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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4341 | 04 de Junho de 2018

PARALISAÇÃO: Em entrevista, presidente da Ocepar fala sobre a mobilização para assegurar abastecimento

paralisacao 04 06 2018Os detalhes da mobilização realizada na semana passada pela Ocepar para garantir o abastecimento de supermercados de Curitiba, em virtude da paralisação dos caminhoneiros, foram repassados pelo presidente da entidade, José Roberto Ricken, ao jornalista José Wille, no sábado (02/06), durante o programa Band Entrevista, transmitido pela TV Band Curitiba. De acordo com Ricken, o movimento paredista, que se prolongou por 11 dias, afetando o trabalho de cooperativas e cooperados, causou prejuízo de mais de R$ 1 bilhão ao cooperativismo paranaense. “É uma perda real que não se recupera mais”, ressaltou Ricken. Esse dano foi provocado pela interrupção das atividades em 25 agroindústrias que atuam com lácteos, carnes, grãos, açúcar e álcool e fertilizantes. Diariamente, nove plantas deixaram de abater 2,3 milhões de cabeças de aves, quatro deixaram de abater 12,7 mil cabeças de suínos, duas deixaram de abater 180 mil tilápias e seis agroindústrias deixaram de processar 3 milhões de litros por dia.

Abastecimento – Ainda de acordo com o presidente da Ocepar, na medida em que a paralisação se estendia, aumentava a preocupação do setor com o desabastecimento da população, o que motivou a entidade a organizar comboios de caminhões que se deslocaram do interior do Paraná até Curitiba, a partir de quarta-feira passada (30/05), escoltados pela Polícia Militar e Defesa Civil, com gêneros alimentícios, como café, leite, óleo de soja, farinha de trigo, entre outros itens produzidos pelas cooperativas. “Foi um momento de muita dificuldade, mas acho que nós chegamos a um bom termo e o grande ganhador foi a população, que agora tem garantido o seu abastecimento, ainda que não totalmente. Nós tínhamos condições de contribuir com isso. A missão da cooperativa é organizar economicamente as pessoas para que elas tenham mais renda e a sua comunidade cresça. Então, nós temos um compromisso muito grande com a comunidade”, destacou.

Ação conjunta – Ricken afirmou que a iniciativa foi resultado de uma ação integrada com as demais entidades que integram o G7, grupo formado pelas principais federações representativas do setor produtivo, Fiep, Faep, Fecomércio, Faciap, Fetranspar e ACP, com o Governo do Estado do Paraná e Defesa Civil.

Outros temas – Na entrevista, que durou pouco mais de 20 minutos, o presidente da Ocepar também tratou de temas como preço do combustível, eleições, investimento realizado pela entidade em formação profissional, entre outros.

Clique aqui para conferir na íntegra a entrevista

 

FRÍSIA: Tecnologia para gestão e processamento remoto de dados são destaques na 2ª Digital Agro

frisia 04 06 2018A segunda edição da Digital Agro contará com a presença de empresas que investem em soluções inovadoras que buscam ampliar a produtividade, reduzir os custos e auxiliar nas atividades do produtor rural. Como o agronegócio precisa cada vez mais de qualidade e quantidade de produção com reduzido aumento de área, os expositores vão apresentar softwares e aplicativos que atendam aos desafios para os próximos anos. A feira é realizada pela Frísia Cooperativa Agroindustrial e tem a organização técnica da Fundação ABC.

Plataforma de crédito - Com 16 anos de experiência, a consultoria Agrosecurity, que é a gestora da plataforma de crédito Agrometrika, já utilizada por bancos, indústria de insumos e seus distribuidores, lança na Digital Agro o aplicativo Agrodocs, que permite organizar e unificar informações relacionadas às áreas de crédito, vendas e jurídicas das empresas do agronegócio. Com o aplicativo, integrado à plataforma Agrometrika, questões burocráticas e dispendiosas – como a emissão e acompanhamento do registro em cartório, custódia de documentos, conferência de garantias oferecidas como lastro, coleta de assinaturas, entre outros – são agilizadas e se tornam acessíveis aos gestores criando um ambiente de governança documental. “Na área de crédito rural, a documentação é muito específica e complexa. A organização de documentos e informações por meio desta plataforma cria um processo de gestão documental e o coloca em um formato mais corporativo. Todo e qualquer histórico das operações fica no sistema, à disposição da empresa”, explica Fernando Lobo Pimentel, sócio-diretor da Agrosecurity.

Pioneira em tecnologia - Uma das pioneiras em tecnologia da informação no Brasil, no mercado desde 1995, a Agro1 irá apresentar na Digital Agro o Agrogestão – software para agricultores e sementeiras, que proporciona controle, qualidade e segurança nas suas atividades operacionais e gerenciais. O Agrogestão organiza e integra processos para otimizar o tempo do gestor, atende a todas as fases do ciclo produtivo e operacional de uma empresa e/ou propriedade rural. Apresentará também a plataforma AQILA, que permite ao agricultor monitorar de forma remota e a qualquer tempo os itens essenciais da lavoura, garantindo o acesso pelo aplicativo Mobile e pelo Painel Web. O aplicativo é fruto de mais de 30 anos de experiência em consultoria e serviços prestados na agricultura pelo Grupo Agros e atua na integração entre a informação gerada no campo e as inúmeras necessidades de gestão da lavoura.

Palma da mão - Além de soluções gerenciais, a Digital Agro terá a presença de uma das principais empresas de maquinários agrícolas do país. A Stara, fundada por holandeses na década de 1960 em Não-Me-Toque (RS), apresentará sua Telemetria aos visitantes da feira. O sistema leva ao agricultor informações em tempo real sobre taxas de aplicação em plantio, pulverização, temperatura dos motores eletrônicos das máquinas da marca e desempenho de produtividade no campo.

