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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4389 | 09 de Agosto de 2018

PARANA.COOP+10: Capacitação do Programa de Educação Política é encerrada com total de 118 participantes

Pato Branco sediou, na manhã desta quinta-feira (09/08), com 21 representantes de cooperativas do Sudoeste do Estado, o último de um total de quatro eventos realizados nesta semana pelo Sistema Ocepar. Trata-se da segunda etapa de capacitação do Programa de Educação Política parana.coop+10, que visa sensibilizar as pessoas para um voto mais consciente e responsável nas próximas eleições. Os demais encontros ocorreram em Ponta Grossa, na segunda-feira (06/08), com 30 participantes do Centro-Sul; em Maringá; na terça-feira (07/08), com 31 cooperativistas do Norte e Noroeste; e em Toledo, na quarta-feira (08/09), com 36 representantes do Oeste. No total, a capacitação teve 118 participantes de todas as regiões do Estado.

Atividades - As atividades foram conduzidas pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, com apoio da assessora jurídica, Daniely da Silva, e do analista de TI, Felipe Lemes. A primeira etapa de formação do Programa foi realizada dias 17 e 18 de julho, em Curitiba, com 56 participantes. Agora, a segunda fase ocorreu e forma descentralizada, por Núcleos Cooperativos Regionais. Assim, somando as duas etapas, já foram capacitados 174 agentes de cooperativas paranaenses. O Programa de Educação Política das Cooperativas Brasileiras é uma iniciativa do Sistema OCB e destina-se ao seu público interno, composto por cooperativas de 13 ramos de atividades. A ação é apartidária e voluntária.

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TRANSPORTE DE CARGAS: Temer sanciona lei que institui tabela de fretes no país

transporte cargas 09 08 2018O presidente Michel Temer sancionou a lei que institui valores mínimos de fretes rodoviários praticados no Brasil, de acordo com publicação no Diário Oficial da União desta quinta-feira (09/08).

Greve - O tabelamento de fretes foi uma das medidas adotadas pelo governo após a greve dos caminhoneiros, em maio, que afetou diversos setores da economia nacional e provocaram desabastecimento país afora.

Finalidade - "A Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas tem a finalidade de promover condições mínimas para a realização de fretes no território nacional, de forma a proporcionar adequada retribuição ao serviço prestado", traz o texto no Diário Oficial.

Valores - A lei instituída ressalta que os fretes praticados devem ser iguais ou superiores aos estabelecidos pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), "com priorização dos custos referentes ao óleo diesel e aos pedágios", e venda acordos em paralelo à tabela.

Publicação - Os pisos mínimos de fretes serão publicados até 20 de janeiro e 20 de julho de cada ano. Sempre que ocorrer oscilação no preço do óleo diesel no mercado nacional superior a 10 por cento em relação ao preço considerado na planilha de cálculos, para mais ou para menos, uma nova norma com pisos mínimos deverá ser publicada pela ANTT, diz o texto.

Técnico - "O processo de fixação dos pisos mínimos deverá ser técnico, ter ampla publicidade e contar com a participação dos representantes dos embarcadores, dos contratantes dos fretes, das cooperativas de transporte de cargas, dos sindicatos de empresas de transportes e de transportadores autônomos de cargas", destaca a publicação.

Críticas - A lei tem gerado críticas no setor produtivo, que reclama de custos mais altos. Uma reunião foi agendada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), para 27 de agosto para discutir o assunto entre as partes. (Reuters / Revista Época)

Confira a íntegra do texto no Diário Oficial da União.

 

SICREDI FRONTEIRAS: Cooperativa investe em programa de gestão para maior eficiência administrativa

 

sicredi fronteiras 09 08 2018Com o objetivo de evoluir em práticas de gestão e de governança, que constituem a base de programas de melhoria contínua, ampliando, assim, sua competitividade e eficiência, a Sicredi Fronteiras PR/SC/SP passa a trabalhar o Programa de Excelência da Gestão das Cooperativas – PEGCOOP.

 

Expectativa - A expectativa é de que com este avanço a cooperativa maximize seus resultados, profissionalizando a gestão ainda mais, e melhorando seu modelo de negócio baseado no modelo das cooperativas. Os critérios de avaliação são fundamentados no modelo de excelência de gestão, da Fundação Nacional de Qualidade.

 

Lançamento - Na Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, o lançamento do programa ocorreu no dia 24 de julho, e contou com a presença do presidente José César Wunsch; diretores Adriana Mees; Fabio Junior Camera; assessores administrativos e da área de negócios, gerentes de agência e gerentes administrativos e colaboradores da sede da cooperativa.

 

Presenças - O evento teve ainda a presença da Central PR/SP/RJ, representada pelo diretor de Supervisão, Reginaldo José Pedrão; do gerente da área de Processos, Wesley Fonseca; e consultora de Processos Marigray. Representando o Sistema Ocepar, esteve presente o coordenador do PEGCOOP no Paraná, Alfredo Benedito Kugeratski Souza.

 

Demonstração - Com o objetivo demonstrar de forma simples o funcionamento do PEGCOOP, além de engajar os participantes que, a partir de agora, serão os representantes no comitê de excelência para implementação do programa na cooperativa. 

 

Primeiro passo - De acordo com Rafael Muhamad, assessor de processos e qualidade, este é o primeiro passo para iniciar a aplicação, considerando que o programa possui data para iniciar, mas não possui prazo de encerramento. “Os processos de melhorias são constantes e mesmo chegando ao nível máximo de excelência desejado, sempre será necessário revisitar todos os processos analisando o mercado como um todo, para manter a excelência na gestão, prezando pela excelência dos processos internos levando a melhor experiência ao associado” destacou Rafael.

 

Reflexão - O palestrante Marcelo Karam levou os presentes a refletir sobre a importância do acompanhamento das ações destacando de forma lúdica, que se faz necessário sempre questionar se o método atual é a melhor solução ou se o processo pode ser otimizado.

 

Busca constante - O presidente José César Wunsch ponderou que desde a constituição da cooperativa, a busca pela melhoria é uma constante. “A velocidade da informação, cada vez mais requer investimento em capacitação da equipe, análise constante de mercado e, de forma especial, com a nossa eficiência operacional. Esse programa vem para contribuir na busca pela excelência de gestão”, finalizou César. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: 35 anos de crescimento sustentável

 

A Sicredi Planalto das Águas PR/SP foi constituída em 10 de agosto de 1983, por 32 sócios fundadores, com a denominação de Credipuava, e seu principal objetivo era de suprir a necessidade de recursos para o fomento das atividades rurais.

 

Cocecrer/PR - Em 1985, junto com outras nove cooperativas de crédito em atividade no estado do Paraná, foi constituída a Cooperativa Central de Crédito Rural do Paraná – Cocecrer/PR, filiada a Cocecrer/RS, que, em 1992, por decisão de todas as suas afiliadas, unificaram-se sob a denominação de Sistema de Crédito Cooperativo - Sicredi, um dos maiores avanços de toda a história do cooperativismo de crédito no Brasil. A partir da adoção sistêmica as dez cooperativas paranaenses passaram a integrar a Central Sicredi PR, hoje Central Sicredi PR/SP/RJ, dividindo geograficamente o seu mercado de atuação. Neste mesmo período a antiga Credipuava passou a se chamar Sicredi Terceiro Planalto PR.

 

Ampliação - Em meados de 2011, após várias inaugurações de estruturas físicas, aconteceu uma significativa ampliação do quadro de associados (mais de 9 mil) e já administrando um volume considerável de recursos, a então Sicredi Terceiro Planalto PR conquistou um dos grandes marcos da sua história: a livre admissão de associados, que possibilitou qualquer pessoa física ou jurídica a usufruir dos diferenciais na utilização de produtos e serviços financeiros.

