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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4376 | 23 de Julho de 2018

INTERCOOPERAÇÃO: União de cooperativas dos Campos Gerais é destaque na Revista Dinheiro Rural

 

intercooperacao 23 07 2018As paranaenses Castrolanda, Frísia e Capal investiram quase R$ 700 milhões em um projeto para industrializar leite, processar suínos e moer trigo. Conheça o modelo inédito de Intercooperação, que reúne 4,5 mil produtores e que fatura R$ 1,8 bilhão por ano.

 

Carambeí - Em meados de junho deste ano, os termômetros registravam 7°C em Carambeí, município paranaense de 23 mil habitantes. O clima frio combinava bem com casas em estilo enxaimel, com seus telhados pontiagudos, moinhos e flores nas janelas.

 

Cultura holandesa - A paisagem de um Brasil carregado de cultura holandesa está por todos os lugares, inclusive no orgulho de seus habitantes. A cidade, que existe desde 2011, depois de se emancipar de Castro, nasceu no início do século 20, quando imigrantes vindos dos Países Baixos receberam da Brasil Railway Company lotes de terras onde havia uma casa, uma canga de bois e três vacas leiteiras

 

Museu - Orgulhosos de sua história, os herdeiros desses colonos construíram o maior museu histórico a céu aberto do País. Quem quiser conferir é só pegar a avenida dos Pioneiros e trilhar quatro quilômetros, entre o centro da cidade e o parque de dez hectares. A paisagem já compensa o percurso. Mas não ficaram somente nisso. 

 

História inédita - No mês passado, a Dinheiro Rural também escolheu a região de Carambeí para contar uma história inédita no agronegócio. E se encontrou com líderes, empresários, consultores e produtores locais e dos municípios de Castro, a 23 quilômetros, e de Arapoti, a 110 quilômetros. Juntos, eles estão mostrando por que motivo o cooperativismo paranaense é uma referência nacional. 

 

Investimento - Com um investimento de R$ 672 milhões e um negócio com um faturamento anual de R$ 1,8 bilhão, as cooperativas Frísia, com sede em Carambeí; a Castrolanda, com sede em Castro, e a Capal, de Arapoti, estão construindo um modelo de intercooperação jamais visto no País. “A cultura do compartilhamento vai ser cada vez mais exercitada em todos os setores da economia”, diz Renato Greidanus, 58 anos, presidente da Frísia. 

 

Enxergar diferente - “Se você pensa no curto prazo, pensa no seu próprio umbigo. Mas se pensa no futuro, passa a enxergar uma coisa diferente”, afirma Frans Borg, 67 anos, presidente da Castrolanda. “Nós queremos escrever uma história e não apenas fazer parte dela. E fazemos isso tentando inovar”, diz Erik Bosch, 57, da Capal. 

 

União - As três cooperativas se uniram para construir um projeto para industrializar leite, processar suínos e moer trigo. Juntas, criaram uma supercooperativa. Elas são responsáveis por uma operação anual conjunta de 643 milhões de litros de leite, 92,6 mil toneladas de carne suína e 120,7 mil toneladas de trigo. A produção de 4,5 mil cooperados abastece três laticínios (dois da Castrolanda e um da Frísia), um frigorífico da Castrolanda e um moinho da Frísia, compartilhados pelo grupo. 

 

Segurança - “A Capal, por exemplo, não é dona de nenhuma indústria, laticínio ou frigorífico”, diz Bosch. “No entanto, hoje conseguimos trabalhar com total segurança, nos sentindo donos do negócio.” O projeto em andamento não se trata de um movimento para construir uma quarta cooperativa formada pelas três, mas da integração de estruturas e de investimentos para a criação de um novo negócio. 

 

Dedicação - Na intercooperação, parte dos 4,9 mil funcionários que trabalham nas fábricas, escritórios de administração dessas cooperativas, além da equipe de agrônomos, veterinários e zootecnistas para o atendimento aos produtores, se dedicam às tarefas da intercooperação. Isso permite um ajuste fino nas contas de cada cooperativa, principalmente em impostos e custos de operações. Pelo projeto, elas gerenciam cinco marcas que disputam a preferência do consumidor com gigantes como a BRF e JBS. Para os produtos lácteos, como leite, iogurte, manteiga e creme de leite, elas contam com as marcas Naturalle, Colônia Holandesa e Colaso. A marca Alegra, para suínos, vende carne in natura e processados.

 

Farinha - Para farinha de trigo foi criada a marca Herança Holandesa. Por ano são vendidos 660 milhões de toneladas de produtos. “A estratégia é ter sempre produtos Premium no mercado”, diz Borg. “Não fizemos esse negócio para ficar na vala comum.” Em essência, a decisão do trio é a prática em mais alta escala do sexto princípio do cooperativismo: a intercooperação, definida pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI), com sede em Bruxelas, na Bélgica. A ACI prega que o sistema se fortalece a partir do trabalho conjunto das cooperativas.

 

Paraná - No Paraná, existem 12 modelos de intercooperação, de acordo com o engenheiro agrônomo José Roberto Ricken, presidente da Organização das Cooperativas do Estado (Ocepar) e um dos diretores da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Cada projeto tem as suas especificidades. Como somar forças para a tomada de crédito agrícola, o transporte e o armazenamento de grãos, e até mesmo a gestão de terminais portuários.

 

Integração horizontal - “Na prática, a Frísia, a Castrolanda e a Capal fizeram uma integração horizontal”, diz Ricken. “Não conheço modelo algum parecido com o delas.” Essa união somente foi possível pelo tamanho das cooperativas que atuam separadamente na produção de grãos, como soja, milho e trigo, e na criação de bovinos e de suínos. Elas estão entre as 25 maiores do País, em faturamento anual. A Castrolanda, com 876 cooperados, faturou R$ 2,9 bilhões em 2017.

 

Receita - Na Frísia, com 836 cooperados, a receita foi de R$ 2,4 bilhões. E na Capal, com 2,8 mil cooperados, ficou em R$ 1,2 bilhão. Caso decidissem se juntar, essa hipotética cooperativa seria a quinta maior do País, atrás apenas da paulista Copersucar, da paranaense Coamo, da catarinense Aurora e da também paranaense C. Vale. Para criar uma identidade, o projeto de intercooperação ganhou um nome: Unium, junção das palavras união e um, representado por uma tulipa, flor solitária de seis pétalas que é o símbolo da Holanda.

 

Origem - Mas a história que trouxe o trio até aqui começou bem antes. No início dos anos 2000, a falência da italiana de produtos lácteos Parmalat, com um rombo global de cerca de € 14 bilhões, levou ao fim a Batávia, em 2005. A Batávia era uma parceria da Parmalat com as três cooperativas para industrializar a produção de leite dos produtores. Foi um desastre na época, para desmontar um sistema que ia da produção ao consumidor. Com isso, as cooperativas voltaram ao velho esquema da venda spot, ou seja, para o laticínio que pagasse mais. “Cada um foi para o seu lado, fazendo o que já sabia: produzir”, diz Borg. Mais tarde, a Castrolanda, em 2007, e a Frísia, em 2011, inauguravam seus próprios laticínios.

 

Longe do desejado - Mas isso não era o que as cooperativas almejavam. Outro ponto negativo era que beneficiamento individual de leite também colocava em xeque um programa que existia na região há muito tempo, chamado Pool de Leite.

 

Abrangência - Ele nasceu antes da parceria com a Batavo, nos anos 1950, para referenciar os preços de venda nos Campos Gerais, região das qual fazem parte 16 municípios, entre eles Carambeí, Castro e Arapoti. E vem até os dias atuais.

