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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4387 | 07 de Agosto de 2018

PARANA.COOP+10: Programa de Educação Política realiza capacitação no Centro-Sul e Norte/Noroeste

Uma equipe do Sistema Ocepar está percorrendo o interior do Estado nesta semana, realizando a segunda capacitação de agentes das cooperativas paranaenses dentro do Programa de Educação Política parana.coop+10, que visa sensibilizar as pessoas para um voto mais consciente e responsável nas próximas eleições. Nesta segunda-feira (06/08), o evento ocorreu na sede da Sicredi Campos Gerais, em Ponta Grossa, com representantes do Centro-Sul do Estado. Na manhã desta terça-feira (07/08), os cooperativistas do Norte e Noroeste receberam a formação, no auditório da Cocamar, em Maringá. Cada um dos encontros contou com cerca de 30 participantes.

Agenda - Nesta quarta-feira (08/08), será na Associação dos Funcionários da Primato, em Toledo, com profissionais das cooperativas do Oeste do Paraná. O ciclo encerra quinta-feira (09/08), na sede da Sicredi Pato Branco, em Pato Branco, com cooperativistas do Sudoeste. Os dois eventos têm início marcado para às 9h. As atividades estão sendo conduzidas pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, com apoio da assessora jurídica, Daniely da Silva, e do analista de TI, Felipe Lemes.

Atividades - A primeira etapa de formação teve início no dia 17 e 18 de julho, em Curitiba, e agora está sendo realizada de forma descentralizada, por Núcleos Cooperativos Regionais. O Programa de Educação Política das Cooperativas Brasileiras é uma iniciativa do Sistema OCB e destina-se ao seu público interno, composto por cooperativas de 13 ramos de atividades. A ação é apartidária e voluntária.

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ADAPAR: Seminário vai discutir agrotóxicos de uso agrícola, em Cascavel

adapar destaque 07 08 2018A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) promove, nos dias 22 e 23 de agosto, em Cascavel, Oeste do Estado, o Seminário sobre agrotóxico de uso agrícola, com apoio da Prefeitura Municipal, Escola de Gestão, Sistema Ocepar e Anda (Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícola e Veterinários). A ideia é promover a atualização dos fiscais da defesa agropecuária, profissionais ligados à produção agropecuária, estudantes e comunidade em geral.

Temas - A programação contempla a apresentação de palestras como “Panorama da fiscalização do uso do agrotóxico no Paraná”, “Portaria Adapar – Receituário Digital, Certificação de Propriedades”, “Responsabilidade civil e penal”, “Agrotóxicos na saúde pública”, “Riscos ao trabalhador rural e importância do uso de EPis”, “Procedimentos legais para culturas com suporte fitossanitário insuficiente e o incremento de produtos biológicos”, “A importância do diagnóstico para emissão de receituário agronômico”, “Considerações legais e técnicas sobre mistura em tanque”, entre outros.

Inscrições - As inscrições devem ser feitas pelo endereço eletrônico: http://XMT4sH. Mais informações com Suzana Carvalho (suzanacarvalho@adapar.pr.gov.br/ 41 3313-4167).

Clique aqui para conferir na íntegra a programação do Seminário sobre agrotóxicos de uso agrícola

 

BANCO CENTRAL: Cooperativas de crédito e consórcios crescem no país, diz BC

 

banco central 07 08 2018A participação das cooperativas de crédito aumentou em todos os principais indicadores do Sistema Financeiro Nacional, informou nesta segunda-feira (06/07) o Banco Central (BC). Segundo relatório da autarquia, a carteira de crédito do segmento apresentou crescimento de 15% em 2017, superando a evolução observada em 2016, que foi de 10%.

 

Consórcios - Outro relatório do BC também mostra crescimento no setor de consórcios, que ampliou em 7,7% a carteira dos consorciados já contemplados, alcançando R$ 48,6 bilhões. A alta foi puxada pelos dois maiores subsegmentos: 6,1% no de veículos automotores, atingindo R$ 29,90 bilhões e 10,8% no de imóveis, alcançando R$18,71 bilhões.

 

Agenda - "Esse crescimento é consistente com a Agenda BC+ de apoio à concorrência no sistema financeiro através da sua segmentação e proporcionalidade, que levam ao alívio no custo para instituições menores, através de menor complexidade regulatória", destacou o BC, em nota.  

 

Cooperativas de crédito - Segundo o relatório do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo, o número de cooperados cresceu 8% no ano passado, alcançando a marca de 9,6 milhões de cooperados, com destaque para o crescimento (19%) em pessoas jurídicas. Em média, o setor registrou adesão de 60 mil novos cooperados por mês. No final de 2017, havia quatro confederações, 35 centrais cooperativas, 967 cooperativas singulares e dois bancos cooperativos em atividade no país. O documento apresenta dados do setor desde 2012.

 

Carteira de crédito - A carteira de crédito, a centralização financeira e os títulos e valores imobiliários (TVM) cresceram em torno de 15%, segundo o relatório. A inadimplência no segmento reduziu de 4% em dezembro de 2016 para 3,5% em dezembro de 2017, apresentando índice de cobertura por provisões para crédito de liquidação duvidosa de 1,72.

 

Captações - As captações cresceram aproximadamente 16%, compostas majoritariamente pelos depósitos dos cooperados, e o capital das cooperativas se mostrou suficiente para cumprir com folga as exigências mínimas estabelecidas pelas normas em vigor, diz o Banco Central.

 

IB - Ainda de acordo com o relatório, o Índice de Basileia (IB) do segmento cooperativo de crédito manteve-se em torno de 30%, acima do índice do segmento bancário, de 18%.

 

Ativos totais - As cooperativas com sede nas regiões Sul e Sudeste concentraram, respectivamente, aproximadamente 50% e 30% dos ativos totais do setor. Clique aqui para conferir mais informações do documento Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo

 

Consórcios Em dezembro de 2017, havia 155 administradoras de consórcios, 18,1 mil grupos e 6,9 milhões de cotas de consorciados ativas. O relatório Panorama do Sistema de Consórcio contém dados do setor desde 2009. Mais da metade dos consorciados ativos (53%) se concentra em cinco estados: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia e Rio Grande do Sul. Segundo o BC, o número de cotas vendidas no ano passado aumentou 3,5% em comparação com 2016.

 

Inadimplência - A inadimplência em dezembro de 2017 recuou em relação ao ano anterior. O índice de inadimplência foi de 2,99% (queda de 0,63 ponto percentual). A taxa de administração média dos grupos de consórcios formados em 2017 foi de 16,14% (-0,19 p.p.). As taxas mais altas continuam sendo de motocicletas: 19,95% (+0,17 p.p.).

