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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4380 | 27 de Julho de 2018

FÓRUM DE FINANÇAS: Inscrições para o evento encerram nesta sexta-feira

Profissionais das cooperativas do Paraná têm até esta sexta-feira (27/07) para garantir a sua participação no Fórum de Finanças que o Sistema Ocepar promove, no dia 3 de agosto, no auditório da entidade, em Curitiba. As inscrições devem ser efetivadas por meio do agente do Sescoop/PR na cooperativa ou pelo e-mail rodolfo.bonetti@sistemaocepar.coop.br.

Objetivo – O evento tem o propósito de discutir os indicadores econômicos e financeiros do cooperativismo paranaense, o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) e o cenário econômico brasileiro. O evento será aberto às 13h30 pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. O coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola, irá apresentar os indicadores econômicos e financeiros do cooperativismo paranaense. Representantes do Ministério da Agricultura irão fazer uma apresentação do Plano Agrícola e Pecuário da safra 2018/19. Na sequência, o doutor em Economia, Juan Jensen, analisa o cenário econômico brasileiro.

forum financas folder 27 07 2018

IMERSÃO: Copacol recebe comitiva de jornalistas

Para promover integração, troca de experiências e apresentar o cooperativismo aos jornalistas do Globo Rural, Agência EFE, Revista Rural, Revista Safra e a Rede Massa, filiada ao SBT, a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) promoveu, junto com o Sistema Ocepar, nesta quinta-feira (26/07), uma visita técnica na Copacol, no Oeste do Paraná.

Recepção - O grupo foi recepcionado pela equipe de Assessoria de Comunicação da Copacol, que teve a oportunidade de acompanhar a apresentação do presidente Valter Pitol, que detalhou os números da cooperativa, os investimentos e as perspectivas para os próximos anos.

Apresentação - A assessora de Cooperativismo, Elizete Lunelli Dal Molin, apresentou a filosofia cooperativista e como a Copacol trabalha com o seu quadro de cooperados, colaboradores e toda a comunidade.

Destaques - A analista de relações institucionais da OCB, Aline Augusta de Oliveira, também destacou para os jornalistas o impacto do cooperativismo na economia, desafios do setor e empreendedorismo realizado pelas cooperativas do Brasil.

Oportunidade - Segundo o presidente Valter Pitol, receber o grupo de jornalistas destes importantes veículos de comunicação do país foi uma oportunidade para apresentar o trabalho diferenciado que a cooperativa realiza no desenvolvimento econômico e social de toda a sua área de atuação.

Imersão - Para o coordenador de Comunicação Social do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho, que também acompanha a visita, a imersão promovida pelo Sistema OCB é importante, na medida em que oportuniza aos profissionais conhecer de perto como funciona uma cooperativa e sua importância para o desenvolvimento regional.

Paraná - “No Paraná existem 69 cooperativas agropecuárias, que faturaram em 2017, R$ 58 bilhões e geram cerca de 100 empregos diretos, e a região Oeste se destaca pelo processo de verticalização da produção com suas agroindústrias, onde existem 15 cooperativas do ramo agropecuário. Elas tiveram uma movimentação econômica no ano passado de R$ 22 bilhões e empregam 45 mil pessoas e reúnem 55 mil cooperados, de um total de 167,5 mil em todo o estado”, lembra.

Visitas - Durante o dia, foram realizadas visitas em propriedades rurais de cooperados, CPA (Centro de Pesquisa Agrícola) e no Frigorífico de Peixes em Nova Aurora, onde a Copacol é referência na produção nacional e conta com o maior volume de industrialização de tilápias da América do Sul, com o abate de 140 mil cabeças por dia. (Imprensa Copacol)

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OCB: Novo vídeo sobre eleições está no ar

 

ocb 27 07 2018Já está no ar o segundo episódio da série Cooperativismo e as Eleições 2018, realizada pelo Sistema OCB, com o objetivo de estimular que cooperados, seus familiares e, também, aos empregados das cooperativas participem de forma ativa, consciente e responsável do processo eleitoral deste ano. O novo vídeo aborda prazos e regras, explica quando ocorre segundo turno e, também, sobre a diferença entre os votos branco e nulo, bem como seu impacto nas eleições.

 

Ações - O segundo episódio reforça as ações do Sistema OCB em destacar que o voto, além de ser um dos principais direitos do cidadão é, também, um de seus maiores deveres, pois é por ele que se elege os seus representantes nos poderes Executivo e Legislativo. Clique nos links abaixo para acessar os materiais:

- Episódio 2

- Episódio 1

- Cartilha Cooperativismo e as Eleições 2018

 

Importância No Brasil, o voto é obrigatório para as pessoas alfabetizadas maiores de 18 anos e menores de 70 anos, sendo facultativo para pessoas com idades entre 16 e 18 anos, maiores de 70 anos e analfabetos. Neste ano serão realizadas eleições gerais em todo o país e cada eleitor tem o desafio de decidir, além dos próximos governantes, o futuro da sua família, da sua comunidade e da sua cooperativa, ou seja, o futuro do Brasil.

 

Pós-eleição - Além de promover ações que assegurem a escolha mais consciente e de estimular a participação maciça no dia da eleição, é importante que os cooperados acompanhem o trabalho daquele que mereceu seu voto. “Assim, exerceremos, de fato, o nosso papel de cidadãos brasileiros e verdadeiros cooperativistas. É com esse convite, para uma participação efetiva e responsável, que preparamos essa cartilha sobre as eleições, mostrando como podemos colocar em prática nossos direitos e deveres”, afirma o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. (Informe OCB)

 

UNIMED: Reconhecida com prêmio internacional

 

unimed 27 07 2018A Unimed recebeu o prêmio World Branding Awards, que reconhece as principais marcas do ano globalmente. Maior cooperativa de saúde do mundo, com 346 singulares em todo o Brasil, foi a única brasileira eleita na categoria Planos de Saúde do National Award, que é destinado àquelas que foram julgadas excepcionais em cada país participante. A cerimônia ocorreu na quinta-feira (19/07), em Nova York (EUA).

 

Honra - “Felizmente, a Unimed é lembrada com frequência em votações e pesquisas nacionais, o que é sempre uma enorme honra. Quando também somos bem avaliados por instituições estrangeiras, percebemos que a trajetória construída há mais de 50 anos extrapola as fronteiras do nosso País e tem o poder de ser referência ao setor de saúde e de prestação de serviços como um todo, além do movimento cooperativista. Agradecemos nossos dirigentes, cooperados, colaboradores e clientes por este troféu e prometemos oferecer, todos os dias, um atendimento que os inspire a continuar escolhendo o Sistema”, afirma o presidente da Unimed do Brasil, Orestes Pullin, que representou a Confederação no evento.

