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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4367 | 10 de Julho de 2018

FÓRUM EMPRESARIAL: Lideranças do Sul se mobilizam em defesa do Sistema S

Lideranças empresariais do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul manifestaram apoio ao fortalecimento do Sistema S, durante o Fórum Empresarial, na noite desta segunda-feira (09/07), em Florianópolis (SC). O evento contou com a participação de representantes da Fiesc, Fiep, Fiergs e das Federações do Comércio, Agricultura, Transporte e Sebrae, entre outras entidades do Sistema S, dos deputados Carmen Zanotto e Celso Maldaner, e do presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo do Sul (BRDE), Orlando Pessuti. O coordenador do grupo de entidades representativas do setor produtivo paranaense - G-7, José Roberto Ricken, alertou a todos os presentes sobre a tramitação do Projeto de Lei n. 10.372/2018, que sob o escopo de alterar a legislação penal e processual penal em vigor, propõe, dentre outras medidas, a destinação de 25% do total dos recursos destinados às entidades do Sistema S para o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP).

Sescoop/PR - Segundo Ricken, que é presidente do Serviço de Aprendizagem do Cooperativismo no Paraná (Sescoop/PR), “além do desvio da aplicação destas contribuições, a redução do orçamento impactará diretamente no apoio aos eventos realizados junto às Cooperativas de todo o Estado, deixando de serem realizados ou sendo minorados. Trata-se de medida que interfere diretamente em serviços que concretizam objetivos constitucionais como a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa”, frisou.

Fiesc - No encontro, foi assinado um documento por todas as federações presentes em defesa do Sistema S. Segundo o presidente da Fiesc, Glauco Côrte, “frequentemente tem havido iniciativas no Congresso Nacional visando incluir os recursos da Sistema S no orçamento da União, o que contraria frontalmente a lei que criou o Sistema S, como contraria também jurisprudências pacíficas do Supremo Tribunal Federal que considera que se trata de recursos do setor privado e que apenas passam pela Receita Federal, mas não se tornam recursos públicos”, explicou Côrte, lembrando que o Fórum Sul também pede apoio no sentido de não haver nenhuma interferência que possa colocar em risco a vigência e o vigor do Sistema S. No Sul, a infraestrutura de atendimento das entidades do Sistema S inclui mais de 650 unidades fixas e mais de 200 móveis. Só no ano passado foram realizadas por suas instituições mais de um milhão de matrículas. Considerando apenas o Sesi/SC, o total de trabalhadores atendidos chega a 464 mil em 2017, com realização de 390 mil procedimentos odontológicos, 625 mil atendimentos em saúde e segurança do trabalho e aplicação de 316 mil doses de vacina”, frisou o dirigente.

Gás para Crescer - Na reunião, também foi defendida a aprovação do Programa Gás para Crescer, que tem o objetivo de dinamizar o mercado de gás natural, com diversidade de agentes, liquidez, competitividade, acesso à informação e boas práticas. “O preço médio do gás natural para a indústria alcançou US$ 14 por milhão de BTUs em julho de 2017, mais do que o triplo dos US$ 4 por milhão de BTUs cobrados nos Estados Unidos, que é o maior produtor e o maior consumidor do combustível no mundo. Uma das causas do elevado custo do gás natural no Brasil é a baixa oferta. Atualmente, o país importa 33% do insumo que consome, pois grande parte da produção nacional no mar (offshore) é reinjetada nas plataformas”, destaca a CNI. Entre 2014 e 2017, a produção offshore, que responde por 80% do total nacional, cresceu 23%, mas a oferta teve uma expansão de apenas 12%. No mesmo período, o nível de reinjeção aumentou 75% e passou de 15 milhões de metros cúbicos ao dia, em 2014, para 27 milhões de metros cúbicos ao dia, em outubro de 2017. "O nível de aproveitamento da produção nacional caiu de 63%, em 2013, para 54%, em 2017", informa o estudo. Isso ocorre porque os custos de transporte dos campos em alto mar para a costa são elevados.

Fundo – Durante o encontro também foi defendida a criação de um fundo para viabilizar recursos voltados ao desenvolvimento do Sul.O coordenador do grupo de entidades representativas do setor produtivo paranaense, José Roberto Ricken, declarou que não é justo o Sul pagar boa parte da conta e não receber nenhum fundo específico para a região. “Acho que é uma injustiça o que o país faz com a contribuição que o Sul dá. Temos que nos organizar para buscar pelo menos uma parte do que contribuímos com a União para o nosso desenvolvimento”, defendeu. Na opinião dele, o Sul tem deficiências, principalmente, em infraestrutura. “O Sul perde muita competitividade em função disso. Estamos mais longe dos centros consumidores”, argumentou. O presidente da Fiergs, Gilberto Petry, lembrou que a criação de um fundo tem o objetivo de resolver os gargalos logísticos e focar no desenvolvimento regional. “A ideia é sensibilizar os representantes no parlamento para que se movimentem nesse sentido, inclusive junto à Presidência da República”, declarou, lembrando que a logística é um entrave. “Terminamos vendendo muitos caminhões e automóveis e esquecemos de fazer as estradas para esse tipo de transporte. Também temos nossas ferrovias que não têm o desenvolvimento que deveriam ter e o próprio sistema de navegação, que é a cabotagem, não é muito difundido aqui no Brasil, assim como as hidrovias são pouco aproveitadas”, completou. (Com informações e fotos da Fiesc e Revista Amanhã)

Clique e veja: arrecadação do Sistema S é garantida pela Constituição Federal

 

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PARANÁ.COOP+10: Programa de Educação Política capacita agentes das cooperativas

Lançado em junho pelo Sistema Ocepar, em Carambeí, na região paranaense dos Campos Gerais, o Programa de Educação Política parana.coop+10 terá início, nos dias 17 e 18 de julho, com a capacitação de agentes das cooperativas. O evento ocorre no auditório da Ocepar, em Curitiba, com o propósito de preparar os participantes a construir e administrar redes sociais com foco na educação política, visando sensibilizar as pessoas para o voto consciente e responsável nas próximas eleições.

Programação – No primeiro dia, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, fará a apresentação do Programa, juntamente com a gerente de Relações Institucionais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Fabíola Nader. Na sequência, o reitor da Universidade Positivo, José Pio Martins, ministra palestra sobre o cenário econômico e político nacional. O professor e diretor do Instituto Datacenso, Cláudio Shimoyama, falará sobre marketing político e pesquisa eleitoral, seguido do especialista em Neuromarketing, Marcelo Peruzzo, que abordará o tema neuromarketing digital. No segundo dia, Fabíola Nader tratará das mudanças ocorridas na legislação eleitoral. O presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Osmar Serraglio, vai discorrer sobre a importância da representação política e o professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Tomas Sparano, sobre a estruturação e coordenação de redes sociais.