 

Bens imóveis - No segmento de bens imóveis, após a queda observada em 2016 houve expressiva recuperação em 2017, com aumento no número de cotas vendidas, consorciados ativos e contemplações, informa o BC. Ao todo, em 2017, foram comercializadas 276,9 mil cotas (alta de 20,2%), com o número de cotas ativas alcançando 851,1 mil, tendo sido contemplados 73,1 mil créditos (alta de 4,3%). (Agência Brasil)

 

SICREDI PARANAPANEMA: Programa A União Faz A Vida é implantado em Nova Santa Bárbara

No final do mês de julho, a Sicredi Paranapanema PR/SP realizou o evento de lançamento do Programa A União Faz A Vida no município de Nova Santa Bárbara-PR. O programa, que é a principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi, beneficiará cerca de 470 alunos das escolas do município, com atividades sobre a educação cooperativa, para promover a importância do trabalho em equipe visando o bem comum, estimulando o dialogo a cooperação e a cidadania.

Autoridades - O evento de lançamento ocorreu no Colégio Estadual Antonio Carlos Gomes, e contou com a presença de autoridades públicas de Nova Santa Bárbara como, o prefeito municipal Eric Kondo, a secretária de educação Cleide Moreira Branco da Silva e vereadores da câmara municipal, além de mais de 150 educadores do município, dirigentes e colaboradores da Sicredi Paranapanema PR/SP, a assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo da Central Sicredi PR/SP/RJ, Rejane Bittencourt e demais convidados.

Assinatura oficial - Na ocasião, aconteceu a assinatura oficial do termo de compromisso da implantação do programa na cidade, além de uma palestra com a educadora e participante do União Faz A Vida, Sabrina Conde, ao qual relatou sobre a metodogia e vivencia deste projeto nas comunidades em que está inserido.

Momento especial - Para o presidente da Sicredi Paranapanema PR/SP, Claudio Marcos Orsini, esse é um momento muito especial tanto para a comunidade de Nova Santa Bárbara quanto para a cooperativa. “É uma alegria imensa implantar o programa em mais um município de nossa região. Nosso compromisso é de transformar a realidade das comunidades em que estamos inseridos, dessa forma esperamos plantar grandes sementes através desta transformação com nossas crianças e adolescentes de Nova Santa Bárbara”, explicou Orsini.

Conquista - Segundo o prefeito de Nova Santa Bárbara, Eric Kondo, a parceria é uma grande conquista para o município. “Sabemos que quando nos unimos por um objetivo, podemos conquistar grandes feitios, e a implantação do projeto em Nova Santa Bárbara vem contribuir para isso. O programa vem contribuindo muito nas cidades implementadas e em Nova Santa Bárbara não será diferente. É uma grande alegria para nossa comunidade”, declarou Kondo.

Sexto município - Nova Santa Bárbara é o sexto município que recebe o programa da área de ação da Sicredi Paranapanema PR/SP. O projeto também está presente nas cidades de Itambaracá-PR, Cambará-PR, Nova América da Colina-PR, Bandeirantes-PR e Uraí-PR. (Imprensa Sicredi Paranapanema PR/SP)

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SICREDI UNIÃO I: Oficina de educação financeira é realizada em escola rural de Sarandi

A Sicredi União PR/SP, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Sarandi, promoveu, nesta terça-feira (07/08), às 9 horas, oficina de educação financeira para alunos do 1º ao 5º ano da Escola Municipal Luiz Gabriel Sampaio. A iniciativa faz parte do projeto ‘Cooperação na Ponta do Lápis’ da Sicredi União que, desta vez, atende uma instituição de ensino de área rural, já que a escola fica na Praça Santo Antônio, Chácara Aeroporto, no Vale Azul.

Conhecimentos básicos - O gerente de Negócios da agência de Sarandi, Pedro Luiz Mochi Crozariolli, ministrou a oficina. De acordo com ele, a proposta foi oferecer conhecimentos básicos sobre educação financeira, por meio de material apropriado, a fim de despertar nas crianças valores, competências e novos padrões de comportamento que contribuam com a formação de cidadãos mais conscientes em suas escolhas financeiras.

Gibi - Na ocasião, colaboradores da instituição financeira cooperativa também fizeram a entrega do gibi “Turma da Mônica – De onde vem o dinheiro”. As historinhas sobre educação financeira serão abordadas em sala de aula e, dessa forma, o conteúdo da ação será reforçada junto às crianças.

Disseminação - “Esses projetos da Sicredi União têm o objetivo de disseminar a educação financeira e contribuir com o fortalecimento da cidadania e da autonomia. Queremos repassar conhecimentos de forma simples e prática para compartilhar dicas sobre como escapar de dívidas e fazer o dinheiro render, por exemplo. A maioria das pessoas se capacita para ganhar dinheiro, mas não se atenta em como administrá-lo. Por isso, a importância de trabalhar desde cedo esse assunto”, enfatiza Crozariolli.

Projeto - As oficinas do projeto ‘Cooperação na Ponta do Lápis’ são conduzidas por colaboradores voluntários, que recebem capacitação com base no conteúdo do Caderno de Educação Financeira e Gestão de Finanças Pessoais do Banco Central. Somente na Sicredi União PR/SP são 71 multiplicadores, que trabalham com a expectativa de alcançar, este ano, mais de duas mil pessoas. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICREDI UNIÃO II: Cooperativa inicia operação em Primeiro de Maio

sicredi uniao II 07 08 2018Sob a chuva tão esperada no Norte do Paraná e com a presença de autoridades, dirigentes, colaboradores, associados e convidados, a instituição financeira cooperativa Sicredi União PR/SP inaugurou sua agência em Primeiro de Maio, na noite da última sexta-feira (03/08).

Contribuição - “Estamos em Primeiro de Maio não apenas para fazer operações financeiras, mas queremos fazer a diferença, oferecendo nossos produtos e também nossos programas sociais. Como cooperativa, nosso objetivo é contribuir para o desenvolvimento do município. Seremos aqui do tamanho do sonho de vocês”, afirmou o presidente da cooperativa Wellington Ferreira.  

Soma - A prefeita Bruna Casanova disse que a agência veio para somar, gerando emprego e movimentação financeira. “Os projetos e programas sociais da Sicredi muito nos interessa e temos certeza que será uma parceria que só irá acrescentar à nossa comunidade”, comentou a prefeita.

Operações - A agência, que é liderada pela gerente Sibele Passos Oliveira, iniciou as operações nesta segunda-feira (06/08). Também presente à inauguração, o gerente Regional de Desenvolvimento, David Conchon, informou que a agência de Primeiro de Maio, instalada num prédio de 600 metros quadrados é completa, oferecendo todos os serviços disponíveis em instituições financeiras, inclusive os caixas eletrônicos.