 

Marcas mais reconhecidas - O World Branding Awards é realizado anualmente pelo World Branding Forum (WBF) entidade sem fins lucrativos que se dedica à avaliação e condecoração das marcas mais reconhecidas por consumidores de todo o mundo. Para avaliação, são utilizados critérios como análise da marca, votação do público geral e pesquisa de mercado.

 

Sobre a Unimed - Em 2017, a Unimed completou 50 anos de atuação no mercado de saúde suplementar. O Sistema Unimed nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composto por 346 cooperativas de saúde, que prestam assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo país. Atuando sob o modelo cooperativista, a Unimed conta com mais de 114 mil médicos, 117 hospitais próprios e 2.554 hospitais credenciados, além de pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias que garantem a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários das cooperativas. (Unimed do Brasil / Informe OCB)

 

CAPAL I: Cerca de 200 pessoas participam da abertura da 46ª Expoleite, em Arapoti (PR)

 

Foi aberta, na noite de quarta-feira à noite (25/07), em Arapoti (PR), a 46ª Expoleite, principal feira de pecuária leiteira da região e uma das mais importantes exposições especializadas em animais da raça holandesa. Cerca de 200 pessoas participaram da cerimônia de abertura que contou com as presenças de autoridades locais, dirigentes de cooperativas do Paraná, além do secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado, George Hiraiwa.

 

Inovação - Em seu discurso, o presidente da entidade realizadora da feira, a Capal Cooperativa Agroindustrial, Erik Bosch, destacou a importância do evento para a inovação no setor. “Queremos fazer história, inovando e crescendo, por isso estamos nos antecipando. A exposição serve justamente para os produtores terem acesso a tudo de novo que existe do mercado”, afirma.  

 

Localização - A região atendida pela cooperativa, formada por 80 municípios, está localizada em uma das principais bacias leiteira do País, onde a produtividade por animal pode alcançar até 39 litros de leite por dia. A média na região gira em torno de 30 litros, enquanto a nacional é de apenas cinco. “A grande diferença se deve, além da dedicação dos produtores, ao investimento em inovação, que permeia todo o trabalho da cooperativa, desde o acesso a assistência técnica e ao suporte na gestão das propriedades até o fornecimento de insumos e nutrição animal. São fatores que agregam valor ao produto”, completa Bosch.

 

A cooperativa - A Capal, que faz 58 anos em 2018, reúne quase 3 mil produtores cooperados, dos quais 1,1 mil se dedicam à atividade leiteira em propriedades pequenas, médias e grandes. Na feira, produtores das regiões de Arapoti, Carambeí e Castro estarão expondo cerca de 300 animais da raça holandesa nas versões vermelho e branco e preto e branco.

 

Avaliação Nesta edição da Expoleite, o Julgamento de Raça Holandesa integrará o Circuito Nacional da Raça Holandesa pela primeira vez. A etapa foi credenciada junto à Associação Brasileira de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (ABCBRH) cumprindo todos os critérios de avaliação da Associação. O credenciamento permitirá que os animais exibidos e premiados durante a Expoleite possam disputar, ao final da temporada, colocações no Circuito Nacional.

 

Julgamentos - Os julgamentos de raça serão feitos pelo canadense Richard Landryn, jurado oficial pela Holstein Canada desde 1993 com experiência em exposições da raça holandesa, ayshire, jersey e prado suíço em diversos países, incluindo Suíça, França, Bélgica, Canadá, Estados Unidos.

 

Programação - A 46ª Expoleite segue até este sábado (28/07) no Parque de Exposições da Capal. Além dos julgamentos, as atrações gratuitas incluem palestras técnicas, 60 estandes de empresas ligadas ao setor de pecuária leiteira, apresentação das crianças e adolescentes do Clube de Bezerras, Encontro de Suinocultores e Exposição de Flores. São esperados 12 mil visitantes. (Imprensa Capal)

 

SERVIÇO:

46ª Expoleite

Data: 25 a 28 de julho de 2018

Horário: 8h30 às 22h

Local: Parque de Exposições da Capal - Arapoti

Entrada gratuita

Mais informações pelo site www.capal.coop.br/expoleite

 

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CAPAL II: Clube de Bezerras desperta o interesse pela pecuária leiteira nas crianças

 

capal II 27 07 2018Estão inscritas para a Copa dos Puxadores, evento que acontece durante a 46ª edição da Expoleite, 17 crianças e suas bezerras das raças holandesa preta, holandesa branca ou vermelha e branca, ou jérsey, nascidas entre 1º de março a 30 de abril de 2018. A apresentação infantil, parte do Clube de Bezerras, acontece neste sábado (28/07) às 9 horas. A Copa está marcada para às 10h30, no Parque de Exposições da Capal, em Arapoti (PR).

 

Julgamento de Raças - A programação gratuita da Expoleite, promovida pela Capal Cooperativa Agroindustrial, também inclui Julgamento de Raças, palestras técnicas, 60 estandes de empresas ligadas ao setor de pecuária leiteira, Encontro de Suinocultores e Exposição de Flores. A feira acontece em Arapoti entre 24 a 29 de julho no Parque de Exposições da Capal e deve reunir 12 mil pessoas

 

Sucessão - A Copa de Puxadores é a competição que integra o Clube de Bezerras, iniciativa criada pela cooperativa há mais de 30 anos para auxiliar na formação de crianças da região, despertando nelas, desde cedo, o interesse pela pecuária leiteira. O principal objetivo do programa é preparar as novas gerações para a sucessão na gestão das propriedades produtoras e, para isso, orienta-as a respeito das técnicas de manejo das bezerras desde o nascimento.

 

Formação - O zootecnista Lucas Belarmino, do setor de Pecuária Leiteira da Capal, é o responsável por realizar as visitas e ensinar as crianças diretamente na propriedade sobre a rotina de cuidados com o gado. “As atividades do Clube ajudam as crianças a entenderem como funciona o trabalho, o grau de dificuldade e dedicação que exige. No futuro eles serão administradores, por isso têm que entender as práticas desde cedo para poderem delegar e reconhecer um trabalho bem feito ou mal feito por algum funcionário”, pontua. 

 

Participantes - Podem participar do Clube de Bezerras crianças de 8 a 15 anos, sejam elas filhas de cooperados, de funcionários ou outra criança que tenha o apoio de um criador que disponibilize a bezerra para o treinamento. Ao fim de cerca de quatro meses de cuidados intensivos com o animal, as crianças expõem os resultados na Copa dos Puxadores. Na competição é avaliada desde a postura do puxador até o entrosamento com o animal, sua postura, desenvoltura, pelagem e os cuidados percebidos pelos jurados.

