caipira com quiabo e polenta de milho verde”. 

- Elisângela Fávero da Silva, de Assaí, com “Lazanha da Mamãe”. 

- Odete Bertola Polo, de Iporã, com “Polenta preparada ao molho de quiabo”. 

- Sônia Baroni, de Nova Esperança, com “Escondidinho de mandioca com carne de sol”. 

- Izabel das Graças Calciolari de Souza, da Comunidade Guerra, em Maringá, com “Polenta típica incrementada com frango caipira”.  

(Imprensa Cocamar)

 

{vsig}2018/noticias/08/13/cocamar/{/vsig}

COPACOL: Fortalecendo a educação e a cultura em Rancho Alegre

 

Na noite de quinta-feira (09/08), mais de 100 alunos do Projeto Cultura Alegre de Rancho Alegre d’Oeste receberam materiais de base e uniformes por meio do Apoio Cultural, que é incentivado pela Copacol nos municípios de sua área de atuação. 

 

Apresentações culturais - Em um evento festivo com a presença dos pais, convidados, autoridades locais e representantes da cooperativa, os alunos da Fanfarra Municipal e também do ballet realizaram apresentações culturais, esbanjando talento e dedicação. 

 

Parceria - Há três anos, a parceria com o município tem gerado ótimos resultados e bons frutos, como destaca a prefeita Suely Alves Pereira Silva, que acompanhou a solenidade de entrega dos materiais. 

 

Novas gerações - Para ela, com o apoio da Copacol o município vem trabalhando e desenvolvendo as novas gerações de maneira significativa, já que além de incentivar a cultura entre as crianças e adolescentes, a educação garante a base para formar cidadãos de bem. 

 

Cidadania - “Neste momento nós vemos que os pais estão felizes por ver os filhos crescerem bem, as crianças se sentem protegidas e buscam aprender de maneira saudável. Não é apenas a técnica, mas sim a formação delas para a cidadania e para a vida. Somos gratos por essa parceria que tanto fortalece nosso futuro”, destaca Suely. 

 

Diversificação das propriedades - Além dos projetos sociais, a Copacol também investe na região por meio das atividades de diversificação nas propriedades dos cooperados. (Imprensa Copacol)

 

{vsig}2018/noticias/08/13/copacol/{/vsig}

FOCUS: Mercado eleva estimativa para IPCA em 2018, mas mantém Selic

 

focus 13 08 2018Os analistas do mercado financeiro aumentaram a estimativa para a inflação deste ano, enquanto

mantiveram as expectativas para a taxa básica de juros ao fim do período, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou a inflação de julho, que veio acima do esperado, provocando algumas revisões para cima no dado.

 

Mediana - A mediana das projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2018 aumentou de 4,11% para 4,15%. Para 2019, as apostas continuaram em 4,10%. Entre os analistas Top 5 (os que mais acertaram previsões), as revisões foram mais acentuadas. A mediana para o IPCA 2018 subiu de 4,10% para 4,16% e, para 2019, saiu de 4,07% para 4,20%.

 

Projeções mantidas - Ambos os grupos - mercado em geral e Top 5 - mantiveram suas projeções para a Selic ao fim de 2018 e 2019. No primeiro caso, a estimativa se manteve em 6,50% e 8% e, no segundo, em 6,50% e 7,63%, respectivamente.

 

Desaceleração - Na quarta-feira passada (08/08), o IBGE informou que o IPCA de julho desacelerou para 0,33%, de 1,26% em junho, mas ficou acima da média de 0,27% estimada por analistas. O índice foi pressionado principalmente pela alta na conta de luz. Já na quarta-feira, alguns bancos e consultorias tinham elevado as estimativas para a inflação no ano por causa do resultado.

 

Estável - De acordo com o Focus, a estimativa do mercado para o crescimento da economia ficou praticamente estável. Em 2018, os analistas esperam expansão de 1,49% - ligeira alteração frente à mediana de expectativas de 1,50% do boletim anterior.

