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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4346 | 11 de Junho de 2018

TRIBUTO: Governo do Estado prorroga prazo de pagamento do ICMS

O governo do Estado do Paraná prorrogou do dia 12 de junho para até o dia 27 de junho o prazo para pagamento do ICMS. A medida foi estabelecida por meio do Decreto Estadual nº 9.992, publicado no Diário Oficial do Estado do dia 8 de junho e atende a uma demanda do G7, grupo formado pelas principais federações que representam o setor produtivo: Fecoopar, Fiep, Faep, Fecomércio, Fetranspar, Faciap e ACP.

 

 

PREÇOS MÍNIMOS: Mapa publica valores para a safra 2018/19

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou os preços mínimos que vão vigorar na safra 2018/19 para as culturas de verão e regionais, dentro das medidas que integram o Plano Agrícola e Pecuário 2018/19 anunciado na semana passada, em Brasília. Na oportunidade, o governo anunciou o repasse de R$ 194,3 bilhões aos agricultores brasileiros.

Clique aqui para conferir na íntegra a tabela com os preços mínimos

PR COOPERATIVO: Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense é o destaque do mês

matriz destaque revista 11 06 2018O Programa de Inovação para o Cooperativismo Paranaense é o tema da reportagem de capa da edição 159 da revista Paraná Cooperativo, produzida pela Assessoria de Comunicação do Sistema Ocepar. Lançado em abril deste ano, o programa visa fomentar a cultura da inovação no setor, promovendo uma ampla discussão em torno do assunto e formando um time de profissionais das cooperativas para se destacar pela alta performance na área. “Vivemos um momento de transformações rápidas, em que o avanço tecnológico dita o rumo e também o ritmo dos acontecimentos. Dessa complexidade, surge a necessidade de se buscar a inovação em todos os aspectos, inclusive no que se refere à gestão. A inovação é a palavra do momento. Mas esse conceito, tão presente no ambiente corporativo moderno, não é uma onda ou algo que hoje domina os discursos de gurus da área de negócios do mundo inteiro. A inovação é uma necessidade para empresas e cooperativas de todos os portes e ramos”, afirma José Roberto Ricken, na seção Palavra do Presidente.

Entrevista – O secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, George Hiraiwa, é o entrevistado deste número. Ele fala sobre suas prioridades no comando da pasta, a atuação dos jovens no setor agropecuário e projetos em parceria com as cooperativas. Um dos fundadores do Sicoob em Londrina, ele também trata sobre sua trajetória no cooperativismo; sobre o Hackathon Smart Agro, uma maratona que estimula a criação de soluções digitais para o setor do agronegócio, entre outros temas.

Mais – A publicação traz ainda matérias sobre os Encontros de Núcleos Cooperativos, que reuniram cerca de 300 participantes, entre os dias 15 e 18 de maio, a entrega do Prêmio de Redação do Programa Cooperjovem, a 13ª edição do Elicoop Feminino, o II Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, realizado em Curitiba, e muito mais.

Clique aqui para conferir na íntegra a edição nº 159 da revista Paraná Cooperativo

 

FÓRUNS: Presidentes, profissionais de Comunicação e TI das cooperativas do PR se reúnem em Carambeí

forum digital 08 06 2018Três fóruns serão realizados pelo Sistema Ocepar, em Carambeí, na região paranaense dos Campos Gerais: o dos presidentes, dos profissionais de Comunicação e dos profissionais de TI das cooperativas paranaenses. Além disso, nesta segunda-feira (11/06), ocorre a reunião ordinária da diretoria da Ocepar, também em Carambeí, às 15h30. Os fóruns terão atividades que serão compartilhadas pelos três públicos e também programações específicas. Na sequência, na quarta-feira e quinta-feira (13 e 14/06), todos poderão acompanhar a Digital Agro, evento promovido pela Cooperativa Frísia, que contará com palestras importantes como a que será ministrada por Gill Giardelli, sobre tendências tecnológicas, e a de Carlos Ortiz, sobre estratégias para inovação.

Clique aqui para conferir a programação completa do Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses

Clique aqui para conferir a programação completa do Fórum dos Profissionais de Comunicação das Cooperativas Paranaenses

Clique aqui para conferir a programação completa do Fórum dos Profissionais de TI das Cooperativas Paranaenses

 

 

VISITA: Dirigentes sindicais do Sistema Fiep visitam a Frísia e Parque Histórico da Imigração Holandesa

 

Um grupo de 30 dirigentes de Curitiba e Região Metropolitana de sindicatos filiados ao Sistema Fiep visitaram, no sábado (09/06), a Cooperativa Frísia, em Carambeí, numa inciativa do Sindileite Paraná, que tem como presidente executivo, Wilson Thiesen e com apoio do Sistema Ocepar, da Fiep, Frísia e Cooptur. Segundo Thiesen, o objetivo principal é aproximar mais esses dirigentes sindicais do sistema cooperativista e mostrar o que representa o setor para o desenvolvimento econômico do Paraná. “No retorno a Curitiba, todos elogiaram muito, tanto as apresentações feitas, detalhando tudo sobre as entidades e também a visita ao Parque Histórico, onde puderam voltar no tempo e conhecer o modo de visita dos primeiros holandeses que chegaram a Carambeí, ainda em 1911 e depois, em 1925, fundaram a primeira cooperativa agropecuária, a Batavo que hoje é a Frísia”. 

 

Programação - Os dirigentes, acompanhados de suas esposas fizeram uma primeira parada em Ponta Grossa, onde foram conhecer o processo de fabricação da farinha Herança Holandesa, no Moinho de Trigo da Unium, que reúne as cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal. Na sequência, foram recebidos no auditório da Frísia, em Carambeí, pelo presidente da cooperativa, Renato Greidanus, pelo ex-presidente da Ocepar e diretor da Cooperativas de Turismo (Cooptur), Dick Carlos de Geus, e pelo coordenador de comunicação social do Sistema Ocepar, Samuel Z. Milléo Filho. 

