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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4381 | 30 de Julho de 2018

FORMAÇÃO: Curso sobre retenções tributárias e EDF-Reinf está com inscrições abertas

O Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), promove dias 23 e 24 de agosto, na sede da entidade, em Curitiba, um curso sobre retenções tributárias e EDF-Reinf. A ideia é preparar os profissionais das cooperativas paranaenses sobre a retenção de tributos na fonte, responsabilidades e recolhimentos, envolvendo a contratação de serviços, de acordo com a legislação em vigor. Serão ainda realizadas atividades práticas, para proporcionar aos participantes maior segurança e eficiência no atendimento às exigências legais e obrigações acessórias.

Instrutor – O conteúdo será repassado pelo advogado e professor de Direito Empresarial, Diego Bisi Almada. As inscrições devem ser efetivadas com Andreia Fernandes, pelo e-mail andreia.fernandes@sistemaocepar.coop.br.

formacao 30 07 2018

ADAPAR: Seminário vai discutir agrotóxicos de uso agrícola

 

adapar destaque 30 07 2018A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) promove, nos dias 22 e 23 de agosto, em Cascavel, Oeste do Estado, o Seminário sobre agrotóxico de uso agrícola, com apoio da Prefeitura Municipal, Escola de Gestão, Sistema Ocepar e Anda (Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícola e Veterinários). A ideia é promover a atualização dos fiscais da defesa agropecuária, profissionais ligados à produção agropecuária, estudantes e comunidade em geral. 

 

Temas - A programação contempla a apresentação de palestras como “Panorama da fiscalização do uso do agrotóxico no Paraná”, “Portaria Adapar – Receituário Digital, Certificação de Propriedades”, “Responsabilidade civil e penal”, “Agrotóxicos na saúde pública”, “Riscos ao trabalhador rural e importância do uso de EPis”, “Procedimentos legais para culturas com suporte fitossanitário insuficiente e o incremento de produtos biológicos”, “A importância do diagnóstico para emissão de receituário agronômico”, “Considerações legais e técnicas sobre mistura em tanque”, entre outros.

 

Inscrições - As inscrições devem ser feitas pelo endereço eletrônico: http://XMT4sH. Mais informações com Suzana Carvalho (suzanacarvalho@adapar.pr.gov.br/ 41 3313-4167).

 

Clique aqui para conferir na íntegra a programação do Seminário sobre agrotóxicos de uso agrícola

 

G7: Setor produtivo do Paraná pede retomada da licitação da Faixa de Infraestrutura

Na contramão do que pediram entidades ambientais e universidades, as principais organizações do setor produtivo do Paraná querem a retomada imediata da licitação para fazer a obra da Faixa de Infraestrutura, em Pontal do Paraná. O G7 – que reúne Fiep, Faep, Ocepar/Fecoopar, Fetranspar, Fecomércio, ACP e Faciap – entregou um documento à governadora Cida Borghetti (PP), datado de 23 de julho.

Licitação - Depois de ser marcada três vezes, a licitação foi suspensa pelo governo estadual, por prazo indeterminado, alegando que as empresas interessadas em realizar a obra apresentaram muitas dúvidas técnicas. A Faixa de Infraestrutura é um conjunto de obras – num primeiro momento uma rodovia e um canal de drenagem, na extensão de 20 quilômetros, paralelos à PR-412, ao custo estimado de R$ 270 milhões.

Nova rota - “A Faixa de Infraestrutura irá criar nova rota de desenvolvimento para o Litoral do Estado, proporcionando novas oportunidades de emprego e renda, como a melhoria da acessibilidade e organização territorial, impedindo a expansão da ocupação desordenada, formando uma nova bacia logística para o comércio internacional do Paraná”, argumenta o texto entregue, que foi assinado pelos presidentes das sete entidades. O documento também elogia o início das obras no Cais Oeste, do Porto de Paranaguá.

Polêmicas - O projeto é cercado de polêmica. A autorização para a obra, dada pelo Conselho de Desenvolvimento do Litoral (Colit), em uma controversa reunião realizada em novembro, foi suspensa por uma liminar conseguida pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Contudo, o governo estadual entendeu que a decisão judicial não impedia a continuidade do processo licitatório, posteriormente interrompido por problemas técnicos.

Decisão - José Roberto Ricken, presidente da Fecoopar, que atualmente exerce a coordenação do G7, explica que a decisão de manifestar o apoio à retomada da licitação foi tomada, por unanimidade, na última reunião de conselho da entidade. “Não vamos ter progresso sem infraestrutura adequada”, sentenciou. Ele preferiu não comentar o documento enviado à governadora por quatro das principais universidades do estado, pedindo que um levantamento criterioso seja feito, para analisar os impactos econômicos, sociais e ambientais da obra. “Não queremos que se faça nada errado”, disse - e emendou que desejam que a Faixa de Infraestrutura seja construída o mais rápido possível.

Sem previsão - De acordo com a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística (Seil), ainda não há previsão de retomada da licitação da Faixa de Infraestrutura. (Gazeta do Povo)

C.VALE: Cooperativa contrata 35 novos jovens aprendizes

 

Trinta e cinco adolescentes passaram a integrar o quadro de funcionários da C.Vale. O grupo faz parte do programa Jovem Aprendiz Cooperativo. O programa, que este ano completa 12 anos, é desenvolvido pela C.Vale e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR).  Acompanhados dos pais, os jovens aprendizes estiveram, dia 26 de julho, na Asfuca de Palotina (PR), onde foram recebidos pelo gerente do Departamento de Recursos Humanos da C.Vale, Joberson Silva, e profissionais da cooperativa que repassaram orientações sobre as atividades que irão desempenhar.

 

Tarefas administrativas - Num período de 21 meses, eles vão desenvolver tarefas administrativas no abatedouro de aves, com uma carga horária semanal de 20 horas, remuneração mensal pelo salário mínimo hora, mais vale-alimentação e plano odontológico com custeio de 70% pela cooperativa. O trabalho será sempre no contraturno escolar. Aos sábados terão aulas na União de Ensino Superior do Paraná (Uespar) sobre temas relacionados ao cooperativismo e ao mercado de trabalho.

 

Quadro atual - Atualmente a C.Vale conta com 189 jovens aprendizes, alocados em unidades e departamentos da cooperativa no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O encontro também contou com a participação do coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto e do presidente da Uespar, Mercio Paludo. (Imprensa C.Vale)

 

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PRIMATO: Supermercado é inaugurado no Jardim Panorama, em Toledo

 

Desde que iniciou as atividades no setor supermercadista em 2010, a Primato Cooperativa Agroindustrial trouxe uma nova tendência na relação com os envolvidos no processo de um supermercado. Fornecedores locais qualificados, atendimento das 8h às 22h de domingo a domingo, produtos de qualidade, preços e condições especiais. Com a inauguração da sétima unidade em oito anos, a sexta em Toledo, o Primato Supermercado agora está nas principais regiões da cidade.

