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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4385 | 03 de Agosto de 2018

WITMARSUM: Mais de 500 pessoas prestigiam Simpósio Produção de Leite

Com um público superior a 500 pessoas, teve início, na manhã desta sexta-feira (03/08), o 11º Simpósio Produção de Leite, promovido pela Cooperativa Agroindustrial Witmarsum, no Centro de Eventos Leão de Judá, em Palmeira, na região paranaense dos Campos Gerais. Com o tema “O produtor com a palavra”, a programação do evento se estende até às 16 horas, incluindo palestras técnicas, painéis e insights sobre a atividade leiteira.

Abertura - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e o coordenador de Comunicação Social da entidade, Samuel Milléo Filho, prestigiaram a abertura. “É muito bom estar aqui neste evento técnico. Os produtores têm muito interesse nesse tipo de iniciativa porque eles trocam experiências, têm oportunidade de discutir, de ver o que tem de melhor em tecnologia. Também é um momento de organização, já que as cooperativas têm um objetivo de organizar economicamente as pessoas para que elas tenham mais renda, e o leite vive uma situação que aponta para um potencial futuro. Tivemos muita dificuldade nos últimos anos. Agora, vão restar na atividade os produtores profissionais e aqui temos um exemplo disso”, disse Ricken em entrevista aos jornalistas.

Jovens - Ele também destacou a presença de um grande número de jovens entre os participantes. “O jovem está vendo uma oportunidade na agropecuária, de uma forma profissional. Os jovens que estão aqui são pessoas preparadas e eu acho que a contribuição deles é importante para o leite e para a agropecuária como um todo. Dessa forma, eles sempre são bem-vindos”, frisou.

Witmarsum - Ainda de acordo com o dirigente, a Witmarsum tem realizado um trabalho diferenciado, que prima pela qualidade. A cooperativa possui 362 cooperados, entre produtores de grãos e leite. No ano passado, ela faturou R$ 112 milhões. “Nós acompanhamos há muitos anos o trabalho feito aqui. A excelência técnica, a qualidade do leite e dos produtos fabricados com esse leite é um diferencial no mercado. Isso é importante para o consumidor e para os produtores também”, afirmou.

Acima das expectativas - Segundo o presidente da cooperativa, Artur Sawatzky, o número de inscritos no evento superou as expectativas. O Simpósio atraiu participantes de aproximadamente 19 municípios, entre os quais cooperados de outras cooperativas, produtores independentes e estudantes universitários, além dos próprios cooperados da Witmarsum. “Hoje nós temos mais de 500 inscrições e a grande maioria, ou pelo menos dois terços desses inscritos são agropecuaristas. E este simpósio foi criado para atingir o produtor e trazer informação tecnológica para ele melhorar a sua atividade. Nós temos também um grande desafio: manter esse nível de palestra para atingir o público que nos interessa, que é o produtor rural”, disse. Ele também ressaltou a importância contar com a presença dos jovens. “Os jovens precisam ser atingidos com esse tipo de palestra, com comunicação diferente de 15 a 20 anos atrás. Hoje, a divulgação via site, Facebook e WhatsApp é o que está alcançando esse público e, mesmo assim, eles vêm conferir as informções aqui na forma presencial”, complementou.

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AVESUI 2018: Cerimônia do Prêmio Quem é Quem 2018 coroa as melhores e maiores cooperativas

avesui 03 08 2018A entrega do Prêmio Quem é Quem 2018 ocorreu no primeiro dia da AveSui 2018, coroando as maiores e melhores cooperativas de aves, suínos e peixes do País. A cerimônia, na noite de quarta-feira (01/08), na Lar Centro de Eventos, em Medianeira, destacou os trabalhos dessas instituições em dez categorias, dentre elas Inovação, Desempenho Econômico-Financeiro, Responsabilidade Ambiental, Responsabilidade Social, Desenvolvimento Sustentável, Gerência e Assistência Técnica. A C Vale, de Palotina, recebeu cinco prêmios. De Medianeira, a Lar foi a escolhida para as categorias Inovação e Assistência Técnica. Outras cooperativas premiadas foram Frimesa, Aurora, Primato e Coopavel.

Importância - Primeira a falar durante a cerimônia, Andrea Gessulli, diretora da Gessulli Agribusiness, que promove a AveSui, destacou a importância do trabalho das cooperativas nos mais variados segmentos e o papel das mesmas em um desenvolvimento econômico e social. “As cooperativas ganharam papel de destaque e se tornaram fundamentais na área em que atuam”, pontuou. Andrea destacou que o Prêmio Quem é Quem, diante de tudo isso, passa neste ano a premiar as cooperativas em dez categorias. Anteriormente, eram apenas Desempenho Econômico-Financeiro, Responsabilidade Ambiental, Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável.

Importância - O presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues, anfitrião do evento – que acontece no centro de eventos da cooperativa --, falou em seguida sobre a importância da AveSui e do Quem é Quem para o setor. “O Prêmio Quem é Quem é um grande incentivo, nós termos nossa equipe de técnicos e cooperados sendo premiados, o que é um sinal de que nosso trabalho está indo bem”, aponta.

Troféus - A Lar recebeu dois troféus do Quem é Quem. Com 59,27 pontos a cooperativa ficou em primeiro lugar na categoria Inovação. Outra conquista foi o primeiro lugar em Assistência Técnica, que destacou o trabalho do colaborador da Lar, Marcos José Paulus.

Destaque - O grande destaque da noite do Quem é Quem, contudo, foi a C Vale, que conquistou cinco prêmios. A cooperativa ficou em primeiro lugar nas categorias Social, Ambiental, Sustentabilidade, Gestor Operacional – Reni Eduardo Girardi, e Mulher Cooperada – Ladi Araldi.

Sem palavras- “Receber um prêmio ou dois já é bastante coisa, mas quatro? Não tenho palavras. Não é uma coisa fácil e mexe com a emoção o reconhecimento que temos pelas pessoas que fizeram isso acontecer. Apenas deixo as coisas acontecerem, não sou eu que faço”, ressaltou Alfredo Lang, presidente da cooperativa, acrescentando que a C Vale sempre busca o melhor em tudo o que faz. (Assessoria de Imprensa do evento)

Classificação

Categoria econômico-financeiro

1º Aurora

2º Castrolanda

3º Frimesa

 

Categoria social

1º C-Vale

2º Frimesa

3º Languiru

 

Categoria ambiental

1º C-Vale

2º Lar

3º Aurora

 

Categoria Sustentabilidade

1º C-Vale

2º Frimesa

3º Languiru

 

Categoria assistência técnica

1º Lar – Marcos José Paulus

2º C-Vale – Cassiano Leopoldo Busatta Pasa

3º Copavel – Camila Fachi

 

Categoria Gestor Operacional

1º C-Vale – Reni Eduardo Girardi

2º Castrolanda – Everton Ricardo Tomazetti Segatto

3º Coopavel – Eduardo Villas Boas Leffer

 

Categoria melhor gestor cooperado aves

1º Coopavel – Altieres Pergorago

2º C-Vale – Kenji Della Pria Hatamoto

3º Lar – Dirceu Hoepers

 