 

Apresentações institucionais - Na oportunidade, foram realizadas apresentações institucionais de todas as entidades. Após almoço, no restaurante da Associação do Parque Histórico de Carambeí (APHC), o grupo visitou toda estrutura que conta a história da Imigração Holandesa na região dos Campos Gerais. Considerado um dos maiores museus a céu aberto do Brasil, com seus mais de 100 mil m², o Parque Histórico de Carambeí se destaca por ser um projeto de caráter sociocultural com o compromisso de preservar a memória dos imigrantes que se estabeleceram na cidade de Carambeí e difundir a cultura por meio de seu patrimônio.

 

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SOMOSCOOP: Produzir e preservar é possível

 

somoscoop 11 06 2018Mais que um jeito de fazer negócios, o cooperativismo é um modelo econômico que une produtividade e sustentabilidade. Este é o tom do quinto episódio da websérie do movimento SomosCoop, que acaba de ser lançado pelo Sistema OCB. Gravado na região Centro-Oeste, o filme mostra o quanto o cooperativismo é capaz de transformar a vida das pessoas e a realidade de uma região inteira, além de inspirar atitudes e ser o grande elo entre quem acredita que, juntos, é possível fortalecer a economia e tornar o Brasil uma nação mais forte, justa, equilibrada e com melhores oportunidades para todos.

 

Equilíbrio - Da escola ao garimpo, do campo às cidades, do grão à agroindústria, lá estão elas, as cooperativas, promovendo o equilíbrio entre o social e o econômico, porque o cooperativismo é cuidado; é preocupação com o “nosso”; é transformação social, econômica e ambiental.

 

Site - Ficou curioso? Clique aquie venha com a gente! (Informe OCB)

 

FRÍSIA: Digital Agro apresenta temas que conectam o campo

 

Robótica, automação, nanotecnologia, Internet das Coisas, Big Data e sistemas em rede são alguns dos temas que serão abordados durante a mais expressiva feira de tecnologia agropecuária do Brasil, a Digital Agro. O evento acontece nos dias 13 e 14 de junho, em Carambeí (PR), e espera reunir um público composto por produtores rurais, acadêmicos e profissionais da área.

 

Técnicas inovadoras - A digitalização do campo traz técnicas inovadoras de precisão que auxiliam na gestão e permitem tomadas de decisão mais assertivas. A possibilidade de visualizar e integrar dados resulta em mais eficiência e oportunidades de crescimento, enquanto a conectividade possibilita a criação de redes inteligentes que permitem a rastreabilidade e o monitoramento remoto dos processos produtivos.

 

Tendências - Essas são tendências que têm grande influência e um forte impacto sobre as atividades no campo. Por isso, a feira conta com dois dias de programação contemplando palestras, discussões e práticas. Dividido em quatro painéis, o evento neste ano abordará temas como a Agricultura e Pecuária 4.0, Megatendências e Inovação e Tecnologia do Futuro para o Agronegócio.

 

Nomes - A programação conta com nomes como o do estudioso em inovação e tecnologia digital, Gil Giardelli, e do especialista em riscos e oportunidades da digitalização, Carlos Ortiz. Também estarão presentes o especialista em segurança da informação Paulo Pagliusi; o consultor de inovação Luis Rasquilha; e o líder da divisão de agricultura digital da IBM Brasil, Luiz Otávio Fonseca. Além deles, os pesquisadores voltados à área animal, Jeff Bewley e Iran José de Oliveira da Silva também ocuparão o palco da Digital Agro.

 

Hall do Futuro - Os participantes poderão, no espaço Hall do Futuro, conhecer tecnologias que estão sendo desenvolvidas. A feira também será uma oportunidade para ver, na prática, o funcionamento de algumas soluções inovadoras.  Os ingressos estão disponíveis pelo site www.digitalagro.com.br.

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

Digital Agro

13 e 14 de junho (quarta e quinta)

Parque de Exposições Frísia, anexo ao Parque Histórico

Carambeí (PR), distante 140 km de Curitiba

www.digitalagro.com.br

 

frisia 11 06 2018

SICREDI: Sistema expande atuação no norte fluminense

 

O Sicredi - instituição financeira cooperativa com mais de 3,7 milhões de associados - inaugurou na primeira semana do mês de junho as duas primeiras agências da instituição na região norte do Rio de Janeiro. No total, o Estado já conta 14 agências do Sicredi: 10 na capital, e nas cidades de Resende, Barra Mansa, Volta Redonda e Vassouras. Para este ano, o Sicredi prevê um crescimento de 20% e planeja investir R$404 milhões, principalmente para abertura de agências e modernização de sistemas em nível nacional. No Brasil, já são mais de 1.550 agências, sendo 150 delas em São Paulo, com previsão de 40 novas unidades no Estado até o fim do ano. Com o movimento no norte fluminense, o Sicredi reforça a expansão no sudeste do país.

 

Primeiro - Itaperuna, município com aproximadamente 100 mil habitantes, será o primeiro a ganhar uma agência Sicredi, no dia 13 de junho (quarta-feira). Já a unidade de Campo dos Goytacazes, a 107 quilômetros de Itaperuna, onde ficará a gerência regional da cooperativa, será inaugurada no dia seguinte, 14 de junho. As duas unidades já estarão com a nova ambientação, que ressalta os diferenciais da instituição financeira cooperativa - entre elas o compromisso com a vida financeira dos seus associados e o desenvolvimento das regiões onde atua. O horário de atendimento das agências, que vão gerar 16 empregos diretos, será de segunda a sexta-feira, das 10 às 16h, sendo que ambas começam a funcionar no dia 5 de junho. 