 

Inauguração - Na última quinta-feira (26/07) foi realizado o ato de inauguração do supermercado do Jardim Panorama com a presença de populares, autoridades e imprensa. A frente de honra teve o presidente, vice e conselheiros da Primato, prefeito, vice-prefeito e vereadores representando as autoridades do município, assim como centenas de moradores dos bairros locais. O cerimonial de abertura teve início com a benção do Padre Geraldo Marino Ferreira que enalteceu a importância de investimentos como este para todas as pessoas envolvidas e beneficiadas com o empreendimento. “Um empreendimento que traz benefícios para a população desta região da cidade, fornecedores, cooperados e ao município, essa é essência do cooperativismo”, disse.

 

Alegria - Na sequência, o presidente da Primato, Ilmo Werle Welter, deu as boas-vindas ao público. “É com muita alegria que inauguramos a sétima unidade do Primato Supermercado, sendo a sexta em Toledo. Quando iniciamos a trajetória no segmento varejista em 2010, havia uma certeza de que estávamos no caminho certo, mas confesso que deu aquele ‘frio na barriga’, afinal, essa era uma atividade diferente do que a cooperativa vinha atuando”, explanou o presidente que complementou, “mas é um negócio complementar, afinal, a ideia é retirarmos do processo os intermediários, valorizarmos os nossos fornecedores, proporcionar novas experiências ao consumidor, gerar emprego e renda, além de aquecer a economia do nosso município”.

 

Evolução - Por sua vez o prefeito de Toledo Lucio De Marchi enalteceu a iniciativa da Primato e complementou enfatizando a evolução do município nos últimos anos. “Esse empreendimento demonstra que Toledo vem em evolução, indo contra o que ocorre na maioria do país, que vive uma crise econômica e política, com muitas dificuldades. Somos um dos poucos municípios que cresce no Estado e no Brasil e isso ocorre pelo empreendedorismo de nossa gente e por sistemas como o cooperativismo, que é um modelo que beneficia muitas pessoas e agora é a vez do Jardim Panorama e bairros vizinhos ter a disposição um supermercado da Primato”.

 

Cooperação - Além do atendimento em horários diferenciados outro destaque do Primato Supermercado é que ele faz parte de uma cooperativa. “O modelo de negócio do cooperativismo é alternativo porque ele busca o desenvolvimento coletivo, trazendo parceria com fornecedores locais, que beneficia não apenas os cooperados, mas todos os consumidores que têm acesso a produtos de qualidade e procedência, com preços competitivos, com comodidade”, disse Ilmo.

 

Evolução - Por sua vez, o diretor executivo Anderson Sabadin reforçou a importância da Primato no processo de evolução do segmento em Toledo. “Fomos os primeiros a disponibilizar um supermercado que abre das 08 às 22 horas de domingo a domingo, acompanhando a evolução de nossa cidade, mas também a mudança de hábito de consumo das pessoas, que cada vez mais querem a comodidade sem perder a qualidade e pagar mais caro por isso”, disse e complementou Sabadin, “muitos perguntavam, mas por que supermercado? E nós respondemos uniformemente. Porque queremos eliminar o intermediário no processo, valorizando os cooperados e produtores que nos fornecem produtos de qualidade e assim, nos tornamos competitivos em qualidade, atendimento e preço. Tudo o que o consumidor mais preza”.

 

Primato - A nova unidade do Primato Supermercado fica localizada na avenida Senador Attilio Fontana, 2790 no Jardim Panorama. A Primato conta ainda com supermercados na avenida J.J Muraro (ao lado da Havan), avenida Parigot de Souza, avenida Maripá, Jardim Porto Alegre, Vila Pioneira, além de uma unidade na cidade de Vera Cruz do Oeste (PR). (Imprensa Primato)

 

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EXPO RONDON: Copagril e Frimesa são vice-campeãs na apresentação do box do Boi no Rolete

1expo rondon 30 07 2018Foi anunciado, na tarde deste domingo (29/07), durante a Expo Rondon 2018, o resultado do Concurso Nacional do Boi no Rolete, realizado no parque de exposições de Marechal Cândido Rondon (PR). A Copagril e a Frimesa conquistaram o título de vice-campeãs na apresentação do box de assadores do boi no rolete, após avaliação da ornamentação do local. O troféu foi entregue pela administração municipal e membros da Fundação Promotora de Eventos (Proem) à diretoria da Copagril e funcionários, que comemoraram a conquista. A decoração do espaço foi realizada pelas funcionárias Renata Fernanda Longhi e Ana Paula Rodrigues, com apoio da equipe de manutenção.

ConcursoNo concurso da 39ª Festa Nacional do Boi Assado no Rolete, a empresa Sieger Corretora de Seguros foi a campeã da categoria Técnica Culinária e a equipe Velho Casarão/Credivel da Apresentação e Ornamentação.

Equipes - Participaram do concurso 36 equipes, que assaram 11,8 toneladas de boi no rolete. O maior boi, de 477 quilos, foi assado pela equipe da Jaraguá Brindes. Já a degustação para a escolha dos vencedores da categoria Técnica Culinária foi composta por 36 pessoas. O quesito apresentação foi avaliado por uma comissão de três pessoas. (Imprensa Copagril)

 

INSTITUTO SICOOB: Professores de Bandeirantes participam de capacitação do programa Cooperjovem

 

Um grupo formado por 200 professores que integram o programa Cooperjovem, em Bandeirantes, participou, no dia 23 de julho, de um evento de capacitação ministrado pela psicóloga e pedagoga Jeanine Rolim. A palestra, promovida pelo Instituto Sicoob com apoio do Sicoob Norte do Paraná, teve como tema “Educadores Empoderados” e tratou da importância da construção de uma autoestima saudável por parte dos professores.

 

Colaboradores - Todos os colaboradores do ponto de atendimento da cooperativa na cidade estiveram presentes, apoiando a iniciativa. Para a diretora da Escola Municipal Integral Leda de Lima Canário, Valdirene Gusmão, a abordagem da palestra a fez refletir sobre seu papel junto aos alunos, além de proporcionar empatia. “Conseguimos nos colocar no lugar do outro. A palestrante tocou cada um individualmente, falando de forma clara e objetiva”, afirma.

 

Alvorada do Sul - Na sexta-feira (27/07), outros 200 professores foram capacitados em Alvorada do Sul. A palestra "Ninguém é igual a ninguém - Ainda bem" foi ministrada pelo arte-educador Nelio Sprea. O objetivo foi promover uma reflexão sobre como a valorização e o respeito à diferença podem revelar caminhos prazerosos na construção da relação afetiva e potencializar a aprendizagem.

 

Sobre o Cooperjovem - O Cooperjovem é um programa criado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) com objetivo de disseminar a cultura da cooperação, baseada nos princípios e valores do cooperativismo, por meio de atividades educativas. O Instituto Sicoob desenvolve este programa desde 2013 com apoio das cooperativas do Sicoob, tendo como público alvo professores do ensino fundamental de escolas públicas e privadas. Capacita os professores para que, de forma interdisciplinar e transdisciplinar, consigam aprimorar a prática educativa junto com seus alunos e comunidades escolares, se apropriando da cultura da cooperação como uma ferramenta propulsora de mudança e transformação social. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICREDI FRONTEIRAS I: Cooperativa comemora 27 anos cooperando com seus associados

Um dia um grupo de pessoas resolveu unir forças para trabalhar, se desenvolver e cooperar por uma vida melhor. Depois daquele dia, muitas famílias mudaram sua realidade para sempre, pois surgiu uma Cooperativa de Crédito que hoje é a Sicredi Fronteiras PR/SC/SP.

