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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4364 | 05 de Julho de 2018

SAFRA 2018/19: BB vai destinar R$ 103 bilhões para o crédito rural; PR receberá R$ 13,6 bilhões

 

O Banco do Brasil (BB) vai destinar R$ 103 bilhões para o financiamento da safra 2018/2019. O valor é 21% maior do que o desembolsado na safra 2017/2018, cerca de R$ 85 bilhões. Desse total, serão repassados R$ 13,6 bilhões ao Paraná, dos quais R$ 11,7 bilhões para custeio e R$ 1,9 bilhão para investimento. O anúncio do Plano Safra do BB foi feito nesta quarta-feira (04/07), em cerimônia na sede da instituição, em Brasília, com a participação do presidente Michel Temer e do ministro da Agricultura, Blairo Maggi. O evento foi transmitido ao vivo, por videoconferência, para 60 cidades brasileiras. Em Curitiba, foi acompanhado no auditório da agência do BB localizada no bairro Rebouças pelo secretário estadual da Agricultura, George Hiraiwa, agricultores e representantes do setor produtivo, entre os quais o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, e o gerente técnico da entidade, Flávio Turra. 

 

Principal agente - O Banco do Brasil é o principal agente de financiamento da agricultura brasileira: responde por 60% do crédito disponível para o setor. Neste ano, o governo federal anunciou um total de R$ 194,3 bilhões para o financiamento da safra agrícola 2018/2019. 

 

Peso da agricultura - Segundo o presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, a agricultura responde por 23% do Produto Interno Bruto (PIB) e por 44% do total das exportações brasileiras, o que deixa clara a vocação do país para o agronegócio. "Estamos trabalhando para dar continuidade a um trabalho que foi feito, lembrando que a safra 2016/2017 foi a maior de todos os tempos. Nós tivemos 238 milhões de toneladas. Esperamos que a safra 2018/2019 possa atingir números bastante semelhantes. Portanto, começamos uma nova safra com muita expectativa, com muita esperança de continuar esse processo de produção", disse.

 

Área plantada - Nos últimos 25 anos, segundo Caffarelli, a área plantada no país cresceu 65%, mas a produção aumentou 375% no mesmo período. Para se chegar a esses índices, disse Caffarelli, houve um forte investimento em tecnologia, pesquisa e desenvolvimento, bem como um estímulo ao crédito, com participação expressiva do Banco do Brasil. (Com informações da Agência Brasil)

 

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LEGISLATIVO: Comissão aprova relatório da MP que fixa preços mínimos no transporte de cargas

 

legislativo senado 05 07 2018A comissão mista da Medida Provisória (MP) 832/18 aprovou nesta quarta-feira (04/07) o relatório do deputado Osmar Terra (MDB-RS). A proposta cria uma política nacional de preços mínimos para o transporte rodoviário de cargas – pelo texto aprovado, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) deverá publicar uma nova planilha de preços sempre que o valor do óleo diesel no mercado nacional variar mais do que 10%, para mais ou para menos. A matéria será apreciada ainda pelos plenários da Câmara e do Senado.

 

Em vigor - De acordo com a MP, estão vigentes desde 30 de maio tabelas com pisos para o transporte de cargas geral, a granel, frigorífica, perigosa e neogranel (carga geral, sem embalagem, transportada em lotes, como automóveis, por exemplo).

 

Aprovação - Osmar Terra destacou que parlamentares do governo e da oposição estão trabalhando em conjunto para que a proposta possa ser aprovada no Congresso antes do recesso parlamentar. “Se houver um amplo acordo com todos os líderes dos caminhoneiros e com os líderes partidários que garanta a votação no prazo mais rápido possível, aprovaremos a MP antes do dia 17 tanto na Câmara, quando no Senado”, disse.

 

Anistia - O projeto de lei de conversão de Osmar Terra, que incorporou 16 emendas ao texto da MP, concede anistia às multas e sanções ocorridas em virtude das paralisações ocorridas entre os dias 21 de maio e 4 de junho de 2018. E prevê a adoção de um gatilho para a edição de novos preços mínimos, caso a oscilação do combustível seja considerável na composição do preço do frete.

 

Oscilação - Sempre que ocorrer oscilação no preço do óleo diesel no mercado nacional superior a 10% em relação ao valor considerado na planilha de cálculos, para mais ou para menos, uma nova norma com pisos deverá ser publicada pela ANTT, considerando a variação no preço do combustível.

 

Técnico - O processo de fixação dos pisos deverá ser técnico, ter ampla publicidade e contar com a participação dos representantes dos embarcadores, dos contratantes dos fretes, das cooperativas de transporte de cargas, dos sindicatos de empresas de transportes e de transportadores autônomos de cargas. Os valores, a serem definidos em regulamento da ANTT, priorizarão os custos referentes a óleo diesel e pedágios.

 

Veto - O parecer veda expressamente a celebração de qualquer acordo ou convenção, individual ou coletiva, ou mesmo por qualquer entidade ou representação de qualquer natureza, em condições que representem valores inferiores aos pisos de frete estabelecidos na lei.

 

Norma - Para a execução da política de preços, a ANTT publicará norma com os pisos referentes ao quilômetro rodado na realização de fretes, por eixo carregado, consideradas as distâncias e as especificidades das cargas, bem como a planilha de cálculos utilizada para a obtenção dos respectivos pisos.

 

Pisos - A publicação dos pisos e da planilha ocorrerá até os dias 20 de janeiro e 20 de julho de cada ano, e os valores serão válidos para o semestre em que a norma for editada. Na hipótese de a norma não ser cumprida nos prazos estabelecidos, os valores anteriores permanecerão válidos, atualizados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ou por outro que o substitua no período acumulado.

 

Natureza vinculativa - Os pisos terão natureza vinculativa e seu descumprimento sujeitará o infrator a indenizar o transportador em valor equivalente ao dobro do que seria devido, descontado o valor já pago, sem prejuízo de multa a ser aplicada pela ANTT.

 

Valores diferenciados - Também poderão ser fixados pisos de frete diferenciados para o transporte de contêineres e de veículos de frotas específicas, dedicados ou fidelizados por razões sanitárias ou por outras razões consideradas pertinentes pela ANTT, consideradas as características e especificidades do transporte. (Agência Câmara)

 

 

DIA C: Cooperativas promovem transformação em Colégio em Arapoti

 

As Cooperativas Capal, Ceral e Sicredi Capal reuniram cerca de 70 voluntários no último sábado (30/06), na ação do Dia C, Dia de Cooperar. Os beneficiados diretos são os alunos do Colégio, porém toda a comunidade de Arapoti usufrui da biblioteca.

 

Atividades - A ação, que promoveu uma transformação no Colégio, contemplou a compra de um acervo de livros mais modernos para a biblioteca, a criação de um espaço externo para leitura, pintura interna da biblioteca, organização e decoração, renovação das cortinas, enfim uma revitalização geral nesse espaço tão utilizado por alunos, professores e amantes dos livros. O objetivo principal era aguçar em todos o desejo pela leitura. 

 

Títulos - Os títulos dos livros foram sugeridos pelos professores do Colégio, com o objetivo de oferecer uma leitura mais interessantes ao público jovem e adolescente que frequenta a biblioteca, que hoje em torno de 1100 alunos.