Planejamento - O diretor-executivo, Rogério Machado, destacou que a Sicredi União PR/SP está entre as maiores cooperativas do Sistema Sicredi. “Esta é nossa 80ª agência. Nosso crescimento médio é de 20% ao ano e nossa meta é chegar a 300 mil associados, 110 agências e ativos totais de R$ 5 bilhões em 2020.” (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICOOB METROPOLITANO: Cooperativa recebe comitiva do Rio de Janeiro

sicoob metropolitano 07 08 2018No dia 25 de julho, uma comitiva composta por dirigentes do Sicoob Central Rio e do Sicoob Cecremef, do Rio de Janeiro, esteve em Maringá, Norte do Paraná, para uma visita ao Sicoob Metropolitano.

Projetos e ações - Recebidos pela diretoria, o grupo conheceu um pouco dos projetos e ações desenvolvidos pela singular, além da área de recuperação de crédito e como funciona o processo de operacionalização dos produtos e serviços voltados para os associados pessoa jurídica. Em seguida, visitaram as instalações da Unidade Administrativa, conheceram também a Evoa e os projetos que estão em andamento na aceleradora.

Intercooperação - Para o superintendente Administrativo Financeiro do Sicoob Metropolitano, Walter Schon, é sempre muito bom receber outras cooperativas e ao mesmo tempo reforçar o sexto princípio do cooperativismo, a intercooperação. “Quando recebemos uma cooperativa e apresentamos as nossas práticas e métodos, são apresentadas diversas oportunidades de melhoria, seja pela troca de experiências, seja por observações externas em nossos processos. O resultado de tudo isso são sempre ganhos mútuos, que tornam as cooperativas do ramo cada vez mais fortes”, comenta.

Central - Os representantes também visitaram e conheceram a estrutura do Sicoob Central Unicoob. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COPACOL: Alunos de Cafelândia e Goioerê receberam uniformes do Apoio Cultural

copacol 07 08 2018Disseminar a cultura da cooperação entre as crianças e adolescentes de toda a sua área de atuação por meio do esporte é um dos objetivos da Copacol. Através do Apoio Cultural 930 crianças e adolescentes de Cafelândia e Goioerê já receberam os uniformes oficiais do projeto.

Entrega - A entrega aconteceu na tarde de sexta-feira (03/08), para os alunos que participam das aulas de futsal, futebol, ginástica rítmica, ballet, voleibol e basquete em suas respectivas cidades.

Acompanhamento - A coordenadora dos projetos sociais da Copacol, Gislaine Pontes Fernandes, acompanhou a entrega realizada nos dois municípios e disse que é gratificante ver o desenvolvimento das crianças por meio dos projetos.

Fortalecimento - “Cada vez que acompanhamos essas crianças se apresentando, praticando seus esportes favoritos, brincando e crescendo, temos a certeza de que estamos fortalecendo a educação das novas gerações. O Apoio Cultural tem esse propósito de incentiva-las e oferecer um futuro de qualidade”, afirma Gislaine.

Agradecimento - O Secretário de Esportes de Cafelândia, Renaldo Preis (Pinheirão) agradeceu a parceria da Copacol com o município e acredita que o esporte abre portas para formar pessoas de bem. “Essa é a base que precisamos oferecer as nossas crianças. Desta maneira teremos cidadãos preparados para tomar decisões importantes no futuro”, destaca.

Crianças atendidas - O secretário de Cultura de Goioerê, José Ricardo Jacinto Martins, disse que no município são mais de 170 crianças atendidas pelo Apoio Cultural por meio das aulas de ginástica rítmica e ballet. Ele destacou a entrega de materiais de apoio como cordas, arcos e massas, agasalho, uniforme, kits com bolsas e garrafas.

Parceria importante - “Essa parceria é importante porque vai tirar as crianças da ociosidade e trazer para projeto, onde têm a oportunidade de crescer, se desenvolver e têm uma base educacional, garantindo uma qualidade de vida. Somos gratos por esse projeto e acreditamos que esse número vai aumentar para o próximo ano, assim estaremos formando ainda mais cidadãos de bem em nosso município”, acredita Ricardo. (Imprensa Copacol)

 

UNIMED LONDRINA: Enquete é realizada para escolha das instituições que serão beneficiadas pela campanha do Eu Ajudo na Lata

unimed londrina 07 08 2018A campanha da Unimed Londrina Eu Ajudo na Lata quer a sua ajuda para destinar as cadeiras de rodas obtidas com a venda de lacres de lata de alumínio arrecadados durante o ano. Para isso, a operadora iniciou uma enquete no site para você escolher qual instituição merece ganhar os equipamentos.

Votação - Neste ano, cinco entidades participam da votação: Apae Tamarana (Tamarana – PR), Centro Social Coração de Maria (Londrina - PR), Congregação de Irmãs Pequena Missão para Surdos (Londrina – PR), Hospital Cristo Rei (Ibiporã – PR) e Sociedade São Vicente de Paulo - Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Alvorada do Sul – PR).

Uma cadeira - “Todas as instituições ganharão pelo menos uma cadeira de rodas. Mas a quantidade de equipamentos será definida pelo número de votos obtidos. Por isso é muito importante que as pessoas compartilhem e divulguem a enquete”, incentiva a gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina e organizadora da campanha, Fabianne Piojetti. Para votar na enquete, acesse www.unimedlondrina.com.br. Pode votar quantas vezes quiser.

Votação - A votação termina no dia 31 de agosto, data em que encerra a arrecadação de lacres de alumínios. Para participar da campanha é simples: junte o maior número de lacres, armazene em garrafas PETs de 2 L e entregue nos pontos de atendimento da Unimed Londrina, incluindo os escritórios regionais.

2017 - No ano passado, a campanha doou 29 cadeiras de rodas para sete instituições de Londrina e região. Neste ano, a cada cinco equipamentos conquistados, a Unimed Londrina vai doar mais uma. (Imprensa Unimed Londrina)

 

GRÃOS I: Safra deve alcançar 300 milhões ton de grãos em dez anos, indica estudo

 

graos I 07 08 2018Nos próximos dez anos o Brasil vai produzir 69 milhões de toneladas a mais de grãos, saltando de 232 milhões de toneladas para de 302 milhões t em 2027/2028, puxadas principalmente pela soja (156 milhões t) e o milho (113 milhões t), com incremento estimado em 30%. As carnes (bovina, suína e de frango) devem passar de 27 milhões t para 34 milhões t, em alta de 27% (+7 milhões t) no mesmo período. A produtividade é apontada como responsável pelo aumento da produção de grãos, o que pode ser constatado pelo aumento da projeção da área de plantio, no mesmo período, de apenas 14,5%. A pecuária que também vem introduzindo novas tecnologias contribuído para o desempenho e melhoria da produção.