 

Produção - Naquela época, a produção da região era de 220 milhões de litros de leite, por ano. Hoje, são 550 milhões. “Nos anos seguintes, essa integração permitiu a formação de um mercado sadio para o produtor”, diz Greidanus.

 

Acaso - Não por acaso, o leite produzido na região ainda é um dos mais valorizados do País. Enquanto a média nacional é de R$ 1,37 por litro, segundo o Centro de Estudos Avançados e R$ 1,60 por litro. “Mas sozinhos, cedo ou tarde, passaríamos a competir por matéria-prima e isso poderia acabar com o pool de leite”, diz Greidanus. 

 

Industrialização - “Não podíamos deixar morrer um modelo que trouxe tantos benefícios à região, mas faltava a nós a cultura da industrialização.” A ideia de cada um por si não tinha como vingar. As conversas rumo a uma nova união não demoraram muito para chegar a um consenso.

 

Pulo - Entre a inauguração do laticínio da Frísia e a decisão de criar a intercooperação foi um pulo. E começou justamente com o leite, no mesmo ano, 2011. Os arranjos de coleta nas fazendas, a industrialização e a oferta de produtos lácteos no mercado passaram a ser feitos em conjunto. 

 

Agenda - Em 2013, com a chegada da Capal ao grupo, os suínos entraram na agenda. Elas investiram R$ 250 milhões para inaugurar um frigorífico em 2015. No ano passado, a receita foi de R$ 512,4 milhões, valor 38% acima do ano anterior. Hoje, além da marca própria Alegra Foods, a unidade fornece carnes industrializadas e in natura para redes de food service, como McDonald’s, Applebee’s, Outback e Madero. Também exporta para 27 países, entre eles Dubai, Hong Kong, Cingapura, Argentina e Armênia. Do total de 92,6 mil toneladas de suínos processados, 26 mil toneladas foram exportadas. Já o moinho de trigo foi construído em 2014, com investimento da ordem de R$ 62 milhões e capacidade de moer até 140 mil toneladas por ano. (Revista Dinheiro Rural / Informativo Capal)

 

MÍDIA: Rádio CBN repercute participação das cooperativas do PR no ranking da Forbes Brasil

midia II 23 07 2018A rádio CBN Curitiba repercutiu a presença de 11 cooperativas paranaenses entre as 50 melhores empresas brasileiras do agronegócio listadas pela revista Forbes Brasil. A repórter Francielly Azevedo conversou com o gerente de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Flávio Turra, sobre o assunto. Na entrevista, ele destaca que os números do setor.

Clique aqui para conferir na íntegra a reportagem da CBN Curitiba sobre o assunto

 

 

 

PRIMATO: Cooperativa completa 21 anos e segue em evolução

 

No dia 15 de julho, a Primato Cooperativa Agroindustrial completou 21 anos de atuação e esse importante momento dessa história que, apesar de recente e cheia de desafios, tem muitas conquistas importantes aos cooperados e colaboradores, mas também para Toledo e as cidades onde atua e vem fazendo a diferença. Neste dia houve uma missa em homenagem ao aniversário da cooperativa na Paróquia Menino Deus, no Jardim Porto Alegre, em Toledo (PR).

 

Cooperativa - As conquistas da Primato nesses 21 anos são significativas e feitas através de um planejamento estratégico que visa curto, médio e longo prazo. “A Primato trabalha em cima de planejamento estratégico que tem objetivos que podemos alcançar em um período mais curto, pode ser aplicado e ter resultados mais rapidamente. Por sua vez algumas ações demanda a elaboração de projetos, envolvem vários setores e profissionais, logo, tem prazos maiores e podem sofrer alterações no processo porque existem interferências externas que não estão ao nosso controle, como por exemplo a questão econômica, política, cambial entre outras”, enalteceu o presidente da cooperativa Ilmo Werle Welter.

 

Destaques - Em 2018, entre os principais destaques estão as participações na Expobel (Francisco Beltrão) e a Expo Umuarama, onde os resultados de vendas foram significativos, sendo essa última decisiva e consequentemente na inauguração da unidade agropecuária e agrícola de Umuarama (maio), um anseio de produtores e cooperados da região noroeste do Paraná.

 

Recorde - O recorde de produção da linha de rações Prima Raça nas unidades de Toledo e Verê, que vem atuando em alta produtividade devido ao excelente resultados apresentados aos cooperados e produtores que utilizam. “Além desses conquistas importantes para Primato, o desempenho da parte agrícola no recebimento de grãos, aumento dos corpo de agrônomos na assistência técnica, o fortalecimento de parcerias com empresas nacionais e multinacionais de insumos, defensivos, adubos e sementes, além da Primato Máquinas e implementos agrícolas, enfatizado com nosso Dia de Negócios que enalteceu essa nova fase da cooperativa, que hoje fecha o ciclo com nossos cooperados, são destaques deste primeiro semestre onde completamos 21 anos”, enfatizou o diretor executivo Anderson Sabadin.

 

Supermercado - “Ainda temos a inauguração de mais um supermercado no Jardim Panorama em Toledo, atendendo as demandas daquela região e que faz com que, além de uma nova forma de atender os clientes, está em todas as partes de nosso município e esperamos abrir mais lojas em outras cidades onde atuamos, tudo, seguindo nosso planejamento estratégico com os valores e a missão da Primato como balizador”, concluiu. 

 

Primato - Atualmente a Primato Cooperativa Agroindustrial atua com as unidades industriais de nutrição animal, em Toledo (14 mil toneladas mês) e Verê (7 mil toneladas mês), e que produzem a linha de rações Prima Raça, presentes no Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. Unidades agropecuárias e agrícolas em Toledo, Cascavel, Catanduvas, Guaraniaçu, Laranjeiras do Sul, Nova Santa Rosa, Vera Cruz do Oeste e Umuarama, Dois Vizinhos e Francisco Beltrão, todas com a Primato Agrícola e assistência técnica à disposição.

 

Unidades - Com a inauguração da loja no Jardim Panorama, programado para o dia 26 de julho, são sete unidades de supermercados, sendo seis em Toledo e uma Vera Cruz do Oeste. Duas Farmácias humanas, dois restaurantes, além de uma família de alimentos de marca própria, comercializados nos supermercados da rede. 

 

Mais - Para conhecer e saber mais sobre a Primato e seus 21 anos de atuação visite nosso site www.primato.com.br e tenha acesso a informações, produtos, serviços e canais digitais. (Imprensa Primato)

 

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FRÍSIA: Lactour reúne cerca de 60 pessoas em Carambeí

 

A Frísia Cooperativa Agroindustrial foi parceira do Lactour, um ciclo de palestras itinerante, promovido pela Tortuga/DSM. A iniciativa procura levar aos produtores maior conhecimento para garantir melhor qualidade e produtividade na pecuária leiteira. O Lactour esteve em Carambeí, na região dos Campos Gerais, na última quarta-feira (18/07) e reuniu, no Parque de Exposições da Frísia, cerca de 60 pessoas, entre produtores e técnicos. Junto com Castro e Arapoti, a região de Carambeí compõe uma das principais bacias leiteiras do País. Segundo dados da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, divulgados em 2017, a produção de leite movimenta cerca de R$ 6 bilhões por ano no Estado.

 

Agregação de conhecimento - O apoio à Lactour é mais uma ação da Frísia Cooperativa Agroindustrial voltada para os seus cooperados. De acordo com Michael Warkentin, zootecnista da cooperativa, esses eventos técnicos trazem novos conceitos, novas tecnologias e maneiras diferentes de abordar os temas que envolvem a produção agropecuária. “A Frísia sempre busca ter essas parcerias do ramo que possam agregar em conhecimento e tecnologia através de seus produtos”, diz. Diego Dijkstra, cooperado, ressalta a importância de ações que proporcionam mais conhecimento. “Isso mostra a proximidade que há entre a cooperativa e o cooperado. Temos que nos atualizar sempre. É importante o produtor acompanhar essas ações, sempre com palestras válidas”.