Inscrições – As inscrições ao evento devem ser efetuadas com Neuza Oliveira (neuza.oliveira@sistemaocepar.coop.br / 41 3200 1105). 

parana coop folder 10 07 2018

 

RAMO TRANSPORTE: Fórum é realizado em Toledo com público recorde

 

O marco regulatório do transporte de cargas, que tramita no Senado como PLC (Projeto de Lei da Câmara) nº 75/2018, a tabela mínima de fretes e o Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC) estiveram na pauta de debates do 2º Fórum do Ramo Transporte de 2018 promovido pelo Sistema Ocepar, no dia 5 de julho, no Hotel Maestro Executive, em Toledo, no Oeste do Paraná. O evento reuniu 40 participantes de 15 cooperativas paranaenses (Transcooper, Cooperleste, Cotransul, CTA, Coopercaf, Cotrelena, Coptrans, Coopitran, Cotroledo, Cooperfax, Cootramil, Coopertrac, Coopon, Cotramario e Rodocoop). De acordo com os organizadores, a importância dos temas atraiu um público recorde ao evento, que teve como como anfitriã a Cooperativa Cotroledo. 

 

Atividades - O representante do ramo transporte no Paraná, Dorival Bartziki, abriu a programação, ressaltando a importância do evento e das cooperativas permanecerem organizadas junto ao Sistema Ocepar, diante das dificuldades que enfrentam. Em seguida, o presidente da Cotroledo, José Valdir Quessa, apresentou o histórico e os números da cooperativa. Depois, o analista de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Jessé Aquino Rodrigues, apresentou a situação atual do marco regulatório do setor e da tabela mínima de fretes. Já o coordenador de Desempenho do Sescoop/PR, João Gogola Neto, fez uma explanação sobre os problemas enfrentadas pelas cooperativas com a vigência do atual tabelamento de fretes. Ao final, houve a apresentação do PDGC para as cooperativas de transporte analisarem a possível adesão ao Programa.

 

Avaliação positiva - “O evento foi muito bem avaliado pelos participantes por promover o alinhamento do ramo em relação aos temas discutidos, que são de extrema importância para o setor”, afirma Jessé Aquino Rodrigues. 

 

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EDUCAÇÃO: Estudantes do município de Quitandinha visitam a sede do Sistema Ocepar

 

Na tarde de quinta-feira (05/06), um grupo de estudantes da 5ª série da Escola Padre Antonio, do município de Quitandinha, na região metropolitana de Curitiba, visitou a sede do Sistema Ocepar. As crianças foram recebidas pela analista do Sescoop/PR, Carolina Bianca Teodoro, que fez uma explanação sobre o cooperativismo e o trabalho de representação que a entidade realiza. Acompanhados por professores e orientadores pedagógicos da escola, os estudantes vieram em busca de conhecimento para preparar projeto sobre o cooperativismo. “Todos os anos, os alunos escolhem um tema a ser estudado. No final do ano, o grupo apresenta o trabalho numa mostra pedagógica. A visita à Ocepar faz parte do processo de coleta de informações do projeto”, explicou a professora Jussandra Coutinho.     

 

A União Faz a Vida - Segundo a professora, a escola participa há cinco anos do União Faz a Vida, programa pedagógico desenvolvido pelo Sicredi. “O cooperativismo complementa o que sempre ensinamos às crianças, para que elas não sejam individualistas. É um contraponto também à ideia, que muitas vezes prevalece na sociedade, de que o importante é ter bens materiais, sendo indiferente quanto às outras pessoas. As crianças aprendem que, por meio da cooperação, podem realizar sonhos, tornando-se cidadãos bem-sucedidos, mas, ao mesmo tempo, contribuindo e ajudando o desenvolvimento de toda a sociedade”, afirmou. 

 

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DIA C I: Atitudes simples: grandes transformações

 

dia c 10 07 2018Ao aliar desenvolvimento econômico e social, o cooperativismo mostra que atitudes simples são capazes de transformar o mundo. E uma das grandes provas disso, é o Dia de Cooperar (Dia C), movimento de estímulo às cooperativas brasileiras para a realização de iniciativas voluntárias, duradouras e com impactos positivos.

 

Vídeo - Essas iniciativas, aliás, são o tema de um vídeo lançado pelo Sistema OCB no último sábado (07/07) e que encerrou a programação de celebração do Dia Internacional do Cooperativismo. O filme traz exemplos de como as cooperativas, mesmo realizando ações simples, contribuem com a transformação da realidade das famílias que vivem em redor delas.

 

Inciativas - Iniciativas do Ceará, do Amazonas, da Paraíba e de Minas Gerais mostram o quanto é possível fazer quando as pessoas dão as mãos e trabalham em prol de um objetivo em comum. (Informe OCB)

 

Clique aqui para assistir.

 

DIA C II: Dia de Cooperar mobiliza voluntários na Sicredi Rio Paraná

 

Um dia todo voltado ao próximo. Assim foi o Dia C, Dia de Cooperar. Esta data é um momento em que todas as cooperativas do Brasil se emprenham em busca de um mundo mais justo e igual. A ideia é fomentar uma grande corrente do bem. A cooperativa de crédito Sicredi Rio Paraná PR/SP realizou ações em toda a sua área de atuação, não só durante um dia, mas durante toda uma semana. 

 

Doação de marmitas - A primeira ação foi a doação de marmitas para Geladeira Solidária em Cidade Gaúcha – PR. A equipe da agência da cidade se reuniu com os familiares e prepararam refeições que são doadas a moradores de ruas. Foram produzidas 30 refeições na data. 

 

Teatro - Pensando em vários públicos, uma parte da equipe da Superintendência Regional realizou na manhã do dia 27 de junho um teatro sobre organização familiar financeira. A atividade aconteceu no CCI (Centro de Convivência do Idoso) de Pirapozinho-SP. Cerca de 70 idosos se divertiram com os atores “profissionais”.  

 

Família - A apresentação contou com uma família que estava endividada e precisava de ajuda para apreender a organizar as finanças. 

 

Consumo exagerado - Já com outros atores, também colaboradores da Superintendência Regional do Sicredi, desta vez em Nova Londrina-PR, os 120 membros que frequentam o Centro do Idosoda cidade também se divertiram e aprenderam com o teatro de uma família com o consumo exagerado.

 

Rádio novela - A equipe da Superintendência Regional aproveitou o embalo do teatro a também gravou uma rádio novela que foi doada para a Associação dos Cegos de Presidente Prudente-SP. 

