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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4342 | 05 de Junho de 2018

DIA C: Em Curitiba, Dia de Cooperar deverá reunir duas mil pessoas no Parque dos Tropeiros

Cerca de duas mil pessoas são esperadas para celebrar o Dia C – Dia de Cooperar, no Parque dos Tropeiros, em Curitiba, local escolhido pelo Sistema Ocepar e cooperativas parceiras para realizar as atividades do maior movimento de voluntariado do cooperativismo brasileiro, no dia 30 de junho, das 10h às 16h. Estão programadas ações em saúde, educação, bem-estar, lazer e cooperação. Haverá avaliação odontológica, orientações sobre higiene bucal, saúde em geral, educação financeira, elaboração de currículo, educação ambiental, distribuição de mudas, aulas de alongamento e zumba, jogos, apresentações artísticas e muito mais. O evento é uma iniciativa do Sistema Ocepar, Unicic – União das Associações dos Moradores da Cidade Industrial de Curitiba, Sanepar e prefeitura de Curitiba, em parceria com as cooperativas Dental Uni, Sicoob, Sicredi, Aurora, Unimed Paraná e Unimed Curitiba.

Compromisso - O Dia C é um compromisso das cooperativas brasileiras na busca por um mundo mais justo e igual, por meio da realização de ações voluntárias, unindo cooperativistas de todo o país numa grande corrente do bem. De Norte a Sul do país, são organizados projetos e atividades socioambientais que visam estimular o voluntariado e divulgar o cooperativismo, que tem em sua essência o envolvimento com a comunidade e a ajuda mútua.

Sobre o Parque - Situado no bairro Cidade Industrial, Rua Raul Pompéia, próximo à Av. Juscelino Kubitscheck, possui uma área de 173.474 m2, é um parque destinado a homenagear o ciclo das tropas existentes na história do Paraná. Localizado próximo aos conjuntos habitacionais Caiuá, Diadema, Ilhéus e Vera Cruz, o Parque dos Tropeiros beneficia diretamente cerca de 15 mil pessoas.

dia c folder I 05 06 2018

dia c folder II 05 06 2018

 

 

 

MEIO AMBIENTE I: Dia Mundial tem ações de conscientização sobre a preservação dos recursos naturais

5 junho 05 06 2018Nesta terça-feira-feira (05/06) é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data será lembrada ao longo da semana, com diversas atividades destinadas a destacar a importância da preservação dos recursos naturais. As cooperativas do Paraná também estão engajadas neste sentido, com a realização de eventos para comemorar a data. Além disso, elas investem constantemente em ações como reflorestamento, recuperação de áreas degradadas, combate à poluição do ar, tratamento de efluentes, recolhimento de embalagens vazias de agroquímicos, melhoria da qualidade da água, projetos de geração de energia renovável,entre outros

Comemoração - O Dia Mundial do Meio Ambiente foi instituído pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1972, na Conferência de Estocolmo, na Suécia, com objetivo de estimular atividades e a conscientização global em prol do meio ambiente, baseando-se em uma temática anual específica. O tema deste ano é “#AcabeComAPoluiçãoPlástica”. O objetivo da ONU é chamar a atenção da sociedade para reduzir a produção e o consumo excessivo de produtos plásticos descartáveis.

Brasil - No Brasil, o governo estabeleceu, por meio do Decreto Federal 86.028, de 27 de maio de 1981, que neste período em todo território nacional se promovesse a Semana Nacional do Meio Ambiente, com a finalidade de apoiar a participação da comunidade na preservação do patrimônio natural do País. Um dos eventos para marcar a data está sendo realizado em Brasília, desta terça até quinta-feira (07/06). Trata-se do 1º Congresso Internacional Cidades Lixo Zero, com a presença de especialistas estrangeiros e brasileiros para apresentar e debater as melhoras práticas e tecnologias usadas para o gerenciamento de resíduos sólidos.

 

 

MEIO AMBIENTE II: Cocamar disponibiliza locais para recolher lixo eletrônico

cocamar 05 06 2018Comprometida com a preservação do meio ambiente, a Cocamar implementa uma série de iniciativas sustentáveis, algumas das quais serão ressaltadas aos colaboradores e cooperados nesta Semana Ambiental da cooperativa, de segunda-feira (04/06) a sexta-feira (08/06).

Locais específicos - Na Semana – cujo ponto alto é a passagem na terça-feira (05/066) do Dia Mundial do Meio Ambiente, parte integrante da Semana Nacional do Meio Ambiente -, serão disponibilizados locais específicos para o recolhimento de lixo eletrônico na Administração Central, setores industriais e unidades operacionais.

Conscientizar - A finalidade é conscientizar o público para o descarte adequado desses resíduos, que são altamente contaminantes. Com o elevado uso de equipamentos eletrônicos, esse lixo constitui sério problema ambiental quando não destinado a locais apropriados.

Itens - Além de pilhas e baterias, estão incluídos, entre outros, os antigos monitores e computadores inservíveis, celulares quebrados, aparelhos de televisão e impressoras sem utilidade.

Orientação - A orientação é que colaboradores e cooperados aproveitem o momento para efetuar o descarte correto, fazendo a sua parte na preservação do meio ambiente. (Imprensa Cocamar)

 

MEIO AMBIENTE III: OCB avalia impactos positivos da prorrogação do CAR

cadastro ambiental 05 06 2018A Presidência da República publicou, na última semana, o Decreto nº 9.395/2018, que amplia até 31 de dezembro de 2018 o prazo para requerer a inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR), conforme previsto no § 3º do art. 29 da Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012.

Pleito conjunto - O pedido de prorrogação foi um pleito conjunto da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Positiva - Na visão da OCB, a prorrogação é positiva não propriamente por conta do CAR, que, conforme dados da Embrapa Territorial, já possui mais de 94% das propriedades rurais do país cadastradas, e sim por conta do prazo de adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), vinculado ao CAR, desde a sanção da Lei nº 13.335/2016 (oriunda da MPV 724/2016).

Insegurança jurídica - Uma vez encerrado tal prazo, há a insegurança jurídica de que as áreas rurais consolidadas não mais possam ser regularizadas com as regras diferenciadas do novo Código Florestal, as quais são fundamentais para compatibilizar a proteção do meio ambiente com a produção de alimentos no país.