 

Produtividade - Para Carambeí, o Lactour trouxe a palestra do professor Elias Jorge Facury. Médico veterinário com doutorado em Ciência Animal pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Facury falou sobre o período de transição e como cuidados importantes nesta fase – alimentação, manejo, condições de alojamento, entre outros – podem evitar doenças e, com isso, aumentar a produtividade da vaca leiteira.

 

Enfermidades multifocais - Segundo o professor, as enfermidades pelas quais passam os animais são multifocais, isto é, não ocorrem ao acaso, ou seja, não existe uma causa única para doenças. “São pequenas coisas que, juntas, causam o problema maior”, explica Facury. De acordo com ele, de 70% a 80% das doenças nas vacas leiteiras ocorrem no período de transição. Esse é um período importante para a saúde, a produção e a rentabilidade do animal. Na transição, a vaca passa por drásticas alterações metabólicas e fisiológicas e tem maior demanda por nutrientes.

 

Acompanhamento - Acompanhar e monitorar atentamente essa fase é importante, salienta o professor. Segundo ele, se uma vaca não é alimentada de forma adequada ou o manejo não é feito de maneira correta, isso trará consequências negativas, podendo levá-la a desenvolver problemas de saúde como hipocalcemia, cetose, metrite, retenção de placenta e deslocamento de abomaso. Tomando as medidas corretas de alimentação e manejo, o produtor evitará a incidência de doenças, tendo vacas eficientes com adaptação metabólica para lactação, baixa incidência de doenças e taxa de descarte involuntário e performances produtiva e reprodutiva eficazes. “São pequenas coisas com soluções relativamente simples e baratas que trarão bons resultados. É importante ter uma assistência técnica, ou seja, uma visão de fora que fará uma leitura e ajudará a resolver o problema”.

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

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COCARI: 15º Jovemcoop é realizado em Mandaguari

A Cocari realizou, no sábado (21/07), o 15º Jovemcoop – Encontro de Jovens Cooperativistas, na Associação Atlética Cocari, em Mandaguari, com o objetivo de valorizar e incentivar os jovens da cooperativa, criando momentos de integração e troca de informações. O evento reforça a importância do público jovem no contexto da promoção e do desenvolvimento dos empreendimentos cooperativistas.

Protagonismo – Os jovens foram recepcionados pelo Grupo Sou Arte, que animou a juventude da cooperativa ao longo do evento. Os participantes foram instigados a refletir sobre a importância de serem protagonistas da própria história, escrevendo-a com responsabilidade, pautada em sucesso, superação e muitas emoções, além da consciência de que fazem parte do movimento com a maior economia do Brasil – o agronegócio, com comprometimento e cooperação.

Futuro da Cocari – Reunir os jovens é a maneira encontrada para mostrar que a cooperativa olha a Cocari de hoje, de amanhã e a Cocari do futuro. “A oportunidade surge o tempo inteiro. É preciso se preparar para construir a própria história”, destacou Vilmar Sebold. O presidente alertou para a proximidade das eleições, chamando a atenção dos jovens sobre a responsabilidade de cada um para com o futuro do Brasil, orientando para que ampliem o olhar sobre todos os cargos eletivos e não apenas sobre a Presidência da República.

Informação e diversão – Realizado com apoio do Sescoop/PR, o Jovemcoop Cocari teve na programação a palestra motivacional com o mágico Marco Zanqueta, que em meio a truques e ilusionismo falou da importância de encarar os desafios como oportunidades, e não como problemas. “Quanto maior o desafio, maior é a oportunidade”, enfatizou. Os jovens também puderam participar de atividades como: cabo de guerra, tiro ao alvo, videogame de realidade virtual, concurso de dança, além de cabine fotográfica e espaços para cuidar dos cabelos e fazer maquiagem.

Presenças – Estiveram presentes representantes da ala jovem das 14 regionais da Cocari no Paraná, sendo: Aquidaban, Borrazópolis, Cambira, Cruzmaltina, Itambé, Kaloré, Lunardelli, Mandaguari, Marialva, Marilândia do Sul, Ortigueira, Placa Luar, Rio Branco do Ivaí e São Pedro do Ivaí. (Imprensa Cocari)

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COAMO: Mais de mil cooperados participam do 12º Encontro de Inverno na Fazenda Experimental

Com alternativas rentáveis, o inverno pode se tornar lucrativo para o homem do campo. São inúmeras as novidades tecnológicas para passar por esta estação com dinheiro no bolso ou, pelo menos, preparado para um verão mais promissor. Com essa premissa, a Coamo realiza todo ano o Encontro de Inverno da Fazenda Experimental. Neste ano, nos dias 18 e 19 de julho, a 12ª edição trouxe sete estações de pesquisa para centenas de cooperados de toda a área de ação da Coamo no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

Oportunidade ímpar- É uma oportunidade ímpar, em que os associados conhecem o que há de mais moderno para as culturas de inverno e tem contato com os principais institutos de pesquisa do país. “Temos aqui diversas pesquisas desenvolvidas na Fazenda Experimental e com resultados excelentes. Esse evento é para apresentar os melhores ensaios e preparar os cooperados para produzir mais, gerando renda e qualidade de vida no campo”, afirma o chefe da Fazenda Experimental da Coamo, Lucas Simas.

Objetivo cumprido - O gerente de Assistência Técnica da Coamo, Marcelo Sumiya, explica que o objetivo da 12ª edição do Encontro de Inverno foi cumprido. “Em cada edição percebemos o entusiasmo e participação dos associados nas estações. Eles questionam e têm uma boa interação com nossos técnicos e pesquisadores. O que foi apresentado nesta edição será efetivamente aplicado nas propriedades e, percebemos isso pelo interesse que os associados demonstraram nesse encontro, assim como nos demais”, comenta.

Alternativas - Segundo o superintendente Técnico da Coamo, Aquiles de Oliveira Dias, o encontro realizado no inverno tem o objetivo de mostrar aos cooperados alternativas para desenvolver a atividade na propriedade durante o período. “O inverno é uma estação com mais riscos climáticos, dificultando as opções de se obter uma atividade econômica. Por isso, o Encontro na Fazenda Experimental é uma grande oportunidade que os nossos cooperados têm, de conhecer alternativas viáveis para manter o campo lucrativo o ano todo.”

Atualização - Para o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, o cooperado precisa se manter atualizado para sair na frente no campo da produção. “O Encontro de Inverno é tão importante quanto o de verão. Sempre sugerimos que o cooperado não deixe a terra descoberta no inverno, pois ele só tem a ganhar. É uma lavoura de risco, mas se ele tiver bons resultados lucrará e, se não der ele ganha na rotação de culturas. A propriedade rural precisa ser encarada como um sistema único, onde as safras se completam.”

Participação - O Encontro de Inverno está na 12ª edição. Em dois dias, participaram mais de mil cooperados. Os experimentos envolvem técnicos da Coamo e pesquisadores de instituições públicas e privadas de pesquisas.

Temas - No Encontro deste ano foram apresentados os seguintes temas: Resposta da adubação em pastagens de inverno; Planejamento forrageiro e utilização de silagem; Manejo de azevém resistente a herbicidas; Cultivares de trigo; Plantabilidade: fatores que interferem na qualidade do plantio; Como armazenar e conservar concentrado na propriedade; Manejo de mofo branco em soja. (Imprensa Coamo)

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COPAGRIL I: Cuidados podem evitar perdas de produtividade na colheita

 

Com o início da última etapa do processo produtivo do milho safrinha se iniciando, alguns cuidados para a adoção de técnicas para diminuição de perdas na hora da colheita são de total importância.