 

Vídeo - Já em Presidente Prudente-SP, um vídeo foi gravado com câmeras escondidas no centro da cidade. Duas crianças tentavam montar um quebra cabeça, com a finalidade de que alguém se mobilizasse a ajudá-las. Quando alguém tinha essa disposição, uma banda escondida saía e a pessoa recebia um brinde. A ideia foi mostrar que pequenas atitudes podem fazer um mundo melhor. Esta ação contou com o apoio da MSA Serigrafia, Set Produções, Luz Própria, Alunos do Curso de Marketing da Etec Arruda Mello e Banda Marcial Antonio Zocante. O vídeo foi divulgado nas redes sociais e também na TV local. 

 

Incentivo à leitura - Já no dia 30, data em que a ação é comemorada, a atividade foi incentivar a leitura em Mirante do Paranapanema – SP. Cerca de 70 crianças do Centro de Formação e Promoção Humana foram impactadas com o Gibi de Educação Financeira. 

 

Visita - Ainda no sábado (30/06), os colaboradores da agência de Presidente Prudente-SP visitaram os idosos do Lar São Rafael. Foi um dia de muita conversa e música. Eles arrecadaram produtos de limpeza que o espaço necessitava e levaram muita música com um violeiro que animou o dia. 

 

Mais - Para saber mais acesse nossas redes sociais @sicredirioparana. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

 

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DIA C III: Campanha arrecada mais de 12 mil donativos em Marechal Rondon

 

Sete entidades assistenciais de Marechal Cândido Rondon serão beneficiadas com os mais de 12 mil donativos arrecadados a partir da Campanha do Dia C – Dia de Cooperar, realizada por 11 cooperativas, durante o mês de junho e tendo como ponto alto o evento realizado no dia 30 de junho. Ao todo foram arrecadadas mais de 10 mil peças de roupas, 1.000 produtos de limpeza, 620 pares de calçados e 519 litros de leite. Também foram efetuados 117 novos cadastros de doadores de sangue.

 

Evento oficial - O evento oficial do Dia C, realizado na Praça Willy Barth, reuniu centenas de pessoas, entre voluntários, doadores e beneficiados pelas ações de saúde, esporte, cultura e lazer. A abertura da programação contou com a presença de representantes das cooperativas e de todos os parceiros na iniciativa: Copagril, Sicredi, Sicoob, Cercar, Unimed, Uniprime, Cresol, Cooperlindeiros, Frimesa, Cooperagir, Coofamel, Acimacar, Cojem, Sesc, Saae, prefeitura e Associação Sangue Bom.

 

Atividades - Além de instalar um ponto de arrecadação de donativos na praça foram realizadas atividades como apresentações culturais, promovidas pela Secretaria de Cultura do município e pelo Centro de Tradições Gaúchas (CTG), roda de chimarrão, atividades recreativas promovidas pelo Sesc e pela Secretaria de Esportes, além de ações voltadas à saúde, como aferição de pressão, testes de glicemia e cálculo do índice de massa corporal.

 

Distribuição de folders - Durante o dia, voluntários também fizeram distribuição de folders em vários pontos da cidade, visando difundir o Dia C, o cooperativismo e também a importância de ser doador de sangue.

 

Avaliação - Os donativos arrecadados durante a campanha serão repassados para a Associação Asilo Lar Rosas Unidas, Associação Brasileira em Cristo (Abec), Cooperagir, Apae, Cooperlindeiros, Provopar e para o Centro de Recuperação Caminhos da Vida.

 

Saldo positivo - O saldo da campanha foi avaliado de forma muito positiva pelos organizadores. As lideranças enalteceram a importância da mobilização, ressaltando sobre a força que é possível somar a partir de ações de voluntariado e intercooperação em prol de pessoas da comunidade.

 

Maior - A vice-presidente do Cooperativismo da Acimacar, Sandra Wagner, enfatiza que a campanha deste ano foi maior que a do ano passado. “Conseguimos reunir mais cooperativas e entidades neste movimento, tivemos um incremento também nas atividades desenvolvidas na praça e uma grande arrecadação de donativos. Portanto, foi um evento espetacular, com uma boa adesão de voluntários, fazendo novas amizades, exercitando o espírito cooperativista, todos unidos para fazer o bem para o próximo. Por esses motivos estamos imensamente felizes com o resultado da campanha”, salienta.

 

Ano que vem - De acordo com Sandra Wagner, na avaliação pós-evento os organizadores já estão registrando os pontos fortes e as oportunidades de melhorias para o evento do ano que vem. “Em relação ao cadastro de doadores foi o primeiro ano que realizamos, então cada pessoa que preencheu a ficha foi, para nós, uma vitória. Fizemos uma ampla divulgação com folders nas escolas e em blitz de trânsito, então nas próximas campanhas queremos contar com uma participação ainda maior da população, todos abraçando cada vez mais esta causa”, conclui. (Imprensa Copagril)

 

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DIA C IV: Feijoada do Bem é promovida por cooperativas de Pato Branco (PR)

 

Todos os anos, entre os meses de junho e julho, acontece o Dia de Cooperar ou Dia C. O evento reúne cooperativas que desenvolvem programas de responsabilidade social por meio de projetos de trabalho voluntário desenvolvidos nas comunidades. Criado em 2009 no estado de Minas Gerais, a iniciativa já envolveu mais de 1.500 cooperativas, atingindo cerca de 2,5 milhões de pessoas em 1.081 municípios brasileiros, com a ajuda de mais de 120 mil voluntários. 

 

“Feijoada do Bem” - No último domingo (08/07), foi realizado em Pato Branco o Dia C – Dia de Cooperar, as cooperativas Sicredi, Sicoob, Coopertradição, Unimed, Evolua e Uniprime se uniram para promover a “Feijoada do Bem”, que contou com a participação de aproximadamente 400 colaboradores e familiares. Através dessa iniciativa foram arrecadados mais de 500 litros de leite, que foram doados para a casa de apoio Gama (Associação de Prevenção ao Câncer) e o valor de R$ 4.408,50 que foram para a ONG Remanso da Pedreira, entidade de Pato Branco/PR

 

Verdadeiro papel - Para o presidente da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP, Clemente Renostro, o Dia C é uma data na qual as cooperativas podem mostrar o seu verdadeiro papel na sociedade. “A responsabilidade social e o bem comum são alguns dos pilares do cooperativismo e iniciativas como o Dia de Cooperar fazem com que o objetivo de transformação da sociedade onde a cooperativa atua seja cumprido com sucesso”, afirma o presidente da Cooperativa. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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UNIMED PARANÁ: Federação adere movimento SomosCoop

 

unimed pr 10 07 2018No dia 7 de julho, Dia Internacional do Cooperativismo, a Unimed Paraná aderiu oficialmente ao SomosCoop, movimento da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) que busca despertar a consciência das pessoas para a importância do cooperativismo, gerar orgulho naqueles que o abraçam e impulsionar a causa no país. 