 

Planejamento - “A expansão para o norte fluminense faz parte do planejamento traçado há 3 anos, quando o Sicredi deu início ao seu plano de crescimento geográfico. Continuaremos inaugurando agência no Rio de Janeiro e em outros estados brasileiro, pois o modelo cooperativista tem como foco atender bem aos associados e desenvolver as regiões - e não o lucro. Afinal, somos uma sociedade de pessoas, e não uma sociedade de capital”, ressalta o presidente da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, Santo Cappellari.

  

Canais de conveniência - Para estar cada vez mais à disposição das pessoas, que são sócias da cooperativa - e, portanto, donas do negócio - além da agência física, o Sicredi também oferece uma múltipla rede de canais de conveniência (mobile e internet banking, redes de autoatendimento e agentes credenciados).

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI ALIANÇA: Teatro sobre educação financeira e escolha profissional é apresentado em Marechal C. Rondon

 

Na quarta-feira (13/06) a Sicredi Aliança PR/SP trará a Marechal Cândido Rondon-PR a peça teatral “Qual vai ser?”, que aborda dois importantes temas: a educação financeira e a escolha profissional na adolescência. A apresentação será a partir das 20 horas, no auditório Ecos da Liberdade. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados nas quatro agências da cooperativa em Marechal Cândido Rondon (Av. Rio Grande do Sul, Copagril, Dom João VI e Av. Maripá).

 

Terceiro ano - Este é o terceiro ano consecutivo em que o Sicredi e o Ministério da Cultura, por meio da Lei Rouanet, promovem a peça teatral “Qual vai ser?”. Voltada para os jovens, em especial os que estão concluindo o Ensino Médio, a apresentação mistura a linguagem da comédia com o stand-up por meio da interação dos atores com a plateia. Desde 2015 até 2017, o espetáculo percorreu nove estados, 175 municípios sendo assistida por mais de 53 mil espectadores. Com formato itinerante, este ano a peça percorrerá 80 cidades de diversas regiões do Brasil.

 

A peça - “Qual vai ser?” é produzida pela Liga Produção Cultural, com trilha sonora de Renato Mendonça, texto de Dedé Ribeiro e direção de Daniel Colin. A peça tem duração de 55 minutos e narra a trajetória de Daniel, um adolescente que ao terminar a escola tem que decidir entre assumir o pequeno armazém da família ou ir para a universidade. Mas este não será seu único desafio. Ao mesmo tempo, ele tem que lidar com Tuca, sua irmã viciada em compras, que está endividando a família. O personagem também se encantará pela fascinante Leila.

 

Público adolescente - A produção é voltada para o público adolescente, abordando as dificuldades enfrentadas pelos jovens em relação ao futuro profissional. Além disso, a peça aborda os cuidados necessários com as finanças e a necessidade de um bom planejamento financeiro, que são parte do cotidiano familiar, por meio de temas como as compras impulsivas.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

  

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

SICOOB UNICOOB: Fórum de Mercado em Toledo apresenta cases de sucesso

sicoob unicoob 11 06 2018Na última terça-feira (05/06), dirigentes e gerentes de 12 cooperativas filiadas ao Sicoob Unicoob estiveram reunidos em Toledo (PR) para mais uma edição do Fórum de Mercado. O evento aconteceu na sala de treinamentos da unidade administrativa do Sicoob Meridional e todos os presentes foram recebidos pela presidente do Conselho de Administração da singular, Solange Pinzon de Carvalho Martins.

Presença - Estiveram presentes cerca de 50 representantes das singulares Arenito, Credicapital, Integrado, Marechal, Médio Oeste, Meridional, Metropolitano, Noroeste do PR, Norte do PR, Sul, Três Fronteiras e Vale do Iguaçu, além de representantes da Central, Unicoob Consórcios e Instituto Sicoob.

Troca de experiências - Segundo o diretor de Mercado do Sicoob Unicoob, Elisberto Torrecillas, o Fórum foi uma excelente oportunidade para troca de experiências e atualização de assuntos relevantes da área. Ele comenta ainda que, apesar de ser um evento organizado pela Central, o Fórum é direcionado para as cooperativas e seus dirigentes.

Pauta - Na pauta do Fórum constou o lançamento da Campanha Sipag Copa do Mundo, os canais de acompanhamento da Olimpíada 2018 e o reconhecimento às cooperativas destaque nos Aceleradores da Campanha Nacional de Vendas (CNV).

Programação - A programação teve ainda a apresentação da margem de contribuição dos cooperados, da nova ferramenta de Agenda Negocial e avaliação dos serviços da Mesa de Precificação, entre outros assuntos.

Cases - Um dos pontos altos do Fórum foi a exposição de cases de sucesso e boas práticas das singulares. Nas apresentações, as cooperativas Noroeste, Integrado e Vale do Iguaçu demonstraram que é possível realizar ações de negócios com resultados sustentáveis, conjugadas com as ações de educação financeira e cooperativista promovidas pelo Instituto Sicoob.

Importância - “Esses exemplos nos mostram que nossos dirigentes compreenderam a importância que as ações do Instituto Sicoob têm para a realização de futuros negócios. Motivadas por esse propósito, as cooperativas do Sicoob Unicoob têm promovido uma mudança de cultura nas comunidades e levado adiante o nosso propósito de promover a justiça financeira”, diz a presidente do Conselho de Administração do Sicoob Meridional, Solange Martins, e integrante do conselho do Instituto Sicoob. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB MÉDIO OESTE: Cooperativa completa 13 anos em Assis Chateaubriand

 

sicoob medio oeste 11 06 2018Prestes a inaugurar mais uma unidade, na cidade de Nova Aurora, o Sicoob Médio Oeste está em festa no mês de junho. O ponto de atendimento em Assis Chateaubriand, que é o mais antigo pertencente à cooperativa, acaba de completar 13 anos de serviços prestados à comunidade.