 

Regulagem e velocidade - Segundo o engenheiro agrônomo da Copagril, Diego Augusto Storch, da Unidade Rondon, a regulagem da máquina e a velocidade da operação são os fatores que mais impactam em perdas durante a colheita. “Por isso, é importante adequar a velocidade da colheita com a capacidade de processamento da máquina, pois velocidade acima da ideal acarreta em perda com milho ainda no sabugo e também grãos de milho soltos em meio à palhada, que não são separados durante o processo”, explica.

 

Manejo - Além disso, o manejo da cultura durante o ciclo, como aplicação de herbicidas, inseticidas e fungicidas, favorece o estabelecimento e o desenvolvimento das plantas, aumentando o rendimento e diminuindo perdas durante a colheita. Outro fator importante a ser respeitado é a umidade do grão na hora da colheita, que deve ficar entre 18 e 20%. 

 

Amostragem - No início da operação da colheita, é de vital importância fazer uma amostragem na área colhida e contabilizar as perdas. O limite tolerável de perda após a amostragem é de no máximo de 1,5 saca por hectare. Valores superiores a este são considerados prejuízos.

 

Planejamento - O associado da Copagril, Eno Pedde, da Linha Esquina Guaíra, Marechal Cândido Rondon, deu início à colheita em suas lavouras nesta semana. “É muito importante o planejamento antecipado, associado à tecnologia durante o processo produtivo, pois todas as etapas do cultivo devem ser feitas com perfeição, evitando transtornos e perdas desde o plantio até a colheita”, declara o produtor, que tem grande preocupação com esse quesito e busca cada vez mais adotar recursos e medidas para conter as perdas. (Imprensa Copagril)

 

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COPAGRIL II: Dia de Campo do Milho Safrinha é realizado em Itaquiraí

 

A Cooperativa Agroindustrial Copagril realizou no sábado (21/07) o Dia de Campo do Milho Safrinha no município de Itaquiraí (MS), tendo por local a fazenda São Francisco do Ouro Verde, da família Petrykoski.

 

Empresas parceiras - O evento contou com sete empresas parceiras, que apresentam aos produtores rurais visitantes 30 híbridos de milho, além das empresas parceiras de defensivos agrícolas, seguro rural e máquinas agrícolas.

 

Implantação - Conforme o técnico da Copagril, Uesley Raimundo Onofre de Oliveira, o campo foi implantado no dia 03 de março, sendo aplicado no local o manejo padrão da fazenda.

 

Aproximação - Segundo o gerente da unidade Copagril de Itaquiraí, Ivan Luiz Pappen, o principal objetivo do dia de campo é aproximar os cooperados e clientes da cooperativa das atuais tecnologias presentes no mercado. “Um dos fatores que favorece essa proximidade é que o campo está instalado na região de atuação dos produtores da área de ação da Copagril no Mato grosso do Sul. Sendo assim, pode-se observar os híbridos que mais se adaptam para suas propriedades que circundam o campo”, salienta. (Imprensa Copagril)

 

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INTEGRADA: Presente na Expo Imin, evento que celebrou os 110 anos da imigração japonesa

integrada 23 07 2018A Cooperativa Integrada participou na semana passada, em Maringá (PR), da Expo Imin, evento que celebrou os 110 anos da imigração japonesa no Brasil. O acontecimento contou com a presença da princesa Mako, representante da família real japonesa. A Integrada também marcou presença com um estande montado para receber os associados da região.

Diversidade - O diretor-presidente, Jorge Hashimoto, esteve presente no evento e disse que a Integrada tem uma diversidade de povos que formou a cooperativa, dentre elas a comunidade nipo-brasileira, que é bastante representativa.

Homenagem - “Estamos aqui participando para comemorar e homenagear esse povo que chegou há 110 anos para o Brasil que sofreu, lutou e trabalhou bastante e que hoje está totalmente integrado ao povo brasileiro contribuindo para o desenvolvimento do Brasil”, afirma o diretor-presidente.

Gratidão - Hashimoto observa que a colônia japonesa é bastante grata ao Brasil pelo acolhimento no período em que o Japão passava por uma dificuldade muito grande e que, até hoje, essa gratidão e amizade dos dois povos continuam. “Esses eventos são importantes para, cada vez mais, manter esse relacionamento e a união”.

Formação da cooperativa- Hashimoto salienta que, pela formação da cooperativa, cuja maioria era da colônia nipo-brasileira, falam que a Integrada tem uma cultura bem parecida com a japonesa. “Hoje, cooperados nipo-brasileiros representam menos de 20% de todos os cooperados, mesmo assim é uma força bastante representativa”.

Vínculo - O gerente da regional Maringá, Gustavo Bompani, acrescenta que a Integrada tem um vínculo muito importante com a colônia japonesa em Maringá, ao qual possui uma grande colônia. “O fato de sermos a única cooperativa na Imin 110 nos aproxima ainda mais da colônia. Quem não liga a cultura japonesa a honestidade, trabalho, confiança e credibilidade”, afirma Bompani. (Imprensa Integrada)

 

SICREDI: Sistema cooperativo conquista 2º lugar no ranking 'Finanças Mais 2018'

 

sicredi 23 07 2018Pela segunda vez consecutiva, o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,8 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e Distrito Federal –, por meio de seu Banco Cooperativo Sicredi, foi ranqueado pelo anuário “Estadão Finanças Mais Broadcast+”, na categoria “Bancos – Financiamento”. Entre os indicadores destacados pelo ranking, estão o total de ativos que, no caso do Banco Cooperativo Sicredi, em dezembro de 2017, chegou a R$ 41,2 bilhões; patrimônio líquido, que atingiu R$ 1,2 bilhão no período; e total de crédito, de R$ 19,7 bilhões. Também são apontados na lista classificatória os indicadores de receita de serviços, receita de crédito, liderança de mercado, liquidez imediata, custo operacional, capitalização e geração de rendas, entre outros.

 

Ranking- Em parceria com a agência classificadora de risco de crédito Austin Rating, o ranking “Estadão Finanças Mais Broadcast+” é publicado pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e apresenta uma radiografia das instituições líderes do setor financeiro no País, com base na análise das demonstrações contábeis publicadas em seus respectivos balanços em 2017. A entrega do prêmio ao Sicredi, assim como demais vencedores nas demais categorias da premiação, aconteceu em cerimônia realizada na capital paulista, em 17 de julho. No dia do evento, Cidmar Stoffel, diretor executivo de Produtos e Negócios do Banco Cooperativo Sicredi, representou a instituição financeira cooperativa. 

 

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI UNIÃO: Cooperativa chega a Primeiro de Maio

 

sicredi uniao 23 07 2018A instituição financeira cooperativa Sicredi União PR/SP inaugura agência na cidade de Primeiro de Maio, localizada a cerca de 70 quilômetros de Londrina, no próximo dia 3 de agosto, com início das operações dia 6 de agosto.

 

Expansão - Com a inauguração, a Sicredi União expande sua atuação para dez cidades da região Norte do Paraná, totalizando 17 agências. “Faltarão apenas sete cidades para cobrirmos todo o Norte do Estado, meta que pretendemos atingir até 2020”, informa o gerente Regional de Desenvolvimento, David Conchon. A agência de Primeiro de Maio será a 80ª da Sicredi União, que atende as regiões Norte e Noroeste do Paraná e Centro Leste Paulista.