 

Desdobramentos - A campanha se desdobra durante todo o segundo semestre e contará também com ações para estimular a adesão de outras Unimeds do estado trazendo uma consciência maior sobre o desenvolvimento e os impactos sociais e econômicos que o cooperativismo gera para todos os seus públicos.

 

Conexão - O principal objetivo do movimento é conectar cooperativas, cooperados e integrantes do Sistema OCB em torno de uma única causa para tornar o cooperativismo conhecido e reconhecido na sociedade e a Unimed não poderia ficar fora disso. 

 

Transformação - “Acreditamos que é possível transformar o mundo em um lugar mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos. O movimento SomosCoop quer mostrar isso para todo mundo e promover engajamento à causa cooperativista”, destaca o site do movimento, que disponibiliza ainda mais informações, peças e a websérie SomosCoop, já em seu quinto episódio. 

 

Mais - Acesse www.somos.coop.br e saiba mais. (Imprensa Unimed Paraná)

 

UNIMED MARINGÁ: Dia Mundial de Saúde Ocular reforça cuidados com a visão na infância e vida adulta

 

unimed maringa 10 07 2018Na década de 70, a miopia atingia 15% da população brasileira. Hoje, quase 50 anos depois, o número chega a 35% seguindo uma tendência mundial. Mas a que se deve esse aumento?

 

Equipamentos eletrônicos - De acordo com a oftalmologista Silvana Volpe de Lazary, parte do aumento se deve ao uso excessivo de equipamentos eletrônicos. “Cada vez mais cedo estamos expostos à luz-azul, que é emitida por celulares e tablets, e isso está prejudicando diretamente a saúde dos olhos, tanto que a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem apontado a miopia como o quinto maior problema de saúde pública no mundo”, diz. Para alertar a população sobre os cuidados com a visão, foi instituído o dia 10 de julho como o Dia Mundial da Saúde Ocular. 

 

Orientação - Segundo a médica, a orientação é que os pais não permitam que crianças menores de dois anos manuseiem equipamentos eletrônicos. “Entre dois e quatro anos é aceitável que as crianças façam uso do celular ou tablets eventualmente, isso quer dizer, por exemplo, na sala de espera de uma consulta médica, em um restaurante ou em outra situação em que não transcorra muito tempo”, orienta. Já para as crianças com mais de quatro anos, a recomendação é que o uso não ultrapasse uma hora por dia. “É na infância que acontece o desenvolvimento da visão, por isso, toda interferência externa pode acarretar em problemas como a miopia”, explica. 

 

Estudos - Há estudos que indicam uma menor incidência da miopia em países em que as pessoas têm o hábito de praticar atividades ao ar livre. “Na África Central e na Oceania, por exemplo, a incidência não passa dos 10%, porque as crianças e os jovens costumam praticar esportes que os expõem a luz do dia”, diz. Nos Estados Unidos, em que a obesidade e o sedentarismo também têm índices elevados, a taxa de miopia chega aos 42%. 

 

Teste do olhinho - Nos hospitais, assim que a criança nasce é feito o teste do olhinho, mas de acordo com a médica, é importante que até os dois anos de idade seja feito acompanhamento a cada seis meses. Ainda na infância, a saúde dos olhos pode ser comprometida com acidentes domésticos, como perfurações causadas por objetos pontiagudos, queimaduras na região da face e contato com substâncias químicas. Já na vida adulta, as orientações são em relação à automedicação e uso de lentes de contato sem procedência. “Há pessoas comprando lentes de contato pela internet ou no Paraguai sem conhecer a origem desses produtos. Isso é muito g rave. Outro problema sério é a automedicação, usar um colírio com corticoide, por exemplo, pode fazer com que a pessoa desenvolva glaucoma, podendo inclusive perder a visão”, explica. 

 

Coceira - Outra orientação que vale tanto para as crianças como para os adultos é em relação a coceira nos olhos. Mãos contaminadas por bactérias podem trazer irritações aos olhos, por isso, a orientação é evitar o contato e se houver vermelhidão ou coceira excessiva, a dica é procurar um médico o quanto antes. (Imprensa Unimed Maringá)

 

SICREDI: Iniciativa de responsabilidade social é apresentada em congresso internacional na Itália

 

No final de junho, o Sicredi - primeira instituição financeira cooperativa do Brasil - foi convidado pela Scholas Occurrentes, instituição educacional criada pelo Papa Francisco quando era arcebispo em Buenos Aires, para apresentar sua principal iniciativa de responsabilidade, o Programa A União Faz a Vida (PUFV), para mais de 30 países.

 

Congresso Internacional - Marcello Zanlucci, assessor de Programas Sociais da Sicredi Centro Oeste Paulista, falou sobre o PUFV durante a quarta edição do congresso internacional, que aconteceu no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, a "Casa de Verão dos Papas", na Itália. O evento, que teve como tema “Universidade e Escola - Relançar a universidade em saída”, buscou conectar as instituições participantes de diversas partes do mundo, com a apresentação de estudos e trabalhos dos centros de pesquisas voltados para a busca por melhorias dos atuais problemas sociais e educacionais da humanidade. 

 

Realidade brasileira - “Discutimos, sobretudo, a realidade brasileira para juntos alcançarmos um futuro melhor, justo e fraterno, pelas vias da educação. Além disso, pudemos falar sobre os projetos de sucesso que são realizados em nosso País, como o Programa A União Faz a Vida”, ressaltou Marcello.  

 

Objetivo - O PUFV tem como objetivo desenvolver valores de cooperação e cidadania com crianças e adolescentes, a partir da metodologia de projetos desenvolvida pelo Sicredi. Toda ação nasce de uma pergunta, formulada pelos alunos, em conjunto com os educadores, a partir da curiosidade deles em relação a um determinado tema. Com a formulação da pergunta, é promovida uma expedição investigativa, ocasião na qual os alunos ultrapassam os muros escolares e vão a campo a fim de encontrar a resposta para o projeto. As ações têm como protagonistas os alunos, educadores, a família e toda a comunidade envolvida nas atividades. 