 

Autorização - No final de 2015, houve a autorização por parte do Banco Central do Brasil para atuar no estado de São Paulo (49 municípios do noroeste paulista) a partir de um projeto de expansão da sua área de responsabilidade, junto a este fato, houve também a troca do nome da cooperativa para Sicredi Planalto das Águas PR/SP.

 

Marco histórico - No final de 2016 foi realizado o maior marco histórico da cooperativa, desde a sua fundação, que foi a inauguração da primeira agência no estado de São Paulo. Neste período a cooperativa contava com mais de 15,5 mil associados e R$ 183,5 milhões de recursos administrados atuando em 8 dos 14 municípios da sua área de responsabilidade no estado do Paraná (Guarapuava – Agência Guarapuava inaugurada em 21 de fevereiro de 1984; Candói inaugurada em 07 de abril de 1997; Pinhão inaugurada em 01 de março de 2000; Pitanga inaugurada em 02 de setembro de 2001; Santa Maria do Oeste inaugurada em 02 de janeiro de 2002; Manoel Ribas inaugurada em 15 de agosto de 2004; Guarapuava – Agência Portal do Lago inaugurada em 05 de novembro de 2004; Palmital inaugurada em 12 de julho de 2007; Turvo inaugurada em 02 de abril de 2009 e Guarapuava – Agência Entre Rios inaugurada em 29 de janeiro de 2011) e 01 dos 49 municípios da sua área de responsabilidade no noroeste paulista (Votuporanga – agência inaugurada no dia 25 de novembro de 2016). 

 

Processo de expansão - O processo de expansão da cooperativa prevê, entre o segundo semestre de 2018 e em 2019, a ampliação da rede de atendimento, com mais 4 agências na região de São Paulo: Fernandópolis, prevista para setembro de 2018, Mira Estrela, até dezembro de 2018, Jales e Santa Fé para 2019. 

 

Motivo de alegria - “Presenciar a cooperativa chegar aos 35 anos é motivo de grande alegria para todos os que estiveram e estão envolvidos com a construção dessa bela história. O sentimento é de gratidão e ao mesmo tempo reforça o compromisso com a confiança dos associados em promover o crescimento dessa instituição que tem como missão promover o desenvolvimento local”, reforça Adilson Primo Fiorentin, presidente da Sicredi Planalto das Águas PR/SP. (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

 

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Cooperativa reúne educadores dos municípios onde o PUFV está presente

 

Foi realizado, no dia 6 de agosto, em Palotina-PR, um encontro de capacitação para secretários de educação, diretores e coordenadores pedagógicos das cidades que contam com o Programa A União Faz A Vida (PUFV).

 

Palestra - Na oportunidade, os educadores puderam assistir a uma palestra com o professor Cláudio Sanches, do instituto Aprender a Ser, com o tema: “Como está sendo feito o processo de conhecimento da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) para fins de implementação nas escolas?”.

 

Presença - O evento contou com a presença de mais de 240 educadores, de 20 municípios da área de atuação da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP contemplados com o Programa A União Faz A Vida.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

Sobre o Programa A União Faz A Vida - O Programa A União Faz A Vida é a principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi e objetiva construir e vivenciar atitudes e valores de cooperação e cidadania. Atualmente, a nível nacional, o Programa conta com 229.780 crianças e adolescentes, 21.940 educadores presentes em 1.485 escolas, 292 municípios em 62 cooperativas. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

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SICREDI UNIÃO I: Peça teatral “Qual vai ser?” aborda educação financeira

 

Nesta quinta-feira (09/08), às 19 horas, a peça teatral “Qual vai ser?” será apresentada no Teatro Reviver, de Maringá. Este é o segundo ano consecutivo que o Sicredi e o Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, promovem o espetáculo voltado para jovens, em especial para os que estão concluindo o ensino médio. A apresentação mistura a linguagem da comédia com o stand-up por meio da interação dos atores com a plateia.

 

Produção - Produzida pela Liga Produção Cultural, com trilha sonora de Renato Mendonça, texto de Dedé Ribeiro e direção de Daniel Colin, a peça tem duração de 55 minutos e narra a trajetória de Daniel, um adolescente que, ao terminar o ensino médio, tem de decidir entre assumir o pequeno armazém da família ou ir para a universidade.

 

Desafio - Este, porém, não será seu único desafio. Ele também terá de lidar com a Tuca, sua irmã viciada em compras, que está endividando a família. Assim, mais do que abordar as dificuldades enfrentadas pelos jovens em relação ao futuro profissional, o espetáculo também abrange a educação financeira e ainda destaca o trabalho em cooperação, tão importantes no cotidiano familiar.

 

Itinerante - Com formato itinerante, este ano a peça percorrerá 80 cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Goiás, Acre e Mato Grosso do Sul. Em Maringá, a expectativa é que cerca de cem jovens assistam ao espetáculo. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SERVIÇO

Peça: “Qual vai ser?

Dia: 09 de agosto (quinta-feira)

Horário: 19 horas

Local: Teatro Reviver – Praça Todos os Santos, s/n - Zona 2, Maringá – PR

SICREDI UNIÃO II: Presente no Londrina Mais com o programa “A União Faz a Vida”

 

sicredi uniao II 09 08 2018A instituição financeira cooperativa Sicredi União PR/SP estará presente ao evento Londrina Mais, realizado pela Secretaria Municipal de Educação de 9 a 11 de agosto, no Parque de Exposições Ney Braga.

 

Trabalho pedagógico - O evento se propõe a apresentar todo o trabalho pedagógico de excelência que vem sendo desenvolvido nas unidades escolares do município. De acordo com a secretaria, o objetivo é mostrar para a comunidade londrinense e de outros municípios a qualidade e a seriedade com que a escola pública municipal vem atuando.

 

Iniciativa social - A Sicredi União participará com um espaço onde serão apresentados, além de serviços da cooperativa, também o Programa a União Faz a Vida, que é desenvolvido em sete escolas de Londrina. O programa é a principal iniciativa social da Sicredi. 

 

Protagonismo - De acordo com Gisely Almeida, assessora de Programas Sociais da Sicredi União, o “A União faz a Vida” propõe um novo jeito de ensinar, onde o aluno é protagonista e não um mero receptador de informação. “Ele começa a aprender e a contribuir com a construção do conhecimento, com o planejamento do que ele irá estudar. O educador (professor), por sua vez, passa a ser o orientador e não mais o fazedor. Trata-se de uma metodologia de ensino criada por mestres e doutores da área da educação, ou seja, por pessoas altamente capacitadas, onde tudo foi pensado de forma que criemos cidadãos cooperativos”, explica. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SERVIÇO

Londrina Mais

Data e horário: Quinta-feira das 8h às 18h; sexta-feira, das 8h às 22h; e sábado das 9h às 12h.

Local: Parque de Exposições Ney Braga -  Avenida Tiradentes, nº 6275, Londrina (PR)

 

SICOOB UNICOOB: Equipe da Central debate o tema “Gestão de Riscos e Controles Internos”

 

sicoob unicoob 09 08 2018Colaboradores da área de qualidade, membros da diretoria administrativa e da superintendência operacional do Sicoob Metropolitano participaram, no dia 1º de agosto, da discussão sobre Gestão de Riscos e Controles Internos com base na Metodologia COSO.

 

Agência Escola - Realizada na Agência Escola da cooperativa, a apresentação sobre o tema foi feita por dois representantes da equipe de Governança, Riscos e Conformidade (GRC) do Sicoob Central Unicoob, o supervisor de Controles Internos, Osvaldo Ribeiro da Silva e o supervisor de Riscos e Conformidade, Francisco Paulo Puton.

