Imprimir
CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4375 | 20 de Julho de 2018

ENCONTRO DE AGENTES: Ainda somos melhores que os computadores, diz Arbache

agentes 20 07 2018Cerca de 100 profissionais de cooperativas do Paraná estão reunidos, nesta quinta e sexta-feira, dias 19 e 20 de julho, no Sesc Caiobá, litoral do estado, para o Encontro de Agentes do Sistema Ocepar. “São colaboradores das cooperativas, indicados por elas, e que no dia a dia são os nossos interlocutores. Todos os projetos de desenvolvimento humano e promoção social viabilizados com o apoio do Sescoop/PR, o ‘S’ do cooperativismo, são intermediados por esses profissionais”, explica o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.

Aproximação e aprimoramento - O objetivo de reunir esse grupo de profissionais, cujo papel  é estratégico para a atuação do Sescoop/PR, é promover a troca de informação e de experiência entre eles, e estimular a reflexão do que pode ser melhorado, principalmente, no trabalho que envolve o Sescoop/PR. “Queremos que os agentes conheçam tudo o que é feito e também os processos, critérios, exigências, enfim, tudo que deve ser feito para viabilizar as ações que eles demandam de nós”, conta Boesche.

Inovação – O Encontro de Agentes é realizado anualmente, sendo que para essa edição o tema escolhido foi inovação. “Estamos trabalhando esse assunto com todas as cooperativas, tanto que lançamos, no início deste ano, um programa que visa estimular a inovação no cooperativismo paranaense. Estamos com 72 cooperativas inscritas nesse programa e mais de 500 profissionais. A meta é formar um time de profissionais para trabalhar a cultura da inovação nas cooperativas. E como o agente é o nosso canal de relacionamento com a cooperativa, é fundamental que ele conheça o programa que está sendo proposto para que possa somar nesse trabalho. A finalidade é que ele aprimore-se como interlocutor, no sentido de ajudar a avaliar e dar o direcionamento necessário para que o programa seja o mais assertivo possível”, conta Boesche.

Mudança de mapa mental – O Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense está sendo construído pelo Isae (Instituto Superior de Administração e Economia), a pedido do Sistema Ocepar. Para trabalhar esse tema com os agentes, foi realizado durante o Encontro deste ano um workshop com Fernando Arbache, o coordenador do Programa.   “Em minha fala inicial, tentei mostrar para as pessoas a importância da inovação e o por que elas têm que inovar. Mostrei também como as empresas que inovam crescem, a diferença entre uma organização inovadora e uma tradicional, e como fazer inovação dentro do ambiente organizacional. Ou seja, tentei fazer com que pessoas comecem a perceber a importância disso para a cultura delas começar a se voltar para a área de inovação”, explica Arbarche.

Pessoas - Segundo Arbache, a inovação depende muito mais das pessoas, do que da tecnologia. “Inovação não precisa, necessariamente, ser um software. Pode ser um método, um processo que proponha uma solução para a necessidade de algo ou de alguém. Nós somos ilógicos, e essa é a beleza do ser humano. E é por isso que somos muito melhores que o computador. O computador é mais rápido, mas a inteligência artificial não tem capacidade de sentir e de criar. Enquanto o computador não chegar a capacidade de ter sentimentos, ainda estamos na frente”, disse.

Exercício – Após ouvir e refletir sobre o tema, os agentes foram divididos em grupos e iniciaram um exercício em que tiveram que analisar as principais ações e trabalhos do Sescoop/PR.  “Fizemos com que eles colocassem a mão na massa, porque a inovação ocorre de forma mais efetiva quando começamos a pensar positivamente sobre os principais problemas e Gaps que temos nas nossas ações”, afirma Leonardo Boesche. A partir dessa visão, internamente, a equipe da Gerência de Desenvolvimento de Cooperativismo (Gecoop) se reuniu e analisou mais de 20 ações, desde os processos envolvendo projetos de formação e desenvolvimento profissional, até ferramentas, como o Programa de Autogestão. “Nossa expectativa é que os profissionais que estão aqui hoje, tanto das cooperativas quanto do Sescoop/R, e que agora estão imbuídos de ferramentas de inovação, possam avaliar os problemas e discutir encaminhamentos. Ou seja, queremos discutir a inovação em cima das problemáticas existentes, buscando inovar em ações que já são praticadas”, finaliza o superintendente do Sescoop/PR.

Programação Após a conclusão dos trabalhos do workshop, nesta sexta-feira, haverá a palestra “O novo Significado do Trabalho”, com o consultor Alexandre Pellaes. Também o coordenador de Comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Zanello Milléo Filho, fará uma apresentação sobre a campanha Somoscoop, lançada nacionalmente pelo Sistema OCB e que visa difundir o cooperativismo para sociedade.

Clique aqui e confira a cobertura fotografia do Encontro de Agentes 2018

 


 

PR COOPERATIVO: Reportagem mostra mobilização para evitar desabastecimento durante a greve dos caminhoneiros

parana cooperativo 20 07 2018A revista Paraná Cooperativo, elaborada pela Assessoria de Comunicação do Sistema Ocepar, traz, na edição nº 160, uma reportagem especial sobre a mobilização do setor cooperativista durante a paralisação dos caminhoneiros ocorrida em maio. A Ocepar, em conjunto com as cooperativas filiadas, organizou comboios para evitar o risco de desabastecimento da população. Caminhões se deslocaram do interior do estado até Curitiba com gêneros alimentícios produzidos pelas cooperativas, que foram distribuídos para supermercados, panificadoras e restaurantes. A entidade também montou um comitê de monitoramento da crise e participou do Gabinete de Crise, criado pelo Governo do Estado, para buscar soluções que viabilizassem o encerramento do movimento paredista. “Foi um momento de muita dificuldade, mas acho que chegamos a um bom termo e o grande ganhador foi a população, que teve garantido o seu abastecimento”, afirma o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. “Não podíamos deixar de contribuir, somando esforços para evitar o desabastecimento. A missão da cooperativa é organizar economicamente as pessoas para que elas tenham mais renda e sua área de atuação se desenvolva. Então, nós temos um compromisso muito grande com a comunidade”, acrescenta.

Entrevista – O coronel Maurício Tortato, atual secretário-chefe da Casa Militar do Governo do Paraná, é o entrevistado deste número. Durante a paralisação dos caminhoneiros, ele conduziu os trabalhos como coordenador do Gabinete de Crise junto à Defesa Civil.

Sistema S- Na seção Palavra do Presidente, Ricken destaca a importância das entidades que integram o Sistema S, entre as quais o Sescoop/PR, e chama a atenção para a intenção do governo federal de destinar os recursos do Sistema à segurança pública. “A proposta do governo de estatizar 25% da arrecadação pode inviabilizar o Sistema S, pois as entidades não terão meios de buscar recursos para dar continuidade aos seus programas, com reflexos negativos em vários setores da economia e, em especial, na formação e educação de milhares de jovens”, frisa.