 

Família Sibma tem 3 representantes no Clube de Bezerras - As crianças da família Sibma, nascidas e criadas em uma propriedade leiteira na Colônia Holandesa, em Arapoti, acordam às 6 horas da manhã para se empenharem no cuidado com os bezerros. Anotar a quantidade de leite e de ração fornecidas, limpar as baias, acompanhar os exames e vacinas, analisar o desenvolvimento e bem-estar dos animais são algumas das atividades realizadas por elas a fim de preparar os animais.

 

Ferramenta educativa - Marten, 13 anos, o primogênito da família, já participou de 4 edições; Alida, 11 anos, participou de 3 edições; e a caçula, Anna Bárbara, 9 anos, faz sua estreia no Clube de Bezerras deste ano. Para o pai, Douwe Albert Sibma, cuja propriedade produz cerca de 6 mil litros de leite por dia, o Clube de Bezerras é uma ferramenta educativa e de conscientização. 

 

Mudança - “Quando se mora numa propriedade leiteira, até parece natural que os filhos se interessem pela atividade, mas isso mudou muito com o desenvolvimento da tecnologia e com a internet. Por meio das atividades do Clube de Bezerras eles se tornam mais conscientes da origem do nosso sustento e que é preciso se esforçar para atingir resultados”, relata.

 

Experiência - “O Clube de Bezerras pode, sim, ter um papel na sucessão, ou mesmo ao contrário. Eles podem descobrir que não querem fazer isso no futuro, e essa experiência e liberdade são fundamentais”, reforça Sibma. (Imprensa Capal)

 

SERVIÇO:

46ª Expoleite

Data: 25 a 28 de julho de 2018

Horário: 8h30 às 22h

Local: Parque de Exposições da Capal - Arapoti

Entrada gratuita

Mais informações pelo site www.capal.coop.br/expoleite

 

COPAGRIL I: Novos cortes de frango são pré-lançados na Expo Rondon

 

A Cooperativa Agroindustrial Copagril escolheu o maior evento de Marechal Cândido Rondon para realizar o pré-lançamento da sua nova linha de produtos do segmento de carne de frango. Por ocasião da abertura da Expo Rondon 2018, na noite desta quinta-feira (26/07), no Centro de Eventos, foi realizado ato de pré-lançamento dos produtos IQF, que são cortes de frango Copagril congelados individualmente. 

 

Estande - O pré-lançamento aconteceu no estande da cooperativa na Expomar e estiveram presentes diretores, gerentes e encarregados, além do público em geral.

 

Planejamento estratégico - De acordo com o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, o lançamento de novos produtos constitui uma das ações contempladas no planejamento estratégico da cooperativa rumo ao cinquentenário de fundação. “A Copagril vai completar 50 anos em 2020 e está realizando desde já uma caminhada de crescimento e expansão de suas atividades. Por isso estamos ampliando nossa linha de produtos, além de outras novidades que virão pela frente”, declara.

 

Produtos - Os novos cortes congelados individualmente são: frango a passarinho, filezinho sassami, filé de peito e coxinhas da asa (drumette). Por serem congelados individualmente, os cortes de frango ficam soltos no interior da embalagem, favorecendo o consumo particionado. Os novos produtos também virão em embalagem contendo a função abre-fecha, facilitando a vida do consumidor, que pode voltar a armazenar uma parte do alimento no freezer para uso futuro. 

 

Tendência de mercado - Conforme o gerente comercial, José Lima, os novos produtos da Copagril seguem uma tendência do mercado. “Eles foram elaborados para atender ainda melhor as necessidades do consumidor, especialmente no quesito praticidade”, salienta, acrescentando que já existe previsão de ampliar a linha, gradativamente.

 

Somoscoop - Outra novidade nos produtos é a inserção da marca “SomosCoop”, a qual identifica que a Copagril apoia o movimento nacional em favor da valorização das cooperativas brasileiras, seus cooperados e empregados. Criado pelo Sistema OCB, o movimento Somoscoop foi criado para reforçar o orgulho de ser cooperativista e, também, para garantir que mais e mais brasileiros conheçam esse jeito humanizado de fazer negócios e gerar resultados. Ao todo, as cooperativas somam mais de 13 milhões de brasileiros que defendem um país mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos.

 

Primeira - A Copagril é a primeira cooperativa brasileira do setor agroindustrial a usar a marca Somoscoop na linha de produtos de carne de frango.

 

O evento - A Expo Rondon 2018 segue nesta sexta-feira (27/07), sábado (28/07) e domingo (29/07), com ampla programação no parque de exposições do município. A Copagril está presente na Expomar, Salão do Agronegócio, Expopecuária e Exposição de Máquinas e Implementos Agrícolas e desde já convida a todos para visitarem seus estandes. (Imprensa Copagril)

 

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COPAGRIL II: Exposição pecuária soma 85 bovinos da raça holandesa

Uma das atrações da Expo Rondon 2018, que teve a abertura realizada na noite desta quinta-feira (26/07), no parque de exposições de Marechal Cândido Rondon, é a Exposição Pecuária (Expopecuária), organizada pela Secretaria Municipal de Agricultura em parceria com a Copagril. A exposição engloba as áreas de pecuária leiteira, avicultura e suinocultura, além de pequenos animais.

Tradição - De acordo com o gerente da Divisão Pecuária da cooperativa, Enoir Primon, trata-se de uma feira que possui longos anos de tradição no município. “A Expopecuária tem grande relevância por ser uma amostra do potencial de Marechal Rondon no setor do agronegócio, sendo assim, a Copagril não poderia ficar de fora”, salienta.

Animais - Conforme o supervisor pecuário da cooperativa, médico veterinário Adrian Alaver Fernandes, neste ano, 85 animais farão parte da 32ª Exposição Regional de Bovinos da Raça Holandesa. Do total, aproximadamente 60 participarão do Julgamento de Pista e classificação, que será realizado pela Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (APCBRH) no sábado, a partir das 09 horas, no pavilhão de bovinos. “É um importante trabalho realizado pela associação, que coloca os animais vencedores no ranking dos bovinos com maior potencial produtivo no Estado do Paraná”, menciona o veterinário.

