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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4334 | 23 de Maio de 2018

PARALISAÇÃO I: Movimento dos caminhoneiros atinge cooperativas e causa prejuízos, afirma presidente da Ocepar

paralisacao I 23 05 2018O impacto da paralisação dos caminhoneiros nas atividades das cooperativas agropecuárias, especialmente nas unidades frigoríficas, é preocupante e já causa prejuízos, afirma o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, em comunicado emitido para imprensa nesta quarta-feira (23/05). “Várias agroindústrias cooperativas já anunciaram a suspensão de suas atividades nas unidades de abates de frango, suínos, peixes, laticínios, processamento de grãos, ração e fertilizantes, impedidas de abastecer mercados com seus produtos”, afirma. Ainda de acordo com ele, os agricultores também estão sendo afetados. “Prejuízos já vêm sendo acumulados pelos produtores rurais, especialmente aqueles que atuam com perecíveis, como leite. Não tendo como estocá-lo por mais de três dias, acabam jogando fora o produto, num momento em que a produção é baixa devido à entressafra, com a aproximação do inverno”, frisou.

Gravidade - De acordo com o dirigente cooperativista, há necessidade que o impasse seja solucionado o mais rápido possível. “A situação é grave e precisa de uma solução imediata. Que o governo federal abra um canal de negociações com as lideranças dos caminhoneiros e o bom senso prevaleça, para que não haja um colapso no abastecimento para a população brasileira”, destacou.

Exportação - Ricken afirmou ainda que o bloqueio das estradas também causa prejuízos à exportação do agronegócio, já que as cargas não têm como ser embarcadas nos navios, gerando multa pelo tempo de espera. Ainda de acordo com ele, a Ocepar entende que o motivo dos protestos é justo. “Afinal, os constantes reajustes no óleo diesel também atingem diretamente produtores rurais, que o utilizam como insumo básico em suas atividades. Porém, não concordamos que os prejuízos recaiam nos ombros de produtores e cooperativas, setores que têm contribuído de forma direta na geração de empregos, renda e desenvolvimento da economia paranaense”, completou.

Clique aqui para conferir na íntegra o comunicado oficial da Ocepar

 

PARALISAÇÃO II: Cooperativas emitem comunicado sobre suspensão de abate

 

paralisacao II 23 05 2018

Cooperativas agropecuárias paranaenses emitiram comunicado, informando que estão suspendendo as atividades de abate em suas unidades frigoríficas, a partir desta quarta-feira (23/05), devido à paralisação dos caminhoneiros. Na C.Vale, com sede em Palotina, deixarão de ser processadas as carnes de frangos e peixes. “A medida foi tomada em função das dificuldades para armazenagem e transporte de carnes. A cooperativa processa, atualmente, 530 mil frangos/dia e 50 mil tilápias/dia. A retomada das atividades ocorrerá assim que as rodovias forem liberadas. Para isso, a direção da C.Vale espera que governo federal e representantes dos caminhoneiros cheguem a um acordo o mais brevemente possível tendo em vista o risco de grandes prejuízos e transtornos para produtores, funcionários, indústrias e consumidores”, afirma o presidente da C.Vale, Alfredo Lang.

Suínos - Na Frimesa Cooperativa Central está sendo afetada a industrialização de suínos, suspensa nos frigoríficos de Medianeira e Marechal Cândido Rondon. “O reinício dos abates acontecerá assim que as estradas sejam liberadas para o transporte”, afirma a Central no comunicado assinado pelo presidente Valter Vanzella e pelo diretor executivo, Elias José Zydec.

 

Aves e outros produtos - A Lar, sediada em Medianeira, está suspendendo o abate de 615 mil aves e a industrialização de outras 80 toneladas de produtos.” A suspensão da operação de abate e industrialização tornou-se inevitável em razão dos efeitos do movimento grevista que impossibilita a passagem de caminhões com insumos necessários para abastecer as indústrias, aves vivas para o abate, expedição dos estoques para atender clientes e mercados a nível regional e nacional, bem como não permite a chegada de containers para expedir os estoques que precisam ser destinados aos portos, fazendo com que a capacidade de estocagem instalada esteja totalmente tomada”, esclarece o presidente da cooperativa, Irineo da Costa Rodrigues.

 

Copagril - Já a Copagril comunicou que as atividades serão interrompidas a partir de quinta-feira (24/05) na Unidade Industrial de Aves, em Marechal Cândido Rondon.

 

Alegra - A partir desta quarta, a Alegra Foods, marca de carne suína da intercooperação Unium, Frísia, Castrolanda e Capal, também está interrompendo as atividades em sua indústria, localizada em Castro, em virtude da mobilização e bloqueio dos caminhoneiros nas rodovias do país. “Diante dessa situação estamos paralisando nossas atividades hoje, nesta indústria são 1.500 colaboradores que serão dispensados em função da impossibilidade de expedição de produto acabado”, comenta Ivonei Durigon, superintendente da Alegra Foods.

Retorno - Segundo comunicado da unidade, as atividades retornam assim que as estradas forem liberadas. A Alegra Foods abate 3,2 mil suínos por dia e industrializa por mês 2,5 mil toneladas de carnes. Também atua no mercado externo exportando hoje para 28 países.

 

PARALISAÇÃO III: Setores do agronegócio já sofrem efeitos da greve e preveem desabastecimento

 

paralisacao III 23 05 2018A greve dos caminhoneiros que teve início nesta semana já coloca em alerta diversas entidades do agronegócio. Algumas, inclusive, destacam os efeitos imediatos da paralisação que acontece em diversos trechos das estradas brasileiras.

 

Abastecimento - A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) informa que o abastecimento está sendo afetado em vários estados. Presidente executivo da entidade, Péricles Salazar, que também preside o Sindicarne do Paraná, afirma que “são centenas de caminhões parados nas estradas com animais vivos, leite e produtos resfriados para serem entregues nos pontos de varejo em todo o País”.