Outros destaques– A revista Paraná Cooperativo traz ainda outros destaques, como as medidas do Plano Agrícola e Pecuário da Safra 2018/19 e a realização dos Fóruns dos Presidentes, dos Profissionais de Comunicação e de TI das cooperativas paranaenses, juntamente com a Digital Agro, evento organizado pela Cooperativa Frísia, em Carambeí, e muito mais.

Clique aqui para conferir na íntegra a edição nº 160 da revista Paraná Cooperativo

 

COOPAVEL: Eleita a melhor do Brasil em educação e formação

 

coopavel 20 07 2018A Coopavel acaba de ser eleita a melhor cooperativa brasileira no quinto dos sete princípios do cooperativismo pelo Anuário Brasileiro do Cooperativismo, publicação especializada elaborada pela Mundocoop, uma das revistas mais respeitadas do segmento no País. A cooperativa com sede em Cascavel, no Paraná, é a única do Estado classificada entre as sete vencedoras.

 

Educação, formação e informação - O quinto princípio do cooperativismo trata de educação, formação e informação. A referência que deu o prêmio à Coopavel é a Unicoop, universidade criada no ano 2000 com a proposta de levar mais conhecimentos e de contribuir para elevar a renda e a qualidade de vida dos cooperados. O leque de aperfeiçoamentos oferecido pela Universidade Coopavel é amplo e os resultados alcançados em 18 anos de atuação são os melhores possíveis, diz o presidente da Unicoop, Antonio Augusto Putini.

 

Missão e compromisso - A missão e o compromisso dos trabalhos da universidade são os mesmos desde o início, voltados a promover transformações no cotidiano dos mais de cinco mil filiados da Coopavel, que em dezembro chegará aos seus 48 anos de fundação. “A sucessão familiar e a criação de novos cooperados também está no foco da Unicoop”, afirma Putini. Além de conhecimentos, entre outros, sobre armazenagem, matemática financeira, mercado, gestão da propriedade e até de informática, há conteúdos específicos também para os filhos e para a mulher do agricultor.

 

Determinação - O diretor-presidente do Conselho de Administração da Coopavel, Dilvo Grolli, considera que o reconhecimento alcançado no Anuário Brasileiro do Cooperativismo reflete a determinação da cooperativa de, além de compartilhar informações para que o cooperado e a sua família vivam melhor, levar prosperidade e mais felicidade ao campo. A oferta de cursos, palestras e treinamentos, conforme Dilvo, é uma constante na Unicoop, redundando em melhores resultados para todos. O Paraná tem 70 cooperativas que atuam em 13 ramos e a Coopavel é a única vencedora da edição de 2018/2019 do Anuário Brasileiro do Cooperativismo.

 

Campeãs - Diversas informações e indicadores são considerados para que a MundoCoop defina os vencedores de cada edição do anuário. As vencedoras de 2018/2019, segundo os sete princípios do cooperativismo, são as seguintes: 1 – Adesão livre e voluntária, Coogavepe (Cooperativa de Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto); 2 – Gestão, Coopercarga (Cooperativa de Transporte de Cargas de Santa Catarina); 3 – Participação econômica dos membros, Coopeb (Cooperativa Educacional de Barreiras, Bahia).

 

Mais - E mais: 4 – Autonomia e independência, Coplana (Cooperativa Agroindustrial, de Guariba, São Paulo); 5 – Educação, formação e informação, Coopavel; 6 – Intercooperação, Sicoob Credicom, Unimed-BH e Fencom (Federação Nacional das Cooperativas Médicas), 7 – Interesse pela comunidade, Cootama (Cooperativa de Trabalho Multidisciplinar de Desenvolvimento da Amazônia). Os princípios do cooperativismo são pilares que dão sustentação a um movimento social, cultural e econômico hoje presente em 105 países e que tem 1,2 bilhão de cooperados em todo o mundo. O faturamento anual chega a US$ 3 trilhões – R$ 12 trilhões. (Imprensa Coopavel)

 

CAPAL: Expoleite é vitrine da raça Holandesa, com cerca de 300 animais em exposição

expoleite 20 07 2018A 46ª edição da Expoleite, principal feira de pecuária de leite da região e uma das mais importantes exposições especializadas em animais da raça Holandesa do Paraná, acontece entre os dias 25 e 28 de julho no Parque de Exposições da Capal, em Arapoti. O evento deverá reunir produtores da região de Arapoti, Carambeí e Castro, que irão expor cerca de 300 animais da raça Holandesa nas versões vermelho e branco e preto e branco.

Vitrine - Tradicional na região, a feira é uma vitrine para produtores de outros 80 municípios cooperados à Capal Cooperativa Agroindustrial. De acordo com o diretor Industrial da Capal, Lourenço Teixeira, a feira é um marco anual para a economia local, que tem na pecuária leiteira uma de suas principais atividades. “A produção de leite tem grande representatividade na região, na cooperativa e também na renda dos cooperados”, pontua.

Oportunidade - “Para os produtores de médio e grande porte é uma oportunidade para expor seus resultados e compartilhar experiências. Para a maioria dos pequenos produtores, ter essa vivência na Expoleite é inspirador. Lá eles têm a chance de conhecer e acessar as inovações e de entender como podem aplicar nas suas propriedades novos sistemas de produção, com foco na qualidade e rentabilidade”, conta Teixeira.

Julgamento de Raças no Circuito Nacional - A grande novidade da 46ª edição da Expoleite será o Julgamento de Raça Holandesa, já tradicional na feira, que pela primeira vez integrará o Circuito Nacional da Raça Holandesa. A etapa foi credenciada junto à Associação Brasileira de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (ABCBRH) cumprindo todos os critérios de avaliação da Associação.

Disputa - A novidade permitirá que os animais exibidos e premiados durante a Expoleite tenham a oportunidade de disputar, ao final da temporada, colocações dentro do Circuito Nacional. “Agora a Expoleite passará a ser uma vitrine para difundir o trabalho realizado pelos produtores da região que se destacarem durante a feira”, ressalta Teixeira.

Ranking nacional - “Com a avaliação sendo feita aqui, facilitará muito o acesso desses animais ao ranking nacional sem a necessidade de gerar mais despesas com deslocamento e de desgastes para o bem-estar dos animais”, conta o diretor.

Avaliação - Os Julgamentos de Raça acontecem durante toda a Expoleite. Participarão da avaliação bovinos da Raça Holandesa vermelha e branca e preta e branca, nas categorias Macho, Fêmeas Não Paridas e Fêmeas Paridas em Lactação ou Secas com Prenhez Positiva.

Premiação - Na quinta-feira (26/07), às 14 horas, acontece o julgamento dos holandeses vermelho e branco da categoria gado jovem, e, às 16 horas, da categoria gado adulto. Na sexta-feira (27/07), a partir das 15 horas, o público poderá conferir o julgamento dos holandeses preto e branco, na categoria jovem. No sábado (28/07), às 14 horas, será a vez dos bovinos preto e branco da categoria adulto serem avaliados. A premiação dos competidores está marcada para o sábado às 18 horas.