Avicultura -Na área do Fomento Aves, a Copagril montou um miniaviário repleto de pintinhos, o qual tem acesso gratuito para o público. “Essa é uma atração que faz muito sucesso na Expo Rondon, por isso trouxemos novamente para a feira, como forma de aproximar a avicultura das pessoas, despertando nelas o gosto pela atividade”, enfatiza Adrian Fernandes. Na mesma instalação o público pode conferir equipamentos de ponta para a avicultura.

Suinocultura - Já o setor de suinocultura tem maior foco em equipamentos para as granjas, dispondo de alguns leitões e suínos na exposição.

Empresas parceiras - Segundo Adrian Fernandes, além dos animais, o município e as empresas parceiras levam para o evento os melhores produtos e serviços pecuários, tais como rações, sistemas de comedouros, bebedouros, aquecedores, placas evaporativas e muitos outros.

Maquinários - O público que visita a Expo Rondon também encontra diversos modelos de máquinas, implementos agrícolas e equipamentos para pecuária. No estande de maquinários da Copagril estão produtos para grande parte das atividades rurais, desde o plantio à colheita, assim como para pecuária leiteira e avicultura. Tem ensiladeiras, colhedora de forragem, distribuidor de adubo líquido, plantadeira, pulverizador, plataforma para colheita, equipamento para fenação, para enfardamento, entre outros. (Imprensa Copagril)

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INTEGRADA: Há mais de 40 dias sem chuvas

integrada 27 07 2018Há mais de 43 dias sem cair uma gota do céu, os produtores da região de Londrina, sede da Cooperativa Integrada, têm as suas lavouras de milho e trigo prejudicadas pelo prolongado veranico. De acordo com a meteorologista do Simepar, Angela Costa, a região está com um déficit hídrico de 70% e não há previsão de chuva para os próximos dias.

 

Bloquei atmosférico - Um bloqueio atmosférico tem impedido que as chuvas que tem ocorrido nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina cheguem até o oeste, norte do Paraná e sul de São Paulo, áreas de atuação da Integrada. Angela afirma que, de abril a julho deste ano, a previsão de precipitação era de 400 milímetros (mm) para a região de Londrina, mas choveu apenas 68,4mm.

 

Falta de perspectiva - A meteorologista do Simepar destaca que já houve períodos maiores de veranico na região, chegando a 81 dias sem chuvas. Contudo, afirma ela, essa estiagem está assustando pela falta de perspectiva. Nas lavouras, o índice de água no solo tem variado de 0% a 25%. Para dar condições favoráveis para as plantas em campo, Angela explica que seriam necessárias precipitações que atingissem o montante de 70mm a 80mm.

 

Próxima semana - Para a próxima semana, há numa pequena probabilidade de chuva. Porém, a meteorologista alerta que, se ocorrer, a precipitação deve ficar em torno de 2mm, o que servirá somente para derrubar as temperaturas. Para os preparativos para a safra verão, Angela observa que há uma tendência da ocorrência do El Niño que, normalmente, traz chuvas para o Sul do Brasil. Contudo, ela alerta que tudo irá depender da intensidade do fenômeno. (Imprensa Integrada)

 

SICREDI UNIÃO: Mais de 600 pessoas participam, em Londrina, das comemorações dos 10 anos do PUFV

 

sicredi uniao 27 07 2018Um dia dedicado à discussão sobre educação. Assim foram as comemorações dos 10 anos do Programa A União Faz a Vida nas Regionais Norte, Noroeste, Maringá e Centro Leste Paulista da instituição financeira cooperativa Sicredi União PR/SP. Pela primeira vez, foram realizadas três cerimônias em cidades diferentes, já que, segundo Rogério Machado, diretor-executivo da Sicredi União, “o programa cresceu tanto que não comporta mais reunir todos os envolvidos num só local”.  

 

Apoio à educação - A Regional Norte reuniu mais de 600 professores, diretores, secretários de educação e demais profissionais envolvidos com o desenvolvimento do programa em seus municípios. Participaram, além de escolas das cidades sob coordenação da Regional Norte, também escolas de parte da Noroeste, numa cerimônia no Buffet Laguna, em Cambé, no dia 20 de julho. Machado destacou que a Sicredi tem grande desafio de apoiar a educação e valorizar os professores para atender ao propósito da cooperativa de desenvolver a comunidade onde atua. “Se quisermos desenvolver uma sociedade mais justa precisamos apoiar a educação, o único caminho que acreditamos ser possível para transformar o mundo”, disse. O programa, na sua avaliação, só dá certo onde há uma verdadeira parceria com os professores, “que são os grandes agentes de transformação”.

 

Criatividade - O buffet Laguna foi especialmente preparado para recepcionar os convidados e o dia começou com um café da manhã. Em seguida, foi realizada palestra com o educador Jean Sigel, sobre “Criatividade na Educação: A arte de imaginar e realizar o futuro”. Sigel, que é co-fundador da Escola de Criatividade e atuou por dez anos como coordenador do Fórum Econômico Mundial - Davos/Suiça e do WTTC - World Travel&Tourism Council, iniciou os trabalhos instigando a plateia a responder quem ali se considerava criativo. Modestos, poucos se manifestaram. “As pessoas não se consideram criativas porque parece que a criatividade está ligada às artes. Mas não. E criatividade tampouco tem a ver com idade, mas com os bloqueios mentais criados ao longo de nossa vida”.

 

Programa inovador - Segundo o educador, as empresas, família e escolas têm inibido o pensamento criativo. “Para a criatividade acontecer, temos que deixar a mente trabalhar”, disse, ressaltando que programas inovadores como o “A União Faz a Vida” são importantes para a valorização do saber do aluno. “As escolas, geralmente, valorizam o padrão e não o autoral”.

 

Sem tempo para o lúdico - Entre as muitas informações e orientações transmitidas por Sigel estão os dados de uma pesquisa americana que identificou uma das causas da crise de criatividade no mundo. “As agendas das crianças estão cheias e não sobra tempo para o lúdico, para brincar; e outro fator é que as escolas insistem em manter os velhos sistemas para formar padrões”.

 

Experiência - Um talk show, coordenado por Sigel, após a palestra, levou ao palco as professoras de Astorga Valéria Nunes, Andrea Verri, Fernanda Vito e Andrea Maria Pucilo, e a coordenadora do programa em Ibiporã, Josilene Margonato. Elas falaram sobre a experiência do programa em suas escolas.

 

Resistência - Valéria Nunes, coordenadora do programa na Escola Municipal Alfredo Sofientini, de Astorga, disse que “A União Faz a Vida” faz a diferença na sua escola. “No começo é natural que haja uma resistência por parte do professor. Na nossa escola, essa resistência já foi quebrada e vemos, ano a ano, professores e alunos mais envolvidos”.