 

Aurora - A Cooperativa Central Aurora, por exemplo, estima mais de R$ 50 milhões em prejuízos na cadeia produtiva.

 

Varejo - Diretor executivo da central cooperativa Frimesa, Elias José Zydek alerta que com o problema de transporte de leite “em dois ou três dias deveremos começar a ter problemas no abastecimento do varejo”, afirmou à Gazeta do Povo. Contabilizando o setor de proteína animal e lácteos, a entidade tem faturamento diário de 12 milhões. “Este é o valor que estamos deixando de vender por dia”, destaca.

 

Proteína animal - Representante de mais de 140 agroindústrias de avicultura e à suinocultura, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) destaca que já há relatos de unidades produtoras com turnos suspensos. Este é o caso da C.Vale, de Palotina: a cooperativa decidiu suspender o abate diário de 530 mil frangos e 50 mil tilápias.

 

Retomada - “A retomada das atividades ocorrerá assim que as rodovias forem liberadas. Para isso, a direção da C.Vale espera que governo federal e representantes dos caminhoneiros cheguem a um acordo o mais brevemente possível tendo em vista o risco de grandes prejuízos e transtornos para produtores, funcionários, indústrias e consumidores”, afirmou Alfredo Lang, presidente da C.Vale, em comunicado enviado à Gazeta do Povo.

 

Frimesa - Também a partir desta quarta-feira, a Frimesa deixará de abater cerca de 8 mil suínos diariamente: 6,9 mil em Medianeira e 1,1 em Marechal Cândido Rondon, ambas no Paraná. “Nossas câmaras frias e caminhões estão cheios. Só em Medianeira, temos 23 veículos carregados [de carne suína]”, afirma Elias Zydek. Nesta terça-feira o ritmo já foi menor: foram abatidos apenas os animais que já estavam na região e que foram liberados nos bloqueios por serem carga viva.

 

Total - Em nota, a Cooperativa Central Aurora Alimentos comunicou a paralisação total das indústrias de processamento de aves e suínos em Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, inicialmente, a partir de quinta e sexta-feira, dias 24 e 25 de maio de 2018. Ao todo, “2 milhões de aves e 40 mil suínos deixarão de ser processados apenas nesses dois dias”, informa a companhia.

 

Lácteos - O setor de leite também está sendo afetado. No Rio Grande do Sul, o Sindicato das Indústrias de Laticínios (Sindilat) destaca que há cargas perecíveis paradas nas estradas do estado. “Sem a liberação dos veículos, os laticínios gaúchos ficam impossibilitados de realizar a captação de 12,6 milhões de litros de leite cru em 65 mil propriedades rurais do Rio Grande do Sul”, informou o sindicato. “O leite é um produto vivo e sujeito a rígidas normas de captação. Se os veículos não chegarem às propriedades dentro do prazo, os produtores terão sua produção descartada”.

 

Prejuízo - A Frimesa também destaca o prejuízo no setor: cerca de 500 mil litros por dia estão deixando de ser captados pela cooperativa. A cooperativa afirma que tem matéria-prima para a produção de lácteos até quinta-feira nas unidades de Matelândia, que produz iogurtes e sobremesas, e de Marechal Cândido Rondon, que produz queijos. Após isso, deve haver desabastecimento.

 

Safra de soja - Além de produtos de origem animal, a safra de soja já apresenta dificuldades de escoamento. Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antônio Galvan destaca que 30% da soja de Mato Grosso ainda precisa ser retirada do Estado, sendo que 20% da safra ainda não foi negociada pelos produtores.

 

Porto - Parte dessa produção é encaminhada ao Porto de Paranaguá, que na tarde desta terça-feira estava com o pátio de caminhões de recebimento de soja vazio. Segundo a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), em 24 horas, mais de 1 mil caminhões de grãos de soja deveriam ter entrado no local. Ao todo, apenas 47 conseguiram chegar ao destino.

 

Exportações - Apesar disso, os embarques para exportações continuam. Segundo o porto, seriam necessários cerca de dez a 15 dias sem a entrada de veículos para que as exportações de grãos fossem afetadas, uma vez que os armazéns continuam cheios.

 

Entidades - Apesar dos prejuízos e risco de desabastecimento, diversas entidades vêm manifestando apoio à greve nas estradas. “Enxergamos essa paralisação como último recurso de uma categoria que não consegue mais sobreviver. Somos solidários a esse movimento e temos que lembrar que todos nós consumimos combustíveis. Não é possível que uma categoria e a sociedade pague pela roubalheira da Petrobras”, afirma Elias José Zydek, diretor executivo da Frimesa.

 

Acordo - “A direção da C.Vale espera que governo federal e representantes dos caminhoneiros cheguem a um acordo o mais brevemente possível tendo em vista o risco de grandes prejuízos e transtornos para produtores, funcionários, indústrias e consumidores”, afirma o presidente da entidade, Alfredo Lang.

 

Entendimento - Em nota, a Associação Brasileira de Proteína Animal também manifestou sua posição quanto à greve: “A ABPA apoia as motivações da paralisação, mas entende que o movimento deve preservar o fluxo dos alimentos e dos insumos para a produção. É de conhecimento nacional a grave crise enfrentada pela cadeia produtiva de proteína animal, que há meses luta para preservar os postos de trabalho do setor. Impedir a continuidade da produção poderá gerar consequências graves para todo o País, especialmente nos pequenos municípios onde o sistema produtivo está instalado”. (Gazeta do Povo)

 

COMBUSTÍVEL: Fazenda reduzirá Cide se reoneração for aprovada

 

combustivel 23 05 2018Pressionada por conta da escalada nos preços dos combustíveis, a Petrobras conseguiu demover o governo da ideia de rever sua política de reajustes diários. O Ministério da Fazenda, contudo, não conseguiu conter a pressão e, mesmo explicitando sua elevada restrição fiscal, teve que aceitar uma redução da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre o diesel, que, de forma inusitada, foi anunciada pelo presidente da Câmara dos Deputados, e postulante ao Planalto, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e só horas depois confirmada pelo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.