Programação - Além dos julgamentos, a programação gratuita da Expoleite também inclui palestras técnicas, 60 estandes de empresas ligadas ao setor de pecuária leiteira, apresentação do Clube de Bezerras, Encontro de Suinocultores e Exposição de Flores. (Imprensa Capal)

SERVIÇO

46ª Expoleite

Data: 25 a 28 de julho de 2018

Horário: 8h30 às 22h

Local: Parque de Exposições da Capal - Arapoti

Entrada gratuita

Mais informações pelo site www.capal.coop.br/expoleite

 

INTEGRADA: Seguro agrícola ameniza perdas da 2° safra

 

integrada 20 07 2018Contar com o clima nem sempre é um bom negócio para o agricultor. Prova disso é a quebra da segunda safra do milho nas principais regiões produtoras do Brasil motivada pela forte estiagem. Só no Paraná, há uma estimativa de safra de milho 29% menor no comparativo com o mesmo período do ano passado.

 

Produção - Para este ciclo, o Estado berço da Cooperativa Integrada deve produzir em torno de 9,4 milhões de toneladas, contra 13,3 milhões de toneladas da safra anterior. Prevenir esse tipo de situação é muito difícil, por isso a Integrada tem trabalhado forte em realizar junto aos seus associados o seguro agrícola.

 

2018 - O ano de 2018 foi o que mais os associados da Integrada adquiriram o serviço, de acordo com o encarregado de crédito da cooperativa, Luiz Araújo. Ele avalia que o produtor já está criando o hábito de colocar a sua lavoura no seguro e completa que, com o seguro agrícola, o produtor garante pelo a cobertura dos seus custos de produção. “O seguro ameniza o prejuízo”, salienta Araújo.

 

Foco - O encarregado de crédito da Integrada revela que não esperava uma perda dessas como ocorreu neste ano. Para a próxima safra, Luiz quer aumentar as contratações de seguro. O foco é amenizar cada vez mais os prejuízos dos agricultores. (Imprensa Integrada)

 

COPAGRIL: Produtores aproveitam condições favoráveis para colheita do milho safrinha

 

A sequência de dias ensolarados e a baixa umidade do solo proporcionam condições favoráveis para que os produtores realizem os trabalhos de colheita de milho segunda safra na área de ação da Copagril no Paraná e Mato Grosso do Sul.

 

Próximos dias - De acordo com o encarregado do setor Agronômico da Copagril, engenheiro agrônomo, Paulo Brunetto, o ritmo da colheita será intensificado nos próximos dias. “Clima seco e temperaturas elevadas estão acelerando a perda de umidade dos grãos, condições estas que muitos produtores aproveitarão para intensificar os trabalhos de colheita nas lavouras durante o próximo fim de semana”, menciona.

 

Variação de produtividades - Segundo ele, para esta segunda safra de milho haverá grande variação de produtividades, tendo em vista fatores como investimento, estiagem e ventos fortes que afetaram áreas cultivadas em determinadas localidades, ao longo do ciclo da cultura. Por outro lado, nesse ano o milho não foi afetado por geada, o que é um ponto favorável no sentido de manter a qualidade do grão, lembra Brunetto. “As lavouras colhidas até o momento estão apresentando boa qualidade de grãos”, constata. 

 

Associado - Um dos agricultores que já iniciou a colheita é o associado da Copagril, Elton Hollmann, da Linha Guavirá, em Marechal Cândido Rondon. “Nesse ano plantei no dia 06 de fevereiro. O fato de ter conseguido plantar cedo acredito que favoreceu o resultado, até mesmo superando a expectativa que eu tinha em função da seca”, menciona o produtor.

O período de colheita deverá se estender até o fim de agosto, sendo que a partir do dia 11 de setembro será aberta a janela de semeadura de soja para a safra de verão 2018/2019.

 

Prevenção - Por outro lado, a baixa umidade relativa do ar registrada nos últimos dias têm elevado o risco de incêndios. Por conta disso, a Copagril alerta os associados quanto ao risco, tendo em vista a presença de palhada seca nas lavouras, além da dispersão de partículas dos trabalhos de colheita, que são combustíveis em potencial.

 

Danos - Para evitar danos ao meio ambiente, danos materiais e à saúde, é importante redobrar os cuidados nas propriedades rurais, evitar largar bitucas de cigarro e fazer queimadas. Recomenda-se fazer aceiros no entorno das lavouras, principalmente próximo à beira de estradas; além de abastecer as máquinas a frio, mantendo-as sempre limpas de óleo. (Imprensa Copagril)

 

{vsig}2018/noticias/07/20/copagril/{/vsig}

COPACOL: Anunciada a construção de um Centro de Distribuição na Penha

Prevista para iniciar em agosto deste ano, as obras do novo Centro de Distribuição (CD) e armazenagem de produtos frigorificados da Copacol foram apresentadas oficialmente pelo presidente Valter Pitol, na noite desta quinta-feira (19/07), na Câmara de Vereadores de Corbélia.

Desenvolvimento econômico - Durante a apresentação, o presidente enalteceu o desenvolvimento econômico da região de Corbélia, nos distritos da Penha e Ouro Verde do Piquiri, que vai gerar 200 vagas de empregos diretos, gerando renda e crescimento.

Investimentos - “Nós planejamos nossos investimentos focados no desenvolvimento de todos os nosso cooperados, colaboradores e a comunidade, oferecendo oportunidade de emprego e renda. Acreditamos que juntos com a região onde será construído o CD iremos crescer ainda mais”, destaca Pitol.

Área total - Com investimentos de aproximadamente R$ 120 milhões, a área total construída será de 15,8 mil metros quadrados e uma estrutura com 38 metros de altura. As modernas instalações terão a capacidade para armazenar 15,5 mil toneladas de produtos Copacol, como frango e peixe.

Expedição - No setor da expedição, o CD vai contar com 17 docas e uma movimentação de 1.850 toneladas ao dia, o que significa 70 carretas carregadas destinadas as centenas de cidades que consomem os produtos com a marca Copacol.

Agilidade - “Vamos proporcionar maior agilidade no atendimento aos nossos clientes que esperam isso da Copacol. Quando todos trabalham juntos na busca pela excelência e qualidade podemos oferecer produtos e condições de serviços eficientes ao consumidor”, garante Pitol.

Crescimento - Para o prefeito de Corbélia, Giovani Miguel Wolf Hnatuw, os investimentos da Copacol irá contribuir com o crescimento do município que está cada dia mais preocupado com o desenvolvimento da sua população. “Valeram todos os nossos esforços para nosso município recebesse esse projeto tão importante e grandioso que só irá trazer benefícios para nossa região. Ficamos felizes por poder participar do crescimento da Copacol e fazer parte da história desta história”, afirma Giovani. (Imprensa Copacol)

{vsig}2018/noticias/07/20/copacol/{/vsig}

SICREDI: Projetos de colaboradores são reconhecidos mundialmente pelo Woccu

 

sicredi 20 07 2018Dois jovens colaboradores do Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,8 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e Distrito Federal – conquistaram reconhecimento internacional na Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito. O evento anual foi promovido pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (World Council of Credit Unions - Woccu), de 15 e 18 de julho, em Singapura. Os projetos apresentados por Lucas Araújo dos Santos e Carlos Antônio Soratto foram premiados no programa World Young Credit Union People (Wycup), destinado a cooperativistas de até 35 anos que tenham desenvolvido iniciativas de relevância econômica e social nas regiões onde atuam as cooperativas de crédito.