 

Inspiração - Inspirada pelo programa, Valéria, que também é formada em música, fez até uma paródia da canção “Tocando em frente” (Almir Sater e Renato Teixeira) em sua homenagem. Ela apresentou a paródia à plateia, arrancando aplausos de todos. 

 

Paródia - Paródia de Valéria Nunes da música Tocando em Frente:

A União Faz a Vida e faz a diferença, faz você ensinar com mais consciência 

Hoje me sinto mais forte mais feliz quem sabe levando a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei... 

A União Faz a Vida e faz acontecer, faz você crescer e se fortalecer

É preciso União para trabalhar

É preciso amar e acreditar que a cooperação você vai plantar! 

 

A importância das relações humanas nas escolas Após almoço oferecido aos participantes do evento, a tarde começou com palestra da professora doutora Emília Cipriano, que abordou o tema “Reconstrução do conhecimento do professor como agente transformador do ato de educar”. Emilia Cipriano tem larga experiência na área educacional, atuando, principalmente com educação infantil, formação de educadores, política de educação infantil, creche, políticas públicas e proposta pedagógica.

 

Produtor de sentidos - Ela encantou a plateia, que interagiu o tempo todo com a educadora, falando da sua experiência em sala de aula e da importância de o professor manter os alunos mobilizados. “O aluno constrói seu aprendizado a partir do que faz sentido para ele e o professor é um produtor de sentidos”, disse. 

 

Formação - Também ministrou palestra o professor português José Pacheco, sobre “Comunidades de Aprendizagem”. Pacheco destacou que o “papel da escola e do professor é ajudar o aluno a ser que ele quer ser”. 

 

Aprendizagem - Crítico do sistema tradicional de ensino, o qual considera uma forma obsoleta de reprodução de conteúdo, Pacheco defende uma escola sem turmas, sem ciclos, sem testes ou exames e sem reprovações. “Perguntam: se não tem série, não tem turma, ou que tem? Tem aprendizagem”, responde. 

 

Testemunhos - Entre uma e outra palestra, as secretárias de Educação de Ibiporã, Margareth Rodrigues Coloniezi, e de Atalaia, Ângela Maria Candiotto, falaram sobre o programa. Em Ibiporã, o programa já atinge 100% das escolas da rede municipal. “Eu acredito neste programa desde o momento em que ele nos foi apresentado”, testemunhou Margareth. Para ela, além da transformação no comportamento dos alunos, o programa mostra ao professor a importância de cooperar, “do fazer juntos”, provocando uma revolução na forma de ensinar e aprender nas escolas. A secretária de Atalaia também destacou as mudanças provocadas pelo programa nas escolas do município. “O programa trouxe diferencias importantes para minha vida, minha escola e meu município, pois nos mostra que é possível transformar a realidade se caminharmos juntos. Por meio do programa, o professor é valorizado e reverenciado pelo Sicredi”, disse ela.

 

Práticas incorporadas - A coordenadora do programa na secretaria municipal de Educação de Londrina, Carla Cordeiro, presente ao evento, informou que, hoje, o “A União Faz a Vida” está presente em sete escolas do município, um aumento considerável em relação ao ano passado, quando apenas duas participavam. “Londrina é uma cidade grande e existem muitos projetos sendo desenvolvidos nas escolas. Mas mesmo naquelas que já participaram e que deixaram de participar, as práticas do programa foram incorporadas e isso é muito importante”, garantiu. 

 

Ampliação - O gerente Regional de Desenvolvimento da Sicredi União, David Conchon, que acompanhou a programação das comemorações, assim como toda a equipe da cooperativa, é um grande entusiasta do programa. Para ele, a presença maciça, no evento, de representantes de todos os municípios onde o programa é realizado, mostra a importância que tem para as escolas. “O evento em comemoração aos 10 anos do PUFV foi um grande impulsionador aos nossos educadores. Nós pudemos sentir um pouco do carinho, da atenção e dedicação de todos os envolvidos nesse maravilhoso programa. Estou realmente orgulhoso em ver o quanto nossa cooperativa Sicredi União está fazendo a diferença nas nossas comunidades, através do Programa a União Faz a Vida. Agradeço cada Educador, cada Gerente de Agência Sicredi e também cada colaborador que trabalhou duramente para a realização desse belíssimo evento”, disse, acrescentando que essa resposta das escolas “nos motiva a fazer cada vez mais. Nós queremos levar o programa para todos os municípios onde atuamos porque acreditamos que ele é transformador.”

 

Impacto - Criado há 23 anos, o programa é realizado em âmbito nacional. Somente na região de abrangência da Sicredi União PR/SP – Norte e Noroeste do Paraná e Centro Leste Paulista - são 180 escolas, 3.200 professores e mais de 28 mil alunos envolvidos. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

FAZENDA SUSTENTÁVEL: Inscrições ao prêmio foram prorrogadas

 

fazenda sustentavel 27 07 2018As inscrições para o Prêmio Fazenda Sustentável 2018 foram prorrogadas. Agora, produtores de todo o Brasil têm até o próximo domingo (29/07) para fazer suas inscrições e participar. Basta acessar o link: bit.ly/fazendasustentavel2018.

 

Reconhecimento - Desde 2014, o Fazenda Sustentável se tornou um dos principais reconhecimentos dados a produtores atentos a técnicas inovadoras e preocupados com o bom desempenho econômico, social e ambiental de suas propriedades. 

 

Objetivo - O objetivo é premiar iniciativas que, além de garantir a produção de alimentos, fibras e energia com baixo impacto ambiental, também dão lucro. O prêmio é patrocinado pela Ford Raça Forte e Sices Agro, com metodologia do Rabobank e Fundação Espaço ECO.

 

Seleção - Após o encerramento do período de inscrições, 25 fazendas serão selecionadas para participar da segunda fase deste. Ao final, uma nova avaliação vai definir 5 finalistas, que receberão visitas de nossos analistas. 

 

Comissão julgadora - As propriedades que apresentarem a melhor performance em sustentabilidade serão selecionadas por uma comissão julgadora que vai escolher 3 (três) fazendas. O grande vencedor será conhecido no mês de dezembro durante a cerimônia de premiação em São Paulo (SP).

 

Para participar - Acesse a página do Prêmio Fazenda Sustentável: www.fazendasustentável.com.br e participe. Você pode ser o próximo Campeão de Sustentabilidade. 