Termos práticos - Em termos práticos, corria-se o risco de que o regramento diferenciado para o proprietário de imóvel rural com área consolidada fosse considerado encerrando antes mesmo de o poder público cumprir sua obrigação de analisar integralmente o Cadastro Ambiental Rural e de promover a efetiva implantação do Programa de Regularização Ambiental em nível estadual.

Próximos passos - Nos próximos meses, OCB, CNA, FPA e outras entidades do setor agropecuário estarão reunidas com o objetivo de sugerir a implantação de medidas que possam equacionar a questão de forma definitiva. (Informe OCB)

 

TRIBUTOS: Mantida desoneração para aves, suínos e peixes

tributos 05 06 2018A Presidência da República sancionou, na última semana, a Lei nº 13.670/2018, oriunda do PL 8.456/2017 (PLC 52/2018), do Poder Executivo, que pôs fim à política de desoneração da folha de pagamento para diversos setores da economia. Após ampla mobilização da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o texto sancionado manteve na política os códigos de aves, suínos e peixes, que contribuirão com a alíquota de 1% sobre a receita bruta, conforme prevê a legislação atual.

Vigência - A política de desoneração terá vigência até dia 31 de dezembro de 2020, para aqueles setores que mantiveram o benefício. Os novos recursos arrecadados serão usados para compensar parte do impacto da redução no valor do litro do óleo diesel nas refinarias.

Segmento - Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, no caso do segmento de aves, suínos e peixes, os dados obtidos das cooperativas demonstram que a política teve, sim, nos últimos anos, papel relevante para o aumento dos postos de trabalho, continuidade dos investimentos e manutenção da competitividade no mercado exterior.

Estagnação econômica - “Mesmo em tempos de estagnação econômica, de embargos internacionais e de elevação do custo de insumos, nosso setor continuou investindo e empregando, contando com o papel importante da desoneração neste processo”, destacou Freitas.

Emendas - Autores das emendas que mantinham o setor de aves, suínos e pescados, os deputados Valdir Colatto (SC) e Osmar Serraglio (PR) comemoraram a manutenção do setor na política, tendo em vista seu efeito multiplicador para a ampliação de investimentos e geração de empregos no setor.

Reconhecimento - “Reconhecemos, assim, aqueles que têm levantado a economia do Brasil, mesmo em tempos adversos. Nas cooperativas, o impacto positivo da política é maior, pois é revertido para a geração de renda dos próprios produtores e, logo, da comunidade onde se inserem”, destacou Serraglio. (Informe OCB)

 

UNIMED MARINGÁ: Certificada pelo Great Place to Work, de melhores empresas para trabalhar

unimed maringa 05 06 2018Com fortes investimentos em gestão de pessoas, pela primeira vez a Unimed Maringá é certificada pela GPTW. Dos 558 colaboradores convidados para participar, 348 responderam às mais de 50 questões sobre o clima organizacional da cooperativa que deram a Unimed Maringá a certificação GPTW. Entre os assuntos abordados nas perguntas estavam características das lideranças como credibilidade e respeito e oportunidade de melhorias no ambiente de trabalho. Para receber a certificação as empresas participantes deveriam atingir pelo menos a nota 7.

Resultado - De acordo com a supervisora de gestão de pessoas, Eveline de Carvalho, a certificação é resultado de uma série de ações da cooperativa para oferecer melhores condições e estimular o desempenho das equipes. “Um dos programas da Unimed Maringá dá aos colaboradores a possibilidade de se especializar por meio da concessão de bolsas de estudo parciais de pós-graduação. Também temos o Crescer, que é um programa de recrutamento interno que permite aos funcionários almejar novos cargos”, diz.

Auxílio - A cooperativa oferece às mães de filhos pequenos auxílio creche e espaços para descanso dos funcionários nos intervalos de jornada. Todas as ações refletem na qualidade de vida dos colaboradores e, consequentemente, no desempenho no trabalho e satisfação com a cooperativa.

Retorno - Segundo Hilgo Gonçalves, embaixador do GPTW Brasil e diretor do GPTW PR, as empresas listadas entre as melhores para trabalhar geram retorno duas vezes maior que as demais. “As empresas certificadas são mais inovadoras e eficientes, geram melhor experiência dos clientes e maior retenção de talentos. Logo, a performance é mais sustentável e dura mais”, diz.

Empresa - A Great Place to Work é uma empresa de pesquisa, consultoria, capacitação e certificação de empresas que publica a lista dos melhores lugares para trabalhar no mundo inteiro. (Imprensa Unimed Maringá)

 

COPAGRIL: Claudio Shimoyama apresenta palestra sobre perfil do novo profissional

Distribuir sachês de chá à plateia consiste em uma das estratégias do CEO do Grupo Datacenso e Doutor em Gestão de Negócios pela UFSC, Claudio Shimoyama, para fixar na memória do público quais as características essenciais do novo profissional exigidas atualmente no mercado: um profissional que tenha Conhecimento, Habilidade e Atitude (CHA). Esse foi o mote da palestra ministrada por Claudio na manhã desta segunda-feira (04/06) a gerentes e encarregados da Copagril, no Centro Administrativo da empresa, em Marechal Cândido Rondon.

Chave - Conforme o palestrante, para ir além e se tornar um profissional “CHAVE” é preciso ainda agregar V de valores e E de espiritualidade. “Temos que buscar o equilíbrio entre todos estes itens 'chave' para encantar as pessoas”, enfatizou Shimoyama.

Atendimento - De acordo com o CEO, atualmente o diferencial das empresas está nas pessoas. “No mundo em que tudo é commodity o atendimento (humano e técnico) é o diferencial”, argumenta.

Bom atendimento - Ele afirma que as pessoas esperam um bom atendimento, o que costuma ser exceção nas empresas. “Hoje é 'pista rápida', pois as pessoas têm cada vez menos tempo e por isso têm menos paciência e esperam respostas rápidas”, acrescenta Shimoyama.

Planejamento estratégico - O evento realizado nesta segunda-feira integra as ações que fazem parte do Planejamento Estratégico Rota 50, desenvolvido pela Copagril visando o alcance de metas estabelecidas para o seu cinquentenário, em 2020. (Imprensa Copagril)

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SICREDI UNIÃO: Cooperativa ensina educação financeira à comunidade

sicredi uniao 05 06 2018O projeto de responsabilidade social “Cooperação na Ponta do Lápis”, da Central Sicredi PR/SP/RJ, propõe oficinas gratuitas e distribuição de guia de bolso sobre educação financeira para a comunidade. O trabalho, intensificado durante a Semana Nacional de Educação Financeira (ENEF), segue com ações até o final do ano.

