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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4363 | 04 de Julho de 2018

TECNOLOGIA: Projeto Ocepar Campo é apresentado às cooperativas

Profissionais das áreas técnica e de Tecnologia da Informação de cooperativas do Paraná estão reunidos nesta quarta-feira (04/07), no auditório do Sistema Ocepar, acompanhando a apresentação do projeto Ocepar Campo, iniciativa que visa difundir a adoção de tecnologias aplicadas à agropecuária no ambiente cooperativista. “O objetivo vai além da apresentação de softwares e sistemas. A ideia é que cooperativas que já adotam ferramentas modernas, a exemplo da Frísia, Capal, Castrolanda, entre outras, possam compartilhar suas experiências, ou seja, o que se pretende também é criar uma rede de parceiros”, disse o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, ao recepcionar os participantes.

Modernização – “O Ocepar Campo é um software que já existia e que no passado teve uma aceitação bastante positiva por parte das cooperativas”, explicou o coordenador da área Técnica da Ocepar, Silvio Krinski. Segundo ele, o que está sendo feito hoje é uma modernização dessa ferramenta. “Estamos pegando o conceito do passado e trazendo para uma agricultura 4.0. Para isso precisamos muito da visão das cooperativas para que a gente possa, de fato, fazer uma intercooperação e entregar um produto adequado para os cooperados, cooperativas e para a Ocepar. Cada um destes 3 atores tem que ter um ganho de valor”, disse.

 Modernização – Krinski contou que o objetivo é que ao final do evento de hoje seja criado um grupo de trabalho para ajudar a formatar o projeto. “A proposta é para discutirmos a partir de três visões: onde estamos, onde queremos ir e quais os caminhos que precisamos percorrer para chegar no objetivo final. O desafio da Ocepar é justamente esse: fazer uma leitura de cenário, entender o conceito do que precisa ser feito e ajudar a fazer com que as cooperativas formem parceiras para que tenhamos ganho de escala e troca de informações que nos ajudem a ter um melhor desenvolvimento do cooperativismo”, frisou.

Programação –  O evento de hoje reuniu representes das cooperativas Lar, Coagru, Cocamar, Conagro, Copagril, Frísia, Cocari, Coopavel, Integrada, Cooperaliança, Capal, Coopergera e Fundação ABC. Após a abertura, o analista técnico da Ocepar, Jhony Moller, detalhou os objetivos do Ocepar Campo. “Estamos numa nova era da agricultura, em que foca-se a necessidade de estarmos constantemente conectados. O desafio é como fazer com que os dados gerados, evoluam para informações, conhecimento, inteligência, decisão, ação e, finalmente, na entrega de valor”, disse.

Projeto Sigma – Na sequência, os pesquisadores da Fundação ABC, Claudio Kapp Júnior e Rodrigo Yoiti Tsukahara, apresentaram o projeto Sigma, iniciativa que a Ocepar pretende difundir como modelo para o Estado. A programação da manhã contemplou ainda discussões e levantamento das demandas digitais das cooperativas, cases de sucesso e seus respectivos aplicativos. No período da tarde, a programação é composta pelas seguintes apresentações: Hughesnet - Internet via Satélite; Datacoper – Clover CRM; Aegro – Gestão Agrícola; e Agriwin – Gestão Agrícola.

Software livre – O Ocepar Campo foi desenvolvido no final da década de 1990, pioneiro na gestão da administração rural utilizando a informática, quando eram poucas as iniciativas de software livre no mercado. Após tanto tempo de aplicação desta importante ferramenta de gestão, muitos produtores ainda o utilizam em suas propriedades. “O planejamento dos negócios e a boa gestão da atividade rural sempre foi uma preocupação dos produtores cooperados, por isso nosso foco é na construção coletiva desta nova etapa do Ocepar Campo, para que assim, possamos disponibilizar uma ferramenta atualizada e dentro das necessidades atuais”, lembrou o gerente técnico da Ocepar, Flávio Turra.

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FÓRUM DE AUDITORES: Auditoria Baseada em Risco é tema de evento

 

A Auditoria Baseada em Risco (ABR), seu conceito e aplicação, foi o tema central do Fórum de Auditores Internos, que reuniu 62 profissionais de 29 cooperativas paranaenses. O evento, realizado na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, no dia 28 de junho, foi aberto pelo superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo – Sescoop/PR, Leonardo Boesche, e pela gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emilia Pereira Lima. Ambos ressaltaram o importante papel dos auditores internos no ambiente cooperativo, bem como a necessidade investir de forma constante na capacitação destes profissionais.

 

Novo conceito - Segundo Edson Souza, técnico do Sescoop/PR, a Auditoria Baseada em Riscos aperfeiçoa o modelo de avaliação de riscos e modifica a perspectiva da auditoria interna, que passa a analisar os riscos com uma visão mais sistêmica, e não apenas com um entendimento centrado apenas nos mecanismos de controle. “Durante o fórum, os palestrantes abordaram temas como “o novo ambiente da auditoria: a nova visão e conceito da auditoria dentro do ambiente cooperativo; as três linhas de defesa e o conceito de ABR; fl­uxos e responsabilidades dos departamentos, fases para aplicação dos testes dos controles nos processos críticos, riscos inerentes críticos e controles chaves dos riscos inerentes críticos, e ainda as etapas de implantação, demonstrado no case da Cooperativa Piá”, explicou. Os participantes do Fórum também auxiliaram na construção do Programa de Capacitação do Sescoop/PR, sugerindo os próximos temas a serem abordados nos fóruns e eventos de aprimoramento.

 

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SEMENTES E MUDAS: CSM promove reunião técnica nos dias 7 e 8 de agosto, em Londrina

A Comissão de Sementes e Mudas do Estado do Paraná (CSM) promove, nos dias 7 e 8 de agosto, no auditório da Embrapa Soja, no Distrito da Warta, em Londrina, Norte do Paraná, uma reunião técnica com a presença de responsáveis técnicos e profissionais de empresas que atuam nesse segmento, além de auditores fiscais federais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A programação contempla palestras, discussões, intercâmbio de ideias, debates sobre a legislação, entre outras atividades.

Conteúdo – No primeiro dia, os auditores do Mapa vão falar sobre as principais ações de fiscalização realizadas pelo ministério e repassar orientações técnicas. O segundo dia será dedicado a tratar dos seguintes assuntos: “Produção de sementes de alta qualidade no Brasil”, “Situação de OC nas sementes de soja após mudança do padrão”, “Aspectos legais na produção de sementes”, “Avanços do melhoramento genético da soja” e “Perspectivas climáticas para a produção de sementes no inverno e verão”. O evento encerra com visita às instalações de pesquisa de Embrapa Soja.

Informações e inscrições- Mais informações e inscrições no site www.csmparana.com.br.

sementes mudas 04 07 2018

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BNDES: Banco concede crédito a criadores de aves e suínos afetados por greve

bndes 04 07 2018Os setores de aves e suínos que tiveram prejuízos com a greve dos caminhoneiros já têm à disposição uma linha de capital de giro no valor de R$ 1,5 bilhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A informação é do presidente do BNDES, Dyogo Oliveira.

Prazo - Quem pegar o dinheiro terá 60 meses para pagar com prazo de carência de 24 meses. Os juros devem ficar em torno de 10% a 11% ao ano. “É uma taxa atrativa para uma linha de capital de giro com um prazo tão longo”, disse Dyogo Oliveira.

Reunião - A linha de crédito foi um dos temas tratados nesta terça-feira (03/07) em reunião de Oliveira com o presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto. Na reunião, Oliveira também falou sobre o programa de transformação estratégica do BNDES, que tem o objetivo de torná-lo um banco com mais recursos para pequenas e médias empresas e para infraestrutura.

Transição - “O objetivo é fazer a transição do BNDES de um banco monopolista, de taxas de juros muito baixas, subsidiadas, para um banco que vai ter mais disponibilização de recursos para pequenas e médias empresas e mais foco na área de infraestrutura”, disse o presidente da instituição.

Projetos estratégicos - Segundo Dyogo Oliveira, o programa prevê a implementação de 12 projetos estratégicos até o final deste ano. Entre esses projetos, ele citou a reorganização interna do banco e a captação de recursos para a continuidade das atividades.