 

2019 - Para 2019, os consultados mantiveram a previsão de crescimento de 2,50%. (Valor Econômico)

 

INFRAESTRUTURA I: Concessão da Ferrovia Oeste-Leste prevê prazo de 33anos e outorga de R$ 157 mi

 

Alvo dos chineses, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) terá um passo importante para sua concessão à iniciativa privada nos próximos dias, com a abertura de audiência pública pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para discutir os estudos de viabilidade técnica e econômica do projeto.

 

Proposta inicial - A proposta inicial do governo é oferecer um contrato de 33 anos para a exploração do trecho de 537 quilômetros da ferrovia entre os municípios baianos de Caetité a Ilhéus. O plano prevê investimentos de R$ 3 bilhões pelo futuro concessionário. A maior parte dos desembolsos seria na conclusão das obras remanescentes e na compra de material rodante (locomotivas e vagões). Além disso, a ideia é cobrar outorga mínima de R$ 157 milhões no futuro leilão. 

 

Maior lance - Se houver mais de um interessado, ganhará quem apresentar o maior lance. Isso representa uma pequena fração dos R$ 3,4 bilhões que a Valec já gastou no projeto. Uma das estrelas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a ferrovia deveria ter ficado pronta em 2012.

 

Executado - Seis anos depois do prazo determinado, o projeto tem 75,4% de execução. O histórico inclui abandono de canteiros pelas empreiteiras contratadas e problemas de licenciamento ambiental que ainda não foram totalmente resolvidos.

 

Desafiador - Para o secretário de fomento para ações de transportes do Ministério dos Transportes, Dino Antunes Batista, é extremamente desafiador ter uma concessão simples para projetos de ferrovias, como se faz com rodovias ou aeroportos.

 

Maturação - "O prazo para a maturação de uma ferrovia é enorme, é difícil fazer uma estruturação para fazê-la parar em pé. Ferrovia demora para ser feita, custa muito e normalmente só começa a gerar receita quando está concluída de ponta a ponta."

 

Semelhança - Segundo ele, o modelo aplicado na Fiol e na Norte-Sul acaba se assemelhando a uma espécie de parceria público-privada, na qual as contrapartidas da União foram dadas não em dinheiro - mas por meio de obras da Valec. "E, de certa forma, com uma vantagem no Brasil atual: diminuindo o risco de implantação do projeto, que engloba licenciamento, engenharia, desapropriações", afirma o secretário.

 

Tempo - Batista admite que não há mais tempo suficiente para realizar o leilão da Fiol neste ano, mas estabelece como meta o lançamento até dezembro do edital definitivo da ferrovia. Para isso, depois de receber as contribuições de interessados na audiência pública, ainda será preciso enviar os estudos e minuta de edital para aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU). O novo governo pegaria tudo engatilhado para a concessão no primeiro trimestre de 2019. Bastaria a decisão de levar o plano adiante.

 

Maior interessada - Os chineses, em especial a China Construction Communications Company (CCCC), tem sido apontada como maior interessada na Fiol. O próprio embaixador do país em Brasília, Li Jinzhang, sempre indica a ferrovia baiana como um dos principais empreendimentos no foco de Pequim.

 

“Cliente-âncora” - O secretário reconhece que ter um "cliente-âncora" facilita a viabilidade de qualquer projeto ferroviário. No caso da Fiol, esse papel cabe à Bamin, empresa sob controle de investidores do Cazaquistão que detém uma jazida de minério de ferro em Caetité. A produção da mina, no entanto, depende não só da ferrovia, mas da implantação do Porto Sul de Ilhéus.