Acesso - A Telemetria Stara está acessível em qualquer dispositivo, móvel ou não, vinculado à internet, ou seja, PCs, smartphones ou tablets. O produto tem tecnologia 100% nacional, testada e produzida no país, assim como o Topper 5500, controlador que reúne o que há de mais moderno no gerenciamento de informações para agricultura de precisão.

Diferencial - Outro diferencial dessa tecnologia é a plataforma conectável, que interliga as informações em tempo real geradas pelo Topper 5500 e armazenadas na nuvem com as plataformas de gestão da propriedade, gerando dados importantes para auxiliar o produtor na tomada de decisão, de forma simples e confiável.

Bovinocultura - O Parque de Exposições Frísia, onde ocorrerá a Digital Agro, está em Carambeí (PR), no coração da mais produtiva bacia leiteira do Brasil. Para atender ao segmento, a startup gaúcha Cowmed apresentará sua tecnologia de monitoramento de conforto e bem-estar animal, capaz de acompanhar e avaliar a nutrição, a saúde e a reprodução das vacas.

Sentimentos e comportamentos - Com a tecnologia é possível compreender sentimentos e comportamentos da vaca, se a dieta está adequada, se o animal está desenvolvendo alguma doença ou até mesmo se ele está no cio. As informações são coletadas por uma coleira que o animal utiliza. Esses dados são transferidos pela nuvem e avaliados por uma equipe de zootecnistas, agrônomos e médicos veterinários que moderam os alertas e se comunicam com a propriedade diariamente enviando relatórios. O sistema é acessível e com interface voltada ao usuário, onde o produtor ou técnico possui um login no sistema e acessa via site, pelo celular, tablet ou computador, alertas e dados de cada animal, 24h por dia, assim é possível analisar e promover, se necessário, mudanças nos cuidados com o animal.

Opinião - “A Cowmed é a opinião da vaca na propriedade. Eu brinco que o nosso negócio é traduzir os desejos e as necessidades da vaca para que o produtor e o técnico da propriedade possam atendê-la da melhor maneira possível. Nossos clientes comentam que as vacas que são ‘ouvidas’ ficam mais felizes e a resposta delas se dá pelo aumento da produtividade e da qualidade no leite”, afirma Thiago Martins, diretor-executivo da Cowmed.

Profissionalização - Para o superintendente da Frísia Cooperativa Agroindustrial, Emerson Moura, as inovações apresentadas na Digital Agro garantem a profissionalização necessária das propriedades rurais. “A tendência, que já está acontecendo, é o produtor ser mais gestor, tendo a visão macro dos custos, desafios, produtividade e ganhos. Tudo isso em um aparelho celular, independentemente de onde esteja. É esse caminho que queremos mostrar com a Digital Agro”, destaca.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

DIGITAL AGRO

13 e 14 de junho (quarta e quinta)

Parque de Exposições Frísia, anexo ao Parque Histórico

Carambeí (PR), distante 140 km de Curitiba

www.digitalagro.com.br

 

UNIPRIME ALLIANCE: Francisco Beltrão ganha agência modelo

Toda a estrutura de uma grande instituição financeira, aliada ao requinte, conforto, respeito ao meio ambiente e atendimento personalizado. Assim é a nova agência que a Uniprime Alliance, cooperativa de crédito com forte presença no segmento de saúde, profissionais liberais e empresários, acaba de entregar aos seus cooperados de Francisco Beltrão (PR) e municípios próximos.

Presença - A inauguração, na noite deste dia 30, mobilizou a região, com a presença maciça de cooperados, e autoridades como o prefeito Cleber Fontana, Gustavo Vicenzi, presidente da Associação Médica, Marcos Ventura, presidente da ABO, Wemilda Marta Fregonese Feltrin, presidente da Unimed, Marcos Aurélio Guerra presidente da associação comercial, entre outros.

Uma cooperativa prime - A Uniprime Alliance nasceu como braço de apoio ao setor de saúde (médicos, odontólogos, profissionais e empresas desta área) e ao longo do tempo proporcionou a outros profissionais a oportunidade de integrarem ao seu quadro social, dentre eles: empresas e seus empresários, profissionais liberais, como: arquitetos, engenheiros e contabilistas.

Atendimento personalizado - Este modelo de cooperativismo, especializado em segmentos e focado em suas demandas potenciais, permite um atendimento personalizado, que multiplica resultados. A começar pelos menores custos, taxas e pelo volume recorde de sobras devolvidas por esta cooperativa, ao final de cada ano.

Números - Com 5 agências em Cascavel, Francisco Beltrão e Foz, integrada por mais de 5 mil cooperados, apresenta números surpreendentes em performance e resultados. No ano de 2017, a Uniprime Alliance gerou R$ 14,9 milhões de reais em resultados, destes R$ 12,7 milhões foram creditados aos seus seletos cooperados. Os depósitos à vista cresceram 34,41% entre dezembro de 2016 e dezembro de 2017. Os depósitos a prazo, aumentaram 41% e as operações de crédito foram ampliadas em 19,46%. Encerrando o ano com mais de 506 milhões de reais em ativos totais.

Espaço nobre é do cooperado - Em seu pronunciamento, o presidente do Conselho de Administração, Hirofumi Uyeda lembrou que a Uniprime Alliance é hoje, uma das cem maiores cooperativas de crédito em um universo composto mais de mil, administra mais de meio bilhão de reais em ativos e tem classificação de risco nível A, considerada grau de investimento, atestando a segurança e alta capacidade de resistência as mudanças de cenário econômico.

