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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4372 | 17 de Julho de 2018

FORMAÇÃO: Sistema Ocepar promove capacitação em educação política para agentes de cooperativas

Teve início na manhã desta terça-feira (17/07), no auditório do Sistema Ocepar, em Curitiba, o Programa de Educação Política parana.coop+10 que visa capacitar agentes de cooperativas  com o objetivo de sensibilizar as pessoas para um voto mais consciente e responsável nas próximas eleições. A capacitação, que vai até amanhã, tem a participação de 56 profissionais de cooperativas paranaenses de vários ramos, especialmente agropecuárias, de crédito, saúde e de transporte. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e a gerente de Relações Institucionais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Fabíola Nader, abriram o evento, que ainda contou com a presença do presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Osmar Serraglio, e do superintendente do Sindicato e Organização das Cooperativas de Santa Catarina (Ocesc), Neivo Luiz Panho. O reitor da Universidade Positivo, professor Pio Martins, falou sobre “Cenário Econômico e Político Nacional”.  Também estiveram presentes os superintendentes Robson Mafioletti, da Ocepar, Nelson Costa, da Fecoopar, Leonardo Boesche, gerentes,  coordenadores e assessores do Sistema Ocepar.

Etapa – Ricken afirma que o objetivo do programa é apoiar a eleição de parlamentares realmente compromissados com as causas cooperativistas, a partir de estratégia de educação política, por meio de rede de comunicação em cada unidade das cooperativas, para identificar candidatos sintonizados com o setor. Com isso, a intenção é “apoiar as pessoas que apoiam o cooperativismo”, pontua o presidente do Sistema Ocepar, alegando que isso traz benefícios para toda a sociedade. Neste sentido, ele argumenta que, no Paraná, mais de 1,5 milhão de pessoas estão envolvidas diretamente com o cooperativismo. Indiretamente, estima que um terço da população estadual tenha alguma relação com o setor.

Importância – Ricken pondera que o momento exige que a sociedade cooperativa se organize ainda mais. “Em síntese, é a conscientização do que a sociedade pode fazer para termos um país melhor. E o ano é esse. Então, nós vamos levar informações às cooperativas e seus cooperados, para que possam votar conscientemente nas melhores propostas. Essa é a intenção”, enfatiza.   

Rede – O dirigente diz ainda que no evento irão ser discutidas estratégias para que as informações cheguem a todos, desde cooperados e seus familiares, funcionários e família, até o círculo de amigos, criando uma rede interna nas unidades por meio do whatsapp.  “Com isso, é possível fazer com que as informações cheguem mais rapidamente até as pessoas que precisam tomar as decisões”, explica.

Horizonte – Segundo a gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabíola Nader, a intenção da mobilização da entidade com vistas às eleições deste ano está sintonizada com o objetivo de se ter um país mais cooperativo, o que se obterá por meio da identificação e eleição “de candidatos que tenham compromisso com a causa cooperativista”. Nesse sentido, acrescenta que a alternativa é estimular o voto consciente. “A gente sabe que a população está frustrada com o sistema político brasileiro e, muitas vezes, acha que tem de se afastar do processo eleitoral, quando, na verdade, este é o momento de a gente construir o Brasil cooperativo que desejamos. Por isso, é preciso votar em candidatos que tenham compromisso com a nossa causa. Se queremos um Brasil mais cooperativos, com os mesmos princípios e a ética que nós temos, então precisamos eleger candidatos que tenham esse mesmo pensamento”, argumenta.  

Pauta – O Programa de Educação Política prossegue, às 13h30, com a palestra “Marketing Político e Pesquisa Eleitoral”, com o professor  e diretor executivo do Grupo Datacenso, Cláudio Shimoyama, e “Neuromarketing Digital”, com o professor e  conferencista Marcelo Peruzzo. A programação tem continuidade nesta quarta-feira (18/07) com as palestras “Legislação Eleitoral”, com Fabíola Nader, gerente de Relações Institucionais da OCB; “Importância da Representação Política”, com o presidente da Frecoop, Osmar Serraglio, e “Estruturação e Coordenação de Redes Sociais”, com Tomas Sparano. O encerramento do evento será feito pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, às 12 horas.{vsig}2018/noticias/07/17/parana_coop/{/vsig}

   

 

DIA C: Vídeo mostra como foi o Dia de Cooperar em Curitiba

destaque dia c 17 07 2018-01Um vídeo feito pela produtora Realiza mostra como foi a celebração do Dia C – Dia de Cooperar, no dia 30 de junho, em Curitiba. O evento ocorreu no Parque dos Tropeiros, no bairro Cidade Industrial de Curitiba (CIC), com a participação de mais de 350 voluntários distribuídos em 17 tendas, com ações de educação, saúde, bem-estar e lazer, para todas as idades. Cerca de 5 mil pessoas passaram pelo local ao longo do dia e, juntamente com os voluntários e cooperativistas, comemoram um movimento que muda milhares de vidas todos os anos. Para a população do bairro CIC, que representa 10% do total do município, foi uma forma de reativar o parque, fechado desde 2012.

Promoção - Na capital paranaense, o evento foi organizado pelo Sistema Ocepar, entidade que representa o setor cooperativo no Estado, e pelas cooperativas Aurora, Dental Uni, Sicoob Metropolitano, Sicredi Campos Gerais, Sicredi Integração, Sicredi Crednoreg, Sicredi Medicred, Unimed Paraná e Unimed Curitiba. Este ano, a ação teve o apoio da Unicic – União das Associações dos Moradores da Cidade Industrial de Curitiba, Sanepar e Prefeitura de Curitiba.

O Dia C - O Dia C é um movimento de responsabilidade social do cooperativismo brasileiro que tem por objetivo estimular a realização de projetos socioambientais contínuos e estruturados que promovam transformação, em alinhamento com os objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Para dar visibilidade a esse movimento, uma vez por ano uma grande ação é realizada simultaneamente em todo o Brasil. Por um dia inteiro, cooperativas e milhares de voluntários promovem ações sociais e ambientais em locais públicos com o intuito de celebrar o cooperativismo.

Clique aqui para acessar o vídeo sobre o Dia C em Curitiba

 

 

FRIMESA: Secretário do Mapa discute melhorias com cooperativas do Oeste do Paraná

 

O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento — Mapa, Luís Eduardo Rangel, acompanhado pela auditora fiscal do SIPOA/PR, Caroline Del Negri de Oliveira, e pelo deputado federal, Evandro Roman, esteve reunido com as cooperativas do Oeste do Paraná em 12 de julho. O encontro aconteceu em Medianeira, na sede da Frimesa. Na pauta estiveram assuntos relativos ao Serviço de Inspeção Federal, atualização tecnológica, sanidade, exportações entre outros.

 

Soluções- Muito solícito, Rangel se colocou à disposição das cooperativas quanto a trazer soluções que dinamizam o setor produtivo de carnes. Participaram da reunião as cooperativas Frimesa, Lar, Copacol, C.Vale e Coopavel – representada pela diretoria e equipe técnica. (Imprensa Frimesa)

 

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C.VALE: Planejamento que garante resultados

 

cvale 17 07 2018O intervalo entre a colheita de inverno e o plantio da safra de verão é o período ideal para o produtor se planejar e solicitar junto à C.Vale os serviços de agricultura de precisão. Os associados da cooperativa que adotaram os serviços em suas lavouras de soja conseguiram ganhos expressivos de produtividade em relação à média de seus estados. No caso do Paraná, onde muitas regiões já possuem solos naturalmente mais férteis, o aumento médio chegou a 10%, um ganho mais do que suficiente para bancar o investimento. A grande diferença que o serviço oferece em relação ao sistema convencional de produção está no mapeamento do solo, explica Rafhael Crema, responsável pela agricultura de precisão da C.Vale.

 

Agendamento - De acordo com Crema, mesmo que as janelas entre colheita e plantio estejam cada vez mais curtas é importante que o produtor faça o agendamento para obtenção de amostras, visando o plantio seguinte. “Com as informações sobre as condições do solo, o produtor pode se planejar para aplicar os corretivos na medida exata da necessidade de cada talhão. O custo médio do serviço é de uma saca de soja por hectare”, completa.