Antecipação - Em entrevista a jornalistas, o presidente do BNDES ainda afirmou que discute com o Tesouro Nacional como antecipar o pagamento de empréstimos da União à instituição financeira. (Agência Brasil)

 

DIA C I: Vídeo gravado em ação do Dia de Cooperar é apresentado no quadro “O Brasil que eu quero”

dia c 04 7 2018A assessora de cooperativismo da Copacol, Elizete Lunelli Dal Molin, gravou um vídeo durante a produção do sanduíche chamado “X-Solidário”, na Aercol de Cafelândia, ocorrida na campanha do Dia C – Dia de Cooperar, realizada com o propósito de arrecadar valores para a Uopeccan (Hospital do Câncer) e Casa da Dona Vani, de Cascavel. O material foi veiculado segunda-feira (02/07), na programação da Rede Globo, no quadro “O Brasil que eu quero”. “O Brasil que eu quero é um Brasil mais solidário, como estamos vendo aqui, fazendo16 mil ‘X’em prol do Hospital de Câncer de Cascavel. Cooperativas de todo o Oeste do Paraná em prol da solidariedade”, disse ela. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Copacol)

Clique aqui para ver o vídeo

 

DIA C II: Dia de Cooperar envolve funcionários em ação solidária para dezenas de entidades

A simplicidade é a melhor forma do exercício do voluntariado. Exemplo dessa situação foi o envolvimento e a participação dos funcionários da Coamo no Dia “C” – Dia de Cooperar 2018. O evento ocorreu no mês de junho e movimentou milhares de funcionários voluntários com ação concreta em prol de dezenas de entidades em mais de 60 municípios na área de ação da cooperativa nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Antecedendo ao Dia C, durante a realização das regionais do JIU, a Copa Coamo dos Funcionários entre os meses de março a junho, foram realizadas diversas ações nos Municípios-Sedes congregando funcionários e familiares.

Arrecadação - Para culminar o Dia C na Coamo, os funcionários se mobilizaram e realizaram uma grande ação com arrecadação de grande quantidade de produtos alimentícios, materiais de limpeza, roupas e calçados, leite, entre outros, que foram entregues as entidades assistenciais em todos os Municípios da área de ação da Coamo.

Entrega - Em Campo Mourão, o ponto alto do Dia C foi no dia 30 de junho quando foi entregue a doação dos produtos arrecadados aos representantes das entidades assistenciais - Lar dos Velhinhos Frederico Ozanan, Hospital Regional Santa Casa e Lar Dom Bosco, logo após a celebração do Dia Internacional do Cooperativismo, que reuniu os funcionários da Administração Central e do Entreposto de Campo Mourão.

Compromisso - O Dia C é um compromisso das cooperativas brasileiras na busca de um mundo mais justo e igual, com a ação voluntária em benefício de quem precisa, por meio de um cooperativismo forte e solidário. “O Dia C é uma iniciativa bem aceita que deu certo, é o resultado na prática da cooperação e da solidariedade em prol do próximo. Quem doa pratica a generosidade e quem recebe fica muito feliz. Parabenizamos os funcionários da Coamo pela participação expressiva no Dia de Cooperar, que é uma grande corrente do bem”, comemora o presidente da Coamo José Aroldo Gallassini. (Imprensa Coamo)

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DIA C III: Coopavel repassa donativos à entidade filantrópica

 

Jovens cooperativistas, colaboradores e associados da Coopavel se somaram às atividades do Dia C, Dia de Cooperar, em junho. Eles participaram da coleta, triagem e entrega de donativos a pessoas atendidas por uma instituição filantrópica de Cascavel, a Apofilab (Associação de Portadores de Fissura Lábio-Palatal de Cascavel).

 

Itens - A campanha conseguiu boa quantidade de roupas, alimentos e produtos de higiene e limpeza. As doações foram entregues à direção, a crianças e a pais da instituição no fim de semana. “É muito bom poder ajudar, porque gestos assim demonstram a grandeza e o alcance de poder estender a mão de tornar a vida do outro um pouco melhor”, diz a agente de desenvolvimento organizacional da Unicoop (Universidade Coopavel), Mirella Gomes.

 

Entrega - A entrega dos donativos marcou uma grande confraternização entre doadores, diretores e pessoas atendidos pela instituição. A Apofilab foi oficialmente criada em 19 de outubro de 1991 por um grupo de pais com a finalidade de atender necessidades emergenciais de reabilitação de seus filhos, que nasceram com má formação craniofacial. 

 

Referência - Atualmente, a entidade que é referência em sua área de atuação atende 240 pacientes/alunos de 68 municípios. A entidade funciona na rua Hélio Richard, 1790, no bairro Cancelli. O horário de atendimento é das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30. Outras informações podem ser conseguidas pelo telefone (45) 3326-7986, com Sonia. “Todos que quiserem podem se somar à causa da Apofilab”, afirma a direção da associação. (Imprensa Coopavel)

 

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DIA C IV: Dia de Cooperar mostra a força do voluntariado para um mundo melhor

 

No sábado (30/06), o Colégio Cooperativa da Lapa realizou atividades relativas ao Dia C, Dia de Cooperar, na Lapa, Região Metropolitana de Curitiba. Este ano, a ação, que em anos anteriores já beneficiou diversas instituições, teve como objetivo revitalizar uma área da escola pouco utilizada. Assim, foi criado o "Bosque", um local de lazer, com espaço para que os colaboradores, alunos e familiares desfrutem de tranquilidade, contato com a natureza e um lindo jardim. Também foi realizada a revitalização da horta e do pomar. Aproximadamente 60 voluntários estiveram presentes neste dia e certamente saíram renovados e transformados pela força da cooperação. (Colégio Cooperativa da Lapa)

 

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DIA C V: Cooperativas realizam Manhã Solidária com crianças do S.O.S.

 

Em um dos maiores eventos de solidariedade do Brasil, o Dia C (Dia de Cooperar), a Coagru e Unitá, em parceria com o Sicoob, Sicredi e Uniprime, com o apoio do Lions Clube, Secretaria de Ação Social de Ubiratã e voluntários, realizaram a Manhã Solidária, na Arcapu de Ubiratã, no dia 30 de junho, para as crianças do Serviço de Obras Sociais Cícero Nuto Figueiredo (S.O.S.).

 

Brincadeiras - As atividades com as crianças iniciaram com um café da manhã e, na sequência, aconteceu a abertura oficial do evento com a presença de todos os parceiros. O evento teve como foco principal o resgate de brincadeiras de antigamente. A equipe de recreação com o apoio dos voluntários promoveu momentos de alegria, descontração e espírito de cooperação entre as crianças.

 

Intercooperação - Para o presidente da Coagru, Áureo Zamprônio, a intercooperação foi extremamente importante para que a iniciativa desse certo.  “É uma grande oportunidade de a Coagru estar próxima da comunidade e quando se coloca em prática os princípios e os valores cooperativistas todos ganham, e fazer o bem ao próximo sem levar nada em troca é doação. E o que nossos voluntários fizeram foi doar seu tempo, seu carinho e atenção pelas crianças”, reiterou o presidente. 

 

Momentos de alegria - O diretor vice-presidente, Cavalini Carvalho, lembrou que a Manhã Solidária era uma das ações em prol do S.O.S. e que a campanha do “Presente Solidário” continuava até o mês de julho. “A Coagru não poderia ficar fora de uma atitude tão sublime que ajuda o próximo e a Manhã Solidária foi uma forma de estarmos mais próximos das crianças e propiciarmos momentos de alegria e diversão. Todo dia é dia de cooperar e agora, junto aos demais parceiros, nosso propósito é a conclusão das obras no S.O.S. e assim garantir o acesso de mais crianças a este trabalho social tão importante.” (Imprensa Coagru)

 

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DIA C V I: Fraldas arrecadadas pela Integrada são entregues a diversas instituições

dia c V 04 07 2018A campanha de arrecadação de fraldas terminou e, com ela, centenas de idosos de dezenas instituições espalhadas pelas áreas de atuação da Integrada foram beneficiadas. Um dos beneficiados foi o Lar das Vovozinhos e Vovozinhas de Londrina. No dia 30 de junho, a equipe da Integrada, representada pela equipe de colaboradores e os cooperados da regional Londrina, Maurício Okimura e João Nazima, doaram à instituição 3 mil fraldas.

Mais - Além do lar de Londrina, mais de 16 entidades beneficentes foram contempladas pela ação do Dia C da Integrada, o que mostrou o envolvimento de cooperados e colaboradores de toda a cooperativa.

Recorde - Neste ano, a cooperativa bateu o seu recorde de recebimento, com mais de 70 mil fraldas geriátricas doadas. “Esse é mais um exemplo de como o cooperativismo se preocupa com o aspecto social das comunidades onde atuamos. Cooperar e compartilhar fazem parte da nossa missão e valores”, diz o presidente da Integrada, Jorge Hashimoto.