 

Reuniões - Depois de dois dias de reuniões capitaneadas pelo próprio presidente Michel Temer para tratar da questão dos combustíveis, a terça-feira (22/05) iniciou com um encontro entre os ministérios da Fazenda, Minas e Energia e a Petrobras. O presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse, ao sair de reunião, que o governo não fez qualquer solicitação para alterar a atual política de preços de reajustes da gasolina e do diesel da Petrobras.

 

Preocupação - Segundo o executivo da estatal, o governo estava muito preocupado com os preços e queria saber o que, no nível dele, poderia ser feito. "Como o preço da gasolina e do diesel segue o preço internacional do petróleo e do câmbio, esses fatores não são provocados pela Petrobras. Esses fatores são externos à empresa, que tem a obrigação de refletir isso", disse Parente, que efetivamente recebeu garantias de que poderia continuar com a atual política de reajustes da companhia petrolífera.

 

Questionamento - Questionado sobre a possibilidade de a Petrobras ampliar o prazo entre os reajustes, ideia discutida na véspera pelo governo, Parente disse que o tema não foi tratado.

 

Pouco espaço - Ainda pela manhã, os ministros Eduardo Guardia, e do Planejamento, Esteves Colnago, enfatizaram o "pouco espaço fiscal" que o governo tinha para fazer desonerações no setor de combustíveis, outra hipótese que há semanas vinha sendo levantada pelo núcleo político do governo.

 

Solução - A solução encontrada foi vincular o fim da Cide sobre o diesel à aprovação do projeto de reoneração da folha de pagamentos, que ocorrerá de maneira parcial em 2018 e 2019, atingindo todos os setores a partir de 2020. "O que deixaremos de arrecadar com a Cide será compensado com os setores reonerados", disse Guardia. A arrecadação anual da Cide incidente sobre o diesel é de R$ 2,5 bilhões e o impacto neste ano depende de em que momento sua eliminação será efetivada.

 

Relator - Relator do projeto da reoneração da folha, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) afirmou que, com as alterações nos setores atingidos pela medida, a arrecadação com a proposta chegará a cerca de R$ 5 bilhões ao ano. Neste ano, o impacto deve se limitar a algo em torno de 1/3 desse montante, dado que, mesmo aprovada até a próxima semana, a medida ainda tem que cumprir carência de 90 dias.

 

Receita importante - Apesar de tratar a vinculação entre as duas medidas como um movimento "equilibrado", a realidade é que o governo está abrindo mão de uma receita que é importante em um momento no qual o país ainda lida com déficit primário monumental (R$ 152,8 bilhões é o valor projetado para este ano).

 

Apelo - Ao confirmar a medida após se encontrar, primeiro com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e depois com Temer, Guardia não respondeu às perguntas dos jornalistas e tinha uma expressão tensa. E fez um apelo aos caminhoneiros para que a categoria deixasse de fazer greve, que já começou a afetar alguns setores da economia, e apontou a possibilidade de novas medidas.

 

Conversas - "O governo continuará conversando com os caminhoneiros. Teremos uma série de agendas para debater medidas adicionais. Continuaremos conversando com o setor visando novas medidas que possam mitigar esse problema", disse Eduardo Guardia.

 

Estimativa - Ao antecipar a decisão sobre a desoneração do diesel, o deputado Rodrigo Maia estimou que o preço do combustível deve ser reduzido entre 5% e 7%. Guardia, por sua vez, não apresentou números e disse que a medida só seria efetivada mediante aprovação da reoneração da folha.

 

Pressão - Além de se antecipar ao governo, Maia ainda colocou pressão nos governadores, afirmando que seria "importante" se eles pudessem ajudar com a redução do ICMS sobre os combustíveis, que tem alíquotas entre 30% e 32%.

 

Contornos políticos - O tema dos combustíveis ganhou contornos altamente políticos após a sequência de reajustes da Petrobras e com os movimentos dos caminhoneiros. Além de Rodrigo Maia, outros presidenciáveis pegaram carona na polêmica.

 

Descontrole - Para o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, o governo Temer promove um descontrole nos preços dos combustíveis e a cotação do petróleo no Brasil não pode levar em consideração o valor internacional da commodity. "Não podemos cotar a Roterdam [na Holanda]. Tenho que cotar a quanto custa para a Petrobras, isso é a razão de ser da empresa", disse. 

 

Fatores - Para Ciro, a fórmula tem que considerar três fatores: custo de extração da Petrobras, custo do imobilizado e um lucro "em linha com os competidores de primeiro nível" da empresa.

 

Crítica - Já o senador Álvaro Dias (Pode-PR) criticou a decisão que transferiu à Petrobras o direito de mudar o preço dos combustíveis livremente. "O presidente da República precisa ter visão global de país", afirmou. Para o parlamentar, é preciso reduzir os impostos sobre combustíveis, o que ocorrerá em uma reforma tributária focada mais na renda e menos no consumo. Segundo ele, a Petrobras teria adotado a prática de elevar o preço dos combustíveis quando o dólar se valoriza, mas não reduziria o preço quando ocorre o contrário.

 

Averiguação - Marina Silva (Rede) evitou responder se defende a intervenção do governo nos preços. Para ela, é preciso antes averiguar o que da produção própria da Petrobras não é importada e o que é possível fazer para ajudar o consumidor. "Nem todos os derivados de petróleo são importados. Talvez naquilo que é nossa própria produção haja margem para fazer algo. É preciso fazer uma averiguação", disse. (Valor Econômico)

 

LEGISLATIVO: Comissão aprova incentivo a cooperativas de pequeno porte

 

legislativo 23 05 2018A Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa o Projeto de Lei Complementar 420/2014, sobre micro e pequenas empresas e estímulo aos pequenos negócios, aprovou na tarde desta terça-feira (22/05) o parecer do deputado Otávio Leite (RJ), que entre as propostas incluiu o tratamento favorecido, diferenciado e simplificado para cooperativas de pequeno porte em questões não-tributárias, garantindo segurança jurídica e desenvolvimento para o setor.