 

Estudo - Os números são do estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2017/18 a 2027/28 da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (SIRE/Embrapa). A pesquisa utilizou dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Embrapa, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), FAPRI (Food and Agricultural Policy Research Institute) e do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (United States Department of Agriculture/USDA, sigla em inglês).

Expansão de Área

 

Expansão - A expansão da área plantada de todas as lavouras (algodão, arroz, banana, batata inglesa, cacau, café, cana de açúcar, feijão, fumo, laranja, maçã, mamão, mandioca, manga, melão, milho, soja grão, trigo, uva) no Brasil sairá de 75 milhões hectares, em 2018, para 85 milhões de hectares nos próximos 10 anos. O crescimento global será de 13,3%, o equivalente a 10 milhões de hectares em regiões de pastagens naturais ou por reaproveitamento degradadas, conforme o estudo.

 

Áreas de fronteiras - Uma parte do crescimento da área plantada deve ocorrer em áreas de fronteira localizadas especialmente no Centro Oeste, Norte e Nordeste. As maiores expansões devem ocorrer no plantio de soja, cana de açúcar e milho. Lavouras, como arroz, feijão, mandioca e laranja, devem ter redução de área plantada. Ganhos de produtividade deverão compensar as reduções, de modo que não haverá recuo de produção. O café deve apresentar certa estabilização da área e os ganhos de produtividade obtidos nos últimos anos permitem obter produção crescente, mesmo com tendência de redução de área.

 

Grãos - O cultivo de grãos (algodão, amendoim, arroz, aveia, canola, centeio, cevada, feijão, girassol, mamona, milho, soja, sorgo, trigo e triticale) terá variação de área de 14,9%, de 62 milhões ha para 71 milhões ha, em 2027/28, aumento de 9 milhões ha. Esse grupo de produtos deverá ter a produtividade como o principal driver (motor/impulsionador) de crescimento, pois a produção deve aumentar cerca de 30% em 10 anos.

 

Tendência de produção de carnes - O estudo projeta uma produção de carnes de 34 milhões de toneladas em 2027/28. Isso representa acréscimo de 7 milhões de toneladas sobre 2018. O maior crescimento deve ocorrer nas carnes suína e de frango, seguidas por carne bovina. A carne de frango deve ter aumento de 4 milhões t, totalizando 17 milhões t em 2028. Em seguida, vem o incremento de 2 milhões t para a carne bovina, somando 12 milhões t. A produção de carne suína ficará em quase 5 milhões t (+1 milhão t), na próxima década.

 

Regiões produtoras - Conforme a pesquisa, o Centro Oeste dispara no ranking das regiões de maior aumento na produção de grãos, saindo de 103 milhões t para 139 milhões t (+ 36 milhões t ou 34,8%). É prevista também expansão da produção de grãos em direção ao Norte do país, com crescimento de 34% em relação a 2018. Destacam-se nessa expansão os estados de Rondônia, Tocantins e Pará. Os estados do Sul terão incremento de 24,8% (+19 milhões t), alcançando 94 milhões t de grãos.

Incremento - Quanto à área plantada de grãos, os estados do Centro Oeste terão incremento de 28,2%; do Norte, 23% e do Sul, 7,5%.

 

Projeção de exportações - As projeções de exportação apontam que o país embarcará, em 2028, 139 milhões t de grãos, com acréscimo de 37 milhões t em relação a 2018. A soja e o milho continuam como destaques, na projeção das exportações nos próximos dez anos, à frente de produtos como o açúcar e o café. As vendas externas de soja em grão ficarão em 96,5 milhões t e as de milho em 42,8 milhões t. Cerca de 70 % das exportações de soja devem seguir para a China.

 

Açúcar - O comércio externo de açúcar alcançará 37,2 milhões t e, de café, 34 milhões de sacas (60 kg).

 

Carnes - As exportações de carnes alcançarão 8,8 milhões t na previsão para 2027/2028 (+ 2,3 milhões t). As exportações de carne de frango puxarão o total de carnes nos próximos dez anos, com 5,2 milhões t exportadas. A carne bovina ficará em 2,8 milhões t exportadas, e a carne suína, 900 mil toneladas. Países da África Subsaariana (47 países, como por exemplo, África do Sul, Angola, Costa do Marfim, Etiópia, Nigéria) e Oriente médio (15 países, como Arábia Saudita, Irã, Afeganistão, Catar, Emirados Árabes Unidos) e México, devem adquirir cerca de 39% da carne de frango exportada pelo Brasil.

 

Destino - China, Estados Unidos, África e Oriente Médio devem absorver 44 % das exportações de carne bovina. México, China e Japão devem importar 57% da carne suína brasileira.

 

Potencial - O trabalho mostra também que, além do potencial de produção e de exportação de grãos, carnes e outros produtos, as frutas, em especial manga, melão, mamão e uva, projetam elevadas taxas de crescimento das exportações nos próximos anos.

 

Dados preliminares - Dados preliminares do trabalho, agora concluído, haviam sido anunciados pelo ministro Blairo Maggi no evento internacional Global Agribusiness Fórum 2018 (GAF), no fim de julho, em São Paulo. (Mapa)

 

GRÃOS II: Tabela de frete encarece transporte em US$ 2,4 bi, diz Anec

 

graos II 07 08 2018O estabelecimento de uma tabela para os fretes rodoviários no país gerou um aumento de aproximadamente US$ 2,36 bilhões nos custos logísticos para exportação de grãos, estimou nesta segunda-feira (06/08) Sérgio Mendes, diretor-geral da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), durante o Congresso Brasileiro do Agronegócio, realizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e pela B3.

 

Grandes volumes - “Todo nosso faturamento é baseado em grandes volumes, mas margem pequena”, disse. No cálculo, ele considera exportações de 74 milhões de toneladas de soja, 27 milhões de toneladas de milho e 17 milhões de toneladas de farelo de soja. A Anec não divulga quais são os custos totais.

 

Comprometimento - De acordo com ele, esses volumes de exportação já estão comprometidos e o país os enviará ao exterior, mas com custos muito mais altos. “O meu grande medo é que o [Luiz] Fux [ministro do Supremo Tribunal Federal] veja esses números e ache que está tudo bem”, afirmou.

 

Decisão - O ministro do STF decidirá sobre os recursos apresentados contra o tabelamento do frete a partir do dia 27 de agosto, quando ocorre uma audiência pública sobre o tema. A audiência discutirá se é legal ou não o governo determinar preços mínimos para os transportes de cargas.