 

Campanha - As cooperativas envolveram os alunos e lançaram a campanha de venda de lixeirinhas para veículos, uma forma de interagir diretamente com a comunidade, indo para as ruas num sábado divulgar o tão sonhado projeto. Certamente que a arrecadação foi importante, mas sentir o interesse e envolvimento dos alunos foi ainda melhor. 

 

Espaço para leitura - “Atendendo ao pedido das professoras, idealizamos um lindo espaço externo para leitura, contando com muros decorados, jardinagem, mesas, bancos, floreiras e uma grande lousa, que ficará disponível para expor a criatividade dos alunos. Materiais recicláveis como paletes, pneus, rolos de fiação elétrica foram utilizados nesse ambiente, que ficou um verdadeiro show”, conta Alessandra Heuer, voluntária da Capal.

 

Encantamento - A diretora da escola, Sheila Alvarez, ficou muito feliz em receber as cooperativas. "Ficamos encantados com essa ação. É um sonho realizado. A criação do espaço externo de leitura e a doação dos livros novos farão com que as crianças tenham um grande incentivo. Também achamos muito bonito o trabalho voluntário tão organizado. Isso fará muita diferença para o nosso colégio" afirmou a diretora.

 

Sensibilização - “O grande objetivo do Dia C é sensibilizar a comunidade e mostrar que, com união e cooperação, é possível realizar muito mais, assim como impulsionar o desenvolvimento local. Na opinião de Neuri Saggin, Diretor Executivo da Sicredi Novos Horizontes PR/SP, o número de instituições e voluntários envolvidos no Dia C aumenta a cada ano por uma simples razão: juntos podemos realizar grandes feitos e ajudar quem precisa. “Essa ação no Colégio Rui Barbosa, onde foi revitalizada a biblioteca pública e criado um ambiente externo de leitura para os alunos, nos deixou muito orgulhosos, tendo a certeza que a cada ano será melhor.”

 

Voluntários - No grupo de voluntários a alegria era visível. Os funcionários das três cooperativas conduziram as atividades antes e durante a ação e finalizaram o dia com satisfação. “Participar do dia C pra mim já é um compromisso agendado, não dá pra ficar de fora, o projeto me envolve e me satisfaz. Esse ano foi o segundo que meu filho João Guilherme, participou conosco, não só como aluno, mas também como alguém que nos assiste e se empolga com os objetivos cooperativistas. Alcançamos nossos objetivos e contagiamos pessoas, isso é a cara do cooperativismo. Estou feliz e orgulhosa por fazer parte desse grupo”, diz Ana Regina Matos, voluntária, funcionária da Capal. (Imprensa Capal)

 

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FRÍSIA: Cooperativa lança Programa de Excelência em Gestão

 

frisia 05 07 2018A Frísia Cooperativa Agroindustrial inova ao construir um sistema eficiente que busca a melhoria gerencial. O Programa de Excelência em Gestão foi lançado oficialmente em Carambeí e visa a atualização em diversos setores da cooperativa, como atendimento, relacionamento e produção.

 

Iniciativa - O programa é uma iniciativa do Sistema Ocepar, com o apoio da diretoria, conselho fiscal e cooperados Frísia. O início do projeto ocorreu ano passado e a implantação deve ser concluída em 2025, ano do centenário. “Mesmo com mais de 90 anos de história, a Frísia necessita se reinventar para atender as demandas atuais, interna e externamente. Com o programa, estamos nos tornando ainda mais competitivos, otimizando nosso trabalho, mas sem perder a qualidade que é o nosso carro-chefe, já que trabalhamos com o mais alto padrão de exigência”, destaca Emerson Moura, superintendente da Frísia Cooperativa Agroindustrial.

 

Etapas - “São quatro etapas para alcançar a excelência em oito anos, com cada passo levando, em média, dois anos: o Primeiros Passos, que estamos agora; Compromisso com Excelência; Rumo à Excelência; e Excelência”, afirma Carlos Roberto Vasconcelos Valter, coordenador de Gestão da Qualidade da Frísia.

 

Renovação - Valter explica que é um processo de renovação. “Não é algo engessado. Ele cria possibilidade contínua de melhora e aprendizado, no dia a dia”. O programa é baseado no modelo de excelência da Fundação Nacional da Qualidade, reconhecido mundialmente. Dessa forma, está se adotando um modelo de gestão mais aprimorado, como ocorre em empresas comprometidas com o seu futuro.

 

Pessoas-chave - O lançamento contou com as pessoas-chave da cooperativa, que serão as multiplicadoras do programa. Coordenador de Desenvolvimento do Sistema Ocepar, Alfredo Kugeratski Souza afirma que o lançamento do Programa de Excelência em Gestão da Frísia tem a função de sensibilizar e engajar todos os colaboradores da cooperativa na busca pela excelência. “Durante um ano foi planejado o projeto em conjunto com a equipe da cooperativa. Ele foi estruturado para ficar com a cultura da Frísia”, explica.

 

Primeiro passo - Souza destaca que o primeiro passo para o alcance da excelência foi dado e que, agora, o desafio é alcançar esse novo patamar em relação à gestão. O próximo movimento, lembra, é o desdobramento para toda a cooperativa, do administrativo aos demais setores da Frísia no Paraná e Tocantins.

 

Posicionamento institucional - A questão de tratar qualidade e excelência do que é produzido e oferecido para a sociedade sempre pautou as ações da Frísia. Nesse sentido, a cooperativa alterou seu posicionamento institucional demonstrando essa nova fase de gestão estratégica no agronegócio. A missão passou a mostrar nitidamente a excelência como principal norteadora dos processos, e seus valores demonstram claramente a essência que tornou a Frísia tão respeitada em sua trajetória.

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

COCAMAR: Reuniões de prestação de contas são realizadas com cooperados

 

cocamar 05 07 2018Para uma prestação de contas do desempenho da Cocamar no primeiro semestre, começaram nesta quarta-feira (04/07) as reuniões regionais com os cooperados em suas unidades de atendimento, nos Estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Serão, ao todo, 43 eventos, que só terminam no dia 12. 

 

Governança - Promovidos duas vezes ao ano, ao final de cada semestre, esses encontros com os produtores cooperados fazem parte da governança da cooperativa, que visa assegurar transparência e um contato direto com a gestão, oportunidade em que os produtores podem sanar dúvidas e fazer suas observações.

 

Quarta-feira (04/07) - Às 8h, as reuniões começaram por Ivatuba e Ângulo, continuando às 10h30 em Floresta, Doutor Camargo e Atalaia e, às 16h, em Floraí, Terra Boa e Ourizona, todas no Paraná.  

 

Quinta-feira (05/07) - Outras oito cidades serão visitadas, todas no Paraná: às 8h, Arapongas, Paranacity e Ibiporã; às 10h30, Rolândia, Nova Esperança e Londrina (com participantes também de Serrinha) e, às 16h, Cambé e Japurá. 

 

Sexta-feira (06/07) - Às 8h, as reuniões acontecem em Jussara e Jaguapitã (PR) e Nova Andradina (MS) – sendo que nesta última estarão presentes, também, produtores convidados de Ivinhema (MS); às 10h30, os dirigentes estarão em Cianorte e Lupionópolis (PR).