 

Enquadramento - Segundo o texto aprovado, aquelas cooperativas que se enquadrarem nos limites de pequenos negócios, definidos na Lei Complementar (LCP) 123/2006, terão garantido o direito aos benefícios não-tributários desta lei, em relação a acesso a mercados, contratações públicas, relações do trabalho, crédito e capitalização, estímulo à inovação, dentre outros.

 

Apoio - Durante a votação da matéria, o pleito do cooperativismo contou com o apoio, além do relator, do deputado Luiz Carlos Hauly (PR), que destacou o trabalho exercido pelas pequenas cooperativas para o desenvolvimento da economia do país. Ambos são integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).

 

Segurança jurídica - Em relação às contratações públicas, a medida acaba com os questionamentos em relação a participação das pequenas cooperativas em processos licitatórios. Apesar de já existir uma lei ordinária (Lei 11.488/2007) que estende os benefícios não-tributários da LCP 123/2006 a essas cooperativas, desde que o Poder Executivo editou o Decreto 8.538/2015, o qual limitou os benefícios apenas às cooperativas de consumo, alguns órgãos passaram a não permitir tratamento diferenciado aos demais ramos do cooperativismo, ocasionando judicialização e dificultando o acesso a mercados desses pequenos empreendedores.

 

Agenda Institucional - O pleito é uma das prioridades da Agenda Institucional do Cooperativismo 2018. Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a aprovação da matéria corresponde ao devido reconhecimento da importância do cooperativismo para o desenvolvimento do mercado de pequenos negócios.

 

Vitória - “Essa é uma importante vitória para o cooperativismo e para os pequenos negócios, pois garante que o poder público apoie e facilite a inserção em mercados dos pequenos empreendedores, independentemente do formato societário escolhido, melhorando o ambiente de negócios do país”, avalia Márcio Freitas.

 

Tramitação - Após a votação na comissão especial, a matéria segue para votação no Plenário da Câmara dos Deputados. (Informe OCB)

 

COPACOL: 59 jovens concluíram a participação no Programa Aprendiz Cooperativo

 

Entre sorrisos e aplausos, 59 jovens da 16ª e 17ª turma concluíram mais uma importante etapa em suas vidas, a formação no Programa Jovem Aprendiz Cooperativo, promovido pela Copacol em parceria com a Faculdade Unica de Cafelândia, Fundação Padre Luis Louise e o Sescoop/PR. As cerimônias de encerramento tiveram início na segunda-feira (21/05), na cidade de Nova Aurora e, nesta terça-feira (22/05), reuniram também a turma de Cafelândia.

 

Homenagens - Durante os eventos, os jovens se emocionaram e puderam através das homenagens prestadas relembrar importantes momentos de aprendizado e experiências ao decorrer dos 24 meses de Programa ao lado dos pais e seus monitores e agradeceram a oportunidade oferecida.

 

Amadurecimento - “Foi um tempo de amadurecimento e aprendizado, acompanhado de muitos momentos e sentimentos compartilhados entre a turma e a equipe de trabalho, e o sentimento quer permanece hoje, é o de gratidão por todo apoio, ensinamento e pela oportunidade de termos vivenciado essa experiência tão almejada por muitos”, afirmou o jovem, Ricardo Adryan Pereira da Silva, da 16ª turma de Cafelândia.

 

Primeiro contato - Para o vice-presidente da Copacol, James Fernando de Morais, além de contribuir para formação de jovens talentos, o Programa garante aos participantes o primeiro contato com o mercado de trabalho e a oportunidade para aqueles que pretendem dar continuidade a contribuição profissional dentro da Copacol. “A primeira etapa da carreira profissional de vocês se encerra hoje, no entanto é preciso continuar aprendendo, se dedicando e batalhando para vencer os demais desafios que o mercado de trabalho vai impor a vocês”, conclui Fernando. (Imprensa Copacol)

 

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SICOOB UNICOOB: Dirigentes participam de congresso sobre cooperativismo de crédito na era digital

 

sicoob unicoob 23 05 2018Nos dias 17 e 18 de maio, diretores e superintendentes do Sicoob Central Unicoob e das singulares Metropolitano e Vale do Iguaçu, participaram do C3 - Congresso de Cooperativas de Crédito, em São Paulo. 

 

Debates - Em dois dias de palestras, painéis e sessões interativas, o C3 reuniu os principais nomes do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo para discutir temas relevantes, promover networking e compartilhar boas práticas para a expansão das cooperativas na era digital.

 

Compartilhamento - O diretor de Serviços e Tecnologia do Sicoob Unicoob, Emerson Iten, falou sobre a experiência de participar do congresso e a importância de um evento como este. “Foi importante compartilharmos com as outras cooperativas qual direcionamento todos estão tendo em relação à inovação. Tivemos a oportunidade de conhecer os modelos para poder utilizar também no Sicoob”, relatou.

 

Sucessão e regulação - Segundo Emerson, entre os temas debatidos, as questões relacionadas à sucessão e regulação foram os que mais chamaram atenção durante o congresso. “Só reforça que estamos no caminho correto, principalmente quando se trata de atender fisicamente, de estar próximo da comunidade”, disse.

 

Presenças - Também participaram do congresso, representando o Sicoob Metropolitano, o diretor presidente Ideval Luis Curioni e os superintendentes Luciana Pizaia e Walter Schon; e representando o Sicoob Vale do Iguaçu, o diretor superintendente Roberto Schiavini, o diretor de Mercado Edvander Rodrigo Zambon e os gerentes Rodrigo Dernelis e Ana Claudia Gral. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB NORTE DO PR: Aniversário de 15 anos é comemorado com jantar em Londrina

 

sicoob norte pr 23 05 2018No dia 12 de maio, o Sicoob Norte do Paraná completou 15 anos. Para comemorar a data, foi realizado um jantar no Buffet Planalto, em Londrina, que reuniu mais de 500 pessoas. Entre elas, estavam presentes o atual presidente e ex-presidentes, diretores, conselheiros, colaboradores e convidados especiais.