 

“Acreditadores” - Lucas Araújo dos Santos, colaborador da Cooperativa Sicredi Alta Noroeste/SP, apresentou o projeto “Acreditadores”. A iniciativa integrada por agentes transformadores tem como lema “Mudar o olhar, inspirar, conectar, valorizar”. Nela, há 20 “acreditadores” (voluntários do projeto) e cerca de outros 200 colaboradores envolvidos.

 

Projetos - Esses acreditadores deram vida a 14 projetos, em 12 municípios, impactando direta e indiretamente a vida de milhares de pessoas, como a reforma de uma maternidade, entidade ou escola; apoio a ex-moradores de rua e deficientes visuais, com venda de cartões postais por eles produzidos; adoção de lar de idosos com donativos e patrocínio de profissionais de saúde; amparo e lazer para crianças sob medidas judiciais protetivas; instalação de pontos de coletas de recicláveis; educação e orientação financeira para comunidade e jovens de escolas públicas; pontos de reciclagem de óleo de cozinha em escolas; apadrinhamento de creche em bairro carente com donativos e orientação financeira a pais e profissionais; e campanha do lacre de latinhas de alumínio para compra de cadeiras de rodas.

 

“Inclusão Financeira da Mulher” - Já Carlos Antônio Soratto, colaborador da Cooperativa Sicredi Ouro Verde/MT, apresentou o projeto “Inclusão Financeira da Mulher”. A iniciativa surgiu após observação da presença feminina no agronegócio da região, visando estimular as mulheres para que tenham papel de protagonistas nesse importante setor da economia, trabalhar com mais igualdade e melhores condições e, consequentemente, proporcionar mais qualidade de vida para suas famílias. Desde seu início, em 2016, foram mais de 140 associadas atendidas e mais de R$ 5 milhões de crédito liberados, possibilitando que algumas delas aumentasse suas rendas em mais de 200%.

 

Cases - Os dois cases do Sicredi estão entre os cinco vencedores de todos os países participantes da Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito 2018. Os projetos apresentados no Wycup concorrem entre si e são avaliados por conselheiros do Woccu. Como prêmio, os ganhadores terão todas as suas despesas pagas na próxima edição do evento, em 2019, nas Bahamas. Agora, ambos os colaboradores do Sicredi pretendem ampliar e multiplicar as ideias para que mais cooperativas de crédito possam replicar o projeto em outras regiões do Brasil.

 

Iniciativa - “Essa premiação a dois projetos de iniciativa de colaboradores do Sicredi evidencia que estamos no caminho certo. Que, juntos, fazemos a diferença na vida das pessoas a nossa volta e cumprimos com a nossa missão de sermos uma instituição financeira cooperativa formada por pessoas que trabalham para pessoas, desenvolvendo comunidades e o espírito de colaboração", ressaltou o presidente da SicrediPar e da Central Sicredi PR/SP/RJ e membro do Conselho do Woccu, Manfred Alfonso Dasenbrock.

 

Apresentações - Outros cinco colaboradores do Sicredi também apresentaram projetos no Wycup e concorreram à premiação: Maria Leticia Toledo Bonzanin (Cooperativa Sicredi Espumoso/RS), Alyne Lemes (Cooperativa Sicredi Campos Gerais), Chalimar Ellwanger (Cooperativa Sicredi Noroeste/RS), Danielle Bitencourt (Cooperativa Sicredi Ibiraiaras/RS) e Clarice Brutscher (Cooperativa Sicredi Araxingu/MT).

 

He For She – Envolvendo os homens na Inclusão e Diversidade - No painel mais prestigiado do último dia de conferência, ocorrido em 18 de julho, sobre “Diversidade”, o Sicredi foi destaque mais uma vez. Nele, Dasenbrock teve a oportunidade de apresentar o trabalho realizado no Brasil para aumentar o poder das mulheres nas cooperativas de crédito filiadas ao Sistema. "Ao conscientizar os presidentes e diretores das cooperativas de crédito filiadas ao Sicredi sobre a importância do empoderamento das mulheres, estamos contribuindo para impulsionar o desenvolvimento de liderança femininas em nossa instituição financeira cooperativa. Este é o nosso esforço e compromisso", destacou.

 

Painel - Além de Dasenbrock, participaram também do painel Steven Stapp, que comenda a Unitus Community Credit, dos Estados Unidos; George Ombado, CEO da cooperativa Accosca, do Quênia; e Gadwin Handumon, CEO da Paglaum Multi Purpose Cooperative, das Filipinas.

 

Comitiva - Este ano, a comitiva do Sicredi teve a presença de 109 pessoas, entre dirigentes, executivos, colaboradores, associados e parceiros que representaram a instituição financeira cooperativa nos quatro dias de evento em Singapura. As inscrições da delegação do Sicredi na Conferência Mundial do Woccu contaram com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

UNIMED MARINGÁ: Idosos participam de ‘Bingoterapia’ nesta sexta-feira

 

unimed maringa 20 07 2018Cerca de 20 idosos, alunos do Espaço Viver Bem da Unimed Maringá, participam nesta sexta-feira (20/07) de uma ‘Bingoterapia’. A atividade faz parte de uma série de oito encontros que tem como objetivo promover a socialização. De acordo com Tatiane Fernanda da Silva Custódio, que organiza as atividades, é comum que os idosos passem muito tempo sozinhos, sem ter companhia para conversar, e muitas vezes ficam ociosos. “A demanda surgiu dos próprios alunos. Alguns deles vinham bem mais cedo para as aulas de funcional só para poder bater papo”, diz.

 

Dinâmica - Nos encontros anteriores os idosos fizeram uma dinâmica para se conhecer, tiveram aula da dança, fizeram roda de conversa e agora será a vez do bingo. “Bingo é uma brincadeira divertida que promove a interação. É uma forma de tirá-los de casa para um momento de descontração saudável”. (Imprensa Unimed Maringá)

 

CARNE SUÍNA: Exportações totalizam 278,3 mil toneladas no 1° semestre

 

carne suina 20 07 2018As exportações totais de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 278,3 mil toneladas entre janeiro e junho deste ano, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).  O volume embarcado foi 18,9% inferior ao obtido nos seis primeiros meses de 2017, quando foram exportadas 343,3 mil toneladas.

 

Receita - A receita das vendas acumulada pelo setor neste ano totalizou US$ 567,2 milhões, saldo 30,4% inferior aos US$ 814,7 milhões registrados no primeiro semestre de 2017.

 

Retração - Com 35 mil toneladas embarcadas, o desempenho das vendas em junho registrou retração de 45,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 64,1 mil toneladas.    Na comparação com maio, a diminuição chega a 26,6% (com 47,7 mil toneladas exportadas no quinto mês de 2018).

 

Receita mensal - A diminuição dos níveis dos embarques impactou a receita mensal das exportações em junho, que totalizou US$ 64,9 milhões, número 58,3% menor que os US$ 156 milhões registrados no sexto mês de 2017.  Em relação ao mês anterior, o desempenho de junho foi 30% menor (com 93 mil toneladas embarcadas em maio).