Relações interpessoais - Segundo ele, a Uniprime valoriza as relações interpessoais, unindo o desenvolvimento econômico ao bem-estar social e sustentabilidade ambiental. "A área mais nobre de nossas agências é o chamado "Espaço do Cooperado", em torno do qual todas as outras estruturas estão dispostas, para servirem ao cooperado. Esta concepção serve de permanente alerta para que não nos esqueçamos nunca, o motivo pelo qual a Uniprime Alliance existe, que é o de servir ao cooperado", disse. Além de uma estrutura moderna que prioriza o conforto, a agência possui estacionamento privativo, aspectos integrantes do elevado padrão de qualidade de atendimento oferecidos aos cooperados.

Muito maior, mais forte Já o diretor da Uniprime em Francisco Beltrão, Aramis Karam de Araújo lembrou e enalteceu a iniciativa tomada pelos médicos-fundadores há 21 anos que "acreditaram na força da cooperação mútua e dedicaram seu tempo, seu conhecimento e sua credibilidade, inicialmente sem receber honorários, como foi o caso da nossa primeira diretoria e conselheiros fundadores".

Integração - Karam também elogiou o processo de integração entre as Cooperativas Uniprime Oeste e Uniprime Francisco Beltrão, que resultou na Uniprime Alliance, segundo ele, "muito maior, mais forte, mais resistente e mais moderna".

Novos horizontes - O diretor administrativo da Uniprime Central, Carlos Puppi Busetti Mori, representando o presidente Álvaro Jabur, cumprimentou todos os cooperados de Francisco Beltrão e diretoria, pela conquista. "Esta agência materializa um sonho e abre novos horizontes à expansão da Uniprime Alliance", disse.

Homenagem aos fundadores - Ainda durante a inauguração, a diretoria da Uniprime Alliance reservou espaço nobre para homenagem aos sócios-fundadores da Uniprime em Francisco Beltrão, que idealizaram a cooperativa. São eles: Maurício Alves, Manoel José de Araújo (in memoriam), Vera Lúcia da Silva Wulff, Eduardo Ktasusi Toshimitsu, Arlindo Antonio Serena, Páscoa Baptisti Minussi, Paulo Roberto Silochi, Valdir Spada, Edemir João Cavalli, Marcelo Luiz Kureski, Claudine José Pontes Cambra (in memoriam), Gabriel Radtke Ascari, José Bortolas Neto, Antonio Lúcio Duarte, Redemir Goya, Jailto Luiz Biguelini, Ivo Baldo, Kits Abdalla (in memoriam), Antonio Vilmar Pereira Alves, Aryzone Mendes de Araújo e Aramis Karam de Araújo. (Imprensa Uniprime Alliance)

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SICREDI: Programa A União Faz A Vida beneficia mais de 229 mil alunos

 

sicredi 04 06 2018Em 2017, a principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi – instituição financeira cooperativa com 3,7 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal –, o “Programa A União Faz a Vida” (http://www.auniaofazavida.com.br/), completou 22 anos e ampliou o número de municípios. Tem como objetivo construir e vivenciar atitudes e valores de cooperação e cidadania, por meio de práticas de educação cooperativa, contribuindo para a educação integral de crianças e adolescentes.

 

Mobilização - Ano passado, 53% das cooperativas de crédito filiadas ao Sicredi – são 116 no total – desenvolvem o “Programa A União Faz a Vida”, em sete estados, contribuindo para o desenvolvimento local e gerando valor para os municípios onde atua o Sicredi. No ano passado, o Programa mobilizou mais de 21 mil professores, 229 mil alunos, em 1.485 escolas, de 292 municípios participantes.

 

Relatório - Mais informações podem ser conferidas no Relatório de Sustentabilidade 2017, disponível em http://relatoweb.com.br/sicredi/relatorio2017/.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI FRONTEIRAS: Conselheiros e coordenadores de núcleo concluem Programa de Certificação

 

Conselheiros e coordenadores de núcleo da Cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP dos estados do Paraná e de Santa Catarina, receberam o certificado de conclusão do Programa de Certificação de Conselheiros Cooperativos, uma iniciativa do Sescoop/PR em parceria com o Instituto Superior de Administração e Economia do Mercosul (Isae). A formatura foi no dia 25 de maio na cidade de Capanema, no Sudoeste do Paraná, onde as aulas foram ministradas.

 

O curso - O curso começou em agosto do ano passado e seguiu até o dia 22 de maio deste ano. No total, 34 pessoas – 09 conselheiros e 25 coordenadores de núcleos – receberam a formação. Foram nove módulos de formação em diferentes temáticas relacionadas ao cooperativismo e liderança cooperativa.

 

Organização - Toda a formação foi organizada pelo Isae, que selecionou os professores para as aulas, que somaram uma carga horária de 144 horas.

 

Comemoração - A formatura teve o objetivo de promover uma comemoração, além da entrega dos certificados aos conselheiros e coordenadores de núcleo que concluíram o curso. A solenidade contou com a presença do presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, José Cesar Wunsch, da coordenadora de Relacionamento Comercial do Isae, Daniele Hernandes, da diretora executiva da cooperativa, Adriana Conceição Barros Mêes, do diretor de negócios José Carlos Steffen e o diretor de operações Fábio Júnior Câmera.

 

Agradecimento - Além da entrega dos certificados, houve também uma fala de agradecimento aos participantes, um discurso por parte dos concluintes e a apresentação do trabalho de conclusão da formação. Após a solenidade, os formados e seus familiares participaram de um jantar para celebrar todos os momentos vividos durante os meses de formação.