 

Abrangência - Atualmente, em âmbito nacional, o Programa é desenvolvido em 292 municípios brasileiros, 1.485 escolas, com a participação de aproximadamente 21 mil educadores, atingindo 229 mil crianças e adolescentes.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Pérola é o primeiro município a depositar seus recursos na cooperativa

 

sicredi vale piquiri 10 07 2018O prefeito de Pérola, Darlan Scalco, foi o primeiro prefeito a realizar depósitos de recursos financeiros municipais na cooperativa Sicredi. Ele compareceu na agência da Sicredi em Pérola logo após a assembleia realizada dia 25/06 pela Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, que adequa a cooperativa à Lei Complementar 161, de janeiro de 2018, e à Resolução 4.659, do Banco Central do Brasil, de maio de 2018, que permitem que as cooperativas abram conta corrente e recebam os recursos das prefeituras municipais. O prefeito foi recebido pelo presidente da cooperativa, Jaime Basso, pelo Diretor Executivo, Moacir Niehues e pelo gerente da agência Fernando Bezun, para realizar o simbólico primeiro depósito dos recursos de um município paranaense na cooperativa.

 

Portas abertas ao cooperativismo - O prefeito Darlan comentou que esta Resolução abre as portas do cooperativismo para que os municípios possam contar com um parceiro financeiro presente e próximo, além de marcar uma importante aliança entre estas duas instituições. “A prefeitura e a Sicredi compartilham do mesmo propósito, o desenvolvimento local. Para mim, não existe uma instituição financeira mais parceira da cidade e da região.”

 

Benefícios - Além de reforçar as regras que esta Resolução estabelece, como manter títulos públicos no montante de recursos captados que excederem a garantia prestada pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), o presidente Jaime Basso reforçou os benefícios que a gestão financeira dos recursos municipais na cooperativa pode trazer aos municípios, além de todo apoio no dia a dia financeiro das prefeituras. 

 

Marco histórico - “Este é um marco histórico para o cooperativismo de crédito brasileiro. Depois de muitos anos o congresso aprovou a lei, o presidente sancionou e o Bacen regulamentou a possibilidade das cooperativas receberem os depósitos dos municípios. Estamos muito orgulhosos pela iniciativa do prefeito Darlan, saímos na frente e queremos que mais municípios se juntem a nós nesse movimento cooperativista, contando com o benefício de todos os serviços financeiros que podemos oferecer e principalmente da condição da cooperativa reinvestir os recursos captados no próprio município, contribuindo com o desenvolvimento local”.

 

Apoio - Esta resolução é um apoio importante para prefeituras que muitas vezes não contam com outras instituições financeiras em sua localidade, mas sim com as cooperativas. Atualmente a Sicredi é a instituição com maior rede de atendimento no Paraná, são 378 agências, e em 70 municípios é a única instituição financeira com agência para atendimento à população.

 

Entre as maiores - A Sicredi Vale do Piquiri é uma das maiores cooperativas do país, com 110 mil associados, 1.4Bi em cessão de crédito, 1.8Bi em ativos e Patrimônio Líquido avaliado em 270MM.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abdc PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI NOSSA TERRA: Instituição cooperativa com maior rede de atendimento do PR inaugura agência em Salto (SP)

 

Na última sexta-feira (06/07), Salto (SP) ganhou uma agência do Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 3,8 milhões de associados, com atuação em 22 estados brasileiros. O ponto de atendimento está situado na Rua Dr. Barros Júnior, 568, Centro.  Consolidado como a maior rede de atendimento do Paraná, a inauguração da agência em Salto reflete o crescimento do Sicredi em nível nacional. 

 

Fatores determinantes - A crescente expansão do Sicredi é explicada por alguns fatores determinantes, como o foco da instituição em gerar impacto positivo nas regiões onde está presente. “O Sicredi tem como missão valorizar o relacionamento, oferecer soluções financeiras com um diferencial que só o cooperativismo oferece, aqui o associado é dono e usuário do empreendimento” explica Maura Carrara. 

 

Novo conceito - A agência de Salto segue o novo conceito de ambientação arquitetônica, que busca explorar um dos seus diferenciais, o relacionamento. O projeto traz um conceito mais moderno proporcionando uma nova experiência. A agencia conta ainda com estacionamento, espaço Café e atendimento exclusivo para às pessoas físicas e jurídicas. 

 

Cooperativas X bancos - As instituições financeiras cooperativas atuam com os mesmos serviços financeiros de um banco convencional. O grande diferencial é que no cooperativismo os associados são donos do negócio e participam ativamente da gestão, participando das decisões da cooperativa durante as assembleias. O principal objetivo de uma cooperativa de crédito não é garantir o lucro, mas trabalhar para propor as melhores soluções financeiras ao quadro social. Os resultados positivos gerados, denominados sobras, retornam proporcionalmente aos associados. Além disso, os recursos aplicados nas instituições financeiras cooperativas ficam na região de atuação de cada cooperativa, movimentando a economia local, por meio das linhas de crédito. 

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,8 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Nossa Terra)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICOOB CREDICAPITAL: Cooperativa dá continuidade em ações do PDGC

 

sicoob credicapital 10 07 2018Em continuidade às ações do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC) o Sicoob Credicapital realizou, no mês de junho, a sensibilização dos colaboradores dos 16 pontos de atendimento e da Unidade de Apoio ao Desenvolvimento da singular.

 

Apresentação - Nessa ação, foram apresentados os objetivos do programa, as métricas e o resultado da autoavaliação. Com os planos de ações já elaborados, o próximo passo agora, durante os meses de julho a dezembro, é melhorar a gestão e processos da cooperativa.

 

Ferramenta de melhoria - O coordenador do programa no Sicoob Credicapital, Eduardo Lopes, ressaltou a importância do PDGC como uma ferramenta de melhoria. “Teremos a oportunidade de otimizar nossos processos de gestão, de uma maneira em que todos os colaboradores e cooperados possam participar e buscar a excelência”. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

RODOCOOP: Inaugurada sede própria em Mandaguari

Na data em que o mundo comemorava o Dia Internacional do Cooperativismo, em 7 de julho, a Rodocoop – Cooperativa de Transportes e Serviços Rodoviários inaugurou a primeira etapa da construção da sede própria, em Mandaguari. Na ocasião, o presidente da cooperativa, Marcos Antonio Trintinalha, agradeceu a todos os transportadores associados pela confiança e também às instituições parceiras. “A união de todos possibilitou que conseguíssemos essa conquista, inaugurar a estrutura da nossa sede”, disse.  

Parceria – Foi dentro da Cocari que surgiu a ideia de fundação de uma cooperativa de transportes, reunindo os transportadores autônomos de Mandaguari e região. “A parceria com a Cocari possibilitou o nascimento da Rodocoop. Nosso sonho sempre foi que o associado tivesse um lugar onde deixar seu caminhão com segurança, um escritório bem organizado para atendimento, um ponto de abastecimento para utilização, como temos agora, e toda a estrutura que vai se concretizar dando sequência ao projeto da Rodocoop”, apontou Trintinalha.