 

Otimização de processos - O objetivo foi avaliar como a cooperativa pode otimizar os processos, visando eficiência e eficácia operacional, ganhos financeiros, redução de riscos e melhoria dos controles internos.

 

Gestão - Para Osvaldo, a discussão sobre o assunto é importante para melhorar as formas de gestão do processo. “Melhora também as atividades operacionais, minimiza riscos e desenvolve o potencial de resultado da cooperativa”, explica.

 

Melhores práticas - Segundo o superintendente Administrativo Financeiro do Sicoob Metropolitano, Walter Schon, a singular busca incessantemente as melhores práticas de gestão e de controles em suas atividades, por isso a importância e relevância do tema. “Treinamentos como este demonstram ainda mais o comprometimento que cooperativa e seus órgãos de administração têm com a ética, compliance e governança”, disse.

 

Metodologia COSO - Em 1992, o Comitê das Organizações Patrocinadoras do Treadway (COSO) desenvolveu um modelo para avaliação de controles internos. Por controle interno, o COSO entende como sendo todo processo conduzido pela diretoria, conselheiros ou outros empregados de uma companhia, no intuito de prover uma razoável garantia com relação ao cumprimento das metas de organização.

 

Modelo - Em decorrência da globalização e padronização internacional das técnicas de gestão de riscos, as recomendações do COSO relativas aos controles internos, bem como seu cumprimento e observância, são amplamente praticados e tidos como modelo e referência no Brasil e na maioria dos países. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

INSTITUTO SICOOB: Expresso oferecerá cursos profissionalizantes em Campo Grande

 

instituto sicoob 09 08 2018Entre os dias 13 e 17 de agosto, a cidade de Campo Grande (MS), que faz parte da área de atuação do Sicoob Horizonte, receberá o Expresso Instituto Sicoob. O ônibus, adaptado e equipado, é uma estrutura itinerante de formação profissional e cidadã que visita diversas cidades oferecendo gratuitamente mais de 80 cursos de capacitação, com duração de quatro a seis horas.

 

Temas variados - Os cursos oferecidos terão temas variados, como administração do tempo, conquista do primeiro emprego, combate ao estese e ansiedade, estratégias para parceria entre escola e família, informática e técnica de vendas

 

Atividades - As atividades do Expresso Instituto Sicoob em Campo Grande estarão disponíveis das 07h30 às 17h, na Escola Municipal Professor José de Souza (Rua das Camélias, bairro Oliveira). (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB MÉDIO OESTE: Resultados do 1º semestre são apresentados a gerentes

 

sicoob medio oeste 09 08 2018No dia 2 de agosto, a diretoria do Sicoob Médio Oeste realizou uma reunião com gerentes dos pontos de atendimento e da Unidade Administrativa para apresentar os resultados do primeiro semestre de 2018 e comemorar as premiações recebidas. Neste período, a cooperativa conquistou quatro viagens de cruzeiro pelo desempenho na Olimpíada Sicoob e mais quatro viagens para o Nordeste na campanha Vida Olímpica Sancor.

 

Motivação - De acordo com a assessora da diretoria executiva, Adriana Casaqui, o encontro foi um momento para celebrar as conquistas e reforçar a motivação das equipes. “É muito gratificante saber que juntos fizemos o nosso melhor e chegamos ao resultado esperado. Todos unidos, no mesmo propósito, buscando sempre proporcionar relações de parceria com nosso cooperado”, disse.

 

Sobre a Olímpiada Sicoob - É um programa de indução aos negócios, regido por regulamento próprio, que contempla todos os itens do orçamento de negócios e premia as singulares e agências com os melhores desempenhos, de acordo com o regulamento.

 

Sobre a Vida Olímpica - É um programa de incentivo às vendas dos produtos de Vida Sancor (exceto Prestamista), em conformidade com o cronograma de ações de vendas da Olimpíada Sicoob 2018. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

CASTROLANDA: Capital Nacional do Leite reúne o que há de melhor no setor durante o Agroleite 2018

 

O município de Castro (PR) recebe, de 14 a 18 de agosto, um dos eventos mais completos do setor leiteiro do país: o Agroleite, que ocorre na Cidade do Leite e no Parque de Exposições Dario Macedo. Com o tema “Capital Nacional do Leite”, o maior objetivo do evento é levar conhecimento aos produtores, por meio de palestras e fóruns técnicos, troca de informações com empresas e expositores do setor. Está confirmada a participação de 205 empresas de diversos ramos entre nutrição, medicamentos, genética, máquinas, ordenhadeiras, sementes. 

 

Informações e soluções - “Esperamos que após o Agroleite, todos os nossos visitantes voltem para suas propriedades abastecidos de informações e soluções para tornar seus negócios mais rentáveis, seus rebanhos mais produtivos e com ideias para profissionalizar cada dia mais a gestão de suas fazendas”, afirma o presidente da Castrolanda, Frans Borg, organizadora do Agroleite.

 

Expectativa - Para este ano, a expectativa é superar os excelentes números da edição de 2017, que contou com 62 mil visitantes que movimentaram R$ 55 milhões. Para atrair um público maior ainda, o Agroleite 2018 conta com o famoso Torneio Leiteiro, que premiará por volume e aproximação. 

 

Trilha do Leito - Outra novidade é a Trilha do Leite, voltado para aqueles que querem conhecer todos os detalhes desse setor produtivo. Em instalação perto da Arena Agroleite serão apresentadas pequenas palestras que mostram desde a criação da bezerra até o processo de industrialização e envasamento do leite. As apresentações serão diárias, em horários estipulados e com número limitado de pessoas por edição. Algumas das sessões serão exclusivas para o público infantil.

 

Fóruns - No Centro de Eventos Pessutão serão realizados fóruns para diversos públicos como jovens e mulheres cooperativistas. Haverá também o Seminário Internacional, com dois painéis: Controle de Carrapatos e as Estratégias Nutricionais para aumentar a imunidade das vacas leiteiras. A programação completa e as inscrições para os fóruns e para o seminário internacional estão em http://www.agroleitecastrolanda.com.br/home. 

 

Desfile de animais - Paralelamente, na pista de julgamento da Arena Agroleite, acontecerá o tradicional desfile de animais, onde serão julgados os melhores exemplares das raças Holandesa e Jersey. Os animais passam por um verdadeiro olhar de raio-x dos juízes. São avaliados quanto a úbere, pernas, abertura de peito, linha dorsal, característica e força leiteira, feminilidade e até os cascos são levados em conta. No dia 18, último do evento, no começo da noite, os três juízes escolhem aquelas que são as melhores vacas do evento: a Vaca do Futuro e a Campeã Suprema Agroleite 2018. A programação também contempla o julgamento de gado de corte das raças Caracu, Brahman, entre outras, no Parque Dario Macedo.

 

Noite de Gala - Uma das atrações mais aguardadas é a cerimônia de premiação do Troféu Agroleite, entregue desde 2002, e que neste ano acontecerá às 20h do dia 15 de agosto, no Memorial da Imigração Holandesa. O evento contará com a presença de autoridades, personalidades do agronegócio brasileiro, presidentes, diretores e profissionais das empresas nacionais e multinacionais participantes do Agroleite.

