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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4388 | 08 de Agosto de 2018

JOVEMCOOP: Liderança jovem se reúne em Castro na próxima semana

jovemcoop 08 08 2018Jovens líderes de 12 cooperativas agropecuárias do Paraná vão se reunir em Castro, na região dos Campos Gerais, para participar do 27º Encontro Estadual da Juventude Cooperativista Paranaense, o Jovemcoop 2018, na segunda e terça-feira (13 e 14/08). Haverá representantes das cooperativas Bom Jesus, Castrolanda, Camisc, Integrada, Cocamar, Copacol, Lar, Cocari, C.Vale, Copagril, Coagru e Coopavel. O evento é uma realização do Sistema Ocepar que conta com apoio da Cooperativa Castrolanda.

Programação - No primeiro dia pela manhã as atividades ocorrerão no Centro Cultural Castrolanda, incluindo palestra com Alexandre Pellaes e a apresentação de cases de sucesso das cooperativas, no formato 15x15, organizado pela Escola de Criatividade de Curitiba. À tarde, os participantes farão uma visita técnica. No dia seguinte, a programação continua no Centro de Eventos Pessutão, quando será promovido o Fórum Jovem Coop. Depois, haverá um painel que vai debater o tema “O futuro começa cedo”, com Flávia Fontes, idealizadora do movimento #bebamamaisleite, e Diego Hypólito, atleta da seleção brasileira de ginástica artística, que é bicampeão mundial na modalidade solo.

 

jovemcoop folder 08 08 2018

 

CASTROLANDA: Agroleite 2018 homenageia Castro e a atividade leiteira

castrolanda 08 08 2018Antes mesmo de o sol nascer, é preciso ir ao trabalho. A ordenha não pode esperar. A tarefa exige sensibilidade, paciência, atenção e cuidado, para que as vacas desempenhem todo o seu potencial produtivo. A rotina é a mesma todos os dias, e o ofício não acaba quando termina. É preciso higienizar o ambiente para a próxima ordenha, e assim a cada vez. A atividade leiteira não para. Se não é na ordenha, é observando os animais, ofertando alimentação, cuidando da saúde daqueles que não estão bem. Todos os dias, seja domingo, seja feriado.

Reconhecimento - Para atuar na pecuária de leite é essencial o amor, profissionalismo, dedicação, e é essa atividade, muitas vezes árdua e cansativa, que trouxe um importante reconhecimento para o município de Castro. Através da Lei Federal nº 13.584, Castro tornou-se oficialmente a Capital Nacional do Leite, e este é o tema do Agroleite 2018. É a vitrine da cadeia do leite na Capital Nacional do Leite.

Orgulho - Para a Cooperativa Castrolanda, organizadora do evento, é um orgulho participar deste momento e fazer parte desta história, pois a formação da cooperativa se deu através da pecuária leiteira, com a vinda de 46 famílias de imigrantes holandeses, que trouxeram cerca de 1.200 cabeças de gado. O presidente da Castrolanda, Frans Borg, comenta que a produção de leite em Castro tem características muito particulares. “Os altos índices de produção e qualidade do leite são resultado de um trabalho de excelência desenvolvido pelos produtores castrenses. Eles se comprometem com a atividade e investem em tecnologia, melhoramento genético e profissionalização de suas propriedades. A homenagem ao trabalho que eles executam é mais que merecida”, comenta o presidente da Castrolanda.

Data - Neste ano, o Agroleite acontece entre os dias 14 e 18 de agosto na Cidade do Leite e no Parque de Exposições Dario Macedo. O evento traz, além de uma vasta área comercial, o conhecimento e a troca de experiências nas palestras e fóruns técnicos. Ronald Rabbers, membro do Comitê de Bovinocultores da Castrolanda, conta que retornam para a programação o Torneio Leiteiro, agora com competições que envolvem volume e aproximação, e o Seminário Internacional, com apresentação dos melhores conteúdos para atualização profissional tanto dos produtores como para técnicos da atividade leiteira.

Trilha do Leite - A novidade da edição é a Trilha do Leite. Os visitantes conhecerão, através de pequenas palestras em estações, o caminho do leite, desde a criação da bezerra até a industrialização do produto. As apresentações serão diárias, em determinados horários da programação geral e para um número determinado de pessoas. Na pista de julgamento da Arena Agroleite, serão apresentados animais das Raças Holandesa Preta e Branca e Vermelha e Branca e também da Raça Jersey. O ponto alto é a escolha da Vaca do Futuro e da Campeã Suprema.

Troféu - A cerimônia de entrega do Troféu Agroleite também gera muita expectativa. Marcada para às 20 horas da quarta-feira (15/08), a solenidade reconhece os destaques do ano anterior em 18 categorias, como genética, nutrição, medicamentos, forragens, sementes, associação de produtor, técnico do ano e agente financeiro. Os finalistas são as três empresas que mais receberam indicações em votações na internet.

Apoio - O evento conta com o apoio institucional da Prefeitura de Castro, Fundação ABC e das Associações das Raças Holandesa e Jersey. É patrocinado na cota Diamante pela Nutron, Tetra Pak, Italac, MSD Saúde Animal e Caixa Econômica Federal. Na cota Ouro recebe a chancela da DuPont Pioneer, Sicredi, Irrigabrasil, Select Sires, Phibro, Calpar e United Airlines, e na cota Prata conta com o patrocínio do BRDE, Elanco, Atlântica Sementes, Banco do Brasil, Copel Telecom, New Zealand Trade e Enterprise, Ceva, Allflex, Coonagro, PGG Wrightson Seeds, Vallée, Fertilizantes Castrolanda, Brandt e Cescage Genética.