História - A história da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP germinou há 27 anos, no município de Capanema, na região Sudoeste do Paraná, quando nasceu do agronegócio para fomentar o crédito rural, tornando-se, com visão empreendedora e planejamento, em uma sólida instituição financeira cooperativa, atualmente com mais de 59 mil associados, atendidos em 29 agências, abrangendo 57 municípios, em três estados: Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

Semente - A semente foi lançada em 1990, quando um grupo de agricultores e lideranças do agronegócio apresentaram interesses de união e desenvolvimento através do associativismo. Depois de muitas etapas e conversar, a cooperativa iniciou suas atividades no dia 31 de julho de 1991, com o nome de Credesul, voltada para atender produtores rurais. Um importante passo para seu projeto de expansão aconteceu em 1997, quando a Cooperativa adere ao Sistema Sicredi.

Organização - A Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, muito mais que uma instituição financeira, é uma organização que participa da vida de seus cooperados, buscando, em cada atividade promover o desenvolvimento social e econômico das comunidades onde está inserida. Apresenta diversos serviços financeiros para seus associados, como abertura de contas, pagamento e antecipação de títulos, poupança premiada, cartões, seguros, liberações de créditos e financiamentos, entre outros voltados para empresas, agronegócio, agricultores, servidores públicos, profissionais liberais e estudantes.

Pioneirismo - Protagonista, nos dias atuais, de grandes assembleias, a Sicredi Fronteiras PR/SC/SP é pioneira e principal gestora de carteiras de crédito agrícola, em muitos municípios de sua atuação.

Livre admissão - Outro ponto fundamental no crescimento da instituição aconteceu em 2006 quando, diante dos desafios do novo milênio, a Sicredi Fronteiras PR/SC/SP conquista a livre admissão, condição que proporcionou um crescimento contínuo em área de atuação, com a abertura de novas agências e constante aumento de associados. Naquele ano, também, a Sicredi Fronteiras PR/SC/SP foi pioneira no Paraná na implantação do programa “A União Faz a Vida”, que é a maior ação de responsabilidade social do Sistema Sicredi.

Santa Catarina - Em 2007, a cooperativa expande a área de atuação para Santa Catarina.

Programas - Nas comemorações de seus 20 anos, em 2010, a instituição financeira cooperativa implantou os programas “Crescer” e “Pertencer”, com o objetivo de promover a capacitação de seus associados, preparando-os para contribuir na gestão do empreendimento cooperativo. Em 2013, a Sicredi Fronteiras PR/SC/SP amplia sua área de atuação, com a entrada no Estado de São Paulo.

Avanço - Neste ano de 2018, em que comemora seus 27 anos de atividades, a Cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP avança ainda mais, conquistando a liberação do Banco Central para atender o setor público, podendo a partir de agora abrir contas para as prefeituras e, assim, estabelecer convênios para transferência de salários de servidores públicos.

Crescimento contínuo - “Nestes 27 anos, o crescimento da cooperativa tem sido contínuo e permanente, sempre aderindo avanços fundamentais para o fortalecimento do cooperativismo. Desde a nossa primeira reunião, quando lançamos a semente que se tornaria a Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, os princípios do cooperativismo sempre estiveram presentes em todas as nossas ações. Com apoio de associados, colaboradores e da comunidade escrevemos uma linda história. Continuaremos com esta bela missão de semear o cooperativismo, porque o objetivo do Sicredi é construir uma sociedade mais justa e igual”, enfatizou José César Wunsch, presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI FRONTEIRAS II: Ampla agência será inaugurada em Salgado Filho

A diretoria da Cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP esteve no município de Salgado Filho, no Sudoeste do Paraná, lugar conhecido como a terra do vinho e do queijo, no dia 25 de julho, onde realizou a reunião conhecida como “Café com o Presidente”.

Números - Na presença de colaboradores e coordenadores de núcleo, José César Wunsch, presidente da Sicredi Fronterias PR/SC/SP, acompanhado de Adriana Barros Mees, diretora executiva da Cooperativa, apresentaram os números do primeiro semestre, avaliaram o desempenho da cooperativa, traçaram perspectivas e anunciaram investimentos.

Satisfação - José César Wunsch falou sobre a sua satisfação em retomar o rodízio de visitas às agências, através das programações do “Café com o Presidente”, ocasião em que estabelece contato com colaboradores e profissionais da comunicação, no sentido de melhorar as relações comerciais e a atuação do Sicredi.

Inauguração - "Estamos nessa rodada de reuniões apresentando balanços do primeiro semestre, conversando sobre as perspectivas e novos projetos para o decorrer desse ano, além de falar sobre o Plano Safra 2018/2019 que está em andamento, financiando o custeio agrícola e o desenvolvimento do agronegócio. Em Salgado Filho, em breve estaremos inaugurando uma nova agência, em um espaço amplo, moderno, adaptado a nova marca, com espaços para melhor atender nossos associados, de forma próxima, simples e ativa ", destacou César.

Crescimento constante - Adriana Mees enfatizou a gestão da cooperativa, que tem garantido um crescimento constante, seguro e sustentável. “O Sicredi trabalha com um Plano de Excelência em Gestão, que possibilita maior eficiência e desenvolvimento, expansão em sua atuação e melhor participação dos seus associados”, explicou Adriana Mees.

Visita - Após a reunião, os diretores da cooperativa visitaram as obras no espaço onde será as novas instalações da agência, ao lado do espaço atual. Posteriormente, visitaram a Escola Municipal Jaci Maria Lopes, onde conversaram com professores, alunos e entregaram gibis da turma da Mônica, com histórias divertidas sobre educação financeira. A Escola Jaci Maria Lopes é atendida pelo Programa A União Faz a Vida, maior iniciativa social do Sistema Sicredi.

Agradecimento - O gerente da agência de Salgado Filho, Tiago Schaurich, agradeceu a presença dos diretores e apontou o desenvolvimento que a Cooperativa tem proporcionado ao município.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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UNIMED MARINGÁ: Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais foi celebrado no dia 28

 

Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que no Brasil 2,3 milhões de pessoas tenham hepatite. Deste número, cerca de 1,5 milhão é portador do tipo C, o mais grave, que ainda não tem vacina. Os sintomas das hepatites virais são mal-estar, dor abdominal, febre baixa, dor de cabeça, fadiga, vômitos e pele amarelada. Para reforçar os cuidados, no dia 28 de julho é celebrado o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. 

 

Fígado - De acordo com o infectologista cooperado da Unimed Maringá, Luiz Jorge Moreira Neto, a hepatite é uma doença que atinge o fígado e, que em alguns casos, pode evoluir para cirrose e até para câncer. “Os tipos mais comuns na região sul do país são o A, B e C, sendo o tipo A o mais simples, que geralmente acomete as crianças. Nestes casos a doença não exige tratamento, uma vez que o próprio organismo combate o vírus dentro de algumas semanas”, diz.