 

Segunda-feira (09/07) - Ainda no Paraná, às 10h30, reunião por videoconferência com associados de Iporã, Umuarama e Cruzeiro do Oeste e presencialmente, Rancho Alegre e Alvorada do Sul; às 14h, Altônia e, às 16h, Primeiro de Maio e Bela Vista do Paraíso. 

 

Terça e quarta-feira (10 e 11/07) - As reuniões seguem no Paraná. Na terça, às 8h, São Jorge do Ivaí e Pitangueiras e, às 10h30, Maringá e Sabáudia.  Na quarta, às 8h, Paranavaí e Santa Cecília do Pavão (com convidados de São Jerônimo da Serra); às 10h30, Paraíso do Norte, Tamarana e São Sebastião da Amoreira (com produtores de Congoinhas); às 15h, reunião por videoconferência reunindo cooperados de Tapira, Santa Cruz de Monte Castelo, Douradina e Icaraíma. 

 

Quinta-feira (12/07) - A agenda será completada às 8h em Warta, distrito de Londrina (PR), às 10h em Palmital (SP), às 10h30 em Sertanópolis (PR) e Cruzália (SP) e, às 15h, Iepê (com Presidente Prudente) e por meio de videoconferência com participantes de Santa Mariana e Carlópolis (PR). (Imprensa Cocamar)

 

SICOOB UNICOOB: Sicoob Meridional e Instituto Sicoob promovem atualização de professores

 

sicoob unicoob 05 07 2018Nos dias 19 e 20 de junho, o Sicoob Meridional e o Instituto Sicoob, em parceria com o Sescoop/PR, realizaram a reciclagem do Programa Cooperjovem para mais de 40 professores de Toledo e região. O treinamento foi destinado àqueles que fizeram a capacitação entre 2011 e 2016.

 

Projetos - A instrutora do Sescoop, Maria Inês Bento, tratou de assuntos relacionados aos projetos do Cooperjovem e ao Programa de Educação Cooperativista (PEC). “Nosso treinamento foi mais uma vez muito válido porque permitiu resgatar a metodologia do Cooperjovem e renovar forças para trabalhar a educação cooperativa”, diz.

 

Troca de experiências - Segundo ela, é importante para os professores que já passaram pela formação se reunirem a cada ano para trocar experiências e subsidiar uns aos outros para o desenvolvimento dos projetos. “A cada ano que passa consigo perceber claramente que o programa Cooperjovem é uma ferramenta de renovação e estímulo à educação. Sonho com um dia em que todos os educadores passem pela formação e sintam o gostinho de cooperar e formar cidadãos cada vez mais comprometidos com suas comunidades”, complementa. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO: Colaboradores participam de workshop sobre planejamento estratégico

 

sicoob metropolitano 05 07 2018No final de junho, colaboradores do Sicoob Metropolitano participaram de um workshop sobre planejamento estratégico. O objetivo do evento foi disseminar conceitos para a estruturação do plano e priorização de projetos. O workshop foi ministrado pelo professor, escritor e criador dos modelos SPCanvas e PSACanvas, Adilson Pize.

 

Exercício prático - No decorrer do dia, os participantes puderam conhecer um pouco mais sobre o tema e, por meio de um exercício prático, trabalhar aspectos como: análise do ambiente interno e externo de uma organização fictícia, definição de objetivos estratégicos, demarcação de estratégias para alcançar os resultados esperados, além de selecionar o melhor conjunto de projetos para compor o portfólio da organização.

 

Projetos - Segundo o analista de Logística e Suprimentos Bruno Baveloni, o treinamento é especifico para destacar projetos que precisam ser desenvolvidos na cooperativa e mostrou ser fundamental interligar a necessidade do plano com os objetivos que a empresa pretende concluir. “O modelo Canvas é visual e busca justamente atrair os olhos e demonstrar com facilidade os objetivos traçados e o que foi exposto como estratégia e projeto para cada um deles”, disse.

 

Participações - Além do analista, participaram do workshop os assistentes de Planejamento e Desenvolvimento Talita Martins e Lucas Antoniassi, e o assistente de TI ítalo Dutra. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI: Seminário de Desenvolvimento e Supervisão reúne cooperativas filiadas à Central PR/SP/RJ

Mais de 500 pessoas, entre presidentes, dirigentes e colaboradores das cooperativas de crédito e executivos do setor, estiveram reunidas no Royal Palm Plaza Hotel, em Campinas (SP), para debater a importância da inovação e da criatividade na atuação das instituições financeiras cooperativas junto aos associados.

Outros temas - O 13º Seminário de Supervisão e Desenvolvimento da Central Sicredi PR/SP/RJ abordou ainda outros temas, como o lançamento do Plano Safra 2018/2019, um panorama do FGCoop (Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito - equivalente ao Fundo Garantidor de Crédito do sistema financeiro tradicional) e a palestra do chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Não Bancárias (DESUC) do Banco Central do Brasil, Harold Paquete Espínola Filho. Durante o evento ainda foi realizado o lançamento do livro que celebra os 10 anos da principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi, o Programa A União Faz a Vida. Os colaboradores da instituição também foram reconhecidos e premiados por campanhas internas desenvolvidas pelo Sicredi.

Resultados - Na abertura do encontro o presidente nacional do Sistema Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, falou sobre os resultados atingidos no primeiro semestre de 2018. "Tivemos muitas realizações, como a abertura de novas agências, as assembleias de prestação de contas, as ações sociais e os eventos promovidos pelos Comitês Jovem e pelos Comitês Mulher. Tudo isso foi muito significativo, o que torna nosso Seminário de Supervisão um grande 'clássico', ou seja, um exemplo para todo o nosso Sistema Sicredi", destacou.

Novos mercados - De acordo com ele, o Sicredi está desbravando novos mercados: "Temos grandes desafios, entre eles o de demonstrar para mais e mais pessoas a força do cooperativismo de crédito, que vive um momento muito especial, de crescimento e descoberta de outras soluções financeiras, como o recém lançado Woop, nossa conta 100% digital. Ao contrário dos bancos, abrimos mais agências pois a cada dia, estamos comprovando a importância do relacionamento e do atendimento próximo que oferecemos aos associados e às cidades", argumentou Dasenbrock.

Movimento positivo - Esse movimento positivo também foi abordado por Harold Paquete Espínola Filho, chefe do Desuc do Banco Central do Brasil, que falou sobre a importância da Supervisão e da Gestão nas instituições financeiras cooperativas. "E o cooperativismo de crédito vai muito além da cidadania e da inclusão financeira, contribuindo para outros pilares do mercado financeiro. É um exemplo de boa gestão e eficiência", declarou.

Força gigantesca - Ele lembrou ainda que, juntas, as instituições financeiras cooperativas têm uma força gigantesca. "Se contarmos todos os sistemas e as cooperativas de crédito singulares o movimento se constitui na sexta maior instituição financeira do País, no segundo provedor de crédito rural, atrás apenas do Banco do Brasil, e detentores da maior rede de agências do País", disse Harold.

Fatores reforçados - Todos esses fatores foram reforçados por Lúcio César de Faria, diretor executivo do FGCoop. Criado em 2012, o Fundo, que oferece as mesmas garantias que o Fundo Garantidor dos bancos tradicionais, foi um grande marco para o setor. "Temos ajudado a melhorar a gestão e a governança de todas as cooperativas do País e o exemplo do Sicredi é muito utilizado como inspiração", revelou.