 

Desvantagem - Segundo Sérgio Mendes, o Brasil já parte com desvantagem de US$ 60 por tonelada em relação aos Estados Unidos ao realizar exportações. ”Com tudo certo, a gente já tem essa desvantagem de US$ 60 por tonelada, mas como o Brasil faz mais de uma safra, dá uma equilibrada nisso”, disse. O estabelecimento de uma tabela de fretes mínimos rodoviários adiciona mais US$ 20 por tonelada a essa desvantagem, de acordo com ele.

 

Frota própria - Diante da alternativa aventada de compra de frota própria para escoar a produção, Sérgio Mendes disse que para atender o volume a ser movimentado, as tradings grandes, ADM, Bunge, Cargill, Dreyfus, teriam de adquirir 4 mil caminhões cada uma, com gastos estimados em R$ 700 mil por carreta, totalizando cerca de R$ 2,8 bilhões de investimentos. “Isso para as ABCD. Para as menores, é falência”, disse Mendes. “Tem muita empresa comprando, e essa despesa cairá na mão do produtor”, afirmou.

 

Impasse - De acordo com o dirigente, o impasse em relação à tabela paralisa os negócios envolvendo a safra 2018/19. “É um cenário que a gente deveria estar aproveitando a demanda da China, mas não estamos. A China ainda depende muito da soja americana e vai acabar chegando a um acordo com os EUA. Os EUA fecham todas as compras e vai acabar sobrando pouca exportação para a gente”, avaliou.

 

Precificação - Bartolomeu Braz, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja), disse, também no evento da Abag, que o estabelecimento da tabela de fretes tem dificultado a precificação de soja no mercado futuro e diminuído as operações de barter — troca de insumos por grãos — para a safra de soja 2018/19.

 

Operações - Segundo ele, as operações de troca estão hoje em cerca de 17% da safra, quando o normal seria estar entre 35% e 30%. “O tabelamento do frete tem inviabilizado os negócios futuros”, disse.

 

Sem parâmetros - Braz afirmou que a situação faz as tradings e produtores perderem o parâmetro para negociar. Em sua avaliação, o tabelamento pode resultar em menor aplicação de tecnologia na safra, o que pode gerar queda de produtividade. “Sem barter, não temos crédito suficiente para estabelecer a safra. Mas estamos apelando às instituições financeiras”, acrescentou.

 

Demanda - Rui Rosa, superintendente de agronegócio do Banco do Brasil, afirmou, em relação ao barter, que a instituição “está preparado para atender a demanda”. Também no seminário da Abag, ele disse que o estabelecimento da tabela de fretes pode gerar novos investimentos. “Trouxe o pensamento de ter a sua frota própria. Aquilo que não estava no radar, passa a ser pensado. O ponto é que a dúvida de preço do frete gera uma grande dúvida no produtor”, disse.

 

Financiamentos - Carlos Aguiar, diretor de negócios do banco Santander Brasil, afirmou que os financiamentos aos produtores estão sendo “alongados até que se normalize o transporte”.

 

Área plantada- Para Braz, da Aprosoja, a tabela deve até impedir o aumento de área plantada com soja na safra 2018/19, apesar da demanda aquecida. “Todo o ano, a área de soja cresce entre 3% e 4%. Mas, com essa questão do frete, acho que permaneceremos na mesma área do ano passado”, disse. A avaliação vai na contramão das principais consultorias que preveem aumento ao redor de 1 milhão de hectares no novo ciclo, cerca de 3% a mais que os 35 milhões de hectares de 2017/18.

 

Otimismo - Apesar do imbróglio sobre o frete e das incertezas atuais, José Roberto Mendonça de Barros, sócio-diretor da MB Associados, mostrou otimismo. “O que não é possível, não acontece. Essa tabela não é possível”, disse. “O agronegócio cresceu 11,5% nos últimos quatro anos e não tem ninguém desesperado por falta de dinheiro. Foi o único segmento que não perdeu o pique de crescimento no Brasil”, observou. (Valor Econômico)

 

CÂMARA DOS DEPUTADOS: Plenário pode votar MPs que atendem reivindicações dos caminhoneiros

camara deputados 07 08 2018Na primeira semana de esforço concentrado em agosto, o Plenário da Câmara dos Deputados pode analisar três medidas provisórias com reivindicações negociadas com os caminhoneiros para o fim da greve, ocorrida em maio deste ano. As MPs estão pautadas para quarta-feira (08/08), às 9 horas.

MP 831/18 - A primeira delas é a MP 831/18, que determina à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) contratar um mínimo de 30% dos serviços de transporte de grãos com cooperativas e associações de transportadores autônomos.

Contratação - O projeto de lei de conversão da matéria, do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), retirou do texto a possibilidade de contratação de sindicatos de transportadores autônomos. Para o relator, a contratação de sindicatos para uma função que não é precípua deles seria inconstitucional.

Leilão eletrônico - A Conab utiliza as transportadoras para movimentar grãos pelo País e garantir o abastecimento de todas as regiões. Os serviços de transporte são contratados por leilão eletrônico.

Isenção de pedágio Já a Medida Provisória 833/18 garante a isenção do pedágio para o eixo suspenso de caminhão vazio em todas as rodovias do território nacional. A isenção estava sendo aplicada apenas em rodovias federais porque os estados interpretavam que a lei dos motoristas (Lei federal 13.103/15) não abrangia as rodovias estaduais.

Clareza - Agora, a lei ficou mais clara para abranger explicitamente todas as rodovias federais, estaduais, distritais e municipais, inclusive as concedidas.

Novidade - A novidade no projeto de lei de conversão da matéria, de autoria do senador Agripino Maia (DEM-RN), é um dispositivo determinando que a alternativa de aumento de pedágio para os demais usuários a fim de compensar a isenção para os caminhões seja adotada apenas depois de esgotadas as demais opções de reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos das rodovias concedidas. (Agência Câmara)

 

INFRAESTRUTURA: Leilão de rodovias tem pelo menos 8 interessados

infraestrutura 07 08 2018Mesmo num quadro de forte incerteza política e de pouco otimismo em relação à economia, o primeiro leilão de concessão rodoviária do governo de Michel Temer tem atraído a atenção dos grupos econômicos, inclusive estrangeiros. Um mês após o lançamento do edital, a Rodovia de Integração do Sul (RIS) já tinha na semana passada pelo menos oito interessados, inclusive da Itália e da Espanha.

Grupo chinês - O empreendimento também tem um grupo chinês entre os possíveis candidatos. Com forte presença no setor de energia, a China ainda não entrou no negócio de rodovias no Brasil. O leilão está marcado para o dia 1.º de novembro.

Trechos - A RIS é formada por trechos de quatro rodovias federais no Rio Grande do Sul: as BRs 101, 290, 448 e 386. Ao todo são 473,4 km, entre os quais 98,1 km da chamada Freeway, entre Porto Alegre e Osório, concedida em 1997 e com contrato vencido no ano passado. No momento, a via está sob responsabilidade do governo federal, que precisou contratar seguranças para as praças de pedágio, que se encontram inoperantes. Com tráfego intenso, a Freeway é o principal atrativo da RIS.