 

Bloqueios - “Os bloqueios nas estradas ocorridos nos 10 últimos dias de maio ampliaram os impactos registrados pelo setor com o embargo imposto pela Rússia desde dezembro de 2017, o que fica explícito quando comparamos os desempenhos de maio e junho.  Esperamos que esta retração se dissolva ao longo dos próximos meses, especialmente a partir de julho”, analisa Francisco Turra, presidente da ABPA.

 

Vendas - Mesmo com os impactos dos bloqueios nas estradas, as vendas de carne suína para a China permaneceram em alta neste semestre.  Ao todo, foram 69,8 mil toneladas exportadas no período, volume 170% superior às 25,8 mil toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado.

 

Hong Kong - atual principal destino das exportações de carne suína do Brasil – importou 79,3 mil toneladas no primeiro semestre, volume 12% acima do efetivado no mesmo período do ano passado, de 70,7 mil toneladas.

 

América do Sul - A América do Sul também se destacou nas importações do produto brasileiro ao longo do primeiro semestre.  O Chile incrementou suas compras em 40%, com total de 14,5 mil toneladas.  O Uruguai importou 18,1 mil toneladas, 25% acima do efetivado nos seis primeiros meses de 2017.  A Argentina – terceiro principal mercado para o Brasil – elevou suas compras em 11%, chegando a 19 mil toneladas. 

 

Continente africano - No Continente Africano, os principais destaques foram Angola, com 15 mil toneladas importadas no primeiro semestre (+8%) e África do Sul, com 3,1 mil toneladas (+495%). “Com as notícias disseminadas no mercado sobre a importação de trigo russo pelo Brasil e os esclarecimentos técnicos já realizados entre as partes, temos, agora, expectativas mais otimistas quanto à retomada dos embarques de carne suína brasileira para a Rússia”, analisa Turra. (ABPA)

 

Foto: Pixabay

 

AVICULTURA: Encontro Técnico Avícola será na próxima semana

 

avicultura 20 07 2018Representantes da cadeia da avicultura industrial se reúnem na próxima semana em Maringá (PR) para um dos mais importantes eventos do calendário do setor, no país: a 9ª edição do Encontro Técnico Avícola. Promovido pela Integra e o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), o Encontro será realizado de terça-feira (24/07) a quinta-feira (26/07), a partir das 8h, no Centro de Eventos Vivaro. 

 

Público - A expectativa é reunir centenas de participantes, entre dirigentes e técnicos de empresas, indústrias e cooperativas, especialistas de instituições de pesquisa, lideranças e estudantes. As inscrições para quem não fez antecipadamente pela internet (o prazo expirou no dia 17) podem ser efetuadas na recepção do Encontro. O Centro de Eventos Vivaro (ex-Excellence) está situado na Avenida Virgílio Manilia, 21784 - Jardim Ouro Cola, tel. (44) 3262-9986.  

 

Exposição - Em paralelo à plenária, haverá uma feira com apresentação de produtos e serviços para o setor, com a presença de mais de 30 empresas fornecedoras.  

 

Arnaldo Jabor - A agenda de palestras e debates inicia às 9h mas a abertura oficial do Encontro Técnico Avícola será às 18h30 de terça-feira com solenidade seguida de palestra a cargo do convidado especial, o comunicador Arnaldo Jabor, que vai discorrer sobre o tema Momento Econômico Brasileiro. 

 

Serviço - Informações sobre a grade de palestras podem ser obtidas no site www.integra.agr.br/encontrotecnicoinscricao. O evento é organizado pela empresa CREventos. Mais informações pelo fone (44) 3031-2057. (Flamma Comunicação)

 

ANP: Agência descarta periodicidade mínima para reajuste de combustíveis

 

anp 20 07 2018A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) não adotará medida estabelecendo periodicidade mínima para os reajustes de preço dos combustíveis na etapa de produção ou nos demais elos da cadeia de abastecimento. A informação foi dada nesta quinta-feira (19/07), no Rio de Janeiro, pela ANP, que pretende elaborar resolução a ser submetida à consulta e audiência pública, estabelecendo mecanismos de aumento da transparência na formação dos preços dos combustíveis no país.

 

Decisão - A decisão baseou-se nos resultados da Tomada Pública de Contribuições (TCP) sobre a conveniência de estabelecer periodicidade mínima para repasse dos reajustes de preços de combustíveis, divulgados hoje (19). A TPC foi realizada pela ANP de 11 de junho a 2 deste mês e recebeu 179 e-mails que resultaram em 146 manifestações de diferentes públicos, entre os quais consumidores finais (77), revendedores (16), transportadores (13), consultores (12), e distribuidores (10).

 

Audiência pública - De acordo com a ANP, a resolução que será submetida à consulta e audiência pública estabelecerá ainda que as empresas não devem instituir periodicidade fixa para reajustes, nem divulgar os preços médios regionais ou nacionais, mas os efetivamente praticados em cada ponto de entrega”. O texto recomendará ainda que produtores e demais elos da cadeia de abastecimento não divulguem antecipadamente a data de seus reajustes de preços.

 

Monopólio - A ANP defende mais competitividade na área de refino no Brasil e, nesse sentido, deverá informar o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre a necessidade de “avaliação da estrutura de refino no Brasil, buscando identificar proposição de medidas que estimulem a entrada de novos atores no segmento e ampliem a concorrência com efeitos benéficos aos preços de venda ao consumidor”.

 

Sugestões - A agência pretende também encaminhar aos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia as sugestões referentes à adoção de mecanismos tributários que amorteçam os reajustes dos preços dos combustíveis, informou a assessoria de imprensa do órgão. (Agência Brasil)

 

IBGE: Prévia da inflação desacelera em julho, mas é recorde para o mês

Com os efeitos da paralisação dos caminhoneiros no fim de maio começando enfim a se dissipar, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial do país, desacelerou para 0,64% em julho, de 1,11% verificado no mês anterior, informou nesta sexta-feira (20/07) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Julho - O índice de julho ainda superou, contudo, o registado em julho do ano passado (-0,18%). E foi também o maior para o mês desde 2004 (0,93%). Desta forma, a inflação acumulada em 12 meses acelerou firmemente: de 3,68% em junho para 4,53% em julho. No acumulado do ano, o avanço é de 3%.

Leitura - A leitura do IPCA-15 de julho ficou abaixo da média de +0,73% das estimativas obtidas pelo Valor Data com 28 consultorias e instituições financeiras. Ficou também levemente abaixo do piso das projeções. O intervalo das estimativas ia de alta de 0,65% até 0,84%. Para o acumulado em 12 meses, os analistas previam inflação de 4,62%.

Acumulado - Com o resultado de junho, a prévia da inflação oficial acumulada em 12 meses ficou próxima ao centro da meta de inflação do governo, de 4,5%. A meta tem um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual, para mais ou para menos. Mas vale lembrar que a referência para o cumprimento da meta é o IPCA “cheio” do fim do ano.

Variação - O IPCA-15 mediu a variação de preços coletados de 14 de junho a 12 de julho de 2018. O indicador se refere ao padrão de consumo de famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.

