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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4365 | 06 de Julho de 2018

DIA  INTERNACIONAL I: O cooperativismo é uma força que leva o Paraná para frente

dia internacional I 06 07 2018No primeiro sábado de julho, cooperativas de todo o mundo celebram o Dia Internacional das Cooperativas. Para marcar a data em 2018, a Aliança Cooperativa Internacional, escolheu como slogan “Sociedades Sustentáveis através da cooperação”. O objetivo é mostrar que, pautado em valores, princípios e estruturas de governança, as cooperativas possuem tanto sustentabilidade como resiliência para continuar avançando em suas atividades. Confira a seguir, mensagem do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, em que ele destaca a importância desse modelo de organização econômica que tem a feito a diferença na vida de milhões de pessoas:

“Comemoramos neste sábado, dia 7 de julho, o 96º Dia Internacional das Cooperativas, data instituída pela Aliança Cooperativa Internacional, e o 24º Dia Internacional das Cooperativas, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). Estas datas foram criadas por esses dois importantes órgãos para que possamos refletir sobre a atuação diferenciada das cooperativas e os reflexos positivos na sociedade.

O cooperativismo não é uma filosofia, uma teoria apenas. Estamos falando de empresas sólidas, organizadas, modernas, e que estão no mercado competindo de igual para igual com outras empresas, muitas delas multinacionais.

O cooperativismo é uma força que leva o Paraná para frente. Sua importância começa pelo fato de que seu principal objetivo, aquilo que está na sua essência, é buscar o desenvolvimento das pessoas. No lugar de ficar esperando que alguém faça alguma coisa por você, o que se pretende é que as pessoas tenham a atitude de buscar o seu próprio desenvolvimento.

Se você se organizar economicamente, pode ter mais renda. E com mais renda não precisa depender do governo. Às vezes as pessoas ficam esperando que Deus, o governo, os empresários resolvam sua vida. Mas é possível perceber que, através da cooperação com outras pessoas, e, muitas, vezes, com atitudes simples, é possível mudar de vida, não depender de favor.

O cooperativismo dá autonomia para a pessoa buscar o seu desenvolvimento econômico e social. Este é o fundamento principal do cooperativismo e também o seu maior diferencial. Não podemos ficar esperando que alguém faça algo por nós. Primeiramente, a ação depende de mim. E num segundo momento, depende que eu coopere, busque somar esforços.

Essa autonomia e  consciência de que não podemos ficar esperando que alguém faça algo por nós, abrange todos os aspectos da vida, seja na educação, na carreira profissional, na família e até na política. No Brasil, estamos vivendo um momento político muito importante e se não fizermos nada, tudo vai ficar do jeito que está. O cooperativismo desperta o sentimento de que, juntos, somos mais fortes e podemos fazer a diferença. Isso é buscar crescer, é estimular a não dependência, é motivar você a fazer a sua parte e de forma bem feita. O cooperativismo faz isso. 

Estamos inseridos num movimento que estimula a cooperação. Desde pequena, a pessoa é estimula a competir. Mas se você aprender a cooperar, na família na sociedade, na comunidade, também irá crescer, porém, de forma sustentável.

Saindo do aspecto pessoal, para a algo mais amplo, chegamos ao ponto que trata do quanto o cooperativismo reflete, dinamiza, contribui para o desenvolvimento das comunidades locais.  Hoje no Paraná, a movimentação econômica das cooperativas é de R$ 70 bilhões. No meio rural, as cooperativas já recebem quase 60% de toda a produção agropecuária do estado. Isso faz uma diferença muito grande, porque os resultados econômicos não saem da comunidade.

A cooperativa não tem um segundo endereço. O normal é uma empresa hoje estar aqui, mas amanhã mudar para China ou outro país. Uma empresa mercantil muda de endereço ou transfere seus rendimentos conforme os ares do mercado. Já a cooperativa tem que dar certo no seu local de origem. Esse compromisso com a comunidade é fundamental porque se traduz na geração de empregos, tributos, bem como alimenta uma rede de empresas locais, seja no comércio, na indústria, etc.

A cooperativa não cresce sozinha. Ela estimula o progresso da comunidade. Percebemos uma diferença muito grande dos municípios onde há uma cooperativa instalada. Ao movimentar, somente no Paraná, quase 60% da safra e gerar milhares de empregos, a cooperativa promove riqueza e desenvolvimento. E isso fica na comunidade.

A importância do cooperativismo se estende para todos os ramos. No transporte, por exemplo, e, se os caminhoneiros autônomos estivessem melhor organizados, fossem ligados a uma cooperativa, não estariam passando pelos problemas que estão atravessando e, possivelmente, não teriam desencadeado uma greve que parou praticamente todo o país.

No ramo de infraestrutura, foram as cooperativas que levaram a energia elétrica para o campo. E hoje estão ajudando a levar fibra ótica, contribuindo para que o campo possa estar conectado e acompanhando as evoluções tecnológicas. Na saúde, basta imaginarmos o que seria da rede pública, se não fossem as cooperativas médicas. No crédito, as cooperativas dos Sistemas Sicredi, Sicoob e Uniprime, bem como as independentes, estão ajudando a democratizar   acesso a serviços financeiros, diminuindo a dependência dos bancos.

Então, neste Dia Internacional das Cooperativas, vamos mostrar ao mundo que é possível crescer com democracia, equidade e justiça social; que as pessoas podem, por meio da cooperação, crescer e se desenvolver como pessoas e profissionais; e que nos orgulhamos em fazer parte deste movimento tanto tem feito para tornar este mundo melhor para nós e para a s próximas gerações.”  (José Roberto Ricken,  presidente do Sistema Ocepar)

 

DIA INTERNACIONAL II: Cooperativismo é celebrado em mais de 100 países

dia internacional II 06 07 2018

 

Uma sociedade sustentável é caracterizada pelo perfeito equilíbrio entre produtividade e sustentabilidade e, ainda, entre o viés econômico e o social. Nas cooperativas, há mais de 200 anos isso já é uma realidade. É por isso que o primeiro sábado do mês de julho é sempre dedicado a celebrar a contribuição desse modelo econômico para o fortalecimento das nações ao redor do mundo. É por isso que, neste sábado (07/07), mais de 100 países, dentre eles o Brasil, celebrarão o Dia Internacional do Cooperativismo.

 

 

Tema global - Todos os anos, a celebração é pautada por um tema global definido pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI), entidade de representação desse modelo econômico em nível global e da qual o Brasil faz parte, por meio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Assim, neste ano, o Dia Internacional do Cooperativismo celebra o tema “Sociedades sustentáveis por meio da cooperação”, mostrando à sociedade o papel transformador das cooperativas que, dia após dia, atuam na construção de um mundo mais justo, equilibrado e com melhores oportunidades para todos.

 

 

Programação intensa - No Brasil, a celebração do Dia Internacional do Cooperativismo começou no sábado (30/06), com uma programação intensa e que envolveu ações simultâneas em mais de 400 cidades do país.

 

 

Dia C - “Nós celebramos, junto com o Dia Internacional do Cooperativismo, o Dia de Cooperar, um movimento verde e amarelo de dedicação ao próximo. O Dia C, como o chamamos, representa todo o esforço das cooperativas brasileiras em realizar, com suas parcerias, iniciativas voluntárias, duradouras e com grande impacto transformador na vida das pessoas que residem no entorno delas. Essas iniciativas ocorrem ao longo de todo o ano. Nós sabemos que atitudes simples movem o mundo, por isso, fazemos essa dupla celebração”, comenta Renato Nobile, superintendente do Sistema OCB.

 

 

Memorando de entendimento - E, para reforçar a contribuição das cooperativas com o mundo melhor e que todos merecem, a OCB e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) assinarão nesta sexta-feira (06/07) um memorando de entendimento com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da ONU. O evento ocorre na Casa do Cooperativismo Brasileiro, sede do Sistema OCB, em Brasília, a partir das 10h.