Categoria melhor gestor cooperado suínos

1º Primato – Ladir Rosseto

2º Lar – Marco Daniel Graef

3º Frísia – Victor Augusto Aardoom

 

Categoria mulher cooperada

1º C-Vale – Ladir Rossetto

2º Castrolanda – Débora Cristine Fanha P. Noordegraaf

3º Lar – Ivonir Fatma Capeller Destro

 

Categoria inovação

1º Lar

2º Frimesa

3º Coopavel

 

Categoria varejo

1º Frimesa

2º Lar

3º Aurora

 

 

EVENTO I: Seminário em Curitiba vai discutir Direito Cooperativo no dia 14 de agosto

 

Temas relevantes ligados ao Direito Cooperativo estarão em debate, no dia 14 de agosto, em Curitiba. O evento é uma promoção da Comissão de Direito Cooperativo da OAB-PR e conta com o apoio do Sistema Ocepar. A sessão de abertura terá a presença do presidente da OAB-PR, José Augusto Araújo de Noronha, do presidente da Comissão de Direito Cooperativo, Paulo Sérgio Nied, e da coordenadora da Escola Superior de Advocacia da OAB-PR, Graciela Marins.

 

Painéis - A programação será dividida em três painéis, que vão discutir os seguintes temas: “Ato e atividade cooperativa: conceito, natureza e tratamento geral”, “Desligamento do associado ou cooperado” e “O adequado tratamento tributário do ato cooperativo”. Os debates terão participação de profissionais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Ocepar e Ocergs, cooperativas e professores de instituições de ensino superior. Ao final, será realizado o lançamento do livro “Sociedades Cooperativas”, coordenado pelo professor Alfredo de Assis Gonçalves.

 

evento I folder 03 08 2018

EVENTO II: Congresso Brasileiro debate importância jurídica, social e econômica do agronegócio

 

Curitiba vai sediar, no dia 17 de agosto, o Congresso Brasileiro do Direito do Agronegócio, organizado pela Comissão de Direito Agrário e do Agronegócio da OAB-PR. Será no auditório da entidade, das 8h às 18h. Com o tema central “O agronegócio como gerador de riqueza do Brasil e a sua relevância jurídica, social e econômica”, a programação terá a participação do coordenador do Centro de Agronegócio da FGV-EESP e embaixador especial da FAO para o cooperativismo, Roberto Rodrigues. Ele vai ministrar palestra sobre o papel do Brasil na segurança alimentar. 

 

Mais - Haverá ainda debates sobre “Cadeia do agronegócio e o direito do agronegócio no Projeto de Lei nº 1572/2011, com o presidente da Comissão de Assuntos Jurídicos da Associação Brasileira do Agronegócio e membro do Conselho Superior do Agronegócio, Renato Burello; “Proteção jurídica e econômica do produtor rural”, com Luiz Fernando Tomasi Keppen, desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR),; “Aquisição de imóveis rurais por estrangeiros”, com Lutero Paiva, membro do Comitê Europeu de Direito Rural; “Regime jurídico nas sociedades cooperativas”, com Alfredo de Assis Gonçalves Neto, vice-presidente da Comissão do Projeto de Lei nº 834/2013 no Senado Federal sobre o novo Código Comercial e árbitro brasileiro do Protocolo de Olivos do Tribunal Arbitral do Mercousul, entre outros assuntos. 

 

Inscrições - As inscrições devem ser efetivadas no site da OAB-PR.

 

evento II cartaz 1 03 08 2018

 

evento II cartaz II 03 08 2018

DIA C: A força da cooperação transformando vidas

 

dia c 03 08 2018Os diretores da Coagru e Unitá e também os parceiros Sicredi, Sicoob e Uniprime estiveram na instituição S.O.S. Cícero Nuto Figueiredo para fazer a entrega do cheque no valor de R$ 20.119,00 referente à campanha do “Presente Solidário”. Esta ação fez parte das atividades relacionadas ao Dia C – Dia de Cooperar, edição 2018, uma iniciativa das cooperativas brasileiras apoiadas pela OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e que a Coagru desenvolve desde o ano de 2014.

 

Princípio cooperativista - A ação, intitulada “Presente Solidário”, tinha como objetivo a doação em espécie e em troca a pessoa recebia um presente como forma de agradecimento e lembrança pelo seu ato de solidariedade ao próximo. “A campanha foi muito bem recebida pela sociedade e cooperados, que se empenharam em adquirir o seu presente e ajudar as crianças da instituição. Para nós que somos do cooperativismo foi uma forma de exercitarmos o 7º Princípio Cooperativista que prega a preocupação com a comunidade e demonstra como as cooperativas locais se preocupam com as pessoas”, ressaltou o diretor presidente da Coagru, Áureo Zamprônio.

 

Entrega - O cheque foi entregue para a diretoria da instituição composta por voluntários do Lions Clube com o apoio da Prefeitura de Ubiratã, através da Secretaria de Ação Social. “Hoje é um dia muito especial para todos os parceiros e também àquelas pessoas que contribuíram com a campanha, pois esta doação vai propiciar que mais crianças sejam beneficiadas e tenham esperança de um futuro melhor” lembrou Erick Maldonado, supervisor administrativo da Unitá.

 

Gratificante - Para Cavalini Carvalho, diretor vice-presidente das cooperativas Coagru e Unitá, foi muito gratificante saber que muitas pessoas se empenharam na campanha. “A prática da cooperação é um precioso legado que nós cooperativistas vamos deixar para as futuras gerações, pois tudo muda quando a gente coopera.” (Imprensa Coagru)

 

UNIMED PARANÁ: Michael Kapps e Luiz Francisco Cardoso também palestram no 4º E-saúde

 

unimed parana 03 08 2018“Apps de Saúde: do Vale do Silício para a sua empresa” é o tema da palestra de Michael Kapps, CEO do Ta-na-Hora, no 4º Encontro de Tecnologia aplicada à Saúde (e-saúde), no dia 14 de setembro, no Teatro Universitário da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Tuca, em Curitiba. O evento também recebe Luiz Francisco Cardoso, superintendente de Práticas Assistenciais e Pacientes Internados do Hospital Sírio Libanês, que traz ao público a experiência do Hospital Sírio Libanês na Implantação do Modelo Baseado em Valor Utilizando os Padrões ICHOM (International Consortium for Health Outcomes Measurement).

 

Inscrições abertas - Realizado pela Unimed Paraná, com apoio da PUCPR, Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Femipa (Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do Paraná) e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná (Sescoop/PR), o evento já está com as inscrições abertas. As vagas são limitadas. 