Paiçandu - Em Paiçandu/PR, por exemplo, serão realizadas duas oficinas mensais para alcançar professores, funcionários e alunos de 14 escolas de ensino fundamental e Centros Municipais de Educação Infantil. Informações sobre a programação na área de abrangência da Sicredi União PR/SP podem ser obtidas no Departamento do Cooperativismo, pelo telefone (44) 3344-5000.

Disseminação - De acordo com a assistente de Desenvolvimento do Cooperativismo, Gabriela Ottoboni de Castro, o objetivo é disseminar a educação financeira e contribuir com o fortalecimento da cidadania e da autonomia. “Queremos repassar conhecimentos de forma simples e prática para compartilhar dicas sobre como escapar de dívidas e fazer o dinheiro render, por exemplo. A maioria das pessoas se capacita para ganhar dinheiro, mas não se atenta em como administrá-lo”.

Colaboradores voluntários - As oficinas são conduzidas por colaboradores voluntários, que recebem capacitação com base no conteúdo do Caderno de Educação Financeira e Gestão de Finanças Pessoais do Banco Central. Somente na Sicredi União PR/SP são 71 multiplicadores, que trabalham com a expectativa de alcançar, este ano, mais de duas mil pessoas.

Receptividade - O gerente de Negócios da agência Paiçandu, Fabrício de Assis Teixeira, é um dos voluntários. No início de maio ele ministrou a oficina para diretores de escolas municipais e funcionários da Secretaria de Educação. “O trabalho foi muito bem recebido e elogiado, tanto que já estamos preparando programação para que a ação também seja realizada em todas as escolas”, afirma.

Orientações - Durante a oficina, os participantes são orientados sobre como economizar e sobre a importância do planejamento financeiro. “A gente ensina a fazer orçamento mensal, a prever gastos com imprevistos e a separar um percentual do ganho para atingir objetivos de curto, médio e longo prazo”, explica Teixeira, acrescentando que os multiplicadores também esclarecem sobre as armadilhas dos créditos e o funcionamento de produtos e serviços oferecidos pelas instituições bancárias.

Impulso - A disciplina para evitar compras por impulso emocional é outro ponto chave. Entre as dicas, estão: Não se iluda facilmente pelas campanhas publicitárias; reflita sobre a real necessidade da compra; adquira o hábito de comparar preços antes de comprar; evite comprar na mesma hora em que se deparar com a oferta; não se impressione com ofertas, pois raramente são imperdíveis; e busque a relação custo/benefício pois nem sempre pagar menos é sinal de economia. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Associada de Pitanga ganha R$ 50 mil em sorteio da Poupança Premiada

sicredi planalto aguas 05 06 2018A Cooperativa Sicredi Planalto das Águas PR/SP premiou a associada Rosane Aparecida Pereira por meio da campanha Poupança Premiada. Durante a entrega, realizada na agência de Pitanga (PR), a associada contou que “foi uma surpresa, veio em boa hora e ficou muito feliz pela premiação”, declarou.

Conscientização - O presidente da Sicredi Planalto das Águas PR/SP, Adilson Primo Fiorentin ressalta sobre o incentivo da instituição financeira cooperativa “em promover iniciativas que conscientizem os associados sobre a importância de poupar uma parcela dos ganhos para realizar objetivos, ou até mesmo para momentos de necessidade. E quando temos associados que entendem o recado e ainda são premiados, ficamos muito felizes por participar desse momento”, reforça o presidente.

Educação financeira - A iniciativa, que é promovida há 3 anos pelo Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, busca reforçar o conceito de educação financeira e incentivar associados e poupadores em geral a guardar recursos para conquistar objetivos. Entre os meses de abril e dezembro estão sendo distribuídos R$ 1,5 milhão em prêmios, sendo 10 sorteios semanais de R$ 2 mil, um sorteio mensal no valor de R$ 50 mil e um sorteio final que premiará um associado Sicredi com meio milhão de Reais. Em dezembro, durante a reta final da campanha, as chances de ganhar serão dobradas, com 20 sorteios semanais de R$ 2 mil, além do grande sorteio.

Como participar - A cada R$ 100,00 aplicados na poupança Sicredi, é gerado automaticamente um número da sorte para concorrer aos sorteios que acontecem pela Loteria Federal. Basta acessar o site: www.sicredi.com.br/eupouposim e verificar os números. Ao fazer uma poupança programada, o poupador recebe números em dobro para participar. Quanto mais depositar, mais chances de ganhar. Podem participar pessoas físicas e jurídicas nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, associados ou não. Os sorteios serão realizados todas as segundas-feiras (a partir de 10/04) e os ganhadores divulgados em até cinco dias úteis.

Diferencial cooperativo - O interessante da ação é o diferencial cooperativo, já que o recurso da poupança Sicredi beneficia as regiões em que é captado, resultando em mais desenvolvimento local por meio de concessão de crédito. Quanto mais associados poupam, mais associados podem ter acesso à linhas de crédito, gerando um ciclo virtuoso nas comunidades onde o Sicredi está presente.

Mais - Para saber mais sobre o programa Poupança Premiada, datas de sorteios e vencedores, acesse: www.sicredi.com.br/eupouposim ou procure uma das 547 agências do Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

COOPAVEL: Rally da Safra desembarca quinta em Cascavel

coopavel 05 06 2018Quatro palestras sobre o mercado das principais commodities brasileiras estarão em pauta, na noite de quinta-feira (07/06), em Cascavel, durante programação do Rally da Safra. O evento vai ser realizado a partir das 19h na Associação Atlética Coopavel (BR-467 saída para Toledo) e deverá envolver mais de 200 pessoas entre cooperados e técnicos de áreas do agronegócio.

Cidade escolhida - Cascavel, no Oeste do Paraná, é uma das cidades escolhidas pela Agroconsult para receber o Rally da Safra, projeto que vai a campo aferir as condições das lavouras de soja e milho. As três primeiras palestras terão 15 minutos cada e a quarta, com o especialista André Pessoa, vai se entender por cerca de 30 minutos. Depois das exposições, os presentes terão a chance de confraternizar em jantar.