 

 

No Brasil - O cooperativismo está presente em todo o país, gerando oportunidades de inserção econômica e social a milhares de   brasileiros – é um modelo de negócios empreendedor, diferenciado, que visa especialmente à qualidade de vida dos cooperados, seus familiares e empregados de cooperativas. Atualmente, 6.655 mil cooperativas estão registradas na OCB, congregando 13,2 milhões de cooperados e gerando 378,2 mil empregos diretos. 

 

 

FORÇA DO COOPERATIVISMO

 

Segundo a Aliança Cooperativa Internacional (ACI):

 

mais de 100 países já praticam o cooperativismo;

 

mais de 1 bilhão de pessoas já aderiram ao movimento cooperativista;

 

mais de 250 milhões de empregos gerados;

 

reúne 2,6 milhões de cooperativas;

 

mais de US$ 3 trilhões em receitas anuais;

 

1 em cada 7 pessoas no mundo está associada a uma cooperativa;

 

92% da exploração mineral na Bolívia é feita por cooperativas;

 

A maior rede bancária da França, o Credit Agricole, é uma cooperativa e detém 59 milhões de clientes e 24% do mercado francês;

 

80% de todos os fertilizantes produzidos na Índia vem de cooperativas;

 

A maior rede de supermercados de Israel é uma cooperativa;

 

92% de todo alimento produzido no Japão vem de um cooperado;

 

98% da produção de leite da Nova Zelândia é feita por cooperativas;

 

95% da produção de leite do México é feita por cooperativas.

 

 

 

(Informe OCB)

 

 

PRC 100: Constituído o Comitê de Organização do Quadro Social

Foi constituído, na quarta-feira (04/07), na sede da Cotriguaçu, em Cascavel, o Comitê de Organização do Quadro Social do PRC 100 (Plano Paraná Cooperativo 100), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. “Trata-se de uma ação relacionada ao desdobramento do pilar Cooperação, do PRC 100, cujo objetivo é intensificar as atividades de qualificação e desenvolvimento do quadro social das cooperativas do Paraná”, esclarece o analista do Sescoop/PR, Emerson Barcik, que participou do encontro de criação do Comitê, juntamente com o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Humberto César Bridi, da analista do Sescoop/PR, Cristina Moreira, representantes de cooperativas de todas as regiões do Estado, e a consultora da Partner Consulting, Sílvia Novack.

Ações - No encontro, foram definidas as ações que serão desenvolvidas pelo grupo, algumas já a partir de agora, como a elaboração de um diagnóstico sobre a atuação das cooperativas na organização do quadro social, com levantamento de dados sobre como esse trabalho é realizado e a sua abrangência, incluindo dados sobre os cooperados e familiares, a estruturação de um programa que deverá ser elaborado com objetivo de orientar as cooperativas sobre o trabalho com o quadro social, além de uma formação visando capacitar instrutores para atuar nessa área dentro das cooperativas.

PRC 100 - O PRC 100 foi lançado em 2015 com a meta de criar as bases para que as cooperativas paranaenses alcancem, até 2020, o faturamento de R$ 100 bilhões. O plano é sustentado em cinco pilares: financeiro, mercado, cooperação, infraestrutura, governança e gestão, e conta com o trabalho de diversos comitês, que são encarregados de implementar as ações para que os objetivos do PRC 100 sejam alcançados.

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INTEGRADA: Distribuidora de combustíveis tem a aprovação dos produtores

 

integrada 06 07 2018Facilidade no pagamento, entrega rápida, qualidade do produto e bom preço são alguns dos motivos que fizeram o produtor Edson Casado, cooperado na região de Santa Fé (PR), a adquirir o óleo diesel da Integrada Combustíveis, novo segmento de negócios da cooperativa que entrou em operação na última quarta-feira, dia 4. Casado foi um dos primeiros produtores a receber combustível da cooperativa e aprovou o produto e o serviço de entrega.

 

Facilidade de pagamento - “Além do custo mais baixo, há facilidade no pagamento”, avalia Casado. O cooperado adquiriu nesta primeira compra 2 mil litros de óleo diesel. Por safra, o produtor de soja e milho consome de 7 a 8 mil litros do combustível. Além do preço, Edson aposta na qualidade do produto pela seriedade do sistema cooperativista.

 

Endosso - O produtor Mario Jardim, de Bandeirantes (PR), também endossou o serviço de venda de combustível pela Integrada. No primeiro dia de operação da Integrada Combustíveis, Jardim adquiriu 3,5 mil litros de óleo diesel que será destinado não só para a sua propriedade, mas também para toda a família que possuem propriedades na região. A rapidez da entrega foi o que mais chamou a atenção do agricultor. “Foi excelente”, destaca Jardim. Entre plantio e colheita, Mario consome em torno de 10 mil litros de óleo diesel.

 

Satisfação - João Paulo Guerra, cooperado na região de Bandeirantes, recebeu no primeiro dia de entrega 2 mil litros de óleo diesel e também ficou muito satisfeito com o serviço. “Antes éramos obrigados comprar no concorrente, agora fazemos tudo na Integrada”, comemora o agricultor. Guerra lembra que a Integrada Combustíveis é um pedido antigo por parte dos produtores da região.

 

Investimento - Com um investimento de R$ 4 milhões, a Integrada Combustíveis tem a capacidade de armazenamento de 90 mil litros de óleo diesel. Ao todo, serão três caminhões de 10 mil litros cada um para atender os cooperados. O agricultor poderá solicitar a aquisição de óleo diesel em sua regional ou diretamente na distribuidora.

 

Diferenciais - Hashimoto explica que os diferenciais da Integrada é a alta qualidade do combustível, o pagamento com produção e a pontualidade na entrega. Serão oferecidos óleo diesel convencional e o S10. “Isso marca mais um passo para o avanço no atendimento aos cooperados”, completa Hashimoto. (Imprensa Integrada)

 

COCARI: Realizado o 1º Dia de Campo de Avicultura em integração com a Aurora

Nesta quinta-feira (05/07) a Cocari e a Cooperativa Central Aurora Alimentos reuniram os avicultores integrados para a realização do 1º Dia de Campo de Avicultura, promovido em Mandaguari. “Queremos ter a melhor integração. Esse é nosso desafio e é o objetivo desse dia de campo”, destacou o presidente da Cocari, Vilmar Sebold, na abertura do evento.

Aprimorando conhecimentos – O período da manhã foi destinado à realização de palestras técnicas, ocorridas na Associação Atlética Cocari. O representante da empresa Detevel, Bruno Barbosa Marangoni, abordou o tema Controle de pragas. Para falar sobre Sanidade do ambiente e das aves, as cooperativas trouxeram o Dr. Harley Machado de Souza, da empresa MSD. E para tratar de Operação, lubrificação e manutenção de fornos, o palestrante foi Vladimir Prodozzimo, da empresa Agrobona.

Melhor lote da história – Durante o evento foi entregue uma homenagem à integrada Mariana Gomes Brescansin, que se destacou produzindo o melhor lote misto da história da Central Aurora, com Índice de Eficiência Produtiva (IEP) de 484.

Atenção aos detalhes – Mariana contou que o resultado não veio de uma hora para a outra. Foram anos de preparação para chegar a esse nível e foi uma conquista em equipe. “Eu não conquistei nada sozinha. É mérito da equipe que cuida de todos os detalhes. O frango dá sinais quando está com frio, com fome, calor, sede, e cabe ao granjeiro interpretar isso”, analisou.

Plenário sobre a atividade – Integrados que têm registrado alto desempenho em seus aviários compartilharam informações e conhecimentos durante o painel que encerrou as atividades do período da manhã. Participaram os produtores José Afonso Couto, Milton Jorge Dariva e Júlio Maria de Freitas. O moderador foi Luis Carlos Farias, gerente de Avicultura da Aurora. “Se a estrutura dos aviários é igual, se a assistência é a mesma, o que eles fazem de diferente para alcançar alto desempenho?”, questionou Sebold, despertando ainda mais o interesse dos integrados no plenário.  