 

Selo comemorativo - Durante a cerimônia foi lançado um selo comemorativo, concebido pela ideia de que o Sicoob Norte do PR é construído por pessoas felizes, que deixam marcas na história da cooperativa. Por isso, várias digitais estão presentes em sua composição.

 

Homenagens - Além disso, houve uma merecida homenagem aos ex-presidentes e aos colaboradores que em 2018, estão completando 15 anos de trabalho na singular. Para retribuir a dedicação dos demais presentes para o sucesso da cooperativa, o coral formado por colaboradores fez uma apresentação.

 

Parabéns - À meia-noite, todos entoaram os parabéns, que foi seguido do tradicional brinde de felicitações e da apresentação da banda Big Time Orchestra.

 

História do Sicoob Norte do PR - O Sicoob Norte do Paraná foi inaugurado em 12 de maio de 2003, no interior do prédio da Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL). Foi fundado por um grupo de empresários entusiastas que queriam auxiliar e fortalecer a economia local. Desde então, foi fiel ao seu propósito. 

 

Comprometimento e vigor - Os presidentes Francisco Ontivero, George Hiraiwa, Yukio Agita, Wilson Geraldo Cavina e Rafael de Giovani Netto trabalharam com comprometimento e vigor para gerar soluções financeiras adequadas e sustentáveis por meio do cooperativismo, aos associados e às comunidades.

 

Essencial - Construíram, com o essencial apoio dos sócios fundadores, conselheiros, diretores e colaboradores, uma instituição sólida que atualmente reúne 314 colaboradores, mais de 36 mil cooperados, total de ativos superior a 800 milhões, operações de crédito superior a 470 milhões, mais de 600 milhões de recursos administrados e capital social na faixa de 70 milhões.

 

Presença - Hoje, está presente em 17 municípios com 25 pontos de atendimento e uma agência móvel, sendo a mais recente conquista da instituição. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

INSTITUTO SICOOB: Evento de orientação financeira atende 900 pessoas gratuitamente no Rio de Janeiro

 

Histórias de endividamento, problemas com cartão de crédito, dúvidas sobre finanças pessoais, organização do orçamento familiar, mistura do orçamento pessoal com o da empresa. Esses e muitos outros temas foram abordados na ação gratuita de orientação financeira, aberta ao público, que aconteceu na última semana no Rio. No total, 900 cariocas participaram do evento que tomou conta do Largo da Carioca, no Centro da cidade, em busca de informações e dicas. Foram 400 participantes nas palestras e 500 pessoas atendidas nas clínicas financeiras.

 

Semana Nacional - Promovido pelo Instituto Sicoob em parceria com a Planejar (Associação Brasileira de Planejadores Financeiros), a ação foi desenvolvida totalmente alinhada à 5ª Semana Nacional de Educação Financeira do Banco Central (BC). O evento contou com um time de 120 voluntários que ministraram palestras diariamente, além de analistas e planejadores financeiros do Sicoob Central Rio e da Planejar, que tiraram dúvidas da população em clínicas financeiras individuais. Os temas mais procurados pelos cariocas foram: dívida com cartão de crédito, endividamento com bancos, financiamento, planejamento financeiro domiciliar, entre outros assuntos ligados à educação financeira.

 

Propósito principal - De acordo com Silvana Lemos, Gestora do Instituto Sicoob no Rio de Janeiro, promover o acesso à educação financeira é o propósito principal do Instituto. “Foi extremamente gratificante ver a satisfação de cada pessoa atendida e mais ainda o sentimento de pertencimento do nosso voluntariado ao prestar este serviço de utilidade pública”, comemora Silvana.

 

Participante - O fotógrafo Sergio Vonheld, de 57 anos, foi um dos participantes das palestras. “Eu estava passando por aqui e não pude deixar de entrar. A gente acaba não sabendo lidar com o dinheiro e sempre temos questões e dúvidas para tirar. Eu, por exemplo, não posso ter cartão de crédito. Cancelei o meu e pago tudo no débito, para não ter problema. A palestra aqui foi muito boa para me ajudar a pensar no planejamento do dinheiro que recebo, precisamos parar para pensar no planejamento diário. Principalmente eu, que sou autônomo e não recebo todo mês a mesma quantia”, contou Sergio.

 

Diariamente - As palestras aconteceram diariamente, para toda a população, sempre em quatro horários pré-determinados. Uma das palestrantes foi a analista de gestão educacional do Banco Central, Denise Rodrigues da Silva. De acordo com Denise, que trabalha há 18 anos no BACEN, a população é, no geral, muito desregrada financeiramente. “As pessoas caem com facilidade nas armadilhas financeiras. Isso porque a população é, em sua maioria, muito indefesa e carente de informação. A receptividade do público no evento foi muito boa e recebi muitas perguntas sobre juros de bancos, dúvidas sobre cartão de crédito e financiamento”, enumera a analista.

 

Feltrin - Luiz Edson Feltrin, ex-diretor do Banco Central e do Banco do Brasil, foi um dos executivos que prestigiaram a ação e fez questão de acompanhar de perto as atividades. “Preciso parabenizar o Sicoob Central Rio pela ideia de trazer esse ambiente para a cidade, é uma ação fantástica. Muitas pessoas passam aqui sem ter ideia do que é educação financeira. E a população precisa ser orientada para que possam ter o seu dinheiro trabalhando por elas mesmas”, disse Feltrin.