 

120 mil hectares - Acompanhando a contínua evolução tecnológica do campo, a C.Vale passou a oferecer aos associados, há poucos anos, o serviço de agricultura de precisão. A tecnologia tem como objetivo aperfeiçoar o uso dos insumos agrícolas, reduzir os impactos ambientais da produção e melhorar a gestão das propriedades, garantindo maior rentabilidade ao associado.

 

Mapeamento - O serviço já mapeou mais de 120 mil hectares, nos estados do Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Todas as amostras, coletadas por profissionais do Departamento Agronômico da cooperativa, são encaminhadas a um laboratório para análise. Posteriormente, os técnicos geram um conjunto de mapas com todas as características da propriedade. Com os dados em mãos, o produtor pode fazer ou solicitar o serviço de distribuição dos fertilizantes com taxa variável. (Imprensa C.Vale)

 

UNIUM: Moinho realiza workshop para clientes

 

Na última semana (entre os dias 10 e 12 de julho), o Moinho Herança Holandesa - uma das marcas que integram a Unium - realizou um workshop para convidados sobre o mercado de trigo e suas farinhas. Durante os três dias de evento, 25 parceiros dos mercados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, puderam trocar experiências com os organizadores e outros participantes.

 

Debates - Os clientes dos ramos da indústria de pães de forma, massas, pães franceses e biscoitos tiveram a oportunidade de debater sobre tendências do mercado, características da farinha de trigo, visão comercial, técnicas de industrialização, entre outros. Segundo Cleonir Ongaratto, coordenador de Negócios do Moinho de Trigo, o encontro teve como principal objetivo aproximar os clientes da empresa. “Vimos nesse evento uma oportunidade de equalizar os conhecimentos do Moinho e das indústrias. Existem muitas dúvidas de ambos os lados e a realização de ações como essa traz benefícios para todos os envolvidos”, declara.

Ao todo foram oito palestras realizadas colaboradores e profissionais da área, além de visitações na fábrica e na região.

 

Sobre a Unium - A Unium é a marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal e representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. As marcas reunidas pela Unium são reconhecidas pela qualidade e excelência, e entre elas está a Alegra. A Unium também conta com três marcas de lácteos: Naturalle - de produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium conta com a marca Herança Holandesa - farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22.000, o que a qualifica com elevados padrões de exigência. (Imprensa Unium)

 

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COOPAVEL: 1º Encontro de Matrizes será realizado dia 31 de julho

 

coopavel 17 07 2018A Coopavel agendou para o dia 31 de julho o 1º Encontro de Matrizes, que será realizado a partir das 8h na área onde todos os anos acontece o Show Rural Coopavel – BR-277, na saída para Curitiba. Cerca de 50 colaboradores do incubatório da cooperativa vão participar de uma programação que vai tratar sobre sanidade, higiene, organização de tarefas e integração. 

 

Finalidade - A finalidade do treinamento é oferecer acesso a informações que melhorem ainda mais a qualidade e o resultado dos serviços no setor, diz o presidente da Unicoop (Universidade Coopavel), Antonio Augusto Putini.

 

Palestra - Uma das atrações da programação do dia 31 será a palestra com Jardel Beck, de Florianópolis (SC), que falará sobre motivação. São parceiras da Coopavel na realização do encontro as seguintes empresas: Hipra, Bhring, Aviagem, COOB e Nutron. (Imprensa Coopavel)

 

SICREDI I: Sete projetos são inscritos em premiação na Conferência Mundial do Woccu

 

sicredi I 17 07 2018De 15 a 18 de julho, em Singapura, ocorre a Conferência Mundial do Woccu. Na edição 2018, o evento anual promovido pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu – World Council of Credit Unions) terá intensa participação do Sicredi, por meio de uma comitiva formada por 109 pessoas, entre dirigentes, executivos e colaboradores, que representarão a instituição financeira cooperativa. Um dos destaques do evento é o programa World Young Credit Union People (WYCUP). 

 

Iniciativas relevantes - O WYCUP é destinado a cooperativistas de até 35 anos, que tenham desenvolvido iniciativas de relevância econômica e social nas regiões onde atuam as cooperativas de crédito. Este ano, o Sicredi participa do programa com sete projetos inscritos, e o colaborador responsável por cada um destes cases concorrerá ao prêmio final, que dará direito ao vencedor de participar da próxima edição da Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito, prevista para 2019, com todas as despesas pagas. Além dos sete colaboradores responsáveis pelos cases que concorrem este ano, participarão os dois colaboradores do Sicredi premiados na edição de 2017.

 

Cases - Conheça, abaixo, cada um dos sete cases inscritos pelo Sicredi:

•“Educação Financeira: Qualidade de Vida para a Comunidade”, da colaboradora Maria Leticia Toledo Bonzanin da Cooperativa Sicredi Espumoso/RS. Em 2017, a cooperativa passou a atuar com educação financeira. O projeto tem como meta levar educação financeira para os jovens estudantes do 9º ano escolar do Ensino Fundamental, ensinando como economizar e poupar. Atualmente, o projeto é referência em educação financeira e, com ele, o quadro social da região onde atua a Cooperativa Sicredi Espumoso/RS está ainda mais consciente sobre o papel social que as cooperativas de crédito desempenham nas comunidades onde atuam.

•“Sustentabilidade: Atitude Consciente”, de Alyne Lemes, colaboradora da Cooperativa Sicredi Campos Gerais. O projeto surgiu com o foco de transformar lixo em algo sustentável e rentável. Alyne considerou o impacto que 1 litro de óleo tinha de contaminar 25 mil litros de água. Por isso, teve a iniciativa de criar o projeto que tem como temática transformar óleo de cozinha em detergente – 10% do material coletado vira detergente, que é doado para escolas e instituições filantrópicas. Para tanto, foram disponibilizados 24 pontos de arrecadação de óleo de cozinha, além de ação com cem parceiros. Como resultado, em 2017, foram coletados 30 mil litros, o que significa que o projeto salvou 1 bilhão de litros de água da contaminação.

•“Programa Acreditadores”, de Lucas Araújo dos Santos, colaborador da Cooperativa Sicredi Alta Noroeste/SP. A iniciativa integrada por agentes transformadores tem como lema “Mude o visual, inspire, conecte e faça caridade”. Há 20 “acreditadores” (participantes do projeto) e cerca de 200 funcionários envolvidos. Esses acreditadores deram vida a 14 projetos, em 12 municípios, impactando direta e indiretamente a vida de milhares de pessoas, como a reforma de uma maternidade, entidade ou escola; apoio a ex-moradores de rua e deficientes visuais, com venda de cartões postais por eles produzidos; adoção de lar de idosos com donativos e patrocínio de profissionais de saúde; amparo e lazer para crianças sob medidas judiciais protetivas; instalação de pontos de coletas de recicláveis; educação e orientação financeira para comunidade e jovens de escolas públicas; pontos de reciclagem de óleo de cozinha em escolas; apadrinhamento de creche em bairro carente com donativos e orientação financeira a pais e profissionais; e campanha do lacre de latinhas de alumínio para compra de cadeiras de rodas.

•“Sucessão Familiar Rural – Cultivando o Futuro”, do colaborador Chalimar Ellwanger, da Cooperativa Sicredi Noroeste/RS. O projeto foi criado a partir da observação do movimento de jovens que saem do campo e vão viver em centros urbanos. Focado na educação financeira, o intuído é mostrar a importância do agronegócio e apresentar opções de atuação para esses jovens nesse mercado. Em 2017, 265 jovens de sete escolas rurais de cinco municípios da região onde atua a cooperativa de crédito participaram do projeto, por meio de workshops ocorridos entre outubro e dezembro, compartilhando suas realidades e buscando alternativas sustentáveis.

•“Projeto Socioeducativo Mãos que Transformam”, de Danielle Bitencourt, colaboradora da Cooperativa Sicredi Ibiraiaras/RS. Com o objetivo de colocar em prática os princípios do cooperativismo e fazer o bem para crianças e adolescentes, em 2012 foi criado esse projeto socioeducativo. Participam da iniciativa crianças e adolescentes de 2 a 18 anos de abrigos do município de Lagoa Vermelha (RS). Nele, os abrigados frequentam semanalmente oficinais de artesanato e aulas de informática, que contribuem para a inserção dos participantes na sociedade.