 

Apresentações - A programação conta também com as apresentações de Claudio Giulliano Alves da Costa Médico, da FOLKS Consultoria, sobre Hospital Digital, Rodrigo Bornhausen Demarch, diretor de Saúde e Inovação da Mantris SP, que falará sobre a utilização da tecnologia no apoio ao controle das doenças crônicas não-transmissíveis, Daniel Greca, diretor de Healthcare da KPMG Consultoria, e Marcelo Dallagassa, especialista na Unimed Paraná, que abordarão a jornada de transformação e a jornada do paciente, respectivamente. (Imprensa Unimed Paraná)

 

COCAMAR: Com ILP, fazenda aumenta lotação animal em 25%

 

Localizada em Altônia, município da região de Umuarama, no noroeste do Paraná, a Fazenda Colaboradores do Brasil (Colab) iniciou há três anos a integração lavoura-pecuária para reformar os pastos e aumentar a lotação animal, segundo explica o gerente Valdenir Seidel. 

 

Dois anos - Na parceria com o agricultor Alex Piveta, morador em Iporã, a 30km, a terra é arrendada por dois anos. O produtor recebe o pasto no período de inverno a tempo de preparar o ciclo da safra de soja, e o devolve no inverno do segundo ano. “No segundo ano, nós entramos com metade do investimento em sementes de pastagem”, explica o gerente, que é formado em administração de empresas. Ele acrescenta que, dependendo do que for detectado nas periódicas análises do solo, os proprietários das terras podem participar também da reposição de nutrientes. A integração é orientado pelo técnico agrícola Eleandro Zanolli, da unidade da Cocamar em Altônia.  

 

Aumentou - Foi dessa forma que a Fazenda Colab, de 630 alqueires (1.524 hectares) e um plantel de 1,7 mil cabeças de cruzamento industrial com angus, já conseguiu, no curto período de três anos, aumentar em 25% a lotação animal: “temos 400 cabeças a mais”, assinala Seidel. São 120 alqueires (290 hectares) de integração, dos quais 25 começam a ser conduzidos pela própria fazenda, sem parceiro. A tendência, de acordo com o gerente, é ampliar a cada ano as áreas com ILP. 

 

Precocidade - A propriedade trabalha com a produção de animais precoces e superprecoces: “Nosso foco é o mercado de carne nobre”, diz o gerente, explicando que as novilhas vão para o abate entre 12 e 14 anos de vida, em média, com 52% de rendimento de carcaça. A carne é comercializada com o selo Caiuá por meio de uma associação de pecuaristas da região que têm o mesmo foco na qualidade, mediante um valor adicional de 18% por arroba no produto angus, dependendo da classificação. Por ano, são abatidas de 150 a 180 cabeças. 

 

Cortadeiras - A alta infestação de formigas cortadeiras em pastos degradados no noroeste do Paraná parece estar sendo controlada sem maiores problemas em propriedades que adotam programas de integração. 

 

Controle - Na Fazenda Colab, o gerente Valdenir Seidel confirma que os insetos “diminuíram bastante” após o início da integração. O agricultor Alex Piveta, parceiro na ILP, acredita que as formigas não encontram condições favoráveis para sobreviver na lavoura de soja, diferente do que acontece nos pastos degradados, onde suas trilhas estão por todo lado. “A aplicação de fungicidas para o controle de doenças da soja ajuda também, indiretamente, a combater os ninhos de formigas, porque elas se alimentam de fungos”, comenta o produtor.

 

Causas sociais - O objetivo da Fazenda Colab não é o enriquecimento dos seus proprietários, mas destinar os lucros, ao final do ano, para apoiar projetos assistenciais em Altônia e várias outras cidades pelo Paraná e o Brasil. Já na placa de identificação da propriedade, na entrada, está escrito: “Colaborando com a edificação da Igreja de Cristo no Brasil”.

 

Pioneirismo - Mostrando fotos antigas, o gerente Valdenir Seidel explica que a propriedade originou da iniciativa de missionários norte-americanos, que investiram em terras no que ainda era um sertão, em 1957, onze anos antes da fundação do município, ocorrido em 1968. Eles apostavam que seria possível ganhar dinheiro com café para apoiar o trabalho religioso, mas o sonho foi desfeito após geadas e muitas outras adversidades, como a inóspita vida na floresta, à qual os pioneiros, vindos dos Estados Unidos, não estavam acostumados. Com o tempo, a fazenda foi mudando de donos, mas nunca perdeu sua finalidade. (Imprensa Cocamar)

 

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SICREDI PARANAPANEMA: Parceria firmada com Wizard de Cambará beneficia cooperados e colaboradores

 

No final de julho, a Sicredi Paranapanema PR/SP firmou uma parceria com a escola de idiomas Wizard, de Cambará (PR). O convênio, assinado pelo presidente da Sicredi Paranapanema PR/SP, Claudio Marcos Orsini e pela proprietária da Wizard, Rachel Fernandes Nogueira, disponibiliza aos associados e colaboradores da cooperativa descontos exclusivos de 50% nas mensalidades de novas matrículas dos cursos de inglês.

 

Incentivo - Para o presidente da Sicredi Paranapanema PR/SP, Cláudio Marcos Orsini, essa é mais uma linha para beneficiar e incentivar a educação aos associados e cooperados. “Temos trabalhado fortemente para gerar cada vez mais parcerias que beneficiam nossos associados e, este convênio, é uma grande prova disso. Acreditamos que a educação é o caminho para transformarmos o mundo em que vivemos, e poder firmar uma parceria que contribui para a educação de nossos associados e colaboradores é muito satisfatório, pois este é mais um trabalho que contribui para o desenvolvimento social de nossa comunidade”, declarou Claudio.

 

Agregação - Segundo Rachel Fernandes Nogueira, proprietária da instituição, essa parceria com o Sicredi só vem a agregar. “A língua inglesa já se tornou uma necessidade, por isso é muito gratificante poder proporcionar essa parceria em Cambará aos colaboradores e associados da cooperativa. Para nós da Wizard, firmar esse convenio com uma instituição sólida e que se preocupa com a comunidade como o Sicredi é um prazer imenso”, concluiu Rachel.

 

Mais informações - Para maiores informações, os interessados podem buscar informações na agência Sicredi e também na própria Wizard. (Imprensa Sicredi Paranapanema PR/SP)

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COMBUSTÍVEL: Decreto prevê nova fórmula de cálculo para fixar preço do diesel

 

combustivel 03 08 2018O decreto que trata do programa de subvenção do preço do óleo diesel até o fim do ano, publicado quarta-feira (01/08), define uma mudança na sistemática de apuração do preço de comercialização, o valor fixo definido pelo governo, que valerá a partir de setembro. A ideia é garantir uma neutralidade no mercado, uma vez que os importadores vinham reclamando de problemas na sistemática vigente. A nova fórmula será apresentada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e ficará em consulta pública nas próximas semanas.

 

Fase inicial - Na fase inicial do programa, que durou 60 dias, esse preço tinha sido referenciado em contas inicialmente feitas pela Petrobras. Para este mês, esse valor foi atualizado a partir das variações de preços de petróleo e câmbio, além do chamado resíduo de custos, dado pelos dias em que os preços de mercado (ou preços de referência diária) ficaram mais de R$ 0,30 acima do preço fixo. Nos últimos dois meses, em cerca de cinco dias os preços ficaram mais altos que o valor fixo somado à subvenção.