 

Autorização - A Bamin já obteve autorização da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e da Secretaria Nacional de Portos para instalar um terminal privativo no futuro porto, mas nada saiu do papel até agora. O investimento é estimado em cerca de R$ 2 bilhões. O contrato da Fiol vai prever que, em caso de desistência da mineradora em construir o terminal, a obra poderá ser assumida pelo concessionário da ferrovia. Segundo Batista, a Valec continuará tocando - à medida que seu orçamento permitir - as obras dos quase mil quilômetros nos dois outros trechos projetados da Fiol. Um irá de Caetité a Barreiras, com forte produção agrícola, e outro se estenderá até conectar-se à Norte-Sul. (Valor Econômico)

INFRAESTRUTURA II: Eólicas terão destaque em leilão de energia

 

infraestrutura II 13 08 2018O leilão de geração A-6 marcado para 31 de agosto, que vai negociar projetos com início de fornecimento da energia em 2024, deve ter grande contratação de energia eólica. As termelétricas, que foram destaque no último certame do mesmo tipo, contudo, devem ter espaço limitado devido a alterações no edital que reduziram a atratividade da fonte.

 

Razoável - O secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Eduardo Azevedo, afirmou na semana passada ser "razoável" pensar em uma contratação de 1 gigawatt (GW) de capacidade de fonte eólica no leilão. "Há uma perspectiva importante e interessante para [contratação] de eólicas", disse ele, em evento no Rio.

 

Demanda baixa - Na avaliação de especialistas, a demanda do leilão deve ser baixa, devido às incertezas em relação ao desempenho da economia do país. Com isso, não haverá espaço para a contratação de projetos de usinas termelétricas a gás natural de grande porte.

 

Térmicas - "A demanda vai ser baixa, as distribuidoras estão sobrecontratadas. Não vai ter espaço para térmicas muito grandes", afirmou o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires. Para ele, o leilão deve contratar 500 MW médios de energia. "Não mais que isso."

 

Mercado cativo - Para o professor Nivalde de Castro, do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da UFRJ, não há cenário de recuperação da demanda do mercado cativo (por meio dos leilões regulados), em razão da crise política e econômica, que vem derrubando as expectativas de investimento e crescimento do PIB. "O mercado cativo vem perdendo espaço para o mercado livre, o que contribui ainda mais para reduzir a demanda que as distribuidoras apresentam para o leilão."

 

Contratação - No leilão A-6 de dezembro do ano passado foram contratados 1.870,9 megawatts (MW) médios de termelétricas a gás natural, que pretendem usar combustível das reservas do pré-sal. Dificilmente o cenário se repetirá desta vez, por causa de uma alteração na sistemática da disputa. Agora, só será possível contratar o volume necessário para fechar a demanda do certame.

 

Pedaço - "O grande problema aqui é que antes o leilão contratava a térmica inteira, mesmo que a demanda fosse apenas para um pedaço dela. Agora, só esse pedaço da usina pode ser contratado", explicou uma fonte do setor.

 

Demanda declarada - Por exemplo, se houvesse demanda para 100 MW de potência e uma termelétrica de 1.000 MW fosse contratada, os outros 900 MW seriam vendidos como "sobrecontratação involuntária". Agora, poderá ser contratada apenas a demanda declarada (os 100 MW), mesmo se for um percentual pequeno do projeto. Com isso, o restante (900 MW) deveria ser negociado no mercado livre - o que dificultaria o financiamento, inviabilizando o projeto.

 

Motivo - O motivo da mudança foi evitar a sobrecontratação desnecessária de termelétricas. Para João Carlos Mello, presidente da Thymos Energia, isso é um equívoco. "As distribuidoras estavam comprando mais energia do que precisavam, mas de forma alguma isso é ruim para o sistema, porque a segurança do abastecimento depende de térmicas", disse.

 

Destaque - Com a redução do espaço das termelétricas, os parques eólicos devem ser destaque no certame, ainda que a demanda possa ser menor do que a defendida pelo setor. A presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Élbia Gannoum, defende que a fonte precisa de no mínimo 1.000 MW anuais em novos contratos para que a cadeia de produção possa ser mantida e se recupere após um período sem certames (entre 2015 e 2017).