•“Inclusão Financeira da Mulher”, de Carlos Antonio Soratto, colaborador da Cooperativa Sicredi Ouro Verde/MT.  O programa surgiu após observação da presença feminina no agronegócio da região. Tem como objetivo o estímulo às mulheres para que tenham papel de protagonistas no agronegócio, visando trabalhar com mais igualdade e melhores condições e, consequentemente, proporcionando mais qualidade de vida para suas famílias. Desde 2016, foram mais de 140 associadas atendidas e mais de R$ 5 milhões de crédito liberados, possibilitando que algumas delas aumentasse suas rendas em mais de 200%.

•“Cuidar para Crescer – Educação Financeira para Adolescentes e Jovens”, da colaboradora Clarice Brutscher, da Cooperativa Sicredi Araxingu/MT. Focado em jovens do 9º ano do Ensino Fundamental, com idade entre 15 e 16 anos, da rede pública, o projeto tem como meta ensinar o passo a passo da educação financeira. Durante 2017, 1.700 alunos participaram em 12 municípios. Atualmente, esses jovens atuam como multiplicadores do tema, transmitindo conhecimento para seus familiares e colegas. 

 

Diversidade e inclusão - Na edição deste ano da Conferência Mundial do Woccu, também acontece uma programação específica com foco em diversidade e inclusão, chamada de “Diversity & Inclusion (D&I) Lancheon”. O D&I é aberto a todos os públicos e engloba as inciativas ligadas ao WYCUP e ao Global Women's Leadership Network (GWLN). Dentro desse programa, junto aos Wycupers, as Peers, integrantes do Sister Society Brasil – um grupo de associadas do Sicredi que atua para melhorar a vida das pessoas a partir do trabalho das cooperativas de crédito – mais uma vez, fazem parte das atividades do GWLN), com outras mulheres do mundo todo envolvidas no tema.

 

Autoestima e liderança - Na oportunidade, Gisele Gomes, membro do Global Women's Leadership Network, abordará a “Autoestima e liderança: ferramentas de psicologia positiva”, em 17 de julho, e Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e secretário-geral do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, fará um painel sobre “Diversidade”, no dia seguinte. 

 

Ano passado - Como parte desse projeto desenvolvido pelo Sicredi, no ano passado a instituição cooperativa financeira teve um case vencedor no WYCUP: o “Chá das Bruxas”, evento que visa estimular a inclusão da mulher no ambiente corporativo, empoderando as mulheres a buscarem cargos de gestão e liderança na cooperativa de crédito e na comunidade. O “Chá das Bruxas” já envolveu mais de 1.800 mulheres de dois estados brasileiros e representou um aumento de 50% delas em cargos de liderança na cooperativa de crédito.

 

Woccu – World Council of Credit Unions - Promovida pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu, em sua sigla em inglês), a Conferência Mundial do Woccu ocorre anualmente e tem como foco a abordagem global sobre como melhorar a vida por meio das cooperativas de crédito. A Conferência é o principal evento mundial do segmento. As inscrições da delegação do Sicredi na Conferência Mundial do Woccu contaram com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)  

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI II: Pesquisa revela o perfil dos jovens empreendedores no País

 

sicredi II 17 07 2018Os tempos mudaram e, com isso, o comportamento do jovem que entra em fase adulta. Como alternativa na busca de oportunidades de trabalho e retorno financeiro, notou-se que muitos jovens optam pelo caminho de empreender e trabalhar com algo que gostam e acreditam. Estes jovens, ao sair das universidades se deparam com a dificuldade de entrada no mercado de trabalho e leva consigo, ao mesmo tempo, o sonho do seu lugar ao sol no âmbito profissional. Por isso, talvez, hoje um dos maiores desejos de muitas pessoas, entre 18 e 39 anos, seja ter seu próprio negócio.

 

Lançamento pesquisa - Atentos à essa tendência e com a missão de representar, integrar e inspirar os jovens empresários e suas organizações, com o intuito de fortalecer o ambiente empreendedor brasileiro, a Conaje (Confederação Nacional de Jovens Empreendedores) em parceria com o Sicredi, irá lançar a 3ª edição da Pesquisa Perfil do Jovem Empreendedor Brasileiro. 

 

Evento exclusivo - O lançamento da edição 2018 do Perfil do Jovem Empreendedor Brasileiro será nesta terça-feira (17/07), durante evento exclusivo em São Paulo.

 

Perfis - Jaime Basso, presidente do Sicredi, comentou que a pesquisa mostra sua importância por conseguir analisar diferentes perfis e regiões do Brasil. Além de abranger os aspectos do ambiente empreendedor e político-econômico do País e seus efeitos nas empresas. “Esse estudo encabeçado pelo Conaje funciona como um termômetro para a constatação da realidade vivida pelo jovem empreendedor. E nós do Sicredi, com base nas informações geradas pela pesquisa, firmamos também uma parceria para ir além e oferecer soluções financeiras para estes jovens empreendedores, que apoiam o desenvolvimento do País e das regiões onde atuam alavancando a economia e gerando mais empregos. Isso está totalmente alinhado ao nosso modelo de fazer negócios, ao propósito de marca e ao Cooperativismo”.

 

Fundamental - Para o presidente do Conaje, Guilherme Gonçalves, a pesquisa e a parceria com outras organizações é fundamental para apoiar estes empreendedores. “A pesquisa do perfil do jovem empreendedor brasileiro é um termômetro que nos mostra caminhos e aponta soluções para ações e projetos que a Conaje precisa se dedicar para impactar ainda mais o desenvolvimento do empreendedorismo no Brasil. O nossos associados e potenciais associados estão refletidos nos dados da pesquisa e, portanto, trata-se de instrumento de imensa relevância pra nossa organização. Agora temos que, com apoio de parceiros e organizações que acreditam no jovem empreendedor, usar esses dados para continuar transformando o cenário do empreendedor jovem no Brasil.”

 

A pesquisa - A pesquisa Perfil do Jovem Empreendedor Brasileiro é um estudo da Conaje que apresenta o raio X deste segmento no Brasil a cada dois anos, considerando seu perfil socioeconômico: idade, gênero, renda, escolaridade e, também, o perfil de suas empresas em relação à segmento, porte, faturamento, número de funcionários, investimento e maturação. Além disso, abrange os aspectos do ambiente empreendedor e político-econômico do País e seus efeitos nas empresas dos jovens, que também apontam seus principais desafios quanto à gestão e o cenário econômico. Em 2015, 5.060 jovens dos 27 estados brasileiros responderam às perguntas através de uma plataforma web e o estudo mostrou que, à época, o perfil do jovem empreendedor compreendia em sua maioria homens entre 26 e 30 anos, ensino superior completo, microempresário, com apenas uma empresa no nome e faturamento anual de R$ 60 mil a R$ 360 mil.

 

Sobre a Conaje  -Com atuação e representação em 26 estados brasileiros, a Conaje é uma entidade sem fins lucrativos que atua desde o ano 2000 no fomento ao empreendedorismo, fortalecimento, criação e manutenção de novas empresas – principalmente geridas por jovens -, na articulação e divulgação de práticas capazes de fortalecer a disseminação de novos e sólidos negócios no Brasil. Por meio de parcerias, trabalha também para o estabelecimento de políticas públicas e práticas institucionais que incluam os micros e pequenos empreendedores nas primeiras categorias de estratégias de desenvolvimento do País. Com foco ainda no jovem empreendedor, a Confederação realiza projetos, eventos e ações para desenvolver empreendedores e jovens líderes por meio de capacitação técnica e experiências diferenciadas, e facilitar a troca de informações e gerar conexões com o objetivo de promover oportunidades de negócios.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br .

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SERVIÇO:

Lançamento da pesquisa Perfil do Jovem Empreendedor Brasileiro 2018

Local: Agência Sicredi Av. Paulista

Av. Paulista, 923 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01310-100

Data e horário: 17 de julho de 2018 a partir das 17h30.