 

Dúvidas - Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail: fs@edglobo.com.br. (Globo Rural)

 

AGRICULTURA FAMILIAR: Comitê do Garantia-Safra aprova cotas e valores para a safra 2018/2019

 

agricultura familiar 27 07 2018O Comitê Gestor do Garantia-Safra aprovou os valores e cotas do benefício para a safra 2018/2019. Serão disponibilizadas 1,350 mil cotas e mantido o valor de R$ 850, no qual o agricultor contribui com R$ 17; o município com R$ 51; o estado com R$ 102; e a União com R$ 340.

 

Resolução - A resolução, com as cotas para cada estado, foi publicada nesta quinta-feira (26/07) no Diário Oficial da União. O Ceará é o estado com o maior número de cotas, seguido da Bahia.

 

Pronaf - O Garantia-Safra é uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que garante aos agricultores dos estados do Nordeste, além de Minas Gerais, um auxílio financeiro quando há perda de ao menos 50% da produção devido à seca. (Agência Brasil

 

INFRAESTRUTURA: Secretário propõe pacto entre os três Poderes para destravar o setor

 

infraestrutura 27 07 2018O secretário especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Adalberto Vasconcelos, defendeu nesta quinta-feira (26/07) que seja feito um pacto "entre os Três Poderes, incluindo o Tribunal de Contas da União, para destravar a infraestrutura". Vasconcelos foi um dos participantes do evento "E agora, Brasil?" promovido pelos jornais "O Globo" e Valor, que debateu o cenário atual de transporte e logística. O evento foi mediado pelos jornalistas Flávia Barbosa e Daniel Rittner, respectivamente de "O Globo" e do Valor.

 

Agências reguladoras - Único representante do governo no evento, o secretário foi instado a falar sobre o chamado "apagão das canetas" nas agências reguladoras. Diante do temor de serem processados na pessoa física, muitas vezes técnicos deixam de agir, criando paralisa em projetos importantes. "Não dá para negar que existe receio de os técnicos assinarem [...] Não podemos mais ter paralisação do Executivo", disse.

 

Órgão de Estado - Ainda de acordo com Vasconcelos, a agência reguladora é um órgão de Estado, não de governo. "A lei das agências reguladoras poderia evoluir muito mais."

 

Críticas - O PPI é por vezes alvo de críticas sobre a viabilidade do cumprimento dos prazos dos leilões. Sobretudo porque a análise prévia dos projetos pelo TCU quase sempre resulta em adiamento do cronograma inicial. 

 

Atraso - Vasconcelos, contudo, rechaçou a tese de que o PPI esteja atrasado e destacou como leilões bem-sucedidos os de ativos de óleo e gás e de terminais portuários. "Às vezes a gente tem de andar devagar para correr lá na frente", disse. Dos 191 projetos do PPI, 95 já foram transferidos à iniciativa privada, o equivalente a 49,6%.

 

Perda anual - Pelas contas de Vasconcelos, a logística teria uma perda anual equivalente a R$ 54,7 bilhões se os projetos do PPI e o Programa Avançar - de finalização de obras inacabadas - não fossem feitos.

 

Casa velha - Um dos debatedores, o coordenador do Núcleo de Logística da Fundação Dom Cabral, Paulo Resende, disse que a infraestrutura brasileira "é uma casa velha que está desmoronando". Citando nomenclatura que padroniza o estado das rodovias entre A e F - A sendo a rodovia excelente -, disse que o Brasil tem hoje 45,3% de trechos federais como D, E e F -, ou seja, ruins.

 

Projeção - "Quando fazemos a projeção dos projetos já assinados, em andamento e comprometidos, em 2025 teremos uma situação de infraestrutura pior que hoje, com 50% de estradas em D, E e F chegando a 57,5% em 2035", disse. Para Resende, o candidato à Presidência que falar que fará algo com dinheiro público "está mentindo ou quer ir para a cadeia".

 

Falência - "Como podemos prometer algum projeto novo se o Congresso acabou de decretar falência?". O questionamento foi uma referência à "pauta bomba" da casa que aumenta gastos, pressionando as contas do próximo governo.

 

Crítica - Ex-ministro dos Transportes, o presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), César Borges, criticou o papel que o TCU vem desempenhando. O órgão, disse, deveria apenas recomendar, mas atua como uma "agência reguladora de segunda instância, o que cria insegurança jurídica".

 

Suspensão - Borges criticou a suspensão de cobrança de pedágio dos eixos suspensos de caminhões nas rodovias sem a respectiva compensação para as concessionárias. A medida foi baixada pelo presidente Temer na barganha com caminhoneiros para suspender a greve de maio.

 

Urgente - Para o presidente da Arteris, empresa de concessões de rodovias, David Diaz, é urgente que o Brasil saia dos atuais 1,5% do PIB em investimento anual em infraestrutura para 6% do PIB. Segundo ele, o mundo tem dinheiro, mas os recursos são drenados para projetos "de qualidade e onde existe segurança jurídica".

 

Transporte marítimo - O representante do transporte marítimo listou medidas há tempos reivindicadas a sucessivos governos, mas que ainda não tiveram eco. Segundo o vice-presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação (Syndarma), Cléber Lucas, o combustível usado na navegação da cabotagem custa 20% a mais do que o da navegação de longo curso. A despeito disso, a navegação doméstica cresce a 10% ao ano e no primeiro semestre avançou 13% na base anual. 

 

Solução - "A frota brasileira de cabotagem cresce em média de dois a três navios por ano, o que equivale a investimentos de US$ 200 milhões a US$ 250 milhões por ano", disse. A cabotagem, disse, é a solução para grande parte dos problemas da logística brasileira, ao ajudar a equilibrar a matriz de transporte e torná-la mais racional. Além disso, é economicamente mais eficiente que outros modais. (Valor Econômico)

 

ENERGIA ELÉTRICA: ONS diz que bandeira tarifária vermelha continuará em agosto

 

energia eletrica 27 07 2018O diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luís Eduardo Barata, informou nesta quinta-feira (26/07) que a bandeira tarifária deverá continuar vermelha em agosto, uma vez que o país enfrenta adversidades climáticas em razão da falta de chuva, predominante agora em julho.

 

Custo adicional - A bandeira tarifária vermelha (patamar 2) tem o custo adicional na conta de luz de R$ 5 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. A repetição da bandeira do mês de junho deve-se à manutenção das condições hidrológicas desfavoráveis e à tendência de redução no nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN).

 

Tendência - “A bandeira vermelha deve continuar em agosto e a tendência é de que ela deva permanecer até o final do período seco. A situação hidrológica encontra-se em situação adversa de norte a sul do país e a chuva não cai”, explicou.