Na prática – A segunda parte do Dia de Campo ocorreu no Centro de Treinamento Avícola da Cocari, onde teve demonstração de enleiradores de cama de frango no aviário e visitação aos estandes para conhecer as novidades em manejo e as mais modernas tecnologias para aprimorar o desenvolvimento das atividades na condução dos lotes.

Máxima eficiência – A grande responsabilidade da Integração Aurora e Cocari é com a máxima eficiência de seus integrados. “Tem duas formas de ganhar dinheiro com a avicultura: faturando mais e reduzindo custos”, sintetizou Vilmar Sebold. Isso passa pelo cumprimento das leis ambientais, pelo zelo e atenção na atuação, pelo respeito às regras da integradora, pela redução de desperdício e pela busca de conhecimento. O dia de campo trouxe informações sobre cada um desses aspectos.

Inovação na região – O Dia de Campo de Avicultura é uma novidade na área de ação da Integração Aurora e Cocari. O formato trouxe informações teóricas, com palestras de profissionais renomados no segmento avícola, que foram complementadas com a visitação aos estandes. Vilmar Sebold agradeceu a expressiva participação dos apoiadores. “Esse evento é uma inovação para a nossa região e já começamos com 18 expositores parceiros. Isso é um grande diferencial”, salientou. (Imprensa Cocari)

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SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Empossado novo conselho de administração

 

sicredi parque araucarias 06 07 2018No último dia 22, a Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP empossou o novo conselho de administração, eleito pelos associados da cooperativa nas assembleias de núcleos realizadas no início do ano. A ata da assembleia geral ordinária, ocorrida em 14 de abril, foi homologada pelo Banco Central, entidade responsável pela gestão de todas as instituições financeiras, em 13 de junho. A posse aconteceu em um jantar no dia 22 de junho e a primeira reunião com os novos conselheiros foi realizada no dia 26 de junho, na Sede Administrativa, em Pato Branco/PR.O conselho teve chapa única e Clemente Renosto foi reconduzido ao cargo como Presidente e Orlei Roncaglio, assumiu como vice-presidente. Dos demais componentes do conselho, quatro são novos conselheiros e sete já atuavam na última gestão. 

 

Perenidade - Clemente Renosto explica que o Conselho da cooperativa sempre trabalha com vistas a perenidade da cooperativa. "Queremos que nossos associados tenham sempre uma cooperativa sólida e em constante desenvolvimento, por isso, o processo de sucessão vem sendo planejado há anos pelo Conselho. Quando ocorre a eleição, o atual Conselho propõe componentes que sigam os requisitos exigidos para assumir tal função. Neste ano os sugeridos foram eleitos pelos associados durante as assembleias realizadas em cada município, que reuniu mais de 7 mil associados", concluiu Renosto.

 

Quadro - Confira o quadro completo do novo Conselho de Administração, abaixo.

Conselho de Administração | Gestão 2018 - 2022

Clemente Renosto - Presidente

Orlei Roncaglio – Vice-Presidente

Bráulio Noé Valle Junior

Carmen Gonçalves da Silva Fischer

Ismael Raimundo Conte

Helio Antonio Bellan

Nilto Jose Lago

Luiz Carlos de Mello

Olivete Joanita Rotava

Paulo Giovani Arboit 

Rodrigo Antonio Zardo

(Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/PR)

 

SICREDI UNIÃO I: Gibis de educação financeira serão entregues em Paraíso do Norte

 

sicredi uniao 06 07 2018Neste sábado (07/07), a partir das 14 horas, a equipe do projeto de Contação de Histórias da Biblioteca Municipal de Paraíso do Norte fará uma apresentação diferenciada. É que, desta vez, os contadores vão se caracterizar com os personagens do gibi “Turma da Mônica” e contar a história da série especial da revista em quadrinhos, feita para a Sicredi União PR/SP, que aborda a temática "Educação Financeira para Crianças". 

 

Expectativa - A expectativa é que mais de 150 pessoas, entre crianças e pais, assistam à apresentação. Ao final, os gibis serão distribuídos ao público e, em seguida, todos poderão participar da festa junina da biblioteca. “Aprender a administrar o dinheiro desde cedo é muito importante para a correção de hábitos equivocados de consumo e, assim, melhorar o planejamento financeiro e incentivar o costume de poupar para alcançar objetivos e até mesmo sonhos”, afirma a assistente de Negócios da Sicredi União, Angélica Pereira Toledo de Araújo.

 

Contação de histórias - No domingo (08/07), a partir das 14 horas, a equipe de Contação de Histórias da Biblioteca Municipal também fará uma apresentação no Encontro de Carros, que será realizado na praça principal do município. Na ocasião, a Sicredi União também fará a distribuição do restante dos gibis para a criançada que estiver no local. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI UNIÃO II: Parceira do projeto “Cidade do Futuro”, lançado em Maringá

 

sicredi uniao II 06 07 2018A bandeira de cartões Visa lançou nesta quarta-feira (04/07), em Maringá, o projeto “Cidades do Futuro”. Além do município paranaense, apenas outras duas cidades no Brasil foram escolhidas para implementar a iniciativa: Campina Grande (Paraíba) e Belém (Pará). Criado para fomentar o uso dos meios eletrônicos de pagamento ao invés de cédulas de dinheiro, a iniciativa conta com parceiros, como a Sicredi União PR/SP, que atuará com foco em educação financeira em busca de desenvolvimento local.

 

Inclusão digital - “A ideia é incentivar a inclusão digital por meios alternativos de transações financeiras, como pagamento eletrônico utilizando tecnologias fora do usual, como pulseira, relógio e até em anel”, explica o gerente de Desenvolvimento de Negócios, Anderson Smerdel. A instituição financeira cooperativa também vai aproveitar os próprios programas sociais, como ‘Cooperação Na Ponta do Lápis’ e ‘Centro de Informática’ para disseminar conhecimento e fomentar hábitos digitais. Outra ação será a ‘Festa Cashless’, na cidade de Cafeara, na qual não vai circular dinheiro em espécie para desmitificar o pagamento eletrônico.

 

Incentivo - Para incentivar a população a aderir ao pagamento por meio eletrônico, a bandeira de cartões Visa também vai realizar campanhas informativas e educativas em shoppings, centros de convivência e em peças de teatro que abordam o conteúdo. Outra estratégia será a promoção de sorteios e premiações para quem fizer compras e vendas com cartão Visa. Hackathons (maratona de programação) com parceiros locais para o desenvolvimento de soluções eletrônicas também serão organizados.

Benefícios

 

Aumento - Se, com todas essas iniciativas, os pagamentos por meio eletrônico aumentarem nos próximos anos, o levantamento global encomendado à Roubini ThoughtLab revela que a estimativa de benefício financeiro será de R$ 1,1 bilhão em Maringá, dividido entre a população, o setor público e o privado. Sem contar a potencialização da segurança, da eficiência e da conveniência, além da formalização da economia. 

 

Benefício - Ainda segundo o estudo da Visa, “Cidades sem dinheiro em espécie: Compreendendo os benefícios dos pagamentos digitais”, o benefício entre os consumidores maringaenses poderia chegar a R$ 79,8 milhões por ano, considerando fatores como economia de tempo entre transações bancárias e no varejo e redução de crimes. Para o governo, o valor chegaria a R$ 501 milhões ao ano com o aumento de receitas fiscais, crescimento econômico e redução dos custos operacionais. Já para os estabelecimentos comerciais do município, a economia de tempo durante processamento de pagamentos e o aumento de receita por vendas com base maior de clientes, entre outros, gerariam R$ 528,2 milhões em benefício por ano.