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Constituído o Comitê de Sustentabilidade

 

Aconteceu, no dia 10 de junho, na cidade de Palotina (PR), na sede da Cooperativa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, a reunião que formalizou a implantação do Primeiro Comitê Local de Sustentabilidade do Sistema Sicredi, composto por dirigentes e gestores da cooperativa.

 

Diferenciais - Para o presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Jaime Basso, é de fundamental importância a constituição dos comitês de Sustentabilidade, principalmente pelos diferenciais que as cooperativas exercem. “Esperamos que, através destes comitês, possamos gerar direcionamentos para explicitar as boas práticas sustentáveis desenvolvidas pelo Sicredi e aprimorar nossa atuação, criando oportunidades de negócios e promovendo o desenvolvimento das comunidades onde estamos inseridos”, ressalta Jaime.

 

Presenças - Na oportunidade, estiveram presentes também o Diretor Executivo da Central Sicredi PR/SP/RJ, Maroan Tohme, e o Gerente de Desenvolvimento da Central Sicredi PR/SP/RJ, Sr. André Alves de Assis, que explanaram à cerca da evolução do tema Sustentabilidade em âmbito mundial, bem como a tradução para o Sistema Sicredi e para a Central PR/SP/RJ. “Mais do que uma associação de pessoas, as nossas Cooperativas são agentes promotores do desenvolvimento social e econômico das comunidades onde atuam e estão comprometidas com a proteção e o respeito ao meio ambiente”, complementa Maroan.

 

Princípios - O cuidado em consolidar e aperfeiçoar as iniciativas socioambientais atende aos princípios da boa governança corporativa, integra a Política de Sustentabilidade do Sicredi e representa um importante instrumento de comunicação com os nossos principais públicos. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

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SICREDI ALIANÇA: Lançado o Comitê Mulher Aliança

 

Na última quinta-feira (12/07) a Sicredi Aliança PR/SP realizou na Sede Regional, em Marechal Cândido Rondon (PR), o lançamento do Comitê Mulher Aliança, formado por associadas das agências da cooperativa no estado do Paraná. O objetivo do comitê é envolver ainda mais as mulheres nas ações da cooperativa estimulando o cooperativismo, o empoderamento e a liderança feminina, refletindo nos seus papeis na cooperativa e nas comunidades. 

 

Presença feminina - O diretor executivo da Sicredi Aliança PR/SP, Fernando Barros Fenner, ressalta que a presença feminina na cooperativa é cada vez maior. “40% do nosso quadro social é composto por mulheres. 55% do nosso quadro de colaboradores são mulheres. Em nosso Conselho Fiscal há uma mulher e cinco dos nossos 18 gerentes de agências são mulheres. A presença feminina no cooperativismo vem se desenvolvendo. Queremos que este comitê, recém-formado, consiga fazer a diferença nas comunidades, que saiam planos e ações que possam levar um pouco da Sicredi Aliança PR/SP e trazer os anseios para a cooperativa”, considerou.

 

Atividades - Por ocasião do lançamento do comitê, as participantes foram envolvidas em diversas atividades que visam estimular a autonomia da mulher. Uma dessas atividades foi o bate-papo com a associada da agência de Quatro Pontes, Lúcia Dresch, que não desistiu do sonho de fazer uma faculdade e passou no vestibular aos 71 anos de idade. “Aos 71 anos me inscrevi no vestibular de pedagogia, na cidade de Toledo e passei. Enfrentei todas as dificuldades imagináveis, mas consegui buscar o meu tão sonhado diploma. Meus colegas de sala tinham idade para serem meus netos. Esta é a mensagem que deixo. Basta querer, assim como eu quis. Não devemos desistir daquilo que faz nosso coração bater mais forte. Todos nós temos capacidade”, disse emocionada.

 

Protagonistas - O presidente do Conselho de Administração da Sicredi Aliança PR/SP, Adolfo Rudolfo Freitag, ressalta que as mulheres são protagonistas no cooperativismo. “O comitê vem para mostrar que é importante o envolvimento das mulheres nas causas das comunidades, levando os princípios do cooperativismo. A ideia do comitê é estimular a participação feminina na cooperativa e ampliar os trabalhos voltados a esse público junto ao quadro social. Este movimento que irá refletir lá fora da cooperativa vem de encontro com o propósito de agregar renda e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Foi muito bom poder sentir essa energia positiva e essa vontade delas em participar já neste primeiro encontro. Que essa sintonia possa estar presente sempre neste comitê que acaba de sair do papel. A ideia do comitê surgiu há algum tempo, pensamos a melhor forma de estruturá-lo e agora ele está formado”, finalizou.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. 

 

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SICREDI UNIÃO: Moradora de Alto Paraná ganha R$ 50 mil da Poupança Premiada Sicredi

 

sicredi uniao 17 07 2018A associada Lourdes Fernandes Garcia ganhou R$ 50 mil na campanha Poupança Premiada da Sicredi. Durante a entrega do prêmio, realizada na semana passada na agência de Alto Paraná, ela disse que ficou muito feliz e surpresa por ter sido sorteada. Viúva e mãe de quatro filhos - sendo dois comerciantes e dois agricultores -, Lourdes é dona de casa e sua família é associada da Sicredi União desde 2007, quando a agência foi inaugurada no município. 

 

Primeira vez - De acordo com o filho da ganhadora, Edson Fernandes Lopes Coelho, essa é a primeira vez que alguém da família é sorteado. “Sempre temos a expectativa de ganhar, mas não imaginávamos que isso realmente pudesse acontecer”, afirma. Ele acrescenta que a mãe, provavelmente, utilizará o prêmio para trocar o carro. 

 

Educação financeira - A campanha, que é promovida há três anos pela Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, busca reforçar o conceito de educação financeira e incentivar associados a guardar recursos. Desde abril até dezembro está sendo distribuído R$ 1,5 milhão em prêmios, sendo 10 sorteios semanais de R$ 2 mil, sorteios mensais no valor de R$ 50 mil e um sorteio final de meio milhão de reais. Em dezembro, durante a reta final da campanha, as chances de ganhar serão dobradas, com 20 sorteios semanais de R$ 2 mil, além do grande sorteio.

 

Como participar - A cada R$ 100,00 aplicados na poupança Sicredi é gerado automaticamente um número da sorte para concorrer aos sorteios, que acontecem pela Loteria Federal. Para conferir, basta acessar o site: www.sicredi.com.br/eupouposim e verificar os números, as datas dos sorteios e os vencedores. Ao fazer uma poupança programada, o poupador recebe números em dobro. Podem participar pessoas físicas e jurídicas, associados ou não. Os sorteios são realizados toda segunda-feira (desde 10/04) e os ganhadores são divulgados em até cinco dias úteis.

 

Diferencial cooperativo - O interessante da ação é o diferencial cooperativo, já que o recurso da poupança Sicredi beneficia as regiões em que é captado, resultando em mais desenvolvimento local por meio de concessão de crédito. Quanto mais pessoas poupam, mais associados podem ter acesso a linhas de crédito, gerando um ciclo virtuoso nas comunidades onde a Sicredi está presente. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

UNIMED LONDRINA: Está chegando a edição noturna do Corridas Unimed Inspira 2018

 

unimed londrina 17 07 2018A Etapa Night do Corridas Unimed Inspira da Unimed Londrina será realizada no dia 25 de agosto e as inscrições já estão abertas no site corridasunimedinspira.com.br.  O evento começa às 19 horas e terá largada na avenida Harry Prochet, no Mercadão da Prochet. 

 

Percursos - Esta edição vai contar com dois percursos de corrida: 4 Km e 8 Km. A mudança de local é para propor novas experiências ao público fiel do evento.

 

Espaço Saúde - Na arena que ficará no estacionamento do Mercadão, a Unimed Londrina vai disponibilizar para o público em geral o Espaço Saúde, com alongamento, orientações preventivas, aferição de pressão e glicemia, massagem e pilates. Haverá também o Espaço Kids. 

 

Novidades - Para os competidores, o kit de corrida está com novidades. Os participantes ganharão camiseta, bolsa porta tênis, pulseira sinalizadora de led e copo com canudo. Além do kit, a organização entregará uma medalha para quem concluir a prova e um troféu para os três melhores colocados na classificação geral masculina ou feminina.