 

Sucesso - A diretora do Sicoob Central Rio, Nábia Jorge, também comentou o sucesso do evento. “Essa ação está totalmente alinhada com o nosso propósito, de olhar para o entorno, para a comunidade. É o tipo de evento que traz o conceito de valor compartilhado e agregado. Nosso objetivo é levar educação financeira para a população e estamos muito felizes com o resultado e com a reação das pessoas”, finaliza a executiva. (Imprensa Instituto Sicoob/RJ)

 

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SICREDI UNIÃO: Sistema impacta mais de 1,5 mil pessoas na Semana ENEF

 

sicredi uniao 23 05 2018A Sicredi União PR/SP atingiu as expectativas projetadas para a Semana Nacional da Educação Financeira (ENEF) - uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) e do Banco Central do Brasil, apoiada pelo Sistema Sicredi. Com 45 ações, realizadas de 14 a 20 de maio, a instituição financeira cooperativa impactou mais de 1.500 pessoas em diversos municípios de sua área de abrangência - Norte e Noroeste do Paraná e Centro-Leste paulista. 

 

Multiplicadores - Para cumprir a programação, a Sicredi União contou com a participação de 71 multiplicadores capacitados e voluntários, por meio do projeto “Cooperação na Ponta do Lápis”. Entre as ações estavam palestras, cursos, oficinas, materiais educativos, dicas, testes financeiros, entre outros conteúdos.

 

Faixas etárias - De acordo com a assistente de Desenvolvimento do Cooperativismo, Gabriela Ottoboni de Castro, as ações da Semana ENEF foram destinadas a todas as faixas etárias - crianças, jovens, adultos e idosos. “Instituições locais, associados, empresas parceiras e colaboradores das agências também foram beneficiados com o conteúdo apresentado”, enfatiza.

 

Animação - O gerente de Negócios da agência de Paiçandu, Fabrício de Assis Teixeira, ficou animado com a oficina gratuita realizada para colaboradores da secretaria de educação municipal e todos os diretores de escolas municipais. “Propus essa ação porque percebi a necessidade de tratar sobre educação financeira no setor da educação. Diante da boa aceitação, daremos continuidade a esse trabalho para levar mais conhecimento à comunidade”.

 

Ações continuam - A relevância do tema e os bons resultados registrados na área de abrangência da Sicredi União também motivaram a continuidade das ações em todas as regionais. Assim, a programação deve seguir o ano todo com o objetivo de conscientizar o maior número de pessoas possíveis sobre a importância de economizar e controlar o orçamento para obter saúde financeira e alcançar metas.

 

Revista - Outro projeto em andamento, realizado pela Central Sicredi PR/SP/RJ, é a série especial de revistas em quadrinhos da Turma da Mônica, desenvolvida em conjunto com a Mauricio de Sousa Produções. Em junho, o material estará disponível nas agências da Sicredi União e mostrará ao público infantil a importância de poupar e planejar o orçamento. Ao todo, serão seis edições - cada uma com um foco diferente em finanças -, sendo que a primeira foi lançada no dia 14 de maio. Ainda em 2018 serão publicadas mais duas edições e as últimas três ficarão para o ano que vem. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI ALIANÇA: Associado de São Joaquim da Barra ganha R$2 mil na Poupança Premiada

 

A Sicredi Aliança PR/SP entregou na tarde de segunda-feira (21/05) mais um prêmio da Campanha Poupança Premiada. Desta vez, o associado contemplado foi Everton Leonardo do Carmo, de São Joaquim da Barra-SP. A entrega contou com a presença do diretor executivo, Fernando Barros Fenner; do gerente regional de Desenvolvimento, Fábio Heinrich; do gerente da agência, Danilo Valentim de Paula e equipe.

 

Boa hora - Para Everton, o prêmio veio em boa hora. “Estou muito feliz por confiar em uma instituição financeira como o Sicredi, que valoriza os seus associados oferecendo a eles a oportunidade de participar de sorteios. Outro ponto positivo é o atendimento da agência, sempre com muita atenção e qualidade. Sou associado há pouco tempo e já estou tendo minhas expectativas bem atendidas. O Sicredi é nota 10!”, disse.

 

Incentivo - Conforme o diretor executivo da Sicredi Aliança PR/SP, Fernando Barros Fenner, a campanha tem a finalidade de incentivar a poupança e o hábito de poupar. “Poupar é uma forma segura de se preparar para o futuro e no Sicredi, em contrapartida, os associados tem a chance de ganhar prêmios.  Já tivemos quatro associados premiados e acreditamos que muitos outros serão contemplados até o fim da promoção”, disse.

 

Reforço - A iniciativa, que é promovida há três anos pelo Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, busca reforçar o conceito de educação financeira e incentivar associados e poupadores em geral a guardar recursos para conquistar objetivos. Entre os meses de abril e dezembro estão sendo distribuídos R$ 1,5 milhão em prêmios, sendo 10 sorteios semanais de R$ 2 mil, um sorteio mensal no valor de R$ 50 mil e um sorteio final que premiará um associado Sicredi com meio milhão de reais. Em dezembro, durante a reta final da campanha, as chances de ganhar serão dobradas, com 20 sorteios semanais de R$ 2 mil, além do grande sorteio.

 

Como participar - A cada R$ 100,00 aplicados na poupança Sicredi, é gerado automaticamente um número da sorte para concorrer aos sorteios que acontecem pela Loteria Federal. Basta acessar o site: www.sicredi.com.br/eupouposim e verificar os números. Ao fazer uma poupança programada, o poupador recebe números em dobro para participar. Quanto mais depositar, mais chances de ganhar. Podem participar pessoas físicas e jurídicas nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, associados ou não. Os sorteios serão realizados todas as segundas-feiras (a partir de 10/04) e os ganhadores divulgados em até cinco dias úteis.

 

Diferencial cooperativo - O interessante da ação é o diferencial cooperativo, já que o recurso da poupança Sicredi beneficia as regiões em que é captado, resultando em mais desenvolvimento local por meio de concessão de crédito. Quanto mais associados poupam, mais associados podem ter acesso à linhas de crédito, gerando um ciclo virtuoso nas comunidades onde o Sicredi está presente.