Inovação - A inovação foi o tema abordado por Jean Siegel, da Escola de Criatividade, durante o Seminário. Segundo ele, não é necessário ter ideias mirabolantes para ser inovador. "Muitas vezes, a mudança surge a partir de coisas simples, que resultam em soluções inéditas. Por isso, as pessoas não podem ter medo de errar, mas serem ousadas (na medida certa) e curiosos", destacou.

Cargos e posições - Ele lembrou ainda que para ser criativo é necessário esquecer os cargos e as posições. "Temos que desconstruir o que a gente tem (nossos bens materiais) para sermos o que a gente é, de verdade. Ou seja, temos que falar com as pessoas reais, como elas são de verdade", destacou.

Essência - Para Jean, "na essência, todos nós nascemos criativos e inovadores. O problema é que a família, as escolas e as empresas têm inibido o pensamento criativo. Tem mais a ver com bloqueios mentais que com falta de criatividade". Na infância todas as pessoas sonham em ser muita coisa e, com o tempo, vão abandonando esses sonhos para se enquadrarem nos padrões da sociedade, segundo ele.

Grandes desafios - Os grandes desafios corporativos, divulgados no último Fórum Econômico Mundial, passam pela criatividade e pela inovação. As principais características desejadas pelas empresas atualmente são: capacidade dos profissionais de resolverem problemas complexos, terem pensamento crítico, saberem se relacionar bem com outras pessoas, terem flexibilidade cognitiva, consciência coletiva e poder de negociação.

Mudanças inevitáveis - Siegel lembrou durante a palestra que essas mudanças são inevitáveis. "Precisamos perceber essas alterações do mundo, que estão afetando relacionamentos e nossa forma de comunicar. Por isso, precisamos pensar em novas soluções e novas maneiras de agir. Ou aceitamos a mudança ou o mundo muda sem a gente", finalizou.

Fortalecendo o campo - O evento contou ainda com o lançamento do Plano Safra 2018/2019, no qual o superintendente de Crédito Rural do Banco Cooperativo Sicredi, Sidinei Senger, e o gerente de Desenvolvimento de Crédito da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias, falaram sobre as novidades à respeito do tema. Mais uma vez, o Sicredi será o maior distribuidor de recursos do Pronaf, além de aumentar em torno de 15% o montante de recursos disponibilizados, em relação ao ano passado (de R$ 14,3 bilhões no Plano Safra 2017/2018 para R$ 16,1 bilhões no exercício 2018/2019). Apenas para os estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro estão reservados mais de R$ 5 bilhões.

Diferença - "Uma das grandes diferenças do Plano Safra deste ano foi a criação da TCR (Taxas de Crédito Rural) que podem ser pré ou pós fixadas. Ela foi criada para evitar grandes variações de juros nos contratos", enfatizou Senger. Outro ponto positivo apontado por ele foi a redução nas taxas de financiamento, que deve alavancar ainda mais o agronegócio no País - área de forte atuação das cooperativas do Sicredi.

Reconhecimento e premiação - Outra ação que movimentou o Seminário foi a premiação dos Samurais do Crédito, que reconheceu os resultados alcançados pelas cooperativas filiadas na recuperação de crédito. Também foram conhecidas as agências e as cooperativas destaque na premiação trimestral de início de ano, realizada há 9 anos, que visa premiar os melhores desempenhos entre as mais de 550 agências Sicredi da central regional. A entrega dos prêmios aos colaboradores das cooperativas vencedoras foi feita por Manfred Dasenbrock, presidente nacional do Sicredi e da Central PR/SP/RJ, por Maroan Tohmé, Adilson Sá e Reginaldo Pedrão, diretores executivos da Central Sicredi PR/SP/RJ.

Pelo social - O evento foi encerrado com o lançamento do livro "Por Uma Escola sem Muros - O legado dos 10 anos do Programa A União Faz a Vida", que retrata as histórias colhidas durante a Expedição que passou pelas primeiras cidades a implantar a principal iniciativa de responsabilidade social da instituição financeira cooperativa. O gerente de programas sociais da Central Sicredi PR/SP/RJ, André Alves de Assis, e o consultor de marketing Eloi Zanetti, autor do livro, falaram sobre a importância das ações desenvolvidas pelos alunos das escolas participantes e mostraram resultados do programa que beneficia diretamente escolas, alunos, educadores e famílias. Apenas no Paraná e São Paulo são mais de 126 municípios, 471 escolas e mais de 65 mil alunos impactados pela metodologia inovadora.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI UNIÃO: Cooperativa promove educação financeira em Tapejara

 

sicredi uniao 05 07 2018A Sicredi União PR/SP, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Tapejara, une os projetos ‘Cooperação na Ponta do Lápis’ e o gibi ‘Turma da Mônica - De onde vem o dinheiro’. O trabalho de educação financeira será realizado em duas escolas participantes do Programa “A União Faz a Vida”: a Escola Municipal Tancredo de Almeida Neves e a Escola Municipal Paulo Freire.

 

Impacto - A expectativa é impactar 300 crianças dos 4º e 5º anos, 20 professores, além dos pais dos alunos. A proposta é oferecer conhecimentos básicos sobre educação financeira, por meio de material apropriado, a fim de despertar nas crianças valores, competências e novos padrões de comportamento que contribuam com a formação de cidadãos mais conscientes em suas escolhas financeiras. 

  

Gibis - Para isso, a gerente Administrativo da Sicredi União, Sharlene Ferreira de Souza, explica que, no final de junho, os gibis foram entregues às escolas e os professores participaram da oficina de Educação Financeira. Neste início de mês, o conteúdo está sendo trabalhado em sala de aula e, depois das férias de julho (9 a 23/07), as crianças vão visitar a agência do município para conhecer o funcionamento de uma instituição financeira cooperativa. 

 

Recepção - A recepção das turmas, pela equipe da Sicredi União, será realizada até o dia 15 de agosto, quando será lançado o Concurso de Redação, com o tema Educação Financeira. “Nessa etapa da programação, as crianças já fizeram a leitura das historinhas do gibi, adquiriram conhecimentos em sala de aulas e visitaram a agência. Assim, terão condições de elaborar a redação”, afirma Sharlene ao destacar que a ideia do concurso é estimular ainda mais a reflexão sobre o assunto.

 

Pré-seleção - Ao recolher as redações, as escolas farão uma pré-seleção e, em seguida, uma comissão, organizada pela Secretaria de Educação, vai escolher os três melhores textos. O resultado será apresentado até o final de agosto (data a ser definida), em evento de premiação dos alunos vencedores. Na ocasião, também será ministrada palestra sobre “Orçamento familiar” para os pais dos alunos. 

 

Outras escolas - Sharlene informa ainda que outras escolas municipais de Tapejara, participantes do programa A União Faz a Vida, também receberam os gibis da ‘Turma da Mônica - De onde vem o dinheiro’. As historinhas sobre educação financeira serão abordadas em sala de aula e, dessa forma, a ação atingirá mais mil crianças, aproximadamente. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI ALIANÇA: Cooperativa lança Plano Safra 2018/2019

 

A Sicredi Aliança PR/SP realizou nesta quarta-feira (04/07) o lançamento do Plano Safra 2018/2019. O evento aconteceu no auditório da Sede Regional, em Marechal Cândido Rondon-PR e reuniu profissionais da área de assistência técnica da Agroeste, Agriplan, Agrocampo, Agronômica, Agropontes, Bioplan, Coamo, Conceito Rural, Copagril, Emater, Geoplanagro, Integrada, Pacheco, Planagro, Produtor Forte e Sisteplan, de todas as cidades de atuação da cooperativa no estado do Paraná.