Hospital do Câncer - A entidade beneficiada com parte das fraldas foi o Hospital do Câncer de Londrina, que atende milhares de paranaenses ao ano que lutam contra essa maligna doença. Na prática, o Dia C já beneficiou mais de 2 milhões de pessoas desde que foi nacionalizado, em 2014. E o trabalho não para. Em 2018 e nos próximos anos, essas iniciativas serão expandidas com o objetivo de demonstrar as razões pelas quais as cooperativas são consideradas empresas que aliam desenvolvimento econômico ao social. (Imprensa Integral)

 

COOPERATIVISMO: Coamo comemora Dia Internacional reunindo centenas de líderes do PR, SC e MS

Para celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo, comemorado sempre no primeiro sábado de julho, a Coamo realizou na sexta-feira (30/06), em Campo Mourão, tradicional encontro reunindo centenas de jovens cooperados dos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, representantes das 22 turmas do Programa Coamo de Formação de Líderes Cooperativistas. Participaram também diretoria, membros dos conselhos de Administração e Fiscal da Coamo e da Credicoamo, e superintendentes, gerentes angulares e de entrepostos.

ACI - Neste ano, a Aliança Cooperativa Internacional (ACI), importante organismo de representação do movimento cooperativista no âmbito global definiu como tema do dia do cooperativismo: “Sociedades sustentáveis por meio da cooperação”.

Abertura oficial - O presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, fez a abertura oficial do evento. “Temos muitos motivos para comemorar. Temos orgulho em fazer parte deste movimento que é muito importante para todos e antes de tudo, é uma filosofia de vida que busca transformar o mundo em um lugar mais justo, feliz, equilibrado e com mais oportunidades para todos. É um caminho que mostra que é possível unir desenvolvimento econômico e desenvolvimento pessoal, produtividade e sustentabilidade, o individual e o coletivo.”

Desenvolvimento - De acordo com Gallassini, a Coamo em seus quase 48 anos de existência e a Credicoamo, em 29 anos de atividades, estão sempre ao lado dos associados e voltadas para os interesses e desenvolvimento do quadro social. “Os cooperados são a razão de ser da Coamo e da Credicoamo, que contam com a força, união e profissionalismo dos mais de 7,5 mil funcionários em mais de 60 municípios no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, para a prestação de serviços de qualidade no atendimento às necessidades dos associados. Juntos somos uma família de mais de 120 mil pessoas, entre cooperados, funcionários e familiares e temos orgulho de ser cooperativistas, temos orgulho de ser Coamo e Credicoamo.”

Apresentação - Durante o encontro, o gerente Administrativo da Credicoamo, José Luiz Conrado fez uma apresentação do serviço Internet Banking/Mobile da Credicoamo, ferramenta segura e moderna que já está trazendo mais facilidade para aos associados.

Palestras - O evento contou com duas palestras. A primeira com o economista Bruno Lavieri, que fez uma análise da conjuntura econômica do Brasil e do mundo. A segunda palestra teve como tema “Formação de Preços”, com Paulo Molinari, da Safras & Mercado.

Benefícios - Para finalizar, o assessor de Cooperativismo da Coamo, Guilherme Montenegro Savio, apresentou os benefícios da cooperativa para os cooperados. São muitos os benefícios disponibilizados pela Coamo aos seus associados, nas áreas de pesquisa, desenvolvimento e inovação, logística, gestão e suporte, e da cooperação que vai além do campo”, salienta. (Imprensa Coamo)

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COCARI: Vem aí o 1º Dia de Campo de Avicultura da Integração

cocari 04 07 2018Nesta quinta-feira (05/07), a Cocari e a Aurora Alimentos reunirão os avicultores integrados para a realização do 1º Dia de Campo de Avicultura, em Mandaguari (PR)

Palestras técnicas – O evento será dividido em dois momentos. Pela manhã, na Associação Atlética Cocari (AAC), serão ministradas palestras técnicas com foco em Controle de pragas; Sanidade do ambiente e das aves; e Operação, lubrificação e manutenção de fornos. Haverá ainda um painel com apresentação de produtores da Integração Aurora/Cocari, com alto desempenho na produção de seus aviários.

Visitação – No período da tarde os avicultores visitarão o Centro de Treinamento Avícola (CTA) da Cocari, onde poderão conferir a demonstração de enleiradores de cama de frango no aviário e também visitar os estandes. Durante o evento serão apresentadas novidades em manejo e as mais modernas tecnologias para aprimorar o desenvolvimento das atividades na condução dos aviários. (Imprensa Cocari)

 

COAGRU: Cerimônia marca encerramento de programa de produtividade

 

Na noite de 22 de junho foi realizada a cerimônia de encerramento do Programa Coagru 200 sc. Lançado na safra 2012/2013, o programa foi conduzido pelo Departamento Técnico juntamente com os cooperados de toda área de atuação da cooperativa.  Ao longo de seis safras, muitos cooperados sagraram-se campeões, atingindo e até ultrapassando os 200 sacos por alqueire e isso graças a adoção de modernas técnicas de manejo adotadas desde antes do plantio até a colheita.  Atualmente, essa produtividade já é realidade em muitas propriedades, porém quando o programa foi lançado esse número era desafiador.

 

Acompanhamento - Ao longo da execução do programa foram conduzidas 23 áreas de cooperados e essas lavouras foram acompanhadas através de uma consultoria periódica dos engenheiros agrônomos da cooperativa.  A área mínima inscrita no programa era de 10 hectares, sendo obrigatória a colheita de no mínimo 3 hectares. Os fatores analisados no concurso por ordem de importância foram produtividade com peso 6, rentabilidade com peso 3 e incremento produtivo com peso 1. Dessa maneira, nem sempre quem produzia mais ganhava o concurso, pois a rentabilidade econômica e o incremento produtivo são fatores muito importantes e que em muitas ocasiões foram decisivos na colocação dos vencedores. 

 

Cerimônia - A cerimônia contou com a participação do quadro técnico da cooperativa, gerentes, cooperados inscritos no programa, conselheiros fiscais, conselheiros de administração e diretoria executiva. 

 

Importância - O presidente da Coagru, Áureo Zamprônio, deu início ao cerimonial falando sobre a importância do projeto e sobre como o programa teve reflexos positivos não só para os participantes do programa, mas também para todo quadro social da cooperativa que melhorou significativamente as médias de produtividade ao longo desses 6 anos.  Na sequência, a apresentação foi conduzida pelo diretor-secretário e engenheiro agrônomo Marcos Rossetto, que salientou as normas do programa e apresentou os resultados obtidos. 

 

Sucesso - Segundo Marcos Rosseto, "O Programa Coagru 200 sc foi um sucesso pois demonstrou que a utilização das práticas de manejo, aliada a um processo contínuo, forma uma combinação consistente na busca por resultados. Temos tudo para sermos campeões de produtividade e um novo desafio ainda mais audacioso será lançado pela Coagru para a próxima edição do programa.  Nessa nova empreitada será preciso buscar ainda mais novas tecnologias e opções de manejos diferenciados para elevar cada vez mais os patamares de produtividade.” (Imprensa Coagru)

 

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COAMO I: Nova etapa da campanha da linha de alimentos com a Ana Maria Braga

 

coamo 04 07 2018Pela primeira vez em sua história, a Coamo, por meio da sua linha alimentícia comercializada pelas marcas Coamo, Primê, Anniela e Sollus, elegeu uma embaixadora para representar todas elas, que já são preferidas por milhares de consumidores brasileiros e reconhecidas como marcas de confiança. O lançamento da campanha com a Ana Maria Braga foi um sucesso na primeira etapa. Milhões de consumidores passaram a conhecer as marcas e a qualidade dos Alimentos Coamo. Agora é a vez de reforçar a comunicação com a segunda fase da campanha. Ana Maria Braga continua a grande embaixadora da marca Alimentos Coamo e os produtos ganharam ainda mais destaque.

 

Ícone - Carregando a promessa de marca "É de casa, pode confiar", a intenção dos Alimentos Coamo sempre foi encontrar um ícone que representasse toda a confiança e proximidade que a marca construiu junto a milhares de famílias consumidoras nesses anos de atuação. Por este motivo, não existe ícone melhor do que Ana Maria Braga, que há 20 anos tem um espaço cativo na rotina das famílias brasileiras para falar de qualidade e sabor com economia.