 

Mais - Para saber mais sobre o programa Poupança Premiada, datas de sorteios e vencedores, acesse: www.sicredi.com.br/eupouposim ou procure uma das 547 agências do Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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INFRAESTRUTURA: Estudos sobre nova ferrovia são discutidos com o G7

 

A Secretaria do Planejamento e Coordenação Geral promoveu nesta terça-feira (22/05) uma reunião entre o G7, grupo formado pelas principais instituições do setor produtivo do Paraná, e representantes dos consórcios responsáveis pelos estudos da nova ferrovia proposta pelo Governo do Estado, que ligará o Porto de Paranaguá a Dourados, no Mato Grosso do Sul.

 

Acompanhamento - A reunião foi para acompanhamento dos estudos de engenharia para implantação da nova ferrovia marcou os 60 dias desde a divulgação dos nomes dos quatro consórcios nacionais e internacionais, responsáveis pela elaboração dos projetos. “O objetivo do encontro é aproximar o setor produtivo dos consórcios, para que sejam fornecidos subsídios para os estudos”, informou o secretário do Planejamento e Coordenação Geral, Juraci Barbosa Sobrinho. Reuniões como essa também se propõem ao alinhamento e ao acompanhamento do trabalho iniciado há dois meses pelos consórcios. “Nos colocamos à disposição dos consórcios em quaisquer casos de dúvidas técnicas em relação aos estudos a serem desenvolvidos”, disse o secretário.

 

Federações - O G7 é formado pelas federações das Indústrias (Fiep), da Agricultura (Faep), Comércio (Fecomércio), Transporte de Cargas (Fetranspar), das Associações Comerciais e Empresariais (Faciap), pela Federação e Organização das Cooperativas do Paraná (Fecoopar), Associação Comercial do Paraná (ACP).

 

Competitividade - “Temos grande interesse nesta discussão, que auxiliará muito os estudos preliminares da nova ferrovia. Nossa expectativa é de que a ferrovia aumentará muito a competitividade do Estado”, comentou o diretor da Fecomércio-PR, Rodrigo Rosalem, que representou na reunião o coordenador do G7 e presidente da instituição, Darci Piana. “Esta é uma excelente iniciativa do governo estadual ao propor soluções para o gargalo do transporte”, disse ele.

 

Agilizar - A nova ferrovia reduzirá custos logísticos e agilizará o transporte da lavoura até o porto. Atualmente, apenas 20% da mercadoria que chega ao Porto de Paranaguá é transportada por via-férrea. Os nomes dos consórcios que farão os estudos de engenharia para implantação da nova ferrovia foram divulgados em fevereiro. Eles encaminharam suas propostas de estudos, que foram avaliadas pelo governo do Estado. Um grupo técnico selecionou os autorizados a realizarem o estudo.

 

Grupo técnico - Além da Secretaria do Planejamento, fazem parte do Grupo Técnico Setorial que analisou as propostas do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) as secretarias de Estado da Infraestrutura e Logística, a Ferroeste e a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).

 

Consórcios - Os consórcios que tiveram as propostas selecionadas são: o consórcio HaB, constituído pelas empresas Bureau da Engenharia ECT Ltda, Hendal e Advice Concultoria e Serviços; o consórcio SSSE, formado pela empresa espanhola Sener Ingeneria e pelas nacionais Sener Setepla e Engefoto; o consórcio Egis-Esteio-Copel, do qual fazem parte a empresa francesa Egis Engenharia e Consultoria Ltda e pelas nacionais Esteio Engenharia e Aerolevantamentos S.A e Copel, e o consórcio formado por Sistemas de Transportes Sustentáveis – STS, Pullin e Campano Consultores Associados e Navarro Prado Advogados, pela consultoria Millennia Systems, dos Estados Unidos, e pela EnVia Technologies International.

 

Cronograma - Na primeira fase, as empresas autorizadas vão elaborar os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental da ferrovia. A partir da conclusão destes trabalhos, com prazo estimado em 270 dias, o governo abrirá processo licitatório para construção e concessão da linha.

 

Trechos - A obra está dividida em dois trechos. O primeiro tem 400 quilômetros e liga o Litoral do Paraná a Guarapuava. O segundo, com aproximadamente 600 quilômetros, vai de Guarapuava até Dourados (MS), passando por Guaíra, e conta com a implantação de 350 quilômetros de linha nova, além da reabilitação do trecho já existente entre Guarapuava e Cascavel.

 

Procedimento - O Procedimento de Manifestação de Interesse para a execução do projeto foi lançado no final de novembro, num evento em São Paulo. Dezoito empresas compostas em seis consórcios nacionais e internacionais mostraram interesse na elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental. O valor aproximado do estudo é de R$ 25 milhões e o custo estimado de construção da ferrovia é de R$ 10 bilhões. (Agência de Notícias do Paraná)

 

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AGROINDÚSTRIA FAMILIAR: Emater prepara final de concurso de queijos artesanais

O Instituto Emater já está preparando a etapa final do 1º Concurso de Queijos Artesanais do Paraná, que vai acontecer no Mercado Municipal de Curitiba no dia 20 de julho. Durante o evento serão avaliados três queijos vencedores de cada uma das sete regiões do Estado onde aconteceram as etapas regionais do concurso de produção de queijo artesanal (curado).

Última etapa - A sétima e última etapa regional do 1º Concurso de Queijos Artesanais do Paraná foi encerrada nesta terça-feira (22/05), na sede do Instituto Emater, em Curitiba, com a presença do secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, George Hiraiwa; e do diretor-presidente da empresa, Richard Golba. Na solenidade, foi lembrado o aniversário de 62 anos da Emater Paraná a serviço do agricultor familiar paranaense.

Promoção - Esse concurso foi idealizado e implantado em meados do ano passado com o objetivo de promover a produção de queijos artesanais no Estado, valorizando a cultura alimentar e o saber dos agricultores familiares na fabricação de queijos diferenciados (curados).

Estímulo - Junto com o concurso, a Emater estimulou os processos de capacitação dos produtores, o aperfeiçoamento de cada um e a melhoria na legislação para que os produtores possam vender seus produtos para outras localidades.