 

Rural e urbano - Segundo Conchon, a Sicredi União avaliou a região, que tem economia fortemente ligada ao meio rural, além de um comércio bem organizado, e  já tem também a cultura do cooperativismo por meio das cooperativas agrícolas. “É uma região com cerca de 300 agricultores cadastrados no Mapa. Isso vem ao encontro de nosso perfil de uma instituição que atende ao agro e também ao urbano”, comenta o gerente.

 

Potencial - Primeiro de Maio, com pouco mais de 11 mil habitantes e pertencente à região metropolitana de Londrina, é conhecida ainda pelo seu potencial turístico por ser rodeada pelas águas da Represa da Usina Hidrelétrica de Capivara. Entre os pontos turísticos, há o espaço Paranatur e a Ilha do Sol, localizada no Rio Paranapanema.

 

Agência completa - A agência vai funcionar num prédio na região central da cidade, com 600 metros quadrados. Conchon informa que será uma agência completa, oferecendo todos os serviços disponíveis em instituições financeiras, inclusive os caixas eletrônicos. “Teremos, a princípio, oito colaboradores. O nosso pessoal de gestão, que já possui profundos conhecimentos da nossa instituição, está sendo transferido de outras agências, e os demais estão sendo contratados na própria cidade e redondezas”, informa.

 

Diferenciais - O trabalho da Sicredi União na cidade já começou, com a realização de reuniões com a comunidade, levando informações sobre o cooperativismo, e também no apoio aos eventos importantes para a comunidade. “Esses são alguns dos diferenciais do cooperativismo. O envolvimento com a comunidade e o desenvolvimento da região são questões que estão no nosso DNA”, comenta Conchon. Também já iniciaram os estudos para levar à Primeiro de Maio, a partir do ano que vem, programas e projetos sociais desenvolvidos pela Sicredi, como o “A União Faz a Vida”, que apoia o ensino público municipal com uma metodologia inovadora e participativa, e o projeto “Use e Devolva”, que consiste no empréstimo de bicicletas para uso da comunidade. 

 

Atendimento personalizado - Conchon adianta que a nova agência está sendo instalada de acordo com novo modelo implantado pelo sistema Sicredi, privilegiando ainda mais a segurança, agilidade no atendimento, conforto e bem-estar dos associados. “O ambiente arejado nem lembra uma instituição financeira”, comenta. Ele destaca ainda que o atendimento personalizado e próximo ao associado é outra marca da cooperativa e, “que certamente, será reconhecida pelos cooperados”.

 

Negócios relevantes - A gerente da nova agência, Sibele Passos Oliveira, com larga experiência em instituições financeiras, comenta que o trabalho da Sicredi União é pautado no conceito do “ganha-ganha”. “Nosso objetivo sempre é fazer a diferença na vida dos produtores rurais, dos comerciantes, dos empresários e da comunidade de uma forma geral. Vamos atender ao público de Primeiro de Maio com nossa marca registrada, que é a proximidade e parceria verdadeira, visando o desenvolvimento da região. Queremos fazer negócios que sejam úteis para todos”, comenta a gerente. Sibele Passos observa que a equipe está ouvindo bastante a população para melhor atender aos anseios da comunidade.

 

Apoio - O gerente Regional de Desenvolvimento, David Conchon, ressalta que a cooperativa está recebendo muito apoio da comunidade, inclusive com muitos empresários já aguardando a máquina de cartões da Sicredi União para agilizar e facilitar as compras no comércio. 

 

Ciclo completo - O apoio vem de vários segmentos. O gerente da unidade de Primeiro de Maio da Cocamar, Cristiano Luiz Bergamasco, observa que a cooperativa está no município há oito anos, trabalhando e fortalecendo o cooperativismo. “E era uma necessidade do produtor que também existisse na cidade uma cooperativa forte de crédito. O próprio produtor levantava essa necessidade nas assembleias. Com a vinda da Sicredi União conseguimos fechar o ciclo”, diz.

  

Acolhimento - Uma das cooperadas da Cocamar que defendeu a instalação de uma cooperativa de crédito na cidade foi Flávia Giansante. E ela aponta as razões: “Todos comentam que um banco cooperativo traz muitos benefícios para o associado e para a cidade. Queremos também usufruir desses benefícios. E o cooperativismo significa união, a gente se sente em casa, se sente acolhida”. (Imprensa Sicredi União)

 

INSTITUTO SICOOB: Mais de 384 pessoas recebem formação técnica por meio de plataforma itinerante

 

instituto sicoob 23 07 2018A plataforma de estrutura móvel de ensino, Expresso Instituto Sicoob, alcançou, durante o mês de junho deste ano, cerca de 385 pessoas e emitiu mais de 470 certificados entre os municípios paranaenses de Mangueirinha, Candói, Marituba, Santo Antônio do Sudoeste e Fazenda Rio Grande. 

 

Cursos profissionalizantes - As ações, realizadas pelo instituto Sicoob em parceria com as Cooperativas Sicoob Integrado, Sicoob vale do Iguaçu e Sicoob Sul, ambas ligadas a Central Sicoob Unicoob, ofereceram jovens e adultos o acesso a uma ampla variedade de cursos profissionalizantes ministrados na modalidade EAD, como por exemplo, ‘Atendimento Nota 10’, ‘Motivação e Produtividade em tempos de Crise’ e ‘Como conquistar o seu emprego’.

 

Ônibus adaptadoe equipado - O  Expresso Instituto Sicoob é um ônibus adaptado e equipado com mesas, assentos, notebooks, televisores, impressora e acesso à internet, condutor de educação itinerante de livre acesso que prioriza o atendimento a pessoas vinculadas a entidades sociais, prefeituras e escolas públicas e privadas. (Imprensa Instituto Sicoob)

 

SICOOB NORTE DO PR: Cursos profissionalizantes e atividades gratuitas são ofertadas à comunidade

 

sicoob norte pr 23 07 2018Reforçando seu compromisso de contribuir com o desenvolvimento econômico e social das comunidades, o Sicoob Norte do Paraná desenvolve em diversas cidades da sua área de atuação o Projeto Espaço Social. Para a realização das ações, a iniciativa da cooperativa de Londrina conta com o apoio e parceria de outras instituições que têm o mesmo propósito de transformar vidas.

 

Cursos profissionalizantes - O Espaço Social oferece à população cursos profissionalizantes e diversas atividades gratuitas para estimular a geração de renda, o desenvolvimento pessoal e familiar, fomentar a autonomia e da autoestima, estimular o protagonismo e o vínculo comunitário entre os participantes.

 

Unidades - Atualmente, o Sicoob Norte do Paraná possui quatro unidades do projeto: um em Londrina, em parceria com a Cáritas; um em Cambé, em parceria com o Instituto Semente de Esperança e dois no município de Rolândia, em parceria com a Avocar (Associação dos Voluntários e Voluntárias da Caridade de Rolândia) e com o Lar Samuel.

 

Formatura - No dia 5 de julho, 13 alunos do Espaço Social Sicoob e Avocar, em Rolândia, receberam certificados de conclusão do curso de manicure, pedicure e cabelereiro. Além da parceria entre as duas entidades que mantêm o projeto, o Rotary Club também contribuiu para a realização do curso, doando equipamentos para a construção de uma sala que serve como uma escola de beleza. (Imprensa Instituto Sicoob)

 

SICOOB SUL: Voluntários resgataram brincadeiras antigas durante o Dia C, em Curitiba

 

sicoob sul 23 07 2018O Dia C - Dia de Cooperar também foi comemorado pelo Sicoob Sul, de Curitiba, no dia 30 de junho. O evento reuniu cerca de 3 mil pessoas no Parque Tropeiros, na Cidade Industrial, e contou com atividades nas áreas de saúde, educação, artes, economia e cidadania, com o objetivo de promover a interação e transformar realidades locais.