Difusão- O chamado Índice de Difusão, que mede a proporção de itens que tiveram aumento de preços no período, recuou para 54,2% em julho segundo cálculos do Valor Data. Assim, o percentual da cesta com inflação positiva devolveu parte do repique registrado em junho, quando a alta de preços se espalhou por 66% dos itens, vindo de 47,9% em maio.

Voláteis - Sem alimentos, grupo considerado um dos mais voláteis, o indicador recuou, de 60,2% em junho para 53,1% neste mês, retornando ao mesmo percentual de abril. (Valor Econômico)

ECONOMIA: PIB de oito Estados deve recuperar nível pré-crise em 2019

 

Apesar da lenta recuperação da economia do país, o Produto Interno Bruto (PIB) de oito das 27 unidades da federação deve recuperar o nível pré-crise ao fim de 2019. Além de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, puxados pelo bom desempenho agropecuário, estão na lista cinco estados do Norte e Santa Catarina. Nenhum deles, portanto, das regiões Sudeste e Nordeste.

 

Cálculos - Os cálculos são dos economistas Adriano Pitoli e Camila Saito, da consultoria Tendências, que estimaram os desempenhos regionais do período 2016-2019.

 

Antecipação dos números - O estudo busca antecipar os números oficiais do PIB por unidade da federação, divulgados pelo IBGE com três anos de defasagem em relação às Contas Nacionais. Os últimos dados oficiais estaduais referem-se a 2015.

 

Taxas positivas - Uma boa notícia do estudo é que todas as 27 unidades da federação devem exibir taxas positivas neste e no próximo ano, um espalhamento inédito desde 2011, quando a economia nacional cresceu 4%. A consultoria prevê crescimento do PIB nacional em 1,7% em 2018 e de 2,9% em 2019. Os cenários consideram a vitória nas eleições de um candidato a presidente comprometido com as reformas.

 

Safra de soja - A safra de soja deve bater recorde neste ano e impulsionar Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que devem ter crescimento de 3,7% e 2,2% do PIB, respectivamente. A agropecuária também promete ser mais generosa em Roraima e em Rondônia, contribuindo para alta de 3,2% do PIB de cada um deles. Essas quatro Estados devem acelerar ainda mais no ano que vem e recuperar o nível anterior à crise.

 

Santa Catarina - O PIB de Santa Catarina, por sua vez, pode crescer 2,8% neste ano e 3% em 2019, segundo os cálculos da Tendências. Esse crescimento será promovido pela indústria, com destaque para os segmentos de alimentos (carnes e aves) e bens de capital. “As vendas do comércio também têm desempenho favorável no Estado, que vai ser o único do Sul a recuperar o nível pré-crise em 2019”, diz Camila.

 

Norte - Na região Norte, além de Roraima e Rondônia, a consultoria chama atenção para o crescimento projetado de 3,2% e 5,4% do Estado do Pará. Em 2019, o PIB local estará 11,3% acima do nível verificado em 2014, ano em que a recessão começou, mas que ainda registrou crescimento. Isso é explicado pelo aumento da produção de minério de ferro, com destaque para o projeto S11D, da Vale, maior empreendimento da história da mineradora.

 

São Paulo - Mais sensível aos ciclos econômicos, São Paulo tem potencial para crescer 2,4% e 3,3% neste ano e em 2019, respectivamente, ritmo superior ao projetado para a média nacional. O desempenho previsto tem entre suas premissas a maior produção de automóveis e bens de capital. “O Estado não recupera o nível de antes da crise já em 2019 por causa dos números ainda fracos da construção civil, atividade que tem peso relevante”, disse Pitoli.

 

Piores desempenhos - Das 27 unidades da federação, os piores desempenhos projetados pela consultoria estão numa faixa do litoral brasileiro que se estende do Rio Grande do Norte até o Rio de Janeiro, abrangendo, portanto, quase a totalidade dos Estados da região Nordeste. Em 2019, o PIB de Alagoas e Sergipe, por exemplo, ainda estarão 8,4% e 7,8% abaixo do nível verificado antes da crise.

 

Rio e Pernambuco - Segundo Pitoli, Rio de Janeiro e Pernambuco percorreram uma trajetória semelhante nos anos que antecederam a recessão econômica do país — ambos receberam pesados investimentos estatais, especialmente da Petrobras, com importante injeção de recursos do BNDES. E também teriam sofrido uma “ressaca dramática“ da falta desses recursos durante a recessão.

 

Trajetória - Daqui para frente, a trajetória do Rio e de Pernambuco pode ser bastante diferente, na avaliação da Tendências. A economia fluminense tende a ser ajudada pelo aumento da produção de petróleo da Bacia de Santos, com reflexos na arrecadação de royalties e no consumo de bens e serviços. O PIB do Rio de Janeiro cresceria, desta forma, 3,6% em 2019.

 

Indutor - Pernambuco, porém, não teria um indutor claro de retomada. A 4E Consultoria também calcula crescimento do PIB de todos os 26 Estados mais o Distrito Federal em 2018, mas tem estimativas menos dispersas do que a Tendências. A projeção mais otimista é para São Paulo, com alta de 2,5%, principalmente por causa da recuperação industrial. A projeção para a indústria paulista é de crescimento de 3,8%.

 

Destaque - Como a Tendências, a 4E destaca positivamente o desempenho de Santa Catarina, para qual calcula expansão de 2,1% em 2018. O mercado de trabalho do Estado apresenta, por exemplo, bons números, como a menor taxa de desemprego (6,5%) entre todas as 27 unidades da federação. “Pelo terceiro trimestre consecutivo, o crescimento de Santa Catarina despontou na região (Sul)”, diz o relatório, citando as altas em 2017 do PIB (1,5%), agropecuária (10%), indústria de transformação (3,3%) e comércio (9,8%) catarinenses.

 

Oito estados - Já o Santander calcula crescimento “forte” (acima de 2%) para oito Estados em 2018. São todos das regiões Sul e Centro-Oeste, além de São Paulo e Amazonas. O Sudeste e o Norte, por sua vez, devem ter desempenho heterogêneo. Apesar do cenário favorável para São Paulo e Amazonas, a tendência é que outros Estados dessas regiões tenham crescimento “moderado” (de 1% a 2%) ou “fraco, estabilidade ou queda” (de 1% a -1%). O pior desempenho deve ficar para o Nordeste.

 

Outros desempenhos - Nos cálculos do banco, quatro Estados da região devem ter crescimento “moderado” e cinco devem ter crescimento “fraco, estabilidade ou queda”. “É uma região em que, na média, o desemprego ainda está alto”, diz Rodolfo Margato, economista do Santander. No primeiro trimestre, dos seis Estados com maior taxa de desemprego, cinco (Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco e Maranhão) estão no Nordeste.

 

Metodologia própria - O Itaú, por sua vez, criou uma metodologia própria para calcular todos os meses o Produto Interno Bruto (PIB) dos 26 Estados e do Distrito Federal, com base em pesquisas setoriais do IBGE e dados de emprego.