 

Conta - A conta que o governo fez para definir o preço de comercialização deste mês apontou, segundo fonte do governo, um valor de R$ 0,03 menor do que os R$ 2,03 vigentes no período de dois meses anteriores. Mas a área econômica optou por manter o mesmo nível para dar mais estabilidade ao mercado e garantir também uma menor oscilação no valor que vigorará em setembro a partir da nova fórmula.

 

Novo critério - O novo critério de cálculo do valor de comercialização que será feito pela ANP considerará uma fórmula complexa de "paridade internacional" de preços sobre o qual, no dia 31 de agosto, serão somados os custos residuais de preços e também de impostos (há uma incidência de PIS/Cofins sobre a subvenção paga que será incorporada nessa conta) e deduzido o valor de R$ 0,30 da subvenção. O novo valor terá vigência para os 30 dias seguintes.

 

Valor de subvenção - A regra de avaliação diária dos preços continuará para cálculo do valor de subvenção a ser pago às empresas. Ou seja, em dias que o preço de mercado (ou referência) ficarem menos de R$ 0,30 acima do valor de comercialização, a conta de subsídio é menor para o governo. Nos dias em que ficar mais do que isso acima, o valor irá para uma contabilidade à parte (conta gráfica) e será considerado como resíduo para cálculo do preço fixo a viger no mês seguinte.

 

Suficiente - O governo fez contas e chegou a um grau de confiança de 95% de que o orçamento de R$ 9,5 bilhões será suficiente para arcar com o programa de subvenção até o fim do ano. Não há espaço fiscal para gastar mais que isso e há chances de essa conta ser menor caso os preços de mercado fiquem sistematicamente mais baixos. "Há uma excelente chance de executar o programa sem que o dinheiro acabe antes", disse uma fonte, lembrando que o gasto depende também dos volumes a serem comercializados pelas empresas.

 

Prazo maior - O decreto também deu um prazo maior (de 9 para 15 dias úteis) para a ANP analisar as notas fiscais e autorizar o pagamento da subvenção às empresas habilitadas. Além disso, colocou uma cláusula de responsabilização das empresas pelas informações prestadas para a agência, de forma a "otimizar" os processos, permitindo maior celeridade na liberação dos pagamentos, que estão em atraso. Outro ajuste do decreto define um cálculo extra em dezembro para a subvenção na segunda quinzena daquele mês. (Valor Econômico)

 

FOTO: Pixabay

 

TRANSPORTE DE CARGAS I: Incerteza sobre frete pode criar passivo bilionário no setor de soja

 

transporte cargas I 03 08 2018As tradings que atuam no mercado brasileiro de soja podem estar acumulando um "passivo" bilionário enquanto perdura o embate jurídico em torno da nova tabela de preços mínimos de fretes para o transporte rodoviário de cargas no país.

 

Valores - Ocorre que o escoamento da produção da safra 2017/18, em grande parte destinada à exportação, evolui a pleno vapor, e, segundo fontes do segmento, boa parte dos contratos de transporte fechados para tal está com valores mais baixos que os previstos na primeira tabela de fretes divulgada pelo governo, que está sendo contestada na Justiça por entidades setoriais como Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e Associação Brasileira da Indústria Brasileira de Óleos Vegetais (Abiove).

 

Diferença - O Valor apurou que uma das grandes tradings de grãos presentes no Brasil calcula que, em seu caso, essa diferença entre os preços praticados nas últimas semanas e os previstos na tabela que está na berlinda já chegou a cerca de R$ 200 milhões. Outra empresa projeta o montante em R$ 100 milhões.

 

Multinacionais - As maiores tradings de soja estabelecidas no Brasil, que lidera os embarques globais do grão, são multinacionais. Estão no rol companhias como Cargill, Bunge, ADM, Louis Dreyfus e Cofco International, entre outras.

 

Passivo - Consultado sobre esse problema, André Nassar, presidente da Abiove, preferiu não estimar valores, mas confirmou que a grande preocupação das associadas da entidade atualmente é de fato esse "passivo". "Como a questão dos fretes continua indefinida, as empresas temem operar na ilegalidade", afirmou. 

 

Nova tabela - O segmento espera que do imbróglio jurídico resulte uma nova tabela, com valores mais baixos e adequada à realidade do transporte de soja e outros produtos agrícolas. 

 

Problemas - Mas caso a tabela publicada inicialmente pelo governo para encerrar a greve dos caminhoneiros prevaleça haverá problemas, porque transportadoras poderão apelar à Justiça para reaver valores eventualmente perdidos.

 

Multas - Nesse caso, a emenda sairá pior que o soneto para as tradings, já que a nova regulamentação dos fretes rodoviários prevê multas de 100% sobre eventuais valores praticados abaixo dos pisos definidos para os fretes rodoviários - que, segundo tradings, elevam os custos de transporte de soja em 50%, em média.

 

Questionamentos - Como já informou o Valor, a enxurrada de questionamentos judiciais que se seguiram à publicação da primeira tabela fez o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspender todas as ações e convocar uma audiência pública sobre o tema para o próximo dia 27.

 

Engavetada - Nesse contexto, a versão que só depende da sanção do presidente Michel Temer para virar lei continua engavetada e a "neblina" que prejudica a visão dos players que movimentam o carro-chefe do agronegócio brasileiro vai ficando mais densa.

 

Definição - Um executivo observa que, diante da forte demanda externa pelo grão brasileiro - sobretudo por parte da China, que está em guerra comercial com os EUA - e dos bons preços das cargas, também inflados pelo câmbio, é impossível esperar por uma definição dos valores mínimos dos fretes.

 

Embarques - Em julho, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Mdic), os embarques brasileiros de soja em grão voltaram a superar a marca de 10 milhões de toneladas e a render mais de US$ 4 bilhões. Embora essas barreiras tenham sido ultrapassadas também em junho, são patamares historicamente elevados, o que acabou por elevar o "passivo" potencial dos fretes.

 

Sinalização - Cálculos da Abiove sinalizam que as exportações de soja em grão do país baterão novo recorde neste ano. O volume total deverá alcançar 73,5 milhões de toneladas, com uma receita equivalente superior a US$ 30 bilhões.

 

Defesa - "Ninguém quer trabalhar na ilegalidade, e é claro que a possibilidade de uma empresa ser multada pelas diferenças de valores de fretes praticados preocupa. Como essa empresa vai se defender se for acionada judicialmente?", questiona Nassar.

 

Outras cadeias - Circulam no mercado informações de que o mesmo problema está acontecendo em outras cadeias do agronegócio e mesmo em outros setores, mas, no momento, é difícil encontrar outro produto nas estradas do país com tanta frequência como a soja. (Valor Econômico)

 

TRANSPORTE DE CARGAS II: ANTT trabalha em nova tabela de frete mínimo

 

transporte cargas II 03 08 2018Ponto de polêmica entre caminhoneiros e empresas e com sua legalidade em discussão na Justiça, a tabela com valores mínimos do frete rodoviário caminha para ganhar uma nova versão. Termina nesta sexta-feira (03/08), o prazo aberto pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para receber propostas da sociedade sobre o assunto.

 

Em vigor - Atualmente, existe uma tabela de frete que, no entendimento do governo, está em vigor. Algumas entidades empresariais sustentam que não.