Fases - A aferição dos dados sobre as lavouras ocorre em duas fases distintas. Na primeira, equipes técnicas percorrem as áreas de maior produção do País, entre janeiro e março, para verificar as condições dos cultivos e da colheita. Depois, geralmente na metade do ano, cidades são visitadas em um ciclo de palestras que abordam sobre particularidades das duas culturas e informam sobre atualidade e tendências do mercado de grãos.

Motivos - Cascavel é escolhida para integrar o calendário por diversos motivos, mas principalmente por estar em um dos mais importantes centros produtores de soja e milho do Brasil e também por abrigar o Show Rural Coopavel, o terceiro maior evento do mundo em disseminação de novos conhecimentos para o campo. (Imprensa Coopavel)

 

IAP: Workshop vai orientar sobre funcionamento do Sinaflor

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) promove, no dia 14 de junho, em Curitiba, um workshop sobre o Sinaflor - Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais, com o objetivo de esclarecer o seu funcionamento. O evento ocorre das 9h às 17h, no auditório Mário Lobo, no Palácio das Araucárias, e é aberto a entidades de classe, consultores e usuários de solicitações de autorização florestal. Como IAP aderiu ao processo de implantação do Sinaflor, todas as atividades florestais, empreendimentos de base florestal e processos sujeitos ao controle por parte dos órgãos do Sistema Nacional do Meio Ambiente no Brasil (Sisnama) serão efetuados necessariamente por meio deste sistema. Mais informações no IAP, pelo fone 41 3213-3700.

 

iap cartaz 05 06 2018

PLANO AGRÍCOLA: IPCA balizará juros de parte do crédito rural

plano agricola 05 06 2018A equipe econômica do governo ganhou a queda de braço que travava com o Ministério da Agricultura desde o ano passado e no próximo Plano Safra (2018/19) vai atrelar os juros de uma parte das operações de crédito para o custeio agropecuário ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em fase de testes, essa terceira modalidade de financiamento envolvendo crédito rural terá a taxa de juros corrigida pelo IPCA vigente no mês da contratação mais um percentual ainda a ser definido.

Outros modelos - Os outros dois modelos de operações de crédito rural à disposição dos produtores são o que estabelece juros controlados e subsidiados pelo Tesouro, já tradicional, e o que prevê juros livres.

Validade - A novidade atrelada à inflação, defendida sobretudo pelo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, começará a valer em 1º de julho, quando o próximo Plano Safra, que deverá ser anunciado esta semana, entrará em vigor.

Conselho Monetário - A medida não depende do Congresso, mas precisa do crivo do Conselho Monetário Nacional (CMN). O Manual de Crédito Rural já permite que linhas do Plano Safra sigam a lógica. É o caso do Prorenova, voltado à renovação de canaviais, cuja taxa é composta por TLP (Taxa de Longo Prazo), variável, mais 3,7% ao ano.

Opcional - O novo formato de financiamento será opcional. No momento da contratação do crédito, o produtor poderá escolher entre a modalidade com taxa variável ou pelo crédito com juro fixo pré-fixado pelo governo - na safra atual (2017/18), a taxa de juros das operações de custeio é de 8,5% ao ano, percentual que deverá cair para 7,5% ao ano no ciclo 2019/20.

Representatividade - Segundo uma fonte graduada do governo, o crédito rural com taxa variável deverá representar até 5% do total de recursos destinados ao custeio no próximo Plano Safra. No plano atual, que terminará no dia 30 deste mês, estão previstos R$ 150,2 bilhões para financiamentos de custeio, e a expectativa é que o montante gire em torno desse patamar em 2018/19. Dessa forma, a taxa variável balizaria empréstimos da ordem de R$ 7,5 bilhões. Em 2017/18, foram disponibilizados R$ 188,3 bilhões para todas as operações de credito rural no país, incluindo custeio, comercialização e investimento.

Ampliação - A nova modalidade será ampliada no futuro apenas em caso de boa aceitação na próxima temporada. "A ideia é fazermos um teste para ver o que faremos nos próximos anos. Se os produtores gostarem da opção, poderemos aumentar o montante de crédito rural com taxa variável à disposição sem problemas fiscais. Mas é importante que, em primeiro lugar, os produtores entendam como essa inovação vai funcionar", afirmou a fonte.

Selic - Até meados do ano passado, nas negociações para definir o atual Plano Safra 2017/18, o Banco Central vinha propondo que taxa básica de juros (Selic) fosse uma espécie de indexador para os contratos de crédito rural. A ideia previa fixar a taxa dos empréstimos para custeio e investimento em 85% da Selic, e para o Pronamp (linha destinada a médios produtores) em 70%.

Inflação - Desde então, amadureceu no BC a ideia de algumas alas do segmento agropecuário de usar a inflação como referência, de forma a acompanhar custos com mão-de-obra e energia elétrica, por exemplo.

Ceticismo - Mas alguns segmentos do agronegócio ainda encaram as taxas variáveis com ceticismo. No começo das negociações em torno do Plano Safra 2018/19, no fim de março, o então secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, chegou a declarar, em evento em Lucas do Rio Verde (MT), que os "juros flutuantes" estavam descartados no crédito rural.

Argumento - No fim da queda de braço, porém, falou mais alto o argumento do BC de que o espaço no orçamento reservado para a equalização das taxas de juros do crédito rural está ficando cada vez mais apertado, já que o cenário ainda é de déficit fiscal e teto de gastos públicos no país, que pode ser "driblado" com as taxas variáveis.

Juros flutuantes - Nesse contexto, a equipe econômica pressiona para, assim que possível, ampliar a adoção dos "juros flutuantes" no crédito rural. Isso depois de ter conseguido implementar a Taxa de Longo Prazo (TLP) e de editar uma Medida Provisória para aplicar juros variáveis em financiamentos com recursos dos fundos constitucionais.

Pouco atraentes - Para o consultor Ademiro Vian, ex-diretor da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as taxas flutuantes das operações de crédito rural são pouco atraentes para os produtores e a adesão tende a ser tímida na safra 2018/19. Isso porque sempre haverá o risco de a inflação oscilar ao longo da safra de tal forma a tornar a taxa variável mais pesada que a fixa.