 

Desabastecimento - Eduardo Barata, no entanto, afastou o risco de desabastecimento de energia elétrica. “A energia estará mais cara, embora não haja risco de desabastecimento. Mas com certeza a um custo [da energia] bem maior. Isto significa que é importante que se reduza o consumo, o que também consequentemente acarretará na redução do custo para o consumidor final. Reduz o consumo, reduz o custo”, disse.

 

El Niño - O diretor geral disse que trabalha com a expectativa da chegada do fenômeno conhecido como El Niño, que vem trazendo chuvas para o Sul do país e deverá melhorar a situação hidrológica da região e, consequentemente, também melhorar a oferta de energia elétrica nos estados da região.

 

Cenário atual - “O que tem acontecido hoje é que como não vem chovendo nesse período, e as chuvas no Sul estão muito escassas, o Sudeste é que está tendo que fornecer energia para a região. Na medida em que começar a chover no Sul, a gente começa a gerar [energia] por lá. E aí o Sudeste é desonerado”.

 

Nordeste - Eduardo Barata disse que o que vem, em parte, contribuindo para o fornecimento de energia no país, é a Região Nordeste, uma vez que as usinas eólicas estão “bombando”. “E este é um fenômeno que deverá continuar pelos próximos dois meses, uma vez que esse período que vai até setembro é o ponto alto dos ventos nos estados do Nordeste. São as eólicas instaladas em grande quantidade na região, aliada às térmicas [usinas] que seguram o suprimento de energia nos estados da região e ainda permite a exportação do excedente pelo Sistema Interligado Nacional”. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA I: Equipe econômica aposta em alta de 1% no PIB do 3º tri

 

economia I 27 07 2018A recuperação de alguns indicadores de atividade econômica em junho não será suficiente para evitar que o crescimento no segundo trimestre fique próximo de zero. Porém, o chamado "carregamento estatístico" deve garantir que no terceiro trimestre o Produto Interno Bruto mostre expansão acima de 1% ante o trimestre anterior, feito o ajuste sazonal. Essa é a avaliação da equipe econômica, que acredita ainda que não há hipótese de o PIB crescer menos do que 1% neste ano. Na semana passada, o governo cortou a projeção de alta do PIB em 2018 de 2,5% para 1,6%.

 

Paralisação - Para os técnicos do governo, a paralisação dos caminhoneiros afetou fortemente a atividade em maio, mas foi algo pontual. Tanto que indicadores antecedentes como tráfego de veículos pesados nas rodovias pedagiadas, venda de papelão ondulado e produção de veículos mostraram recuperação forte em junho.

 

Comprovação - Para comprovar esse diagnóstico, os técnicos fizeram, a partir do comportamento dos indicadores do mês passado, cenários que mostram que o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), uma espécie de prévia do PIB, tende a cair entre 0,3% e 0,9% no segundo trimestre, ante o primeiro. Porém, o desempenho individual de junho influenciaria uma variação positiva estimada entre 1,1% e 2,4% no terceiro trimestre. Isso quer dizer que o mês deixaria um carregamento estatístico desta ordem e, se atividade se mantiver estável entre julho e setembro, ainda assim haveria um aumento.

 

Segundo trimestre - "O segundo trimestre terá crescimento próximo de zero. Mas o terceiro terá um número acima de 1%. Isso já garante um PIB acima do que foi apurado ano passado. Em 2018, a gente vai crescer acima de 1,3% só com essa volta do terceiro trimestre", afirmou um técnico do governo.

 

Otimista - A estimativa da equipe econômica para o período é um pouco mais otimista que a do mercado. A mediana das estimativas de analistas para o PIB do segundo e do terceiro trimestre é de crescimento de 1,2% e 1,6% sobre iguais períodos do ano passado, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central. Essas altas equivaleriam a cerca de 0,4% e 0,9%, na série com ajuste sazonal.

 

Evento importante - "A paralisação foi um evento muito importante. Afetou a atividade econômica, mas a volta foi muito rápida. As pessoas não estão reparando a importante volta que tivemos em junho e isso faz com que o terceiro trimestre parta de um nível bem mais alto", ressaltou o técnico do governo. "Estamos conversando com os analistas e poucos viram esse movimento", complementou.

 

Impacto - Recentemente, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Fabio Kanczuk, disse que a paralisação dos caminhoneiros afetou o crescimento da economia neste ano em 0,2 ponto percentual, e que o aperto nas condições financeiras retirou mais 0,7 ponto percentual do PIB. O secretário, contudo, reforçou que a economia viveu em junho uma recuperação em "V", após despencar em maio.

 

Início do ano - No início do ano, a equipe econômica projetava crescimento econômico de 3% para 2018. Mas a estimativa foi reduzida aos poucos, com a deterioração das condições financeiras provocada pelas incertezas no mercado internacional e internas. A projeção do governo para o crescimento foi reduzida, na semana passada, de 2,5% para 1,6% neste ano, e de 3,3% para 2,5% no caso de 2019.

 

Condições financeiras - A deterioração das condições financeiras (risco-país e taxa de câmbio), principalmente a partir de abril, além do cenário externo, ocorreu porque os investidores e analistas de mercado têm dúvidas sobre o comprometimento do próximo presidente com a aprovação de reformas, como a da Previdência.

 

Perda de confiança - Segundo o técnico, todas as incertezas eleitorais, junto com a greve dos caminhoneiros, provocaram forte perda de confiança e, se isso não for revertido, poderá afetar o crescimento no fim deste ano ou início de 2019. Isso porque a piora da confiança do consumidor e dos empresários tem efeito defasado na economia, de três a seis meses.

 

Mercado de trabalho - Sobre o desempenho do mercado de trabalho, que se enfraqueceu, os técnicos agora estão debruçados sobre os dados do Ministério do Trabalho. Em junho houve fechamento líquido de 661 vagas com carteira assinada. Foi o primeiro mês com saldo negativo em 2018, contrariando as estimativas do mercado de criação líquida de 46,6 mil vagas, segundo economistas ouvidos pelo Valor. "O número veio abaixo do que a gente esperava. Estamos analisando isso", disse fonte da área econômica. (Valor Econômico)

 

ECONOMIA II: Contas externas têm resultado positivo de US$ 435 milhões em junho

 

economia II 27 07 2018As contas externas brasileiras apresentaram resultado positivo pelo quarto mês consecutivo. Em junho, houve superávit em transações correntes, que são compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com outras nações.

 

Resultado positivo - O resultado ficou positivo em US$ 435 milhões, mas foi bem menor que o de junho de 2017: superávit de US$ 1,328 bilhão. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (26/07), em Brasília, pelo Banco Central (BC).