 

Segunda etapa - Assim, após excelentes resultados obtidos no primeiro semestre da campanha, iniciou a segunda etapa do plano de mídia que é o fortalecimento do relacionamento com clientes e consumidores. “Nosso plano tem como objetivo reforçar cada vez mais nosso compromisso com o consumidor. A campanha fala sobre produtos no ponto de venda, decisão de compra e atributos essenciais da marca e cumpre com maestria esses pontos. As dicas e receitas elaboradas junto à Ana estão tendo ótima repercussão e compartilhamento, e vamos continuar na mesma linha de comunicação”, explica o superintendente Comercial da Coamo, Alcir José Goldoni.

 

Destaque - Segundo o diretor de Planejamento e Criação da Gpac, Juca Pacheco, cabe destacar os bons resultados da campanha. “Neste período inicial é visível que os números positivos são esmagadoramente grandes. Um bom exemplo é que nas redes sociais, tivemos um crescimento de aproximadamente 70 mil likes em comparação com o número atingido antes da veiculação da campanha com a Ana Maria Braga, chegando hoje ao marco de 315 mil curtidas no Facebook. Isso sem mencionar os milhares de comentários positivos na fanpage.” 

 

Personalidade - De acordo com Goldoni, a divulgação dos Alimentos Coamo por uma personalidade como a Ana Maria Braga objetiva demonstrar a origem das marcas Coamo, Primê, Anniela e Sollus, para reforçar a confiança que o consumidor pode ter. Um objetivo que já colhe bons frutos. "A Ana Maria Braga tem divulgado em sua fan page notícias e receitas dos Alimentos Coamo e, assim, os consumidores finais estão cada vez mais interessados em saber a origem dos alimentos que consomem. Eles buscam por alimentos de alta qualidade, seguros, produzidos de forma ambientalmente sustentável e que preservam o seu sabor.” 

 

Reflexo - Goldoni ainda reforça que esse resultado ainda reflete-se na crescente compra e recompra das marcas de confiança. “Na Coamo o processo de qualidade começa na escolha da semente que será plantada, nos campos dos donos da cooperativa, nas boas práticas de produção e nos Programas de Certificações, até o momento do produto no ponto de venda. Isso nos permite afirmar que estamos comprometidos em oferecer um alimento seguro, de qualidade e com sabor e economia, aos consumidores. Tudo isso sendo divulgado por uma personalidade como Ana Maria Braga que diariamente fala com as famílias brasileiras e que engloba os mais diversos consumidores é para nós a confirmação do que estamos fazendo e falando".

 

Estratégia - O presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, também comemora os resultados e confia na estratégia da nova etapa da campanha. Ele acrescenta que os associados da Coamo estão conscientes da importância que o consumidor tem em suas atividades. "Em nossos eventos técnicos e reuniões de campo, sempre orientamos os associados de que a matéria-prima gerada no campo só agregará valor se for produzida dentro dos padrões de qualidade e sustentabilidade. Produzir alimentos é uma grande responsabilidade e, por isso, cumprimos essa tarefa com muita seriedade e comprometimento. Essa postura, de pensar no consumidor, o nosso associado adota há vários anos e com a divulgação dos Alimentos Coamo pela nossa embaixadora, Ana Maria Braga, os consumidores estão cada vez mais conhecendo nossos produtos e escolhendo um produto com origem e qualidade para consumirem junto com suas famílias", registra o presidente. (Imprensa Coamo)

 

COAMO II: Linha Fácil de Misturas para Bolos é apresentada em festa do Carneiro no Buraco

coamo II 04 07 2018A Coamo participa a partir desta quarta-feira (04/07) por meio dos Alimentos Coamo da 27ª Festa Nacional do Carneiro no Buraco, prato típico de Campo Mourão. Em seu estande, a Coamo irá demonstrar toda a linha alimentícia composta das marcas Coamo, Primê, Anniela e Sollus, com destaque para a nova embalagem e com sabor realçado da Coamo Linha Fácil de misturas para bolos nos sabores de chocolate, aipim, coco, laranja, pão de ló e baunilha, em embalagens de 5kg, e que serão servidas aos visitantes.

Origem - Os Alimentos Coamo são fruto do trabalho que começa nos campos dos mais de 28 mil associados da Coamo e, por esta razão, o superintendente Comercial da Coamo, Alcir José Goldoni, destaca a origem e o seu diferencial. “No campo começa a cadeia produtiva dos alimentos, com segurança e dentro dos parâmetros de qualidade exigidos pelas certificações, por isso, os Alimentos Coamo têm origem, já que a matéria-prima é produzida pelos donos da Coamo. É um trabalho focado na produção da matéria-prima, no processo industrial, no cliente e no consumidor, para entregar um produto diferenciado e que diariamente surpreende os consumidores. ”

Circulação de pessoas - Goldoni acrescenta que eventos como a Festa do Carneiro, onde há significativa circulação de consumidores, se tem a oportunidade de mostrar e explicar ao consumidor estes diferenciais dos Alimentos Coamo. “O futuro da atividade dos donos da Coamo está em atender a expectativa diária do cliente e na satisfação diária dos consumidores, e isto está incorporado em toda a cadeia de produção da Coamo. Por isso, valorizamos todo e qualquer contato com os consumidores. Em nosso estande eles podem conhecer mais sobre nossos alimentos, degustá-los e conhecer as novidades”, revela.

Convite - O superintendente Comercial da Coamo ainda convida todos os visitantes da festa para que passem no estande da cooperativa. “Em horários programados, serviremos os bolos da Coamo Linha Fácil para que os clientes e consumidores degustem as nossas misturas. O tradicional cafezinho da Coamo também não irá faltar. ”

Mais informações- Para outras informações e consulta técnica de cada alimento, acesse os sites da cooperativa: www.coamo.com.br ou www.alimentoscoamo.com.br. Curta também a fan page dos Alimentos Coamo e da Ana Maria Braga, a divulgadora da cooperativa, onde você encontra deliciosas receitas de família para curtir e compartilhar. Se cadastre também na newsletter dos Alimentos Coamo e receba dicas e receitas incríveis. (Imprensa Coamo)

 

INTEGRADA: Distribuidora de combustíveis começa a operar

integrada 04 07 2018A Integrada Combustíveis, sediada em Ibiporã (PR), já começou a entregar os primeiros pedidos de óleo diesel. Com isso, a cooperativa iniciou oficialmente a comercialização de óleo diesel para os agricultores do Norte do Paraná, indo de Maringá até Cambará. As primeiras entregas ocorreram nesta terça-feira (03/07), para produtores da região de Bandeirantes e Dr. Camargo.

Investimento - Com um investimento de R$ 4 milhões, a Integrada Combustíveis tem a capacidade de armazenamento de 90 mil litros de óleo diesel. Ao todo, serão três caminhões de 10 mil litros cada um para atender os cooperados. O agricultor poderá solicitar a aquisição de óleo diesel em sua regional ou diretamente na distribuidora. A criação da Integrada Combustíveis sempre foi uma reivindicação dos associados, avalia Jorge Hashimoto, diretor presidente da Integrada.

Diferenciais - Hashimoto explica que os diferenciais da Integrada é a alta qualidade do combustível, o pagamento com a produção e a pontualidade na entrega. Serão oferecidos óleo diesel convencional e o S10. “Isso marca mais um passo para o avanço no atendimento aos cooperados”, completa Hashimoto. (Imprensa Integrada)

 

SICOOB VALE DO IGUAÇU: Dois novos pontos de atendimento são inaugurados

 

sicoob vale iguacu 04 07 2018O Sicoob Vale do Iguaçu inaugurou na última semana dois novos pontos de atendimento da cooperativa: um em Imbituva e outro em Prudentópolis. Com esses, foram três PAs abertos em junho pela cooperativa, sendo o primeiro deles na cidade de Rebouças.

 

Presenças - A inauguração de Imbituva ocorreu no dia 28 e a de Prudentópolis no dia seguinte. Cada uma delas contou com a presença de 200 a 300 pessoas, entre eles autoridades como os prefeitos e vice-prefeitos, Bertoldo Rover e Geraldo Nadal Rocha, de Imbituva, e Adelmo Luiz Klosowski e Osnei Stadler, de Prudentópolis, além de vereadores e convidados locais.

 

Receptividade - “A receptividade que tivemos em cada cidade foi muito boa. Tenho certeza que os novos pontos de atendimento darão ao Sicoob o sucesso que merece”, afirma o presidente do Conselho de Administração, João Bactista Manfroi. 