 

Categorias  - A premiação reconhece os destaques de 2107 em 18 categorias. Os finalistas são as três empresas mais votadas pela internet. Confira os finalistas de cada categoria:

Categoria Genética: ABS Pecplan, Alta e Semex

Categoria Nutrição: DSM, Nutron e Vaccinar

Categoria Medicamentos: Biogénesis Bagó, Ouro Fino e Vallée

Categoria Forragens: Agropecuária Leffers, Agropecuária Santa Cruz e Nobre Nutrição Animal

Categoria Sementes: Agroceres, Dekalb e DuPont Pioneer

Categoria Ordenhadeiras e Refrigeração: DeLaval, GEA e Ordemilk

Categoria Equipamentos para Ensilagem: Claas, JF Máquinas e Nogueira

Categoria Equipamentos para Fenação: Casale, Krone e Kuhn

Categoria Tratores Agrícolas: John Deere, Massey Fergusson e New Holland

Categoria Prestador Serviços Agrícolas: Agroholanda, Cia da Silagem e De Boer

Categoria Técnico do Ano:  Claudio André da Cruz Aragon, Fábio Nogueira Fogaça e Sérgio Soriano

Categoria Agente Financeiro: Banco do Brasil, Sicoob e Sicredi

Categoria Associação de Produtor: Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, Associação Brasileira dos Produtores de Leite e Associação Paranaense dos Criadores de Bovinos da Raça Holandesa

Categoria Produtor de Leite do Ano: Fazenda Fini, Grupo Melkstad e Sekita Agronegócios

Categoria Laticínios: Italac, ITA e Piracanjuba

Categoria Embalagens: Plastirrico, Sig Combibloc e Tetra Pak

Categoria Mídia Impressa: Revista Balde Branco, Revista Leite Integral e Revista Mundo do Leite

Categoria Mídia Digital: Beba Mais Leite, Leite Online e Milk Point

 

Castro, Capital Nacional do Leite - A cidade paranaense de Castro, na região dos Campos Gerais, é conhecida por suas belezas naturais, como o Canyon Guartelá, pelo moinho De Immigrant, e pela história ligada ao tropeirismo. Mas o que muita gente ainda não sabe, é que no município se encontra uma das principais bacias leiteiras do país, o que lhe garantiu, por meio da Lei Federal nº 13.584, o título de Capital Nacional do Leite. Puro merecimento, pois segundo o IBGE, Castro liderou a produção nacional por municípios, com a marca de 255 milhões de litros de leite no ano de 2016. “A lei é um incentivo ao produtor de leite que vê sua atividade valorizada e reconhecida. Sermos legalmente a Capital Nacional do Leite agrega valor à nossa matéria-prima e se reflete nos produtos que industrializamos”, comemora Frans Borg, presidente da Castrolanda, cooperativa agroindustrial que realiza o Agroleite, evento técnico voltado para a cadeia do leite, realizado anualmente em Castro no mês de agosto. 

 

Resultado - Esse resultado é fruto de árduo e longo trabalho e tem relação intrínseca com a formação da Cooperativa Castrolanda, cuja história começou com a chegada de 46 famílias holandesas ao município, em 1951, com seus rebanhos somando 1.200 cabeças de gado. A atividade leiteira se firmou na região, e aos poucos a tradição somou-se ao investimento em tecnologia, melhoria genética dos rebanhos, atenção às normas de controle sanitário e muita dedicação dos produtores. “Esse alto índice de produção atual só é possível porque os produtores têm compromisso com a atividade que desenvolvem. Essa é uma conquista de todos os pecuaristas de Castro”, explica Borg.

 

Apoios e patrocínios - O Agroleite 2018 tem o apoio institucional da Prefeitura de Castro, Fundação ABC e das Associações das Raças Holandesa e Jersey. É patrocinado na cota Diamante pela Nutron, Tetra Pak, Italac, MSD Saúde Animal e Caixa Econômica Federal. Já a cota Ouro recebe a chancela da DuPont Pioneer, Sicredi, Irrigabrasil, Select Sires, Phibro, Calpar e United Airlines, e na cota Prata conta com o patrocínio do BRDE, Elanco, Atlântica Sementes, Banco do Brasil, Copel Telecom, New Zealand Trade e Enterprise, Ceva, Allflex, Coonagro, PGG Wrightson Seeds, Vallée, Fertilizantes Castrolanda, Brandt e Cescage Genética.

Imprensa

 

Credenciamento de jornalistas - Os jornalistas interessados em cobrir o evento devem fazer o seu credenciamento pelo site www.agroleitecastrolanda.com.br/imprensa.

 

Serviço -  O Agroleite 2018 acontece entre os dias 14 a 18 de agosto, sempre das 8h às 18h, na Cidade do Leite, anexa ao Parque de Exposições Dario Macedo, localizado no KM 198 da PR 340 (Estrada de Castro), em Castro, no Paraná. A entrada é gratuita. Mais informações e inscrições no site www.agroleitecastrolanda.com.br. (Imprensa Castrolanda)

 

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COCAMAR: Dia de Campo sobre ILPF nesta 5ª feira em Marilena

 

cocamar 09 08 2018Para demonstrar a oportunidade que o sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) apresenta para a região noroeste do Estado, a unidade da Cocamar em Umuarama (PR) está promovendo, na manhã desta quinta-feira (09/08), no vizinho município de Marilena, um dia de campo sobre o assunto. 

 

Propriedade - Com vários parceiros, entre empresas e instituições, o evento iniciou às 9h na propriedade do cooperado César Formighieri e a expectativa com dezenas de participantes, entre produtores, pecuaristas, técnicos e outros interessados. 

 

Referência - Formighieri é considerado uma das referências em matéria de integração no Paraná, tendo começado em 2001. Com esse modelo, ele dinamizou a propriedade de solo arenoso, onde mantém pecuária de corte, gado de leite, produção de soja e floresta de eucaliptos. No concurso Cocamar de Produtividade de Soja, Safra 2017/18, do qual já foi campeão, Formighieri ficou em 2º lugar, com média de 196,7 sacas por hectare na área do concurso (81,3 sacas/alqueire). Essa média se situa entre as melhores na comparação, inclusive, com os produtores que cultivam solos de terra roxa no norte do Estado, reconhecidos pela alta fertilidade. Na cooperativa, ele recebe orientação técnica do engenheiro agrônomo Luiz Magnossão. (Imprensa Cocamar)

 

PAP 2018/19: Produtores contratam quase R$ 12 bi no primeiro mês do plano agrícola

 

pap 2018 19 09 08 2018No primeiro mês do calendário agrícola safra 2018/2019, agricultores tomaram junto aos bancos R$ 11,65 bilhões, 48% a mais do em julho de 2017 (R$ 7,9 bilhões). Os empréstimos que registraram maior aumento na contratação foram os destinados ao custeio, quando os produtores se preparam para o plantio da safra agrícola. Essas operações atingiram R$ 8,37 bilhões ante R$ 5,23 bilhões da temporada anterior, em alta de 60%.

 

Investimento - Os financiamentos para investimento também cresceram, saltando de R$ 1,42 bilhão em julho de 2017 para R$ 1,46 bilhão neste ano, com acréscimo de 3%. Os programas de investimento apresentaram expressivo aumento, mais do que dobrando o volume de recursos contratados, sendo que o PCA (Programa para Construção e Ampliação de Armazéns) aumentou de R$ 1 milhão para R$ 27 milhões.

 

Industrialização - As contratações de industrialização (agroindústrias, como de processamento) saíram de R$ 4 milhões para R$ 57 milhões. Os empréstimos de comercialização registraram 6% de aumento. Essa rubrica cresceu de R$ 1,2 bilhão para R$ 1,25 bilhão.

 

Aumento - No que se refere às fontes de financiamento, os recursos oriundos da poupança rural aumentaram em todas as finalidades, sendo de 58% no custeio, 37% na comercialização e 30% nos investimentos. E os recursos obrigatórios reduziram 29% para o custeio e aumentaram 23% para comercialização.

 

LCAs- Os recursos das LCAs (Letra de Crédito do Agronegócio), direcionados para o crédito rural, tiveram redução de 47%, passando de R$ 1,5 bilhão para R$ 805 milhões.

 

Desempenho positivo - O desempenho positivo das contratações de crédito rural na atual temporada resultou em desembolso relativo de 6% referente ao total dos recursos disponibilizados pelo Plano Agrícola e Pecuário 2018/19 (R$ 191,1 bilhões).