 

Acumulado - Em dezembro de 2017, no acumulado de 12 meses, eram dois Estados com contração moderada da atividade, 11 com variação considerada neutra e 14 com crescimento moderado. Quatro meses depois, os números já eram substancialmente melhores. Em abril, havia dez Estados com variação considerada neutra, 16 com crescimento moderado e um com crescimento intenso (Maranhão, com 8,8%). Além disso, nenhuma das entidades da federação apresentava retração, na metodologia do banco. 

 

Retomada - “De maneira geral, percebemos que a atividade já está sendo retomada na maior parte dos Estados”, diz Paula Yamaguti, economista do Itaú. “A recuperação está vindo, em diferentes ritmos, mas todos os Estados apresentaram evolução em relação ao ano passado.”

 

Todas as regiões - Segundo a 4E, houve crescimento de todas regiões do país neste ano, em relação aos últimos três meses de 2017. A expansão foi liderada pelo Norte (2,1%), seguido por Nordeste (1,1%), Sul (0,7%), Sudeste e Centro-Oeste (ambas com 0,2%). (Valor Econômico)

 

economia mapa 20 07 2018

LIVRE COMÉRCIO: Sem consenso, acordo entre Mercosul e UE terá nova etapa de negociação

 

livre comercio 20 07 2018Daqui a um mês, os ministros do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) e os comissários europeus de Comércio e Agricultura se reunirão novamente, em Montevidéu (Uruguai). Será mais uma rodada de negociações de alto nível em torno dos termos para o acordo entre o bloco e União Europeia. Até lá, seguem as discussões em nível técnico.

 

Nova etapa - A nova etapa de reuniões foi marcada pela tentativa de avançar os termos do acordo, após os ministros concluírem nesta quinta-feira (19/07) uma série de conversas, em Bruxelas (Bélgica). As tratativas ocorrem há quase 20 anos.

 

Representantes brasileiros - Representando o Brasil participaram dos dois dias de reuniões os ministros das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge.

 

Avanços - A comissária europeia de Comércio, Cecilia Malmström, disse que foram registrados avanços. “Estamos realizando bons progressos. Estamos tratando sobre algumas questões muito difíceis. Há ainda uma longa lista sobre a qual é preciso trabalhar”.

 

Carta - Na terça-feira (17/07), representantes das indústrias do Brasil e da Alemanha assinaram uma carta em que defendem a conclusão do acordo comercial e afirmam existir condições políticas favoráveis. O documento foi assinado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), Federação das Indústrias Alemã (BDI) e pelo Conselho da Indústria Alemã para a América Latina (LADW).

 

Temas - Nas reuniões, os acordos comerciais entre os dois blocos giram em torno dos temas relativos à carne bovina, ao açúcar e ao etanol. Mais recentemente entrou em discussão a solicitação da União Europeia para reduzir o percentual das tarifas de importação de automóveis produzidos pelos países do Mercosul. (Agência Brasil, com informações da Agência EFE)

 

INTERNACIONAL: UE prepara nova lista de retaliação a produtos dos EUA

 

internacional 20 07 2018A comissária para o Comércio da União Europeia (UE), Cecilia Malmstrom, disse que o bloco europeu está preparando uma lista de produtos americanos que podem ser sobretaxados caso os Estados Unidos imponham tarifas sobre automóveis europeus. No entanto, Cecília espera que uma missão da UE, que viajará a Washington no dia 25 de julho com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, alivie as disputas comerciais transatlânticas.

 

Conversas centradas - O objetivo da viagem, segundo a comissária, é manter conversas centradas no comércio com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

 

Em vigor - No dia 1.º de junho, entrou em vigor a sobretaxa imposta pelo governo americano às importações de aço da UE, México e Canadá, alguns dos principais aliados dos americanos. Na quarta-feira, por sua vez, a UE anunciou medidas de salvaguarda provisórias sobre as importações de aço para evitar que o produto de outros países siga para o mercado do bloco, como resultado das tarifas americanas.

 

Ameaça - Agora, em mais um capítulo da chamada guerra comercial, o governo Trump está ameaçando estender as mesmas tarifas impostas para o alumínio e o aço para carros e autopeças do bloco europeu.

 

Saudável - Cecilia disse que a indústria automobilística dos EUA é saudável e que ninguém envolvido no setor pediu tarifas. “Estamos preparando com nossos Estados-membros uma lista de medidas de reequilíbrio também. Deixamos isso bem claro para nossos parceiros americanos”, disse Cecilia em uma conferência organizada, em Bruxelas, pelo German Marshall Fund dos Estados Unidos.

 

Críticas - A administração Trump está recebendo muitas críticas de fabricantes de automóveis e governos estrangeiros por considerarem a imposição de tarifas de até 25% em carros e peças importadas, em meio a preocupações de que a medida aumentaria os preços dos veículos e prejudicaria as vendas e os empregos no setor.

 

Investigação - O governo abriu uma investigação em maio sobre se os carros e peças importadas representavam um risco à segurança nacional dos EUA e realizou uma audiência sobre o inquérito ontem, coletando o testemunho de grupos comerciais do setor automobilístico, governos estrangeiros e outros.

 

Cedo - O secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, disse na audiência que é “muito cedo” para dizer se Trump imporia as tarifas. Ele disse que a audiência visava a determinar “se a ação do governo é necessária para garantir a viabilidade da produção doméstica dos EUA”.

 

Devastadora - A embaixadora do Canadá nos EUA, Kirsten Hillman, disse durante a audiência que a imposição de tarifas sobre importações canadenses seria “devastadora” para o setor de automóveis americano e que o Canadá responderia de “maneira proporcional” se as tarifas fossem impostas.

 

Preço - Um grupo representando grandes montadoras de carros disse ao Departamento de Comércio que a imposição de tarifas sobre carros e peças importados aumentaria o preço de veículos nos EUA em US$ 83 bilhões por ano e custaria centenas de milhares de empregos.

 

Desastre - A comissária europeia enfatizou que “não há vencedores” em uma guerra comercial, além de advertir que tarifas dos Estados Unidos sobre carros europeus seriam “um desastre”.

 

Desafios - Cecilia comentou ainda que tentou persuadir os americanos, sem sucesso, de que a Europa não é a fonte do problema relacionado à decisão do governo Trump de impor tarifas às importações de aço e alumínio. “Pelo menos em aço e alumínio, o mundo enfrenta inegavelmente desafios como resultado do excesso de capacidade global – a raiz desse problema é a China”, argumentou. “Mas medidas similares sobre os carros seriam desastrosas.”

 

Valor - As exportações da UE de aço e alumínio sujeitas às tarifas dos EUA representam ¤ 6,4 bilhões por ano, enquanto as de carros e partes de veículos superam ¤ 50 bilhões a cada ano.