Concurso - Nessa etapa do Concurso de Queijos Artesanais foram classificados os produtores Celia Regina Schulis, de São José dos Pinhais; Nizete Hrusehkra, de Piên; e Ezio Luiz Gawlik, de São José dos Pinhais.

Expectativas superadas - O concurso superou as expectativas, ao avaliar 190 queijos inscritos, sendo que a estimativa inicial previa avaliar no máximo 150 queijos. Foram cinco os critérios julgados: apresentação geral do queijo, cor, consistência (textura), aroma e sabor.

Convidados - Para esse concurso foram convidados técnicos dos estados de Minas Gerais e de Santa Catarina, que são regiões com processo mais avançado na produção de queijos artesanais, para aprender e incorporar as virtudes dessas localidades, disse Reni Dernardi, representante da Comissão Organizadora do 1º Concurso de Queijos Artesanais do Paraná.

Etapas regionais - As etapas regionais foram promovidas em Pinhão, Francisco Beltrão, Irati, Londrina, Toledo, Pitanga, e por último em Curitiba. Ao todo participaram produtores de cerca de 90 municípios paranaenses. Cada etapa territorial contou com a participação de três jurados do Paraná e de outros estados.

Critérios - Para participar do concurso o produtor teve que atender a alguns critérios. O primeiro deles é produzir o queijo com leite do próprio estabelecimento rural em que vive. Também é exigida a aplicação de boas práticas de ordenha e na fabricação do queijo.

Rebanho vacinado - O participante deve possuir rebanho devidamente vacinado e livre de enfermidades, com atestado sanitário. O queijo deve ser curado por, no mínimo, 20 dias e não pode apresentar aditivos artificiais como conservantes e corantes.

Identificação - Segundo Denardi, a partir desse concurso o Instituto Emater e parceiros pretendem, por meio de pesquisas e atividades de capacitação, identificar e desenvolver alguns tipos de queijos artesanais paranaenses. O objetivo é que, dentro de alguns anos, esses produtos tenham qualidade para participar de concursos nacionais como já ocorre com queijos de Minas Gerais e de Santa Catarina.

Aplicativo - Durante as comemorações de 62 anos de criação do Instituto Emater, o gerente de Comunicação, Diniz D`Oliveira, apresentou um aplicativo – ferramenta de comunicação disponível em smartphones e aparelhos android – que em breve estará acessível ao produtor rural.

Testes - Segundo Oliveira, a ferramenta ainda está em fase de testes, mas vai funcionar para facilitar o acesso do agricultor assistido pela empresa aos serviços de extensão disponíveis e também às informações geradas pelo Instituto Emater através de seu programa de rádio, do site, dos vídeos e pelas newsletters.

Em uso - Já estão sendo usadas ferramentas como o Whatswapp, pelo programa de rádio do Instituto Emater, que já conta com 357 participantes. Eles interagem on-line durante o programa e dessa forma se sentem incluídos, disse D´Oliveira.

Satisfação - Para o secretário George Hiraiwa, defensor da tecnologia digital no campo, foi um momento de muita satisfação ver o esforço dos técnicos do Instituto Emater em dominar a tecnologia a serviço dos produtores rurais. “O Instituto Emater já domina o saber fazer em várias frentes e o desafio agora é dominar o uso da tecnologia que é fundamental para que filhos e netos dos agricultores tenham vontade de trabalhar no campo, continuando e modernizando cada vez mais a atividade rural”, disse o secretário. (Agência de Notícias do Paraná)

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ENERGIA ELÉTRICA: Bandeira amarela deve ser mantida

 

energia eletrica 23 05 2018O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, disse nesta terça-feira (22/05) que há a expectativa de manter em junho a indicação de bandeira amarela nas contas de luz, com cobrança adicional R$ 1,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O diretor-geral ressaltou, porém, que é preciso aguardar o anúncio oficial que sairá na sexta-feira (25/05).

 

Período seco - "Como já entramos no período seco não deve ter muita novidade. Estamos observando semanalmente algumas dessas variáveis", disse Romeu a jornalistas, no intervalo de uma reunião da diretoria.

 

Critérios de avaliação - Rufino disse que nenhum dos critérios de avaliação das condições de abastecimento, que aumentam a previsão de despesas no setor, têm apontado para o acionamento da bandeira verde - sem custo adicional - ou vermelha no patamar 1- cobrança de mais R$ 3,00 a cada 100 kWh consumidos.

 

Acionamento - A bandeira tarifária amarela para as contas de luz foi acionada em maio, quando a Aneel interrompeu o período de quatro meses, iniciado em janeiro, de bandeira verde, que não tem cobrança adicional. (Valor Econômico)

 

ECONOMIA: Prévia da inflação oficial fica em 0,14% em maio, diz IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), que calcula a prévia da inflação oficial, registrou taxa de 0,14% em maio. O índice é inferior às prévias de abril deste ano (0,21%) e de maio de 2017 (0,24%).

Taxas acumuladas - De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA-15 acumula taxas de inflação de 1,23% no ano e de 2,7% em 12 meses.

Impacto - O principal impacto na prévia da inflação de maio veio do grupo de despesas saúde e cuidados pessoais, que teve alta de preços de 0,76% no período. A pressão foi exercida pelos itens planos de saúde (1,06%) e remédios (1,04%).

Habitação - Outro grupo de despesas com impacto importante foi habitação, com taxa de inflação de 0,45% na prévia de maio, puxada pela energia elétrica, que, com alta de preços de 2,18%, foi o item com maior reflexo individual no IPCA-15.

Transportes - Transportes, por outro lado, foi o grupo de despesas que mais ajudou a frear a inflação, com queda de preços de 0,35%, resultado influenciado pelo preço do etanol, que caiu 5,17%, e as passagens aéreas, que recuaram 14,94%.

Alimentos e bebidas - Os alimentos e bebidas também tiveram deflação (queda de preços), de 0,05%, assim como os artigos de residência (0,11%). (Agência Brasil)


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