 

Impactos - Além disso, o mesmo estudo prevê que, até 2032, os impactos estimados a longo prazo em Maringá resultantes de alguns benefícios diretos seriam o incremento adicional de 1,7% em empregos, decorrentes da intensificação da atividade econômica, 2,4% de aumento extra nos salários e um crescimento de 0,7% no PIB, além do que seria esperado, gerados pela eficiência com o uso de pagamentos digitais, resultando em um incremento adicional de 1,6% em produtividade. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI FRONTEIRAS: Agricultor investe na produção de tomate e cresce no mercado regional

 

O agricultor Evandro Moresco, associado da agência Sicredi do município de Barracão, no Sudoeste do Paraná, deu um grande passo em sua vida, quando decidiu procurar o Sicredi para investir em uma ideia: produzir tomate em estufa.

 

Produção de alimentos - Nada tão simples e tão sublime como produzir alimentos saudáveis para demanda de consumo que cresce a cada dia. Com uma pequena propriedade localizada na linha Palmeirinha, o agricultor buscou otimizar sua produção.

 

Mudança - “Comecei produzindo tomate de maneira mais rústica, com estaleiros de bambu. Aos poucos, percebendo os problemas climáticos e as vendas melhorando nos mercados e restaurante, percebi uma demanda crescente por produtos saudáveis, já que a maioria do tomate vinha de fora, chegando até nossa região com qualidade já comprometida. Foi aí que pensei em produzir tomate em estufa, inicialmente, com instalações simples”, explicou.

 

Avanço - O negócio cresceu e o agricultor conversou com a família para investir mais alto, em estufas melhores, com estrutura de aço galvanizado e em um furgão para entregar a produção. “Procuramos a nossa cooperativa Sicredi, que nos apoiou neste sonho e viabilizou recursos, através do Programa Mais Alimentos. Com isto, dobramos nossa produção e hoje estamos entregando tomate saudável, de alta qualidade e com preço baixo, em vários municípios da região”.

 

Estufas - Através do Sicredi, Evandro investiu R$ 74.200,00 na construção de duas estufas, com estrutura metálica de 50 metros de comprimento, por 14 metros de largura, cada uma, mantadas com material apropriado. 

 

Pagamento - O recurso, o agricultor terá 10 anos para pagar, com taxa 2,5% ao ano. Evandro Moresco ressaltou que até o final do ano fará a instalação de mais duas estufas, garantindo produção para atender toda sua clientela. “Nosso mercado é composto, em sua grande maioria, por clientes fixos, distribuídos nos municípios da região: Barracão, Dionísio Cerqueira, Bom Jesus do Sul, Santo Antonio do Sudoeste, entre outros. O Sicredi é uma cooperativa completa, que nos atende em todas as nossas necessidades financeiras. Graças ao Sicredi, estamos crescendo cada vez mais”, complementou o agricultor.

 

Gratificante - O gerente da agência Sicredi de Barracão, Giliarti Wollmann, ressaltou que é gratificante para a cooperativa ser apoiadora dos sonhos do associado. “Ouvindo o Evandro comentar, eu, como gerente da agência, me sinto feliz em saber que o associado está investindo na sua propriedade, conseguindo se manter no campo e ainda gerando emprego e renda. Esse é propósito do cooperativismo”, destacou Giliarti.

 

Projetos - O gerente disse que o Sicredi está viabilizado inúmeros projetos que ampliam a produção na agricultura, projetos de sustentabilidade energética, bem como linhas de crédito para expansão de negócios.

 

Exemplo - O gerente de agronegócio, Joatan dos Santos Moraes acrescentou que é salutar participar de uma instituição que acredita no produtor rural e no potencial de seu povo. “O agricultor Evandro é um grande exemplo do potencial da nossa nação, de trabalhar, se desenvolver e melhorar a nossa sociedade”, concluiu Joatan.

  

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis emwww.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICOOB UNICOOB I: Sicoob Meridional e Instituto Sicoob lançam projeto FIC + Sustentável

 

No dia 26 de junho, foi lançado o projeto FIC + Sustentável, pelo Sicoob Meridional em parceria com o Instituto Sicoob. A ação faz parte do programa de Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC), lançado em maio na cooperativa, e que tem o objetivo de mensurar o bem-estar e a qualidade de vida dos cooperados, empregados e familiares nas cooperativas.

 

Incentivo - Já o FIC + Sustentável, foi criado para incentivar os colaboradores a adotarem a separação do lixo dentro da cooperativa e na comunidade. Para isso, todos foram convidados a se desfazerem dos "lixeirinhos" de mesa e, em troca, receberam uma plantinha para alegrar os dias de trabalho.

 

Lixeiras - Com o recolhimento dos lixeiros individuais, foram instaladas lixeiras de coleta seletiva em toda cooperativa, permitindo que os resíduos sejam separados e depositados corretamente.

 

Impacto - "Achei a ideia bem interessante, pois essas medidas nos auxiliam a buscar a melhoria em relação à sustentabilidade e ao cuidado com o meio ambiente. Me abriu os olhos para o quanto uma pequena atitude impacta no contexto geral", afirma a colaboradora Sabrina Santos.

 

Concurso - Como parte do programa, foi lançado também o concurso de ideias sustentáveis, que tem como principal objetivo dar voz ativa a todos os colaboradores da cooperativa, para contribuírem com ideias sustentáveis e aplicáveis, tanto na cooperativa quanto na comunidade. O concurso terá duração de seis meses e terá como prêmio uma bicicleta para o colaborador que contribuir com a melhor ideia. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB UNICOOB II: Sistema apoia principal evento de empresas juniores do Paraná

 

Mais de 500 jovens universitários participaram, entre 28 de junho e 1º de julho, do 14º Encontro Estadual das Empresas Juniores do Estado do Paraná (Paraná Júnior 2018), em Londrina (PR). O evento, promovido pela Federação das Empresas Juniores do Estado do Paraná (Fejepar), contou com o apoio do Sicoob Unicoob e foi realizado no Centro de Eventos da cidade. A programação do Encontro estava alinhada à temática “Qual o sentido da sua jornada?”. Para isso, contou com a participação de mais que 20 palestrantes de empresas como a Tigre, Tribo, Olist, Pipefy, HEVP, Positivo, Enteléquia, Escola Conquer, Smart Consulting, Minha Ponte, ASID, entre outras. 

 

Espaço - O Sicoob também teve espaço na agenda do evento, interagindo com os jovens e dialogando sobre assuntos pertinentes ao dia a dia das EJs. Representantes da área de produtos e serviços e gerentes de negócios do Sicoob Norte do Paraná, conduziram intervenções sobre cooperativismo financeiro, capitalismo consciente e educação financeira.

 

Revezamento - Além disso, durante os três dias de evento, a equipe se revezou no espaço Sicoob para tirar dúvidas sobre a instituição, abertura de contas, tarifas e demais práticas de relacionamento com o cooperado, seja ele pessoa física ou pessoa jurídica.

 

MEJ - As empresas juniores, organizações sem fins lucrativos, são constituídas por estudantes universitários com suporte de professores orientadores. Segundo a comissão organizadora, a temática do evento visa questionar qual é o sentido da jornada de vida e de trabalho que cada jovem tem para o próprio futuro, e como é possível conciliar o trabalho em sua empresa júnior com os objetivos e ambições de vida.

 

Outro foco - Outro foco é dar significado para o trabalho voluntário que os alunos realizam nas empresas juniores, além de incentivar cada vez mais a realização de projetos, para que assim, consigam impacto direto na formação educacional, empreendedora e, principalmente, as realidades dos clientes atendidos. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

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SICOOB CREDICAPITAL: Analistas de crédito conhecem fluxo operacional de indústria moageira

 

sicoob credicapital 06 07 2018No dia 26 de junho, os analistas de crédito do Sicoob Credicapital, Jociane Lisboa Teixeira e Thiago Felipe Gazoli Rambaldi, realizaram uma visita à Indústria Moageira Koene, que atua há mais de 28 anos, no comércio e moinho atacadista de grãos.