Sentido - "Esse modelo só faz sentido se a inflação tiver viés de baixa. Se estiver em trajetória de alta, não compensa", disse Vian. "Hoje não vejo ninguém querendo contratar taxas voláteis no setor agrícola. O produtor quer contratar crédito com taxa fixada para ter mais previsibilidade, principalmente em tempos de turbulência política e de valorizações do dólar do preço do barril do petróleo", afirma. (Valor Econômico)

 

 

SUSTENTABILIDADE: Plano ABC deve contribuir para redução de CO² em 40% até 2020

sustentabilidade 05 06 2018No Dia Mundial do Meio Ambiente, nesta terça-feira (05/06), o Brasil tem motivos para celebrar. Em 2010, quando foi lançado o Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono) 3 milhões de hectares atendiam aos requisitos de produção agrícola sustentável. Em 20016, segundo dados da Embrapa, a área foi ampliada para 11,5 milhões de hectares ocupados com a integração LPF – Lavoura, Pecuária e Floresta – e que contribuem com a redução de 35,1 milhões de toneladas de CO² na atmosfera

Vigência - O Plano ABC tem vigência até 2020, quando o país deverá ter reduzido em cerca de 40% a emissão dos gases de efeito estufa, na comparação com 2005, segundo compromisso assumido voluntariamente na Conferência do Clima das Nações Unidas (COP 15), realizada em 2009, em Copenhague, Dinamarca.

Menos impacto - O Plano ABC oferece linha de crédito ao produtor rural para desenvolver sua atividade com menos impacto ambiental sendo composto por sete programas, seis referentes às tecnologias de mitigação e um com ações de adaptação às mudanças climáticas: Recuperação de Pastagens Degradadas; Integração Lavoura, Pecuária, Floresta (ILPF) e Sistemas Agroflorestais (SAFs); Sistema Plantio Direto (SPD); Fixação Biológica de Nitrogênio(FBN); Florestas Plantadas; Tratamento de Dejetos Animais e Adaptação às Mudanças Climáticas.

Plataforma - Desde 28 de março deste ano, entrou em operação a Plataforma Multi-institucional de Monitoramento das Reduções de Emissões de Gases de Efeito Estufa na Agropecuária - Plataforma ABC, resultado da parceria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Embrapa e Ministério do Meio Ambiente. A plataforma monitora as emissões de gases de efeito estufa - (GEE) na agropecuária, assim como o estoque de carbono no solo.

Comparação - Outro item significativo na evolução da preservação ambiental é a comparação da área desmatada versus produção pecuária na Amazônia.

Curva - A curva de crescimento da área desmatada (legal e ilegal) alcançou o ponto máximo em 2004 com 2,750 milhões de hectares. Essa curva acompanhava o aumento da produção de gado com 55 milhões de cabeças. Dez anos depois, em 2014, a produção de gado, que seguiu ampliando, era de 59 milhões de cabeças, mas a área de desmatamento legal decresceu para 500 mil hectares. Os dados são do Ministério da Agricultura e do IBGE. Veja o gráfico

sustentabilidade quadro 05 06 2018

Alinhamento - “A agropecuária brasileira”, disse Elvison Ramos, coordenador nacional do Plano ABC, “está totalmente alinhada com a preservação ambiental nacional e internacional.” As principais questões ambientais globais que são exigidas do Brasil e muitas vezes em seus países de origem não são plenamente executadas. Oitenta por cento na Amazônia legal tem que ser preservada. Em nenhum lugar do mundo há uma legislação tão rigorosa como no Brasil em que o produtor está obrigado a manter uma área de preservação permanente, como é o caso da vegetação às margens de rios e nascentes.

Propriedades rurais - Elvison Ramos citou dados da Embrapa para indicar que a maior parte da área de 66,3% do território brasileiro preservada está em propriedades rurais. “O produtor rural brasileiro está fazendo hoje uma agricultura de baixa emissão de carbono, assumindo além da atribuição de produzir alimentos, cuidar da conservação do solo e da água, dois recursos naturais importantíssimos”. (Mapa)

 

BNDES: Presidente do banco defende simplificação tributária

bndes 05 06 2018O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Dyogo Oliveira, defende que o sistema tributário nacional possa ter uma simplificação radical com concentração da incidência dos tributos em apenas algumas etapas da economia ou sobre produtos muito específicos. A adoção de alíquotas de cerca de 6% no consumo e de 15% sobre alguns produtos concentrados, diz Dyogo, poderia simplificar radicalmente o sistema e ainda manter a arrecadação nos níveis atuais.

Arrecadação - "Nós teríamos uma arrecadação semelhante àquela que temos hoje sem toda essa confusão dos tributos. Seriam alíquotas reduzidas e mais simples de arrecadar", disse, ao apresentar linhas gerais de uma proposta de reforma tributária no lançamento de um livro organizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com a Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal (OAB-DF).  

Exemplo - O presidente do BNDES deu como exemplo a tributação existente atualmente sobre o aço que pode, em algumas situações, registrar cobrança de impostos em cada um dos oito elos da cadeia produtiva. No exemplo mencionado, seriam isentos: a produção de aço, da placa de aço, da peça e da parte feita a partir do aço e somente o produto final seria tributado.

Fiscalização - Nesse modelo, diz o presidente do BNDES, "80% das operações seriam isentas e a tributação ficaria concentrada onde é fácil fiscalizar". A fiscalização seria facilitada porque seriam tributadas apenas algumas mercadorias - como veículos ou bebidas - e no varejo, que é cada vez mais concentrado e informatizado. "A cumulatividade se resumiria a uma parcela mínima", disse Oliveira.

Aberto - O presidente do BNDES disse estar aberto a eventual modelo com um tributo sobre valor agregado compartilhado entre governos estaduais, municipais e a União. "Seria uma maneira de complementar a informação e o sistema ganharia. Para isso, seria necessário ter integração entre as administrações", disse.

Economia - Durante o lançamento do livro no auditório do Ipea na capital federal, Dyogo Oliveira reconheceu que o noticiário recentemente tem sido negativo, mas a situação econômica não seria tão ruim. "Quando olhamos jornais e o WhatsApp, parece que estamos rumo a um cataclisma. Isso não é, nem de longe, a realidade. Na verdade, estamos às margens de um grandioso ciclo de crescimento econômico", defendeu.