 

Estratégias - Investidores experientes do setor eólico estão traçando suas estratégias para o leilão. A Rio Energy, por exemplo, estuda adotar postura usada por outras geradoras no último certame: contratar parte da energia do parque eólico no leilão regulado, para garantir a conexão à transmissão, e negociar outra parcela no ambiente livre. "A ideia é minimizar a garantia física [dos projetos] no leilão e maximizar no livre", disse o presidente da Rio Energy, Marcos Meireles. 

 

Projetos - A empresa planeja colocar à disposição do leilão 300 MW de projetos na Bahia e quase 200 MW no Ceará. Com estratégia parecida, a Casa dos Ventos organizou um leilão prévio no mercado livre, na última sexta-feira, para montar sua estratégia para o A-6. O leilão serviu para negociar com comercializadoras e consumidores livres contratos de energia de novos projetos, que também podem ser colocados no leilão A-6, fazendo um mix entre os dois ambientes de negócios.

 

Capacidade - Segundo o diretor financeiro Ivan Hong, a Casa dos Ventos tem 10 GW de capacidade de projetos prontos para serem construídos. A maior parte deles está em Pernambuco, Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.

 

Interessada - Entre comercializadoras interessadas em comprar energia eólica no mercado livre, está a Electra Energy. A empresa pretende adicionar nos próximos meses 40 MW médios de energia de usinas eólicas ao seu portfólio de contratos no mercado livre.

 

Custos - Segundo relatório da consultoria K2 Management, os custos da energia eólica na América Latina estão caindo drasticamente, provocando impacto significativo na abordagem e na metodologia por trás do desenvolvimento de projetos na região. "É evidente que a evolução do mercado alterou significativamente o nível e o tipo de riscos associados ao desenvolvimento bem-sucedido de projetos de larga escala", afirmou o diretor-geral da K2 Management na América Latina, Hebert Nascimento.

 

Preços - Os preços das eólicas, porém, não devem ser tão baixos como nos últimos leilões, em que ficaram abaixo de R$ 100 por megawatt-hora (MWh). Mudanças nas regras do certame aumentaram a isonomia entre as fontes, mas, ao mesmo tempo, elevaram o risco da fonte eólica.

 

Mudanças importantes - "Esse edital tem mudanças importantes, como o produto por quantidade para eólicas", disse Tiago Correia, diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e relator do processo de aprovação do edital do leilão.

 

Por disponibilidade - Até então, a fonte eólica era negociada em leilões no mercado regulado como um produto por disponibilidade, na qual os empreendimentos recebiam uma receita fixa, e a medição da energia gerada era anual. Com isso, o risco ficava com as distribuidoras, repassado ao consumidor por meio da tarifa.

 

Iniciativa - O governo tomou a iniciativa de estudar uma mudança nesse tipo de contrato, por considerar que a fonte eólica está madura o suficiente, com custos menores e preços decrescentes. O contrato será diferente dos outros do tipo, sazonalizado de acordo com a curva de produção projetada pelas usinas.

 

Sazonalização - Foi descartado impor um contrato por quantidade como o das hidrelétricas, com sazonalização de acordo com a demanda dos compradores (as distribuidoras). A justificativa para isso é o fato de que as usinas hídricas conseguem alocar no sistema mais ou menos energia dependendo do período do ano (mais seco ou chuvoso) por meio do Mecanismo de Realocação de Energia (MRE), uma espécie de "condomínio virtual" na qual toda a energia hidrelétrica gerada é repartida entre os consumidores. Mesmo se uma das usinas gerar menos que outra, o mecanismo faz a compensação igualando o percentual da garantia física de cada usina gerada no período.

 

Geração - No caso das eólicas, a geração ao longo do ano é inversamente proporcional a das hidrelétricas, mais concentrada nos meses mais secos. O consumo, por sua vez, segue o comportamento das hidrelétricas. Se a energia gerada pelas eólicas precisasse ser sazonalizada de acordo com a carga, o risco seria tão alto que poderia inviabilizar projetos na área, segundo Mello, da Thymos Energia.