 

Café da manhã - Para comemorar a data, na terça-feira passada (05/06), foi servido um café da manhã para toda a equipe, que é composta por 18 colaboradores e coordenada pelo gerente Alessandro Camacho Roncolato. Os cooperados que estiveram no ponto de atendimento também participaram da comemoração.

 

Momento especial - De acordo com o presidente do Sicoob Médio Oeste, Edson de Oliveira Pereira, a singular vive um momento especial, tanto em expansão, como também na excelência dos produtos e serviços oferecidos. “O nosso atendimento tem feito a diferença ao longo dos anos, pois sempre buscamos o melhor para os nossos cooperados, que já são quase 6 mil nessa unidade. Completamos 13 anos de uma trajetória de sucesso e só temos a agradecer a todos que fazem parte”, finaliza.

 

Crescimento - O gerente administrativo e financeiro, Claudio Cesar Camilotto, que trabalha no PA desde a inauguração, falou sobre como o Sicoob contribuiu para o seu crescimento profissional e pessoal. “No transcorrer desta caminhada, foram muitos momentos alegres e agradeço a confiança que o Sicoob Médio Oeste depositou e ainda deposita em mim”, diz. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COPAGRIL: Dia de Campo Milho Safrinha difunde híbridos de biotecnologia avançada

 

Mais de 50 híbridos foram apresentados no Dia de Campo do Milho Safrinha Copagril, realizado sexta-feira (08/06) na Estação Experimental da cooperativa, em Marechal Cândido Rondon (PR).

Muitos produtores rurais circularam pelo local do evento,  aproveitando a oportunidade de ampliar seus conhecimentos sobre os diferentes materiais expostos.

 

Empresas parceiras - De acordo com o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, o Dia de Campo contou com empresas parceiras para demonstrar aos associados da cooperativa e produtores em geral as características das variedades que estão no mercado. “Na nossa estação experimental os produtores têm condições de comparar os híbridos e escolher aquele que melhor se adapta às condições de sua propriedade. Nós recomendamos que o produtor escolha variedade que tenha não só boa produtividade, mas também boa qualidade de grão”, salienta.

 

Tendência - Conforme Chapla, existe uma tendência que o milho poderá se tornar uma commodity a ser classificada a partir do seu teor de amido. Desse modo, poderão ser melhor remunerados os produtos com maior conversão em energia – assim como hoje acontece com o trigo, por exemplo.

 

Bons resultados - Segundo o diretor-presidente, mesmo com a estiagem de cerca de 40 dias ocorrida na região Oeste paranaense, muitos produtores deverão ter bons resultados na colheita da safrinha deste ano. “É evidente que haverá grande variação de resultados, mas principalmente quem investiu em tecnologia poderá ter uma produtividade satisfatória”, enfatiza Chapla.

 

Experimentos - Na estação experimental, a Copagril cultivou mais de 50 híbridos de empresas parceiras, dividindo em parcelas devidamente identificadas. Conforme o gerente da área experimental, Darci Sonego, todas as variedades receberam o mesmo manejo. “O plantio foi realizado no dia 06 de fevereiro, com adubação de base (14 sacos) e adubação nitrogenada de cobertura (sete sacos). Foram realizadas três aplicações de fungicida e quatro de inseticida”, descreve, acrescentando que, mesmo diante da estiagem prolongada não houve irrigação.

 

Dicas - No evento, os visitantes ainda receberam dicas de manejo e podem conferir demonstração de pastagens, agricultura de precisão e máquinas agrícolas.

 

Biotecnologia - Durante as visitas, os produtores receberam informações sobre os tipos de híbridos, suas características de colmo, enraizamento, tolerância às condições climáticas, resistência a pragas, formação de espiga e peso de grão. Algumas empresas fizeram pré-lançamento de uma nova geração de híbridos, com maior biotecnologia, que será colocada no mercado já para a próxima safrinha: são materiais com ultrarresistência a lagartas.

 

Colheita - O desenvolvimento das plantas e as espigas formadas puderam ser conferidas durante a visitação ao evento. “Depois que o milho estiver maduro e fizermos a colheita, todos os resultados de produtividade de cada híbrido serão repassados para o nosso setor agronômico da cooperativa, ficando à disposição dos produtores que quiserem obter esta informação após o evento”, conclui Darci Sonego. (Imprensa Copagril)

 

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COOPAVEL: Rally da Safra reúne mais de 400 pessoas em Cascavel

 

Mais de 400 pessoas, entre agricultores, técnicos e representantes de empresas do agronegócio e de instituições financeiras, participaram na noite de quinta-feira (08/06) da etapa de Cascavel do Rally da Safra 2018. O encontro foi desenvolvido na Associação Atlética Coopavel e oficialmente aberto pelo presidente da cooperativa, Dilvo Grolli, que destacou a importância do projeto para aferir e para balizar mercados dos mais expressivos para o agronegócio brasileiro.

 

Área percorrida - O Rally da Safra é desenvolvido desde 2004 e nesses 15 anos já percorreu mais de 770 mil quilômetros, teve contato direto com 29 mil agricultores e avaliou 15 mil lavouras de soja e milho. O projeto ocorre anualmente em duas etapas. Na primeira, equipes percorrem, de janeiro a março, áreas de maior produção de soja e milho para averiguar as condições das lavouras e da colheita.