 

Presença - Nas três inaugurações, o presidente foi acompanhado de conselheiros, diretores, colaboradores e delegados. “Embora a distância seja de aproximadamente 300 km, em todas as cidades uma delegação de 20 pessoas do Sudoeste esteve presente. Com isso, o grupo pode presenciar que os três PAs ficaram muito bonitos, aconchegantes, confortáveis e com visual de destaque”. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB INTEGRADO: Reinaugurado ponto de atendimento em São João

 

sicoob integrado 04 07 2018O Sicoob Integrado reinaugurou, no dia 25 de junho, o ponto de atendimento da cooperativa em São João (PR). A unidade foi ampliada e passou a funcionar em novo endereço. O PA, que antes ocupava um espaço de 170m², agora conta com 250m², uma estrutura mais moderna e aconchegante para atendimento.

 

Espírito cooperativista - Para o cooperado Valdir Wiesenhutter, além do local estar bem estruturado, a presença da singular na cidade representa muito mais. “O Sicoob é a nossa cooperativa de crédito que retrata mais do que uma instituição financeira em nosso município, mas o espírito cooperativista do nosso povo”, avalia.

 

Visibilidade - Segundo o cooperado Marcelo Valdemar Hack, a unidade ficou mais centralizada e ganhou visibilidade, além de ter melhor acesso e espaço físico. “Quem ganha com isso é a comunidade de São João. Parabéns ao Sicoob”, elogia.

 

Participação - Participaram da inauguração o presidente do Sicoob Integrado, Alcir Luis Freisleben; o vice-presidente, Lindones Colferai; o vice-prefeito de São João, Roni Cansarin; o presidente da Associação Comercial e Empresarial, Odi José Manfroi; o conselheiro da Ocepar, Jacir Escalvi; os conselheiros, Selmar Ferre, Arnaldo da Silva, Enio Bragato; os diretores executivos, Clevi Deitos e Marcinei Coterli, além de cooperados, colaboradores e convidados. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO: Palestras sobre doação de órgãos são apresentadas para colaboradores

 

sicoob metropolitano 04 07 2018Colaboradores do Sicoob Metropolitano em Campo Mourão, Cianorte e Maringá participaram, nos dias 18, 20 e 21 de junho, de palestras sobre doação de órgãos. O objetivo da ação foi sensibilizar a equipe de voluntários da singular, os chamados Multiplicadores, para que eles conversem com familiares a amigos sobre a importância de se tornar um doador. As palestras foram ministradas por profissionais do departamento de doação de órgãos do hospital Santa Casa de Cianorte.

 

Decisão - Segundo o gerente de Recuperação de Crédito, Guerino Angelo Mantovani, a decisão de doar um órgão é complicada, mas ver a realidade das pessoas e familiares que estão na fila de espera é chocante. “Acredito que o importante não é a pessoa se manifestar no momento da emoção, o importante é que cada um pare, pense e analise para se tornar um doador. A decisão tem que ser tomada com consciência e ver que ser um potencial doador é importante”, diz.

 

Parceria - Esse ano, o Sicoob Metropolitano fechou uma parceria com a Organização de Procura de Órgãos (OPO) de Maringá, em que assumiram o compromisso de divulgar o tema tanto para os colaboradores, como para cooperados, por meio de diversas ações sociais e materiais publicitários da cooperativa. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

AVICULTURA: Inscrições para o IX Encontro Técnico Avícola podem ser efetuadas até o dia 17

 

avicultura 04 07 2018As inscrições para o IX Encontro Técnico Avícola, um dos mais importantes eventos do calendário industrial avícola no país, que acontece de 24 a 26 de julho em Maringá (PR), podem ser feitas pela internet até o dia 17.  

 

Realização - Promovido de dois em dois anos, com plenária para o debate de uma extensa agenda e também um espaço que vai receber uma feira de produtos e serviços, o Encontro é realizado pelo Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) e Integra. 

 

Público - A previsão dos organizadores é reunir 800 participantes no Centro de Eventos Vivaro (antigo Excellence), entre dirigentes e técnicos de indústrias e cooperativas do setor, especialistas, lideranças, produtores e representantes de empresas fornecedoras.

 

Como participar - As inscrições podem ser efetuadas pela internet até o próximo dia 17, acessando o site (veja abaixo), ao preço de R$ 200,00 para profissionais e R$ 150,00 para estudantes. Depois daquela data, os interessados devem efetivar sua participação no local do evento. 

 

Presença - Cerca de 30 empresas fabricantes de produtos e prestadoras de serviços para o segmento industrial de aves, confirmaram presença como expositoras.  Por sua vez, as palestras de abertura e encerramento serão, por si só, um atrativo, proferidas por convidados especiais. Na primeira, às 18h no dia 24, Arnaldo Jabor fará uma análise do momento econômico e político. Na segunda, às 16h30 do dia 26, José Luiz Tejon Megido vai discorrer sobre a relação entre o agronegócio, a economia e o futuro do país como um dos principais provedores de alimentos para o mundo.  

 

Inscrições e informações - As inscrições para o evento devem ser feita pelo e-mail: www.integra.agr.br/encontrotecnico/inscricao. Mais informações na CREventos, pelo fone (44) 3031-2057. (Flamma Comunicação)

 

PRONASOLOS: Estado integra programa pioneiro sobre solos no Brasil

 

pronasolos 04 07 2018Os governos do Paraná e federal assinaram termo de cooperação para executar os trabalhos do Programa Nacional de Levantamento e Interpretação de Solos (PronaSolos). O termo destina R$ 1,5 milhão da Itaipu Binacional para o levantamento de dados sobre solos, inicialmente na região Oeste do Estado, entre os municípios de Toledo e Foz do Iguaçu na bacia hidrográfica do Paraná III.

 

Objetivo - O objetivo a médio e longo prazos é mapear todo o Estado, pois o programa se estende até 2030. No Paraná, o PronaSolos vem sendo estruturado há mais de um ano com entidades parceiras, complementando o trabalho do Programa Integrado de Conservação de Solo e Água do Paraná (Prosolo).

 

Articulação - Com isso, o Programa busca articular a estrutura de pesquisa para aumentar o nível de conhecimento dos solos brasileiros. Com o termo, o Paraná se torna o primeiro Estado a implantar o Pronasolos.

 

Viabilização - A iniciativa é viabilizada pela Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, a Embrapa Florestas – que conduzirá o programa, a Itaipu Binacional, secretarias de Estado da Ciência e Tecnologia e Ensino Superior, Meio Ambiente, Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Instituto Ambiental (IAP) e Instituto de Terras, Cartografia e Geociência (ITCG).

 

União - O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, George Hiraiwa, disse que a união entre os diversos setores vai beneficiar o Paraná e agradeceu o empenho de todos os parceiros. “Esse levantamento permitirá que as informações de solo sejam utilizadas pelo setor público e pelo setor produtivo no planejamento das suas ações. Os produtores poderão planejar suas propriedades, visando proteger o solo e a água, seu maior patrimônio”.

 

Iapar - O Iapar vai executar a parte de geoprocessamento para elaboração de mapas, reunindo os dados de cada localidade para transformá-los em informação geográfica. O diretor de pesquisas do Instituto, Tiago Pellini, afirmou que o projeto exige bastante trabalho de campo, mas vai constituir uma base de dados muito mais detalhada para conhecimento dos solos. “Os atuais mapas de solo têm escalas muito menores, sem detalhamento. Agora será possível conhecer a estrutura e a classificação dos solos, trazendo benefícios para o planejamento, recomendações de uso, aptidão agrícola do solo, além de outras informações”, diz.

 

Compromissos - O diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Marcos Stamm, destacou que o convênio aumenta os compromissos da binacional na região. Segundo ele, os principais beneficiados são os produtores rurais.

 

Diferencial - Nesses levantamentos, no Paraná, além do mapeamento de solos, será privilegiada a água, com mapeamento da vegetação em áreas protetivas.

 

Base - Segundo a secretária-executiva do programa Prosolo Paraná, Debora Grimm, outro diferencial é que a base de dados será pública, qualquer pessoa pode ter acesso. “Com isso, vamos gerar mapas de solo numa escala acessível e ter conhecimento sobre a vegetação protetiva, facilitando o planejamento das propriedades”, disse.

 

Informações - Atualmente, os mapas de solos e vegetação trazem informações, em média, na escala de 1:100 mil. A intenção é reduzir essa escala para 1:25 mil ou 1:50 mil.

 

Programa federal - O Pronasolos é um programa federal, de responsabilidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A Embrapa Florestas faz o levantamento das informações necessárias e demais providências para se estabelecer uma governança eficaz com relação ao tema solo, que será implantado em todos os estados.

 

Acórdão - Ele surgiu a partir de um Acórdão do Tribunal de Contas da União (nº 1942/2015) que versa sobre Governança de Solos. A matéria constatou a insuficiência de informações e a dificuldade de acesso aos dados de solos, devido à inexistência de um sistema único ou de uma plataforma que permita a interpretação desses dados por profissionais que utilizam esse tipo de informação no Brasil.