 

Financiamentos - Isso dificultaria, inclusive, a obtenção de financiamentos para os projetos. Segundo Correia, da Aneel, a mudança no edital foi discutida com os bancos para que chegassem a uma equação que permitisse a viabilização financeira dos contratos por quantidade das eólicas. "Com o produto por quantidade para eólicas, havia um risco grande para o gerador. Mas ele não precisa ficar exposto", explicou ele.

 

Quantidade - O contrato por quantidade "tradicional", com sazonalização de acordo com a demanda, era defendido pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). A ideia era que o gerador assumisse o risco e procurasse meios para mitigá-lo, como a compra de contratos de energia no mercado livre. 

 

Argumento - O argumento era que, como os preços da fonte eólica caíram muito nos últimos anos, ainda que ficassem ligeiramente mais altos por causa disso, continuariam competitivos, e o risco sairia do consumidor.

 

Riscos - A CCEE e EPE alegavam que a alocação da energia de acordo com a geração poderia impor riscos aos consumidores, que não teriam os contratos concentrados na época em que a demanda é maior. Isso não vai acontecer com este leilão porque a demanda será baixa, e o volume contratado não deve ser significativo para causar qualquer tipo de distorção. (Valor Econômico)

 

SUGESTÕES: MDIC abre consulta pública sobre negociações de livre comércio Mercosul-Singapura

 

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços abriu na terça-feira (08/08) uma consulta pública para que o setor produtivo envie manifestações sobre a negociação de acordo de livre comércio entre o Mercosul e Singapura. O objetivo da consulta é recolher subsídios do setor privado em relação à possibilidade de concessões de acesso preferencial ao mercado nacional de bens para Singapura.

 

Manifestações - Serão aceitas apenas as manifestações de associações ou entidades de classe, que deverão indicar o grau de sensibilidade dos itens produzidos por seus associados. Os interessados devem preencher este formulário e enviar para consultas@mdic.gov.br até o dia 21/09.

 

Sigilo - As informações recebidas pela Secex são de caráter sigiloso e serão analisadas para a definição brasileira quanto às negociações de livre comércio entre o Mercosul e Singapura. (Avicultura Industrial)

COMÉRCIO MUNDIAL: UE propõe reforma para salvar a OMC

 

comercio mundial 13 08 2018A União Europeia (UE) preparou um pacote de propostas para reformar a Organização Mundial do Comércio (OMC) e atenuar a escalada de guerra comercial deflagrada por ações unilaterais do presidente dos EUA, Donald Trump.

 

Preocupações - O Valor teve acesso ao texto europeu de 18 páginas, no qual a UE compartilha preocupações dos EUA sem fechar canais de diálogo com a China. Sugere mudanças em regras para subsídios industriais, transferência forçada de tecnologia, maneiras de facilitar negociações, questão de tratamento especial e diferenciado, redução de custos de transações comerciais, além da modernização do Órgão de Apelação, espécie de corte suprema do comércio global.

 

Propósito tático - A UE não faz segredo de seu propósito tático de trazer os EUA para discutir na OMC e manter o sistema, em vez de desmontá-lo como querem alguns em Washington. Para a UE, a maior crise que o sistema multilateral enfrenta desde sua criação "deve se aprofundar nos próximos meses, à medida em que mais medidas unilaterais serão ameaçadas e impostas, levando em alguns casos a retaliações ou acordos mercantilistas". 

 

Declínio - Para Bruxelas, é preciso se evitar "a qualquer custo" a marginalização, enfraquecimento e declínio do sistema multilateral de comércio. Bruxelas vê na crise atual "um grande risco para a UE, tanto para a estabilidade da ordem política como para a sustentabilidade do crescimento econômico".

 

Conjunto de propostas - A UE pretende submeter seu conjunto de propostas aos outros países da OMC, em setembro, depois das férias de verão europeu.