Programação - Para conferir a programação completa e fazer as inscrições para os eventos basta acessar www.agroleitecastrolanda.com.br. A entrada no evento é gratuita. (Assessoria Castrolanda)

 

PR COOPERATIVO: Celebração do Dia de Cooperar é tema de reportagem especial

parana cooperativo 08 08 18Atitudes simples movem o mundo. Essa é a chamada de capa da edição nº 161 da revista Paraná Cooperativo, produzida pela Assessoria de Comunicação do Sistema Ocepar. Este número mostra como foi a celebração do Dia C – Dia de Cooperar que, neste ano, ocorreu em 30 de junho em todo o país. No Paraná, milhares de voluntários de cooperativas também estiveram mobilizados em diferentes ações voltadas à saúde, educação financeira, conscientização ambiental, arrecadação de donativos, entre outras, colocando em prática o 7º princípio do cooperativismo – o interesse pela comunidade. “Cuidar do econômico sem descuidar das pessoas. Essa é a natureza do cooperativismo, um modelo de negócios que já envolve um em cada cinco brasileiros”, afirma José Roberto Ricken, na seção Palavra do Presidente. “E, apoiados nas ações do Dia C, conseguimos mostrar ao mundo que é possível crescer com democracia, equidade e justiça social; que as pessoas podem, por meio da cooperação, progredir e se desenvolver como pessoas e profissionais; e que nos orgulhamos em fazer parte deste movimento que tanto tem feito para tornar este mundo melhor para nós e para as próximas gerações”, acrescentou.

Entrevista – Desta vez, o entrevistado é o presidente da Unicic – União das Associações dos Moradores, Clube de Mães, Grêmios Esportivos e Entidades Sociais da CIC, Oscar Moreira. Em Curitiba, as atividades do Dia C foram realizadas no Parque dos Tropeiros, no bairro Cidade Industrial de Curitiba (CIC), o mais populoso da capital paranaense, com apoio da entidade. Para o líder comunitário, as pessoas estão percebendo que não conseguem melhorar a vida no bairro se estiverem desunidas. Ele acha que, atuando em conjunto, os cidadãos ficam mais fortes.

Mais – A publicação traz ainda uma matéria sobre a visita que cooperativistas do Mercosul, entre os quais o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, fizeram à Naníbia, Botsuana e África do Sul, entre os dias 25 e 29 de junho, em busca de oportunidades comerciais para o setor de leite e derivados. O Encontro Estadual de Agentes 2018, realizado dias 19 e 20 de julho, no Sesc Caiobá, e a mobilização das cooperativas dos ramos agropecuário e transporte para evitar prejuízos com o tabelamento de preços mínimos de fretes são outros temas tratados na revista, que tem muito mais.

Clique aqui para conferir na íntegra a edição nº 161, da revista Paraná Cooperativo

 

UNITÁ: Cooperativa e Agências dos Trabalhadores se preparam para novas contratações

 

Atentos a cada indicador de contratação apresentado pelo Departamento de Gestão de Pessoas da Unitá, os representantes de Agências dos Trabalhadores das cidades da região de Ubiratã, demonstraram, durante um encontro promovido pela Central na última sexta-feira (03/08), uma grande expectativa com o número de vagas a serem abertas nos próximos meses.

 

Recrutamento - Com as obras da 2ª linha de abate em fase de conclusão, a Unitá junto com as Agências, já se planeja para dar início ao recrutamento de interessados a compor o quadro de colaboradores da Cooperativa, que hoje conta com mais de 2 mil postos de trabalhos ocupados.

 

Diversos sonhos - “Estou na Unitá desde 2013. No momento em que passei a fazer parte desta família conquistei diversos sonhos, entre eles a casa própria. Preciso destacar que esta realização, só foi possível graças a Cooperativa, que além de me oferecer inúmeros benefícios como a saúde, alimentação, apoio social, educação entre outros, também me proporciona uma importante estabilidade financeira que contribuiu diretamente para o financiamento da minha casa”, explicou a monitora do setor de Miúdos, Marinete Gomes dos Santos, que é moradora de Ubiratã e que se orgulha em ter na sua cidade Natal uma Cooperativa como a Unitá.

 

Primeira fase - Segundo o presidente da Copacol e Unitá, Valter Pitol, na primeira fase de contratação que vai até o mês de outubro, serão efetivados 800 colaboradores. “Nosso principal objetivo é oferecer oportunidades de crescimento para toda região de Ubiratã com estas 2 mil vagas a serem preenchidas até 2020. Queremos dar continuidade a este crescimento de toda a região e proporcionar qualidade de vida e oportunidades para todos”, enaltece o presidente Pitol.

 

Reunião - Na reunião promovida durante a última semana os representantes das agências do trabalhador de Ubiratã, Campina da Lagoa, Juranda, Laranjal, Nova Cantu, Mamborê e Altamira do Paraná, puderam conhecer um breve planejamento da Cooperativa para o recrutamento de pessoas e o início de cada etapa para seleção de candidatos. 

 

Seletivas - “Estamos ansiosos para dar início a estas seletivas, pois sabemos que nossa cidade tem um potencial grande para contribuir com mão de obra para a ampliação da Unitá. É preciso fomentar ainda que desde que a Cooperativa se instalou em nossa cidade, nossa economia melhorou significativamente e agora com a ampliação a expectativa é ainda maior”, disse o gerente da agência do trabalhador de Ubiratã, Luiz Antonio Feitosa. (Imprensa Copacol/Unitá)

 

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COPAGRIL I: Aniversário de 48 anos será celebrado quinta-feira

copagril 07 08 2018Na próxima quinta-feira (09/08) a Cooperativa Agroindustrial Copagril vai celebrar seu aniversário de 48 anos. De acordo com o diretor-presidente da cooperativa, Ricardo Sílvio Chapla, a data tem vários motivos para ser comemorada pelos associados e funcionários. “Chegamos a esse aniversário com uma excelente condição: de sermos uma empresa bilionária e que tem ótimas perspectivas de crescimento”, salienta.