Repetição dos problemas - Foram feitos ajustes no contrato para evitar a repetição dos problemas que o governo federal administra nas outras rodovias concedidas, principalmente as da chamada Terceira Etapa. Oferecidas ao mercado em 2012 e 2013 no Programa de Investimentos em Logística (PIL), algumas são reconhecidas como insustentáveis pelos próprios concessionários.

Discussões - A elaboração do edital da RIS consumiu dois anos de discussões. Metade desse tempo foi empregado em debates com o Tribunal de Contas da União (TCU). Mas o resultado é motivo de otimismo no governo. “É um contrato maduro”, disse a diretora de Rodovias do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), Tatiana Thomé de Oliveira. Para ela, o interesse de grupos estrangeiros é a melhor demonstração de que as regras foram aceitas pelo mercado.

Aprendizado - “É resultado de um aprendizado não só com o PIL, mas também de coisas que deram errado na primeira etapa”, comentou o secretário de Fomento para Ações de Transportes, Dino Antunes.

Ajustes - Um dos principais ajustes é a redução de investimentos no início do contrato. Um ponto central das concessões do PIL era a exigência de duplicação de todo o trecho concedido num prazo de cinco anos. E foi justamente nesse período de forte investimento que o País mergulhou na recessão, causando desequilíbrio financeiro em praticamente todas as concessionárias.

Exigências - Escaldado por essa experiência, o governo reduziu as exigências de investimento na RIS, estimados em R$ 7,8 bilhões. Nos dois primeiros anos, serão exigidas apenas obras de recuperação e sinalização. As duplicações só começarão no terceiro ano do contrato. E apenas alguns trechos receberão esse tipo de investimento. Além de um conjunto de obras obrigatórias, haverá outras para ampliar a capacidade da rodovia que só serão feitas à medida que o tráfego atingir determinado volume.

Grandes construtoras - Os leilões do PIL foram vencidos por grandes construtoras, que na média concordaram em cobrar pedágios 50% mais baratos do que os estimados pelo governo. O desconto elevado, combinado com a recessão, resultou em forte frustração de receitas.

Mecanismo - Na RIS, conta Antunes, foi criado um “mecanismo contra bids (lances em leilão) irresponsáveis”. A tarifa máxima foi fixada em R$ 7,24 e vencerá o leilão o grupo que concordar em cobrar o menor valor abaixo desse. Mas se o desconto oferecido for superior a 10%, a empresa precisará demonstrar capacidade financeira adicional. A exigência crescerá à medida que o deságio for maior. “O risco será bancado com o capital dela”, ressaltou o secretário.

Obras não previstas - O ponto que mais consumiu tempo de discussão com o TCU foi a inclusão de obras não previstas no contrato. A Corte de contas queria que nenhum investimento desse tipo fosse autorizado. O governo sustentou que esse engessamento é impossível de manter, ainda mais num contrato de 30 anos como o da RIS. Ficou acertado, então, que elas poderão ser incluídas, mas só nas revisões de contrato feitas a cada cinco anos.

Pior possível - Para o presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), César Borges, “o ambiente é o pior possível” para a realização do leilão. “O sistema todo está com problema, e o governo não está operacional para dar solução”, afirmou. “Como o investidor olha para frente, qual o grau de confiança no modelo?” Apesar das incertezas, ele diz esperar que o leilão seja bem-sucedido.

O que vem por aí - Por causa das diferenças em relação à rodada anterior de concessões rodoviárias, o leilão da Rodovia de Integração do Sul (RIS) marca o início do que está sendo chamado de “Quarta Etapa” do programa. As mesmas normas aplicadas à RIS vão pautar outros leilões que estão em preparação.

BRs 364 e 365 - Depois da RIS, o governo pretende oferecer ao mercado até o fim deste ano 437 km entre Jataí (GO) e Uberlândia (MG). Os estudos para a concessão já se encontram em análise no Tribunal de Contas da União (TCU).

BRs 101, 040 e 116 - Em seguida, com leilões previstos para 2019, virão 220 km da BR 101 em Santa Catarina. Também estão em estudos duas concessões realizadas no fim dos anos 90 e que vão vencer em 2021: a BR 040 entre Rio de Janeiro e Juiz de Fora (MG), atualmente com a Concer, e a BR 116 entre Rio de Janeiro e São Paulo, hoje com a Nova Dutra.

BR 153, 470, 282, 153, 412 Além dessas duas, estão a caminho os leilões do trecho da BR 153 entre Anápolis (GO) e Aliança do Tocantins (TO), retomada pelo governo há um ano, e uma ligação entre Florianópolis (SC) e Argentina, formada por trechos das BRs 470, 282 e 153, além de um trecho da SC 412. Esses trechos estão em fase de elaboração de estudos. Uma vez concluídos, são encaminhados ao TCU. Só depois que os estudos estão aprovados, o governo lança o edital e marca a data do leilão. (O Estado de S.Paulo)

 

IPEA: Investimentos fecham 2º trimestre com queda de 0,9%

ipea 07 08 2018A capacidade produtiva das empresas teve forte reação em junho e recuperou grande parte da queda ocorrida em maio em razão da paralisação dos caminhoneiros, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Indicador - O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta alta de 9,4% em junho em relação a maio de 2018, na série com ajuste sazonal. Em abril, havia sido registrada queda de 10,4%.

Variação negativa - Apesar disso, o indicador de investimentos encerra o segundo trimestre com variação negativa de 0,9% sobre o trimestre anterior, também na série ajustada sazonalmente.

Comparação - Já na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o indicador atingiu patamar 5,9% superior ao de junho de 2017.

Expansão - Por sua vez, na comparação do segundo trimestre deste ano com o mesmo período de 2017, o investimento registrou expansão de 5,1%. Com isso, o crescimento no resultado acumulado em 12 meses ficou em 2,9%.

Came - Segundo o Ipea, na comparação com ajuste sazonal, o Consumo Aparente de Máquinas e Equipamentos (Came), cuja estimativa corresponde à sua produção doméstica líquida das exportações e acrescida das importações, apresentou forte crescimento, com avanço de 20% em junho.

Resultado positivo - Com isso, o resultado do segundo trimestre ficou positivo em 2,3%. Entre os componentes do Came, a produção interna de bens de capital líquida de exportações cresceu 16,8% e a importação de bens de capital avançou 15,2% na margem.