 

Objetivo - A visita teve como objetivo conhecer o funcionamento das atividades da empresa, desde a aquisição da matéria prima, que é o trigo, até a embalagem do produto. A indústria é um dos maiores grupos tomadores de créditos no município de Três Barras do Paraná, e entender o fluxo operacional e proporção patrimonial da empresa é importante para otimizar a análise de risco. "A visita foi muito produtiva, pois agregamos conhecimento. Ficamos focados no operacional e, tendo contato com a empresa, conseguimos ver mais de perto a produtividade", afirma Jociane. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

UNIMED MARINGÁ: Nutricionista alerta sobre cuidados ao levar marmita para o trabalho

 

unimed maringa 06 07 2018 De acordo com a pesquisa “Preço Médio da Refeição 2017”, realizada pela Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert), os brasileiros gastam, na região sul do país, em média R$ 34,34 por refeição fora de casa. Ao preparar a própria comida, esse valor pode ser reduzido para menos da metade. Por isso, a fim de economizar, muita gente opta por levar marmita para o trabalho, hábito cada vez mais comum nas empresas.

 

Conforto - Para proporcionar mais conforto aos colaboradores, algumas empresas têm investido em espaços adequados para armazenagem dos alimentos e também para refeição. Na Unimed Maringá, quem leva comida para o trabalho tem à disposição um refeitório equipado com geladeira, micro-ondas e outros utensílios. Segundo a nutricionista da cooperativa, Larissa Troian, ter essa estrutura à disposição ajuda muito no bem-estar e saúde do colaborador. 

 

Primeiro passo - Larissa orienta que o primeiro passo ao montar a marmita é pensar em um cardápio que seja equilibrado e nutritivo. “O ideal é que a refeição tenha um ou mais tipos de salada, alguma leguminosa como feijão, lentilha ou grão de bico e de preferência uma carne assada ou grelhada”, diz. 

 

Riscos - Os riscos de contaminação ou intoxicação alimentar podem ser evitados com alguns cuidados simples. “É preciso ficar atento ao recipiente que o alimento está sendo transportado, em quanto tempo permanece sem refrigeração e como a comida é aquecida. Esses fatores podem comprometer a qualidade dos alimentos e até fazer mal para quem os ingere”, explica. 

 

Dicas - Veja cinco dicas para manter sua marmita saudável e segura: 

- Para evitar contaminação alimentar, lave bem o recipiente da marmita antes de colocar os alimentos e imediatamente após a refeição. Use água e sabão em abundância; 

- Deixe a salada separada dos outros alimentos. Na hora de comer, tempere folhas ou legumes com azeite de oliva, vinagre, limão, ervas aromáticas ou vinagrete. Evite sal em excesso e molhos industrializados; 

- Transporte o alimento em uma bolsa térmica. Caso não seja possível, leve em bolsas ou mochilas, desde que o tempo fora da geladeira não passe de 40 minutos. Se precisar de mais tempo, use cubos de gelo reutilizáveis; 

- Não é aconselhável esquentar alimentos em recipientes de plástico, pois alguns contêm substâncias tóxicas. Para aquecer a comida, prefira um prato ou recipiente de outro material; 

- Recipientes em vidro são os mais recomendados para armazenar e aquecer a comida, pois podem ser usados no forno convencional ou no micro-ondas. O material é fácil de lavar e conserva o sabor dos alimentos. (Imprensa Unimed Maringá)

 

INFRAESTRUTURA: Investimento vai triplicar embarque de grãos no Porto de Paranaguá

 

infraestrutura 06 07 2018A governadora Cida Borghetti assinou, na quarta-feira (04/07), na sede da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), a ordem de serviço para início das obras no cais Oeste do Porto de Paranaguá. O investimento de R$ 177,6 milhões abrange modernização dos berços de atracação 201 e 202 e a ampliação do berço 201. O projeto será custeado com recursos próprios da Appa.

 

Importância - Cida ressaltou a importância da obra em função do aumento significativo da movimentação de cargas nos últimos anos, especialmente os embarques do complexo agroindustrial da soja. “Este empreendimento vai triplicar a capacidade de exportação de grãos. Além disso, amplia a competitividade dos produtos paranaenses e brasileiros”, afirmou a governadora.

 

Escoamento da produção - Ela disse que o projeto garante o escoamento da produção do Paraná e da área de influência do Porto de Paranaguá, que abrange os estados do Mato Grosso do Sul, São Paulo, Santa Catarina e o Paraguai. “O Porto de Paranaguá é o mais eficiente do Brasil e avança ainda mais na modernização e na tecnologia.”

 

Melhoria - De acordo com o superintendente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Nelson Costa, a ampliação do cais vai melhorar ainda mais o escoamento da produção paranaense e também de outros estados. “O porto vem em uma crescente de investimentos nos últimos anos que ajuda os produtores a trazer os produtos do Interior sem ter fila de caminhões nem de navios. Isso reduz o custo de logística, que vai diminuir ainda mais com este novo investimento”, afirmou.

 

Desenvolvimento e empregos - Para o prefeito de Paranaguá, Marcelo Roque, o novo investimento do porto vai trazer mais desenvolvimento e empregos para o município. “A maioria das vagas que serão criadas pela execução da obra será para os trabalhadores de Paranaguá. É mais um investimento importante que traz benefícios e empregos para o nosso município”, disse.

 

Cronograma - O prazo de execução da obra é de 18 meses e será realizado pela empresa vencedora da licitação, o Consórcio B201 (Tucumann e TMSA). O projeto consiste no prolongamento de 100 metros da estrutura civil do Berço de atracação 201 e modernização das estruturas dos berços 201 e 202, o que possibilitará o aprofundamento do nível de dragagem para 13,70 metros.

 

Substituição - A proposta também prevê a substituição de toda estrutura eletromecânica, incluindo dois novos carregadores de navios de 2.000 toneladas/hora – hoje operando com 1000 toneladas/hora e 1.500 toneladas/hora. As reformas incluirão reforço estrutural, instalação de passarela de pedestres, troca de defensas, espaçadores metálicos, e a instalação de novo dolfim (coluna) de amarração de navios.

 

Mais capacidade - O diretor-presidente da Appa, Lourenço Fregonese, afirmou que as obras de ampliação e melhorias do cais Oeste do Porto de Paranaguá respondem a um desejo antigo da comunidade portuária. “São 28 anos de espera. Desde 1990 já foram elaboradas três versões do projeto”, explicou ele.

 

Navios de grande porte - O prolongamento em 100 metros do berço 201, no extremo Oeste do porto, permitirá a atracação no local de navios de grande porte. Com isso, a capacidade anual de movimentação de carga do berço aumentará dos atuais 2 milhões de toneladas de grãos para 6,5 milhões de toneladas.

 

Requisitos - Lourenço Fregonese explicou que todo projeto atende os requisitos do Plano Ambiental de Construção (PAC). “O PAC apresenta todos os elementos diretamente envolvidos no processo construtivo da obra, de acordo com a legislação ambiental vigente. Fizemos tudo visando o desenvolvimento das atividades, racionalização de custos, mas sem prejuízos ao meio ambiente”, enfatiza Fregonese. Segundo ele, as mudanças trarão mais agilidade nas operações do porto e a possibilidade de atracação de navios maiores e mais pesados, de até 80 mil toneladas de porte bruto (TPB).