 

Mobilização - Com o lema “Atitudes simples que movem o mundo”, o evento promovido pela Ocepar mobilizou 60 colaboradores voluntários do Sicoob Sul que decidiram resgatar brincadeiras antigas e que despertam o lado cooperativista.

 

Atividades - Entre as recreações, havia pintura de rosto, corrida de saco, pula corda e cabo de guerra. Como forma de agradecimento pela participação o Sicoob Sul ofereceu um labirinto de mão às crianças – um brinquedo artesanal de madeira para estimular a coordenação motora e raciocínio lógico.

 

Motivação - A gestora Administrativa do Sicoob Sul, Silene Santos, explica o que a motivou a participar da ação. "O gosto pelo voluntariado e o sorriso de uma criança ao ver uma simples atitude, como uma pintura no rosto, são gratificantes. Aconselho a todos que possam participar de momentos como este", convida. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

UNIMED CAMPO MOURÃO: Cooperativa inaugura hospital próprio e abre 38 leitos na rede privada

 

unimed campo mouraso 23 07 2018A Unimed inaugurou na noite de sexta-feira (20/07) o seu próprio hospital, que acrescentará mais 38 leitos à rede privada em Campo Mourão. A unidade, localizada na rua São Paulo, antiga Policlínica São Marcos, oferece leitos clínicos, cirúrgicos, obstétricos e pediátricos. Campo Mourão é a 7º cidade do Paraná a contar com hospital da cooperativa médica. 

 

Presenças - A inauguração reuniu médicos cooperados, colaboradores, e autoridades políticas municipais, como o prefeito Tauillo Tezelli além de vereadores. O médico Eloy Fuzii, presidente da Unimed de Campo Mourão, destacou que a inauguração do hospital próprio da cooperativa é um ‘sonho de muitos anos’. 

 

Sonho realizado - “Hoje posso dizer que é um primeiro sonho realizado porque além desta estrutura estamos também construindo o nosso outro hospital com uma estrutura maior no jardim Bela Vista - próximo a Santa Casa. Mas aqui começa o nosso sonho”, ressaltou.

 

Investimentos - Foram investidos na primeira fase de reformulação e reformas do hospital, cerca de R$ 500 mil. Está prevista também uma segunda etapa da obra, cujo investimento será de mais R$ 500 mil, perfazendo um total de R$ 1 milhão. Fuzzi destacou que o Hospital Unimed Centro não terá atendimentos de Urgência e Emergência. A unidade prestará serviços na área de cirurgias de baixa e média complexidade e cirurgias pré-agendadas. Não terá, por exemplo, atendimento de traumas, acidentes, infartos ou gestação de alto risco.

 

Importância - O vice-presidente da Unimed, Denis Aranha, destacou que o Hospital Centro é ‘muito importante’ para a cooperativa, porque passará a garantir qualidade no atendimento uma vez que o serviço não será terceirizado. “Nós mesmo vamos oferecer o serviço de saúde que o cliente contratou conosco”, argumentou.

 

Verticalização - Ele comentou que a verticalização (atendimento próprio) da Unimed Campo Mourão já vem acontecendo há algum tempo e que a inauguração do Hospital Centro é “mais um passo importante” neste processo.

 

Protocolos - Aranha afirmou que a Unimed adotou no hospital protocolos de atendimento tanto clínico quanto cirúrgico. Um protocolo bastante importante que será adotado, por exemplo, é da cirurgia segura. É uma norma internacional de cuidados a serem adotados em pacientes que serão submetidos a cirurgias, tanto pré como intra e após o procedimento para que possa tudo transcorrer com a maior segurança possível.

 

“Hospital Dia” - Quanto ao “Hospital Dia”, que será implantado na estrutura, ele disse a instalação iniciará entre 60 a 90 dias dentro da segunda etapa de reforma da unidade. Ele detalhou que outra ala será readequada para o serviço, recebendo alguns leitos de observação onde o paciente será internado, submetido ao procedimento cirúrgico, feito sua recuperação e liberação no mesmo dia. Serão destinados em torno de 6 a 7 leitos para o serviço. A meta é inaugurar a estrutura do “Hospital Dia” até o fim deste ano. (Tribuna do Interior)

 

UNIMED MARINGÁ: Amamentação exige técnica e conhecimento

 

unimed maringa 23 07 2018No próximo dia 1º será celebrado o Dia Mundial da Amamentação que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a principal forma de fornecer aos bebês os nutrientes para sobrevivência e desenvolvimento. De acordo com a enfermeira do programa Canção de Ninar, da Unimed Maringá, Débora Verrengia Florêncio, além de nutrir e saciar o bebê, a amamentação favorece o vínculo entre mãe e filho. “O contato com o corpo e o cheiro da mãe, que o bebê reconhece, e até os batimentos cardíacos fazem com que ele se sinta acolhido e seguro”, diz.

 

Orientação - A orientação dos profissionais da área da saúde é que nos primeiros seis meses de vida deve ocorrer o aleitamento materno exclusivo, sem a necessidade de complementação de nenhum alimento. Após o período de seis meses, outras opções deverão ser oferecidas à criança. Débora explica que sobretudo para as ‘mães de primeira viagem’, a amamentação pode ser um desafio, mas algumas dicas auxiliam na hora da mamada, tanto para encontrar a posição e ‘pega’ corretas, como para evitar dores e rachaduras.

 

Sinais - "Mamilo rachado ou machucado significa que o bebê não está mamando do jeito correto. O bebê deve ter o corpo voltado ao da mãe e a barriga dele deve estar em contato com a barriga da mãe. A cabeça do neném deve estar em posição mais elevada que o bumbum, os lábios devem estar bem posicionados para fora, com o queixo próximo da mama, abocanhando o máximo da aréola que conseguir, nunca apenas o bico”, explica. Em casos de lesões, a dica é passar o próprio leite materno nos mamilos, várias vezes ao dia e ficar o máximo de tempo possível sem sutiã ou protetores para manter o local seco.

 

Curso de formação - Para auxiliar as mães, a Unimed Maringá oferece um curso de formação gratuito mensalmente. É o programa Canção de Ninar que acontece em três noites. As aulas são ministradas por profissionais da pediatria, enfermagem, psicologia e nutrição. Após o nascimento do bebê, é realizado um acompanhamento nos 30 primeiros dias de vida da criança para auxiliar a mãe principalmente no momento da amamentação. 

 

Surpresa - Nádia Corsi foi uma das mães atendidas pelo programa. Segundo ela, mesmo tendo lido muito sobre a amamentação durante a gestação, ainda ficou surpresa com as orientações dos profissionais do Canção de Ninar. “As dicas do programa foram fundamentais para mim, tanto que atribuo a elas o sucesso que estou tendo. Até agora tem dado tudo certo, e minha filha, que nasceu com baixo peso, ganhou, em um mês, 1,3 quilo apenas com leite materno”, diz. 

 

Cliente - Para ter acesso ao curso, é preciso ser cliente da Unimed Maringá. E para se inscrever, basta entrar em contato com a equipe do Espaço Viver Bem, que fica na Avenida Laguna, 1371. As aulas não têm custo e são ofertadas em turmas de 40 alunos. (Imprensa Unimed Maringá)

 

TRIGO: Paraná terá 13 dias de campo sobre a cultura

 

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Fundação Meridional e outros parceiros estão promovendo 13 dias de campo sobre a cultura do trigo no Paraná, na safra 2018. Os eventos serão realizados de julho até outubro, nas diferentes regiões produtoras do estado que lidera a produção de trigo no País. Os dias de campo terão enfoque nas cultivares de trigo desenvolvidas para a região, além de manejo fitotécnico, entre outros temas de interesse para cada região.