 

Orientação - O objetivo do encontro foi orientar as assistências técnicas e demais convidados sobre custeio agropecuário, Cadastro Ambiental Rural, projetos técnicos, parcelamentos, laudos, taxas, orçamentos, garantias, seguro agrícola, entre outros assuntos, além do esclarecimento de dúvidas. 

 

Terceira maior - O Sicredi, no Brasil, é a terceira maior instituição financeira em volume de recursos destinados ao crédito rural. O diretor de Negócios da Sicredi Aliança PR/SP, Gilson Metz, enfatiza que a cooperativa surgiu no meio rural e tem atenção especial com os produtores, bem como busca atendê-los sempre oferecendo a opção mais adequada. “Temos um portfólio bastante amplo com soluções para auxiliar os nossos associados agro a desenvolverem as suas atividades. Ao atender o nosso associado seja no custeio, no investimento ou na comercialização, conseguimos cumprir o propósito de agregar renda e melhorar a qualidade de vida das pessoas. O bom desenvolvimento da agricultura ajuda a tornar o círculo virtuoso ainda mais forte. Quando o produtor consegue aprimorar a sua atividade, consequentemente ele cresce e contribui com o fortalecimento da economia local”, disse.

 

Safra passada - Na safra 2017/2018, a Sicredi Aliança PR/SP liberou 2.036 operações, ou seja, um montante superior a R$139 milhões. Já para essa nova safra, a intenção é liberar acima de R$166 milhões, crescendo em 20% o volume de recursos à disposição dos associados.

 

BNDES - Em operações de BNDES, foram liberadas na safra anterior 270 operações com mais de R$44 milhões em recursos e para este ano, a cooperativa estima liberar mais de R$60 milhões. “Associados que tiverem dúvidas podem comparecer às nossas agências. Estamos à disposição para que essa safra tenha novamente bons números tanto para a cooperativa quando para o associado”, disse.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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UNIMED MARINGÁ: Com dicas simples, é possível curtir a Copa sem descuidar da alimentação

 

unimed maringa 05 07 2018Em período de Copa do Mundo, todo jogo da seleção é motivo para uma grande festa, e, festa, claro, tem que ter comida e bebida. Para quem passa a semana com a alimentação saudável e regrada, a disputa no campo não precisa ser um pretexto para ‘enfiar o pé na jaca’, afinal, é possível, sim, torcer pelo Brasil sem levar ‘um golaço de calorias’. 

 

Trocas inteligentes - A nutricionista da Unimed Maringá, Larissa Troian, explica como fazer trocas inteligentes e curtir os jogos sem passar vontade de comer. “A pipoca é a alternativa número um quando se fala em sentar no sofá para assistir à televisão e, essa é, sem dúvida, uma opção interessante já que tem baixo teor calórico e é fonte de fibras”, diz. Mesmo assim a dica é maneirar na quantidade de óleo ou manteiga para estourar a pipoca e não exagerar no sal. “Sal em excesso pode fazer subir a pressão arterial, além de sobrecarregar os rins e causar inchaço”, explica. 

 

Salgadinhos - Para quem prefere um salgadinho no lugar da pipoca, também dá para comer sossegado. A dica é optar pelos assados em vez dos fritos e evitar os produtos industrializados. “Os alimentos fritos são gordurosos e podem desregular os níveis de gordura no sangue, por isso, os assados são mais recomendados. Já os industrializados levam conservantes, corantes e outras substâncias que fazem mal à saúde”, recomenda. 

 

Cerveja - Quando o assunto é futebol, tem gente que não abre mão da cerveja. Larissa lembra que a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que o consumo diário seja de até 330 ml por dia, ou seja, pouco menos de uma lata, que corresponde a cerca de 150 calorias. “A famosa ‘barriga de cerveja’ pode tanto estar associada aos petiscos que as pessoas geralmente ingerem junto com a cerveja como com o consumo em excesso da bebida”, esclarece. Para quem não faz questão da cerveja, a dica é optar por sucos naturais, que são fontes de vitaminas e ajudam a manter a hidratação. (Imprensa Unimed Maringá)

 

ENERGIA ELÉTRICA: Modernização do setor é desafio para diretores da Aneel

 

energia eletrica 05 07 2018A manhã de terça-feira (03/07) teve como destaque o encaminhamento de uma mensagem do presidente Michel Temer ao Senado Federal indicando o nome de André Pepitone da Nóbrega e de Efrain Pereira da Cruz para ocuparem cargos na Diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Para assumir o posto, ambos terão de passar por uma sabatina do Senado.

 

Modernização - Caso sejam tenham os nomes aprovados pelo Senado, Efrain e André têm diante de si o grande desafio de modernizar o setor elétrico brasileiro, fomentar a geração de energia elétrica por fontes renováveis e otimizar as relações entre os elos da cadeia de fornecimento de energia, geração, transmissão, distribuição e consumo.

 

Cooperativismo Aliás, esse desafio já faz parte das discussões que envolvem as cooperativas de energia do país. No último dia 26/6, os integrantes do Conselho Consultivo do Ramo Infraestrutura da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) debateram temas e ações necessárias para a devida modernização e sustentabilidade do sistema cooperativista de energia. A reunião contou com a participação de representantes dos estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Sergipe. A próxima reunião está marcada para ocorrer no dia 12 de setembro, na sede da OCB, em Brasília. (Informe OCB)

 

AVICULTURA: Paraná ganha novos equipamentos para prevenção e detecção de Influenza Aviária

 

O Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) entregou, nesta terça-feira (03/07), dois novos equipamentos ao Centro de Diagnóstico Marcos Enrietti, administrado pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). O objetivo é potencializar a prevenção da Influenza Aviária no estado, além de outras doenças. Com o investimento de aproximadamente R$ 300 mil, será possível detecção, quantificação e monitoramento em tempo real, além da ampliação da capacidade de diagnóstico do laboratório.

Parceria - De acordo com o diretor-presidente da Adapar, Inácio Kroetz, a parceria mostra a importância da defesa sanitária animal. "O setor, ao investir na defesa sanitária pública, está atribuindo valor aos próprios investimentos que já fez anteriormente em sua parte produtiva para habilitação aos países mais exigentes do mundo. É a parceria ganha ganha, o estado com a rapidez nos ensaios de monitoramento e diagnóstico e a avicultura com o compromisso que a Adapar tem em realizar este monitoramento para garantir o acesso aos mercados", destaca. 

 

Vantagens - Entre as vantagens da modernização destacam-se a rapidez e a precisão das análises. "Com a aquisição dos equipamentos ao Centro de Diagnóstico Marcos Enrietti, que é o laboratório oficial do estado para diagnóstico de enfermidades de interesse da defesa sanitária animal, estaremos colocando o Paraná como referência nacional no diagnóstico de enfermidades avícolas, proporcionando ao produtor diagnósticos mais precisos e rápidos, beneficiando, assim, toda a cadeia produtiva", explica a médica veterinária Rosaria Richartz, gerente de laboratórios da Adapar.