 

Partes - O pacote é dividido em três partes: regras e desenvolvimento; trabalho regular da OMC e transparência; e esforço de modernização do sistema de disputas comerciais. A parte sobre regras é basicamente a agenda anti-China, na qual a posição da UE coincide com a dos EUA. Mas Bruxelas estrutura propostas com um enfoque equilibrado para, de fato, permitir negociações.

 

Reequilíbrio do sistema - Defende criação de regras "para reequilibrar o sistema e garantir condições de igualdade", o que passa por enquadrar mais o uso de subsídios industriais e de atividades de empresas estatais. A UE quer "capturar de maneira mais efetiva" os tipos de subsídios que mais distorcem o comércio. Seriam submetidos a regras mais estritas, por exemplo, os subsídios que têm garantias ilimitadas, subvenções dadas para empresas insolventes ou em dificuldades e sem plano sério de reestruturação.

 

Novas regras - A UE defende também novas regras para desmontar barreiras para serviços e investimentos, incluindo no campo de transferência forçada de tecnologia.

 

Abordagem - Também considera que o sistema multilateral continua bloqueado por uma "abordagem antiquada" da noção de desenvolvimento. Alega que flexibilidades na aplicação das regras permitem a 2/3 dos membros, incluindo os maiores emergentes - referência à China, Índia, Brasil, por exemplo - a reivindicarem tratamento especial, ou seja, mais prazos para abrir seus mercados e menos obrigações. Menciona vários instrumentos para tratar da questão, como mecanismos de graduação ou auto-exclusão de tratamento especial.

 

Diferença da postura - A diferença da postura europeia nesse caso é que a UE foca futuros acordos e não defende desmontar o tratamento especial e diferenciado de acordos passados, como parece ser o caso de Washington.

 

Flexibilidade - A UE menciona também a necessidade de flexibilidade para fazer as negociações na OMC. Defende negociações multilaterais (com todos os países), mas diz que deve-se emendar as regras da OMC para simplificar as negociações plurilaterais (participa quem quiser).

 

Temas complicados - Esses são temas complicados, focados principalmente na China, e as negociações serão duras.

 

Contrapartida - Em contrapartida, as propostas para modernizar o Sistema de Solução de Controvérsias, alvo da fúria americana, dão um passo na direção da preocupação dos EUA. Mas a UE insiste que não se pode colocar em jogo dois pontos: a independência de juízes e as duas instâncias para resolver as disputas (a fase de painel e o Órgão de Apelação).

 

Órgão de Apelação - A UE propõe, por exemplo, aumentar o número de membros do Órgão de Apelação, de 7 para 9, com objetivo de ampliar a sua eficiência e melhorar o equilíbrio geográfico dos juízes. Defende que os juízes tenham tempo integral de trabalho, o que exigirá mais recursos financeiros também.

 

Questionamento - Decisões nessa área são fundamentais, porque, como diz a UE, o mecanismo de solução de disputas está sendo questionado, com risco de sua paralisia no curto prazo. Os EUA bloqueiam a nomeação de juízes, sem fazer propostas efetivas para reforma do mecanismo.

 

Base - Vários países importantes poderão considerar as propostas da UE como base para negociação para tornar o mecanismo de disputa mais efetivo e mais transparente. A questão é se os EUA vão reagir.

 

Modernização - Na última parte do pacote, a UE defende modernização da função de monitoramento da OMC, que diz ser inutilizada por procedimentos repetitivos baseados em pouca transparência nas informações dadas pelos países. Uma ideia é que os países sejam obrigados a efetivamente tratar das preocupações comerciais específicas apresentadas pelos parceiros. 