Construção civilO indicador de construção civil também recuperou boa parte das perdas ocorridas em maio, apresentando crescimento de 9,7% na série dessazonalizada. Ainda assim, o setor encerrou o segundo trimestre de 2018 com retração de 3,4% ante o trimestre anterior.

Ativos fixos- Por fim, o terceiro componente da FBCF, classificado como outros ativos fixos, permaneceu estável na passagem de maio para junho.

Resultados heterogêneos - Na comparação com o mesmo período do ano anterior, os resultados foram heterogêneos, segundo análise do Ipea. O destaque voltou a ser o Came, que encerrou o segundo trimestre com alta de 17,2%, após novo avanço em junho.

Queda - Já a construção civil foi o único componente a registrar queda na comparação interanual, ficando 0,7% abaixo do patamar verificado no segundo trimestre de 2017. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: Balança comercial tem saldo de US$ 362 milhões no início de agosto

economia 07 08 2018Na primeira semana de agosto de 2018, que teve três dias úteis, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 362 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 2,415 bilhões e importações de US$ 2,052 bilhões. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (06/08) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Ano - No ano, as exportações somam US$ 138,874 bilhões e as importações, US$ 104,476 bilhões, um saldo positivo de US$ 34,398 bilhões.

Primeira semana do mês - Na comparação das exportações entre a primeira semana de agosto e o mesmo período do ano passado, houve queda de 4,9% nas vendas, causada principalmente pela redução no comércio de produtos manufaturados (-13,9%) e de semimanufaturados (-3,5%). Apesar disso, cresceram as vendas de produtos básicos (5,7%), puxadas por petróleo em bruto, minério de manganês, soja em grãos, bovinos vivos, fumo em folhas.

Mês passado - Na comparação com o mês passado (julho), houve queda de 22,6%, em virtude da diminuição nas vendas de produtos básicos (-30,1%, de US$ 590,0 milhões para US$ 412,5 milhões) e manufaturados (-17,5%, de US$ 330,0 milhões para US$ 272,1 milhões), enquanto aumentaram as vendas de produtos semimanufaturados (+7,1%, de US$ 109,4 milhões para US$ 117,2 milhões).

Importações - Nas importações, a média diária da primeira semana de agosto deste ano (US$ 684,1 milhões) foi 13,4% acima da média de agosto do ano passado (US$ 603,4 milhões), informou o ministério. Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com siderúrgicos (74,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (39,7%), equipamentos mecânicos (23,5%), adubos e fertilizantes (20%), veículos automóveis e partes (20%).

Queda - Na comparação com julho, houve queda nas importações de 19,3%, pela diminuição em combustíveis e lubrificantes (-29,5%), farmacêuticos (-13,6%), extratos tanantes e corantes (-13,5%), instrumentos de ótica e precisão (-5,8%) e veículos automóveis e partes (-5,7%). (Agência Brasil)

 

GOVERNO FEDERAL: Equipe econômica prevê primeiro ano de abertura de vagas formais desde 2014

governo federal 07 08 2018Depois de três anos consecutivos perdendo postos de trabalho formais, cálculos da equipe econômica projetam uma reversão do quadro neste ano. A estimativa é de que o país encerre 2018 com a criação de mais de 200 mil postos de trabalho com carteira assinada. A avaliação considera uma expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,6% neste ano.

Influência - Segundo técnicos do governo ouvidos pelo Valor, a dinâmica do mercado de trabalho é influenciada, com defasagem, pelo ritmo da atividade econômica. Eles consideram que o crescimento do PIB no segundo trimestre de 2018, ante período imediatamente anterior, será próximo de zero porque foi afetado greve dos caminhoneiros mas, principalmente, pela deterioração das condições financeiras (risco-país e taxa de câmbio).

Reversão - "Mas isso não significa uma tendência de reversão de criação de empregos. A desaceleração no segundo trimestre teve impacto na redução das admissões", afirma um membro da equipe econômica. Para esses técnicos, a destruição líquida de postos formais de trabalho no segundo trimestre foi resultado da atividade econômica mais fraca no início do ano. O desempenho melhor da atividade em junho, compensando o impacto da greve dos caminhoneiros para a economia, deve fazer com que no terceiro trimestre o crescimento fique acima de 1%.

Mais íngreme - A expectativa dos técnicos era de que a curva de recuperação da economia fosse mais íngreme neste ano. Mas ela está ocorrendo de forma "mais deitada" e, com isso, a taxa de desemprego deve cair no decorrer do ano mais de forma mais suave. "Neste ano, o crescimento será maior do que no ano passado e, com isso, a taxa de desemprego também será inferior", destacou um técnico do governo.

Menos demissões - Com a atividade econômica mais aquecida no fim do ano, o entendimento é que as demissões de temporários em dezembro, que normalmente ficam na casa dos 400 mil, serão menores, contribuindo para um resultado positivo para o mercado de trabalho em 2018.

Retomada - Os técnicos ressaltam ainda que a retomada do emprego formal tem sido recentemente disseminada em todas as regiões do país, quando avaliados os dados acumulados em 12 meses. Além disso, a reforma feita pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) nas regras para financiamento imobiliário com recursos da caderneta de poupança deve dar um fôlego ao setor da construção civil, um dos que mais sofre com o baixo crescimento, falta de investimentos e insegurança jurídica.

Reformas - Porém, o entendimento é que uma retomada mais forte da economia, e consequentemente do mercado de trabalho, depende do comprometimento do presidente eleito com a aprovação de reformas como a da Previdência Social. Isso abriria espaço no orçamento para ampliar o investimento público, hoje comprimido pela elevada despesa obrigatória como pagamento de aposentadorias e pensões e salários de servidores públicos.

Melhor que em 2017 - A equipe econômica destaca que o crescimento da economia não está vindo como era esperado pelo governo no início do ano, quando se projetava um aumento do PIB de 3%. Mesmo assim, o país ainda terá um desempenho melhor do que no ano passado (quando o avanço foi de 1%). Raciocínio que também vale para o mercado de trabalho.

Contraste - A visão positiva contrasta com os dados de junho, quando o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, registrou fechamento líquido de 661 vagas com carteira. Foi o primeiro mês com saldo negativo em 2018. No acumulado do ano, no entanto, o saldo está positivo em 392.461 empregos. Mesmo com o desempenho negativo recentemente, os técnicos avaliam que o movimento foi pontual e seguem otimistas de que haverá saldo positivo ao fim de dezembro. (Valor Econômico)

Foto: Renato Alves / MTE

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Medidas protecionistas norte-americanas preocupam Brasil a médio prazo

comercio exterior 07 08 2018O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Jorge, disse nesta segunda-feira (06/08), ao participar de almoço-debate organizado pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), na capital paulista, que as medidas protecionistas impostas pelo presidente norte-americano Donald Trump preocupam o governo brasileiro pelo risco de causar algum tipo de prejuízo a médio prazo. Segundo ele, eventuais impactos nas exportações brasileiras só serão sentidos depois de 2019.