 

Fôlego - A obra também dará um fôlego extra ao setor Leste do Porto de Paranaguá, que está sobrecarregado e não pode mais ser ampliado. Segundo projeto apresentado pela Appa, o setor Leste já vem trabalhando com demanda reprimida, principalmente em relação a graneis sólidos vegetais, e está próximo ao seu limite logístico e operacional. Com a ampliação do cais Oeste, a movimentação de cargas será triplicada, descongestionando o setor Leste, e abrindo novas alternativas de escoamento para o agronegócio do Estado do Paraná.

 

Presenças - Participaram da solenidade o presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Orlando Pessuti; o secretário do Trabalho, Paulo Rossi; o comandante da Capitania dos Portos, capitão de Mar e Guerra Germano Teixeira da Silva; e os deputados estaduais Alexandre Curi, Tião Medeiros e Nelson Justus. (Agência de Notícias do Paraná)

 

FIMAN: Brasil se tornará o centro mundial da mandioca

 

fiman 06 07 2018Polo da maior região produtora de mandioca para fins industriais do Brasil, a cidade de Paranavaí, no Noroeste do Paraná, sediará de 20 a 22 de novembro a Feira Internacional da Mandioca (Fiman 2018), no Parque Internacional de Exposições Costa e Silva. Em sua segunda edição, o evento reunirá representantes de toda a cadeia produtiva e de consumo, em um ambiente propício para a promoção de negócios entre as empresas do setor, especialmente as indústrias de transformação, seus fornecedores e clientes.

 

Expositores - Mais de 100 expositores do Brasil e do exterior participarão da Feira, em um espaço de 4 mil m² especialmente construído para abrigar o evento. A expectativa da organização é que mais de 5 mil pessoas de 30 países visitem a Fiman 2018, entre industriais, produtores, fornecedores, consumidores e varejistas, com a geração de aproximadamente R$ 100 milhões em negócios. 

 

Importância - O evento, idealizado em 2016 em meio a uma das mais graves crises econômicas do país, tornou-se um importante cenário para a troca de experiências, tecnologia e conhecimento com relação ao mercado da mandioca. “Naquele momento, conseguimos gerar mais de R$ 50 milhões em negócios durante a Feira, impactando positivamente um universo de mais de 4 mil pessoas, entre visitantes e empresários”, explica Maurício Gehlen, presidente da Comissão Organizadora da Fiman 2018. “Tivemos como destaque a África, continente com o maior número de representantes. Graças a sua alta produção da raiz, vieram atrás de conhecimento a respeito da produção em escala comercial”, acrescenta. Para esta edição, já estão confirmadas empresas da China e Inglaterra, e em negociação com outros países, como Japão, Tailândia, Indonésia e Singapura. 

 

Parceria - A Fiman 2018 é uma parceria da Associação Comercial e Empresarial de Paranavaí (Aciap), Sindicato Rural de Paranavaí, do Sindicato Rural do Noroeste do Paraná, Prefeitura Municipal de Paranavaí e Centro Tecnológico da Mandioca (Cetem), com organização da Combo Action

 

Mandioca: o alimento do século XXI - Eleita pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o alimento mais importante do século, a mandioca é utilizada para consumo humano, animal e industrial. Neste último caso, é fundamental para diferentes segmentos. “É o caso dos setores de papel e celulose, panificação, têxtil, indústria farmacêutica e de cosméticos, fertilizantes, aplicação em campos de petróleo e siderurgia e na alimentação, servindo como base para a produção de alimentos sem glúten, lactose e funcionais”, complementa Gehlen. 

 

Atrações - Em paralelo à Feira, a organização do evento promoverá uma agenda de atrações focadas na capacitação profissional e na geração de conhecimento, entre oficinas, visitas técnicas, rodadas de negócios e palestras sobre novas tecnologias, otimização de materiais, trabalho em rede, logística reversa e a apresentação de cases de sucesso.

 

O mundo se encontra em Paranavaí Atualmente, a produção da mandioca está concentrada em alguns países, como a Nigéria, Tailândia, Indonésia, Brasil, República Democrática do Congo e Gana. Segundo o último levantamento divulgado pela ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a produção mundial de raiz de mandioca correspondeu a 270,28 milhões de toneladas em 2014, estando o Brasil na quarta posição com uma produção de 23,24 milhões de toneladas.

 

Centros produtivos - O país concentra três grandes centros produtivos: o Pará (alimentício), a região Sul (industrial) e o Mato Grosso. Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que o Paraná foi responsável por 70% do total de fécula de mandioca produzida no país em 2015 - número que é mantido a cada safra, sendo a região de Paranavaí (PR) uma referência mundial em produtividade e qualidade.

 

Metas - “Temos como metas promover negócios e intercâmbio entre as empresas produtoras, agregar valor à produção, ampliar a geração de empregos, fomentar o nosso mercado, implantar uma cultura de inovação tecnológica e construir uma rede de informações. Serão três dias de troca de experiências, parcerias e novos caminhos”, finaliza Gehlen. O pavilhão da FIMAN 2018 terá funcionamento das 13h às 20h, com entrada gratuita para visitantes mediante credenciamento no site www.fiman.com.br ou no local do evento no credenciamento.  (Assessoria de Imprensa do evento)

 

SERVIÇO

Feira Internacional da Mandioca – FIMAN 2018

Data: 20 a 22/11 (terça a quinta-feira)

Local: Parque Internacional de Exposições Costa e Silva: BR-376, Zona 11 | Paranavaí (PR)

Horário:13h às 20h

Entrada: gratuita

Promoção: Associação Comercial e Empresarial de Paranavaí (ACIAP), Sindicato Rural de Paranavaí, do Sindicato Rural do Noroeste do Paraná, da Prefeitura Municipal de Paranavaí e do Centro Tecnológico da Mandioca (CETEM) 

Organização: Combo Action

Informações: +55 41-3095.1776 | e-mail: contato@fiman.com.brwww.fiman.com.br

 

IPEA: Investimento recua 11,3% em maio, pior resultado desde 96

 

ipea 06 07 2018Sob efeito da greve dos caminhoneiros, os investimentos tiveram, em maio, seu pior mês na história recente do país. Segundo estimativa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os investimentos recuaram 11,3% em maio, na comparação a abril, livre dos efeitos sazonais. É o pior resultado desde janeiro de 1996, início da série histórica disponível.

 

Recebimento de matérias-primas - A paralisação de 11 dias dos caminhoneiros no fim de maio afetou o recebimento de matérias-primas por indústrias de bens de capital, escoamento da produção realizada e a importação de máquinas. Também afetou a construção civil, ao gerar uma crise de abastecimento de materiais.

 

Consumo aparente - Desta forma, o consumo aparente de máquinas e equipamentos - resultado da soma de produção interna com importações, retiradas as exportações - recuou 14,6% frente a abril. A abertura do indicador mostra que a produção de bens de capital teve queda de 12,8%. As importações de bens de capital, por sua vez, recuaram 9,8% frente a abril.

 

Construção civil - A paralisação também afetou o resultado da construção civil. Pela série com ajuste sazonal, a atividade recuou 11,5%. Por fim, o terceiro componente dos investimentos, classificado como "outros ativos fixos" (propriedade intelectual, lavouras permanentes, gado de reprodução etc.), teve queda de 4,7% no mês.

 

Sequência interrompida - Com o resultado de maio, o chamado Indicador Ipea de formação bruta de capital fixo (FBCF) interrompeu uma sequência de três meses de recuperação, retornando ao nível de abril de 2009. Nos cálculos do Ipea, a queda foi de 1,4% em relação a maio do ano passado. Apesar disso, o indicador de 12 meses ainda cresce 1,3%.

 

Recuperação parcial - Segundo José Ronaldo de Castro Souza Junior, diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, apenas parte das perdas devem ter sido recuperadas já em junho. Ele disse que o reabastecimento de materiais e retomada das operações podem ter sido lentas no início do mês. Além disso, as partidas da seleção brasileira na Copa do Mundo pararam fábricas e obras. "A greve afeta o desempenho do investimento no ano. Tanto que revisamos nossa projeção de crescimento do investimento no PIB de 2018 de 4,5% para 3,6%. Nesse caso, também por conta do cenário externo, com a questão dos juros americanos. Mesmo assim, ainda é um crescimento em relação ao ano passado", disse o economista do Ipea.