 

Relatório - Os dados constam do Relatório de Financiamento Agropecuário de liberação de recursos da atual safra, divulgado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). (Mapa)

 

CONAB: Estimativa da produção de grãos é de 228,6 milhões de toneladas

conab 09 08 2018O 11º Levantamento da Safra de Grãos 2017/2018, divulgado nesta quinta-feira (09/08), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), confirma que, com a colheita da segunda safra avançada e da terceira safra iniciando-se, além da finalização do plantio das culturas de inverno, a estimativa de produção é de 228,6 milhões de toneladas. Isso representa 50,7 mil t a mais que no levantamento passado, divulgado em julho, e mantém esta safra como a segunda maior da série histórica.

Soja e milho - A soja e o milho, que possuem os maiores volumes de produção do país, devem ter produção de 119 e 82,2 milhões de toneladas, respectivamente. Do total da produção de milho, 26,8 milhões de t deverão ser colhidas na primeira safra e 55,4 milhões de t na segunda safra. Destaca-se, também, para a safra atual, a estimativa de aumento da produção de algodão em pluma, estimada em 1,98 milhão de t, o que representa um aumento de 29,4% em relação à safra passada e do feijão segunda safra, estimada em 1,27 milhão de t, com uma elevação de 5,6%.

Área - A área semeada está estimada em 61,7 milhões de hectares e confirma mais uma vez a maior área semeada no país. O incremento estimado é de 1,3% ou 819,7 mil hectares em relação à safra passada. O incremento só não foi maior devido à redução na área do milho primeira e segunda safras. Em relação à safra anterior, a área do milho primeira safra reduziu de 5,5 para 5,1 milhões de hectares e a área de segunda safra reduziu de 12,1 para 11,6 milhões de hectares em razão, principalmente, da expectativa futura de mercado.

Aumento - Em contrapartida, a soja teve um expressivo aumento da área semeada, saindo de 33,9 para 35,2 milhões de hectares na safra atual, um ganho absoluto de 1,24 milhão de hectares, o maior entre todas as culturas avaliadas.

Outras culturas - Outras culturas também tiveram ganho absoluto de área nessa safra, tais como o algodão, que alcançou 1,18 milhão de hectares (ganho de 237 mil hectares) e do feijão segunda safra, que atingiu 1,53 milhão de hectares (aumento de 106,2 mil hectares), impulsionado pelo feijão caupi, que deve ter 160,8 mil hectares a mais na atual safra, atingindo 1 milhão de hectares. (Conab)

Confira aqui o boletim.

 

BALANÇO: Vacinação contra febre aftosa imunizou 97,32% do rebanho previsto

 

balanco 09 08 2018Balanço parcial da primeira etapa da campanha deste ano de vacinação contra a febre aftosa, realizada de 1º a 30 de maio, que teve prorrogação de 15 dias em 20 estados e no Distrito Federal, apontou que foram vacinados 97,32% do rebanho esperado de 201,1 milhões. A imunização alcança 195,75 milhões de bovinos e búfalos. O dado preliminar foi apresentado pela Divisão de Febre Aftosa (Difa) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A quase totalidade dos estados brasileiros já enviou seus relatórios de vacinação e a previsão é que a cobertura chegue a 98%. Nos últimos três anos este percentual vem sendo mantido.

 

Greve dos caminhoneiros - A prorrogação do calendário de vacinação foi necessária porque a greve dos caminhoneiros afetou a entrega de vacinas no comércio. A paralisação, realizada de 21 a 30 de maio, comprometeu a distribuição no país, no período programado.

 

Segunda etapa - A segunda etapa de vacinação contra a aftosa será iniciada, na maioria dos estados, entre 1º e 30 de novembro. Todos os produtores do país devem vacinar seu rebanho bovídeo (bovinos e búfalos), com exceção do estado de Santa Catarina que é livre da febre aftosa sem vacinação. A dose da vacina, nessa próxima etapa, vai continuar contendo o volume de 5 ml.

 

PNEFA - A partir de novembro do ano que vem, se forem cumpridas todas as ações previstas no Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA 2017-2026), terá início a suspensão gradual da vacinação obrigatória no Acre, Rondônia, parte do Amazonas e do Mato Grosso, conforme calendário de suspensão do PNEFA. A retirada completa da vacinação contra a aftosa, em todo o país, está prevista para o segundo semestre de 2023. (Mapa)

 

CRÉDITO: Governo repassa R$ 3 bilhões do Funcafé para 21 agentes financeiros

 

credito 09 08 2018O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) repassou, nesta semana, R$ 3 bilhões aos agentes financeiros que operam o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), conforme publicação no Diário Oficial da União. 

 

Transferência - Os recursos foram transferidos para os bancos ABC Brasil, Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo, BBM, BMG, Bradesco, China Construction Bank, Citibank, Bancoob, Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, Fibra, Itaú Unibanco, Original, RaboBank, Ribeirão Preto, Votorantim, Sicoob Credialp, Sicoob Credicarmo, Sicoob Agrocredi, Sicoob Credivar, Sicoob Coopacredi e Sicoob Credinter.

 

Aplicação - Os agentes financeiros atuarão na aplicação dos recursos do Funcafé na safra 2018/2019, em financiamentos para as seguintes finalidades de crédito: custeio, estocagem, aquisição de café, capital de giro para indústrias de café solúvel e de torrefação de café, cooperativas de produção e recuperação de cafezais danificados.

 

Linhas - As liberações para 21 instituições financeiras contratadas pelo Funcafé, de um total de 37 bancos, somam R$ 1,86 bilhão para a linha de financiamento de estocagem, R$ 1,1 bilhão para custeio, R$ 1 bilhão para aquisição de café (FAC), R$ 200 milhões para capital de giro a indústrias de café solúvel, R$ 300 milhões para torrefação e R$ 425,2 milhões para as cooperativas de produção, além de R$ 10 milhões para recuperação de cafezais danificados. 

 

Outros bancos - Nos próximos dias, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento assinará contrato com os outros 16 bancos.

 

Valor disponibilizado - Neste ano, o Funcafé dispõe de R$ 4,9 bilhões para financiar o setor do agronegócio do café. As taxas de juros foram definidas no lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2018/2019, no início de junho deste ano. As taxas de financiamentos de custeio e estocagem foram fixadas em até 7% ao ano e até 9,5% a.a. para FAC e linhas de capital de giro, para as cooperativas e indústrias do setor. (Mapa)

 

ALIMENTOS: Norma que determina a rastreabilidade de vegetais já está em vigor

 

alimentos 09 08 2018Novas regras de rastreabilidade de frutas, hortaliças e ervas aromáticas começam a ser implementadas nesta quarta-feira (08/08), em todo país. Até fevereiro de 2020, todos os vegetais frescos destinados ao consumo humano deverão estar aptos a serem rastreados ao longo de toda a cadeia produtiva - ou seja, da produção à venda ao consumidor final, passando pela distribuição e estocagem.

 

Monitoramento e controle de resíduos - O principal objetivo da instrução normativa publicada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em fevereiro deste ano é permitir o monitoramento e o controle de resíduos de agrotóxicos nos vegetais. De acordo com o ministério, as irregularidades com agrotóxicos e contaminantes em produtos vegetais mais comumente identificadas são a presença de resíduos além do limite permitido; o uso de produtos proibidos no país e a utilização de defensivos permitidos para uma determinada cultura em outra.

 

Obrigatoriedade - As novas normas obrigam que todos os entes envolvidos na cadeia de produção e venda de frutas e hortaliças disponham das informações necessárias para a identificação dos produtores ou responsáveis pelos produtos. “Isso permitirá que os órgãos de fiscalização identifiquem problemas relacionados ao uso de defensivos agrícolas, à contaminação dos vegetais por agrotóxicos”, disse à Agência Brasil a coordenadora de Qualidade de Produtos Vegetais do Mapa, Fátima Parizzi.