 

Prevenção - Para se prevenir da hepatite do tipo A, o médico orienta que os alimentos sejam bem cozidos e que a higienização das mãos seja feita de forma adequada, uma vez que a transmissão deste tipo da doença ocorre por via oral. Já para se prevenir dos tipos B e C, a orientação é utilizar sempre materiais esterilizados ou descartáveis em manicures, acupuntura, estúdios de tatuagem, serviços de saúde e procedimentos médicos e odontológicos. “Também é fundamental não compartilhar escovas de dente, alicates de cutícula e lâminas de barbear ou depilar e sempre usar preservativo em todas as relações sexuais”.

 

Vacinação - O médico lembra que além destes cuidados a vacinação também é indispensável. “Tanto a vacina contra o tipo A quanto a do tipo B estão disponíveis na rede pública de saúde e são aplicadas nos primeiros meses de vida”, diz. (Imprensa Unimed Maringá)

RAMO CRÉDITO: Cooperativas financeiras e fintechs se unem para ganhar mercado

 

Cooperativas financeiras e fintechs, empresas de tecnologia no setor financeiro, estão se aproximando para oferecer serviços no mercado de câmbio e crédito e assim conseguir ampliar o número de clientes. A estratégia pode ser positiva para os consumidores, com aumento da concorrência no mercado financeiro, ampliando o poder de escolha, avaliam representantes dos setores.

 

Integração de plataformas - A ideia é que as cooperativas e as fintechs possam fazer integração de plataformas, com compartilhamento de informações e dados dos clientes. “O que as fintechs querem é que, dentro dos aplicativos, elas consigam se integrar, se conectar pelos APIs, que são esses protocolos de comunicação seguros, para que o cliente possa abrir uma conta, emprestar, consultar extrato ou a fatura do cartão de crédito”, disse o diretor executivo do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) Empresas no Rio de Janeiro, Eduardo Diniz.

 

Encontro - No último dia 13, um encontro fechado uniu o setor de cooperativas a 20 lideranças de inovação no setor financeiro, além de representantes do Departamento de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central. “O Sicoob tem crescido 30% ao ano. Mas o sistema cooperativo representa só 3% do setor. Nos países desenvolvidos, o sistema cooperativo representa uma média de 25%, 30%. Vemos nessa integração com as fintechs uma oportunidade para buscar pelo menos dois dígitos de participação no mercado financeiro e propiciar um ambiente para as fintechs poderem crescer. Em um ambiente extremamente regulatório, o Banco Central é muito firme, precisa de apoio de instituições financeiras para poder crescer”, afirmou Diniz.

 

Inovação - O diretor da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), Bernardo Pascowitch, avalia que o contato com as cooperativas é uma forma de ampliar a atuação das empresas de inovação. “As cooperativas estão em contato diretamente com trabalhadores e com a população de diferentes aspectos, classes sociais e atividades econômicas. Hoje, o grande desafio é atingir a população brasileira, é levar todas as soluções das fintechs para essa população”, disse Pascowitch.

 

Estimativa - Atualmente, a ABFintechs tem cerca de 350 associadas e estima que esse número corresponda a 85% dessas empresas do Brasil. A maioria delas atua no segmento de meios de pagamento (23%) e cartão de crédito (18%).

 

Negócios - Eduardo Diniz afirmou que, no encontro com as fintechs, foram discutidos negócios como no mercado de câmbio. “O Sicoob está buscando junto ao Banco Central autorização para operar câmbio. Queremos estrear no mercado com uma solução integrada com uma fintech que já tem conhecimento e tecnologia. É uma fintech que faz cotação com diversas casas de câmbio”, disse.

 

Compartilhamento - Outro negócio que pode ser fechado entre as cooperativas e as fintechs é compartilhar uma plataforma que permite fazer simulação e contratação de crédito consignado. “Por essa parceria, o cliente vai conseguir fazer tudo online, com contrato assinado digitalmente. Vamos fazer um projeto-piloto com funcionários de um supermercado”, contou Diniz.

 

Regulamentação - Atualmente instituições de pagamento, que podem oferecer serviços como cartões pré-pagos, cartões de crédito, cartões de vale-refeição e credenciar lojistas para aceitarem meios de pagamento eletrônico, quando não são regulados pelo BC, precisam fazer parceria com instituição financeira para atuar no mercado. Atualmente, a maioria das instituições de pagamento não é regulada pelo BC: 112. Sete são reguladas. Para serem reguladas, as empresas precisam movimentar a partir de R$ 500 milhões por ano e passar por um processo de autorização do Banco Central.

 

Norma - Neste ano, o Conselho Monetário Nacional (CMN) editou norma que permite dois modelos para fintechs operarem, sem necessidade de parceria com instituição financeira, no mercado de crédito. São a sociedade de crédito direto (SCD) e a sociedade de empréstimo entre pessoas (SEP). No primeiro sistema, as empresas emprestam recursos próprios por meio de plataforma eletrônica. No segundo, empresas ou pessoas físicas entram numa plataforma para emprestar dinheiro a outras pessoas, modalidade conhecida como peer-to-peer lending.

 

Parceria - “No caso das fintechs de investimento e de câmbio, ainda é necessária a existência de parceria com uma instituição financeira. Com as cooperativas, ampliamos a possibilidade de parcerias para as fintechs”, destacou Bernardo Pascowitch. (Agência Brasil)

FOCUS: Mercado financeiro espera por manutenção da Selic

focus 30 07 2018Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam por manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 6,5%, nesta semana. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reúne-se nesta terça e quarta-feira (31/07 e 01/08) para definir a Selic.

Manutenção da taxa - Em suas duas últimas reuniões, o Copom optou por manter a taxa em 6,5%, depois de promover um ciclo de cortes que levou ao menor nível histórico. Para o mercado financeiro, não deve haver alteração na Selic até o fim deste ano. Em 2019, a taxa deve subir e encerrar o período em 8% ao ano.

Inflação - A Selic é o principal instrumento do BC para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Juros altos - Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Centro da meta - Em 2018, o centro da meta de inflação é 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a previsão é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

2020 - Para 2020, a meta é 4% e, para 2021, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).

Estimativa - A estimativa de instituições financeiras para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país) este ano permanece em 4,11%. Para 2019, a projeção segue em 4,10. Também não houve alteração na estimativa para 2020 e 2021, que é 4%.

Atividade econômica- A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é mantida em 1,50% neste ano há duas semanas seguidas.

2019 - Para 2019, a estimativa segue em 2,50% há quatro semanas consecutivas. As instituições financeiras também projetam crescimento de 2,50% do PIB em 2020 e 2021.

Dólar - A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no fim deste ano e de 2019. (Agência Brasil)

 

INFRAESTRUTURA I: Governo vai licitar 17 terminais neste ano

 

infraestrutura I 30 07 2018O fiasco do último leilão de portos não interferiu no ritmo do governo de transferência de áreas à iniciativa privada. Brasília está empenhada na meta de leiloar mais 17 lotes portuários ainda neste ano que totalizam R$ 2,5 bilhões em investimentos.

 

Um lote - Na sexta-feira (27/07), a licitação de três áreas realizada na B3 teve proposta apenas para um lote. A Suzano arrematou a exploração de uma gleba no porto de Itaqui (MA) para movimentar papel e celulose ao ofertar R$ 100 mil - a outorga mínima era R$ 1,00. O foco do governo é estimular investimento, não arrecadar. A empresa terá de investir R$ 214,8 milhões, incluindo a construção de um píer.