Balizador - Segundo ele, o Planejamento Estratégico Rota 50 é o balizador das ações da Copagril e contempla o desenvolvimento de novos mercados, a diversificação das atividades dos associados e a gestão focada em resultado.

Projetos de investimentos - Conforme o diretor-presidente, para concretizar o planejamento estão sendo estudados projetos de investimentos nas diferentes áreas de negócios da cooperativa.

Metas - Todas as ações que a Copagril está implantando e que planejou visam o alcance de metas estabelecidas para serem alcançadas até o ano de 2020, quando a cooperativa completará 50 anos de fundação. “Contamos com o empenho de todos os nossos associados e funcionários, que somam mais de 8 mil pessoas. Cada um fazendo a sua parte com eficiência será possível alcançarmos as metas, fortalecendo ainda mais a cooperativa e seus associados”, pontua Ricardo Chapla.

Fundação - A Copagril foi fundada em 9 de agosto de 1970 por um grupo de produtores rurais que tinham como atividade principal agricultura e suinocultura. A união deles em forma de cooperativa ocorreu motivada pelo anseio de ter maior acesso a insumos, comercialização e valorização da produção agrícola.

Outras atividades - Atualmente, além de trabalhar com recebimento e armazenagem de grãos (18 unidades), a cooperativa atua na assistência técnica agropecuária; tem uma estação experimental; atua na área industrial (duas fábricas de rações e uma unidade industrial de aves); prestação de serviços (Transcopagril); e setor comercial com 22 lojas agropecuárias, cinco supermercados, quatro postos de combustíveis e uma loja de maquinários agrícolas.

Fundamental no campo - A partir de suas equipes profissionais, a Copagril oferece assistência técnica aos seus associados, visando potencializar a capacidade produtiva nas propriedades rurais, seja na agricultura, suinocultura, avicultura ou pecuária leiteira. A cooperativa também realiza cursos, seminários e dias de campo visando transmitir aos seus cooperados o máximo de informações que possam contribuir para a melhoria das suas atividades, para a sustentabilidade da propriedade rural e para o aumento da renda e da qualidade de vida no campo. (Imprensa Copagril)

 

COPAGRIL II: Cooperativa recebe dois Prêmios de Excelência em Guaíra

copagril II 08 08 2018A Cooperativa Agroindustrial Copagril foi homenageada durante evento realizado no sábado (04/07), em Guaíra, quando recebeu o 10º Prêmio Excelência, organizado pela Associação Comercial e Empresarial de Guaíra (Aciag). Na ocasião, foram recebidos dois prêmios, nas categorias: cooperativa e venda de implementos agrícolas.

Presenças - Estiveram presentes à cerimônia de homenagem o gerente da Divisão Pecuária, Enoir José Primon, o supervisor das Lojas Agropecuárias Copagril, Diego Silva, o gerente da loja de Guaíra, Mauro Vanin, e o funcionário do setor de Compras, Everton Doebber.

Agradecimento - A diretoria executiva da Copagril agradece a toda a comunidade de Guaíra pela indicação para recebimento dos prêmios e reitera seus votos de compromisso com a qualidade dos produtos e serviços ofertados no referido município.

Há 45 anos - A Copagril foi fundada em 1970 em Marechal Cândido Rondon e está presente no município de Guaíra desde 1973, quando instalou uma das suas primeiras unidades de recebimento de grãos e a primeira balança, com capacidade para 60 toneladas. O trabalho da cooperativa também logo se estendeu para as localidades de Bela Vista e Doutor Oliveira Castro, onde também mantém até hoje unidades de recebimento e armazenagem de grãos, inclusive com amplos investimentos.

Unidade - Está localizada em Bela Vista (Guaíra) a Unidade de Recria de Matrizes e Produção de Ovos Férteis Copagril, uma ampla estrutura de granjas instaladas em uma área de 100 alqueires, as quais são fundamentais na cadeia avícola da cooperativa. (Imprensa Copagril)

 

INTEGRADA: Um olhar para o presente e futuro

 

integrada 08 08 2018Com o objetivo de alcançar voos cada vez mais altos, a Integrada tem trabalhado com o objetivo de reforçar a sua identidade organizacional por meio de sua missão, visão e valores. Com o apoio de importantes consultorias empresariais, a Integrada ganhou mais foco para seguir à risca o seu planejamento estratégico.

 

Visão e missão - A sua visão continua a mesma, que é ser referência entre as maiores cooperativas do País. Atualmente, a Integrada está entre as dez maiores cooperativas do Brasil. A missão da cooperativa é continuar crescendo cada vez mais promovendo o desenvolvimento dos cooperados e colaboradores, bem como atender aos anseios de clientes e fornecedores, por meio de produtos e serviços de excelência e atuando com sustentabilidade.

 

Eficácia - A eficácia de uma mudança como essa só é possível com os esforços dos cooperados e colaboradores que necessitam assumir e praticar a missão, visão e valores.

 

Valores - Os valores da cooperativa ganharam um reforço nessa nova estruturação da identidade organizacional da Integrada. São eles:

 

Cooperação - Procuramos construir uma sociedade melhor, baseado no espírito cooperativista: solidariedade, equidade, responsabilidade, compromisso e participação democrática.

 

Integridade - Objetivamos gerar o respeito e admiração de todos ao agirmos com ética, respeito mútuo, transparência, honestidade e confiabilidade.

 

Valorização de pessoas - Valorizamos as pessoas, sem distinção, apoiando-os em suas realizações.

 

Qualidade e excelência empresarial - Produzimos e fornecemos produtos e serviços com qualidade, atuando com eficiência, eficácia e efetividade, gerando resultados.