 

Resposta - Hoje, o país processado empurra por anos uma resposta ou mesmo a solução. Outros países provavelmente aparecerão com propostas, como a Índia. O Canadá prepara uma reunião com um número restrito de países para examinar uma plataforma mínima e comum de reforma da OMC. (Valor Econômico)

 

OPINIÃO: Conheça as mudanças do Plano Safra 2018/2019

 

opiniao 13 08 2018*Marilucia Dalfert

 

Em junho, o Governo Federal lançou o Plano Safra 2018/2019, no qual serão disponibilizados em crédito rural os montantes de R$ 194,4 bilhões para agricultura empresarial e de R$ 31 bilhões para agricultura familiar, volume 3% maior que o período anterior. 

 

Entre as principais novidades desta edição do Plano Safra, destaca-se a redução nas taxas de juros. Na agricultura empresarial, no âmbito do Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural), a taxa caiu de 7,5% para 6% e, para os “Demais Produtores”, de 8,5% para 7%. Na agricultura familiar, atendida pelo Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), o mínimo permaneceu em 2,5% e o máximo teve uma redução de 5,5% para 4,6%.

 

O enquadramento da renda dos produtores rurais teve um aumento. No Pronaf, passou de R$ 360 mil para R$ 415 mil. Já no Pronamp, a renda máxima atual é de R$ 2 milhões, sem a necessidade agora de verificar se parte da renda bruta é oriunda de atividade agropecuária. 

 

Outra mudança foi no tocante aos limites de preços dos serviços de assistência técnica contratados pelo produtor. A partir de 1º de julho deste ano, não há mais limitação no preço dos serviços da prestação destes serviços, que até então era de 0,5% para a elaboração de projetos e de 2% para o acompanhamento técnico da produção. Para o Plano Safra 2018/2019, o valor passa a ser de livre negociação entre o produtor rural e o prestador de serviço. 

Além disso, volta a ser possível o financiamento de insumos adquiridos em até 180 dias antes da formalização do crédito de custeio, desde que seja apresentada a nota fiscal no momento da contratação da operação. Vale, no entanto, alertar que é preciso ter cautela, pois os insumos devem ser compatíveis com os empreendimentos financiados. Se o produtor rural formalizou o protocolo de intenção de financiamento junto à sua agência bancária, é dispensada a exigência da apresentação das notas fiscais. 

 

Para atender às necessidades dos seus associados, o Sicredi disponibiliza linhas de crédito para custeio, comercialização, industrialização e investimento. No Plano Safra 2018/2019, o Sicredi passa a contar com o Protec Agro, ferramenta de confecção de projetos técnicos que tem por objetivo facilitar a troca de informações entre assistência técnica e as cooperativas de crédito filiadas à instituição financeira cooperativa que, atualmente, conta com mais de 3,8 milhões de associados e atuação em 22 estados e Distrito Federal. 

 

Neste Plano Safra 2018/2019, o Sicredi prevê um aumento de 13% em relação ao volume de recursos disponibilizados na edição precedente – a meta é disponibilizar mais de R$ 16,1 bilhões em crédito rural, com a estimativa de alcançar mais de 213 mil operações, sendo aproximadamente R$ 14,2 bilhões para as operações de custeio, comercialização, industrialização e investimento, e R$ 1,9 bilhão em operações de investimento com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Não por acaso, o Sicredi é a terceira instituição financeira em concessão de crédito rural e o primeiro em repasse do Pronaf. 

 

Por isso, neste momento, recomendamos aos associados que procurem a agência do Sicredi, para que os colaboradores da instituição financeira cooperativa possam orientá-los, de acordo com seus perfis, a respeito dos mais apropriados produtos e serviços disponíveis, a fim de manter o crescimento de seus negócios, sempre de forma responsável e sustentável. Esta é mais uma maneira de o Sicredi contribuir com o desenvolvimento socioeconômico regional e local, que beneficia não somente seus associados, mas a toda a comunidade nas quais atuam as cooperativas de crédito e, também, o Brasil como um todo. 

 

*Marilucia Dalfert é gerente de Crédito Rural do Banco Cooperativo Sicredi 

 


Versão para impressão


RODAPE