 

Nova etapa - Depois, geralmente no meio do ano, uma nova etapa ocorre para manter contatos com produtores e repassar informações tabuladas, além da apresentação de uma leitura sobre a atualidade e sobre as perspectivas para o mercado brasileiro e mundial de commodities. O cenário é apresentado pelo especialista André Pessoa, do Grupo Agroconsult Consultorias e Projetos. Nesta edição, 12 equipes técnicas percorrem 11 estados - Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Minas Gerais, Tocantins, Distrito Federal, Santa Catarina, São Paulo, Goiás, Rio Grande do Sul e Bahia. 

 

Envolvimento - São mais de 200 pessoas envolvidas em cada uma das edições mais recentes do projeto. O trabalho consiste, entre outros aspectos, na avaliação da população de cada cultura, de como está o desenvolvimento das plantas, peso, umidade, incidência de pragas e doenças. “Temos, com essas informações, uma fotografia da safra. Além disso, no contato com produtores, visitas a fazendas e encontros com grupos de agricultores e técnicos, cria-se um filme do que ocorreu durante todas as fases da cultura, do preparo do solo à colheita”. Em 15 anos, o Rally da Safra construiu um banco de informações valioso principalmente sobre duas das commodities fundamentais para a economia.

 

Equipes - Na edição de 2018, as 12 equipes vão percorrer juntas mais de 95 mil quilômetros pelos principais estados de produção de grãos do País. André informou que, diante do que ocorre no mundo e também quanto às incertezas políticas nacionais e as consequências da greve dos caminhoneiros, há movimentos no mercado de grãos. Um deles está conectado à forte valorização do dólar. André apresentou ainda informações atuais sobre o desempenho das áreas dedicadas à soja e ao milho, além do Brasil, na Argentina e nos Estados Unidos. 

 

Roteiro - Cascavel figura no roteiro do Rally da Safra por vários motivos, mas principalmente por estar no centro de uma das principais regiões produtoras de grãos do País e por abrigar, há 30 anos, o Show Rural Coopavel, um dos maiores eventos do mundo na transferência de tecnologias para o campo. (Imprensa Coopavel)

 

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COPACOL: O cupido já acertou, agora é sua vez de acertar no presente

 

A comemoração mais apaixonada do ano, sem dúvidas, é o Dia dos Namorados. Celebrado no dia 12 de junho, a data leva os casais a festejarem o mais belo sentimento: o amor. Uma data tão especial merece um presente à altura, não é mesmo? E é por isso que o Copacol Supermercados preparou um encarte especial para que os clientes consigam presentear a pessoa amada nesta data.  As clássicas e belas rosas vermelhas, chocolates, guloseimas, orquídeas entre outras espécies de flores já estão disponíveis nas seis lojas da cooperativa e o mais importante, com preços baixos e prazos.

 

Abastecimento - “Nossas lojas estão totalmente abastecidas para esta data tão importante. As flores são os itens mais procurados e para o Dia dos Namorados estamos com ofertas a partir de R$3,89”, afirmou a analista de marketing, Aline Moretto.

 

Opções - Além das flores, outras opções estão em evidencia para este dia entre elas cestas com itens apaixonantes, tortas e doces, prancha, secador de cabelo, cortador de cabelo, notebook, celulares e televisores todos os itens da linha eletrodoméstico podem ser parceladas em até 10 vezes no cartão. “O cupido já acertou o coração do seu companheiro, agora é a sua vez de acertar o presente e nós do Copacol Supermercados temos as melhores opções”, destaca Aline.

 

Validade - Vale lembrar que as ofertas são válidas até o dia 12 de junho ou enquanto durarem os estoques. (Imprensa Copacol)

 

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UNIMED MARINGÁ: Promovida capacitação para atendentes da saúde

 

unimed maringa 11 06 2018O atendimento em uma clínica ou hospital exige competências específicas. Para capacitar recepcionistas desses estabelecimentos, a Unimed Maringá promoveu uma palestra para cerca de cem participantes. O encontro aconteceu na sede da Sociedade Médica de Maringá, na última quarta-feira (06/06). 

 

Palestra - A palestra foi ministrada pela especialista em administração de Recursos Humanos, Nicéia Cândida Henrichsen, que atua há 26 anos na área organizacional. Segundo ela, todo atendimento exige empatia, mas mais do que isso, quem atua na área da saúde precisa oferecer um atendimento humano, ser acolhedor e saber lidar com as fragilidades do outro. "Quem vai a um consultório, muitas vezes chega com dor, preocupado e estressado, por isso, o atendimento precisa ser sensível a esse contexto", explica. 

 

Motivação - Nicéia reforçou também a importância da motivação do atendente desses estabelecimentos médicos, e destacou algumas ações que podem contribuir com o bom atendimento: chamar o paciente pelo nome, pegar o paciente pelas mãos, principalmente os idosos, e saber ouvir são algumas ações importantes.

 

Carga emocional - Atuando há 35 anos na área da saúde, Sílvia Alcântara, sabe bem que cada paciente traz uma enorme carga emocional, por isso, sempre que pode participa de capacitações para estar preparada para lidar com situações diversas. “Nenhum dia é igual ao outro em um consultório médico e por mais que pareça uma atividades simples, não é fácil lidar com a parte emocional das pessoas, afinal, elas estão ali para cuidar do que tem de mais precioso: suas vidas”, diz. 

 

Sustentabilidade - Para a coordenadora de recepção, Érica Maria Barros, que tem cerca de oito anos de experiência na área, mais do que empático e acolhedor, um bom atendimento é fundamental para a sustentabilidade da clínica ou hospital. “Atuando em um estabelecimento que preza pelo bom relacionamento com os clientes/pacientes, o próprio profissional se beneficia, pois mantém sua empregabilidade e contribui para criar um ambiente saudável para trabalhar”. (Imprensa Unimed Maringá)

 

FOCUS: Mercado vê inflação maior em 2018 e 2019 e economia perder ímpeto

focus 11 06 2018A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial em 2018 subiu de 3,65% para 3,82%, segundo a pesquisa semanal Focus divulgada nesta segunda-feira (11/06) pelo Banco Central (BC). Foi a quarta elevação consecutiva para o período.