 

Sem oferta - As outras duas áreas disponibilizadas, ambas no porto de Paranaguá (PR), uma para celulose e outra para veículos, não tiveram oferta, conforme o Valor antecipou na terça-feira (24/07), quando as propostas foram depositadas.

 

Sem resposta - O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Mário Povia, disse não ter resposta para a falta de interesse. "As áreas foram estudadas em cima da demanda verificada. Estava dentro do contexto de viabilidade, bem modelado, contratos bastante interessantes para a iniciativa privada. Foi uma surpresa."

 

Ausência de interessados - A ausência de interessados chamou atenção, ainda, devido ao prazo do arrendamento: 25 anos com possibilidade de renovação sucessiva até 70 anos, conforme prevê o Decreto dos Portos, de 2017. Antes, o prazo máximo era até 25 anos renováveis uma só vez por igual período.

 

Klabin - A Klabin era forte candidata a disputar o lote para celulose de Paranaguá, pois tem planta no Estado, mas desistiu porque não viu viabilidade econômica. Pesou a revisão, pelo poder concedente, do custo médio ponderado do capital do projeto (wacc), taxa que referencia o retorno do negócio, de 10% para 8,03%. Executivos da Klabin estavam na B3.

 

Questionamento - Questionado se a mudança no wacc seria o motivo da falta de proposta, Povia disse que pode ter contribuído, mas não foi preponderante. Prova disso, afirmou, é que as mesmas regras foram usadas para Itaqui, que demanda investimentos maiores que os de Paranaguá somados. "A questão do wacc é sensível, mas a nota técnica de 10% é de 2015 e de lá para cá a condição da economia mudou. Faz sentido atualizar a taxa", disse o diretor do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) responsável pela área portuária, Diogo Piloni.

 

Fatores - O diretor do Departamento de Parcerias do Ministério dos Transportes, Fábio Lavor, disse que o governo vai se debruçar sobre os fatores que podem ter levado a esse resultado. Ainda sobre o wacc, Povia disse que a agência pretende desenvolvê-lo "por negócio", estratificando as taxas de acordo com o tipo de terminal.

 

Próximos leilões - Os próximos leilões serão em setembro, sendo uma área em Santos (SP) para granéis líquidos, uma no porto de Santana (AP) para cavaco de madeira, e uma em Miramar (PA) para GLP. Esta última está a cargo da Companhia Docas do Pará (CDP).

 

Santos - Em novembro o governo leiloa área em Santos para granéis sólidos, como fertilizante e sal. Outras três áreas serão colocadas em consulta pública e nos próximos dias o governo encaminha ao Tribunal de Contas da União (TCU) mais dez áreas para arrendamento.

 

Greve - Diante da greve dos caminhoneiros, que expôs a carência de armazenagem de combustíveis, o governo vai se debruçar sobre a licitação de terminais que estocam esse tipo de carga. Três das áreas que vão para o TCU são para líquidos, em Cabedelo (PB). "Vamos trabalhar para que todos esses leilões sejam feitos ainda neste ano, mas eventualmente algum pode ficar para janeiro", disse Piloni. (Valor Econômico)

 

INFRAESTRUTURA II: MPF faz alerta sobre termos para renovar contrato de ferrovias

 

infraestrutura II 30 07 2018O Ministério Público Federal (MPF) alertou à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que poderá contestar judicialmente a renovação antecipada das concessões de ferrovias caso não sejam observados pelo menos 11 aspectos relativos aos procedimentos, questões técnicas, análise de vantajosidade e quitação de passivos pelas empresas no âmbito dos processos.

 

Ofício - Em ofício enviado na quinta-feira (26/07) passada ao diretor-geral da ANTT, Mário Rodrigues Jr., nove procuradores da República recomendam que os termos aditivos aos atuais contratos de concessão só sejam assinados quando esses aspectos tiverem sido cumpridos.

 

Recomendação - A recomendação é um instrumento usado pelo MPF para manifestar, na prática, um alerta de que pode haver judicialização se determinadas questões não forem tratadas. Os signatários do ofício são integrantes da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão (CCR), que cuida de defesa do consumidor, concorrência e regulação da atividade econômica.

 

Prorrogação - O governo negocia a prorrogação, por 30 anos, de cinco concessões no setor. O processo mais adiantado é o da Malha Paulista, controlada pela Rumo, que corta o Estado de São Paulo. Também estão na lista as estradas de ferro Carajás e Vitória-Minas, pertencentes à Vale, e a MRS Logística e a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA).

 

Pontos polêmicos - No ofício, o MPF entra em pontos polêmicos, como a possibilidade de que as concessionárias de ferrovias sejam obrigadas a permitir a passagem em suas malhas de trens de outras operadoras. No jargão do mercado, isso é conhecido como direito de passagem. Uma das recomendações à ANTT é que se considere "a oportunidade e relevância de reavaliar a escolha do critério de exclusividade de tráfego e do estabelecimento de cláusulas que tratem do direito de passagem e tráfego mútuo, com a alocação parcial da capacidade da ferrovia preferencialmente a terceiros".

 

Regularização - Os procuradores pedem ainda que "seja exigida a regularização e efetiva quitação [pelas atuais concessionárias, de possíveis passivos e débitos existentes", como multas administrativas não pagas, antes da renovação dos contratos.

 

Preocupação - O procurador Fernando de Almeida Martins, membro do grupo de trabalho sobre transportes da 3ª CCR e um dos autores da recomendação, menciona o abandono de trechos inteiros das concessões como um fator de preocupação. "Entre 30% e 50% da malha ficou sem nenhum uso", diz.

 

Assinatura - O governo tem prometido a assinatura de pelo menos três prorrogações - Malha Paulista e as duas ferrovias da Vale – até dezembro. Isso evitaria que esses termos aditivos fiquem apenas para o próximo mandato presidencial. Para Martins, não se pode ter pressa e definir um prazo para o término das discussões. "Vincular [as prorrogações] à mudança de governo ou à incerteza das eleições é inviável. O processo tem uma fase de amadurecimento que ainda não foi cumprida."

 

Esclarecimentos - O MPF quer ainda mais esclarecimentos sobre as contrapartidas de investimentos exigidos das concessionárias para a renovação dos contratos. Também faz questão de que haja cláusulas de execução de garantias caso essas contrapartidas não sejam honradas.

 

Vitória - Na sexta-feira (27/07), porém, o governo obteve uma importante vitória nos planos de levar adiante a renovação das concessões de ferrovias. O juiz Luiz Henrique da Matta, da 4ª Vara da Justiça Federal em Vitória, negou liminar pedida pelo governo do Espírito Santo para suspender a extensão contratual de uma das ferrovias da Vale. As autoridades capixabas querem a  construção de novo um trecho ferroviário dentro do próprio Estado como condicionante para a prorrogação da Estrada de Ferro Vitória-Minas, mas a União priorizou o projeto da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico) entre os municípios de Água Boa (MT) e Campinorte (GO).

 

Investimentos cruzados - Os investimentos cruzados (em outras malhas) foram permitidos pela Lei 13.448, sancionada no ano passado, e os novos trechos serão incorporados como ativos da União e licitados posteriormente para exploração.