Grande conquista – O presidente de honra da Cocari e ex-presidente da Rodocoop, Dorival Malacario, falou sobre a importante conquista. “Ver essa inauguração preenche o coração de alegria, e ainda mais por saber que faço parte da história dessa cooperativa, que é bem administrada, com tantos associados amigos, também dispostos a levar a Rodocoop ao crescimento e à união de todos os envolvidos. Fico feliz de ver que todos entenderam os objetivos da cooperativa, de unir as pessoas num crescimento conjunto”, ressaltou Malacario.

Resultado do trabalho – O vice-presidente da Rodocoop, Gines Ortega Peres Filho, se disse orgulhoso com a inauguração da instalação. “É um orgulho ver a Rodocoop, que iniciou locando espaço para iniciar as atividades, inaugurando essa sede, em local adquirido graças ao trabalho dos associados, liderados por todos os presidentes que passaram pela cooperativa e o atual presidente, que vem batalhando no dia a dia para que isso se realizasse. Muito obrigado a todos”, reforçou.

Do projeto à realidade – A Cooperativa Central Aurora Alimentos, assim como a Cocari, é uma das principais parceiras da Rodocoop. “Tive a oportunidade de estar na assembleia em que esse projeto foi apresentado, e agora vemos a realidade do projeto sendo inaugurado”, comentou o gerente do abatedouro de Mandaguari, Gilmar Luís Gruber. “Fala-se muito em crise no nosso país, mas pessoas empreendedoras conseguem fazer do cooperativismo uma grande diferença”, afirmou.

Futuro – Atualmente, a Rodocoop possui 160 associados. No espaço inaugurado, futuramente também serão disponibilizados serviços como oficina mecânica, borracharia, lavagem e lubrificação, que deverão facilitar o exercício da profissão dos cooperados. (Imprensa Rodocoop)

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AVICULTURA: Arnaldo Jabor faz palestra em Maringá na abertura do Encontro Técnico Avícola

 

avicultura 10 07 2018A 9ª edição do Encontro Técnico Avícola, de 24 a 26 deste mês no Vivaro Centro de Eventos em Maringá (PR), vai ser aberta oficialmente com uma palestra às 18h30 daquele primeiro dia, sobre o tema Contexto Econômico Brasileiro, com o convidado especial Arnaldo Jabor.

 

Participantes - Realizado a cada dois anos pela Integra e o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), o Encontro espera reunir cerca de 800 participantes de todo o Estado e outras regiões do país – entre dirigentes e profissionais de empresas e cooperativas que atuam no segmento, lideranças, autoridades, acadêmicos e representantes de empresas fornecedoras.  

 

Especialistas - A agenda de palestras e debates inicia às 9h no dia 24, uma terça-feira, seguindo nos dias 25 e 26 com programação das 9 às 18h30, que terá a presença de especialistas de renome nacional e internacional.

 

Site - As inscrições podem ser feitas até o próximo dia 17 no site do evento (www.integra.agr.br/encontrotecnico) onde podem ser conhecidos também os temas, os respectivos palestrantes e demais atividades. Após o dia 17, os interessados devem inscrever-se no local do evento. 

 

Feira - Em espaço anexo à plenária, haverá uma feira com exposição de produtos e serviços para o setor, com a participação de mais de 30 empresas.  

 

Setor - A importância da avicultura para a economia pode ser avaliada pelos números obtidos no ano passado, quando o Paraná respondeu por 36% das exportações de carne de frango do Brasil. Segundo o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as receitas em exportações aumentaram 8,4%, somando US$ 2,51 bilhões, ante US$ 2,32 bilhões de 2016. Ao todo, 1,57 milhão de toneladas da proteína foram destinadas ao mercado internacional em 2017. (Flamma Comunicação)

 

CONAB: Safra de grãos deve ultrapassar 228 milhões de toneladas

conab 10 07 2018A estimativa da safra de grãos do Brasil, a segunda maior da história, deve ser de 228,5 milhões de toneladas, com uma redução de 3,9% ou 9,2 milhões de toneladas a menos que a da safra passada, quando chegou a 237,7 milhões de t. Por sua vez, a expectativa para a área é de 61,6 milhões de hectares, a maior já registrada. Os números são do 10º levantamento divulgado nesta terça-feira (10/07), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Redução - Em comparação com o último levantamento, realizado no mês passado, a produção diminuiu 1,2 milhão de toneladas. O resultado da queda se deve aos impactos climáticos que refletiram numa nova estimativa de produtividade para o milho segunda safra. Mesmo com um menor desempenho neste índice, o cereal terá uma produção total de 82,9 milhões de toneladas, sendo grande parte desse volume devido à colheita da segunda safra, algo próximo a 56 milhões de toneladas.

Soja - Com boa produtividade, a soja é destaque positivo com uma produção que pode chegar a 118,9 milhões de toneladas. Registraram aumento o algodão em pluma, o feijão segunda safra e o trigo, quando comparados com a safra anterior. O primeiro subiu 28,5%, alcançando 1,9 milhão de toneladas, o segundo, 7,7%, chegando a 1,3 milhão de t, e por último o trigo, com aumento de 15% e alcance de 4,9milhões de toneladas.

Área – Entre as culturas avaliadas, a soja registrou o maior volume de área semeada, com um aumento de 33,9 para 35,1 milhões de hectares e ganho absoluto de 1,2 milhão de ha. Outros ganhos absolutos ocorreram com o algodão que chegou a 1,2 milhão de hectares, graças ao aumento de 236,9 mil ha, e com o feijão segunda safra que obteve 1,5 milhão de hectares, com o ganho de 108,3 mil ha. Neste caso, contribuiu muito o feijão caupi que, pelo acréscimo de 158,5 mil ha, obteve 1 milhão de hectares.

Milho - O desempenho poderia ser melhor, se não houvesse redução de área do milho primeira e segunda safras, em razão de expectativas de mercado. O primeiro caiu de 5,5 para 5,1 milhões de hectares e o segundo, de 12,1 para 11,6 milhões de ha. (Conab)

Clique aqui para acessar o boletim.

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial tem superávit de US$ 1,034 bi na 1ª semana de julho

 

comercio exterior 10 07 2018A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,034 bilhão na primeira semana de julho, informou nesta segunda-feira (09/07) o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). O valor decorre de exportações de US$ 4,352 bilhões e importações de US$ 3,318 bilhões no período. No ano, o saldo comercial está positivo em US$ 30,967 bilhões.