 

Identificação da origem - Segundo Fátima, o registro das informações facilitará ao poder público identificar a origem e todo o percurso percorrido, do campo à gôndola, por um produto vegetal que contrarie às regras sanitárias. “Nossa preocupação é que as informações necessárias para identificarmos a origem destes produtos sejam preservadas. Assim, constatado qualquer problema, poderemos corrigir a causa da não-conformidade a partir do ponto onde ela ocorreu”, acrescentou a coordenadora.

 

Estabelecimentos comerciais - A instrução normativa, no entanto, não obriga os estabelecimentos comercias a disponibilizarem aos consumidores finais os dados sobre a procedência e trajetória dos vegetais. “Embora alguns produtos já disponham de etiquetas individuais, é muito difícil garantir o acesso de todas as pessoas a este tipo de informação quando se trata, por exemplo, de produtos vendidos a granel. Não só a instrução normativa, mas a legislação não obriga a isso”, comentou Fátima.

 

Autoridade competente - O texto da instrução prevê apenas que “o detentor do produto comercializado a granel, no varejo, deve apresentar à autoridade competente informação relativa ao nome do produtor ou da unidade de consolidação e o nome do país de origem” do vegetal produzido para consumo humano.

 

Impactos positivos - Fátima acredita que, além facilitar a fiscalização pelos órgãos de vigilância, a medida terá outros impactos positivos. “Acreditamos que vai haver um disciplinamento da venda destes produtos, o que vai beneficiar aos consumidores e aqueles que trabalham corretamente ao longo de toda a cadeia. Muitos produtores sérios têm essa preocupação, pois veem que seus produtos, quando misturados a outros de qualidade inferior, acabam perdendo a identidade”, argumentou Fátima.

 

Primeiro grupo - O primeiro grupo de alimentos cujos responsáveis estão obrigados, a partir de hoje, a disponibilizar informações que permitam a rastreabilidade incluem a maçã, uva, batata, alface, repolho, tomate e pepino. Um segundo grupo de produtos começa a ser fiscalizado em fevereiro de 2019, quando a publicação da instrução normativa completa um ano. As regras passam a valer para o terceiro e último grupo em fevereiro de 2020, conforme previsto no anexo da norma.

 

Registros - Os registros devem conter, no mínimo, o endereço completo, nome, variedade ou cultivar, quantidade, lote, data de produção, fornecedor e identificação (CPF, CNPJ ou inscrição estadual). Cada ente deve manter os registros das informações obrigatórias que permitam a identificação do ente imediatamente anterior e posterior da cadeia produtiva e dos produtos vegetais frescos recebidos e expedidos. Os produtos, ou seus envoltórios, suas caixas, sacarias e demais embalagens devem estar devidamente identificados por meio de etiquetas impressas, código de barras, QR Code ou qualquer outro sistema de identificação.

 

Fiscalização - O descumprimento da Instrução Normativa é passível de punições, mas, em um primeiro momento, o Ministério da Agricultura decidiu priorizar a orientação e a correção de eventuais distorções que forem identificadas. “Até o próximo 31 de dezembro, os fiscais vão fazer um trabalho de fiscalização orientativa. Vamos buscar identificar eventuais gargalos, o que está funcionando adequadamente e o que possa não estar de acordo com a prática”, anunciou a coordenadora, admitindo que o assunto tem motivado dúvidas e preocupação.

 

Questionamentos - “Temos recebido inúmeros questionamentos e feito diversas reuniões com representantes do setor, a quem estamos prestando todos os esclarecimentos possíveis. Se, na prática, for identificada alguma distorção com relação ao impacto econômico, trabalharemos nisso”, disse Fátima, acrescentando que a norma não visa a criar dificuldades, mas sim a uniformizar, nacionalmente, uma prática já implementada com bons resultados em algumas unidades da federação.

 

Reivindicação do setor - Presidente da Associação Brasileira de Produtores de Maçã, Pierre Nicolas Peres afirma que as medidas atendem a uma antiga reivindicação do setor produtivo. “Tudo que serve a melhor organização do setor é bom. Todos ganham com a rastreabilidade, exceção ao produtor ou comerciante que não trabalha com seriedade”, comentou Peres, minimizando os custos de implementação do sistema medida.

 

Impacto econômico - “Não haverá grande impacto econômico. Os produtores familiares talvez sintam algum reflexo, mas, no fim das contas, será um investimento pequeno diante dos benefícios. Os grandes produtores já estão preparados. Até porque, você não exporta para a Europa caso não ateste a rastreabilidade da produção”.

 

Preocupação - O coordenador da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Contraf), Alexandre Bergamin, informou à Agência Brasil que, entre os pequenos produtores, a medida causa preocupação. “O sistema de rastreabilidade é muito importante também para atestar a qualidade da produção familiar, mas receamos os efeitos práticos da implementação do sistema. Não só pelos custos, mas pelo que ele pode gerar de burocracia. Hoje, já há, em algumas atividades, como a criação de suínos, impeditivos legais que ameaçam ou até mesmo inviabilizam a produção familiar”.

 

Manifestação - Bergamin disse que representantes da entidade chegaram a manifestar ao Mapa as preocupações e dúvidas do segmento, durante o processo de discussão da norma, “mas sem aprofundar o debate”. Segundo ele, é positivo o ministério ter decidido criar um prazo para “ajustes”, até dezembro. “Vamos observar o que acontece, a forma como vai se dar a fiscalização e seus impactos.”  (Agência Brasil)

 

SENADO I: Comissão mista aprova subvenção de R$ 9,5 bilhões para o óleo diesel

 

senado I 09 08 2018A comissão mista que analisa a medida provisória (MP) 838/2018 aprovou nesta quarta-feira (08/08) a concessão de subvenção econômica para a venda e a importação de óleo diesel no Brasil. A medida faz parte do acordo firmado entre o governo federal e os caminhoneiros para por fim à greve da categoria, ocorrida entre maio e junho deste ano. O relatório do deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) segue para a Câmara e posteriormente para o Senado.

 

Uso rodoviário - A MP se refere apenas ao óleo diesel de uso rodoviário. O benefício para a comercialização do produto, que foi de R$ 0,07 por litro até o dia 7 de junho, permanece em R$ 0,30 até 31 de dezembro deste ano. O texto também concede subvenção de R$ 0,30 por litro nas importações de óleo diesel realizadas por distribuidoras.

 

Limite - O Poder Executivo limita os benefícios a R$ 9,5 bilhões. Se as subvenções alcançarem essa cifra antes do dia 31 de dezembro, o desconto é encerrado. Terá direito ao subsídio quem vender ou importar óleo diesel por preço igual ou inferior a um valor a ser estabelecido pelo governo federal. Segundo a medida provisória, o preço de referência pode ser fixado regionalmente.

 

Regulamentação - A MP 838/2018 ainda depende de regulamentação. Um decreto do Poder Executivo deve esclarecer quem está habilitado a participar do programa “Subvenção Econômica à Comercialização de Óleo Diesel Combustível de Uso Rodoviário”. As distribuidoras devem informar à Agência Nacional do Petróleo (ANP) a situação dos estoques, além dos preços de aquisição do produto.

 

Exatidão das informações - Tanto os comerciantes quanto os importadores são responsáveis “pela exatidão das informações prestadas” sobre a venda e a compra de óleo diesel. Se prestarem informações falsas, ficam sujeitos a penas como multa, apreensão de bens e produtos, suspensão de funcionamento do estabelecimento, cancelamento de registro e revogação de autorização para o exercício de atividade.