 

Divulgação dos cálculos - A Secretaria do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) diz que serão divulgados todos os cálculos comprovando a "vantajosidade" da renovação antecipada e os valores das obras exigidas em troca. A promessa é abrir, nesta semana, audiência pública por 45 dias dos processos relativos às duas ferrovias pertencentes à Vale.

 

Contrapartidas - De acordo com técnicos do PPI, a viabilidade e a demanda de 17 trechos foram estudadas como contrapartidas. Além disso, o governo insiste em que todo o processo será monitorado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e os aditivos serão firmados só depois de aval dos órgãos de controle. (Valor Econômico)

 

AVESUI 2018: Evento começa quarta-feira, dia 1º, em Medianeira

 

avesui 30 07 2018A AveSui 2018 – Feira da América Latina de Aves, Suínos e Peixes começa quarta-feira (01/08), na Lar Centro de Eventos, em Medianeira, no Paraná. A programação tem início logo às 9h, com a abertura do XVII Seminário Técnico Científico de Aves, Suínos e Peixes e do Congresso de Zootecnia de Precisão. A abertura do hall de exposições e da visitação à feira será às 10h. Já a cerimônia oficial acontece às 18h, com o III Prêmio Quem é Quem – Melhores e Maiores Cooperativas de Aves, Suínos e Peixes.

 

Painéis - Logo no primeiro dia da AveSui, o público credenciado poderá participar do painel sobre saúde intestinal, coordenado por Elisabeth Santin, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). O seminário conta ainda com o painel de processamento de carnes, coordenado pelo consultor Fábio Nunes. Dentre os palestrantes do painel, está o consultor internacional Gordon Butland, que falará sobre o mercado mundial de proteínas animais e como o Brasil se insere nele.

 

Segundo dia - O segundo dia do XVII Seminário Técnico Científico terá como temas a salmonela, com painel coordenado pela pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves, Sabrina Castillo; conversão alimentar, com coordenação da professora da UFPR, Angélica Signor; e piscicultura, com o médico veterinário da Emater, Gelson Hein, como coordenador.

 

Programação técnica - A programação técnica da AveSui 2018 se encerra na sexta-feira (03/08), com o painel sobre atualização e treinamento em bem estar na produção de ovos. A programação, neste caso, é coordenada pelo pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Paulo Giovani Abreu.

 

Auditório de Inovações - Além das palestras técnico científicas, a AveSui promove o Auditório de Inovações. O espaço recebe palestras empresariais e acontece nos três dias de evento, sempre das 13h às 17h. A programação da feira pode ser conferida no site https://www.avesui.com/programacao. A visitação é gratuita.

 

Abertura oficial - A abertura oficial da AveSui 2018 acontece no palco central da Lar Centro de Eventos, na quarta-feira (01/08), às 18h. Ponto alto da cerimônia será a entrega da premiação às melhores e maiores cooperativas de aves, suínos e peixes, do III Prêmio Quem é Quem. A realização da premiação dentro do principal evento do setor produtivo facilita a presença dos presidentes, técnicos, cooperados e suas famílias na noite de entrega, além de possibilitar o acesso destes convidados às grandes inovações tecnológicas e novidades exibidas na feira de negócios.

 

Iniciativa - O Quem é Quem 2018 é apresentado pela empresa Plasson, com patrocínio da DB Genética Suína e Sistema Ocepar, tendo a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) como entidade patronal. Nessa sua terceira edição, o prêmio passou a ter dez categorias, com inserção de premiações para Melhor Cooperado, Melhor Técnico/Assistência Técnica, Inovação, Gestão Operacional, Mulher Cooperada e Varejo, além das já existentes Desempenho Econômico-Financeiro, Responsabilidade Ambiental, Responsabilidade Social e Desenvolvimento Sustentável. (Assessoria de Imprensa da Avesui 2018)

 

AGRICULTURA: Criado na época do Império, Mapa completou 158 anos no sábado

 

agricultura 30 07 2018O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), responsável pela gestão das políticas públicas de estímulo à agropecuária, pelo fomento do agronegócio e pela regulação e normatização de serviços vinculados ao setor, completou 158 no sábado (28/07). Sua origem remonta ao tempo do Império, tendo sido criado pelo imperador Dom Pedro II, em 28 de julho de 1860, pelo decreto nº 1.067, ainda como Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas.

 

República - Em 1892, com a proclamação da República e a secretaria transformada em Ministério da Indústria, Viação e Obras Públicas, os assuntos de agricultura passaram a ser tratados por diretoria dessa pasta. E, em 1909, as atividades foram incorporadas ao, então criado, Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio".

 

Exportações - Em 2017, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 96,01 bilhões, registrando crescimento de 13% em relação a 2016. No período, o setor foi responsável por 44,1% do total das vendas externas do Brasil. Com o crescimento do valor exportado sobre o das importações, o saldo da balança do setor foi superavitário em US$ 81,86 bilhões, ante os US$ 71,31 bilhões do ano anterior. Foi o segundo maior saldo da balança do agronegócio da história, inferior apenas ao registrado em 2013 (R$ 82,91 bilhões).

 

Abrangência - O agronegócio no país compreende desde o pequeno até o grande produtor, reunindo atividades de fornecimento de bens e serviços à agricultura, produção agropecuária, processamento, transformação e distribuição de produtos de origem agropecuária até o consumidor final.

 

Aspectos - Sob sua gestão se encontram aspectos mercadológico, tecnológico, científico, ambiental e organizacional do setor produtivo e também dos setores de abastecimento, armazenagem e transporte de produtos das safras agrícolas, além da gestão da política econômica e financeira do agro.

 

Segurança alimentar - Com a integração do desenvolvimento sustentável e da competitividade, o Mapa visa à garantia da segurança alimentar da população e a produção de excedentes para exportação.

 

Estrutura - O ministério conta quatro secretarias, 27 superintendências estaduais, unidades locais, rede de seis laboratórios, além de duas vinculadas, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), que abrigam cerca de 11 mil servidores espalhados por todo o Brasil.

 

Empresas - A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) são empresas públicas que atuam sob ingerência e coordenação do Mapa. Também são entes descentralizados do ministério, organizados sobre a forma de sociedades de economia mista, as Centrais de Abastecimento de Minas Gerais S.A (Ceasa/MG), a Companhia de Armazéns e Silos de Minas Gerais (Casemg) e a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp). O ministério coordena ações e políticas de 28 Câmaras Setoriais e 8 Câmaras Temáticas relacionadas aos diversos setores produtivos do agronegócio brasileiro. (Mapa)

 

SOCIEDADE RURAL: Antônio Sampaio é eleito novo presidente da SRP

 

Antônio Sampaio, 65 anos, foi eleito, por aclamação, em assembleia realizada na manhã de sábado (28/07), o novo presidente da Sociedade Rural do Paraná para a gestão 2018-2020, substituindo Afranio Brandão. Ele foi candidato único, com a chapa “O Agro nos Move”, tendo como vice-presidente Roberta Meneghel, que já foi diretora administrativa financeira da entidade nas gestões de Gustavo Andrade e Lopes (2010-2012) e de Moacir Sgarioni (2012-2014/ 2014-2016) e membro do Conselho Superior na gestão de Afranio Brandão (2016-2018). A posse da nova diretoria ocorrerá até dia 10 de agosto, em data ainda a ser definida.