Soja - O ministro citou como exemplo a soja, cuja produção brasileira concorre com a dos Estados Unidos na disputa do mercado consumidor na China. Segundo ele, até o momento, as exportações brasileiras do produto não foram prejudicadas e o país tem colocado seu produto na China a um preço basicamente similar ao que vinha exportando antes da medida de Trump.

China - Uma das preocupações, de acordo com Marcos Jorge, é que a China importe mais soja brasileira e o mercado interno seja desabastecido, encarecendo os preços do produtor nacional. “Aos exportarmos um volume maior [da soja], poderia faltar o insumo internamente para produção de ração ou aumentar internamente o valor para a produção importante como é a carne, o que poderia tirar nossa competitividade [de exportação da carne a preços competitivos]”, afirmou.

Equilíbrio comercial - Jorge ressaltou que o governo brasileiro defende um equilíbrio comercial entre os países, salientando que qualquer desequilíbrio decorrente de uma medida protecionista pode trazer outros efeitos indesejados para as exportações brasileiras.

Corrente - “Ao protegermos qualquer mercado, diminuímos a corrente de comércio mundial e estamos também diminuindo as exportações como um todo no mundo. Isso não é efeito desejável no Brasil, que tem focado em aumentar as suas exportações. O que defendemos e continuaremos defendendo é que não haja qualquer tipo de restrição ao comércio internacional, primando sempre pelo multilateralismo”, afirmou.

Cota - De acordo com o ministro, o presidente Michel Temer discutiu com o presidente da China, Xi Jinping, durante reunião na 10ª Cúpula do Brics, em julho, em Joanesburgo, África do Sul, a possibilidade de o governo chinês abrir uma cota para importação de produtos do beneficiamento da soja, como óleo e grão moído. “O governo está atento, nós temos feito o trabalho necessário para que não tenhamos eventualmente qualquer tipo de prejuízo para as nossas exportações”. (Agência Brasil)

Foto: José Cruz/Agência Brasil

 

ELEIÇÕES 2018: Com mudanças nas chapas, Paraná tem dez candidatos ao governo e 16 ao Senado

Com mudanças nas chapas, o Paraná agora tem dez candidatos ao governo e 16 ao Senado Federal. Alguns candidatos mudaram os cargos que pretendem disputar e algumas chapas incluíram candidaturas. Nesta segunda-feira (06/08), data em que as atas das convenções partidárias foram entregues ao Tribunal Regional Eleitoral, o PCO anunciou o lançamento da candidatura de Priscila Ebara ao governo do Estado, com Hallyson Hilário Coutinho na vice e Gilson Mezaroba ao Senado.

Mudanças de vice - O PRTB, do candidato ao governo Geonísio Marinho, mudou o nome do vice. Agora será Eliceu Palmonari, também do PRTB. O partido Patriota lançou Roselaine Ferreira como candidata ao Senado Federal. Com as alterações na chapa do PRTB, PSL, Patriotas e PCO, são, até agora, dez candidatos ao governo do Paraná e 16 ao Senado.

Registro - As chapas com as alianças já estão definidas, mas o registro das candidaturas pode ser feito até o dia 15 de agosto no Tribunal Regional Eleitoral.

Francischini - O deputado federal Fernando Francischini, do PSL, desistiu de concorrer ao Senado e será candidato a deputado estadual. Com os votos que pretende fazer, pode eleger uma bancada grande de apoiadores de Jair Bolsonaro, presidenciável da legenda, para a Assembleia Legislativa na votação proporcional. Até ontem (segunda), Francischini dizia que sairia ao Senado para garantir palanque para Bolsonaro.

Mais tempo - Segundo Francischini, a desistência fará com que ele tenha mais tempo para coordenar a campanha pela Presidência. O PSL lançou o advogado e jornalista Ogier Buchi ao governo do Paraná, garantindo que Bolsonaro tenha espaço no Estado. Para o Senado, o partido indicou Ana Barroso.

Filho - Francischini é delegado da Polícia Federal e adota discurso radical, principalmente na área de segurança. Como vai pretende se eleger deputado estadual, vai ternar eleger o filho, Felipe Francischini, do mesmo partido, na Câmara Federal.

Outras mudanças - Outras mudanças ainda podem ocorrer. A deputada federal Christiane Yared, do PR, por exemplo, ainda quer se candidatar ao Senado. A intenção teria sido vetada pelo partido dela, que faz parte da chapa de Ratinho Junior ao governo. Yared tenta com a Executiva Nacional um aval para lançar a candidatura ao Senado. Por enquanto, ela continua como candidata à reeleição na Câmara Federal. (Site Bem Paraná)

Confira a lista atualizada dos candidatos no Paraná, por ordem alfabética:

Cida Borghetti (PP)

Chapa: PP/PSDB/PP/PSB/PTB/DEM/PROS/PMN e PMB

Vice: Coronel Malucelli (PMN)

Senado: Beto Richa (PSDB)

Senado: Alex Canziani (PTB)

 

Doutor Rosinha (PT)

Vice: Anaterra Viana (PT)

Senado: Mirian Gonçalves (PT)

 

Geonísio Marinho (PRTB)

Chapa: PRTB/PRP

Vice: Eliceu Palmonari (PRTB)

Senado: Rodrigo Reis (PRTB)

Senado: José Maria Boni (PRTB)

 

João Arruda (MDB)

Chapa: MDB/PDT/SD/PCdoB

Senado: Roberto Requião (MDB)

Senado: Nilton Friedritch (PDT)

 

Jorge Bernardi (REDE)

Chapa: REDE/DC/PPL

Senado: Flavio Arns (REDE)

Senado: Luiz Adão (DC)

 

Ogier Buchi (PSL)

Chapa: PSL/PTC/PATRI

Vice: Caxias Ribas (PATRI)

Senado: Ana Barroso (PSL)

Senado: Roselaine Ferreira (PATRI)

 

Professor Ivan Bernardo (PSTU)

Vice: Carminha Moreira (PSTU)

 

Professor Piva (PSOL)

Chapa: PSOL/PCB

Senado: Rodrigo Tomazini (PSOL)

Senado: Jaqueceline Parmigiani (PSOL)

 

Priscila Ebara Guimarães (PCO)

Vice: Hallyson Hilário Coutinho (PCO)

Senado: Gilson Mezarobba (PCO)

 

Ratinho Junior (PSD)

Chapa: PSD/PSC/PRB/PR/PPS/PV/PHS/PODE/AVAN

Vice: Darci Piana (PSD)

Senado: Professor Oriovisto (PODE)

Senado: Renan da Mata (PSD)

 


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