Doze meses - Para 12 meses, as expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passaram de 4,38% para 4,49%. No caso de 2019, a estimativa saiu de 4,01% para 4,07% de aumento.

Top 5 - Entre os economistas que mais acertam as previsões, os chamados Top 5, de médio prazo, a previsão para a inflação de 2018 teve uma expressiva alta, de 0,39 ponto percentual, indo de 3,24% para 3,63%. Quanto a 2019, a projeção foi de 3,75% para 4%.

Selic - As estimativas para a taxa básica de juros, Selic, não sofreram alterações, ficando em 6,50% para o fim de 2018 e em 8% no encerramento de 2019 tanto entre os economistas em geral quanto entre os Top 5 de médio prazo.

PIB - Com relação à atividade econômica, a projeção para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 foi revista para baixo pela sexta semana consecutiva, agora de 2,18% para 1,94% de crescimento. Para o ano seguinte, a estimativa também foi revista, para 2,80% de expansão, depois de 19 semanas parada em 3%.

IBGE - No fim de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a economia brasileira cresceu apenas 0,4% entre janeiro e março, em relação aos três meses anteriores. Embora o número tenha vindo pouco acima das estimativas do mercado — os economistas consultados pelo Valor Data, por exemplo, tinham uma expectativa média de um crescimento de 0,3% —, a diferença parece ser insuficiente para compensar as prováveis perdas provocadas pela paralisação dos caminhoneiros no PIB do segundo trimestre.

Revisão para baixo - Isso, somado à desaceleração do investimento e ao fraco desempenho da indústria e dos serviços no começo do ano, vem provocando a revisão para baixo por parte de diversas casas de análise e instituições financeiras em suas projeções para o resultado do PIB brasileiro, de uma faixa de 0,8% para próximo de zero no segundo trimestre e de mais de 2% para cerca de 1,5% em 2018. (Valor Econômico)

 

GRÃOS: Argentina deve ter área recorde para produção em 2018/19

 

Depois da pior seca dos últimos 50 anos, os produtores argentinos devem semear uma área recorde de grãos em 2018/19 e, para isso, vão investir US$ 10,1 bilhões, informa o jornal “La Nacion”, com base em dados da Bolsa de Comércio de Rosário (BCR).

 

Aumento - O plantio de grãos alcançará 37,2 milhões de hectares, um aumento de 3% em relação ao ano passado, marcando também um recorde histórico. Deste número, os seis principais cultivos, como milho, soja, trigo, girassol, cevada e sorgo, ocuparão 34,4 milhões de hectares.

 

Percentuais - A soja terá um crescimento de 1%, para 18,2 milhões de hectares; o milho, 2%, para 6,6 milhões de hectares); o trigo, 10%, com 6 milhões de hectares; enquanto o girassol terá uma área 1% maior, com 2 milhões de hectares. O cultivo de cevada deverá crescer 2%, para 900 mil hectares.

 

Valores - Em valores investidos, a bolsa calcula que a soja demandará US$ 4,55 bilhões; o milho, US$ 3 bilhões, enquanto o trigo receberá US$ 1,74 bilhão. O cultivo de cevada demandará US$ 270 milhões e o girassol, US$ 455 milhões. O sorgo terá US$ 156 milhões.

 

Produção - Em relação à produção, a BCR estima uma colheita total de 120 milhões de toneladas, 21% mais que nesta safra após a perda de produção por seca que afetou a soja e o milho (30 milhões a menos entre ambos os cultivos).

 

Exportações - Sobre as exportações argentinas de grãos, a expectativa da bolsa é que alcancem US$ 26,4 bilhões em 2018/19, ante US$ 17 milhões neste ciclo, novamente prejudicado pela seca. (Valor Econômico)

ANTAQ: Portos movimentaram 249,2 milhões de toneladas no primeiro trimestre

 

antaq 11 06 2018A movimentação de cargas nos portos públicos cresceu 3,2% no primeiro trimestre de 2018 e nos terminais privados houve uma queda de 2,3% no mesmo período. Os dados constam do boletim informativo Aquaviário do 1º Trimestre de 2018, divulgado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

 

Total - De acordo com a Antaq o total de cargas movimentadas no primeiro trimestre foi de 249,2 milhões de toneladas no período, dos quais 84,1 milhões nos terminais públicos e 165,1 nos privados. O resultado representa queda de 0,5%, cerca de 1,2 milhão de toneladas, em relação ao primeiro trimestre de 2017.

 

Mercadorias - O granel sólido continuou com participação significativa na movimentação de cargas do país, representando 61,8% do total movimentado no período. O granel liquido e gasoso vem em seguida, com 22,1% do total de cargas. Em terceiro lugar aparecem os contêineres, com 10,6% do volume total transportado. As demais cargas somam 5,5%

 

Grupos - Entre os grupos de mercadorias de maiores movimentações no primeiro trimestre de 2018, o destaque é para o minério de ferro, com 87,5 milhões de toneladas. A movimentação do minério, entretanto, apresentou queda de 6,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Em segundo lugar vem o petróleo, com 48,7 milhões de toneladas e decréscimo de 1,1%. Os contêineres foram a terceira carga mais movimentada, com 26,4 milhões de toneladas e crescimento de 11,5%.

 

Outros destaques - Outros destaques no primeiro trimestre de 2018 foram o milho, com 3,7 milhões de toneladas movimentadas e aumento de 88,2%, e a soja, com 24,2 milhões de toneladas e aumento de 5,1% em relação a igual período do ano passado.