 

Dúvida - A dúvida são os efeitos da greve dos caminhoneiros sobre a confiança de empresários para investir. Os cálculos de formação bruta de capital fixo do Ipea - assim como o do IBGE, ao qual busca antecipar - são baseados nas estatísticas de produção e oferta, e não baseados em planos de investimentos.(Valor Econômico)

 

ECONOMIA: Estudo aponta 30 profissões que estão surgindo com a indústria 4.0

 

economia 06 07 2018Não há dúvida de que a corrida tecnológica vem impactando fortemente as profissões em diversos países do mundo, criando, inclusive, novas atividades para atender a uma demanda crescente do mercado que busca se atualizar frente aos concorrentes. No Brasil, instituições como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), responsável pela formação profissional, confirmam a tendência dessa revolução.

 

Estudo - Baseado neste cenário, estudo divulgado nesta quinta-feira (05/07) pelo Senai mostrou que 30 novas profissões vão surgir ou ganhar mais relevância com a chamada indústria 4.0, conceito relacionado às chamadas fábricas inteligentes, da quarta revolução industrial, determinada pelas tecnologias digitais, como internet das coisas, big data e inteligência artificial.

 

Oito áreas - As novas profissões foram identificadas em oito áreas que o estudo realizado pelo Senai considera com aquelas que serão mais impactadas pelas novas tecnologias relacionadas à indústria 4.0: setor automotivo; alimentos e bebidas; construção civil; têxtil e vestuário; tecnologias da informação e comunicação; máquinas e ferramentas; química e petroquímica; e petróleo e gás.

 

Profissões - Entre essas profissões estão as de mecânico de veículos híbridos e mecânico de telemetria (automotivo); técnico em impressão de alimentos (alimentos e bebidas); técnico em automação predial (construção civil); engenheiro em fibras têxteis (têxtil e vestuário); engenheiro de cibersegurança especialista em big data (tecnologia da informação); projetista para tecnologias 3D (máquinas e ferramentas); técnico especialista no desenvolvimento de produtos poliméricos (química e petroquímica); e especialista para recuperação avançada de petróleo (petróleo e gás).

 

Setor automotivo - O trabalho do Senai destaca que o potencial transformador é maior em alguns setores, entre eles o automotivo. A explicação está no desenvolvimento de tecnologias como a dos carros híbridos e a evolução de ferramentas veiculares como os computadores de bordo, cada vez mais utilizados pelos fabricantes como um atrativo de vendas e comodismo para o motorista. A expectativa é que tecnologias como robótica colaborativa e comunicação entre máquinas por meio da internet das coisas impactem tanto as etapas de concepção quanto as de produção da área automotiva.

 

Computador de bordo - É o caso da mão de obra que será exigida para lidar com o computador de bordo, por exemplo. Este sensor responsável pelo monitoramento de dados dos carros, como aceleração, temperatura do motor e do ar, oferece aos motoristas instrumentos para regulagem e programação de velocidade e estimativas de tempo de viagem. É o mecânico especialista em telemetria que programa esses computadores, faz diagnóstico e reparos das redes eletrônicas. Ao ouvir representantes de empresas, de sindicatos de trabalhadores, de universidades que atuam ou estudam esse segmento, o Senai projetou que, nos próximos dez anos, 31% a 50% das empresas do segmento demandem profissionais com esta especialização.

 

“Preciso estar qualificado” - Já em 1990, bem antes das projeções atuais, o técnico eletrônico Luis Marcelo da Silva teve o primeiro contato com um robô quando trabalhava na empresa ATH Albarus, em Porto Alegre, mas foi em 2000, já na GM da capital gaúcha, que trabalhou diretamente com a robótica. “No início, ninguém entendia muito de robótica, pois era o início da GM e por aqui não era tão comum o uso de robôs nas fábricas. Vinham técnicos de São Paulo e representantes dos fornecedores de equipamento que foram nos passando o conhecimento no dia a dia e com cursos. Com o tempo, fomos nos acostumando com o equipamento”, afirmou.

 

Qualificação - Mesmo trabalhando 18 anos na área, Luis Marcelo somente entrou no Senai bem mais tarde, se formando em tecnólogo de automação industrial em 2016. Hoje, aos 46 anos, Luis Marcelo trabalha em uma empresa de engenharia multinacional espanhola, apontada como líder na indústria automobilística europeia - Gestamp Automoción – em Gravataí, também no Rio Grande do Sul. “Preciso ficar bem qualificado para qualquer vaga de emprego. O futuro na área de robótica é um caminho sem volta e a profissão de robotista vai se ampliar cada vez mais, assim como em outras áreas ligadas à tecnologia”, avaliou.

 

Tecnologia da informação - Outro setor que está no centro da quarta revolução industrial é o de tecnologias de informação e comunicação. A segurança no mundo digital tem recebido atenção especial em todo o mundo, principalmente, quando se trata de redes sociais e armazenamento de informações estratégicas em nuvem. Segundo o Senai, esta tem sido apontada como uma das maiores preocupações dos empresários. E isso acende uma luz nas formações como a de engenheiro de cibersegurança e analista de segurança e defesa digital.

 

TIC - As tendências profissionais do setor de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) transpassam setores econômicos e refletem em mudanças e necessidades de aperfeiçoamentos de profissionais que atuam neste segmento em qualquer área. Além de apontar profissões já presentes do mercado, como as de técnico em desenvolvimento de sistemas e técnico em redes de computadores, o levantamento destaca novas atividades como a de analista de internet das coisas (IoT), com uma tendência de aumento da demanda por esses profissionais em torno de 11% a 30% nos próximos dez anos. (Agência Brasil)

 

ANS I: Consulta Pública sobre Atenção Primária à Saúde tem prazo prorrogado

 

ans I 06 07 2018A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) prorroga, até o dia 19/07/2018, o prazo para envio das contribuições a respeito da Consulta Pública nº 66, sobre o Programa de Certificação de Boas Práticas em Atenção à Saúde, que apresenta como principal projeto o Programa de Certificação em Atenção Primária em Saúde (APS).

 

Etapa fundamental - “A consulta pública é uma etapa fundamental para a instituição de um programa justo e adequado, que efetivamente contribua com a mudança dos modelos assistencial e de remuneração de prestadores no Brasil”, ressalta Rodrigo Aguiar, diretor de Desenvolvimento Setorial ANS.

 

Sugestões e críticas - Os interessados poderão enviar sugestões ou críticas relativas à minuta de Resolução Normativa e todos os anexos, entre eles o Manual de Certificação em Boas Práticas em Atenção Primária em Saúde, que define o Programa de APS e detalha os critérios que devem ser adotados pelas operadoras de planos de saúde e entidades acreditadoras interessadas em aderir à iniciativa.

 

Programa - O Programa de Certificação em Atenção Primária em Saúde (APS) consiste na concessão, por intermédio de entidades acreditadoras independentes, de um selo de qualidade às operadoras que cumprirem requisitos pré-estabelecidos relacionados a essa temática. O objetivo de instituir o selo APS é estimular a qualificação, o fortalecimento e a reorganização da atenção básica, por onde os pacientes devem ingressar no sistema de saúde. O projeto propõe ainda o estimulo à implementação de modelos inovadores de remuneração de prestadores no setor e a implementação de indicadores de atenção primária, em conformidade com evidências científicas, para monitoramento dos cuidados primários na saúde suplementar.(ANS)

 

A Consulta Pública nº 66 pode ser acessada aqui

 

ANS II: Agência divulga números do setor relativos a maio

 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está disponibilizando os dados atualizados do setor de planos de saúde relativos ao mês de maio. A consulta pode ser feita através da Sala de Situação, ferramenta disponível no portal da Agência. Nesse período, o setor acompanhou a tendência de equilíbrio que vem sendo observada em 2018, com discreto crescimento no comparativo dos últimos 12 meses encerrados em maio. O aumento foi puxado pelos contratos coletivos empresariais.