 

Mapeamento detalhado - Cada Estado ficará responsável pelo mapeamento detalhado com base em cinco princípios de ação: proporcionar informações que auxiliem na promoção de uso e manejo adequado do solo, com foco na sustentabilidade; estimular investimentos, políticas públicas mais assertivas e transferência de tecnologia; promover pesquisas focando nas lacunas do conhecimento em solos; geração de informações e ampliação da base de dados; padronizar métodos, medidas, indicadores de manejo e proteção do recurso natural (solo). (Agência de Notícias do Paraná)

 

TRIGO: Brasil receberá carga de cereal russo nove anos após proibição

 

trigo 04 07 2018Está a caminho do Brasil um navio com 25 mil toneladas de trigo produzido na Rússia. A carga será analisada pelos fiscais dos portos, que avaliarão as condições fitossanitárias do cereal. Caso o carregamento seja aceito, será a primeira importação do cereal russo em oito anos.

 

Exigências sanitárias - O trigo da Rússia estava impedido de entrar no país desde 2009 por não atender as exigências sanitárias brasileiras. O último desembarque de trigo russo em portos brasileiros foi em 2010, com uma carga de 28 mil toneladas. Em dezembro de 2017, o Ministério da Agricultura publicou regras flexibilizando exigências de importação, o que permitiu a entrada do cereal russo. A reabertura ocorreu logo depois que Moscou bloqueou todas as importações de carnes bovina e suína brasileiras - o embargo russo ainda não foi revertido.

 

Moinhos do Nordeste - Segundo boletim da consultoria Trigo & Farinhas, foram compradas 25 mil toneladas que devem abastecer três moinhos do Nordeste, sendo um lote de 5 mil toneladas e outros dois de 10 mil toneladas, todos com preço de US$ 270 por tonelada. O navio deve encostar no litoral ainda em julho, segundo Luiz Pacheco, diretor da consultoria.

 

Comercializadora - A comercializadora é a trading russa Sodrugestvo, apurou o Valor. A companhia, que já negocia outros grãos no Brasil, arcará com eventuais custos para redirecionar a carga caso ela seja rejeitada no Brasil. Procurada, a companhia russa preferiu não comentar.

 

Cereal Argentino - Uma permissão de entrada do trigo russo no Nordeste deve pressionar o cereal argentino, que abastece os moinhos da região, na avaliação de Marcelo Vosnika, presidente do conselho deliberativo da Associação Brasileira da Indústria de Trigo (Abitrigo).

 

Abastecimento - Os moinhos nordestinos são abastecidos com trigo importado, basicamente da Argentina. Mas o lote russo tem preço próximo ao valor que o cereal argentino desembarca na região. "Os argentinos terão que baixar um pouco o preço. Com isso, já voltam a exportar ao Nordeste", avalia Vosnika.

 

TEC - Se a Argentina reduzir o preço, ele acredita que será difícil a Rússia competir, já que o produto russo precisa pagar a Tarifa Externa Comum (TEC) de 10%, da qual os argentinos estão isentos.

 

Qualidade - Já Luiz Pacheco não acredita nessa competição por causa da qualidade do cereal russo. "O trigo deles é de baixa qualidade, não dá para usar na panificação. E, para moer, a indústria precisa adaptar as máquinas, o que ela não gosta de fazer", afirma.

 

Mercado interno - O impacto no mercado interno deve ser ainda menos relevante. Com mais de um mês para o início da colheita nacional de trigo, o preço do cereal brasileiro que está sendo negociado agora refere-se a volumes marginais e está se sustentando pelo efeito indireto da alta do dólar, segundo Vosnika. Como o Brasil é dependente de importações, o trigo nacional acaba oscilando conforme o valor em reais pelo qual o cereal estrangeiro chega ao país. (Valor Econômico)

 

TRANSPORTE DE CARGAS: Agronegócio e CNI rejeitam acordo sobre frete

 

transporte cargas 04 07 2018Contrários à política de preço mínimo para o frete rodoviário criada pelo governo por medida provisória para acabar com o protesto dos caminhoneiros, representantes da indústria e do agronegócio criticaram o parecer favorável apresentado nesta terça-feira (03/07) pelo relator, deputado Osmar Terra (MDB-RS), e forçaram o adiamento da votação. A comisso mista voltará a se reunir nesta quarta-feira (04/07), às 14h, para votar o projeto.

 

Defesa - Terra defendeu a aprovação da tabela de preços, dizendo que é preciso regular o setor. "Imagine se o salário mínimo não fosse lei. Vocês acham que o mercado ia regular isso favoravelmente ao trabalhador?", questionou o deputado.

 

Inclusão - O relator, por outro lado, fez uma concessão ao setor produtivo e determinou que a tabela não será um preço mínimo pelo serviço, o que, teoricamente, incluiria também o lucro. A planilha será calculada com base nos custos mínimos com combustíveis, pedágios e desgaste do veículo. "Não se trata de definir e tabelar os preços a serem praticados no mercado. Provavelmente, valores mais altos serão praticados na maior parte do ano e as relações de mercado naturalmente deverão se reequilibrar a partir de um referencial mínimo", afirmou o relator.

 

Atualização - A tabela será atualizada em janeiro e julho, mas o parecer estabelece um "gatilho": sempre que o preço do óleo diesel variar mais de 10%, para mais ou para menos, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) revisará os custos da planilha.

 

Insuficientes - As mudanças não foram suficientes para agradar à indústria e ao agronegócio, que questionam a tabela em ações judiciais. Para Flavio Castelo Branco, gerente-executivo de políticas econômicas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a alteração é apenas eufemismo. "Está se mudando o termo e não está mudando o conceito", disse. Ele defendeu que a tabela precisa ser apenas uma referência e não pode ser obrigatória. "A negociação entre as partes deveria prevalecer."

 

Insegurança jurídica - Ariel Mendes, diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Proteína Animal, disse que o setor não utiliza caminhoneiros autônomos e que, ao tabelar o frete, o governo mexeu em contratos já assinados, causando insegurança jurídica.

 

Crítica - Já o diretor-presidente da Associação das Empresas Cerealistas do Brasil (Acebra), Arney Antonio Frasson, criticou o tabelamento. Para ele, já que o Congresso está inclinado a aprovar "alguma forma" de garantir os custos mínimos do caminhoneiro autônomo, o projeto deveria ser direcionado só para a categoria, sem envolver as empresas. "Achamos que pode ser um custo mínimo, a exemplo do produtor rural, mas que a lei seja apenas para o autônomo, que é realmente o ente que tem menor capacidade de imposição de preço."

 

Governo - Até o representante do governo criticou nesta quarta a tabela em audiência pública. Diretor da ANTT, Marcelo Prado reconheceu que a MP "talvez não traga solução adequada" para o excesso de caminhões em circulação, o que derrubou o valor do frete e fez com que circulassem muitas vezes com prejuízo. Mas defendeu que esse foi o caminho encontrado para evitar que os autônomos excedam a jornada de trabalho para garantir uma renda mínimo, o que aumenta o número de acidentes nas estradas.

 

Piora - Ele alertou, porém, que a tabela pode até piorar o cenário no médio e longo prazos sem medidas para restringir o mercado - e que ficaram de fora da MP. "Podemos ter um problema maior, caso entrem no mercado novos transportadores atraídos pelo controle dos custos", disse.

 

Restrição - Para o relator, restringir a tabela aos autônomos os prejudicará. "As empresas vão oferecer preços mais baratos e quebrar os autônomos", disse. Ele também negou anistia às multas. O deputado Evandro Gussi (PV-SP), ligado ao agronegócio, pediu vista do parecer (24 horas para analisar). Parlamentares da oposição tentaram convencê-lo a permitir a votação ontem, mas ele não cedeu e não quis falar com a imprensa sobre os motivos do adiamento. O prazo para votar é curto: o Legislativo entra em recesso na próxima semana e a MP perde a validade no dia seguinte ao primeiro turno da eleição. (Valor Econômico)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial registra superávit de US$ 5,882 bilhões em junho

 

comercio exterior 04 07 2018A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 5,882 bilhões em junho, informou nesta terça-feira (03/07) o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). O valor representa um recuo de 18,1% na comparação com junho do ano passado.

 

Salto - O saldo do mês é resultado de US$ 20,202 bilhões em exportações (aumento de 2,1% em relação a junho do ano passado, considerando a média diária) e US$ 14,320 bilhões em importações (avanço de 13,7%).