 

Terminais - Entre os portos públicos, os dez principais terminais operaram aproximadamente 72,2 milhões de toneladas, o que corresponde a 85,9% da movimentação total dos 30 portos que registraram movimentos de cargas nesse primeiro trimestre de 2018.

 

Crescimento - “Destaca-se, sob a visão das cargas movimentadas, o crescimento da movimentação nos portos organizados de Paranaguá, no Paraná (13,8%), de Santos (9,3%), de Santarém (31,4%) e de São Francisco do Sul (3,9%), quando comparados ao primeiro trimestre de 2017”, diz o balanço da Antaq.

 

Portos públicos - Já entre os portos públicos que apresentaram queda na movimentação estão os de Itaguaí, com redução no volume total de 4,6% e de 8,9% na movimentação de minério de ferro, sua principal mercadoria, e o de Vila do Conde, com recuo de 20,7%.

 

Privados - Nos portos privados, o balanço da Antaq afirma que o recuo de 2,3% na movimentação reflete a queda na movimentação de minério de ferro, de 5,9%; do petróleo, de 3,0% e de bauxita, de 2,4%.

 

Terminal Marítimo - O destaque entre os terminais privados é o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, que na comparação com o 1º trimestre de 2017 teve alta de 8,5%, um incremento de aproximadamente 3,2 milhões de toneladas. O Terminal Aquaviário de Angra do Reis também aparece em destaque com 24,5% de aumento na movimentação em comparação ao mesmo período de 2017. Já o terminal e Tubarão, segundo em movimentação, com 21,9 milhões de toneladas, apresentou queda de 181% na movimentação de cargas.

 

Destinos - Em relação ao total de cargas exportadas, a China aparece como o principal destino com 47,2% do total de cargas exportadas. No primeiro trimestre de 2018, os portos brasileiros transportaram 68,9 milhões de toneladas para o país asiático. Em seguida vem a Malásia com 5,1% do total de cargas e 7,4 de toneladas exportadas. Em terceiro lugar vem a Holanda com 4,8% das cargas exportadas, um volume de 7 milhões de toneladas.

 

Importações - Já nas importações, o principal parceiro são os Estados Unidos, com 24,3% das cargas importadas, totalizando um volume de 8,1 milhões de toneladas. A Argentina vem em segundo lugar com 2.8 milhões de toneladas e 8,6% de participação. A China aparece em terceiro lugar com 8,1% das importações e 2,7% das importações. (Agência Brasil)

 

INDÚSTRIA: Produção do Paraná cresce 12,8% e fica acima do Brasil

 

industria 11 06 20218A produção industrial no Paraná cresceu 12,8% no mês de abril deste ano, em comparação com o mesmo mês de 2017, o que coloca o Estado acima do índice nacional. No mesmo período, o crescimento da produção industrial no Brasil foi de 8,9%. Os setores que impulsionaram o crescimento paranaense foram o de bebidas (40,7%), seguido por veículos automotores (28,8%), material elétrico (25,1%) e derivados de petróleo e biocombustíveis (24%).

 

Dados - Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes). "Considerando os resultados setoriais, não há dúvida de que os vultosos investimentos realizados nos últimos anos, com o apoio do Governo do Estado, contribuíram sobremaneira para o desempenho recente da indústria do Paraná", afirmou o diretor-presidente do Ipardes, Júlio Takeshi Suzuki Júnior.

 

Comparação - Na comparação de abril com o mês de março, a variação na produção industrial paranaense também ficou acima do índice nacional. No Estado, houve um crescimento de 3,3%, enquanto no País o aumento foi de apenas 0,8%.

 

Quadrimestre - Segundo a pesquisa, no período entre janeiro e abril de 2018 a produção industrial do Paraná cresceu 2,2% em relação ao mesmo período do ano passado. No quadrimestre, os setores que mais se destacaram foram os de veículos automotores (16,5%), de minerais não metálicos (12,5%), de produtos de madeira (12%) e de papel e celulose (9,5%). Neste período, o crescimento na produção industrial nacional foi de 4,5%. (Agência de Notícias do Paraná)

 

AMÉRICA DO SUL: Barreiras técnicas dificultam integração no Mercosul

 

america latina 11 06 2018O Brasil e a Argentina possuem um nível de convergência para a normalização internacional relativamente baixo, o que dificulta a expansão do comércio tanto bilateral como também com terceiros países. É o que sugere estudo realizado pelo Centro de Estudos do Comércio Global e Investimentos da FGV (CCGI-FGV), com apoio do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

 

Avanço - Os dados, diz Vera Thorstensen, professora da FGV e coordenadora do CCGI, mostram que é preciso avançar na convergência das chamadas barreiras regulatórias para viabilizar a integração do Mercado Comum do Sul (Mercosul). Ela argumenta que a nova geração de acordos comerciais preferenciais está menos focada nas tarifas de importação e mais preocupada com convergência regulatória.

 

Regulação técnica restritiva - "Se há uma regulação técnica restritiva, não adianta baixar a tarifa na fronteira porque não se consegue exportar", diz a professora, referindo-se a entraves como as Barreiras Técnicas ao Comércio e às Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (TBT e SPS, nas siglas em inglês, respectivamente).

 

Experiência global - Para ela, é preciso seguir a experiência global, pela qual a convergência não se dá produto a produto e sim pela definição de aspectos essenciais por famílias de produto. "Em relação às barreiras regulatórias, o Brasil e a Argentina têm jabuticabas e pomelos", diz Vera. O estudo coordenado por ela baseou-se em dados relacionados à atividade regulatória técnica e aos processos de normalização no Brasil e na Argentina. Foram analisados os setores mais importantes no comércio bilateral. Entre eles, o automotivo, o de máquinas e equipamentos elétricos e o de perfumaria e cosméticos.