 

Superação - Há um ano integrante do grupo de corrida Unimed Inspira, Suellen Cristina de Oliveira já é exemplo de superação. Neste período, ela melhorou seu desempenho nos treinos e perdeu 10 kg. “Hoje consigo correr provas de 10 km. Inclusive pretendo participar da meia maratona (21 km) do Rio de Janeiro no ano que vem”, almeja. Suellen adianta que irá disputar no evento noturno da Unimed a prova de 8 km. “Atualmente, a corrida é uma paixão”, justifica. 

 

Primeiro lote de inscrições - As inscrições para a etapa noturna estão no 1º lote. O valor é de R$ 50,00 (mais taxa de serviço) para clientes, cooperados e colaboradores, e R$ 65,00 (mais taxa de serviço) para demais públicos. A partir do dia 5 de agosto, as inscrições vão para o 2º lote, cujo valor é de R$ 60,00 (mais taxa de inscrição) para clientes, cooperados e colaboradores, e R$ 75,00 (mais taxa de inscrição) para público em geral. O prazo de inscrição se encerra no dia 21 de agosto ou até atingir a capacidade máxima. (Imprensa Unimed Londrina)

 

COPAGRIL: Maratona Cultural da ACJC terá apresentações de música e dança no sábado

 

copagril 17 07 2018A Associação dos Comitês de Jovens da Copagril (ACJC) promoverá, no próximo sábado (21/07), a segunda etapa da Maratona Cultural, com apresentações de música e dança, a partir das 19h30, na Associação de Moradores da Linha Palmital, em Margarida, distrito de Marechal Cândido Rondon. 

 

Apresentações - O evento contará com 14 apresentações realizadas pelos comitês de jovens da cooperativa participantes da maratona. No mesmo dia serão anunciados os comitês vencedores do concurso, que teve sua primeira etapa realizada no dia 28 de abril, em Pato Bragado, ocasião em que o público pode prestigiar as apresentações de teatro e poesia.

 

Estímulo - A Maratona Cultural da ACJC tem o objetivo de estimular os jovens à expressão cultural, além de despertar talentos e o apreço pelas manifestações culturais. 

 

Ingresso - O ingresso para o evento custará R$ 10 e mais um quilo de alimento, sendo que após as apresentações haverá baile animado pela dupla Leandro e Marcelo. (Imprensa Copagril)

 

MINAS GERAIS: Ocemg lança Anuário Cooperativismo Mineiro

 

minas gerais 17 07 2018Mais uma vez, o cooperativismo mostra sua força em Minas Gerais. O modelo econômico registrou alta em diversos indicadores pelo quarto ano consecutivo no estado. Para se ter uma ideia, em 2017, as cooperativas movimentaram um total de R$ 46,7 bilhões – crescimento de 7,7% em relação 2016, quando foram registrados R$ 43,3 bi.

 

Participação no PIB - Outro indicador que merece destaque é a participação do setor no Produto Interno Bruto (PIB) estadual, que ficou em 8,1%. Os valores ganham ainda mais relevância quando comparados com o crescimento econômico do Brasil e de Minas Gerais. No mesmo período, a economia mineira teve alta de 0,6%, enquanto o Brasil obteve um aumento de 1%.

 

Trabalho e emprego - Ainda no ano passado, o segmento registrou um crescimento de 5,9% no número de cooperados em Minas, o que equivale a 88 mil novos associados, contabilizando mais de 1,5 milhão de pessoas. O cooperativismo segue também como um grande gerador de postos de trabalho, com um crescimento de 3,5% no quadro funcional ultrapassando a marca de 39 mil pessoas empregadas.

Economia brasileira - A economia brasileira, por sua vez, fechou quase 21 mil postos formais de trabalho no ano passado, de acordo com o Ministério do Trabalho, completando assim o terceiro ano consecutivo com perda de vagas formais.

 

Anuário - Dados como esses fazem parte da 13ª edição do Anuário de Informações Econômicas e Sociais do Cooperativismo Mineiro. A publicação, organizada pelo Sistema Ocemg é considerada referência para o segmento. O Anuário traz uma radiografia do setor no estado, por meio da consolidação de dados enviados pelas próprias cooperativas, como informações econômico-financeiras, exportações, quadro social e funcional do segmento, contribuições do cooperativismo para a sociedade, investimentos, entre diversos outros números.

 

Acesso - Para acessar a edição 2018, basta clicar aqui, onde, quem tiver interesse, também poderá conhecer os números das publicações anteriores. Considerado a principal fonte de pesquisa do segmento em Minas Gerais, o documento contém, ainda, o ranking das cinquenta maiores cooperativas mineiras e serve como instrumento de consulta, já que registra os acontecimentos do segmento cooperativista no decorrer de 12 meses.

 

Aplicativo - A novidade para este ano é o lançamento do aplicativo Cooperativismo em Minas, por meio do qual é possível consultar informações sobre o movimento cooperativista mineiro desde 2013. As cooperativas poderão, por meio de um login pré-cadastrado, fazer comparativos por ramo e em relação ao estado, de forma interativa e dinâmica. O aplicativo já está disponível para download no Google Play e na Apple Store.

 

Força - Os números positivos do cooperativismo em Minas Gerais são motivo de comemoração para o presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato. “Tudo isso confirma que as pessoas cada vez mais acreditam no cooperativismo. Os dados nos motivam e asseguram que o cooperativismo, modelo socioeconômico inspirador, é um segmento diferenciado, no qual o trabalho é feito com transparência e os resultados distribuídos com equidade”, explica.

 

Papel econômico e social - O cooperativismo possui forte papel econômico e social em Minas Gerais. O Estado é o segundo maior em número de cooperativas do país, o quarto em número de cooperados e o quinto maior em termos de geração de emprego. O segmento totaliza 1,58 milhão de cooperados, 39,5 mil empregados, reunidos em 768 cooperativas. As cooperativas geram ainda R$ 1,8 bilhão em tributos, que representaram 5,7% do faturamento total de 2017, um crescimento de 17,8% em relação ao ano anterior.

 

Destaque - Os quatro ramos do cooperativismo, responsáveis pela maior parte da movimentação de renda em Minas Gerais, foram Agropecuário, Crédito, Saúde e Transporte. Juntos, eles representam 86% dos R$ 46,7 bilhões. Já os segmentos que mais geraram postos de trabalho foram Saúde, com 713 novos empregados e o Agropecuário, com 610 contratados.

 

Salário médio - Em 2017, o salário médio dos empregados das cooperativas mineiras foi 35,7% superior ao salário médio dos empregados do setor privado do Estado, que corresponde a R$ 1.804,00* (Fonte: IBGE 2017).

 

Agro - O ramo agropecuário apresentou uma movimentação econômica de R$ 17,7 bilhões, representando 38% da atividade econômica do cooperativismo no Estado. Minas Gerais é o maior produtor nacional de café e leite, correspondendo por 52,9% e 27% da produção nacional, respectivamente.

 

Parcela - As cooperativas agropecuárias mineiras foram responsáveis por 45,94% desse total em 2017. Segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), as cooperativas mineiras mantiveram juntas o 3º lugar no ranking das exportações das cooperativas brasileiras e atingiram o montante de US$ 700,5 milhões, 11% a mais que em 2016. (OCB, com informações do Sistema Ocemg)

 

SOJA: Impasse com frete pode comprometer aumento da área em 2018/19

 

As expectativas de aumento expressivo da área de plantio de soja na nova safra, que começa a ser semeada em setembro no país, estão em risco. A razão é que o tabelamento dos fretes — resultado da paralisação dos caminhoneiros em maio — está atrasando as entregas de fertilizantes, insumo fundamental para o plantio.

 

Impasse - O impasse acerca da tabela, que foi aprovada semana passada na Câmara e no Senado, fez o frete entre porto e indústria e entre as empresas e as propriedades produtoras subir. Além disso, a indefinição fez com que matéria-prima importada, que é transformada em adubo, ficasse paralisada nos portos — situação que já começa a se normalizar.