Problemas crônicos - Oliveira argumenta que o Brasil conseguiu nos últimos anos resolver problemas crônicos, como a inflação e a fragilidade do setor externo. Com a aprovação do teto de gastos, faltaria apenas a aprovação da reforma da Previdência para que a outra fragilidade nacional - a fiscal - pudesse ser resolvida, defende. Caso a reforma da Previdência seja aprovada, argumenta, a reforma tributária tem de começar a caminhar no dia seguinte para que, finalmente, o Brasil possa começar a atacar os problemas que afetam a produtividade da economia nacional. (O Estado de S.Paulo)

 

GOVERNO FEDERAL: Presidente adia reunião sobre preço de combustíveis

Marcada para esta segunda-feira (04/06), a reunião do Grupo de Trabalho composto por técnicos dos ministérios da Fazenda e de Minas e Energia (MME), além da Agência Nacional do Petróleo (ANP), foi adiada e ainda não tem uma nova data para ocorrer. A iniciativa foi anunciada na sexta-feira (01/06) pelo MME. Na ocasião o ministério informou, por meio de nota oficial, que a reunião buscaria criar uma "política de amortecimento dos preços dos combustíveis ao consumidor".

Determinação - A suspensão da reunião foi determinada pelo presidente Michel Temer, segundo apurou a Agência Brasil. Temer considerou inoportuno e indelicado o governo discutir eventuais mudanças nos prazos de reajustes de preços da gasolina e demais combustíveis, no momento em que o novo presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, mal assumiu o cargo.  

Estudos - O presidente Temer orientou seus auxiliares a conduzir os estudos internamente e compartilhá-los mais tarde com a Petrobras, antes de anunciar publicamente qualquer intenção ou proposta. A ordem no Palácio no Planalto é que se consolidem primeiramente a redução efetiva do preço do diesel nas bombas em todo o país e, em seguida, as medidas legais para compensação do desconto de R$ 0,46 por litro, antes de se iniciar o debate sobre a gasolina e gás.

Política de preços - Segundo o MME, a iniciativa não tocaria na política de preços da Petrobrás. Uma das possibilidades seria repassar as variações nos preços da gasolina mensalmente, em vez de acompanhar diariamente as variações do mercado.

Prática - "Essa política de proteção terá que preservar a atual prática de preços de mercado para o produtor e importador, o que é tido pela atual administração como um ponto fundamental para a atração de investimentos para o setor. Vai trazer previsibilidade e segurança ao consumidor e ao investidor", sustentou o MME na última sexta-feira.

Grupo de trabalho - Ainda segundo o Ministério de Minas e Energia, seria formado um Grupo de Trabalho para ouvir especialistas sobre o assunto a fim de “ajudar a construir uma solução que permita, por um lado, a continuidade da prática de preços livres ao produtor/importador e, por outro, o amortecimento dos preços ao consumidor.” (Agência Brasil)

IBGE: Indústria brasileira cresce 0,8% de março para abril

industria 05 06 2018

A produção industrial brasileira teve um crescimento de 0,8% de março para abril deste ano, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada nesta terça-feira (05/06), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta veio depois de uma queda de 0,1% em março.

 

Comparação - Na comparação com abril de 2017, a indústria cresceu 8,9%, sua 12ª alta consecutiva e a mais acentuada desde abril de 2013 (9,8%).

 

Produção - A produção industrial também acumula altas de 4,5% no ano e de 3,9% em 12 meses. No acumulado de 12 meses, a indústria teve o maior desempenho desde maio de 2011 (4,5%).

 

Passagem - Na passagem de março para abril, as quatro grandes categorias econômicas tiveram alta, com destaque para os bens de consumo duráveis (2,8%). Os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos, tiveram crescimento de 1,4%.

 

Bens de consumo - Os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados do setor produtivo, anotaram aumento de 1%. Os bens de consumo semi e não duráveis avançaram 0,5%.

 

Ramos - Metade dos 26 ramos industriais pesquisados teve alta na produção, entre eles, os segmentos de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (5,2%), veículos automotores, reboques e carrocerias (4,7%), produtos alimentícios (1,4%) e outros equipamentos de transporte (14%).

 

Redução - Por outro lado, onze ramos reduziram a produção em abril. Os principais responsáveis por frear o crescimento da indústria foram os setores de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-7,3%), máquinas e equipamentos (-3,1%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-4%) e produtos de borracha e de material plástico (-2%). (Agência Brasil)

CÂMARA DOS DEPUTADOS: Comissão de Educação vai debater legislação da aprendizagem profissional

A proposta (PL 10.088/18) que atualiza a legislação da aprendizagem profissional vai ser debatida nesta quinta-feira (07/06) em audiência pública na Comissão de Educação requerida pelos deputados Izalci Lucas (PSDB-DF) e Caio Narcio (PSDB-MG).

Nem-Nem - Para Izalci Lucas, o incremento do programa de aprendizagem profissional pode reduzir a população de jovens Nem-Nem, termo usado para designar os jovens de 16 a 24 anos que não trabalham nem estudam. Estima-se que haja 6,6, milhões de pessoas nessa condição.

Legislação brasileira - Caio Narcio lembra que a legislação brasileira prevê que a empresa deve ter de 5% a 15% das vagas reservadas para os aprendizes mas, segundo o IPEA, de janeiro a setembro de 2017, apenas 1/3 das vagas foi preenchido.

Dois momentos - O debate será feito em dois momentos. Para compor a Mesa 1, foram convidados a secretária da Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec), Eline Neves Braga Nascimento; o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi; o diretor do Departamento de Políticas de Empregabilidade do Ministério do Trabalho (MT), Higino Brito Vieira; a procuradora do Trabalho da 1ª Região, Dulce Martini Torzeci; a gerente socioeducativo e pastoral do Centro Salesiano do Adolescente (Cesam-DF), Tatiana Augusto Furtado Gomes; e o gerente de Assuntos Institucionais e Corporativos do Centro de Integração Empresa Escola (Ciee), Ricardo Melantonio.

Mesa 2 - Para a Mesa 2 foram convidados: Eduardo Deschamps, presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE); Álvaro Moreira Domingues Junior, presidente do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação (FNCEE); Antonio Idilvan de Lima Alencar, presidente do Conselho Nacional de Secretários da Educação (Consed); Roberto Gil Rodrigues Almeida, presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif); Antônio Alves Mendonça Junior, coordenador Nacional da Aprendizagem (Sit/MTb); Patrícia Sanfelice, procuradora do Trabalho, representando a Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do Trabalho da Criança e do Adolescente (Coordinfância/MPT); e João Bittar Neto, representante das Entidades Sem Fins Lucrativos no Fórum Nacional da Aprendizagem Profissional (FNAP).