 

Decisões bloqueadas - No entanto, ainda não há palavra final sobre isso. Todas as decisões da Justiça sobre o tabelamento estão bloqueadas por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, que só pretende retomar a discussão sobre o assunto no próximo dia 27, com a realização de uma audiência pública. Paralelamente, a ANTT trabalha nessa nova versão da tabela.

 

Paralisação - O tabelamento dos fretes rodoviários foi uma das medidas do pacote que o governo negociou com os caminhoneiros para pôr fim à paralisação da categoria que durou 11 dias, no fim de maio, e provocou uma crise de abastecimento no País.

 

Represamento - “Há represamento e produtos que já deveriam ter sido despachados ainda estão armazenados”, disse a assessora técnica em Logística da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Elisângela Lopes. Radicalmente contrária ao tabelamento, a entidade não deve apresentar nenhuma proposta à ANTT.

 

Documento detalhado - Igualmente contrária à tabela do frete, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) pretende encaminhar um documento detalhado à ANTT. “Vamos reforçar que o tabelamento não interessa à indústria de soja”, informou o presidente da associação, André Nassar. Se, ainda assim, a opção do governo for pela fixação de preços, a indústria pede cautela para que ele não atrapalhe a competição.

 

Cálculo - Os preços mínimos, defende a entidade, devem ser calculados com base nos itens efetivamente desembolsados na prestação do serviço. E, em vez de ser organizada em quilômetros por eixo, a tabela deve ser fixada com base no custo por tonelada, que é a referência usual no mercado.

 

Inaplicável - “Não é só que a tabela é ruim para a economia e inconstitucional; ela é inaplicável”, afirmou o gerente de Relacionamento com o Poder Executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Pablo Cesário. Esse é o teor do documento enviado pela entidade à ANTT. Ele explica que, por exemplo, a tabela considera transporte em caminhões de três eixos, quando o usual são veículos de maior porte.

 

CNI - Tal como a Abiove, a CNI vai defender que, se for instituído, o preço mínimo deve deixar de fora itens como custo de capital e depreciação do caminhão, que não são diretamente atrelados ao serviço. “Tem de ser o mínimo mesmo, do contrário é uma tabela de preços”, explicou.

 

Relatório vai consolidar sugestões - Pelo rito da ANTT, as sugestões recebidas até esta sexta-feira, serão consolidadas num relatório, que posteriormente será analisado pela diretoria da agência reguladora, antes da adoção de uma eventual nova norma. É um processo que normalmente demora alguns meses. Mas a área técnica informa que essas sugestões também servirão de subsídio à discussão que ocorre no STF.

 

Discussão com especialistas - Relator de três ações de inconstitucionalidade movidas contra o tabelamento, o ministro Luiz Fux quer fazer uma discussão ampla com especialistas no dia 27 antes de tomar uma decisão. É bem possível que a decisão da Justiça saia antes da conclusão dos trabalhos da ANTT em torno da nova tabela de frete.

 

Prazo muito longo - O prazo dado por Fux, porém, é considerado longo demais pelas empresas do agronegócio, que dizem enfrentar um nível inédito de insegurança jurídica e paralisia nos negócios. Há ainda impacto sobre os preços. O Ipea estima que os alimentos aumentarão 3,93% este ano, respondendo por 0,62 ponto porcentual na inflação do ano, estimada em 4,20%.

 

Mandado de segurança - Numa tentativa de acelerar a discussão na Justiça, a Abiove e a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) ingressaram no STF com um mandado de segurança com pedido de liminar, para que ao menos as instâncias inferiores da Justiça sejam liberadas para tomar decisões sobre o tabelamento. Protocolado durante o recesso parlamentar, esse pedido está com o ministro Alexandre de Moraes, que poderá ou não tomar uma decisão antes do dia 27.

 

Discussão - Além de discutir a constitucionalidade do tabelamento, as empresas usuárias de transporte questionam se a atual tabela do frete está mesmo em vigor ou se foi revogada acidentalmente pelo governo. Outro ponto de discussão é que a tabela foi editada sem ser previamente discutida com a sociedade.

 

Prejuízo de eixo suspenso pode ser abatido de dívida - O governo paulista pode propor à União a redução de sua dívida com o Tesouro Nacional para compensar prejuízos estimados em pelo menos R$ 600 milhões por ano com o fim da cobrança da tarifa de pedágio sobre o eixo suspenso dos caminhões vazios.

 

Isenção estendida - A isenção, que já valia nas rodovias federais concedidas, foi estendida também para as rodovias estaduais e municipais, mesmo privatizadas, pela Medida Provisória 833, editada pelo presidente Michel Temer como parte do acordo que encerrou a paralisação dos caminhoneiros, no final de maio.

 

Pedágio - No momento, o pedágio não vem sendo cobrado e as concessionárias acumulam o prejuízo, segundo informou o presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), César Borges. Ele acrescentou que, nas rodovias paulistas, a perda poderá superar os R$ 600 milhões estimados pelo governo local.

 

Compensação - As concessionárias aguardam uma definição da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) sobre como o prejuízo será compensado. Questionada, a agência reguladora informou que “brevemente” haverá uma decisão do conselho diretor sobre o assunto.

 

Recursos próprios - Segundo a Artesp, o governo paulista já manifestou a intenção de utilizar recursos próprios para bancar a perda das concessionárias e, posteriormente, cobrar a conta do governo federal, “na forma de abatimento da dívida”. 

 

Outras opções - Outras soluções possíveis são o aumento das tarifas de pedágio ou o alongamento do período da concessão das rodovias. (O Estado de S.Paulo)

 

TRANSPORTE DE CARGAS III: Empresas do agronegócio avaliam ter frota própria contra tabela do frete

transporte cargas III 03 08 2018O tabelamento do frete, adotado pelo governo para acabar com a paralisação dos caminhoneiros, elevou o custo do transporte de carga em todos os setores e já é considerado um elemento crítico no agronegócio. Para contornar esse choque de preços, produtores agropecuários de diferentes portes avaliam alugar ou até ampliar a frota de veículos de carga.

Despesas - "Com essa nova política de preços, as despesas com o transporte quase duplicaram. As empresas estudam alugar veículos e até mesmo comprar caminhões como alternativa para reduzir o custo com o transporte", diz o presidente da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga (Anut), Luís Henrique Teixeira Baldez.

Atraso - Como o transporte é um custo básico, até a fixação de preços da próxima safra está atrasada porque os produtores aguardam uma definição do STF (Supremo Tribunal Federal) em relação à constitucionalidade do tabelamento.

Verticalização - Se for mantido, o analista sênior de agronegócio do Itaú BBA, Guilherme Bellotti, prevê a verticalização da operação de transporte, com produtores comprando caminhões.

Contratação - A Cargill, uma das maiores comercializadoras de grãos do mundo, com forte presença no Brasil, já considera contratar seus próprios motoristas para o transporte de grãos na próxima safra de soja. "Com o tabelamento, indústrias e exportadores terão de repensar a forma como irão operar no Brasil, pois se cria ruptura no funcionamento natural da cadeia de suprimentos e desequilibra contratos", diz o diretor de grãos e processamento da Cargill para América Latina, Paulo Sousa, em nota.