 

Curso de capacitação - Essa foi a segunda edição do Programa de Certificação de Conselheiros Cooperativos, oferecido na Cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP. A primeira foi no ano de 2014, o principal objetivo foi oferecer subsídios para que os conselheiros e líderes das cooperativas pudessem contribuir ainda mais com a cooperativa e a sua comunidade.

 

Participação - Essa edição teve a participação dos líderes do Paraná e de Santa Catarina, mas uma nova edição da capacitação deve ser organizada em breve no estado de São Paulo. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SP)

 

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SICOOB NOROESTE DO PR: Cooperado de Nova Londrina recebe premiação do Seguro Família Tranquila

 

sicoob noroeste pr 04 06 2018O cooperado do Sicoob Noroeste do PR em Nova Londrina (PR), André Carlos Antônio, foi o segundo contemplado no Seguro Família Tranquila, benefício oferecido gratuitamente para todos os associados e que sorteia prêmios mensais de R$ 5 mil em dinheiro. André, que é morador de Marilena, recebeu o prêmio durante reunião no último dia 16, com a presença de autoridades e lideranças. 

 

Oferta - O presidente do Sicoob Noroeste do PR, Rafael Benjamin Cargnin Filho, participou da entrega e destacou o trabalho constante da singular para oferecer cada vez mais produtos e serviços aos cooperados. “O Seguro Família Tranquila é um seguro de vida totalmente gratuito e que auxilia o associado quando ele mais precisa”, disse.

 

Comunidade - Já o diretor administrativo e financeiro da cooperativa, Celso Chaparro, falou da importância de atuar junto da comunidade, oferecendo um portfólio com opções diferenciadas. Participaram ainda o gerente de produtos e serviços, Nelson Kikuchi, e a gerente do PA de Nova Londrina, Rosana Ribeiro Rufino, além de autoridades como os prefeitos de Nova Londrina, Otávio Henrique Grendene Bono, e de Alto Paraná, Altamiro Pereira Santana; delegados da singular em Nova Londrina, Leandro Mella de Lacerda e Hugo Veit; presidente da Cooperativa Agroindustrial do Noroeste Paranaense (Copagra), Jonas Kondo; e o padre de Marilena, Rivaldo Francisco Brandão.

 

Como funciona - Fruto de uma parceria entre o Sicoob e a Sancor Seguros, o Família Tranquila não tem custo e oferece aos cooperados do Sicoob Noroeste do PR cobertura exclusiva em caso de morte ou invalidez permanente total. Também está incluso auxílio em despesas funerais para o titular e o cônjuge de até R$ 3 mil e de até R$ 1.500 para filhos.

 

Prêmios mensais - Além dos benefícios, o Família Tranquila sorteia prêmios mensais de R$ 5 mil. No mês de março, o cooperado Eduardo Faccin, de Presidente Castelo Branco, foi o contemplado. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB COOESA: Ação com crianças de Belém encerrou participação na Semana de Educação Financeira

 

sicoob cooesa 04 06 2018Com o encerramento das atividades da 5ª Semana Nacional de Educação Financeira, voluntários do Sicoob Cooesa realizaram, na manhã do dia 19 de maio, uma ação sobre educação financeira com as crianças e adolescentes do Projeto Cooperativa Mirim, no Espaço Cultural Nossa Biblioteca, no Bairro do Guamá, em Belém (PA).

 

Palestra - Uma palestra ministrada pelo voluntário Haelton Souza trouxe orientações sobre a importância de poupar e gerir os próprios recursos desde cedo. Cada participante levou para casa um cofrinho, que vai ajudar a colocar em prática tudo o que foi aprendido.

 

Oficina - A ação também teve uma oficina de artesanato com material reciclado, orientada pelas voluntárias Marcela Silva e Giselle Costa, partidas de jogos cooperativos e um bazar de roupas, promovido pelos integrantes da Cooperativa Mirim Flor do Norte com o objetivo de arrecadar fundos para desenvolver o objeto de aprendizagem. A Cooperativa Mirim Primeira do Norte também participou do evento, com uma exposição dos itens de artesanato já produzidos pelas crianças. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

UNIMED: Primeiro lugar no Top of Wellness nas áreas de saúde e bem-estar

 

unimed 04 06 2018A marca Unimed venceu na categoria planos de saúde o Top of Wellness, levantamento conduzido pelo Grupo Abril em parceria com a consultoria MindMiners. A pesquisa elencou as marcas favoritas dos consumidores em 29 categorias nas áreas de saúde e bem-estar, como hospitais e academias, empresas de alimentação, indústria farmacêutica e higiene pessoal.

 

Conquista - “A premiação representa mais uma conquista para o Sistema Unimed e serve como uma prova de que estamos no caminho certo quando falamos na relação da marca com o público em geral. Um dos nossos objetivos é sermos referência no atendimento dos nossos beneficiários e no cenário da saúde suplementar, por isso fazemos questão de ouvir a opinião de clientes e colaboradores para nos aprimorarmos constantemente”, comemora Darival Bringel de Olinda, diretor de Desenvolvimento de Mercado.