Horário e local - A audiência pública está marcada para as 9h30, no plenário 10. (Agência Câmara)

RELAÇÕES EXTERNAS: Paraná e Argentina reforçam interesse em ampliar intercâmbio

relacoes externas 05 06 2018A governadora Cida Borghetti recebeu nesta segunda-feira (04/06), no Palácio Iguaçu, em Curitiba, o embaixador da Argentina no Brasil, Carlos Magariños. Cida destacou a oportunidade para discutir estratégias para fomentar o intercâmbio comercial e cultural do Paraná com o país vizinho. O chefe da sessão comercial da Embaixada da Argentina no Brasil, ministro Javier Dufourtquet, e o cônsul da Argentina em Curitiba, Pedro Ezequiel Marotta, participaram do encontro.

Diálogo - Para a governadora, é essencial manter o diálogo e trabalhar em conjunto. “Temos interesse em fortalecer cada vez mais as relações com a Argentina, um importante mercado, e atuar para ampliar o envio dos produtos paranaenses e argentinos para outros países”, afirmou Cida.

Principal parceiro - O embaixador Carlos Magariños lembrou que, entre os estados brasileiros, o Paraná é o principal parceiro comercial da Argentina. “Entre a Argentina e o Paraná são movimentados cerca de US$ 3 bilhões por ano, sendo 75% do setor automotivo”, informou o embaixador, Carlos Magariños.

Câmara de comércio - Para estimular negócios no setor da agroindústria e fomentar ainda mais o intercâmbio, empresários dos dois países estão formando uma câmara de comércio em Curitiba. “São 30 anos de cooperação entre a Argentina e o Paraná e precisamos desenvolver novas estratégias e novos produtos”, afirmou o embaixador.

Objetivo - “A câmara de comércio tem o objetivo de fortalecer e trabalhar mais a favor das pequenas e médias empresas do setor agroindustrial e, sobretudo, conseguir que empresas brasileiras e argentinas trabalhem juntas para conquistar novos mercados”, disse Magariños.

Fomento - A governadora também destacou a instalação da câmara de comércio como meio de fomentar o intercâmbio. “Essa união de esforços faz toda a diferença. O Paraná é 60% movido pelo agronegócio e podemos ampliar ainda mais a parceria nesse setor”, disse a governadora. (Agência de Notícias do Paraná)

 

METEOROLOGIA: Massa de ar polar vai quase zerar as temperaturas no Paraná nesta semana

meteorologia 05 06 2018O frio que chegou a Curitiba e demais regiões do Paraná deve aumentar ainda mais ao longo da semana. A massa de ar polar que atinge o estado provoca uma queda brusca nos termômetros já a partir desta quarta-feira (06/06). No Sul, nas cidades de Rio Negro, União da Vitória, Pato Branco e regiões do entorno as mínimas devem variar entre 1°C e 2°C neste dia. Para piorar, um frio mais intenso ainda deve chegar no sábado (10/06), quando os termômetros chegam muito perto de 0°C nessas regiões. As informações são do Instituto Simepar.

Curitiba - Em Curitiba, embora a queda nas temperaturas seja menor, vai fazer mais frio do que está. Nesta terça-feira (05/06), além da chuva prevista, a temperatura mínima na capital deve ser de 10°C, com a máxima chegando a apenas 13°C. Na quarta, a mínima prevista já é de 8°C. A boa notícia é que a chuva que ainda predomina na terça por causa da umidade vinda do Centro-Oeste do Brasil, dará uma trégua na quarta e o tempo deve seguir seco pelo menos até o domingo (10/06).

Continuidade - “A queda nas temperaturas começa na quarta, mas o clima deve seguir mais frio na quinta, sexta e sábado. Embora esfrie em Curitiba, a incidência da massa de ar polar é maior no Sul do Paraná”, explica o meteorologista Lizandro Oliveira Jacóbsen, do Simepar. De acordo com o Jacóbsen, a quinta-feira (07/06) e a sexta-feira (08/06) devem registrar temperaturas entre 6°C e 7°C no Sul do estado, mas, no sábado, deve haver uma nova queda brusca. “Não devemos ter registros abaixo de 0°C, mas é possível que os termômetros se aproximem disso”, afirma o meteorologista.

Geadas fracas - Com as baixas temperaturas, há alerta de formação de geadas fracas no Sul do Paraná a partir de quarta, ao longo da divisa com Santa Catarina. Em Curitiba não há essa previsão. No entanto, segundo o Simepar, a chuva deve retornar à capital após a onda de frio. Caso a previsão se confirme, pode voltar a chover no domingo (11/06). (Gazeta do Povo)

 

OPINIÃO: Na produção de carnes, Made in Brazil é sinônimo de ambientalmente correto

opiniao 05 06 2018* Tatiana Palermo

A moda da ‘produção local’, se depender de insumos importados, é um tiro no pé do meio ambiente. Seria interessante abrirmos um debate internacional sobre a sustentabilidade na cadeia de produção de proteínas animais. A produção no Brasil e posterior exportação da proteína animal poderia reduzir em até 20 vezes o volume de carga transportado, quando comparado com a exportação de grãos para a produção da proteína no país importador.

Em 2010, a União Nacional dos Produtores Rurais dos Estados Unidos e a ONG norte-americada, “Avoided Deforestation Partners” (“Parceiros para Prevenção de Desmatamento”) encomendaram um relatório chamado “Farms here, forests there” (“Fazendas aqui, florestas lá”). O relatório dizia que a expansão da produção agrícola e pecuária nos países como o Brasil, a Argentina, a Indonésia e a Malásia levou ao aumento do desmatamento e contribuiu para o fortalecimento desses países como concorrentes dos Estados Unidos na exportação de produtos agropecuários.

Usando argumentos ambientais completamente desconectados da realidade, os norte-americanos sugeriam concentrar a produção agropecuária nos Estados Unidos para preservar as florestas no Brasil e em outros países produtores. Assim, o desenvolvimento – e com ele, o resultado econômico – ficaria nos EUA e a preservação do meio ambiente na América do Sul e na Ásia. Que ideia criativa!

Primeiramente, vale esclarecer que a produção agropecuária do Brasil é alocada fora de áreas protegidas. Temos uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, que faz com que a maior parte do território do país seja preservado.