Mudança - O executivo considera ainda que as indústrias de processamento de produtos agrícolas e as empresas exportadoras serão obrigadas a mudar seu modelo de atuação.

Entrega - Em vez de comprar os grãos com a retirada nas fazendas ou nos armazéns no interior, serão forçadas a comprar somente com entrega nas fábricas e nos portos.

Organização - "Pequenos produtores e produtores rurais da agricultura familiar serão forçados a se organizar em cooperativas de frete, com suas frotas próprias, ou perderão competitividade", diz o executivo.

Coamo - Há 30 dias, a cooperativa agrícola Coamo, uma das maiores do país, comprou 151 caminhões para renovar a frota e também aguarda o STF. "A compra de caminhões já estava programada para aumentar a frota e substituir veículos mais antigos, mas não descartamos a aquisição de mais unidades", afirma José Aroldo Galassini, presidente da Coamo.

Unidades - A cooperativa tem 780 unidades em frota própria, 450 caminhões dedicados com a garantia de frete de ida e volta durante o ano inteiro. No pico da colheita, contrata das transportadoras até 2.000 veículos por dia.

JBS - A JBS, maior empresa do setor de carnes no mundo, já deu um primeiro passo. Tem frota particular e decidiu ampliar o número de veículos. Foram adquiridos 360 caminhões.

Estratégia - "A decisão está amparada na estratégia de uma operação sustentável, que garanta a produção e oferta de produtos, reduzindo os impactos de custo causados pela aplicação do tabelamento do frete rodoviário", diz a empresa em nota.

Ocepar - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, conta que muitas empresas já não estão entregando os insumos nas fazendas e os próprios agricultores têm de buscar produtos para dar início ao plantio da próxima safra.

Produção agrícola - As cooperativas paranaenses respondem por cerca de 60% da produção agrícola do Paraná. Elas recebem os produtos, embalam e fazem a distribuição. A maior parte do translado de mercadorias é feita por caminhoneiros terceirizados, mas Ricken estima que será preciso adquirir mais caminhões para depender menos dos terceirizados.

Cooxupé - Com o envio de 4 milhões de sacas de cafés por ano para o porto de Santos (SP), a cooperativa Cooxupé viu o preço do frete neste trajeto aumentar 37% desde que foi instituído o tabelamento.

Entrega - A cooperativa tem 14 mil produtores que entregam suas produções em 17 filiais. "Sem uma solução, vamos ter de partir para a frota própria e, para isso, precisaríamos de cerca de 50 veículos", diz o presidente da Cooxupé, Carlos Paulino.

Compra em bloco- Uma eventual compra em bloco de caminhões pelo setor agrícola movimentaria os negócios das montadoras, que contabilizaram alta de 51,67% nas vendas no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado.

Reflexo - Essa expansão não é reflexo da paralisação dos caminhoneiros, uma vez que o prazo entre a encomenda de um caminhão e a sua entrega é de até cinco meses.

Movimento - Esse movimento começou em outubro de 2017 durante a Fenatran (Salão Internacional do Transporte de Carga) e está baseado na expectativa de aumento do PIB (Produto Interno Bruto) e na renovação de frota.

Aquisição - O vice-presidente de marketing da Mercedes-Benz do Brasil, Roberto Leoncini, explica que nos últimos dois meses verificou um movimento de pequenos produtores de milho e trigo adquirindo algumas unidades de caminhões.

Consulta - "Mas, de um modo geral, o que vemos é que o nível de consulta aumentou após a entrada em vigor do frete mínimo, mas não se refletiu em encomendas porque as empresas ainda aguardam a decisão do STF para definir sobre a frota própria", diz Leoncini.

Contas - O presidente da MAN Latin America, Antonio Roberto Cortes, concorda que por enquanto ainda não há reflexo do tabelamento na venda de caminhões. "As empresas estão fazendo contas para saber se é melhor ter frota própria ou terceirizada. Ainda é cedo para refletir em compras. Tudo vai depender da decisão do STF", diz Cortes.

Sindilat - O presidente do Sindilat (Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul), Alexandre Guerra, afirma que o custo do frete para o setor de leite aumentou entre 20% e 100%, dependendo da região. "Dependemos exclusivamente do transporte rodoviário, e o que não conseguirmos negociar com essa elevação dos custos por causa do tabelamento será repassado ao consumidor e isso pode levar à inflação", avalia Guerra.

Soja - No caso da soja, o presidente-executivo da Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), André Nassar, estima que o produto deve ficar até 30% mais caro dependendo da rota e da época do ano.

Ideal - "O ideal seria acabar com o tabelamento, mas caso isso não ocorra é necessário que haja uma tabela mais compatível com o mercado", diz Nassar. O movimento das empresas de adotar frota própria não preocupa a categoria dos caminhoneiros, conforme afirma Wallace Landim, o Chorão, que liderou manifestações durante a paralisação.

Inviável - "É uma forma de pressionar e ameaçar, mas acho muito difícil isso se efetivar, porque é inviável para a empresa arcar com os altos custos da contratação de caminhoneiros pela CLT [Consolidação das Leis do Trabalho]", afirma Chorão. Para ele, o volume transportado é muito grande e mesmo que algumas empresas adquiram frota própria não será suficiente para atender à demanda. "Alguns vão comprar, mas será uma parcela pequena", diz. (Folha de São Paulo)

 

REGULAMENTAÇÃO: Importação de animais e de material genético no Mercosul tem novas regras

 

regulamentacao 03 08 2018O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou normas para a importação dos países do Mercosul de equídeos (temporária e definitiva), de bovinos e bubalinos para reprodução, além de embriões bovinos, in vivo (do ventre da mãe) e in vitro e, de sêmen suíno. As cinco instruções normativas (34, 35, 36, 37 e 38) foram publicadas no Diário Oficial da União de quarta-feira (01/08), e trazem as exigências zoosanitárias a serem cumpridas pelos países do Bloco (Argentina, Paraguai, Uruguai) e associados. Os benefícios são proporcionar maior segurança sanitária e a facilitação do comércio.

 

Inovações - Entre as inovações trazidas para importação temporária de equídeos está a possibilidade de agregar em uma única certificação as regras para a internalização e o retorno de equinos para participarem em eventos sem finalidade reprodutiva, o que representa ganho em agilidade, sem perda de segurança sanitária.

 

Protagonista - O Brasil é protagonista no comércio internacional de genética bovina, tanto na produção mundial de embriões bovinos “in vivo” quanto “in vitro (PIVE). No Mercosul, os requisitos zoossanitários protegiam apenas a importação de embriões bovinos in vitro. A partir de agora, estão ambos (in vivo e in vitro) protegidos, com o Brasil se beneficiando dessa atualização, já que é o maior produtor mundial e de referência no uso de PIVE em bovinos.