 

Junho - Em junho, nas exportações, houve crescimento em óleos combustíveis (+136%), óxidos/hidróxidos de alumínio (+56%) e máquinas para terraplenagem (+51%). Já as importações do período foram puxadas por bens de capital (avanço de 33%), bens de consumo (+20%) e bens intermediários (+13%). Retrocederam as compras de combustíveis e lubrificantes (caíram 7,7%).

 

Semestre - Considerando o acumulado no primeiro semestre, o superávit da balança comercial foi de US$ 30,055 bilhões. O número representa um recuo de 17% na comparação com um ano antes. Nos seis meses, as exportações chegaram a US$ 113,834 bilhões (aumento de 5,7% pela média diária na comparação com o mesmo período de um ano atrás) e importações de US$ 83,779 bilhões (avanço de 17,2%).

 

Janeiro e junho - No período de janeiro a junho de 2018, as exportações foram puxadas em termos percentuais por manufaturados (crescimento de 9,1% contra mesmo período de um ano atrás), seguidos por produtos básicos (+4,6%) e semimanufaturados (+0,5%).

 

Manufaturados - No grupo dos manufaturados, houve crescimento no semestre em plataforma de extração de petróleo (de zero para US$ 1,5 bilhão), suco de laranja congelado (+64%) e óleos combustíveis (+50%). Dentre os básicos, houve avanço no semestre principalmente em algodão em bruto (+57%), milho em grão (+52%) e fumo em folhas (+30%). Já no caso dos semimanufaturados, os maiores aumentos em termos percentuais foram em celulose (+44%), ferro-ligas (+25%) e semimanufaturados de ferro e aço (+18%).

 

Importações - Já as importações, no semestre, foram puxadas, em termos percentuais, por bens de capital (avanço de 53,4%), seguida por combustíveis e lubrificantes (+24,6%), bens de consumo (+16,5%) e bens intermediários (10,3%).

 

Petróleo - O saldo da balança comercial de petróleo e derivados cresceu 6,2% no primeiro semestre do ano, em relação ao mesmo período de 2017. O superávit foi de US$ 3,542 bilhões de janeiro a junho. As exportações de óleo bruto e combustíveis aumentaram 13,9% pela média diária e alcançaram US$ 13,194 bilhões no acumulado de 2018. No caso das importações, houve crescimento de 17% para US$ 9,651 bilhões. (Valor Econômico)

 

IPP: Preços ao produtor sobem 2,3% em maio

 

A desvalorização cambial e efeitos indiretos da greve dos caminhoneiros pressionaram em maio os preços dos produtos na porta das fábricas, medidos sem impostos e fretes. O Índice de Preços ao Produtor (IPP) avançou 2,33% no mês, a maior alta desde setembro de 2015.

 

Mais caros - Entre os produtos industriais que ficaram mais caros no mês por conta do câmbio estão matérias-primas cotadas internacionalmente, como papel e celulose (3,93%), alimentos (3,1%), fumo (4,8%) e derivados de petróleo e biocombustíveis (7,36%). Ficou claro que o câmbio foi o principal fator sobre o índice no mês", afirmou Alexandre Brandão, gerente do IPP. O real se desvalorizou 6,7% em maio.

 

Efeitos secundários - A paralisação de 11 dias dos caminhoneiros, que causou uma crise de desabastecimento, teria efeitos apenas secundários no índice. Entre os preços impactados, estão os chamados "outros produtos químicos" - nafta, derivados do petróleo. Os itens ficaram 2,59% mais caros em maio, na comparação com abril.

 

Influência mais explícita - "Foi um setor com influência mais explícita da greve. O setor reportou mais claramente que houve dificuldades de levar produtos e receber matérias-primas. Com isso, houve aumento de preços mais claramente. Mas o setor também tem impacto relevante do câmbio", disse Brandão.

 

Atividades - Das 24 atividades abrangidas pelo IPP, 22 tiveram aumento de preços em maio. Os preços na indústria de transformação avançaram 2,61% em maio, após alta de 1,44% em abril. Já a indústria extrativa apresentou queda de 4,10% em maio, após avanço de 4,83% no mês anterior.

 

Varejo - Apesar do forte avanço dos preços na porta das fábricas, o repasse das altas pelo varejo seria algo ainda incerto. Para o gerente da pesquisa, esse contágio dependeria de fatores como demanda dos consumidores e a capacidade do comércio de "segurar preços" na ponta. Com o resultado de maio, o IPP acumulou alta de 5,86% nos cinco primeiros meses do ano. No acumulado em 12 meses, o índice registra avanço de 10,45%. (Valor Econômico)

OCDE e FAO: Produção agrícola mundial deve crescer 20%

 

ocde fao 04 07 2018A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) estimam que a produção mundial de produtos agrícolas e pesqueiros cresça 20% na próxima década. O aumento será ainda maior nas regiões em desenvolvimento, como a África Subsaariana, Ásia Meridional e Oriental, Meio Oriente e Norte da África. Movimento oposto deve ocorrer nos países desenvolvidos.

 

Estudo - A projeção está no estudo “Perspectiva Agrícola da OCDE-FAO 2018-2027”, divulgado nesta terça-feira (03/07), que traz uma análise detalhada sobre as expectativas para os próximos dez anos a partir do que ocorreu na última década.

 

Constante - De acordo com o relatório, a produção agrícola global cresce de forma constante, conseguindo atingir níveis recordes, em 2017, no caso de tipos específicos de cereais, carne, lácteos e peixes. Porém, a manutenção deste cenário envolve o incentivo do comércio agrícola, fundamentado em políticas específicas para o setor.

 

Segurança alimentar - Para especialistas, a segurança alimentar depende de estímulos à produção e ao comércio agrícola. Na divulgação do estudo, o secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, e o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, ressaltaram a importância de adoção de políticas específicas para o setor como forma de assegurar alimentos à população.

 

Demanda - Gurría e Graziano disseram ainda que, apesar da projeção de aumento da produção, há uma tendência de queda da demanda mundial. Eles atribuem a desaceleração da demanda ao declínio gradual nas taxas de crescimento da população global.

 

Oriente e África - O relatório foca no Oriente Médio e no Norte da África que enfrentam problemas de insegurança alimentar, aumento da desnutrição e limitações no manejo de recursos naturais. De acordo com o estudo, a desnutrição se concentra em áreas tomadas pelos conflitos e instabilidade política.

 

Aumento rápido - Independentemente das dificuldades, a demanda por alimentos aumenta rapidamente nessas regiões em decorrência do crescimento populacional, principalmente para o consumo de trigo, açúcar e gordura, provocando um outro desafio: vencer o sobrepeso e a obesidade.

 

Crescimento - Espera-se um forte crescimento da produção em regiões em desenvolvimento com um crescimento populacional mais rápido, incluindo a África Subsaariana, o sul e o leste da Ásia e o Oriente Médio e Norte da África.

 

Queda - No estudo, a avaliação é que o crescimento da produção agrícola e de pescados seja menor nos países desenvolvidos, principalmente na Europa Ocidental. A previsão é de enfraquecimento da demanda global associado ao declínio do crescimento populacional, desacelerando o consumo por pessoa e a demanda por produtos de origem animal, especialmente carne.

 

Estimativa - A partir desta análise, a estimativa é que a queda do consumo de carne iniba a demanda por cereais e farinha de proteína usada na alimentação animal. Com o consumo e o crescimento da produção mais lentos, a tendência é de o comércio agrícola e de peixes reduzir à metade na próxima década em comparação ao mesmo período passado.

 

Sem alterações - O relatório informa ainda que a demanda por cereais e óleo vegetal para a produção de biocombustíveis deverá permanecer praticamente inalterada nos próximos dez anos, diferentemente do que ocorreu na última década. O destaque é para a expansão dos biocombustíveis para mais de 120 milhões de toneladas adicionais de cereais, sobretudo, milho.

 

Falta de apoio - De acordo com o estudo, a falta de apoio dos países desenvolvidos aos biocombustíveis ocorre em oposição ao que há entre os em desenvolvimento que devem estimular sua expansão. Segundo o relatório, o uso de cana-de-açúcar para a produção de biocombustíveis deve aumentar. (Agência Brasil)

 

CLIMA: Chances de El Niño ameno no radar de meteorologistas

 

clima 04 07 2018O fenômeno climático El Niño, que na safra 2015/16 prejudicou diversas culturas agrícolas no país, entre elas milho e soja, pode se formar no Oceano Pacífico novamente este ano. Mas, segundo meteorologistas, se o fenômeno se confirmar, não deverá ocorrer com a mesma intensidade que a vista há cerca de três anos.