 

Estandardização média - "A estandardização média no Brasil usa apenas 40% de normas internacionais e os 60% restantes são baseadas em normas feitas em casa", diz ela. Para Vera, isso indica que o Brasil é um país fechado em termos de comércio internacional não somente pelas tarifas em relação ao resto do mundo, mas também porque usa barreiras técnicas para proteger o mercado interno.

 

Argentina - Mauro Kiithi Arima Jr, pesquisador do CCGI, diz que na Argentina o nível de utilização de padrões internacionais pelo órgão de normalização local é ainda menor que o do Brasil. Ele destaca, porém, que os dois países possuem tendências diferentes na atividade regulatória dos setores estudados.

 

Órgãos de normalização - O pesquisador explica que as agências regulatórias de cada um dos setores não precisam seguir necessariamente os seus órgãos de normalização, que são, no Brasil, a ABNT, e na Argentina, o Iram. Na Argentina a regulamentação técnica dos setores faz referência direta à norma internacional, enquanto que no Brasil se opta por usar a versão nacionalizada da ABNT das normas internacionais.

 

Regulamentos binacionais - Para o embaixador da Argentina no Brasil, Carlos Magariños, além da convergência regulatória os dois países precisam trabalhar para elaborar regulamentos comuns binacionais. "Para mim, isso poderia começar a ser feito por setores e produtos específicos." Entre os setores, ele destaca o automotivo, a agroindústria e o de medicamentos e cosméticos. "É preciso verificar o que é possível, de maneira realista." As questões regulatórias entre Brasil e Argentina serão discutidas hoje, em evento promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). (Valor Econômico)

 

SAÚDE: Campanha de vacinação contra gripe entra na reta final

 

saude 11 06 2018A campanha de vacinação contra gripe vai até o dia 15. Até sexta (08/06) já tinham sido aplicadas 2,5 milhões de doses da vacina em todo o Paraná. Entre os grupos-alvo da campanha, o índice de cobertura vacinal é de 81% do total previsto. Entre os grupos que devem ser vacinados, as crianças com idade entre seis meses e menores de 5 anos apresentam a menor taxa de cobertura vacinal. Apenas 62% das crianças paranaenses dessa faixa etária foram imunizadas.

 

Mulheres grávidas - Outro grupo com baixa adesão é o de mulheres grávidas. Das 116.324 doses previstas para as gestantes paranaenses, apenas 76.385 foram aplicadas. Também preocupa o índice de vacinação entre doentes crônicos. Já foram aplicadas 517 mil doses entre as pessoas desse grupo, mas estima-se que pelo menos 739 mil deveriam receber a vacina.

 

Mortes - O secretário estadual da Saúde, Antônio Carlos Nardi, disse que o Paraná já registrou 18 mortes por causa da gripe. Desse total, pelo menos 13 eram doentes crônicos. “O vírus está em circulação e, infelizmente, poderá fazer mais vítimas. Precisamos usar todas as estratégias disponíveis para prevenir o avanço dessa doença, incluindo a vacinação das populações mais sensíveis, como doentes crônicos, gestantes e crianças”, afirmou Nardi.

 

Outros grupos - Outros grupos estão com melhores índices de cobertura vacinal, como as populações indígenas e mulheres que tiveram parto recente (puérperas). Nesses dois segmentos, já foram aplicadas 100% das doses previstas inicialmente. Entre idosos, o índice de cobertura vacinal chega a 92%.

 

Reforço - A superintendente de Vigilância em Saúde, Júlia Cordellini, disse que ainda falta vacinar mais de 445 mil pessoas em todo o Estado. “Nesta última semana de campanha queremos reforçar o chamado aos grupos que precisam se vacinar e ainda não o fizeram. Aproveitem essa semana para se vacinar. A vacinação é rápida e segura”, ressalta Júlia.

 

Regionais - Entre as 22 Regionais de Saúde do Estado, sete (Irati, Pato Branco, Francisco Beltrão, Cascavel, Cianorte, Jacarezinho e Ivaiporã) já conseguiram vacinar mais de 90% da população-alvo, outras dez estão com índices acima de 80% e quatro, incluindo a 2ª Regional de Saúde, que engloba a Região Metropolitana de Curitiba, têm cobertura vacinal de mais de 70% da população-alvo.

 

Menos de 70% - Apenas uma regional, a de Paranaguá, que abrange os municípios de Antonina, Guaraqueçaba, Guaratuba, Matinhos, Morretes, Paranaguá e Pontal do Paraná, ainda não atingiu 70% de cobertura vacinal. Nessa regional, apenas 41% das crianças e 50% das grávidas que deveriam receber a vacina foram imunizadas.

 

Público-alvo - Os grupos-alvo da campanha de vacinação contra a gripe foram definidos pelo Ministério da Saúde levando em conta diversos fatores, entre eles o risco de exposição aos vírus e o grau de resistência do organismo à doença.

 

Crianças - Em 2018, fazem parte do público-alvo as crianças com idade entre seis meses e cinco anos incompletos; gestantes (em qualquer período gestacional); puérperas (mulheres que tiveram parto recente, em até 45 dias); trabalhadores da área da saúde; professores (rede pública e particular); idosos (mais de 60 anos de idade); populações indígenas e doentes crônicos.

 

Doentes crônicos - No caso dos doentes crônicos, são considerados alvos da campanha pessoas com diabetes, doenças crônicas respiratórias, renais, cardíacas, hepáticas e neurológicas; transplantados; obesidade grau III; pessoas com trissomias como Síndrome de Down, Síndrome de Klinefelter, Síndrome de Wakany, dentre outras; e imunossupressão (comprometimento do sistema imunológico). Para receber a vacina, os doentes crônicos devem apresentar uma carta de recomendação médica nos postos de vacinação. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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