 

Média diária - A média diária de exportações na primeira semana caiu 2,6% devido ao recuo nas vendas de manufaturados e semimanufaturados. O embarque de manufaturados caiu 29,3%, para US$ 248,6 milhões por dia, com destaque para plataforma para extração de petróleo, aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, automóveis de passageiros, tubos flexíveis de ferro e aço e açúcar refinado. O envio de produtos semimanufaturados ao mercado externo caiu 11,6%, para US$ 109,6 milhões, puxado por açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, couros e peles, ferro fundido e ferro-ligas.

 

Produtos básicos - Em contrapartida, o embarque de produtos básicos subiu 26,5%, para US$ 503,5 milhões, encabeçado por soja em grãos, minério de cobre, minério de ferro, farelo de soja e carnes de frango e bovina.

 

Importações - As importações, por sua vez, cresceram 11,7% pelo critério de média diária, na comparação com julho de 2017, para US$ 663,5 milhões. Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com cereais e produtos da indústria da moagem (+75,0%), farmacêuticos (+30,5%), veículos automóveis e partes (+24,2%), químicos orgânicos e inorgânicos (+24,0%) e

combustíveis e lubrificantes (+11,8%). (Valor Econômico)

 

INFRAESTRUTURA: Crescem barreiras para investir no setor

 

infraestrututra 10 07 2018Os obstáculos para o investimento em infraestrutura no Brasil aumentaram, avalia o economista Vinicius Carrasco, ex-diretor de Planejamento e Pesquisa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Embora considere que os retornos para a economia de se investir na área sejam "enormes", permitindo que usuários, financiadores, operadores e governo se beneficiem, Carrasco diz que a conjuntura o deixa pessimista quanto às perspectivas para a aplicação de recursos no setor.

 

Greve - "A greve dos caminhoneiros sugere que usuários muitas vezes relutam em pagar pelos serviços de infraestrutura e tentam jogar a conta para o resto da sociedade", afirma Carrasco, observando que a "única forma de se trazer investimento privado é por meio de garantia de retorno a financiadores e operadores". Esses retornos, nota ele, têm de vir do pagamento por parte de quem utiliza os serviços de infraestrutura.

 

Disposição - O problema é que os usuários no Brasil muitas vezes não parecem dispostos a pagar, como demonstraria a paralisação dos caminhoneiros, ocorrida em maio. Carrasco nota que, no episódio, o governo de São Paulo isentou a cobrança de pedágio por eixo suspenso. Além disso, em 2015, quando também houve greve da categoria, o governo da então presidente Dilma Rousseff aprovou a lei do caminhoneiro, "que reduzia de fato pedágios pagos".

 

Setor privado - Para Carrasco, os investimentos em infraestrutura terão que vir do setor privado, dado o grave desequilíbrio das contas públicas. "Não há espaço fiscal algum para que o setor público invista", diz ele, para quem isso, contudo, não é ruim. "A qualidade do investimento público em infraestrutura no Brasil nunca foi das melhores e, quando confrontado com incentivos adequados, o setor privado tende a alocar capital de maneira mais eficiente", afirma Carrasco, professor de Economia da PUC-Rio e economista-chefe da Stone, uma empresa de meio de pagamentos. "É importante enfatizar: nem todo investimento público - em particular, nem todo investimento público em infraestrutura - é bom ou aumenta a produtividade."

 

Teto de gastos - Nesse cenário, a discussão de se retirar do teto de gastos despesas como investimentos "não faz sentido", na avaliação de Carrasco. "Importante é reduzir de maneira permanente gastos do governo e, assim, garantir taxas de juros que induzam investimentos privados. O teto dos gastos e as reformas que ele induzirá são fundamentais para isso", diz ele, referindo-se ao mecanismo que limita o crescimento das despesas não financeiras do governo federal.

 

Parceria - Carrasco tampouco acredita que haja espaço para os gastos na área crescerem por meio de Parcerias Público-Privadas (PPPs). "A questão fiscal é dramática. Essa situação faz com que mesmo a manutenção de serviços públicos básicos, como segurança, por exemplo esteja sob risco em muitos lugares." PPPs de infraestrutura não seriam prioridades.

 

Boa notícia - O economista vê, porém, "enorme espaço para atuação privada" na área - essa é a boa notícia. Como o estoque de capital de infraestrutura no país é baixo e o investimento mal tem conseguido repor a depreciação, os retornos para a economia de se aplicar recursos no setor são muito grandes, segundo ele. Isso tem o potencial de possibilitar que todos se beneficiem: os usuários, por meio de serviços de infraestrutura de maior qualidade; financiadores e operadores dos projetos, por meio de retorno financeiro que mais que os compense pelos riscos envolvidos; e o governo, por meio de receitas de outorgas e concessões que o permita se concentrar em atividades que só o setor público pode fazer. O problema é a relutância dos usuários em pagar pelos serviços de infraestrutura, diz ele.

 

Riscos - Carrasco nota ainda que, em projetos de infraestrutura, "há uma série de riscos que podem se materializar". Nesse cenário, um ponto crucial é dividir esses riscos de modo adequado e alocá-los a quem pode melhor absorvê-los: "Muitos dos riscos de um projeto de infraestrutura estão fora do controle do operador e do financiador. Alocar esse risco a eles sai caro: não provê nenhuma forma de incentivo e aumenta o retorno por eles demandado", diz Carrasco. Segundo ele, muitos desses riscos podem naturalmente ser alocados ao Estado "em situações normais", como fez a Colômbia. "O benefício disso é reduzir retornos demandados pelos operadores e financiadores."

 

Situação fiscal - O problema é que a situação fiscal do Brasil impede que o governo assuma esses riscos, ainda que de modo indireto, o que seria feito por meio de garantias que retirem riscos fora de controle do operador. "Como consequência, esses riscos têm que ser alocados a quem tocará o projeto, o que fará com que os retornos demandados sejam maiores. Esses retornos maiores corresponderão necessariamente a maiores tarifas, e usuários parecem relutantes em pagar por elas."

 

Financiamento externo - A greve dos caminhões também sugere a dificuldade de se usar financiamento externo para projetos, aponta Carrasco. "De fato, é preciso alocar a alguma ou a várias partes o risco de variação cambial", diz ele. "É razoável alocar ao menos parte desse risco a usuários, dolarizando parcialmente tarifas. Não estamos prontos para isso", diz. "Ter que alocar muitos riscos a operadores e financiadores e não querer dar retorno a eles, - por relutar em pagar por serviços de infraestrutura - é algo que se resolverá da pior forma possível: não teremos investimentos substanciais no setor."