 

Inovação e Sustentabilidade - Representa todas as iniciativas voltadas para a sustentação do crescimento econômico com respeito aos aspectos sociais e ambientais para as atuais e futuras gerações. (Imprensa Integrada)

 

SICREDI UNIÃO: Gerente falará sobre cooperativismo de Crédito na OAB-Londrina

 

sicredi uniao 08 08 2018O gerente de Desenvolvimento Regional da Sicredi União PR/SP, David Conchon, é o convidado da Comissão de Direito Agrário e do Agronegócio da OAB-Londrina para falar sobre o cooperativismo de crédito no Brasil. 

 

Atuação - O bate-papo será às 10h15, na sexta-feira (10/08), na Sala do Conselho, na sede da entidade. A Sicredi União atua no Norte e Noroeste do Paraná e Centro Leste Paulista. Está entre as maiores cooperativas de crédito do Sistema Sicredi. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Peça "Qual vai ser?" é sucesso em Campo Mourão (PR)

A cidade de Campo Mourão (PR) recebeu, no dia 7 de agosto, o espetáculo “Qual vai ser?”, um projeto cultural do Sicredi com o apoio do Ministério da Cultura por meio da lei Rouanet. A peça de teatro aborda as dúvidas dos jovens em relação a escolha profissional, após o fim do Ensino Médio e traz o tema de educação financeira para perto de adolescentes e adultos.

Público - O espetáculo, apresentado no Centro de Eventos Celebra, contou com a participação de mais de 600 pessoas, entre elas jovens e adolescentes, além de associados e convidados do Sicredi.

Enredo - A apresentação narra a trajetória de Daniel, um adolescente que, ao acabar o colegial, tem que decidir entre assumir o pequeno armazém recém-comprado pelo pai ou ir para a universidade. Tuca, a irmã do protagonista, é viciada em compras e utiliza o cartão de crédito dos pais para financiar seus impulsos. De forma lúdica, a história traz temas como educação financeira, empreendedorismo e cooperativismo em situações cotidianas, aproximando-se do público jovem.

Diferencial - O espetáculo tem como diferencial mesclar as linguagens da comédia e do stand-up por meio da interação dos atores com a plateia. No Paraná, a peça também será apresentada nas cidades de Mandaguari e Maringá.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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UNIMED MARINGÁ: Cooperativa orienta população sobre surto de sarampo

 

unimed maringa 08 08 2018O sarampo é uma infecção viral grave, principalmente para crianças pequenas. Extremamente contagiosa, a doença pode evoluir com complicações e levar ao óbito. No Brasil, até então, desde 2001 não havia registro de sarampo autóctone, isso é, aquele que é adquirido dentro do país, tanto que em 2016 a Organização Panamericana de Saúde (OPAS) conferiu o certificado de eliminação da doença. Porém, o vírus voltou a circular e fez vítimas após a entrada de venezuelanos infectados.

 

Boletim epidemiológico - De acordo com o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, o país tem mais de mil casos confirmados. Até o momento, existem dois surtos, ambos na Região norte: no Amazonas com 742 casos e em Roraima com 280. Outros casos confirmados estão em moradores dos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rondônia e Pará.

 

Vírus - De acordo com o infectologista da Unimed Maringá, José Ricardo Colleti Dias, o vírus geralmente se espalha no ar quando uma pessoa infectada tosse ou respira. Além de secreções respiratórias ou da boca, também é possível se contaminar por meio da dispersão de gotículas com partículas virais no ar, que podem perdurar por tempo relativamente longo. "O sarampo é tão contagioso que pode ser transmitido a alguém que esteja a até dois metros de distância, por isso, ambientes fechados são mais propícios para a transmissão", diz.

 

Vacinação - A única forma de prevenção do sarampo é a vacinação, por isso, o surto na Região norte poderia ser muito menor se a população brasileira estivesse devidamente imunizada. As crianças devem tomar duas doses das vacinas combinadas de rubéola, sarampo e caxumba, conhecida como tríplice viral. A primeira dose deve ser administrada com um ano de idade e a segunda, entre quatro e seis anos. Já os adolescentes e adultos (homens e mulheres) devem tomar a vacina tríplice viral ou dupla viral (contra sarampo e rubéola). (Imprensa Unimed Maringá)

 

EXPORTAÇÕES: Rússia pode voltar a importar carne suína até o fim deste mês

 

exportacoes 08 08 2018O ministro Blairo Maggi, (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta terça-feira (07/08) acreditar que o embargo russo à carne suína brasileira poderá se encerrado até o fim deste mês. “Estive, agora com o presidente Michel Temer, na reunião do BRICs, quando conversamos com o ministro da Agricultura, Dmitri Patrushev, e o presidente Vladimir Putin Putin, e nossas áreas técnicas finalmente ajustaram suas demandas”. O ministro falou sobre o assunto em entrevista, depois de participar da ExpoFenabrave, em São Paulo.

 

Consulta - Na reunião do BRICs, no final de julho, na África do Sul, Maggi disse ter consultado o ministro russo “se havia qualquer impedimento político para o retorno ao mercado do país. Ele garantiu que não, que eram somente questões técnicas, que já foram resolvidas”. O ministro lembrou ter chegado nesta semana o primeiro navio de trigo da Rússia importado pelo Brasil, uma das exigências de comércio múltiplo entre os dois países. E observou que também o mercado de peixes foi aberto. “Já liberamos vários frigoríficos deles, principalmente de bacalhau”.

 

Novos mercados - Ele falou ainda sobre a abertura de novos mercados no exterior, como o da Coréia do Sul, “mercado importante, mas que cobra um imposto para o ingresso dos produtos”, assunto que, segundo o ministro, será discutido em uma segunda etapa de negociação. “Estamos dispostos a entrar no mercado da África do Sul, com a atividade de suinocultura, muito importante para o Brasil”.