 

Abrangência - O Top of Wellness foi realizado com mil brasileiros, com mais de 18 anos, em diferentes regiões do país. A Unimed ocupa lugar de destaque neste ranking juntamente com outras marcas de renome, como Nike, Samsung, Nestlé, Colgate, Natura, entre outras. (Unimed)

 

UNIMED CURITIBA: Cooperativa recebe Prêmio Destaques do Ano

O diretor-presidente da Unimed Curitiba, Rached Hajar Traya, recebeu em nome da cooperativa, o Prêmio Destaques do Ano 2017-2018, na categoria empresas da área da saúde. A premiação é realizada pelo Diário Indústria e Comércio (DI&C), com o objetivo de mostrar e valorizar as boas iniciativas pessoais e empresariais desenvolvidas no Paraná. Os premiados foram conhecidos no dia 28 de maio, durante cerimônia realizada no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. A votação para a escolha dos ganhadores contou com a avaliação de jornalistas, colunistas, colaboradores e pelo Conselho Editorial do DI&C. (Imprensa Unimed Curitiba)

unimed curitiba 04 06 2018

 

UNIMED MARINGÁ: Programa de Saúde Corporativa leva prevenção a empresas

 

unimed maringa 05 06 2018O Programa do Espaço Viver Bem da Unimed Maringá oferece cursos e palestras de diversas áreas para os colaboradores de empresas clientes da cooperativa. São formações com temas que envolvem a psicologia, nutrição, educação física e enfermagem. No mês passado foram dois encontros, um para os colaboradores da Viapar - Rodovias Integradas do Paraná e outro para a Ferrari Zagatto – Comércio de Insumos. 

 

Encerramento - Na Viapar, aconteceu o encerramento do curso de Gerenciamento de Estresse para aproximadamente 30 pessoas. Este curso, ministrado por uma psicóloga, teve nove encontros e tem como objetivo prevenir a ansiedade e o estresse, comuns no mundo do trabalho. Já na Ferrari Zagatto, uma profissional de nutrição do Espaço Viver Bem conduziu uma palestra sobre alimentação saudável, com foco em sedentarismo e obesidade. A fala aconteceu durante a Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (Sipat). 

 

Análise - Antes de iniciar o trabalho junto as empresas é realizada uma análise do perfil dos colaboradores para que se tenha um diagnóstico sobre as condições de saúde das equipes, a partir disso, são estruturadas as ações que contemplem as necessidades e consequentemente ajudem a melhorar a qualidade de vida e o bem-estar no ambiente de trabalho. (Imprensa Unimed Maringá)

 

INSPEÇÃO: Instrução Normativa agiliza registro de produtos cárneos

 

inspecao 04 06 2018A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/Mapa) publicou, no Diário Oficial da União de sexta-feira (01/06), a Instrução Normativa nº 17, que aprovou o Regulamento Técnico sobre a Identidade e Requisitos de Qualidade de produto cárneo temperado.

 

Automático - Agora, 31% desses produtos que ainda passavam por aprovação prévia de registro terão registro automático. Isso agilizará o registro para as empresas produtoras e reduzirá o tempo de análise das solicitações dos demais produtos que dependem da aprovação prévia do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA). A norma abrange carnes e miúdos temperados de diferentes espécies animais (bovinos, suínos, aves, ovinos, outros animais de açougue e peixes).

 

Agilidade - A medida, de acordo com o ministro Blairo Maggi, “desonerará nossos servidores do trabalho de análise, agilizará o registro para as empresas (será imediato) e diminuirá a fila para os produtos que ainda precisam de análise”.

 

Regulamentação - Com a publicação do Decreto n° 9.013, do Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal (RIISPOA), em março do ano passado, os parâmetros relativos a esses produtos passaram a necessitar de regulamentação. A elaboração da IN resultou de consulta pública e contribuição de diferentes áreas técnicas do DIPOA, do Laboratório Nacional Agropecuário e representantes do setor produtivo indicados pela Câmara Setorial.

 

Prazo - Os estabelecimentos que já possuem produtos cárneos temperados registrados terão prazo de 365 dias, a partir da publicação da IN, para atualizar o registro de seus produtos e atender aos requisitos estabelecido no regulamento técnico aprovado. Uma das exigências é de que tenham embalagens específicas que garantam proteção contra contaminação, devendo ser mantidas sob condições adequadas de armazenagem e transporte. (Mapa)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Greve afeta balança comercial em maio

 

A balança comercial brasileira teve um superávit de US$ 5,981 bilhões em maio, informou na sexta-feira (01/06) o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). O saldo comercial é resultado de exportações de US$ 19,241 bilhões (crescimento de 1,9% pela média diária) e de importações de US$ 13,260 bilhões (aumento de 14,5% também pela média diária).

 

Acumulado - No acumulado de janeiro a maio, o superávit comercial somou US$ 26,155 bilhões, valor 9,9% inferior ao alcançado em igual período de 2017 (US$ 29,026 bilhões). No acumulado de 2018, as exportações apresentaram valor de US$ 93,625 bilhões e as importações somaram US$ 67,470 bilhões.

 

Impacto da greve - Na quarta semana de maio, o superávit comercial caiu para US$ 745 milhões e na quinta somou US$ 548 milhões. Os dois resultados abaixo de US$ 1 bilhão indicam impacto da greve dos caminhoneiros.

 

Ritmo menor - O ritmo das exportações e importações foi menor do que nas três primeiras semanas do mês.

 

Média diária - A média diária das exportações caiu 36% durante a greve dos caminhoneiros, iniciada em 21 de maio. Ela passou de US$ 1,063 bilhão nas três primeiras semanas do mês para US$ 678 milhões durante os dias de paralisação.

 

Importações - Nas importações, a queda foi de 26%, passando de US$ 702 milhões por dia para US$ 516 milhões. O reflexo nos desembarques internacionais foi menor porque o registro da mercadoria importada é feito quando o bem e desembaraçado, independentemente ou não de seu despacho para o destino final.

 

Generalizadas - “Podemos perceber que as reduções são mais ou menos generalizadas entre os setores”, explicou o diretor de Estatística e Apoio às Exportações da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

 

Soja - Apesar do impacto, as exportações de soja bateram recorde em maio, com a venda de 12 milhões de toneladas do produto. Os embarques no mês representam um terço dos feitos no ano, de 36 milhões de tonelada, número também recorde.