 

Diretoria - Sampaio participa da diretoria da SRP há 12 anos, tendo sido diretor de Manutenção e Obras nas duas gestões de Alexandre Kireeff; ocupou o mesmo cargo na gestão de Gustavo Andrade e Lopes, e na primeira gestão de Moacir Sgarioni. Na segunda gestão de Sgarioni, foi membro do Conselho Superior. Em 2016, passou à vice-presidência da entidade.

 

Formação - Engenheiro civil graduado pelo Mackenzie e com mestrado em gerenciamento de obras e economia pela Universidade Aston, em Birmingham, na Inglaterra, ele exerceu a profissão por muitos anos concomitantemente com a agricultura. Gradualmente, deixou a engenharia e hoje se dedica integralmente às atividades do campo.

 

Ligação - A ligação de Sampaio com a agropecuária vem da infância. O avô, que era médico em São Paulo, comprou terras em Arapongas em 1922. A propriedade – Fazenda Santo Antonio – só foi aberta pela família em 1940, produzindo café, e parte destinada à pastagem. 

 

Propriedades - Hoje, Sampaio administra duas propriedades – a Santo Antonio – e a Santa Catarina, em Guaraci, também na região Norte do Paraná. É produtor de grãos, principalmente milho, soja e trigo.

 

Diretoria - A diretoria da SRP é composta por uma executiva, com 21 cargos; Conselho Superior, com 12 cargos, Conselho Fiscal, com seis cargos; Conselho Técnico, com seis cargos; e ainda a diretoria Jovem, composta por até seis pessoas.

 

Integrantes - Na diretoria executiva já estão definidos Roberta Meneghel, na vice-presidência; Sebastião Ferreira, na diretoria Jurídica; Moacir Sgarioni, na diretoria Financeira; Paulo Nolasco, como diretor-secretário; Adauto Quintanilha, na diretoria de Manutenção e Obras; e Nivaldo Benvenho, na diretoria comercial. Com exceção de Roberta Meneghel, os demais nomes já desempenhavam as mesmas funções na diretoria de Afranio Brandão. 

 

Plano e Metas - Abaixo, o Plano e Metas de gestão da Chapa “O Agro nos Move”:

1-         Trabalhar em busca de uma maior participação dos atuais sócios através de políticas e ações que gerem este resultado. Além de apresentar a futuros, possíveis, sócios os benefícios de participar desta Sociedade. Abrir as portas da SRP aos produtores rurais, não importando se são pequenos, médios ou grandes com o objetivo de trazer esses produtores para a SRP;

2-         Estar mais atuante, política e economicamente, nas causas do Agronegócio. Buscando com maior efetividade e criticidade os interesses do setor agropecuário. Apoiando iniciativas que favoreçam o setor, combatendo veementemente as que distorcem a visão correta do Agro e até propondo alterações e novas legislações que deem segurança ao setor.

3-         Manter contato próximo com lideranças políticas municipais, estaduais e federais, tendo em vista que somos uma associação de política classista. Devemos questioná-los e cobrá-los quando for necessário e subsidiá-los com informações precisas e verdadeiras para que tomem decisões coerentes. Para tal contato não importa orientação política nem partidária, o importante é a solução dos nossos problemas. 

4-         O Direito de Propriedade do Produtor Rural deve ser uma preocupação constante e defendê-lo deve ser uma prioridade desta gestão. Apoiando o sócio sempre que for necessário e apoiando políticas públicas que busquem a garantia deste Direito.

5-         Manter contato próximo com outras associações de produtores rurais (Outras Sociedades Rurais, Ocepar, Faep, Sindicatos Rurais, CNA, Associações de Raças, entre outras) e com a SRB, buscando o fortalecimento da classe Agro. Desta forma podemos gerar sinergias e força para defender nossas causas e sermos mais representativos.

6-         Apoiar as iniciativas de difusão de tecnologia, Iapar, Embrapa, Emater, Universidades, Fundações, dentre outras, contribuindo dessa maneira para que estas continuem com os desenvolvimentos tecnológicos e extensão tão importantes ao nosso país, que tem sua base no Agronegócio. Apoiando estas entidades para que as mesmas tenham acesso aos recursos necessários para o desenvolvimento de seu trabalho, seja através do setor público ou de parcerias público/privadas, as quais precisam ser ampliadas em nosso país.

7-         Continuar aprimorando a ExpoLondrina, o maior e mais importante evento da SRP, o qual dá o suporte financeiro para a manutenção e realização de todas as outras atividades desenvolvidas pela Sociedade. Pretende-se, para isto, desenvolver um manual no qual estará descriminado todo o aprendizado de gestões passadas e o passo a passo para que futuras gestões possam realizar o evento com um nível de conhecimento superior e desta forma minimizar os erros de tão importante realização;

8-         Buscar a realização de rodadas de negócios, nacionais e internacionais, com ajuda de instituições e empresas que possuem esta expertise. Trazendo desta forma, além de movimentação ao nosso parque, oportunidades aos nossos sócios, melhoria da atividade econômica no campo e na região. 

9-         Continuar com o desenvolvimento de atividade equestre na Sociedade Rural, uma vez que dispomos da melhor estrutura do Paraná para este fim e que acabamos de conquistar um importante evento Nacional, temos que lutar para mantê-lo. O incremento da atividade equestre pode aumentar o número de sócios e melhorar o convívio entre eles. 

10-       Trabalhar para viabilizar novamente leilões periódicos de gado nas dependências do Parque Gov. Ney Braga. (Assessoria de Imprensa da Sociedade Rural do Paraná)

 

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RECEITA FEDERAL: Disponibilizado novo portal para legalização de empresas

receita federal 30 07 2018O novo Portal da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) está disponível a partir desta segunda-feira (30/07). Totalmente reformulado, o conteúdo do site agora se adapta aos dispositivos móveis, como tablets e celulares.

Nova experiência - O objetivo, de acordo com a Receita Federal, é levar ao cidadão uma nova experiência no processo de abertura e de alteração da pessoa jurídica, com orientações em linguagem mais clara e de fácil comunicação. Isso deve trazer mais agilidade e transparência para todo o processo.

Reformulação - A reformulação do portal foi feita pela Receita Federal em articulação com diversos parceiros da rede racional para a Redesim.

Área exclusiva - O portal conta com uma área exclusiva para o usuário identificado. Essa autenticação utilizará os serviços do projeto Brasil Cidadão, do Ministério do Planejamento, que faz parte da Plataforma de Cidadania Digital e que oferece a possibilidade de o usuário, por meio de acesso único, obter diversos serviços públicos disponíveis na internet.

Usuário - Na área do usuário, é possível consultar o nome empresarial na base do CNPJ e outros serviços. (Agência Brasil)

 

PROJETO DE LEI: Nova contribuição sindical promete embate

 

A proposta de uma nova contribuição sindical negocial, em substituição ao imposto obrigatório extinto pela reforma trabalhista, promete gerar novo embate no próximo governo. Entre os defensores, a cobrança é considerada mais justa, transparente e racional do que o imposto sindical. Na ponta contrária, a medida é vista como um erro e retorno velado ao modelo anterior.