 

Estudo - Durante o evento, o ministro apresentou aos participantes estudo da Embrapa de macrologística. “É uma visão prática do transporte de cargas. Estamos oferecendo ao governo, do qual fazemos parte, um instrumento para consulta num momento de decidir os projetos de logística do país”, explicou.

 

Produção agrícola - “Quando houver a implantação de uma nova rodovia, ferrovia, hidrovia, o estudo demonstra o foco da produção agrícola. Mas não serve somente para quem planta, mas para quem transporta, para quem faz parte de todo o processo, como o setor de veículos, de equipamentos e assim por diante”.

 

Importância - Maggi comentou sobre a importância do agronegócio, destacando a projeção de crescimento do setor, que é de 30% para os próximos dez anos. (Mapa)

 

ENERGIA ELÉTRICA I: Subsídios tarifários podem custar R$ 1,4 bi a mais aos consumidores

 

energia eletrica I 08 08 2018A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) propôs o aumento do orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo setorial pago por todos os consumidores por meio da tarifa) em R$ 1,45 bilhão, elevando o total que será desembolsado de R$ 18,8 bilhões para R$ 19,6 bilhões. A proposta será submetida a audiência pública a partir desta quarta-feira (08/08), até 28 de agosto.

 

Subsídios tarifários - Administrada pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) desde o ano passado, a CDE é um fundo setorial que inclui custeio de subsídios tarifários a diversos consumidores, como baixa renda e rural, custear a geração de energia nos Sistemas Isolados, garantir a modicidade tarifária, entre outros.

 

Pleito - A revisão proposta foi motivada por um pleito da própria CDE, que identificou, com base nas despesas e receitas apuradas no primeiro semestre, que os recursos não seriam suficientes. O montante proposto é ainda menor do que o defendido pela CCEE, que tinha pedido uma suplementação de R$ 2 bilhões no orçamento do fundo setorial para pagar o planejado e "suportar as eventuais contingências."

 

Descontos - Segundo a área técnica da agência reguladora, parte do descasamento de caixa do fundo setorial se deu devido aos descontos tarifários concedidos às distribuidoras maiores que o esperado, por conta do reajuste médio das tarifas em R$ 14,9% (também acima do esperado) e ao aumento da migração de consumidores para o mercado livre, na qual há descontos para consumidores de fontes incentivadas.

 

Orçamento atualizado - Os descontos tarifários subsidiados pela CDE tiveram o orçamento atualizado de R$ 6,94 bilhões para R$ 8,36 bilhões, uma vez que, entre janeiro e julho, os descontos somaram R$ 4,7 bilhões. Já os descontos concedidos em transmissão foram reduzidos em R$ 175 milhões, por conta do saldo que restou de 2017, quando houve superávit na arrecadação.

 

Reserva Global de Reversão - A mudança também já prevê que menos recursos da Reserva Global de Reversão (RGR) serão transferidos à CDE, pois o prazo de "designação" das distribuidoras da Eletrobras foi adiado de julho até o fim deste ano. Desde que a estatal devolveu as concessões, em julho de 2016, os recursos da RGR têm sido utilizados para viabilizar a operação das concessionárias do Norte e Nordeste. (Valor Econômico)

 

ENERGIA ELÉTRICA II: Demanda por energia cresceu em setores mais afetados por greve de caminhoneiros

 

energia eletrica II 08 08 2018Os setores da economia que sentiram mais os efeitos da greve dos caminhoneiros, em maio, tiveram aumento na demanda por energia em junho, segundo dados contabilizados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) obtidos com exclusividade pelo Valor.

 

Dados mensais - A CCEE, responsável pelo gerenciamento da comercialização de energia elétrica no Brasil, apresenta mensalmente os dados de uso de energia divididos por segmento de consumo no ambiente de contratação livre, mercado no qual os grandes consumidores - como as principais indústrias do país - podem escolher de quem comprar energia.

 

Queda - Em maio, excluindo as cargas novas, resultantes da migração de novos clientes para o mercado livre, o consumo de energia caiu 2,3% na comparação com o mesmo período do ano passado, refletindo, em grande parte, os efeitos da greve dos caminhoneiros.

 

Mercado livre - Em junho, o mercado livre teve queda de 0,6%, demonstrando uma leve recuperação em relação a maio. Segundo a CCEE, apesar da leve retração, a compensação no consumo dos setores mais afetados pela greve confirma a recuperação de alguns ramos da atividade, que sofreram quedas significativas em maio.

 

Indústria de madeira - A indústria de madeira, papel, e celulose, teve alta de 4,9% no consumo em junho, contra a queda de 1,7% sentida em maio.

 

Veículos - O setor de produção de veículos, por sua vez, teve alta de 4,8% no consumo. Em maio, a queda tinha sido de 4,7%.

 

Alimentos - A indústria alimentícia viu uma alta de 2,3% no consumo de energia em junho na comparação anual, depois de uma baixa de 11,2% em maio. O setor de bebidas, por sua vez, teve alta de 1,7%, contra a retração de 4,5% sentida no mês da greve.

 

IBGE - A CCEE lembrou que a performance da produção industrial, divulgada pelo IBGE na semana passada, corrobora o resultado positivo de junho. Os setores que registraram as maiores quedas em maio foram os que tiveram as maiores influências positivas em junho, considerando as séries com ajuste sazonal.

 

Alta - O segmento de veículos, reboques e carrocerias teve alta de 47,1%, seguido por bebidas, com alta (33,6%), produtos alimentícios (19,4%), fabricação de produtos de maneira (17,6%) e celulose, papel e produtos de papel (17,9%). Esses setores foram os mesmos cujo consumo de energia subiu no mercado livre.