 

Outras consequências - Brandão evitou comentar outras consequências da paralisação dos caminhoneiros, como a demissão de Pedro Parente da Petrobras e a redução praticamente a zero do Reintegra, regime que devolvia parte dos impostos pagos por exportadores.

 

Previsão para o ano - O Mdic manteve a previsão de um saldo positivo de US$ 50 bilhões na balança comercial brasileira de 2018 mesmo diante dos efeitos da greve dos caminhoneiros. Apesar dos impactos semanais, com reduções nas importações e nas exportações, o diretor de Estatística e Apoio às Exportações da Secretaria de Comércio Exterior do Mdic, Herlon Brandão, ponderou que o movimento não deve ter impacto em 2018 como um todo.

 

Conta petróleo - Questionado sobre a expectativa para a conta petróleo, que engloba o óleo bruto e seus derivados, Brandão disse que a expectativa é de resultado positivo, mas não adiantou um número. Até maio, o superávit da balança comercial de petróleo e derivados foi de US$ 3,276 bilhões e cresceu 23,5% nos primeiros cinco meses deste ano ante mesmo período de 2017.

 

Óleo bruto e combustíveis - As exportações de óleo bruto e combustíveis aumentaram 23,4% pela média diária e alcançaram US$ 11,411 bilhões no acumulado do ano. As importações subiram 23,3%, somando US$ 8,135 bilhões.

 

Superávit - Em 12 meses, o saldo comercial total acumula superávit de US$ 64,118 bilhões, valor 12,4% maior que o apurado em período equivalente (US$ 57,027 bilhões). As exportações acumuladas em 12 meses totalizaram US$ 223,443 bilhões e as importações US$ 159,325 bilhões. (Valor Econômico)

COMBUSTÍVEL I: Estatal aceita discutir reajuste, se não perder lastro

 

combustivel I 04 06 2018A Petrobras sinalizou para o governo que aceita rediscutir a política de reajuste diário da gasolina e alongar a periodicidade das mudanças de preços do combustível ao consumidor, segundo fontes do governo. As condições, contudo, são que a empresa não perca o lastro do preço praticado internamente com relação ao preço internacional e também que ela seja protegida contra a importação nos períodos em que o preço do mercado externo estiver abaixo do vigente no Brasil.

 

Garantia - A ideia é que uma eventual mudança seja feita desde que se garanta que não haverá prejuízos para a empresa, por isso essas condições estão sendo colocadas. Uma política de menor volatilidade poderia ajudar a diminuir a temperatura da crise política que se instalou há duas semanas a partir da greve dos caminhoneiros e que culminou na saída de Pedro Parente do comando da estatal de petróleo na última sexta-feira (01/06).

 

Anúncio - Após o anúncio da demissão de Parente, cujo momento pegou de surpresa grande parte do governo, as ações da estatal despencaram no mercado. Diante da turbulência, o Palácio do Planalto acabou anunciando ainda na sexta-feira o nome de Ivan Monteiro, que era diretor financeiro e de relações com investidores da empresa, para substituir Parente. E fez um discurso de que a política da companhia não seria alterada. Vale lembrar que uma das bandeiras deste governo é ter melhorado a rentabilidade de empresas públicas.

 

Mudanças - Neste ano, a estatal já fez mudanças nas políticas de reajustes do gás de cozinha, em janeiro, quando passou a ter periodicidade trimestral, e no diesel, medida anunciada na semana passada como parte do acordo com os caminhoneiros em greve. Nesse insumo, os reajustes passaram a ser mensais, após o período de congelamento de 60 dias, conforme com o subsídio de R$ 0,46 por litro de diesel.

 

Formato - Uma mudança na periodicidade de reajustes da gasolina, desde que preservados os pilares defendidos pela atual diretoria, não significaria praticar uma política de congelamento de preços, hipótese amplamente rejeitada, tanto na empresa como em boa parte do governo. O formato dessa política de menor volatilidade, contudo, ainda precisará ser definido.

 

Cobrança - Desde que a crise dos caminhoneiros estourou, têm sido recorrentes as cobranças por maior previsibilidade na política de preços da companhia, inclusive dentro do governo e entre seus aliados no Congresso.

 

Falha - Na última sexta-feira, por exemplo, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), foi enfático nessa defesa: "Não haverá mudança radical na política de preços da estatal. O que a gente tem defendido é a construção de um sistema de política de preço que dê previsibilidade. Eu acho que a falta dessa previsibilidade foi a grande falha desse sistema, que funcionaria em situações normais, em que o aumento no preço do barril do petróleo fosse eventual", disse. 

 

Distorção - "Com essa vulnerabilidade do barril do petróleo, com essa crise internacional com Oriente Médio, todo dia é uma gangorra. Isso cria uma distorção da política que eles fizeram que é de ação e reação. A linha traçada para a Petrobras pelo governo, de recuperação da estatal vai continuar", completou, dizendo que o governo "não vai manipular o preço do combustível".

 

Mecanismos - Como mostrou o Valor na última segunda-feira, o governo já discutia os possíveis mecanismos para conter a volatilidade dos preços. Uma das ideias que surgiu, trazida pela própria companhia ainda sob o comando de Parente, foi a criação de um tributo flexível que seria cobrado a mais quando o preço na refinaria caísse e a menos quando subisse, preservando a estabilidade dos preços na bomba. (Valor Econômico)

 

COMBUSTÍVEL II: Técnicos voltam a debater amortecimento de preços

 

Técnicos dos ministério de Minas e Energia (MME) e da Fazenda reúnem-se nesta segunda-feira (04/06) para discutir a criação de uma política de amortecimento de preços dos combustíveis que chegue ao bolso do consumidor. Esta é a segunda reunião do grupo de trabalho criado para esse fim. A discussão inclui derivados do petróleo, como a gasolina. 