 

Fundo - O investimento será feito por meio do Fundo de Assistência Sanitária para a Avicultura (Funasavi-PR). Instituído pelo Sindiavipar há 10 anos, fundo atualmente com o apoio de toda a cadeia avícola do estado para manter a avicultura do Paraná entre as melhores do mundo. A reserva foi criado com a finalidade de contribuir para a prevenção, controle e erradicação de doenças que atinjam o setor, além de medidas de sanidade e ações que evitem a disseminação de patologias. 

 

Recurso -  "Este é um recurso essencial para manutenção do status sanitário do Paraná e, hoje, a Influenza Aviária é a doença que mais preocupa a avicultura mundial. Nós temos status livre da doença, porém, é necessário termos equipamentos suficientes para detectar a enfermidade se for necessário. Os exames são preventivos e de avaliação, o que nos permite ainda mais segurança, um status de real sanidade das aves do estado", afirma o presidente do Sindiavipar, Domingos Martins.

 

Funcionamento - Através da parceria entre o Sindiavipar e a Adapar foram adquiridos dois equipamentos utilizados para diagnósticos por técnicas moleculares: o Applied Biosystems® 7500 Fast Real-Time PCR Systems e o NanoDrop One Espectrofotômetro. Segundo a médica veterinária Rosária, o primeiro consiste em uma plataforma integrada de termociclagem ultra-rápida, para detecção, quantificação e monitoramento em tempo real de produtos obtidos por amplificações de DNA in vitro, capaz de processar simultaneamente 96 amostras e fornecer os resultados em aproximadamente 35 minutos. 

 

Capacidade de diagnóstico - Já o outro equipamento identifica contaminantes e fornece concentrações precisas das amostras, otimizando o resultado final das análises. "A capacidade de diagnóstico do laboratório será aumentada. A aquisição desses equipamentos possibilitará que novos diagnósticos sejam implantados pela técnica de PCR (reação em cadeia da polimerase) em tempo real. Hoje, o laboratório realiza, na área de saúde animal, ensaios que empregam técnicas sorológicas, a identificação de patógenos por isolamento e a detecção de patógenos por PCR convencional", finaliza Rosária.

 

Sobre o Sindiavipar - O Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) representa 42 abatedouros, incubatórios e frigoríficos paranaenses. Desde sua fundação, há 25 anos, o Sindiavipar tem trabalhado para buscar o crescimento e a sustentabilidade da avicultura do estado, buscando sempre representatividade no mercado interno e externo. Atualmente, o Paraná é o maior produtor e exportador nacional, além de referência em sanidade avícola e responde por mais de 35% das exportações de carne de frango do país, embarcando o produto para mais de 160 países em todo o mundo. Mais informações: sindiavipar.com.br. (Imprensa Sindiaviapar)

 

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INPEV: Entregar embalagens vazias de defensivos agrícolas fora do Sistema Campo Limpo é crime

 

inpev 05 07 2018Devolver embalagens vazias de defensivos agrícolas nas unidades fixas ou itinerantes do Sistema Campo Limpo (programa brasileiro de logística reversa do material) é uma obrigação legal dos produtores rurais. Quem entrega o material para terceiros, ou mantém as embalagens e tampas estocados na propriedade após o período de um ano da data que consta da nota fiscal de venda, além de descumprir a legislação, pode sofrer penalidades. Mas, muito mais do que evitar problemas com fiscalizações, o agricultor que faz sua parte corretamente, contribui com um importante ciclo que traz inúmeros benefícios ambientais. O Brasil dá a correta destinação para 94% das embalagens plásticas primárias comercializadas em todo país. Desse total devolvido, 90% retornam para a reciclagem, dando origem não só a novos recipientes para defensivos agrícolas, mas também a outros 32 artefatos plásticos, como conduítes corrugados e tubos de esgoto.

 

Prática - “Cada vez que um agricultor lava corretamente e inutiliza as embalagens vazias de defensivos agrícolas e as devolve nos locais autorizados talvez nem imagine a dimensão de sua iniciativa. Além de cumprirem com sua responsabilidade dentro do Sistema Campo Limpo, atuam em prol de uma agricultura mais sustentável e de um planeta melhor para futuras gerações”, explica João Cesar M. Rando, diretor-presidente do Instituto.

 

Recicladoras parceiras - O material devolvido pelos agricultores nas unidades de recebimento segue para as onze recicladoras parceiras do Sistema Campo Limpo. “O bom funcionamento do Sistema exige que todos os envolvidos façam a coisa certa. O agricultor que não devolve as embalagens nos locais devidamente autorizados a recebê-las está infringindo a lei”, reforça Antonio Carlos do Amaral, gerente de Operações do inpEV. Os infratores podem ser responsabilizados administrativa, civil e penalmente conforme o disposto nas Leis 7.802, de 1989, e 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. 

 

Etapas - Para cumprir com as determinações legais, é preciso estar atento a todas as etapas. No momento do uso dos defensivos agrícolas, os produtores rurais precisam realizar os processos de tríplice lavagem ou lavagem sob pressão e inutilizar as embalagens. No prazo de um ano, têm que devolvê-las, junto com as tampas, nas unidades de recebimento indicadas na nota fiscal de venda ou nos recebimentos itinerantes, que são realizadas pelas associações de revendas da região, com apoio do inpEV. 

 

Avaliação - A entrega das embalagens e tampas nas unidades credenciadas permite que o material seja avaliado e apenas aquilo que esteja dentro dos padrões de qualidade exigidos seja reciclado. “Somente assim as embalagens pós-consumo poderão ser utilizadas pelas recicladoras parceiras, que respeitam os padrões preestabelecidos de segurança, qualidade e rastreabilidade, as normas dos órgãos ambientais e as exigências legais. Os artefatos produzidos pelas recicladoras homologadas pelo inpEV são controlados e têm seu uso aprovado para comercialização”, finaliza Rando. O que não pode ser reciclado é incinerado.

 

Inovação a favor do meio ambiente - Um dos destaques na reciclagem do material devolvido pelos produtores nos pontos credenciados é a Ecoplástica, embalagem pioneira fabricada pela Campo Limpo Reciclagem e Transformação de Plásticos, em Taubaté (SP), a partir do material proveniente do Sistema. Além das embalagens, as tampas devolvidas pelos produtores também seguem para reciclagem, e dão origem à Ecocap, sistema de vedação de alta performance produzido pela Campo Limpo Tampas e Resinas Plásticas. Juntas, fecham o ciclo de gestão das embalagens ao serem utilizadas pela própria indústria no envase de novos defensivos agrícolas.

 

Sobre o inpEV - Há 16 anos, o inpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) atua como núcleo de inteligência do Sistema Campo Limpo nas atividades de destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas e promove ações de conscientização e educação ambiental sobre o tema, conforme previsto em legislação. É uma instituição sem fins lucrativos formada por mais de 100 empresas e nove entidades representativas da indústria do setor, distribuidores e agricultores.