 

Acumulado - No acumulado no primeiro semestre do ano, o consumo de energia no mercado livre cresceu 1%. (Valor Econômico)

 

INFRAESTRUTURA: Governo atende a exigências do TCU para acelerar leilão da Ferrovia Norte-Sul

 

infraestrutura 08 08 2018Na tentativa de leiloar um trecho da Ferrovia Norte-Sul ainda este ano, o governo decidiu acatar todas as mudanças determinadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a concessão. A intenção do Palácio do Planalto é realizar o leilão no dia 1.º de novembro. Se der certo, será o primeiro trecho de ferrovia concedido nos últimos 11 anos.

 

Parte crucial - Conhecida como a “espinha dorsal” do sistema ferroviário, a Norte-Sul é parte crucial do mapa logístico nacional, porque integra praticamente todas as malhas existentes do País e aquelas que ainda estão planejadas para sair do papel. Iniciada em 1987 no governo de José Sarney com a meta de cruzar o País, a obra ficou parada por décadas e foi retomada no governo Lula.

 

Trecho único - Hoje, a ferrovia tem um único trecho de 720 km em operação, entre Açailândia e Palmas (TO), concedido à mineradora Vale em 2007. O trecho central e sul que agora será concedido inclui mais 1.537 km nessa extensão. A concessão à iniciativa privada já era prevista na gestão de Dilma Rousseff e foi incluída por Michel Temer no Programa de Parceria de Investimento (PPI) em dezembro de 2016. A minuta do edital foi enviada pelo governo ao TCU em março deste ano.

 

Análise técnica - O Estado teve acesso à análise técnica realizada pelos auditores do tribunal. O processo, que traz nove determinações de ajustes no edital e oito recomendações ao governo, será relatado ao ministro do TCU Bruno Dantas. A expectativa do governo é de que a votação desse processo pelo plenário da Corte de contas ocorra no dia 15 de agosto.

 

Mudanças - Uma das principais mudanças feitas pelo TCU diz respeito à compra de locomotivas e vagões exigidas no edital. A previsão inicial era de que a concessionária que assumir o trecho de 1.537 km entre Porto Nacional (TO) e Estrela D’Oeste (SP), pelo prazo de 30 anos, teria de gastar R$ 2,8 bilhões em várias aquisições. A maior parte desse valor – R$ 2 bilhões – seria usada para comprar 113 locomotivas e 3.795 vagões, o chamado “material rodante”. O TCU revisou as projeções de uso e demanda e retirou 14 locomotivas e 416 vagões das exigências, reduzindo os investimentos obrigatórios em R$ 246,2 milhões, o que acaba dando mais fôlego ao empreendedor na hora de dar seu lance no leilão. O trecho que será concedido já custou R$ 10 bilhões aos cofres públicos.

 

Maior lance - Pelo modelo do leilão, ganhará a concessão da Norte-Sul a empresa que oferecer o maior lance. O governo já tinha reduzido o valor do lance mínimo, de R$ 1,6 bilhão para R$ 1 bilhão. Mas o preço terá de passar por novos ajustes. Se por um lado o vencedor do leilão terá de comprar menos trens, por outro terá de assumir mais obras que não serão entregues pela estatal Valec, que construiu a Norte-Sul.

 

Lotes - Parte do traçado da ferrovia que ainda está em obras, mas prestes a ser concluído, está dividida em cinco lotes. O governo já tinha definido que a concessionária que assumir a ferrovia teria de gastar R$ 175 milhões em obras remanescentes dos lotes 4 e 5 da malha, enquanto a Valec terminaria as obras dos lotes 1, 2 e 3. Por conta dos atrasos da estatal, no entanto, o Estado apurou que o governo decidiu que vai repassar as obras do lote 1 para a concessionária. Hoje a Valec calcula que faltam R$ 119 milhões para concluir esse trecho.

 

Direito de passagem - Outra decisão importante diz respeito ao direito de passagem na ferrovia, ou seja, a autorização para que a carga da Norte-Sul possa entrar e sair de outras malhas que se conectam à sua rede. Localizada na região central do País, a Norte-Sul não se liga diretamente a um porto, e por isso precisa passar por malhas de outras cinco concessionárias já existentes para chegar a Santos (SP) ou Itaqui (MA).

 

Aditivo - Para que a nova ferrovia não tenha problemas com o acesso a essas malhas de terceiros, ficou decidido que todas as concessionárias ligadas à Norte-Sul – Estrada de Ferro Carajás, VLI, Transnordestina, MRS e Rumo – terão de assinar um aditivo aos seus atuais contratos, com autorização para que toda carga da nova concessionária possa trafegar em seus traçados. Passado esse prazo, essas empresas negociarão o direito de passagem de forma bilateral. Se não chegarem a um acordo, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) terá de arbitrar sobre o assunto. (O Estado de S.Paulo)

 

CÂMARA I: Plenário aprova MP que obriga Conab a contratar percentual mínimo de transportadores autônomos

 

camara I 08 08 2018O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (07/08), a Medida Provisória 831/18, que determina à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) contratar um mínimo de 30% dos serviços de transporte de grãos com cooperativas e associações de transportadores autônomos. A matéria será enviada ao Senado.

 

Reivindicação - Essa regra foi uma das reivindicações do setor nas negociações para acabar com a greve ocorrida no fim de maio deste ano.

 

Projeto de lei de conversão - O texto foi aprovado na forma do projeto de lei de conversão apresentado pelo senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que retirou a possibilidade de contratação de sindicatos de transportadores autônomos. Para o relator, a contratação de sindicatos para uma função que não é a principal deles seria inconstitucional.