 

Fase fria - "A fase fria do Oceano Pacífico equatorial já acabou e, no lugar de águas frias, a gente já observa no Pacífico central áreas com águas aquecidas, com anomalia [de temperaturas] positivas", explica Paulo Etchichury, sócio-diretor da Somar Meteorologia, descrevendo uma das características do fenômeno climático.

 

Aquecimento anormal - Segundo o boletim do escritório de meteorologia da Austrália, a probabilidade de o Oceano Pacífico equatorial apresentar aquecimento anormal durante a primavera e o verão é de 50% - o dobro do observado nesta época do ano em condições normais, segundo o próprio instituto. Nos EUA, o centro de previsões climáticas local (CPC, na sigla em inglês) aponta 50% de chances de formação de El Nino no outono do Hemisfério Norte (primavera no Hemisfério Sul), elevando para 65% durante o inverno (verão no Hemisfério Sul).

 

Favorável - "A presença do oceano aquecido e a indicação de El Niño é favorável para as lavouras [da região] Sul, porque diminui o risco de estiagem prolongada. Para o Centro Oeste e Sudeste, o principal impacto são chuvas de verão mais irregulares", afirma Etchichury.

 

Cedo - Os meteorologistas ouvidos pelo Valor, contudo, são unânimes em dizer que ainda é cedo para traçar previsões para a formação do El Niño, mas caso o fenômeno se confirme, não deve ser tão severo quanto o de 2015 - o mais forte em 18 anos. "Se ele aparecer, será mais para o fim do ano ou durante o verão de 2019, mas ainda é muito cedo para qualquer opinião, principalmente porque a grande dúvida seria seus efeitos em fevereiro", afirma Ludmila Camparotto, meteorologista da Rural Clima.

 

Brasil - No Brasil, os efeitos do aquecimento do Pacífico e de um possível El Niño serão sentidos com mais intensidade no Nordeste do país, sobretudo na região do Matopiba (confluência entre os Estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). "Se pegarmos as últimas safras, fica clara a influência desses fenômenos na região", ressalta Etchichury. Com o La Niña no fim do ano passado e início de 2018, as áreas de produção do Matopiba apresentaram chuvas regulares na safra 2017/18 após a seca severa de 2015/16 seguida de leve melhora em 2016/17, ano de neutralidade.

 

Padrão neutro - "Estatisticamente falando, nossas comparações levaram a um ano parecido com 2006/07, mas ainda estamos trabalhando com padrão neutro de viés positivo. Se houver El Nino, ainda será de fraca intensidade, e a tendência é de que, se ele aparecer, seja mais pro verão mesmo", aponta Ludmila.

 

Mais atenção - No curto prazo, o aquecimento do Pacífico deve exigir mais atenção dos produtores brasileiros com o plantio da safra 2018/19 diante do atraso na regularização das chuvas no Brasil.

 

Avanço - Paulo Etchichury, da Somar, afirma que, entre outubro e novembro, essas condições devem impedir o avanço de frentes frias sobre o Sul do Brasil. De acordo com o meteorologista, uma ou outra frente fria pode avançar durante a mudança de estação, "mas é preciso tomar cuidado porque, mesmo com chuvas significativas, podemos enfrentar de 10 a 15 dias de seca e temperaturas elevadas", prejudicando o plantio.

 

Chuvas abaixo da média - "Não quer dizer que teremos um janeiro tão seco como naquele ano [2015], mas é um cenário de chuvas abaixo da média. O produtor tem que fazer uma estratégia pra mitigar os efeitos desse risco climático já que teremos uma condição para a próxima safra diferente da anterior", alerta.

 

Milho - Na safra 2015/16, afetada pelo El Niño, a colheita de milho no país caiu para 66,5 milhões de toneladas, ante 84,6 milhões de toneladas na safra anterior. Já a produção de soja ficou em 95,4 milhões de toneladas, abaixo das 96,3 milhões do ciclo precedente. A produção de café conilon no Espírito Santo também sofreu com a seca e só agora começa a se recuperar. (Valor Econômico)

 

OPINIÃO: 15 anos de livre admissão de associados

 

opiniao 04 07 2018*Ênio Meinen

 

Em 25 de junho de 2003, por meio da Resolução nº 3.106, do Conselho Monetário Nacional (CMN), mediante proposta do Banco Central do Brasil (BC), o cooperativismo financeiro conquistava o direito de estender os seus benefícios societários e operacionais a toda a sociedade, independente de vínculo profissional ou econômico das pessoas físicas e jurídicas interessadas em integrar o movimento. É o que no sistema cooperativista chamamos de livre admissão.

 

Do lado dos usuários de serviços financeiros – público em geral –, a liberdade de acesso a outro fornecedor, com características singulares, especialmente o de compartilhar a propriedade do empreendimento, revelou-se igualmente um importante triunfo.

 

O uso da prerrogativa pelas cooperativas permite que mitiguem os riscos inerentes à concentração em segmentos específicos. Já o contato com novos públicos, por outro lado, traz mais complexidade à gestão, exigindo maior qualificação profissional.

 

Da mesma forma, a diversificação e a amplitude associativas, além da extensão do atendimento nos médios e grandes centros urbanos, viabilizou, economicamente, o ingresso das cooperativas em pequenas e remotas comunidades pelo interior do país, muitas delas até então desprovidas de produtos e serviços bancários.  Aliás, hoje em mais de 600 localidades brasileiras os serviços bancários – crédito, entre eles - chegam à população graças, unicamente, às cooperativas. É dizer, sem as cooperativas centenas de milhares de trabalhadores e empreendedores teriam de deslocar-se a outras praças, provocando evasão de riquezas e empobrecimento de suas comunidades.

 

O aumento na escala de usuários igualmente estimulou e tornou possível a oferta de produtos e serviços além da captação e do crédito, facultando aos cooperados a migração integral para a cooperativa e livrando-os de um segundo relacionamento bancário, sempre oneroso e operacionalmente inconveniente.

 

Para se ter ideia do (acelerado) crescimento nessa década e meia de livre admissão, o cooperativismo financeiro saltou de 1,9 milhão, em 2003, para 9,8 milhões de membros, em 2017. Fazendo um recorte somente das cooperativas de livre admissão em 31/12/2017, constata-se que, apesar de somarem apenas 1/3 das entidades, elas detêm mais de 70% das agências, representam 74% dos cooperados e concentram 75% dos depósitos, das operações de crédito e dos ativos do cooperativismo.  

 

A propósito de custos de produtos e serviços, considerando que não visam ao lucro – pois o seu cliente é também o seu dono –, as cooperativas, à medida em que ampliam a sua escala associativa e operacional conseguem praticar tarifas e taxas de juros mais em conta que o sistema bancário convencional. Em muitos casos nem mesmo há cobrança de pacotes de tarifas, e em algumas linhas de crédito a taxa de juros chega a ser 50% inferior à praticada pelos demais agentes financeiros, de acordo com o Relatório de Economia Bancária/2017, do BC. Essa precificação diferenciada, só em 2017, gerou um ganho econômico agregado para os cooperados na ordem de R$ 20 bilhões, valor este que permaneceu nas respectivas comunidades irrigando a economia local.

 

Em síntese, a atuação societária e operacional irrestrita permite que as cooperativas cumpram com maior efetividade os seus quatro grandes objetivos: promoção da inclusão e educação financeiras; desenvolvimento econômico, pela retenção e reinvestimento da poupança nas próprias comunidades; atendimento integral das demandas financeiras dos cooperados, com preços justos e mediante um atendimento qualificado ; motivação para o reposicionamento do mercado bancário como um todo na busca de maior convergência com as expectativas dos seus clientes.

 

Os resultados já alcançados demonstram o acerto da abertura normativa, que se tornou um marco no processo de emancipação das cooperativas. E o que se reserva ao cooperativismo financeiro? Entre desafios e oportunidades, o segmento haverá de partir para uma consolidação estrutural, eliminando atividades e componentes organizacionais redundantes em todos os níveis (cooperação intrassistêmica) e intensificando a colaboração entre as diferentes bandeiras (cooperação intersistêmica); deverá dar continuidade ao processo de aprimoramento da governança, tanto estratégica como executiva; precisará avultar e qualificar os investimentos em tecnologia, até mesmo para acompanhar a revolução em curso no mundo digital; terá de escalar o número de cooperados, dedicando especial atenção aos ingressantes no mercado bancário, e com eles intensificar o relacionamento operacional.

 

*Ênio Meinen é diretor de operações do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob) e coautor/autor, respectivamente, dos livros Cooperativismo financeiro: percurso histórico, perspectivas e desafios e Cooperativismo financeiro: virtudes e oportunidades

 


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