 

Sobre o Sistema Campo Limpo - O Sistema Campo Limpo tem como base o princípio das responsabilidades compartilhadas entre todos os elos da cadeia produtiva (agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público) para realizar a logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas. O Brasil é referência mundial na destinação ambientalmente correta do material, encaminhando 94% de embalagens plásticas primárias para reciclagem ou incineração. Mais informações sobre o inpEV e o Sistema Campo Limpo estão disponíveis no site www.inpev.org.br, no Facebook, YouTube e Instagram. (Assessoria de Imprensa da InpEV)

 

PROMOÇÃO COMERCIAL: Mapa de indicações geográficas e de marcas permite interatividade

 

promocao comercial 05 07 2018As Coordenações de Indicação Geográfica de Produtos Agropecuários (CIG/SMC) e de Controle Operacional (CGCO/SE) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançaram mapa interativo dos lugares no Brasil associados a produtos ou serviços típicos relacionados ao uso de Signos Distintivos, sejam eles Indicações Geográficas (IG) ou Marcas Coletivas (MC).

 

Ferramentas - As IGs e as MCs são importantes ferramentas para o fortalecimento da cadeia produtiva, para o desenvolvimento socioeconômico e agregação de valor a produtos agropecuários. Nomes ou elementos gráficos que diferenciam a apresentação de produtos ou serviços por sua origem, qualidade, produtor ou outras características intrínsecas funcionam como mecanismo de promoção comercial e de competitividade.

 

Inpi - O mapa lançado pelo ministério contém as IGs e MCs registradas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) e regiões potenciais para o registro, a partir de levantamento feito pela CIG com instituições parceiras e Divisões de Política, Produção e Desenvolvimento Agropecuário (DPDAG) nas Superintendências Federais de Agricultura (SFA).

 

Navegação intuitiva - A navegação no mapa é fácil e intuitiva, bastando clicar com o botão direito do mouse sobre o polígono desejado para acessar informações sobre os lugares associados a produtos ou serviços típicos relacionados à importância social, cultural e econômica das regiões. É possível realizar filtros na visualização, a partir da seleção de variáveis que se deseja observar isoladamente. Os produtos agropecuários foram destacados por fazerem parte do âmbito de atuação do ministério e a intenção é de que novos produtos sejam inseridos na aplicação, à medida em que forem identificados ou registrados.

 

Expectativa - De acordo com Wellington Gomes dos Santos, geógrafo da CIG/SMC e um dos responsáveis pelo trabalho, “a expectativa é de que o mapa se configure em importante ferramenta de divulgação e acesso às informações sobre esses produtos”. A Coordenadora de Indicação Geográfica de Produtos Agropecuários do Mapa, Patrícia Saraiva, destacou o potencial que o Brasil tem para produtos dessa especificidade, “dada a sua grandeza e diversidade cultural e territorial” e acrescentou que “o mapa inova ao apresentar de maneira interativa informações também dos lugares de potenciais produtos”. (Mapa)

 

Acesse o mapa

 

IC-BR: Preços de produtos primários sobem 3,13% em junho

 

Os preços das commodities, produtos primários com cotação internacional, subiram em junho. O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC), registrou alta de 3,13%, na comparação com maio. Em 12 meses encerrados em junho, o índice registrou crescimento de 23,9% e, no primeiro semestre, houve alta de 16,67%.

 

Cálculo - O IC-Br é calculado com base na variação em Reais dos preços de produtos primários (commodities) brasileiros negociados no exterior. O BC observa os produtos que são relevantes para a dinâmica dos preços no Brasil.

 

Segmentos - Em junho, o segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão) apresentou alta de 3,95%. No caso dos metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo, níquel, ouro e prata), houve crescimento de 3,93%. O segmento agropecuário (carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz, carne de porco, cacau e suco de laranja) registrou alta de 2,51%, no mês.

 

Internacional - O índice internacional de preços de commodities CRB, calculado pelo Commodity Research Bureau, registrou alta de 3,89% no mês passado, de 18,52% no primeiro semestre e de 15,81%, em 12 meses. (Agência Brasil)

IBGE: Após tombo em maio, indústria fechará 2º tri com queda forte

ibge 05 07 2018Após o tombo de 10,9% na produção de maio, na comparação com abril, a indústria deve recompor apenas parcialmente as perdas em junho, o que fará o setor fechar o segundo trimestre com uma queda expressiva, de mais de 4%. Uma má notícia para quem já decepcionou ao ficar estável no primeiro trimestre na comparação com os últimos três meses do ano passado. A queda ainda fez a indústria voltar ao nível de produção em que rodava em agosto de 2003.

Greve - A produção foi afetada pela greve dos caminhoneiros, que durou 11 dias em maio e interrompeu tanto a chegada de insumos nas fábricas quanto o escoamento de mercadorias acabadas. Dos 805 produtos pesquisados pelo IBGE, dos 805 acompanhados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM), 561, ou 70% tiveram queda de produção. O recuo atingiu todas as categorias econômicas: duráveis (-27,4%), bens de capital (-18,3%), semi e não duráveis (-12,2%), e intermediários (-5,2%).

Comparação - Na comparação com o mesmo período do ano passado, a produção industrial teve queda de 6,6%. No acumulado do ano, o crescimento de 4,5% até abril foi cortado em mais da metade, para 2% em maio. Em 12 meses, o acumulado recuou de 3,9% para 3%.

Junho - Os efeitos da paralisação dos caminhoneiros devem se estender para junho, já que o bloqueio das estradas afetou diferentes etapas e momentos da cadeia produtiva, afirma André Macedo, gerente da PIM. "Houve desabastecimento de matérias-primas, dificuldades de escoamento de produtos. Isso pode trazer algum reflexo negativo para os primeiros meses de junho se as cadeias produtivas permanecerem desarticuladas", diz. E algumas fábricas liberaram funcionários para os jogos do Brasil na Copa, o que também pode influenciar o desempenho da produção.

Estimativa - Para o Santander, a indústria deve recuperar em junho em torno de 80% da produção, puxada pelo segmento de veículos. "Será uma devolução importante, mas não integral. Os poucos indicadores coincidentes disponíveis sinalizam aumento de 8% na produção do mês passado", afirma Rodolfo Margato, economista da instituição. Ele ressalta que a projeção é preliminar. Se realizada, a produção industrial fecharia o segundo trimestre com uma queda expressiva de 4,1% sobre o primeiro, feito o ajuste sazonal.

Anfavea - Os dados da Anfavea (que reúne as montadoras de veículos) em junho, a serem divulgados hoje, devem vir positivos. "É um setor de bens estocáveis, não depende de insumos perecíveis. O setor de alimentos, por outro lado, deve devolver em menor escala as fortes perdas de maio", afirma Margato.

Itaú - Nas projeções do Itaú Unibanco, que prevê alta de 10,9% na produção industrial do mês passado, houve crescimento de 33,3% na fabricação de veículos no período, na comparação com maio, feito o ajuste sazonal, para 235,5 mil unidades. Ante o mesmo período do ano passado a alta seria de 11,3%. Este é um dos principais segmentos da indústria e, em maio, boa parte da queda de 10,9% se deve a ele, que recuou 29,8%.

Abril - Margato lembra que abril apontava para uma aceleração na atividade, que não teve continuidade por causa da greve. Se ali se esperava um crescimento de 0,8% no PIB, a projeção caiu agora para 0,2% no segundo trimestre. Ele avalia que a greve ainda vai afetar a economia no segundo semestre, pelo canal de confiança. "Já havia muita incerteza, que a greve potencializou", diz.

Projeção inicial- Da mesma forma que no PIB, a estimativa para a produção industrial em 2018 caiu de 5% para 3,5%. "A projeção inicial estava longe de ser uma retomada vigorosa, mas a greve 'contaminou' as estimativas para o ano", afirma o economista do Santander.

