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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4333 | 22 de Maio de 2018

FÓRUM DOS PRESIDENTES: Evento será realizado dia 12 de junho, em Carambeí

O Sistema Ocepar promove mais uma edição do Fórum dos Presidentes das Cooperativas do Paraná, no dia 12 de junho, em Carambeí, na região paranaense dos Campos Gerais. O evento será aberto às 10h pelo presidente da entidade, José Roberto Ricken. Na sequência, o presidente e o diretor-executivo da Central Sicredi PR/SP/RJ, respectivamente, Manfred Dasenbrock e Maroan Tohmé, ministram palestra sobre o modelo de atuação do Sistema Sicredi.

Novo Brasil - O cineasta Arnaldo Jabor vai falar sobre o projeto de um novo Brasil. Haverá ainda a participação do doutor em Economia, Alexandre Mendonça de Barros, que discorrerá sobre a perspectiva da economia e dos mercados agrícolas em 2018. Depois, os participantes acompanham a palestra com a pesquisadora da Embrapa Informática Agro, Silvia Massruhá. Ela abordará a questão do uso da informática na agricultura, na abertura da Digital Agro, evento promovido pela Cooperativa Frísia.

Público e informações - O Fórum é destinado a presidentes e diretores executivos das cooperativas do Estado do Paraná. Mais informações com Neuza Oliveira (41 3200 1105), Daniele Luana (41 3200 1104) ou pelo e-mail secretaria@sistemaocepar.coop.br.

forum presidentes folder 22 05 2018

 

 

TRIGO: Mapa retifica zoneamento agrícola para a cultura no Paraná

trigo 22 05 2018

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (22/05), uma retificação da Portaria nº 17, de 23 de janeiro de 2018, que estabelece o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura de trigo no Estado do Paraná, alterando o período de plantio do cereal. O pleito partiu da Ocepar e das cooperativas paranaenses, pois um longo período sem chuvas comprometeu o plantio do grão no período recomendado no Zarc. “Em algumas regiões, como Norte e Noroeste, por exemplo, foram registrados mais de 40 dias sem chuvas, inviabilizando o plantio do cereal. Essa prorrogação no prazo é importante para que os triticultores realizem a semeadura em condições mais adequadas de umidade do solo”, esclarece o analista da Gerência Técnica da Ocepar, Maiko Zanella.

 

Clique aqui para conferir a retificação publicada pelo Mapa

 

FORMAÇÃO I: Cooperativistas do PR iniciam missão nos Estados Unidos

A sexta turma do Programa Internacional de Desenvolvimento de Lideranças está nos Estados Unidos, onde, nesta segunda-feira (21/05), participou de seminários na Universidade de Wisconsin, no Centro para Cooperativas, em Madison, capital do estado de Wisconsin. O grupo assistiu a palestras sobre o panorama da agricultura americana, com foco em Wisconsin; o papel das cooperativas na agricultura dos Estados Unidos; boas práticas na administração do Conselho; o valor do modelo cooperativista, as cooperativas no sistema alimentar local e o ciclo de vida cooperativo.

Programação - Nesta terça-feira (22/05), os cooperativistas paranaenses continuam em Madison. Um dos locais que irão conhecer é a CUNA Mutual Group, uma companhia de seguros mútua que fornece serviços financeiros a cooperativas, cooperativas de crédito, seus membros e outros clientes em todo o mundo. Ela vende seguros comerciais e de consumo e produtos de proteção. Também fornece serviços de planos de aposentadoria para pequenas empresas e funcionários de cooperativas de crédito, produtos de proteção para automóveis, residências, vida e empréstimos a membros da cooperativa de crédito, por meio de sua marca TruStage.

Woccu – O grupo irá ainda visitar o Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (Woccu, na sigla em inglês), principal associação internacional e agência de desenvolvimento para cooperativas de crédito e instituições financeiras cooperativas. O Conselho Mundial promove o desenvolvimento autossustentável de cooperativas de crédito e outras cooperativas financeiras em todo o mundo para capacitar as pessoas através do acesso a serviços financeiros de alta qualidade e a preços acessíveis. O Conselho Mundial defende em nome do sistema global de cooperativas de crédito antes das organizações internacionais e trabalha com os governos nacionais para melhorar a legislação e a regulamentação. Seus programas de assistência técnica introduzem novas ferramentas e tecnologias para fortalecer o desempenho financeiro das cooperativas de crédito e aumentar seu alcance.