 

Colheita - O Paraná deve iniciar a colheita de aproximadamente 1 milhão de hectares nas próximas semanas. De acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura do Paraná, a colheita estimada é de 3,3 milhões de toneladas, o que representa 50% mais que na safra anterior (2,3 milhões de toneladas), que foi prejudicada pelo clima. 

 

Cultivares em destaque - De acordo com o pesquisador Manoel Bassoi, a cultivar BRS Sanhaço é um trigo de ciclo médio com maturação fisiológica aproximada de 112 dias e com alto potencial produtivo. “Esse trigo tem boa capacidade de perfilhamento em regiões mais frias, apresentando boa sanidade em relação às manchas foliares, ferrugem e giberela além de ser resistente a debulha natural”, explica Bassoi. A cultivar apresentou produtividade média nos ensaios de 6.817 kg/ha na  região tritícola 1 de Santa Catarina.

 

2019 - A BRS Atobá é outro destaque que está sendo apresentada. O lançamento da cultivar será em 2019.  A cultivar é da classe pão/melhorador, por isso, apresenta boa qualidade para uso em panificação e também sua farinha pode ser usada em misturas com farinhas com menor força de glúten.  A cultivar está sendo indicada para todas as regiões do Paraná e Região 3 do Mato Grosso do Sul. Só para se ter uma ideia do potencial produtivo desse lançamento, segundo Bassoi, na média de dois anos, o rendimento de grãos foi de 5.007 kg ha-1, na Região 1. Na Região 2, o rendimento foi de 4.839 kg ha-1. O rendimento de grãos na Região 3 do Paraná foi de 3.840 kg ha-1 e na Região 3 do Mato Grosso do Sul, o rendimento médio de grãos foi de 3.218 kg ha-1. 

 

Ciclo precoce - De acordo com Bassoi, a cultivar apresenta ciclo precoce, muito desejado pelos agricultores. É resistente ao acamamento e tem uma boa tolerância à germinação pré-colheita. Com relação à sanidade, a cultivar apresenta resistência ao oídio, boa resistência à ferrugem da folha e moderada resistência às manchas foliares e giberela. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

trigo quadro 23 07 2018

AGRONEGÓCIO: Atraso na entrega de adubo e insumos ameaça produtividade do setor

 

agronegocio 23 07 2018A menos de 60 dias do início do plantio da safra de grãos, os agricultores vivem um impasse. A entrega do adubo usado no preparo do solo está atrasada. Também a venda futura de soja para as tradings, que é um financiamento ao produtor, parou.

 

Reflexos - Os dois episódios refletem a confusão enfrentada pelo agronegócio, após a greve dos caminhoneiros, que resultou no tabelamento do preço do frete e na disparada dos custos para o setor. Esse cenário põe em risco a produtividade da próxima safra e ameaça o setor, um dos poucos com desempenho favorável, que tem garantido saldo comercial e inflação sob controle.

 

Consequências - Especialistas ressaltam que o produtor não vai deixar de plantar, mas pode adubar menos e colher um volume bem menor. Em Mato Grosso, principal produtor de soja, só um terço do adubo foi entregue até agora comparado ao mesmo período do ano passado, conta o presidente da Aprosoja-MT, Antonio Galvan. 

 

Paraná - No Paraná, o primeiro na produção de milho, 40% da distribuição de insumos, que incluem além do adubo, sementes e fungicidas, está comprometida, diz o presidente da Organização da Cooperativas do Paraná, José Roberto Ricken.

 

Confirmação - David Roquetti Filho, diretor da Anda, que reúne a indústria de adubos, confirma os atrasos. Diz que houve uma redução de 2,3% nas entregas no 1.º semestre e ressalta que Mato Grosso é o Estado mais afetado. Duas saídas estão sendo usadas pelos fabricantes de adubos para resolver o atraso nas entregas por conta do tabelamento do frete. Há indústrias que chamam para renegociar preços já fechados. Outras liberam o adubo para o produtor retirar. Mas nenhuma das estratégias está dando certo. “Uma vez vendido, está vendido, ninguém quer pagar a diferença”, diz Galvan.

 

Futuro - A venda antecipada de soja em Mato Grosso parou em 21% da safra desde o fim de maio, bem abaixo do normal para a época do ano (33%), informa o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária. No País, essa marca é bem menor, está 16%, segundo a Abiove, que reúne a indústria de óleos e as tradings. A dificuldade de definir preço paralisou os negócios.

 

Macroeconomia - Do ponto de vista macroeconômico, o quadro também é “preocupante”, alerta Fabio Silveira, sócio da consultoria Macrosector. Nas suas contas, a safra de grãos, de 230,7 milhões de toneladas neste ano e que poderia subir para 257 milhões de toneladas por causa do cenário favorável no mercado externo e da desvalorização do real, deve ficar entre 237 a 238 milhões de toneladas. A receita, deste ano de R$ 242,7 bilhões e que poderia subir para até R$ 270 bilhões em 2019, agora foi revisada para R$ 242,7 bilhões. A analista da MB Agro, Ana Laura Menegatti, concorda: “Se esse quadro persistir, a produção e a receita serão menores”.

 

Preocupação -  Em outros anos, nesta época, o produtor Antonio Pedrini, há 35 plantado soja e milho, já estaria com todos os insumos em casa. É que normalmente, logo após a primeira chuva, depois de 15 de setembro, ele começa a semear os 1.200 hectares que cultiva em Maringá, norte do Paraná. Mas neste ano a situação é diferente: o galpão, onde armazena o adubo e sementes, está vazio e ele, preocupado.

 

Mercado - Enquanto Pedrini aguarda a entrega dos insumos, ele tenta se resguardar dos altos e baixos do mercado de soja. Até agora, o agricultor vendeu 25% da safra de soja que ainda não plantou nem recebeu a semente nem o adubo. “Tem anos que, nesta época, eu já tinha vendido um volume maior”, lembra.

 

Tradings - No entanto, diante das incertezas que existem no mercado, as tradings estão com medo de fechar negociações futuras, isto é comprar a soja verde, antes do plantio, como é conhecido esse negócio no mercado de commodities. Segundo o agricultor, o preço atual da soja no Paraná, na casa de R$ 77 a saca de 60 quilos, está “razoável”. Daniel Amaral, gerente da Abiove, que reúne as indústrias de óleos e as tradings, explica que a insegurança no fechamento de negócios futuros ocorre porque ficou mais difícil calcular custos e preços após o tabelamento. (O Estado de S.Paulo)

 

FOCUS: Mercado prevê inflação menor e crescimento de 1,5% para PIB em 2018

focus 23 07 2018A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial em 2018 saiu de 4,15% para 4,11%, segundo a pesquisa semanal Focus, do Banco Central (BC), divulgada nesta segunda-feira. É a segunda queda consecutiva, depois de oito semanas seguidas de alta.

IPCA - Para 2019, as expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) se mantiveram em 4,10%, patamar em que está já há seis semanas agora. Para os próximos 12 meses, a estimativa teve seu nono corte consecutivo, de 3,77% para 3,70%.

Top 5 - Entre os economistas que mais acertam as previsões, os chamados Top 5, de médio prazo, a mediana para a inflação de 2018 foi de 4,10% para 4,09% e seguiu em 4,06% no caso de 2019.

IBGE - Na sexta-feira passada (20/07), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA-15, uma prévia do IPCA do mês, desacelerou de 1,11% em junho para 0,64% em julho e ficou abaixo das projeções coletadas pelo Valor Data.