 

Estimativa - Analistas estimam que a área plantada na safra 2018/19 poderia crescer entre 1 milhão e 1,8 milhão de hectares no país, impulsionada, sobretudo, pela expectativa de aumento das exportações para a China em decorrência da guerra comercial com os EUA, que elevou os prêmios sobre a soja brasileira nos portos. 

 

Atraso na entrega - O atraso nas entregas de adubos nas principais regiões produtoras de grãos no país, porém, pode reduzir o potencial de expansão da área de soja, admitem analistas.

 

Redução da projeção - Diante desse cenário, consultorias como a Safras & Mercado já reduziram a projeção para aumento da área em 2018/19. Na última sexta-feira (13/07), a Safras divulgou que espera incremento de 2,3% na área, para 36,004 milhões de hectares. “Não fossem as incertezas geradas pelo frete, veríamos um aumento maior. A gente trabalhava antes com alta de 5%”, disse Luiz Fernando Roque, analista da consultoria. Um aumento de 5% significaria uma expansão ao redor de 1,8 milhão de hectares.

 

Mercado - Analistas concordam que o “mercado se regulará”, mas a dúvida é se isso ocorrerá a tempo de permitir que a safra de soja seja semeada no período ideal. “O tempo está ficando muito curto para as entregas [de fertilizantes]. Já estamos quase em meados de julho”, disse Marcelo Mello, consultor da INTL FCStone.

 

Pico - Segundo ele, em anos “normais”, o pico de entregas de insumos para as misturadoras estaria ocorrendo agora. No entanto, o fluxo entre o porto de Paranaguá — principal entrada de fertilizantes no país — e Mato Grosso — principal Estado produtor de soja — está ao redor de 10% do normal para o período. “Mesmo dentro do Paraná, as entregas estão em 50% do ritmo normal”, afirmou.

 

Alta - De abril — antes da paralisação dos caminhoneiros — até hoje, o frete rodoviário para os fertilizantes do porto até as regiões onde estão instaladas as principais misturadoras do país subiu, em média, cerca de 20%. Segundo cálculos do Grupo de Extensão em Logística Agroindustrial da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-Log), o frete rodoviário do porto Paranaguá a Sorriso (MT) passou de R$ 147,50 em abril para R$ 173,80 por tonelada atualmente. Para o Alto do Araguaia (MT), o frete foi de R$ 118,33 para R$ 145,80. Também de Paranaguá até Rio Verde (GO), saiu de R$ 121 para R$ 143,21.

 

Armazéns lotados - “Os armazéns nos portos estão lotados e mesmo os estoques das misturadoras estão bastante cheios”, disse Mello. A situação, avalia, pode fazer com que as misturadoras desistam de fazer as importações para completar a demanda da safra. “Fica a dúvida se chegará a tempo. Então, podem desistir de importar”, acrescentou.

 

Cliente final - A entrega da misturadora para o cliente final também foi afetada. No começo do mês passado, a americana Mosaic, uma das maiores empresas de fertilizantes do mundo, enviou comunicado a clientes propondo alternativas para minimizar a alta de custos após o estabelecimento de valores mínimos para os fretes.

 

Alteração da modalidade - Uma das propostas era a alteração da modalidade de entrega contratada — de CIF, cujo frete é de responsabilidade da empresa vendedora, para FOB, de responsabilidade da compradora. A Fertilizantes Tocantins foi um dos clientes da Mosaic afetados pela medida. “O nosso frete aumentou mais de 40%, de Araxá e Uberaba, em Minas, para Sinop, em Mato Grosso”, disse José Eduardo Motta, presidente da empresa. Segundo ele, agora a Tocantins terá de fazer a mesma negociação com seus clientes.

 

Incertezas - Pode haver outro entrave ao aumento da área de soja na magnitude esperada hoje. Como boa parte dos produtores recorre ao barter — troca de insumos por soja — para tocar o plantio, as incertezas atuais atrapalham. “A falta de previsibilidade do frete pode trazer dificuldades adicionais para se precificar a soja. Se eu tenho dificuldade de precificar a próxima safra, eu vou ter uma dificuldade grande de realizar a operação de troca”, afirmou Guilherme Bellotti, analista do Itaú BBA.

 

Financiamento - De acordo com dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), 52% do financiamento do plantio de soja da safra 2017/18 do Estado foi realizado por meio de barter. 

 

Cedo - Apesar do quadro atual de atraso nas entregas de fertilizantes, Victor Ikeda, analista do Rabobank, avalia que ainda é cedo para estimar o impacto no plantio da soja. O banco holandês estima que área da leguminosa deve crescer entre 1 milhão e1,5 milhão de hectares no novo ciclo.

 

Margem - Embora o frete mais elevado signifique alta dos custos, a consultoria Céleres projeta margem de 33,8% para o produtor de soja em Rondonópolis (MT) em 2018/19, ainda acima dos 31,6% do ciclo passado. Boa parte dessa margem está relacionada à alta do prêmio sobre a soja brasileira no porto de Paranaguá. O prêmio do produto para entrega em agosto estava em US$ 2,50 por bushel ontem. No começo de junho, estava em US$ 0,50. (Valor Econômico)

LARANJA: Exportação de suco registra alta de 29%, puxada pelos EUA

 

laranja 17 07 2018As exportações brasileiras de suco de laranja encerraram o ano safra 2017/2018 com alta de 29%. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), compilados pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR).

 

Embarques - Entre os meses de julho de 2017 e junho de 2018, os volumes embarcados totalizaram 1.150.714 toneladas de suco de laranja concentrado, congelado equivalente a 66 graus brix (FCOJ equivalente) ante 894.669 mil toneladas exportadas na safra 2016/17. A escala brix é utilizada na indústria de alimentos para medir a quantidade aproximada de açúcares em sucos de fruta, vinhos e na indústria de açúcar. Os dados são convertidos a 66 graus brix para permitir a comparação entre produtos diferentes.

 

Faturamento - Em faturamento, as exportações somaram um total de US$ 2,107 bilhões, crescimento de 30% em relação ao valor de US$ 1,62 bilhão registrado no mesmo período da safra anterior. “A conjuntura ajudou o setor, mas o aumento dos embarques para os EUA é um destaque”, diz o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.

 

Estados Unidos Os embarques com destino aos EUA tiveram alta de 83% em relação à safra anterior. Segundo o diretor, dois fatores foram determinantes para o resultado. “O primeiro deles é que o mercado americano sofreu com os efeitos do furacão Irma, que prejudicou a produção local. O segundo é que na safra anterior o Brasil exportou menos em função da restrição de oferta ocasionada pela safra 2016/17 que foi muito pequena”, diz Netto.

 

Maior resultado - O volume representa o maior resultado da série histórica. Assim, os embarques para os Estados Unidos encerraram a safra em US$ 561,7 milhões, 77% a mais do que os US$ 317,5 milhões verificados na safra 2016/17.

 

Próxima safra - Mas o resultado não deve se repetir na próxima safra, explica o diretor-executivo da CitrusBR. “Dificilmente esses dois fatores se repetem. Nesse ano já se sabe que é uma safra menor que a do ano passado, já teremos uma disponibilidade de frutas menor, e ao mesmo tempo nada garante que os Estados Unidos vão puxar com o mesmo volume do ano passado. Por essas razões não acreditamos que teremos o mesmo desempenho de aumento como aconteceu o ano passado”, afirmou.

 

Outros mercados - Os embarques para a União Europeia, principal mercado para as exportações de suco de laranja brasileiro, foram de 675.070 mil toneladas, 16% acima das 579.556 mil toneladas embarcadas no mesmo período da safra passada. O volume financeiro reportado pela Secex apresenta alta de 18%. No período, o total embarcado alcançou US$ 1,23 bilhão ante US$ 1,05 bilhão na safra anterior. “Mas se compararmos com a safra 2015/16 percebemos um recuo de 9,75% em volume, o que é preocupante”, diz Netto.

 

Japão e China - O Japão, principal destino da Ásia, manteve o crescimento nos embarques com um total de 54.635 toneladas, alta de 33% ante as 40.996 toneladas da safra anterior. O crescimento em valor foi de 52% com US$ 105,7 milhões. A China, por sua vez, observou aumento de 33% em volume de suco exportado com 39.372 toneladas e 46% de incremento em valor, totalizando US$ 79,9 milhões.