 

Motivos - Carrasco não vê motivos para subsidiar investimentos em infraestrutura no Brasil. "Quando os retornos privados são altos - e a precariedade de nossa infraestrutura sugere que este seja o caso -, externalidades são irrelevantes: os incentivos privados a investir são suficientes." Para ele, qualquer incentivo servirá apenas como transferência da sociedade para quem toca o projeto ou para os usuários.

 

Externalidades positivas - Carrasco afirma que a menção a externalidades positivas traz uma sugestão de política pública - dar subsídios. "Primeiro, deveria haver uma barra enorme que alguém que argumente por concessão de subsídios pela existência da externalidade deva passar", diz ele, para quem é preciso tentar quantificar as externalidades - no caso, os benefícios gerados para além daqueles que fazem uso direto dos serviços de infraestrutura. "Na minha curta experiência no BNDES, não vi nenhum estudo que medisse externalidades." Segundo, qualquer subsídio deve ser contrastado com o custo fiscal. 

 

Custo - "Tirar um real da sociedade para se dar um subsídio custa mais que um real. Na verdade, nossas situação fiscal e carga tributária sugerem que é muito mais que um real." Numa situação como essa, ele considera improvável que qualquer externalidade que possa existir supere os custos fiscais envolvidos.

 

BNDES - E o BNDES, que papel deve ter no financiamento à infraestrutura nesse cenário? "Acho que estamos num momento em que temos que encarar nossos problemas. A vantagem que o BNDES tem para financiar infraestrutura, funding subsidiado de longo prazo - é artificial: vem do fato de que tem monopólio sob os recursos do FAT [Fundo de Amparo ao Trabalhador]", diz ele, um dos idealizadores da Taxa de Longo Prazo (TLP), que substituiu a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) nos financiamentos do banco a partir deste ano, e vai eliminar os subsídios nos empréstimos em cinco anos. Para ele, é preciso acabar com isso, leiloando os recursos do FAT para que sejam geridos por qualquer instituição. "O mesmo, a propósito, se aplica ao FGTS, que compõe o funding da Caixa Econômica Federal e do Fundo de Investimento-FGTS."

 

Mecanismos - Desse modo, esses dois mecanismos de poupança forçada serão mais bem remunerados, o que é bom para todos que são forçados a poupar, diz ele, acrescentando que "essa melhor remuneração disciplinará os investimentos feitos com esses recursos, o que é bom para produtividade."

 

Potencial - Carrasco destaca o potencial de projetos de infraestrutura - "se bem selecionados" - para aumentar os ganhos de eficiência na economia. "E, como no longo prazo o crescimento se dá basicamente por aumentos de produtividade, investimento em infraestrutura é fundamental", resume ele. Como as perspectivas para se investir na área não são favoráveis, isso obviamente afeta a capacidade de o país crescer a taxas mais elevadas de modo sustentado. (Valor Econômico)

 

ANS: Agência realiza audiência pública sobre reajuste de planos de saúde

 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vai realizar, nos dias 24 e 25 de julho, no Rio de Janeiro, um debate a respeito do reajuste de planos de saúde individuais ou familiares. 

 

Discussão - O objetivo é ampliar a discussão que já vem acontecendo no âmbito do Comitê de Regulação e Estrutura dos Produtos com integrantes do setor de saúde suplementar e colher insumos para a eventual definição de uma nova metodologia de cálculo do teto do reajuste que pode ser aplicado aos planos individuais contratados a partir de 2/01/1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98.

 

Expectativa - A ANS espera contar com ampla participação da sociedade na discussão dessa temática, que atinge 8,1 milhões de pessoas no país. Na ocasião, será discutida a proposta que está em elaboração pela diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos da Agência.

 

Local - O evento será realizado no Auditório da Secretaria de Estado de Fazenda e Planejamento do Rio de Janeiro, no Centro. (ANS)

Clique aqui e confira os documentos relacionados.

 

Audiência Pública sobre Reajuste de Planos de Saúde

Data: 24 e 25 de julho de 2018

Local: Auditório da Secretaria de Fazenda e Planejamento do Rio de Janeiro

Endereço: Avenida Presidente Vargas, n° 670 – Centro - Rio de Janeiro

 

INTERNACIONAL: Economia global tem de acelerar mudança

 

internacional 10 07 2018O mundo precisa acelerar o processo de transformação de suas economias e o setor produtivo e o mercado financeiro são pilares-chaves da mudança. Esta opinião é compartilhada pelas duas maiores autoridades das Nações Unidas em desenvolvimento e ambiente, o alemão Achim Steiner, diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e o

norueguês Erik Solheim, diretor-executivo da ONU Meio Ambiente, formalmente conhecida por Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

 

Avanços - Steiner elogia os avanços dos últimos 10 anos na agenda ambiental e o engajamento do setor privado na criação do Acordo de Paris em 2015. Mas lista os graves problemas do mundo e a lentidão na capacidade de resposta global. "As emissões não estão baixando o suficiente, os níveis globais de produção e consumo são insustentáveis assim como a intensidade da poluição atmosférica. Produzimos mais plástico nos últimos 30 anos do que na história inteira da humanidade", diz.

 

Alvo - Suas críticas, contudo, também têm como alvo o setor privado, o mercado financeiro e os investidores de capital que "não estão fazendo o tipo de investimento na escala necessária, não estão nem perto disso." Ele cita investimentos globais, desde 2010, de US$ 20 bilhões em gerenciamento sustentável de florestas e compara com US$ 777 bilhões, no mesmo período, no rumo contrário - em mudança do uso da terra e desmatamento. "A economia está inundada por múltiplos atores que estão fazendo a coisa errada, pelo menos em sustentabilidade a longo prazo."

 

Consciência pública - Solheim, que marca sua gestão pelo combate ao uso desenfreado de plásticos descartáveis e a poluição nos oceanos, diz que o caminho da mudança tem que acontecer pelo fortalecimento da consciência pública dos problemas. Este é o motor que pressiona políticos e a economia a se transformarem. O importante, sinaliza, é trazer questões ambientais que façam sentido às pessoas.

 

Falha - "Falhamos como ambientalistas quando levantamos tópicos teóricos que parecem ter saído do espaço sideral", diz ele. "Precisamos fazer a conexão entre a vida privada e o quadro maior", recomenda.

 

Assembleia - Steiner e Solheim estiveram há poucos dias em Da Nang, no Vietnã, participando da 6ª Assembleia do Global Environment Facility (GEF), reunião que define as prioridades do mais tradicional fundo ambiental global. Ali falaram ao Valor e a oito jornalistas asiáticos. Leia trechos das entrevistas em:

 

Setor financeiro mundial é crítico para a transformação da economia 

 

Mobilidade, agricultura e energia são as novas frentes estratégicas

 

(Valor Econômico)

 


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