 

Demais combustíveis - O acordo firmado com os caminhoneiros para o fim do movimento grevista define a redução de R$ 0,46 no preço do diesel. Agora, a intenção é incluir também na discussão os demais combustíveis, criando um mecanismo que proteja o consumidor da volatilidade dos preços finais.

 

Especialistas - Segundo o MME, o grupo vai convidar especialistas no assunto para ajudar a buscar uma solução que permita, por um lado, a continuidade da prática de preços livres ao produtor e importador e, por outro, o amortecimento dos preços ao consumidor. A primeira foi na última sexta-feira (01/06), com técnicos da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

 

Política de preços - Desde 2016, a Petrobras segue uma política de variação do preço dos combustíveis que acompanha a valorização do dólar e o encarecimento do petróleo no mercado internacional. Em nota, o MME diz que a política de liberdade de preços da Petrobras, assim como das demais empresas de petróleo que atuam no país, "é uma política de governo. A Petrobras teve e tem total autonomia para definir sua própria política de preços".

 

Lucro líquido - Com os reajustes, no início de maio, a Petrobras anunciou um crescimento do lucro líquido de 56,5% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo R$ 6,96 bilhões. O crescimento expressivo surge depois de quatro anos seguidos de prejuízos e de um processo de reestruturação e de redução do endividamento da companhia, que teve início após as denúncias da Operação Lavo Jato.

 

Melhor resultado trimestral - Este foi, segundo a estatal, o melhor resultado trimestral desde o início de 2013, quando a empresa havia lucrado R$ 7,69 bilhões, e terminou o trimestre com resultados positivos em sua métrica de segurança.

 

Flutuações - As flutuações, no entanto, causam impacto para o consumidor. Nesse fim de semana, a Petrobras aumentou em 2,25% o preço da gasolina em suas refinarias. Com isso, o litro do combustível ficou 4 centavos mais caro, passando de R$ 1,9671 para R$ 2,0113, de acordo com a estatal.

 

Alta acumulada - Em um mês, o combustível acumula alta de preço de 11,29%, ou seja, de 20 centavos por litro, já que em 1º de maio, ele era negociado nas refinarias a R$ 1,8072. O preço do diesel, que recuou 30 centavos desde o dia 23 de maio, no ápice da greve dos caminhoneiros, será mantido em R$ 2,0316 por 60 dias.

 

Reajustes - O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) diz, em nota técnica, que a política de presos resultou, entre o final de abril e maio, em 16 reajustes do preço da gasolina e do diesel nas refinarias. Para o consumidor final, os preços médios nas bombas de combustíveis subiram, considerando os impostos federais e estaduais, de R$ 3,40 para R$ 5, no caso do litro de gasolina (crescimento de 47%), e de R$ 2,89 para R$ 4, para o litro do óleo diesel (alta de 38,4%). (Agência Brasil)

COMBUSTÍVEL III: Indústria de biodiesel pede isonomia tributária

 

combustivel III 04 06 2018A indústria de biodiesel espera a isonomia de tributos e do reembolso dado pelo governo aos produtores de diesel de petróleo e à Petrobrás, após a redução do PIS/Cofins sobre o combustível fóssil. As medidas foram anunciadas para encerrar a greve de caminhoneiros e garantir o desconto de R$ 0,46 por litro vendido nos postos. O setor lembra que a lei 11.116, de 2005, proíbe a cobrança maior de tributos sobre biodiesel.

 

Leilão - Por enquanto, segundo associações do setor, a compensação financeira nem sequer foi apresentada a produtores. Sem a desoneração e a compensação tributária, eles temem o fracasso do leilão bimestral para a aquisição de biodiesel nesta semana. O Ministério de Minas e Energia informou que cumprirá a lei, mas não explicou como reembolsará produtores.

 

Compensação - Por outro lado, produtores comemoram a liberação do abastecimento com 100% de biodiesel em veículos de frotas cativas, como ônibus urbanos. A medida minimiza outra, adotada semana passada, que autorizava o uso do diesel de petróleo puro. Por lei, o diesel vendido nos postos tem mistura de 10% de biodiesel (O Estado de S.Paulo)

 

FOCUS: Mercado vê inflação em 3,65% e crescimento menor do PIB em 2018

A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial em 2018 subiu de 3,60% para 3,65%, segundo a pesquisa semanal Focus, do Banco Central (BC), divulgada nesta segunda-feira (04/06). Foi a terceira elevação consecutiva na projeção.

IPCA - Em 12 meses, as expectativas para o aumento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passaram de 4,32% para 4,38%. No caso de 2019, a mediana das estimativas teve um leve ajuste, de 4% para 4,01%.

Top 5 - Entre os economistas que mais acertam as previsões, grupo chamado Top 5, de médio prazo, a mediana para a inflação oficial se manteve em 3,24% no fim de 2018 e em 3,75% em 2019.

Selic - As estimativas para a taxa básica de juros, Selic, não sofreram alterações: ficaram em 6,50% para o fim de 2018 e 8% no encerramento de 2019 tanto entre os economistas em geral quanto entre os economistas Top 5 de médio prazo.

Atividade - Os analistas consultados pelo BC esperam um crescimento de 2,18% para a economia brasileira neste ano, em vez de 2,37%. Para 2019, a previsão continua sendo de uma expansão de 3% para o Produto Interno Bruto (PIB) do país, patamar inalterado há 19 semanas.