 

Mercado - Nos Estados Unidos, as bolsas encerram o pregão em baixa dando atenção às tensões comerciais envolvendo os Estados Unidos, além de balanços corporativos mornos. De forma breve, os principais índices chegaram a reduzir as perdas depois que o presidente Donald Trump questionou o aumento das taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano), mas as tensões comerciais continuaram a pesar. O índice Dow Jones fechou em baixa de 0,53%, aos 25.064,50 pontos; o S&P 500 recuou 0,40%, para 2.804,49 pontos; e o Nasdaq baixou 0,37%, para 7.825,30 pontos. (Agências Internacionais / O Estado de S.Paulo)

 

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: Conselho propõe ao governo regras para o mercado de carbono

 

desenvolvimento sustentavel 20 07 2018O Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) entregou nesta quinta-feira (19/07) ao ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, uma proposta para a criação e formatação do mercado de carbono no Brasil. De acordo com a presidente do CEBDS, Marina Grossi, é papel do governo estruturar, regulamentar e estabelecer a governança necessária para esse mercado.

 

Tema central - A precificação do carbono é um dos temas centrais nos debates sobre as mudanças climáticas e, segundo Marina, 25% das emissões globais são cobertas por precificação. Esse mercado já é regulamentado na União Europeia e em países como Chile, Colômbia, México e Canadá, disse a presidente do CEBDS.

 

Oportunidade - “Não queremos que o Brasil, que tem vantagens comparativas, perca essa oportunidade”, alertou, explicando que estabelecer esse mercado é uma grande vantagem de competitividade e que vai favorecer o desenvolvimento econômico do país.

 

Diálogo construtivo - Para Marina, o diálogo vem sendo construtivo e a proposta foi bem recebida pelo Ministério da Fazenda. Também participaram da reunião com o ministro Guardia os CEOs da Siemnes, André Clark; da Vestas, Rogério Zampronha; e da Shell, Andre Lopes de Araujo.

 

Pontapé inicial - Para Clark, esse é o pontapé inicial de uma implementação de longo prazo, que transcende governos. “Quando o Estado coloca formas claras, diretivas e ambiciosas sobre a questão do carbono, ele dá a direção inspiracional para a indústria. A inovação vai ser feita por aí. Esse pontapé inicial que está acolhido pode disparar toda a construção da economia de baixo carbono no Brasil, através de regras de mercado”, disse.

 

Redução da emissão de gases - A expressão mercado de carbono se refere às iniciativas de comercialização de créditos de redução de emissão dos gases de efeito estufa, conhecidos como créditos de carbono. A ideia central é que a comercialização desses créditos estimule a mitigação das mudanças climáticas e a diminuição da emissão global de gases de efeito estufa. Ou seja, ao fazer a redução de suas emissões, os créditos de carbono podem ser comercializados pelo setor privado. Também há países que cobram impostos sobre a emissão de gás carbônico.

 

Compromisso - Ao ratificar o Acordo de Paris, negociado durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2015, o Brasil assumiu o compromisso de reduzir suas emissões de gás carbônico em 37% em relação às emissões de 2005. A data limite para isso é 2025, com indicativo de reduzir 43% das emissões até 2030. Para o CEBDS, precificar o carbono pode ajudar o país a estabelecer uma economia de baixo carbono e alcançar essa meta.

 

Recomendação - Durante o encontro, foi apresentado o estudo “Precificação do Carbono na Indústria Brasileira: Uma Iniciativa Estratégica”, que recomenda a implementação do mercado de carbono no Brasil de forma gradual. Para isso, sugere o estudo, é preciso proteger a competitividade das empresas, sendo necessária uma fase inicial de compromisso de 5 anos, com a concessão de licenças gratuitas, isenção de impostos e preço teto de US$ 10 por tonelada de gás carbônico, por exemplo. (Agência Brasil)

 

CIBIOGÁS: Nota técnica orienta a produção de biogás a partir de dejetos de suínos

 

cibiogas 20 07 2018O Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás publicou, nesta quinta-feira (19/07), uma Nota Técnica sobre a Produção de Biogás a partir da biodigestão de dejetos suínos em fase de terminação. A Nota Técnica vai ao encontro com a premissa do Centro, de disseminar o conhecimento sobre energias renováveis. O documento foi elaborado pela equipe das áreas de Tecnologia & Inovação, em parceria com a equipe do Laboratório e tem a finalidade de orientar, fornecer dados e metodologias adequadas para futuros projetos, estudos e outras iniciativas com o Biogás no Brasil, especialmente no agronegócio.

 

Dados regionalizados - O objetivo da nota é fornecer dados regionalizados de produção de Biogás, de acordo com categorias animais, no Oeste do Paraná. Todos os dados foram obtidos por meio de ensaios de produção de metano, realizados no Laboratório do CIBiogás, além do monitoramento sistemático de unidades produtivas da região.

 

Referências - De acordo com o gerente da área de Tecnologia & Inovação, Felipe Marques, a iniciativa é muito importante pois “as referências técnicas regionais são importantes para o planejamento de projetos em biogás. Os resultados financeiros do projeto estão diretamente ligados à produção de biogás. Dados regionais são essenciais para os estudos de viabilidade de projetos”.

 

Sobre o Cibiogás - O Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás é uma instituição científica, tecnológica e de inovação especializada em consultoria, compartilhamento de conhecimento e análises laboratoriais em energias renováveis, com ênfase no biogás. A instituição também promove o desenvolvimento de projetos e políticas públicas ligadas ao tema, com o objetivo de incentivar a geração de energia elétrica, térmica e biocombustível – por meio do Biogás – de uma maneira sustentável e renovável. (Assessoria de Imprensa do Cibiogás)

Para acessar a nota clique aqui.

 

CLIMA: Geada, frio e clima seco: o que esperar dos próximos dias no Paraná?

 

clima 20 07 2018Com algumas regiões sem chuva há um mês no Paraná, o estado deve continuar com clima seco nos próximos dias. Para piorar a situação da agricultura, há o risco de formação de geadas, mesmo que fracas, especialmente no Sul do estado.

 

Resfriamento do ar - As informações são do meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Luiz Renato Lazinski. A probabilidade de resfriamento do ar é confirmada pelo Alerta Geada do Simepar, que prevê para domingo “declínio da temperatura nas regiões sudoeste e centro-sul do Paraná, com pequena chance para a formação de geadas fracas, em áreas protegidas do vento (vales) nestes setores”.

 

Massa de ar - “Sábado teremos uma massa de ar frio forte entrando no Sul do Brasil. Deve fazer muito frio no Rio Grande do Sul, com chance de geadas restritas ao Centro Sul do Paraná, entre domingo e segunda-feira, em regiões mais altas”, reforça Lazinski. Ele destaca ainda que outra massa de ar frio deve chegar ao Sul e Sudoeste paranaense no final do mês.

 

Estiagem e agricultura - O especialista destaca que o clima deve continuar favorável ao atual período de colheita do milho safrinha, com tempo aberto. “Até o final do mês não há previsão de chuva significativa”, afirma. Por outro lado, o desenvolvimento do trigo pode sofrer ainda mais com a estiagem. Há pouco mais de um mês, a evolução do milho nas lavouras já havia sido prejudicada pela falta de chuvas.

 

Café - Já as áreas de produção de café no Paraná, ao Norte, estão a salvo - pelo menos por enquanto, sinaliza Lazinski. Mas ele lembra que o período de probabilidade de formação geadas no estado segue em agosto e vai até o início de setembro. (Gazeta do Povo)

 


Versão para impressão


RODAPE