 

Suínos - Para o setor de suínos, a nova norma traz uma atualização dos requisitos zoossanitários para a importação de sêmen suíno congelado, cuja regra vigorava há mais de 15 anos. O país exportador deverá comprovar que o material genético está negativo para febre aftosa e para as principais doenças dos suínos. (Mapa)

 

ALIMENTOS: Índice de preços da FAO tem forte queda

 

alimentos 03 08 2018O índice de preços de alimentos da FAO registrou forte queda em julho, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (02/08) pelo braço das Nações Unidas para agricultura e alimentação. A baixa de 3,7% em relação a junho, a maior do ano até agora, foi determinada por variações negativas em todos os grupos de produtos que compõem o indicador.

 

Cereais - No grupo formado pelos cereais, a retração foi de 3,6%, puxada por trigo, arroz e milho. Pressionadas pelas previsões de farta colheita de trigo e milho nos EUA, as cotações só não caíram mais graças a problemas climáticos que afetam a produção no Mar Negro e na Europa.

 

Laticínios - No caso dos laticínios o recuo foi de 6,6%, em grande parte graças à ampla oferta global, particularmente da Nova Zelândia.

 

Óleos vegetais - Os óleos vegetais (grupo que inclui a soja), por sua vez, recuaram 2,9% em julho, a maior baixa em dois anos e meio, puxados pelos óleos de palma e de soja. Sobretudo no caso do óleo de soja, a comercialização arrefeceu na esteira de guerra comercial entre EUA e China.

 

Açúcar - Os preços globais do açúcar, por sua vez, registraram queda de 6%. “O forte declínio se deve a perspectivas melhores de produção, notadamente na Índia e na Tailândia”, diz a FAO. Os dois países são os maiores produtores mundiais de açúcar depois do Brasil, onde a produção até está limitada graças à preferência das usinas em fabricar etanol nesta safra 2018/19.

 

Carnes - Os preços das carnes, finalmente, recuaram 1,9%, puxadas por bovinos, suínos e aves, o que compensou a alta nos preços dos ovinos. (Valor Econômico)

 

AGRONEGÓCIO: Agrobit Brasil 2018 abre inscrições

 

agronegocio 03 08 2018Estão abertas as inscrições para o Agrobit Brasil 2018, quando a necessidade do produtor rural se conectará com as soluções mundiais mais inovadoras para o campo. As vagas são limitadas. 

 

Valores progressivos - Os valores das inscrições são progressivos de acordo com a proximidade do evento. O primeiro lote com desconto vai até 31 de agosto e a data limite é 19 de novembro. Até o dia 31 de agosto também estão abertas as inscrições para as startups se cadastrarem e participarem da seleção de projetos que estarão na Smart Farm Agrobit.

 

O evento - O Agrobit será realizado nos dias 20 e 21 de novembro, no Parque de Exposição Ney Braga, em Londrina (PR).  Uma das grandes novidades do evento é a Smart Farm Agrobit, vila tecnológica de 11 mil metros quadrados, que reproduzirá a atividade rural e terá as principais tecnologias para o Agro expostas no local.

 

Imersão - Serão dois dias de imersão, em que os participantes terão uma visão do que vem sendo feito na área, no Brasil e em outros países, em inovação e tecnologia para o campo, além da possibilidade da busca de soluções alinhadas com a real demanda dos produtores rurais, da troca de experiência e networking. Parcerias internacionais estão confirmadas para o evento e referências Agritech mundiais serão apresentadas por profissionais vindos de Israel, França, Estados Unidos e outros.

 

Público - Dirigido a produtores e empresários rurais, profissionais da agroindústria, provedores de soluções e tecnologia, pesquisadores, startups, universidades, centros tecnológicos, empreendedores, investidores e imprensa, o Agrobit Brasil 2018 tem o apoio de diversas instituições e a realização da Sociedade Rural do Paraná, F&B Eventos, Sebrae Paraná e Londrina Convention Bureau.

 

Informações e inscrições - Mais informações e inscrições no site  www.agrobitbrasil.com.br. (Assessoria de Imprensa da Sociedade Rural do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA: País precisa de um salto nos investimentos, para 6% do PIB

 

infraestrutura I 03 08 2018A atual situação da infraestrutura brasileira, segundo especialistas, lembra a de uma casa que está desmoronando. Quase metade das estradas federais está em más condições. O país já teve 32 mil quilômetros de ferrovias, mas hoje apenas 14 mil estão operacionais. Foram feitos quatro planos governamentais para alavancar a navegação de cabotagem (aquela feita entre portos nacionais), mas nenhum saiu da fase de diagnóstico. Há ainda uma série de entraves a superar, como liberação de licenças ambientais, contratos de concessão imprecisos, que trazem insegurança jurídica, e agências reguladoras com pouca autonomia.

 

Evento - Os problemas e possíveis soluções para a infraestrutura de transporte e logística foram debatidos no evento "E agora, Brasil?", promovido pelos jornais "O Globo" e Valor, com patrocínio da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e apoio do Banco Modal. Realizado em 26 de julho, foi o primeiro debate feito em São Paulo.

 

Plano de Estado - "O Brasil perdeu a capacidade de fazer planos de Estado. É preciso ter a convicção de que não vamos avançar sem infraestrutura. Isso é prejudicial à economia e também socialmente, para a geração de empregos - disse o presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), César Borges, que foi ministro dos Transportes de Dilma Rousseff.

 

Participantes - Participaram o diretor presidente da concessionária de rodovias Arteris, David Díaz; o vice-presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima (Syndarma), Cléber Cordeiro Lucas; o coordenador do Núcleo de Logística, Supply chain e Infraestrutura da Fundação Dom Cabral, Paulo Resende; e o secretário do Programa de Parcerias de Investimento (PPI), do governo federal, Adalberto Vasconcelos.

 

Medicação - O debate foi mediado por Flávia Barbosa, editora executiva do "Globo", e Daniel Rittner, repórter especial do Valor, especializado em infraestrutura. Estavam presentes o diretor-geral de Infoglobo, Editora Globo e Valor, Frederic Kachar, e a diretora de redação do Valor, Vera Brandimarte.

 

Posição - Borges ressaltou que, enquanto o Brasil é a nona economia do mundo, sua infraestrutura está na 73ª posição num ranking de qualidade elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, com 137 países. O país fica atrás, por exemplo, de China (46ª), Uruguai (45ª), Chile (41ª) e Rússia (35ª). 

 

Investimento - O Brasil tem investido, em média, 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em infraestrutura, quando deveria despender pelo menos o dobro disso, por no mínimo 25 anos, para universalizar serviços básicos para a população. "Este ano, o investimento deve ser ainda menor, de 1,5% do PIB em infraestrutura, e menos de 0,5% em transporte e logística."

 

Dependência - Excessivamente dependente de rodovias, o país ficou refém de caminhoneiros durante a greve realizada em maio. No entanto, quase metade das rodovias federais está em más condições, afirma Resende, da Dom Cabral. Conforme classificação que padroniza o estado das rodovias de A a F, sendo A uma rodovia em excelentes condições, atualmente 03/08/2018 País precisa de um salto nos investimentos, para 6% do PIB 45,3% das estradas brasileiras estão em situação D, E e F. Ele ressalta que, segundo suas estimativas, que consideram projetos em andamento e já comprometidos, em 2025 o Brasil terá uma situação de infraestrutura ainda pior, com 50% de trechos das estradas federais em D, E e F, atingindo 57,5% em 2035.