 

Reivindicação - O presidente da comissão mista, senador Dário Berger (MDB-SC), lembrou que a MP 838/2018 atende à reivindicação dos caminhoneiros para a redução no preço do combustível. Ele afirmou que, em maio deste ano, a alta do óleo diesel contribuiu para a deflagração da greve, que durou dez dias.

 

Alerta - “Nós já alertávamos para esta questão da tribuna do Senado, com os aumentos sucessivos dos preços. Isso certamente não teria um fim desejável. E foi o que efetivamente aconteceu, com a paralisação dos caminhoneiros. Estamos cumprindo nosso papel em tempo hábil para que a medida provisória seja apreciada nos Plenários da Câmara e do Senado”, afirmou Berger. (Agência Senado)

 

SENADO II: Aprovada MP que reserva 30% do frete da Conab para transportadores autônomos

 

senado II 09 08 2018Foi aprovada pelo Plenário do Senado, nesta quarta-feira (08/08), a Medida Provisória (MPV) 831/2018, que reserva um mínimo de 30% do frete contratado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para cooperativas e associações de transportadores autônomos. Essa foi uma das reivindicações do setor nas negociações para acabar com a greve dos caminhoneiros em maio deste ano. O texto segue para sanção presidencial.

 

Sem licitação - A MP também possibilita aos transportadores serem contratados sem licitação. O preço do frete não poderá exceder o praticado pela Conab. Além disso, o contratado deve atender aos requisitos estabelecidos pela companhia, que é vinculada ao Ministério da Agricultura.

 

Movimentação de grãos - A Conab utiliza as transportadoras para movimentar grãos pelo país e garantir o abastecimento de todas as regiões. Os serviços de transporte são contratados por leilão eletrônico.

 

Texto original - A MP original previa a contratação de um máximo de 30% dos serviços de transporte com essa reserva de mercado, mas um acordo entre a categoria e a Casa Civil da Presidência da República em data posterior ao envio da medida para o Congresso mudou para contratação mínima de 30%.

 

PLV - O texto foi aprovado na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 22/2018, apresentado pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que excluiu a possibilidade de contratação de sindicatos de transportadores autônomos. Para o relator, a contratação de sindicatos para uma função que não é sua seria inconstitucional.

 

Mudança - Outra mudança foi a retirada da condição de que as associações de transportadores autônomos de cargas constituídas nos termos do Código Civil (Lei 10.406/02) tivessem, no mínimo, três anos de funcionamento para participar da contratação. 

 

Isenção de pedágio para eixos suspensos - O Plenário também aprovou o projeto de lei de conversão decorrente da MP 833/2018, que isenta da cobrança de pedágio os eixos suspensos dos veículos de transporte de cargas vazios. O PLV 17/2018 vai à sanção. (Agência Senado, com informações da Agência Câmara)

 

SENADO III: Isenção de pedágio para eixo suspenso de caminhões é aprovada

 

senado III 09 08 2018O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (08/08) a medida provisória que garante a isenção de pedágio em todo o território nacional para o eixo suspenso dos caminhões que viajem sem carga. A MP 833/2018 foi uma das iniciativas do governo federal para solucionar a greve dos caminhoneiros, que paralisou o país no mês de maio.

 

Descarregados - Segundo o texto aprovado, os caminhões que passarem pelas praças de pedágio com um ou mais eixos suspensos serão considerados descarregados e terão direito à isenção correspondente. A regra já era prevista na Lei 13.103, de 2015, que rege o exercício da profissão de motorista, mas era aplicada apenas às rodovias federais. Com o novo texto, ela passa a valer também para vias estaduais, distritais e municipais.

 

Regulamentação - As autoridades de trânsito de cada unidade da federação devem se encarregar de regulamentar a fiscalização dos veículos que fizerem jus à isenção. Caminhões carregados que suspenderem indevidamente os seus eixos adicionais poderão ser enquadrados na infração de evasão de pedágio, que é considerada grave pelo Código de Trânsito Brasileiro.

 

Relator - O relator da medida provisória no Congresso foi o senador José Agripino (DEM-RN). Ele acrescentou ao texto uma regra restringindo o aumento do pedágio para os demais usuários como forma de compensar a isenção aos caminhões, nos casos de rodovias concedidas. Será preciso, primeiro, esgotar todas as opções de reequilíbrio financeiro dos contratos. Somente depois disso é que será possível subir os preços.

 

Emendas rejeitadas - Agripino também rejeitou todas as demais emendas apresentadas, observando que eram “acréscimos desnecessários ou inconvenientes”. Ele pediu aos senadores que ratificassem a medida provisória, ressaltando que ela foi essencial para dar fim à greve dos caminhoneiros. “A pacificação foi feita. O texto é um reclamo dos caminhoneiros e um compromisso do governo. Ele foi parte do entendimento para encerrar um processo que causou gravíssimos prejuízos à economia brasileira e que não poderá em hipótese alguma se repetir.” 

 

Avalista - O presidente do Senado, Eunício Oliveira, destacou que atuou como “avalista” do acordo que resultou na isenção dos eixos suspensos. Para ele, a medida é justa com os caminhoneiros.

 

Sanção - Como a MP 833 teve alterações na análise pelo Congresso, o novo texto segue agora para a sanção presidencial. (Agência Senado)

 

ENERGIA ELÉTRICA: Estiagem intensa estende o nível 2 da bandeira vermelha até fim de novembro

 

energia eletrica 09 08 2018O volume de chuvas no país em julho deste ano foi o terceiro pior para o mês desde o início da série histórica, em 1931, de acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Em julho deste ano, o volume de chuvas, para efeito de geração de energia, foi de 63% da média histórica para o período. Segundo o diretor-geral do órgão, Luiz Eduardo Barata, diante do cenário hidrológico, a expectativa é que a bandeira tarifária permaneça no patamar mais elevado - patamar 2 da cor vermelha - pelo menos até o fim do período seco, em 30 de novembro.

 

Reservatórios - De acordo com o executivo, os reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste, o principal do país, devem chegar ao fim do período seco com nível de armazenamento de 18% a 20%, praticamente em linha com o observado em igual período do ano passado (18,7%). Segundo ele, porém, caso a situação hidrológica no Sul continue ruim, o Sudeste/Centro-Oeste deverá continuar exportando energia para a região, fazendo com que os reservatórios hidrelétricos fechem novembro em patamar um pouco mais baixo, entre 15% e 16%.

 

Condições do Sul - "Depende das condições do Sul", explicou Barata a jornalistas, após participar de evento sobre energia eólica no Rio. Ele acrescentou que há expectativa de configuração de El Niño no fim deste ano, o que poderá elevar o volume de chuvas no Sul.

 

Nordeste - Com relação ao Nordeste, a situação é melhor. As projeções do ONS indicam nível de armazenamento nas hidrelétricas da região de cerca de 30%, no fim de novembro. Em igual período de 2017, esse número era de 5,5%. Segundo Barata, essa melhora foi obtida não por um aumento das chuvas, mas sim por medidas estratégicas para a gestão do rio São Francisco.

 

Desabastecimento - Apesar do quadro preocupante do nível dos reservatórios hidrelétricos, o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Eduardo Azevedo, descartou nesta quarta-feira (08/08) qualquer hipótese de desabastecimento e de racionamento de energia no país.

 

Ajustes - Questionado sobre o programa da Petrobras de parada para manutenção da plataforma de Mexilhão, na Bacia de Santos, e de um conjunto de térmicas, Barata explicou que a companhia fez alguns ajustes no plano que permitirão uma redução do volume de energia indisponível durante a parada, de 2.100 megawatts (MW) para 1.350 MW. A manutenção está prevista para terminar em 1º de setembro. (Agência Brasil)

 

IBGE: Produção industrial cresce em junho em 13 dos 15 locais pesquisados

ibge 09 08 2018A produção industrial cresceu em 13 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de maio para junho, seguindo a média nacional de 13,5% registrada no período. As maiores altas foram observadas nos estados do Paraná (28,4%), de Mato Grosso (25,6%), Goiás (20,8%), do Rio Grande do Sul (17,0%) e de Santa Catarina (16,8%).