 

Problemas do setor - “Quanto mais longe formos na série histórica, mais severa será a queda nos volumes embarcados, o que significa que se por um lado temos que comemorar o bom desempenho do ano, não podemos perder de vista que muitos dos problemas estruturais que temos nesse setor ainda persistem”, avalia Netto.

 

Queda de consumo - Ele explica que a queda de consumo é um desses problemas. “O consumo mundial do suco de laranja caiu 18% nos últimos 14 anos, principalmente relacionado à competição com outras bebidas e também com a mudanças de hábito de consumo, como o café da manhã, que é a ocasião de consumo onde o suco de laranja está mais bem posicionado. O suco está perdendo espaço pois a cada dia as pessoas tomam menos café da manhã. Essas duas conjunturas formam um problema estrutural que é a queda de consumo que temos que enfrentar”.

 

Campanha - Para tentar reverter o quadro, a entidade tem feito nos últimos dos anos uma campanha no continente europeu com investimento de US$7 milhões ao ano, diz Netto. Segundo ele, a campanha é de reposicionamento de suco de laranja em 14 mercados da Europa e visa falar com profissionais de saúde para levar informações sobre os benefícios do suco. (Agência Brasil)

As exportações brasileiras de suco de laranja encerraram o ano safra 2017/2018 com alta de 29%. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), compilados pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR).

 

Embarques- Entre os meses de julho de 2017 e junho de 2018, os volumes embarcados totalizaram 1.150.714 toneladas de suco de laranja concentrado, congelado equivalente a 66 graus brix (FCOJ equivalente) ante 894.669 mil toneladas exportadas na safra 2016/17

 

AVICULTURA: Inscrições pela internet para o Encontro Técnico Avícola terminam nesta terça-feira

avicultura 17 07 2018Esta terça-feira (17/07) é o último dia para que os interessados em participar do IX Encontro Técnico Avícola, que acontece em Maringá na próxima semana (24, 25 e 26/07), façam suas inscrições pela internet. Para isso, basta acessar o site www.integra.agr.br/encontrotecnicoinscricao. O valor da participação é de R$ 200,00 para profissionais e R$ 150,00 para estudantes. Quem não efetivar sua inscrição até a data de hoje, poderá fazê-lo no local do evento.

Expectativa - O Encontro Técnico Avícola é um dos mais importantes eventos da avicultura industrial no Brasil, realizado de dois em dois anos e que projeta receber 800 participantes do Paraná e de várias outras regiões do país para uma extensa agenda de palestras e debates.

Plenária e exposição - Programada para o Centro de Eventos Vivaro (antigo Excellence), a iniciativa da Integra e Sindiavipar (Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná) constará de uma plenária e de um espaço para exposição de produtos e serviços com mais de 30 empresas confirmadas.  

Dimensão - O Paraná é o segundo maior produtor e o principal exportador mundial de carne de frango. “Só pela importância do Estado nesse segmento, o Encontro ganha especial dimensão”, afirma Jeferson Vidor, presidente do Comitê Técnico da Integra,

Quem participa - O público é formado por especialistas, técnicos e dirigentes de indústrias, cooperativas e empresas integrantes da cadeia, entre fornecedores e prestadores de serviços, além de lideranças, autoridades, estudantes e convidados especiais.

Temas - Na pauta de palestras do Encontro Técnico Avícola, serão abordados, entre outros, temas relacionados à nutrição, controle sanitário e novas tecnologias de produção. Na abertura oficial, dia 24, às 18h, o convidado especial Arnaldo Jabor vai falar sobre o momento econômico do país e, no encerramento, às 16h do dia 26, a palestra com foco no protagonismo do Brasil no agronegócio internacional ficará por conta do especialista José Luiz Tejon Megido.

Informações - Mais informações com a CREventos pelo fone (44) 3031-2057/99948-1190. (Flamma Comunicação)

 

BALANÇA COMERCIAL: Superávit da 2ª semana de julho foi US$ 1,4 bilhão

 

balanca comercial 17 07 2018A balança comercial brasileira fechou a segunda semana de julho com superávit de US$ 1,435 bilhão, após exportar cerca de US$ 5,016 bilhões e importar US$ 3,581 bilhões. O resultado se deve ao aumento de 15,5% na venda de produtos básicos e semimanufaturados para o exterior, comparado à semana anterior. 

 

Importações - No lado das importações, o comércio brasileiro com outros países apresentou aumento médio de 8% em relação ao início de julho, provocado pelos maiores custos com equipamentos mecânicos, veículos automóveis, siderúrgicos e combustíveis. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

 

Superavitária - Com isso, a balança comercial do mês, considerando as duas primeiras semanas, está superavitária em US$ 2,457 bilhões, com as exportações somando US$ 9,356 bilhões e as importações, US$ 6,899 bilhões. Se comparados os resultados divulgados hoje (16) com o mesmo período do ano passado, o país registrou um crescimento de 4,7% em relação à 2017, devido ao grande crescimento da exportação de produtos básicos como soja, petróleo bruto, carne e minérios.

 

Greve - Após a greve dos caminhoneiros, houve crescimento de 1,2% nas importações entre junho e junho, ocasionado principalmente pelo aumento na compra de bebidas e álcool (36,6%) e combustíveis e lubrificantes (14,3%). No acumulado do ano, as exportações brasileiras estão com um saldo positivo de US$ 32,389 bilhões, pois registrou exportações no valor de US$ 123,068 bilhões e importações que totalizaram US$ 90,678 bilhões. (Agência Brasil)

 

COP 25: Conferência do clima entra na proposta de orçamento

 

A candidatura do Brasil para sediar a conferência do clima em 2019, a CoP 25, deu mais um passo. A realização do evento entrou no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2019 aprovada pelo Congresso na quinta-feira (12/07).

 

Último item - Está lá, no último item da seção 1, das diretrizes gerais, no artigo 25, que o Projeto de Lei Orçamentária de 2019 e a respectiva lei destinarão recursos para "a realização, no Brasil, da Conferência Mundial das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas", a CoP 25.

 

Iniciativa - A inclusão na LDO foi iniciativa do senador Jorge Viana (PT-AC) que presidiu a comissão mista de mudanças climáticas. "Para trazer a CoP precisávamos ter a menção na LDO e depois na lei orçamentária", diz Viana.

 

Primeiro passo - Ele conta que a proposta da emenda foi uma iniciativa conjunta com o ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes e tratada com o relator do projeto, senador Dalírio Beber (PSDB-SC). "O primeiro passo foi dado, é importante", avalia o senador. "Queríamos trazer o evento para o Brasil, que já tem experiência em sediar a Rio 92 e depois a Rio+20", continua Viana. "É uma mensagem forte de que o país quer cumprir a agenda climática e não colocar dúvida que irá cumprir sua NDC", segue, referindo-se à meta climática de redução de gases estufa em 37% até 2025 e uma indicação de 43% até 2030.

 

Resistência interna - Viana diz que a resistência interna ao Brasil sediar o evento (que terá sua provisão de custos estimada pelo Ministério do Planejamento com o do Meio Ambiente e Relações Exteriores) vem de "quem quer mais desmatamento e não deseja este monte de gente aqui, com o país tendo que mostrar serviço na agenda de baixo carbono."

 

Exterior - Para sediar a CoP, o Brasil também enfrenta resistências no exterior. A maior ameaça vem da Venezuela, que se opõe ao oferecimento brasileiro em retaliação à relação distante do Brasil ao governo Nicolás Maduro nos últimos anos.

 

Rotação - A ONU tem um sistema de rotação entre continentes para sediar conferências do gênero. A deste ano acontece em dezembro, na Polônia e a próxima deveria acontecer em um país da América Latina e Caribe. Ocorre que a candidatura tem que ser aceita pelos países da região.