 

Situação dramática - "É dramática a situação de vidas perdidas nas nossas rodovias", disse Resende, que lamenta o fato de o país não aproveitar seu potencial hidrográfico. Numa crise fiscal sem precedentes, o país precisa atrair investimentos privados para a infraestrutura, mas a insegurança jurídica cria um ambiente de desconfiança, dizem os especialistas. 

 

Reinvenção - Para mudar esse quadro, o Brasil tem de reinventar a gestão pública, que não sabe direcionar os investimentos, criar arcabouços legais e ter agências reguladoras tecnicamente fortes. Díaz, da Arteris, avalia que o Brasil precisa dar um salto no investimento em infraestrutura, para algo como 6% do PIB. Segundo ele, há recursos disponíveis no mundo, mas estes buscam projetos de qualidade e ambientes com segurança jurídica. 

 

Licenças ambientais - Díaz citou as dificuldades no Brasil para se aprovar licenças ambientais: "Quando há um licenciamento simples, o Ibama funciona bem. O grande desafio é quando há a necessidade de preservação ambiental. E, nos contratos, o risco ambiental é normalmente transferido para as concessionárias. Quando apresentam suas propostas, as concessionárias não sabem quais serão as compensações pedidas pelo Ibama ou pela Funai."

 

Navegação de cabotagem - Já o vice-presidente do Syndarma, Cordeiro Lucas, lembrou que o país não explora o enorme potencial da navegação de cabotagem. Ele observou que o combustível usado na cabotagem custa 20% mais do que o da navegação de longo curso. Mesmo assim, diz, a cabotagem tem crescido a um ritmo de 10% ao ano: "Não estamos falando em subsídio. Mas, na Espanha e na Itália, o embarcador da cabotagem tem um incentivo direto. Há uma política de governo que privilegia os modais mais eficientes."

 

Pacto - O secretário Vasconcelos defende um pacto entre os três poderes, incluindo o Tribunal de Contas da União (TCU), para destravar a infraestrutura brasileira. Ele reconhece os problemas para atrair o investimento privado, mas afirma que o PPI vem trabalhando para oferecer projetos. Segundo Vasconcelos, já foram qualificados 191 projetos, sendo 95 passados à iniciativa privada. "Em óleo e gás, não tínhamos licitação desde 2013, e agora os leilões estão batendo recordes. Em portos, não tínhamos licitação desde 2014, e agora já temos 13 contratos assinados. Quando se fala que o PPI não deu resultado, os números provam o contrário." (Valor Econômico)

 

BANCO CENTRAL: Presidente do BC pede que Maia paute projetos de interesse do governo

 

bc 03 08 2018Com o fim do recesso parlamentar, o Banco Central já se movimenta para tentar aprovar, no Congresso, algumas das propostas legislativas de seu interesse apresentadas nos últimos meses. O presidente do BC, Ilan Goldfajn, e o diretor de Relacionamento Institucional do BC, Mauricio Moura, estiveram na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para discutir a pauta legislativa. De acordo com Maia, Ilan “pediu para acelerar o projeto dos fundos exclusivos, o da relação BC-Cade e o projeto da relação BC-Tesouro”.

 

Projeto de Lei - Apresentado na última terça-feira (31/07) pelo governo, o projeto de lei dos fundos exclusivos prevê a cobrança de Imposto de Renda sobre o estoque de fundos fechados, muito usados para alocação de ativos de famílias ricas. Além disso, haveria tributação dos rendimentos a cada seis meses (o chamado “come-cotas”). A expectativa do governo é arrecadar R$ 10,7 bilhões com os fundos apenas em 2019, o que contribuiria para o ajuste fiscal – um tema caro ao Banco Central.

 

Cade - Já o projeto de lei sobre a relação entre o BC e Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) é resultado de um memorando de entendimentos, assinado no fim de fevereiro, que busca harmonizar a atuação dos dois órgãos em questões de concentração que envolvam instituições financeiras. Há anos o BC e o Cade vinham travando uma disputa sobre a quem caberia aprovar ou não a compra ou a fusão de bancos, por exemplo. O acordo, que criou o projeto de lei, estabelece parâmetros para a atuação de cada órgão. Um dos pontos acertados é que ambos os órgãos precisarão aprovar um ato de concentração.

 

Tesouro - O terceiro projeto citado por Maia é o que altera a relação entre o BC e o Tesouro, criando a chamada “reserva de resultado”. A proposta altera a forma como os lucros ou prejuízos do BC são transferidos para o Tesouro ou cobertos por ele.

 

Espaço menor - Em entrevista a jornalistas, na saída da residência oficial, após o encontro com Ilan, Maia não deu detalhes sobre como se dará o andamento dessas propostas na Câmara. Em função das eleições de outubro, o espaço para aprovação de projetos é bem menor neste segundo semestre.

 

Autonomia do Banco Central - Questionado sobre outro projeto, o de autonomia do Banco Central, Maia lembrou que o texto “já está pronto” na Câmara. “E agora é um trabalho da Câmara de construir maioria”, disse o parlamentar. “Não sei se a gente nesse período eleitoral vai ter maioria para votar um projeto que é complexo, polêmico, mas é importante”, acrescentou.

 

Prioridades - Após a intervenção federal no Rio de Janeiro, em fevereiro, ter inviabilizado o andamento da reforma da Previdência, o governo Temer apresentou uma lista de prioridades legislativas para o ano. Entre elas, estava justamente o projeto de autonomia do BC.

 

Projeto alternativo - O governo chegou, inclusive, a formular, com participação do BC, um projeto de lei alternativo à proposta que está na Câmara e possui o patrocínio de Rodrigo Maia. Com o andamento do calendário e a aproximação da eleição, no entanto, nenhuma das propostas andou. (O Estado de S.Paulo)

 

INTERNACIONAL: China prepara tarifas adicionais sobre US$ 60 bilhões em bens dos EUA

internacional 03 08 2018O Ministério do Comércio da China prepara novas tarifas sobre US$ 60 bilhões em importações de produtos americanos. Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (03/08), a Pasta defendeu que a medida é racional e comedida e alertou que Pequim se reserva ao direito de conduzir mais retaliações.

Próximas ações - De acordo com o governo chinês, a aplicação dessas tarifas vai depender das próximas ações dos Estados Unidos, que anunciou nesta semana que pretende elevar de 10% para 25% as possíveis tarifas sobre US$ 200 bilhões em importações de produtos fabricados na China.

Mútuo - Os dois países já aplicaram mutuamente no começo de julho tarifas sobre US$ 34 bilhões em bens e ambos já têm uma segunda lista já pronta com taxas sobre mais US$ 16 bilhões que podem ser aplicadas a qualquer momento – formando a primeira rodada de tarifas sobre US$ 50 bilhões de cada lado. (Valor Econômico, com agências internacionais)

 


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