Evaristo de Miranda, Chefe Geral da Embrapa Monitoramento por Satélite, escreveu, no jornal Estado de São Paulo, em junho de 2017, o seguinte: “Grande produtor de alimentos, energia e fibras, o Brasil é uma potência em preservação ambiental, com mais de 66% de seu território recoberto por vegetação nativa. E esse número sobe para quase 75% quando agregadas as áreas de pastagem nativa do Pantanal, do Pampa, da Caatinga e dos Cerrados.”

São mais fascinantes ainda os dados da Embrapa que mostram que a nossa agricultura, apesar de ser uma das maiores do mundo, ocupa parte muito pequena do território nacional. Toda a produção de grãos, fibras, sucroalcooleira e florestal é localizada em somente 9% do País. E há cerca de 115 milhões de hectares de terras cultiváveis para expandir a produção agrícola de forma legal e sustentável, sem agredir o meio ambiente.

Com isso, o Brasil tem a maior reserva global de terras cultiváveis e tem toda a capacidade de produzir mais alimentos para a população mundial. Na agricultura, estamos entre os líderes na chamada “produtividade total dos fatores”, que é uma medida de eficiência econômica. Além disso, temos condições climáticas e de recursos naturais bastante favoráveis.

Nesse sentido, vale a pena refletir um pouco mais sobre a lógica do fornecimento global de alimentos. Não estou me referindo à afirmação categórica, ideologizada e preconceituosa: “fazendas aqui, florestas lá”, mas sugiro discutirmos a questão de sustentabilidade da produção agropecuária mundial.

Exportar grãos para produzir carnes na Europa e na Ásia

Um amigo, empresário holandês, comentou recentemente com muita indignação: “A Holanda está comprando soja do Brasil para alimentar seu gado e frangos, poluindo e piorando os problemas de meio ambiente nos dois países. Isso me deixa triste. Não faz sentido criar milhões de vacas aqui, importando ração e exportando carne”.

O que ele quer dizer com isso? Que a soja atravessa o Oceano Atlântico para chegar na Holanda e produzir carne lá, ao invés de otimizar os custos e a logística e evitar desperdícios, produzindo a proteína animal aqui no Brasil.

Dados de um estudo da Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation, de Austrália, publicados pela revista The Economist em dezembro de 2013, mostram a proporção de grãos, usados na ração, para produzir um quilo de carne.

Por exemplo, para produzir um quilo de carne de frango ou de porco, é preciso de dois ou três quilos de grãos. No caso da carne de ovinos, a proporção é de quatro a mais de seis quilos de grãos para produzir um quilo de carne. E no caso dos bovinos, essa proporção começa com 5kg e pode chegar até 20kg para um quilo de carne. Então, os países importadores precisam até 20 vezes mais grãos para produzir um quilo de proteína animal nos seus países.

Milho e soja são os grãos mais usados na alimentação animal para a produção de carnes, leite e peixes. Na safra 2018/19, as exportações mundiais de soja devem totalizar 161,8 milhões de toneladas. O Brasil deve exportar 45% desse volume e os EUA, 39%, juntos responsáveis por 84% do fornecimento global.

Essa soja vai atravessar oceanos e mares para chegar nos dois maiores importadores: China (65% do volume total importado) e União Europeia (9% do total).

No caso do milho, o volume total exportado na safra 2018/19 deve chegar a 157,6 milhões de toneladas. Os EUA são responsáveis por 33% desse total, Brasil por 20% e Argentina por 17%. Os maiores compradores do milho são México, União Europeia, Vietnã, Japão, Egito e Irão, responsáveis juntos por 52% das importações mundiais.

Será que faz sentido a produção de proteína animal em grande escala nos países importadores de cereais e grãos? Ou as Américas poderiam ser responsáveis por uma fatia maior da produção de carnes, leite e peixes, fornecendo assim um produto já pronto, ao invés de exportar os grãos? Economizando em até 20 vezes o volume das cargas transportadas, queimando menos combustíveis fósseis e agredindo menos o meio ambiente?

A moda da ‘produção local’

Hoje, as cadeias de produção, inclusive de proteína animal, são tomadas pelo movimento de localização. Os italianos preferem comprar “prodotto original” e “fatto in Italia”, os franceses gostam de “fabrication française”, e assim por diante. Esses produtos recebem destaque nas prateleiras de supermercados e, por consequência, são preferidos pelos consumidores nacionais.

Restaurantes da moda e personalidades de sucesso advogam o consumo de produtos de produção local, alegando que ao comprar de produtores da própria região estaríamos mitigando os danos ao ambiente decorrente do transporte por longas distâncias. Mas, se esses produtores precisam que seus insumos viajem longas distâncias, será que isso realmente é benéfico?

Além das preocupações com a eficiência na produção de grãos e de proteínas animais em partes diferentes do mundo, há mais um fator que pesa quando falamos de sustentabilidade. É a poluição gerada com o transporte marítimo.

Conforme publicado recentemente pelo veículo digital britânico iNews UK, um único navio cargueiro de grande porte pode produzir o mesmo volume de poluição com enxofre que 50 milhões de carros de passageiros. A emissão de poluentes produzida por 15 navios gigantes é equivalente à poluição de todos os carros do mundo.

Especialistas estimam que cerca de 3% de todos os gases de efeito estufa do Planeta são gerados pela frota da marinha mercante. Dessa frota total de mais de 50 mil navios, cerca de 11 mil são de carga a granel, e cerca de 10% desses últimos são usados para o transporte de grãos.

Apesar das inovações tecnológicas e de várias medidas tomadas para reduzir a poluição dos navios, a preocupação com a contaminação ambiental pelo transporte marítimo persiste.

Assim, seria interessante abrirmos um debate internacional sobre a sustentabilidade na cadeia de produção de proteínas animais. A produção no Brasil e posterior exportação da proteína animal poderia reduzir em até 20 vezes o volume de carga transportado, quando comparado com a exportação de grãos para a produção da proteína no país importador.

É de interesse da população global otimizar a produção e preservar o nosso Planeta. Apesar de um grande apelo que os produtos produzidos localmente têm, é de extrema importância que pensemos no futuro e no bem-estar da população mundial. O Brasil poderia assumir protagonismo nesse debate.

*Tatiana Palermo é Mestre em Direito Empresarial Internacional e expert em gestão estratégica com bem-sucedida carreira de mais de 20 anos na área de comércio. Foi secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (2015-2016). Artigo publicado no portal do jornal Gazeta do Povo

 


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