IBGE - Vale notar que, na quarta-feira (30/05) da semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que a economia brasileira cresceu 0,4% no primeiro trimestre de 2018, em relação aos três meses antecedentes. O desempenho provocou revisões das projeções para o resultado da economia do país por diversas casas de análise e instituições financeiras, quase todas para baixo.

Câmbio - Os economistas do mercado decidiram elevar suas apostas para o dólar para R$ 3,50 tanto no fim deste ano quanto no fechamento do próximo calendário. Anteriormente, as previsões eram de a moeda americana terminar os respectivos períodos em R$ 3,48 e R$ 3,47. Entre o grupo Top 5, de médio prazo, a projeção para o dólar foi mantida em R$ 3,50 no fim de 2018 e aumentou de R$ 3,50 para R$ 3,60 no término do ano seguinte. (Valor Econômico)

INTERNACIONAL I: Acordo com UE pode ficar para depois das eleições no Brasil

O Mercosul entra em fase decisiva de negociação para um acordo comercial com a União Europeia e realiza, a partir desta segunda-feira (04/06), em Montevidéu, reunião que pode ser a última chance para que o tratado seja concluído neste ano. Para o bloco sul-americano, a responsabilidade pelo avanço no processo é da Europa.

Resposta - O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, deixou claro que, neste momento, não é o Mercosul quem precisa incrementar sua oferta e afirma que não há como garantir que o acordo possa ainda ser fechado neste ano. “O Mercosul já fez sua proposta e cabe à UE avaliar e responder”, disse o uruguaio, que nos próximos dias assumirá a presidência do Mercosul.

Falta de concessão - O acordo estava prestes a ser fechado em dezembro, após o Mercosul apresentar oferta de abertura de seu mercado. Mas, por falta de concessão suficiente dos europeus no setor agrícola, o bloco achou que o processo negociador deveria continuar.

Impedimento - Para o Mercosul, são as cotas consideradas como insuficientes no setor do açúcar e carnes, além de barreiras ainda existentes em outras áreas, que impedem um acordo. “Temos muitos pontos de acordo já. Isso é uma realidade”, disse Vazquez. “Mas ainda temos temas muito importantes a serem tratados. Talvez se possa fechar o acordo neste ano. Mas digo talvez”.

Custo alto - Em janeiro, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, se mostrou pessimista com a possibilidade de um acordo com os europeus. “O Mercosul entregou tudo e custou caro para nós essa entrega”, disse, em referência às concessões feitas em determinadas áreas comerciais. “Sinceramente, não temos mais nada a entregar. São eles que precisam agir”.

Alerta - Bruxelas, por sua vez, alerta que caberá ao Mercosul fazer concessões em setores estratégicos para permitir que o tratado negociado há quase 20 anos finalmente seja selado.

Ofertas mais generosas - Em declaração enviada por email, a Comissão Europeia deixou claro que espera da parte do Mercosul ofertas mais generosas para que haja entendimento. Os europeus alertam que novas concessões terão de ser apresentadas por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai para que haja um avanço. “Há ainda trabalho por ser feito em assuntos pendentes”, indicou a Comissão. “Isso vai exigir esforço considerável de nossos parceiros do Mercosul, especialmente em veículos, autopeças, indicações geográficas, transporte marítimo e produtos lácteos”.

Abertura - Bruxelas indica querer mais abertura do Mercosul para a importação desses setores para atender pedidos por novas aberturas no setor agrícola, constante demanda do Mercosul.

Eleições - Em ambos os lados do Atlântico, porém, está claro que o acordo não deverá ser negociado antes das eleições no Brasil. O governo alemão, por exemplo, já insinuou que, se não houver entendimento neste mês, o processo ficará para 2019. (O Estado de S.Paulo)

 

INTERNACIONAL II: Ministros do G7 condenam tarifas comerciais dos EUA


Em um sinal da enorme divisão entre os Estados Unidos e os países tipicamente considerados 
seus aliados mais próximos, seis dos ministros das Finanças do G7 divulgaram no sábado (02/06) uma condenação unânime das ações comerciais norte-americanas.

 

Preocupação - No comunicado de conclusão da cúpula ministerial do grupo das sete nações mais ricas, seis países - Canadá, o anfitrião, França, Alemanha, Reino Unido, Itália e Japão - transmitiram sua "preocupação e decepção unânimes" com as tarifas dos EUA sobre aço e alumínio divulgadas semana passada.

 

Reunião difícil - A divisão profunda prepara o terreno para uma reunião difícil daqui a uma semana, quando os chefes de estado dos países do G7 — formado pelos seis, mais os EUA - se encontrarem em Charlevoix, Canadá, com a clara intenção de confrontar o presidente Donald Trump por suas ações.

 

Restauração de parcerias - O objetivo dessa reunião, diz o comunicado, "deve ser restaurar parcerias colaborativas para promover o comércio livre, justo, previsível e mutuamente benéfico". A declaração, divulgada pelo Canadá, disse que "colaboração e cooperação foram colocadas em risco por ações comerciais contra outros membros".

 

Trump - Pouco antes do fim da reunião ministerial, Trump voltou à carga no Twitter, como é de seu costume. "Os Estados Unidos devem, no mínimo, ser tratados com justiça no Comércio", escreveu o presidente americano. Segundo ele, se os EUA não cobram tarifa sobre os produtos de um país e essa nação impõe taxas de "25, 50, até 100%" sobre os produtos americanos, tem-se uma situação injusta e que não pode mais ser tolerada. "Isso não é livre comércio, é comércio estúpido", concluiu. (Dow Jones Newswires, com Valor Econômico)


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