 

Primeiro semestre - No primeiro semestre, foi registrado déficit primário de US$ 3,586 bilhões, contra o superávit de US$ 584 milhões em igual período de 2017.

 

Componentes - Entre os componentes das transações correntes está a balança comercial (exportações e importações de mercadorias), que apresentou superávit de US$ 5,512 bilhões no mês passado e US$ 27,485 bilhões, no primeiro semestre.

 

Contas externas - Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, o resultado das contas externas foi impactado pelo crescimento das importações em ritmo maior que das exportações. Isso aconteceu porque, com o crescimento da economia no primeiro semestre, aumentou a demanda por produtos importados. No primeiro semestre, as importações cresceram 18,4%, enquanto as exportações apresentaram expansão de 5,5%. “O maior dinamismo das importações fez com que houvesse uma redução no superávit comercial”, disse Rocha.

 

Greve - Especificamente em junho, Rocha disse que os dados foram afetados pela greve dos caminhoneiros. Com a paralisação, as exportações diminuíram. Nas duas primeiras semanas de junho, a média diária de exportações ficou em US$ 800 milhões. A partir de 11 de junho, houve recuperação, com a média diária em US$ 1,027 bilhão.

 

Renda primária - A conta renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) ficou negativa em US$ 2,136 bilhões de déficit no mês, e US$ 15,568 bilhões de janeiro a junho.

 

Renda secundária - A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 178 milhões no mês e US$ 1,239 bilhão no primeiro semestre.

 

Serviços - A conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) anotou saldo negativo de US$ 3,119 bilhões em junho, e de US$ 16,742 bilhões nos seis meses do ano.

 

Viagens internacionais - Os gastos de brasileiros em viagem ao exterior chegaram a US$ 1,487 bilhão em junho, total menor do que de junho de 2017: US$ 1,510 bilhão.

 

Acumulado - No resultado acumulado, mesmo com dólar mais caro, os gastos ainda são maiores neste ano do que em 2017. De janeiro a junho deste ano, os gastos de brasileiros no exterior ficaram em US$ 9,573 bilhões, contra US$ 8,805 bilhões do mesmo período no ano passado. Apesar desse crescimento, Rocha avaliou que o ritmo de expansão está menor. “Há uma correlação muito forte e rápida em função da taxa de câmbio” disse.

 

Receitas - Já as receitas de estrangeiros no Brasil chegaram a US$ 379 milhões em junho, e em US$ 3,240 bilhões nos seis meses de 2018. Em junho, a conta de viagens internacionais, formada pelos gastos de brasileiros e as receitas de estrangeiros, ficou negativa em US$ 1,109 bilhão e acumulou US$ 6,333 bilhões nos seis meses do ano.

 

Investimentos estrangeiros - Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o investimento direto no país (IDP), porque recursos são aplicados no setor produtivo.

 

Soma - Em junho, esses investimentos chegaram a US$ 6,533 bilhões e nos seis meses do ano ficaram em US$ 29,878 bilhões. Esse resultado do primeiro semestre é mais que suficiente para cobrir o déficit em transações correntes no período.

 

Redução - Apesar disso, houve redução desses investimentos em relação ao ano passado, que, no primeiro semestre de 2017, chegaram a US$ 36,221 bilhões. “Os investimentos diretos, não obstante tenham se reduzido, continuam num montante acumulado bastante robusto e mais que suficiente para financiar integralmente o déficit em transações correntes”, disse Rocha.

 

Acima de R$ US$ 1 bi - Ele afirmou ainda que este ano houve redução de investimento direto com valores acima de US$ 1 bilhão. Neste ano, a primeira operação nessa faixa de valor ocorreu em junho, no total de US$ 1,038, enquanto que no primeiro semestre de 2017 esses investimentos já totalizam US$ 7,986 bilhões.

 

Expansão - “Em geral, as operações de valor menor são para expansão de investimento em empresas já estabelecidas no país. As operações maiores tendem a se referir a aquisições ou resultados de leilões de concessão de petróleo e outros”, disse. Rocha acrescentou que neste ano houve “desaceleração de leilões”. (Agência Brasil)

 

OPINIÃO: Orgulho de ser agricultor!

opiniao gallassini 27 07 2018*José Aroldo Gallassini

O dia 28 de julho marca o Dia do Agricultor e com orgulho somos agricultores, produzimos alimentos e ajudamos a nossa região, o nosso estado e o nosso país a crescer.

O agricultor merece esta homenagem, porque o homem que trabalha e cultiva tem uma história muito bonita para contar, principalmente ao longo das últimas décadas.

Nesses anos todos percebemos uma evolução muito grande na agricultura. De uma agricultura manual na região de Campo Mourão no final da década de 60 onde tínhamos cinco tratores passamos por todo um processo de modernização e chegamos a altas produtividades, com uso de tecnologias modernas, práticas de administração e gestão profissional, que mudou o perfil e o conceito do agricultor, para empreendedor rural e um empresário do agronegócio.

Na década de 1970, por exemplo, a produção agrícola na soja era de 70 sacas por alqueire. Com uma assistência técnica eficiente, excelente trabalho de pesquisa e adesão as novas tecnologias, a produtividade saltou para mais de 150 sacas, e muitos produtores estão colhendo talhões com 200 sacas por alqueire. No milho, o avanço foi de uma média de 150 sacas por alqueire para mais de 450 e chegando em muitos casos até 600 sacas. Estes números são motivos de orgulho para todos os agricultores, técnicos e pesquisadores.

Por isso, temos muito a comemorar nesse Dia do Agricultor. Parabenizamos os agricultores associados da Coamo e também, os agricultores de todo o Brasil. Fazemos parte de uma classe que tem dado resposta positiva ao Brasil, principalmente em momentos de crises, haja vista que o agronegócio tem sua importância no cenário econômico, tendo registrado participação em 2017 com 23% do PIB brasileiro.

Ser agricultor no mundo atual é muito importante, observamos uma evolução e preocupação constante na busca de novas tecnologias e na produção de alimentos com origem e sustentabilidade.

O agricultor é um empreendedor rural e conta com o apoio dos familiares e de uma nova geração de filhos agricultores – muitos deles estão se formando e voltando para dar continuidade as atividades da família em um processo de sucessão planejado- Juntos, estão fazendo a sua parte com muita competência e superando muitos desafios, e a diferença para uma agricultura cada vez mais produtiva e competitiva.

Parabéns agricultores!

*José Aroldo Gallassini, engenheiro agrônomo, idealizador e presidente da Coamo Agroindustrial Cooperativa e Credicoamo Crédito Rural Cooperativa.

 


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