 

Movimentação de grãos - A Conab utiliza as transportadoras para movimentar grãos pelo País e garantir o abastecimento de todas as regiões com os estoques reguladores. Os serviços de transporte são contratados por leilão eletrônico.

 

Mínimo ou máximo - A MP original previa a contratação de um máximo de 30% dos serviços de transporte com essa reserva de mercado, mas um acordo entre a categoria e a Casa Civil da Presidência da República em data posterior ao envio da MP para o Congresso mudou para contratação mínima de 30%.

 

Preço - O texto estipula ainda que o preço contratado não deverá ser maior que o praticado nas tabelas referenciais utilizadas pela Conab e permite à companhia contratar de outra forma se a oferta de serviço de transporte de cargas por essas entidades não for suficiente para suprir sua demanda.

 

Requisitos - O contratado terá de atender também aos requisitos estabelecidos no regulamento para transportes da Conab.

 

Três anos - Outra mudança no projeto de lei de conversão retirou a condição de que as associações de transportadores autônomos de cargas constituídas nos termos do Código Civil (Lei 10.406/02) tivessem, no mínimo, três anos de funcionamento para participar da contratação. (Agência Câmara)

 

CÂMARA II: Aprovada MP que isenta de pedágio o eixo suspenso de caminhão vazio

 

camara II 08 08 2018O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (07/08) a Medida Provisória 833/18, que garante a isenção do pedágio para o eixo suspenso de caminhão vazio em todas as rodovias do território nacional. A matéria será enviada ao Senado.

 

Pleito - Essa foi uma das reivindicações dos caminhoneiros na greve que durou mais de uma semana no fim de maio. A isenção estava sendo aplicada apenas em rodovias federais porque os estados interpretavam que a lei dos motoristas (Lei federal 13.103/15) não abrangia as rodovias estaduais.

 

Abrangência - Agora, a lei ficou mais clara para abranger explicitamente todas as rodovias federais, estaduais, distritais e municipais, inclusive as concedidas.

 

Disciplinamento - Cada ente federativo deverá disciplinar a forma, técnica e operacional, a ser usada para viabilizar a isenção do pedágio para o eixo suspenso.

 

Novidade - A novidade no projeto de lei de conversão da matéria, de autoria do senador Agripino Maia (DEM-RN), é um dispositivo determinando que a alternativa de aumento de pedágio para os demais usuários a fim de compensar a isenção para os caminhões deverá ser adotada apenas depois de esgotadas as demais opções de reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos das rodovias concedidas.

 

Definição - A MP reproduz trechos do Decreto 8.433/15, do governo federal, que regulamentou o tema. Esse decreto, agora incorporado na lei, diz que, até a regulamentação por cada órgão, serão considerados vazios os veículos de transporte de carga que passarem pelas praças de pedágio com um ou mais eixos suspensos, ressalvada a fiscalização dessa condição pela autoridade com circunscrição sobre a via.

 

ANTT - No caso federal, o decreto remete à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a definição das medidas técnicas e operacionais para viabilizar a isenção.

 

Veículo vazio - Por meio da Resolução 4.898/15, a agência prevê que a condição de veículo vazio, nas rodovias federais, inclusive as concedidas, será verificada a partir de avaliação visual; da documentação fiscal; do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT); ou do peso bruto total do veículo.

 

Verificação - Essa verificação poderá ser feita a partir das cabines específicas de pedágio, de postos de pesagem ou com fiscalização da ANTT ou da autoridade de trânsito.

 

Penalidade - Para os caminhões que circularem com os eixos indevidamente suspensos, ou seja, que levarem carga com sobrepeso por eixo em contato com a rodovia, a MP determina a aplicação da penalidade de furar praça de pedágio ou de pesagem, prevista no Código de Trânsito Brasileiro. A penalidade é de multa e a infração é considerada grave. (Agência Câmara)

 

ECONOMIA I: Após disparar com greve dos caminhoneiros, inflação abranda em julho

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou para 0,33% em julho, após ter disparado um mês antes, para 1,26%, a maior alta para junho desde 1995, por causa da greve dos caminhoneiros. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Acima das estimativas - Apesar da suavização no ritmo de alta de um mês para outro, o indicador de inflação oficial do país ficou acima da média das estimativas obtidas pelo Valor Data junto a 37 consultorias e instituições financeiras, de 0,27%. O intervalo das projeções ia de 0,21% a 0,47% de aumento em julho. No sétimo mês de 2017, o IPCA havia subido 0,24%.

Alimentação e Bebidas - O grupo Alimentação e Bebidas inverteu de rumo entre junho e julho, indo de alta de 2,03% para queda de 0,12%. Habitação saiu de 2,48% para 1,54% de avanço e Transportes foram de 1,58% para 0,49% de aumento. Essas duas últimas classes de despesa foram as que mais contribuíram na composição do IPCA de julho e tiveram as maiores variações entre os grupos de produtos e serviços pesquisados, destacou o IBGE.

Habitação - Conforme a pesquisa, no grupo Habitação, o item energia elétrica (5,33%) desacelerou em relação a junho (7,93%), mas foi o item que exerceu o principal impacto no índice de julho (0,20 ponto percentual).

Alta acumulada - Nos 12 meses encerrados em julho, o IPCA acumulou alta de 4,48%, contra uma expectativa média de 4,43% segundo o Valor Data. Em junho, o acumulado em 12 meses estava em 4,39%. A meta de inflação perseguida pelo Banco Central (BC) neste ano é de 4,5%.

Avanço - De janeiro a julho, o IPCA avançou 2,94%. No mesmo intervalo de 2017, a alta acumulada foi de 1,43%. (Valor Econômico)

ECONOMIA II: Mesmo com inflação em baixa, Copom não indica rumos da Selic

 

economia 08 08 2018Caso não ocorram mais choques na economia brasileira – como a paralisação dos caminhoneiros no mês de maio – o cenário da inflação deve manter-se em baixa. Mesmo assim, diante das incertezas da economia brasileira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) preferiu não fornecer indicações sobre suas próximas definições em relação à taxa básica de juros, a Selic.