 

Discussão - Tendo como relator o deputado Bebeto (PSB-BA), a proposta consta do projeto de lei 5.795, de julho de 2016, e voltou à discussão esta semana, após o deputado Paulinho da Força (SD-SP) colocá-la como condição para o apoio do Centrão à candidatura presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano, por sua vez, disse para "esquecer o imposto", mas acenou em favor da contribuição.

 

Aprovação em assembleia - Pelo modelo sugerido, a contribuição passaria por aprovação em assembleia no momento da negociação coletiva e seria válida para todos os trabalhadores da categoria, e não somente para associados aos sindicatos. O valor a ser recolhido estaria limitado a um teto de 1% da remuneração bruta anual, enquanto o imposto sindical era de um dia de trabalho por ano - equivalente a cerca de 0,25% da remuneração anual.

 

Contribuição negocial - A contribuição negocial (também chamada assistencial) já existe, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) reafirmou em março do ano passado que ela só pode ser descontada dos sindicalizados.

 

Retrocesso - Para Sérgio Firpo, professor de economia do Insper, a proposta representa um retrocesso. "Estávamos em um caminho de acabar com a obrigação de contribuição e fazer com que os sindicatos buscassem recursos por meio do trabalho que efetivamente façam para seus filiados", afirma.

 

Alternativa - Na visão do economista, um dos defensores da reforma trabalhista que entrou em vigor em novembro, uma alternativa para fortalecer os sindicatos na nova conjuntura seria tornar os resultados das negociações mediadas pelas entidades válidas apenas para associados. Ao mesmo tempo, Firpo defende o fim da unicidade sindical.

 

Apoio - Entre as centrais sindicais, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) apoia o projeto de lei em tramitação na Câmara e o modelo de contribuição mediante aprovação em assembleia, mas acredita que pontos como o teto de 1% da remuneração anual devem ser rediscutidos.

 

Percentual - "Não sou adepto dessa rigidez e creio que não podemos substituir um instrumento por outro que venha a aumentar o valor cobrado", afirma Divanilton Pereira, presidente em exercício da CTB. "A Câmara deve encontrar um percentual de equilíbrio que respeite as condições materiais dos trabalhadores", completa.

 

Limite justo - A União Geral dos Trabalhadores (UGT) vê a proposta em discussão com simpatia e acredita que o limite de 1% da remuneração anual é justo, já que a intenção é de que a nova contribuição substitua todas as demais. Pelo modelo anterior, os sindicatos se financiavam por até quatro formas de arrecadação: imposto sindical obrigatório, contribuição assistencial e taxa confederativa (estas negociadas no momento da convenção coletiva), além da mensalidade dos associados. "A ideia é que tenha uma contribuição que seja essa e mais nenhuma", argumenta Ricardo Patah, presidente da UGT.

 

Cobrança - Também favorável ao modelo em discussão, Clemente Ganz Lúcio, diretor do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), afirma que a cobrança de todos os trabalhadores parte do entendimento de que a negociação produz um bem geral e é defendida também pelos empresários, que teriam dificuldade de administrar regras distintas. Segundo ele, o fato de a cobrança passar por decisão em assembleia aumentaria a obrigação dos sindicatos de prestar contas e ter relação mais próxima com a base.

 

Extinção do Ministério do Trabalho - Quanto à possibilidade de extinção do Ministério do Trabalho, levantada por Alckmin em entrevista ao "Roda Viva", Ganz Lúcio avalia que, mais importante do que a existência ou não da pasta é a qualidade da gestão da política pública. Já Patah, da UGT, se diz contrário à medida. "Se você tem uma dor de cabeça, a solução não é cortá-la", diz o sindicalista. (Valor Econômico)

 

OPINIÃO: Fecoagro 43 anos!

 

opiniao 30 07 2018*Ivan Ramos 

 

Na semana que passou foi registrada mais uma data significativa para o cooperativismo catarinense. No último dia 25, a Fecoagro completou 43 anos de fundação. Os mais antigos do sistema de cooperativas agropecuárias devem lembrar a data em que um grupo de cooperativas, sob a liderança de Aury Bodanese, se reuniu no auditório do Palácio do Governo em Florianópolis, para em assembleia geral fundar a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de SC. E eu estava lá.

 

A iniciativa surgiu em função de uma necessidade da época. Para exportar soja havia necessidade de obtenção de quotas, que eram liberadas pelo Governo Federal, através da então CACEX, e o Banco do Brasil que controlava o órgão, recomendava necessidade de alguém coordenar esse processo em novel estadual, para não ter que ser analisado cada pedido de cooperativas que pretendesse exportar. Foi então que quatro cooperativas definiram a constituição de uma federação. A Cooperalfa, a Coopernorte, a Coperio e a Coopercentral Aurora, formaram o grupo de trabalho que foram conhecer as entidades correlatas no PR e RS e apresentaram a proposta que teve a adesão de 13 cooperativas catarinenses.

 

De lá para cá muita coisa mudou no sistema de cooperativas agropecuárias. Muitos outros projetos foram atribuídos a Fecoagro, que também teve problemas e chegou a ser desativada por oito anos. Foi retomada com outra estrutura e forma operacional, novamente sob a liderança de Aury Bodanese.

 

Hoje a Fecoagro é reconhecida em nível nacional, não apenas pela sua atividade principal na retomada dos trabalhos de centralização de compras conjuntas, mas também pelos projetos subsequentes definidos pelas cooperativas associadas.

 

Hoje, importa e processa fertilizantes, coordena os programas de apoio ao agricultor da Secretaria da Agricultura; implantou Central de Distribuição de insumos e produtos para supermercados das cooperativas; incentiva o plantio de hortigranjeiros regionais e o trabalho permanente de difusão do cooperativismo através de diversas plataformas de mídia no setor de Comunicação.  A Fecoagro é respeitada e frequentemente é requisitada para mostrar o seu modelo operacional em diversas partes do Brasil.

 

Não foi fácil para os dirigentes da entidade manter esse sistema que tem objetivos de buscar resultados comuns a todas as cooperativas, independentemente do seu porte, evidentemente proporcionalmente aos seus negócios, e que sempre precisa conciliar os interesses individuais das cooperativas com os resultados positivos da empresa-federação, e procurando transferir os benefícios da união aos agricultores associados das cooperativas.

 

A dedicação dos seus dirigentes, o empenho de seus funcionários e o esforço dos executivos e gestores nas cooperativas, são ingredientes importantes para manter uma entidade como essa, que tem seus donos como clientes, e que precisa acompanhar o comportamento do mercado convencional, sempre procurando um diferencial econômico para manter o social para seus integrantes.

 

Quem pensa que é fácil administrar uma federação do porte da Fecoagro engana-se, pois ela precisa estar sintonizada com as cooperativas, com o mercado concorrente, e estreitamente ligada com os órgãos institucionais e a comunidade com quem mantém relações.

 

Hoje a Fecoagro encontra-se economicamente bem situada, socialmente atenta, politicamente independente, e publicamente bem conceituada, representando com dignidade o autêntico cooperativismo agropecuário de SC. Seu lema continua sendo sempre vivo e permanente. Estimulando e praticando a intercooperação em SC, porque juntos somos mais fortes. Pense nisso.

 

*Ivan Ramos é diretor executivo da Fecoagro

 


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