Outros estados - Também tiveram alta os estados de São Paulo (14,8%), Pernambuco (13,5%), da Bahia (11,6%), de Minas Gerais (7,1%), do Ceará (6,8%), Pará (2,8%) e Rio de Janeiro (2,2%). O IBGE também calcula o resultado consolidado dos nove estados da Região Nordeste, com crescimento de 12,3% no período.

Recuo - Recuos foram observados apenas nos estados do Espírito Santo (-2%) e Amazonas (-1,1%).

Outras comparações - Na comparação com junho de 2017, a produção industrial cresceu em 11 dos 15 locais, com destaque para os estados do Pará (13,3%) e de Pernambuco (10%). Quatro locais tiveram queda, sendo a maior delas no Espírito Santo (-7,3%).

Acumulado - No acumulado do ano, houve crescimento em dez dos 15 locais. A principal alta foi observada no Amazonas (15,6%). Dos cinco locais em queda, as reduções mais expressivas foram observadas no Espírito Santo (-5,5%) e em Goiás (-3,2%).

12 meses- Já no acumulado de 12 meses, foram observadas altas em 12 locais, com destaque para o Amazonas (10,8%) e Pará (9,9%). Dos três locais em queda, o Espírito Santo teve o maior recuo (-3,3%). (Agência Brasil)

 

BRASIL: Crescimento será mais brando, diz OCDE

 

brasil 09 08 2018O Brasil enfrenta um "abrandamento" do crescimento econômico, a exemplo de vários países desenvolvidos, enquanto a expansão da economia parece sólida nos Estados Unidos e no Japão, conforme avaliação da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

 

Indicadores - Os Indicadores Compostos Avançados (ICA) da OCDE, que procuram prever momentos de virada da atividade econômica em relação a sua tendência com seis a nove meses de antecedência, trazem um quadro menos tranquilizador do que em meses anteriores.

 

Base 100 - O indicador leva em conta um índice constante de base 100. Se o resultado para um país ficar abaixo de 100, significa que o crescimento será mais lento do que o normal.

 

Atenuação - A avaliação é de que os dados apontam para uma atenuação do ímpeto de crescimento nos países da OCDE como um todo. São países desenvolvidos ou emergentes como o México, por exemplo.

 

Outros países - Os indicadores da entidade, sediada em Paris, apontam assim para o abrandamento do crescimento no Canadá, na região do euro como um todo, incluindo a Alemanha, a França e a Itália, e também no Reino Unido.

 

Dinâmica estável - Por outro lado, a dinâmica estável do crescimento continua para os Estados Unidos e o Japão, informa a OCDE.

 

Economias emergentes - Entre as principais economias emergentes, o crescimento continua ganhando ímpeto para o setor industrial na China e para a Índia, segundo a OCDE, enquanto no Brasil e na Rússia os indicadores antecipam o abrandamento do impulso de crescimento, revela a organização.

 

Expansão menor - Ou seja, não é que essas economias estejam deixando de crescer, mas sim expandindo menos do que se esperava.

 

Tendência atual - A tendência atual, globalmente, reflete as incertezas provocadas pela guerra comercial deflagrada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra a China e outros parceiros. Essa é uma conclusão que a OCDE não menciona, mas que é amplamente propagada entre especialistas. (Valor Econômico)

 

OMC: Tensão entre EUA e China levará à desaceleração do comércio internacional

omc 09 08 2018O comércio mundial já começou a ser afetado pelas medidas protecionistas e pela guerra comercial iniciada pelo governo de Donald Trump. Dados publicados nesta quinta-feira (09/08), pela Organização Mundial do Comércio (OMC) apontam que o fluxo de exportação sofrerá uma desaceleração nos próximos meses. Para a entidade, a tensão política é a principal responsável.

Dados concretos - Esta é a primeira vez que a OMC apresenta dados concretos sobre o impacto da tensão, desde que americanos e chineses passaram a impor sanções, elevar tarifas e recorrer ao protecionismo. Diversos dados publicados ao longo da última semana por outras entidades já haviam revelado como a guerra comercial desacelerou o volume de cargas transportadas e até as encomendas à indústria alemã.

Quarto trimestre - No quarto trimestre de 2017, a expansão do comércio havia sido de 1,1%. Já nos três primeiros meses de 2018, o crescimento foi de apenas 0,2%. A OMC não traz uma previsão de quanto seria a taxa de crescimento ou de queda no segundo semestre. Contudo, admite que “a expansão comercial deve desacelerar ainda mais no terceiro trimestre de 2018”.

Tendência - Para medir a tendência do comércio, a OMC criou um indicador que coleta dados de exportações, cargas e outros índices setoriais considerados alguns dos pilares da economia mundial. Uma taxa de 100 pontos significa uma estagnação do crescimento do comércio. Para o terceiro trimestre do ano, o resultado apontou para 100,3 pontos, o que significa uma expansão praticamente insignificante. No trimestre passado, a pontuação havia atingido 101,8.

Fraqueza - “A perda de ritmo reflete a fraqueza de índices, como as encomendas de exportação e a produção e venda de carros, que podem estar respondendo às tensões comerciais”, alertou a entidade em um comunicado emitido em Genebra. “A tensão comercial cada vez maior coloca em risco as previsões do comércio e será monitorada de perto”, explicou a OMC.

Índices - Entre os índices, as encomendas por exportações caíram e chegaram a uma taxa de 97,2. O mesmo ocorreu com a venda de carros, com índices de 98,1. Os índices de carga aérea continuaram no campo positivo, assim como o dos portos e contêineres. Mas a OMC estima que “o crescimento parece ter passado seu ponto mais elevado”.

Componentes eletrônicos - O que ainda continua acima da tendência média é o comércio de componentes eletrônicos. O comércio agrícola se recuperou de uma baixa no segundo trimestre e seguiu a tendência geral, com 100,1 pontos.

Antes - Antes da eclosão da guerra comercial, a OMC previa um crescimento importante das exportações em 2018 e 2019, ainda que admitisse que uma certa desaceleração iria ocorrer. Em 2017, a expansão do comércio internacional em volume foi de 4,7% e, em valores, chegou a 10,7%, o melhor desde 2011, e atingiu US$ 17 trilhões. Para 2018, a previsão original é de que ela poder ser de 4,4%. Em 2019, a previsão inicial apontava para 4%.

Previsão - Agora, esta previsão pode ser revista para baixo, diante de uma nova desaceleração das exportações. Para a Organização Mundial do Comércio, os riscos são reais. Em colunas publicadas nesta semana em diferentes jornais internacionais, o diretor da instituição, Roberto Azevedo, deixou claro que “o comércio mundial está sob ameaça”. “Chame ou não a atual situação de guerra comercial, o que é certo é que os primeiros disparos foram feitos”, disse o brasileiro.

Forte escalada - Segundo ele, os dados da OMC mostram uma “forte escalada no uso de medidas restritivas nos últimos seis meses”. “A situação é extremamente grave”, afirmou. “As restrições recíprocas ao comércio não podem se transformar na nova regra”, alertou em uma referência ao perigo de que as medidas adotadas pelos americanos sejam rebatidas pela China ou outros parceiros, com retaliações e novos muros ao comércio. “Essa escalada ameaça ter um impacto econômico importante, ameaçando empregos e o crescimento de todos os países.” (O Estado de S.Paulo)

 


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