 

Cenário confortável - “Todos avaliaram que, na ausência de choques adicionais, o cenário inflacionário deve revelar-se confortável. Entretanto, o maior nível de incerteza da atual conjuntura gera necessidade de maior flexibilidade para condução da política monetária. Os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”, diz a ata da reunião divulgada nesta terça-feira (07/08) pelo BC. 

 

Taxa mantida - Na última semana, o comitê decidiu manter a Selic em 6,5% ao ano, o menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica.

 

Reformas e ajustes - O Copom enfatizou, entretanto, que há necessidade de reformas e ajustes na economia brasileira para a “manutenção da inflação baixa no médio e longo prazos, para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia”. “A percepção de continuidade da agenda de reformas afeta as expectativas e projeções macroeconômicas correntes”, diz a ata.

 

Efeitos temporários - Na reunião, o Copom avaliou os efeitos da paralisação dos caminhoneiros na economia, indicando que devem ser temporários. O cenário é de continuidade do processo de recuperação econômica, embora em ritmo mais gradual do que o esperado antes da paralisação. Embora a inflação de junho tenha refletido os efeitos do movimento dos caminhoneiros, com alta de 1,26%, as “projeções de inflação para julho e agosto corroboram a visão de que os efeitos desses choques devem ser temporários”.

 

Ociosidade - Durante a reunião, o Copom avaliou que a economia segue operando com alto nível de ociosidade dos fatores de produção, refletido nos baixos índices de utilização da capacidade da indústria e, principalmente, na taxa de desemprego.

 

Economia internacional - Em relação à economia internacional, o comitê ressaltou que, mesmo com certa acomodação recente do mercado, os riscos de elevação dos juros em países avançados, com retirada de investimentos de países emergentes, e incertezas sobre o comércio global continuam.

 

Revés - Entretanto, o Copom voltou a destacar a capacidade da economia brasileira de absorver “revés no cenário internacional, devido à situação robusta de seu balanço de pagamentos e ao ambiente com inflação baixa no passado recente, expectativas de inflação ancoradas e perspectiva de recuperação econômica”.

 

Principal instrumento - A Selic é o principal instrumento do BC para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Ao definir a taxa Selic, o BC está mirando na meta de inflação, que é de 4,5% este ano, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. (Agência Brasil)

 

INTERNACIONAL: Nova rodada de tarifas dos EUA contra a China entra em vigor dia 23

 

internacional 08 08 2018Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (07/08) que em duas semanas começarão a cobrar tarifas de 25% sobre um adicional de US$ 16 bilhões em produtos importados da China, intensificando a guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo.

 

Sobretaxas - A partir de 23 de agosto, a alfândega americana começará a recolher sobretaxas sobre 279 linhas tarifárias de produtos, de uma lista inicial de 284, segundo comunicado divulgado pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR).

 

Nova lista -  A nova lista cobre produtos que vão de motocicletas e turbinas a vapor a vagões ferroviários. Será a segunda vez que os EUA aplicam sobretaxas a produtos chineses, apesar das queixas das empresas americanas de que essas iniciativas aumentam seus custos e, ao fim, elevam os preços ao consumidor.

 

Anúncio - Em 6 de julho os EUA anunciaram a cobrança de tarifas de 25% sobre US$ 34 bilhões em importações chinesas, o que levou a uma pronta retaliação de Pequim. A China prometeu retaliar novamente, no mesmo valor.

 

Estudo - O USTR está estudando a ainda adoção de sobretaxa sobre US$ 200 bilhões em importações chinesas. Essas novas tarifas podem entrar em vigor após um período de audiências públicas, que se encerra em 5 de setembro.

 

Todas as importações - O presidente Donald Trump sugeriu que poderá efetivamente taxar todas as importações de produtos chineses, que somaram mais de US$ 500 bilhões em 2017.

 

PIB global - Uma guerra comercial entre EUA e China reduziria o PIB global em 0,7 ponto até 2020. A economia chinesa sofreria um golpe de 1,3 ponto, e o PIB americano recuaria 1 ponto, segundo projeção da consultoria Oxford Economics.

 

Explosão - Embora não haja um grande risco de o mundo mergulhar numa "estagflação danosa", há a possibilidade de uma "explosão maior" que venha a reduzir muito o comércio, como aconteceu na década de 30, afirmou a consultoria.

 

Controle - No fim de semana, Trump disse que está no controle na guerra comercial. Pequim respondeu, por meio da mídia estatal, que está pronta para suportar as consequências econômicas.

 

Negociações - EUA e China vêm tentando retomar as negociações de alto nível, interrompidas depois que Trump seguiu adiante com suas ameaças de sobretaxas. Representantes do secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, e do vice-premiê da China, Liu He, vêm mantendo conversas reservadas enquanto buscam meios de retomar as negociações, segundo informaram duas fontes a par dos esforços.

 

Rodadas - Os dois lados realizaram três rodadas de discussões formais, começando com uma delegação enviada a Pequim em maio e liderada por Mnuchin. Depois da visita da Liu a Washington, no fim daquele mês, os dois países emitiram um comunicado conjunto prometendo reduzir o déficit comercial dos EUA com a China, entre outras coisas. Mas dias depois, Trump recuou no acordo, dizendo que as negociações "provavelmente terão de usar uma estrutura diferente".

 

Interrupção - As negociações foram interrompidas depois que o governo Trump impôs tarifas sobre US$ 34 bilhões em importações chinesas, que entraram em vigor em 6 de julho. (Valor Econômico)

 


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