Análise difícil - Macedo, do IBGE, diz que a queda do setor provocada pela paralisação dos caminhoneiros, embora tenha sido um evento pontual, tornou mais difícil analisar se a indústria permanece ou não em trajetória de recuperação, especialmente após um começo de ano mais lento.

UBS - No cálculo do banco UBS, o desempenho da indústria em maio deixou um carregamento estatístico em torno de -5% para o ano. Quer dizer que se a produção se mantiver no mesmo nível daquele mês, terminará 2018 com queda de quase 5%.

MUFG Brasil - Já o MUFG Brasil estima que a produção industrial termine 2018 com alta de 2,3%, menos do que os 3% nos 12 meses encerrados em maio e também do que os 2,5% registrados em 2017.

Série histórica - A queda da indústria em maio foi muito forte também quando se toma uma perspectiva mais longa. De acordo com uma série histórica reunida e ajustada sazonalmente pelo UBS desde 1975, foi a quarta maior em 43 anos. Os três maiores tombos anteriores ocorreram em abril de 1990 (-20% ante março) devido ao Plano Collor; em maio de 1995 (-11%), resultado de uma greve de petroleiros; e dezembro de 2008 (-11%), efeito da crise econômica mundial, pós-quebra do banco Lehman Brothers.

Recuperação parcial - Assim como outras instituições, o UBS estima uma recuperação parcial da produção da indústria em junho, com aumento de 7%. Tal projeção baseia-se em indicadores já conhecidos, como confiança, emplacamento de veículos e dias úteis, segundo os economistas Fabio Ramos e Tony Volpon em relatório.

Incerteza - Flavio Serrano, do banco Haitong, diz que, em junho, o setor virá com um número positivo, mas sua magnitude ainda é incerta. Agora que se sabe o tamanho do estrago que a paralisação dos caminhoneiros provocou na produção industrial de maio, o ponto mais importante é a velocidade com que o setor vai devolver as perdas em junho, diz. Essa velocidade permitirá tirar mais conclusões sobre o ritmo da atividade no país. (Valor Econômico)

 

MDIC: Ministério lança portal para promover indústria 4.0 no país

 

mdic 05 07 2018O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, lançou nesta quarta-feira (04/07) o Portal HUB i4.0, com objetivo de promover a indústria 4.0, em um esforço conjunto entre o governo e o setor privado. O evento, que ocorreu na Câmara de Comércio Internacional do Brasil (ICC-Brasil), na capital paulista, faz parte da agenda criada em março deste ano para a modernização da indústria nacional.

 

Inovação - “Temos que investir em inovação e iniciativas que aumentem a nossa produtividade para garantir uma indústria mais forte e competitiva. Assim como já acontece em outros países, o Brasil precisa promover transformações inovadoras de eficiência, qualidade e redução de custos em seus parques industriais, para assim garantir ganhos expressivos de competitividade”, declarou o ministro.

 

Integração - De acordo com Marcos Jorge, o portal faz a integração de temas como robótica, internet das coisas, inteligência artificial e armazenamento de dados na nuvem. O ministro disse que, além da tecnologia, a indústria 4.0 deve permear ações de melhoria do ambiente de negócios. Foram listadas 10 medidas, como sensibilização e engajamento da indústria, financiabilidade e conexões globais.

 

Ferramenta - A ferramenta vai funcionar como um marketplace de tecnologia, ou seja, modelo de negócio eletrônico que oferta produtos e serviços de diversos vendedores em um único ambiente. “Permitirá também que bancos e agentes financeiros ofereçam crédito e mecanismos adicionais de financiabilidade para o apoio das indústrias de qualquer segmento econômico”, acrescentou o ministro.

 

Financiamento - Marcos Jorge defendeu ainda ações como redução de impostos para aquisição de robôs colaborativos, harmonização regulatória e apoio às startups. Segundo o ministro, nos próximos três anos, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aportará R$ 5 bilhões com spread pela metade para as linhas desse setor. Spread é a diferença entre o que os bancos pagam na captação de recursos e o que cobram ao conceder um empréstimo a uma pessoa física ou jurídica.

 

Outros bancos - Recursos para modernização dos parques industriais serão disponibilizados também pelos bancos regionais e pela empresa pública Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). (Agência Brasil)

 

INTERNACIONAL: Brasil pode retaliar UE por causa de cotas agrícolas pós-Brexit

 

internacional 05 07 2018Exportadores agrícolas, incluindo o Brasil, poderão acabar por retaliar a União Europeia (UE) por causa da repartição que Bruxelas quer fazer nas cotas agrícolas europeias após o Brexit (saída britânica do mercado comum europeu). O Brasil tem interesse forte na questão, com várias cotas na UE, principalmente para açúcar, carnes bovina e de frango, envolvendo negócios de dezenas de milhões de dólares. Em certos acordos comerciais, países normalmente oferecem alocação de cotas para um parceiro exportar determinado volume, com alíquota menor, num comércio administrado para proteger o produtor local.

 

Expectativa - A expectativa da UE é que o Reino Unido vai deixar de ser membro da UE a partir de 30 de março de 2019, mas o acordo de saída atualmente em negociação ainda está longe de ser concluído.

 

Semana passada - Na semana passada, os líderes da UE autorizaram a Comissão Europeia, o braço executivo do bloco, a abrir negociações formais com membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre a repartição das cotas.

 

Plano - O Valor apurou que, em encontro realizado nesta semana, em Genebra, representantes da UE e do Reino Unido reafirmaram a exportadores agrícolas o plano de repartir as cotas levando em conta o consumo britânicos e dos outros 27 países comunitários no período 2011-2015, e sem expandi-las, depois de 2019, quando se espera a concretização do Brexit. No entanto, os exportadores mostram-se insatisfeitos, pelo risco de fatias de mercado serem perdidas, tanto na Europa como no Reino Unido.

 

Custo - Toda exportação envolverá o custo de cruzar uma fronteira (papelada, transporte etc.). Esse é o aspecto central de discussão no Reino Unido sobre ficar fora, ou não, do mercado comum europeu. O mesmo acontece com os exportadores brasileiros. Quem antes exportava 100 numa única operação, vai ter agora que operacionalizar duas operações distintas para poder exportar o mesmo volume.

 

Flexibilidade - Com a repartição das cotas, o exportador perde a flexibilidade de alocar a cota de acordo com condições de mercado mais favoráveis na UE ou no Reino Unido. Além disso, a repartição, como querem UE e Reino Unido, "congela" uma situação do triênio 2011-2015, que pode não ser a mais vantajosa e nem representa mais a realidade dos fluxos de comércio hoje, na avaliação de exportadores.

 

Compensação - Por isso, o Brasil e outros exportadores, incluindo EUA, Argentina, Canadá, Nova Zelândia, Tailândia e Uruguai, vão certamente querer compensações por eventual perda de mercado, conforme as regras da OMC.

 

UE - A UE diz, de um lado, que está pronta a negociar, mas de outro já avisou que não vê argumentos para justificar o pagamento de compensações aos parceiros. Se esse cenário persistir, só restará aos exportadores retaliar a UE, até por questão de princípio. Além de cotas específicas, o Brasil faz um bom número de exportações através de cotas que são atribuídas a todos os países. (Valor Econômico)

 


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