 

Beneficiários - Nos planos de assistência médica, o setor registrou 47.273.793 milhões de beneficiários, cerca de 66 mil a mais em relação a maio do ano passado. Já nos planos exclusivamente odontológicos, foram contabilizados 23,1 milhões de beneficiários, aumento de cerca de 1,2 milhão em relação ao mesmo mês do ano passado. É importante notar que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas mensalmente pelas operadoras. 

 

Estados - A maioria dos estados registrou aumento no número de beneficiários de planos de assistência médica no último ano. O crescimento foi observado em 17 Unidades Federativas: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. Ceará registrou o maior crescimento em números absolutos: 31,9 mil usuários a mais no período, seguido por Santa Catarina (23,8 mil) e Minas Gerais (23,1 mil). (ANS)

 

Clique aqui e acesse a Sala de Situação.

Confira nas tabelas abaixo os números de beneficiários por tipo de contratação do plano e por UF.

 

 

ans II tabela 1 06 07 2018

ans II tabela 2 06 07 2018

FED: Membros se mostram favoráveis à alta gradativa de juros

 

fed 06 07 2018A ata da reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed) de junho apontou que os integrantes continuaram a avançar com as discussões sobre quando a taxa dos Fed Funds chegariam à taxa neutra, que é o nível no qual os juros não estimulam e nem pressionam o crescimento econômico.

 

Apropriado - De acordo com a ata, divulgada nesta quinta-feira (05/07), "os participantes julgaram que provavelmente seria apropriado continuar elevando gradativamente a meta da taxa dos Fed Funds a um nível próximo ou ligeiramente acima das suas estimativas de longo prazo para 2019 ou 2020". As projeções de junho dos integrantes do Fed apontam que os juros devem se estabilizar entre 2,75% a 3,0% no longo prazo. "Caso as elevações graduais da taxa dos Fed Funds continuem, ela pode estar no nível das estimativas para a taxa neutra ou acima em algum momento do ano que vem", aponta a ata.

 

Junho - Em junho, os integrantes do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) retiraram do comunicado a mensagem de que os juros ficariam abaixo da taxa neutra por um longo período de tempo. A ata revelou também uma preocupação crescente com a possibilidade de que a política comercial americana tenha um impacto negativo sobre os investimentos corporativos e prejudique o crescimento econômico em relação às projeções para este ano e o próximo. (Valor Econômico)

 

OPINIÃO: Secular, não há nada mais moderno que o cooperativismo de crédito

 

opiniao 06 07 2018* Manfred Alfonso Dasenbrock

 

Quem poderia dizer que em 1902 foi trazido para o Brasil um modelo de negócio que até hoje é considerado moderno e sustentável? Foi com a iniciativa do padre suíço Theodor Amstad que, em Nova Petrópolis, na região da Serra Gaúcha, em conjunto com outras 19 pessoas, fundou a primeira cooperativa de crédito da América Latina, em atividade até hoje. O sacerdote inspirou-se em um movimento que começou com Friedrich Wilhelm Raiffeisen, alemão que criou em 1864 a Associação de Caixa de Crédito Rural de Heddesdorf. A partir dessa iniciativa, o movimento não somente se expandiu pela Alemanha, mas também por outros países, conquistando amplitude mundial.

 

Com mais de 150 anos, o cooperativismo de crédito contribui para o desenvolvimento socioeconômico em muitas nações, de todos os continentes – são 68 mil cooperativas de crédito e 235 milhões de associados ao redor do planeta, responsáveis por U$ 1,4 trilhão em depósitos, conforme dados do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu, em sua sigla em inglês). 

 

Então, nos perguntamos: esse modelo inspirador, transparente e centrado no ser humano e na cooperação entre pessoas, cujos recursos gerados pela cooperativa de crédito a qual se associam permanecem na sua região de origem, distribuindo riqueza e criando empregos nas comunidades, não teria mais espaço para crescer no Brasil?

 

A participação do cooperativismo de crédito em nosso País ainda é muito pequena quando comparada às relevantes presenças do segmento cooperativista de crédito em economias maduras da Europa Ocidental e da América do Norte. Na França e na Alemanha, por exemplo, as cooperativas de crédito participam com 60% e 20%, respectivamente, dos depósitos totais do sistema financeiro. 

 

No Brasil, segundo dados do Banco Central, 1.017 cooperativas de crédito são responsáveis por R$ 90,9 bilhões em saldo de depósitos e 8,9 milhões de associados. Elas estão fisicamente presentes em aproximadamente metade dos munícipios brasileiros e representam 3,6% do Sistema Financeiro Nacional. Além disso, têm a chancela do FGCoop, que é o fundo garantidor que protege depositantes e investidores, contribui com a manutenção da estabilidade do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e iguala as condições de competitividade com os bancos comerciais.

 

Inserido nesse contexto, o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,7 milhões de associados em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – tem contribuído para o crescimento sólido e sustentável do cooperativismo de crédito. 

 

Pioneiro – não por acaso, a cooperativa fundada em 1902 se chama atualmente Sicredi Pioneira – e referência nacional e internacional pela organização em sistema, com padrão operacional e utilização de marca única, o Sicredi conta atualmente com 116 cooperativas de crédito filiadas, presentes em 1.187 municípios, sendo que em 204 deles é a única instituição financeira atuante.

 

Palavras mais que atuais, cooperar e compartilhar são princípios inerentes ao cooperativismo, que têm o poder de transformar nossa sociedade e contribuir para a construção de um futuro melhor, pois ao mesmo tempo em que os objetivos comuns dos associados são alcançados e suas necessidades atendidas, a comunidade é beneficiada com o desenvolvimento local, promovido pela geração de valor econômico, social e ambiental das cooperativas de crédito. 

Esses conceitos tão contemporâneos, se unem aos investimentos em tecnologia, por meio dos quais as cooperativas de crédito já disponibilizam soluções – entre elas contas 100% digitais, como o Woop Sicredi – que contemplam as demandas do público jovem. Isso tudo com o diferencial de conectar não só pessoas, mas também propósitos.

 

Agora, você pode estar pensando: na prática, quais os benefícios que eu tenho ao me associar a uma cooperativa de crédito? A resposta começa pelo fato de você ter participação dos resultados da sua cooperativa, e essa participação estar diretamente relacionada com o que você gera de receita para ela. E isso não tem a ver com a quantia que você tem na sua conta, mas o quanto você utiliza de produtos e serviços, gerando mais rentabilidade à cooperativa de crédito. O conceito é o de crescimento para todos e você, como associado e – literalmente – dono do negócio, também colhe benefícios diretos e indiretos. 

 

Além disso, a cooperativa de crédito tem total interesse na saúde financeira de seus associados e consegue competir no mercado financeiro com taxas e juros mais justos. Tais fatos, ligados aos diferenciais de relacionamento próximo, consultoria customizada, concessão de crédito consciente, entre tantos outros, explicam a inadimplência abaixo da média de mercado, registrada no Sicredi, por exemplo, mas também em outros sistemas do segmento.

 

Finalmente, as cooperativas de crédito são sociedades de pessoas, e não de capital, o que significa que qualquer associado, independentemente do valor que possui em capital social, tem os mesmos direitos e deveres que os demais. Por conta disso, o cooperativismo de crédito é um modelo econômico e social que atua de forma extremamente democrática e inclusiva. Tem algo mais moderno e sustentável que isso?

 

*Manfred Alfonso Dasenbrock é presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (World Council of Credit Unions – Woccu)

 


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