Acumulada - Em 12 meses, contudo, a inflação acumulada saiu de 3,68% em junho para 4,53% no mês seguinte. No caso da atividade econômica, os economistas consultadas pelo BC projetam expansão de 1,50% em 2018 e de 2,50% em 2019, sem mudança.

Taxa de juro - No Focus, as medianas das estimativas para a taxa básica de juros não sofreram alterações entre os economistas em geral: permaneceram em 6,50% no fim deste ano e em 8% no próximo calendário. Entre os economistas Top 5 de médio prazo, a previsão para a Selic no encerramento de 2018 permaneceu em 6,50%, mas recuou de 7,75% para 7,63% no fechamento de 2019.

Câmbio - Os economistas do mercado decidiram elevar suas apostas para o dólar no fim de 2019 pela segunda semana consecutiva, de R$ 3,68 para R$ 3,70. A cotação é a mesma que a estimada para o fim de 2018, patamar em que está há quatro semanas agora. Considerando os economistas Top 5, de médio prazo, a projeção para o dólar em 2019 foi de R$ 3,63 para R$ 3,65 entre uma pesquisa Focus e outra. Para este ano, a expectativa continuou em R$ 3,55. (Valor Econômico)

 

FAZENDA: Governo brasileiro pede ajuda aos EUA para reforma tributária

 

O encontro na manhã de sexta-feira (20/07) entre o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, o ministro brasileiro da Fazenda, Eduardo Guardia, e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, no hotel Palácio Tangará, em São Paulo, foi rápido, durou pouco menos de uma hora.

 

Parada estratégica - A autoridade americana aproveitou a viagem à reunião do G-20, o grupo das 20 maiores economias do mundo, que aconteceu no fim de semana em Buenos Aires (Argentina), para fazer uma parada estratégica em São Paulo.

 

Clima de negócios - Na pauta, além da conversa com os representantes do governo brasileiro, uma mesa redonda com CEOs de empresas americanas no Brasil, entre elas os bancos Goldman Sachs e J.P.Morgan. O encontro foi fechado à imprensa, mas, segundo o Valor apurou, a conversa com Guardia e Ilan girou em torno de formas para melhorar o clima de negócios no país, como a simplificação de tributos, facilitação do comércio exterior e como manter o câmbio mais estável.

 

Pedido - De acordo com uma fonte a par do assunto, um dos temais atuais mais polêmicos, a imposição de tarifas protecionistas sobre produtos importados pelos EUA, não teria sido abordado. Mnuchin também ouviu um pedido do governo brasileiro por assistência técnica nos esforços do país em busca de uma reforma tributária. 

 

Ações - Os EUA implementaram no fim do ano passado uma série de ações do gênero para impulsionar a atividade, como corte de tributos para empresas e indivíduos, além de mudanças na tributação de lucros pelas companhias no exterior e incentivos para a repatriação de recursos.

 

Apoio - Os representantes brasileiros pediram ainda apoio para ingresso do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Um acordo para evitar dupla tributação também foi mencionado na conversa, mas o tema ainda tem muito a avançar. Um organismo bilateral, o Conselho de Negócios Brasil - Estados Unidos, tem trabalhado em um plano para ajudar a encaminhar o processo. (Valor Econômico)

INTERNACIONAL: G20 prega diálogo para evitar guerra comercial

 

internacional 23 07 2018O documento final da reunião ministerial do G20, grupo formado pelos países mais ricos do mundo, que terminou neste domingo (22/07) em Buenos Aires, reconhece o aumento da tensão comercial na economia mundial, alerta para o crescente risco dessas tensões e de questões geopolíticas para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) e pede que os países dialoguem.

 

Diálogo - “Reconhecemos a necessidade de intensificar o diálogo e as ações para reduzir riscos e aumentar a confiança”, diz o texto, elaborado após dois dias de encontro na capital argentina. Na reunião anterior, realizada em março, o comunicado não falava de tensões comerciais. 

 

Guerra comercial - O encontro ocorreu em meio a uma escalada na retórica da guerra comercial entre Estados Unidos e China, que já impuseram tarifas de US$ 34 bilhões em bens. O presidente americano, Donald Trump, aumentou ainda mais a tensão na última sexta-feira, ao ameaçar tarifar todos os US$ 500 bilhões de exportações chinesas, a menos que a China mude sua política de transferência de tecnologia, subsídios e joint ventures.

 

Emergentes - O documento do G20 diz que os emergentes estão mais preparados para lidar com o cenário externo adverso. Ainda assim, o texto destaca que essas economias têm o desafio de ter maior volatilidade no mercado financeiro e o risco das reversões dos fluxos de capital. Um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) ressalta que só em maio e junho, os emergentes tiveram fuga de US$ 14 bilhões de capital externo.

 

Economia mundial - “O crescimento da economia mundial continua sendo robusto e o desemprego se encontra no nível mais baixo em última década”, observa o texto. “Contudo, o crescimento tem sido menos sincronizado e os riscos de curto e médio prazo aumentaram.” Entre estes riscos, o comunicado menciona “crescentes vulnerabilidades financeiras, as maiores tensões comerciais e geopolíticas”, além de “desequilíbrios globais”.

 

Avanços - O G20 enfatiza no texto a necessidade de avanço nas reformas estruturais, de forma a ampliar o crescimento potencial. Na reunião de março, os dirigentes se comprometeram a não fazer desvalorizações cambiais competitivas de suas moedas que possam ter efeito adverso sobre a estabilidade financeira mundial. No texto de ontem, os dirigentes reafirmaram o compromisso.

 

Cordialidade - O secretário internacional da Fazenda, Marcello Estevão, disse à imprensa estrangeira que a discussão para a elaboração do comunicado final da reunião foi “cordial”, embora com diferença de opiniões. “Todos concordamos que é preciso ter mais comércio. O que estamos pedindo é que as partes que estão em desacordo conversem mais e briguem menos.” (O Estado de S.Paulo)

 

ALEP: Deputado Bernardo Carli falece em acidente aéreo

alep 23 07 2018O deputado estadual Bernardo Carli (PSDB) faleceu em acidente aéreo ocorrido na manhã deste domingo (22/07). O parlamentar estava se deslocando de Guarapuva, sua cidade natal, para União da Vitória, onde era aguardado pelo prefeito Santin Roveda. O piloto e o copiloto da aeronave também morreram. A Assembleia Legislativa decretou luto oficial de três dias em razão da morte do deputado

Segundo mandato - Bernardo Carli tinha 32 anos e estava exercendo seu segundo mandato. Entre os principais projetos de Lei aprovados pelo deputado estão o que garante aos doentes de câncer a isenção fiscal no estado Paraná. Ainda, a lei que reserva vagas para pessoas com deficiências na terceirização de serviços públicos. Outra lei de autoria de Carli é a que exige a identificação de membros de torcidas organizadas nos estádios de futebol.

Trajetória - Bernardo Ribas Carli era natural de Guarapuava, no interior do Estado, e graduado em Administração de Empresas. Era presidente da Comissão de Esportes da Assembleia Legislativa e coordenador da Frente Parlamentar dos Produtores de Energia Elétrica. Bernardo integrava ainda o Bloco Parlamentar da Agricultura Familiar e o Bloco Parlamentar Digital. Começou a se interessar pela política ainda pequeno, convivendo com seu pai, Fernando Ribas Carli, que foi Prefeito de Guarapuava por três mandatos, Deputado Federal, Deputado Estadual e Chefe da Casa Civil do Paraná. (Com informações da Assembleia Legislativa do Paraná)

 


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