 

Dezembro - O impasse precisa ser resolvido até dezembro. Na conferência da Polônia, em Katowice, o local da próxima edição deve ser anunciado. Não só - na CoP 24 as regras de tudo o que foi acordado em Paris, em 2015, teria que ficar pronto. O processo avança, mas lentamente, e há pouco tempo de negociação antes da cúpula climática. O próximo encontro dos negociadores será em setembro, em Bangcoc. (Valor Econômico)

 

INTERNACIONAL: Brasil adianta expectativas de resultados da 10ª Cúpula dos Brics

 

Industrialização, novas tecnologias, crescimento inclusivo e a cooperação em temas de manutenção da paz e em assuntos de saúde, como a criação de uma plataforma de vacinação do bloco estão entre os temas que serão tratados na 10ª Cúpula do Brics, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O encontro será nos dias 25 e 27 de julho, em Johanesburgo, na África do Sul, com presença dos cinco chefes de Estado do bloco.

 

Aviação regional - Segundo o ministro Kenneth Félix da Nóbrega, diretor do departamento de mecanismos inter-regionais do Itamaraty, entre as iniciativas brasileiras no encontro, há uma grande expectativa para a assinatura de memorando de entendimento sobre uma parceria em aviação regional no Brics. O documento, segundo ele, prevê estruturação de uma malha mais eficiente entre os cinco países do bloco.

 

Boas práticas - “A ideia é levar um plano que temos com os Estados Unidos para os Brics. Será um intercâmbio de boas práticas sobre como viabilizar uma malha mais densa. A ideia é trocar informações sobre marcos regulatórios, além de prospecção de mercado para aeronaves regionais", disse o ministro.

 

Centro de pesquisas em vacinas - Outro resultado esperado pelo Brasil é o centro de pesquisas em vacinas do Brics. Voltado ao desenvolvimento de novas vacinas e à ampliação da capacidade de manufatura farmacêutica nos cinco países, o centro será construído na África de Sul, com financiamento integral da China. O Brasil é referência na vacinação contra a tuberculose.

 

Satélites -A cooperação sobre imagens de satélites sensoriais remotos dos países do Bricis também é esperada na 10ª Cúpula dos Brics. O acordo franquia o acesso a imagens de satélites dos Brics, que hoje, são adquiridas comercialmente. O acordo é visto como vantajoso para o Brasil que hoje compartilha imagens de satélites gratuitamente.

 

Países-membros - Os chefes de Estado dos cinco países-membros do bloco - que representam cerca de 23% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial - já confirmaram presença na reunião, onde serão tratados temas de cooperação econômica e desenvolvimento, entre outros.

 

Carne Segundo Kenneth da Nóbrega, assuntos como o fim do embargo russo à carne suína e bovina do Brasil não fazem parte da agenda oficial do encontro, mas podem entrar na programação de reuniões bilaterais. O mesmo pode acontecer em relação à sobretaxa imposta ao frango brasileiro no início do mês passado pela China. Apesar disso, o Itamaraty diz que não há nada oficialmente marcado sobre esses temas.

 

Carnes - No caso das carnes suína e bovina, desde o final do ano passado, as restrições foram anunciadas sob argumento de que haviam sido encontradas substâncias como estimulantes nos produtos brasileiros exportados para a Rússia. (Agência Brasil)

FMI: Fundo vê crescimento global menos uniforme e desafio maior no Brasil

 

fmi 17 07 2018O Fundo Monetário Internacional (FMI) apontou um crescimento econômico global de até 3,9% em 2018 e em 2019, mas advertiu para desafios de uma expansão que está se tornando menos uniforme e com riscos para alguns países, como o Brasil.

 

Percentuais - No caso brasileiro, o Fundo Monetário prevê crescimento de 1,8% na economia neste ano e de 2,5% para 2019. São percentuais mais baixos na perspectiva para mercados emergentes, que foi colocada em 4,9%, em 2018, e 5,1% no ano que vem. O Brasil aparece com previsões reduzidas na economia ao lado da Argentina e da Índia em estudo divulgado pelo Fundo nesta segunda-feira (16/07), em Washington.

 

Dólar - O Fundo advertiu que o dólar americano se fortaleceu em mais de 4% desde fevereiro, enquanto o euro permanece praticamente inalterado. "Em contraste, algumas moedas de mercados emergentes se depreciam acentuadamente", ressaltou a instituição. "O real no Brasil desvalorizou mais de 10% em uma recuperação mais fraca do que o esperado" e em cenário de incerteza política, completou o Fundo.

 

Outros países - Outros países também sofreram com a elevação do dólar, como a Argentina, que teve enfraquecimento de mais de 20%, e a Turquia com cerca de 10% a menos no valor da moeda local.

 

América Latina - A advertência do FMI é que o crescimento na América Latina deverá ser tão modesto quanto os 1,3% verificados em 2017, atingindo 1,6% em 2018 e 2,6% em 2019. "Enquanto os preços mais altos das commodities continuam a prestar apoio aos exportadores na região, a perspectiva reflete as tendências mais difíceis para as principais economias", informou o Fundo.

 

Brasil - No caso do Brasil, o FMI apontou "efeitos persistentes de greves e incertezas políticas". Ao tratar da Argentina, o Fundo mencionou as condições financeiras mais rigorosas e a necessidade de ajuste nas políticas. Já o México foi citado com relação às tensões comerciais, a incerteza prolongada em torno da renegociação do Nafta e a agenda política do novo governo. "A perspectiva para a Venezuela, que está passando por um colapso dramático na atividade e uma crise humanitária, foi revisada para baixo, apesar da recuperação dos preços do petróleo, já que a produção de petróleo caiu drasticamente."

 

Fed - Um dos fatores que estaria dificultando os países da América Latina é a política do Federal Reserve nos EUA. O Fundo destacou que dado o forte emprego dos EUA e a reafirmação da inflação naquele país, o Fed está a caminho de continuar aumentando as taxas de juros nos próximos dois anos "endurecendo sua política monetária em comparação com outras economias avançadas e fortalecendo o dólar dos EUA".

 

Condições restritivas - O Fundo advertiu que o dólar está se valorizando amplamente desde abril e "as condições financeiras enfrentadas pelas economias emergentes e de fronteira tornaram-se um pouco mais restritivas". "Essas condições financeiras permanecem relativamente benignas no contexto histórico", ressaltou o FMI. "Se o Fed se apertar mais rápido do que o esperado atualmente, no entanto, uma ampla gama de países poderia sentir pressões mais intensas", concluiu. (Valor Econômico)

 

LIVRE COMÉRCIO: UE e Japão assinam acordo histórico

livre comercio 17 07 2018A União Europeia (UE) e o Japão assinaram nesta terça-feira (17/07) um amplo acordo comercial, eliminando quase todas as tarifas sobre os produtos que comercializam. O pacto ambicioso visa conter as ações do presidente americano, Donald Trump, que elevou as tarifas sobre os bens importados de vários parceiros comerciais dos Estados Unidos.

Abrangência - O acerto cobre um terço da economia global e mercados de mais de 600 milhões de pessoas. "A UE e o Japão mostram uma forte determinação para liderar o mundo como símbolos do livre comércio", afirmou o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe.

Coletiva - O premiê participou de coletiva de imprensa conjunta com o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, e o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker. Tusk considerou o pacto como "o maior acordo comercial bilateral da história" e notou que a parceria está sendo fortalecida em vários outros campos, incluindo defesa e mudança climática, e "envia uma clara mensagem" contra o protecionismo.

Carros e peças - O acordo remove as tarifas de 10% da UE sobre carros japoneses e de 3% na maioria das autopeças. Também elimina os impostos japoneses de cerca de 30% ou mais sobre o queijo da UE e de 15% sobre os vinhos, além de garantir acesso a grandes licitações públicas no Japão.

Eliminação - O acerto elimina quase 99% das tarifas sobre os bens japoneses comercializados para a União Europeia e cerca de 94% das tarifas sobre as exportações da Europa para o Japão, subindo para 99% no futuro.

Alimentos - O setor de alimentos da Europa é um dos maiores beneficiados do acordo, o que deve permitir o crescimento da demanda japonesa por queijos, chocolates, carnes e massas de alta qualidade. Espera-se também que os fabricantes japoneses de carros e autopeças aumentem suas vendas na Europa, onde ficaram atrás dos rivais europeus. O passo para a liberailização do comércio estava sendo discutido desde 2013. (Associated Press e agências internacionais / Valor Econômico)

 


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