Financiamento - O Conselho Mundial é financiado por contribuições de membros, agências governamentais e subsídios da fundação e presentes anuais para sua fundação. O Woccu e suas subsidiárias estão sediadas em Madison. O Conselho Mundial também tem um escritório permanente em Washington, D.C., e escritórios de programas em todo o mundo. Em cooperação com suas organizações-membro em quase 60 países, a instituição defende o modelo de cooperativa de crédito em todo o mundo, para manter o crescimento do movimento internacional formado por 68.000 cooperativas de crédito em 109 países, que atendem a 231 milhões de membros.

Cooperativa de crédito - A atividades desta terça-feira encerram no Summit Credit Union. Fundada em 1935, é uma cooperativa de crédito sediada em Madison. Com mais de 153.000 membros e US $ 2 bilhões em ativos, em 34 localidades pelo estado, é uma das maiores cooperativas de crédito do Wisconsin, sendo regulada pela Administração Nacional da União de Crédito (NCUA) como uma união de crédito com garantia estatal federal.

EUA - Os Estados Unidos formam a maior economia do mundo, com um Produto Interno Bruto que, em 2017, foi de 19,38 trilhões de dólares. A renda per capita figura entre uma das maiores do mundo, no entanto, o país é o mais desigual dos membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conforme calculado pelo Banco Mundial. No país, o cooperativismo é forte e crescente, com atuação em diversos ramos da economia. Não há, no entanto, uma confederação ou instituição que represente todo o movimento no país. O que existe são cinco grandes federações que representam cooperativas de acordo com seus ramos.

Formação - A sexta turma do Programa Internacional de Desenvolvimento de Lideranças fica nos Estados Unidos até quinta-feira (24/05). Na semana passada, os integrantes estiveram em missão de estudos no Canadá. O grupo é formado por 26 profissionais de cooperativas paranaenses dos ramos agropecuário, saúde e crédito, e dos Sistemas Ocepar e OCB. A visita está sendo realizada com objetivo de conhecer diversos aspectos da economia, agricultura, pecuária e cooperativismo nos dois países.

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FORMAÇÃO II: Curso de atualização em ICMS para contadores será realizado em Cascavel

 

Nos dias 20 e 21 de junho, o Sistema Ocepar promove um Curso de Atualização Contábil e Tributária em ICMS, na sede da Cotriguaçu, em Cascavel, no Oeste do Paraná. A formação, destinada a contadores das cooperativas do Paraná, irá tratar das obrigações dispostas no Regulamento do ICMS do Estado do Paraná por meio do Decreto nº 6.080/2012. Também serão discutidas as mudanças recentes ocorridas no Regime de Substituição Tributária do ICMS e repassadas orientações sobre a correta escrituração contábil para o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital). O curso terá como instrutora a pós-graduada em Direito Tributário Contemporâneo e consultora, Letícia Maria Merlin Tullio.

 

Curitiba - O mesmo curso ocorrerá em Curitiba, na sede do Sistema Ocepar, nos dias 25 e 26 de julho, tendo como instrutora a mestre em Direito Empresarial e consultora tributária, Graziela Cristina da Silva Borges Machado.

 

Inscrições - As inscrições para a formação que será realizada nos dias 20 e 21 de junho o devem ser feitas até o dia 15 de junho, com o agente de Desenvolvimento Humano da cooperativa ou pelo e-mail janaina.rosario@sistemaocepar.coop.br. As vagas são limitadas. Mais informações com Rogério Croscato (41 3200 1187).

 

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DIA C: Entrega do X-Solidário movimenta Formosa do Oeste

 

Desde a montagem até a distribuição do X- Solidário, a atitude de cooperar tomou conta da cidade de Formosa do Oeste (PR), no sábado (19/05).  Com a venda de mais de 1,2 mil lanches, o município foi o 3º a promover a ação do Dia C, Dia de Cooperar, realizado em parceria entre as cooperativas Copacol, Coopercaf e Sicoob.

 

Contribuição - “Abraçamos esta causa com muito amor junto a Copacol porque sabemos que todos os que passam pelo Hospital do Câncer e pela Casa Dona Vani são, de fato, pessoas que precisam de ajuda e nós queremos contribuir para que estes pacientes tenham um tratamento adequado”, disse o gerente da Unidade de Recebimento da cidade, Nivaldo Sandri.

 

Replicar - Além da solidariedade em prol das instituições de Cascavel que atendem pessoas em tratamento, muitos dos que adquiriram o lanche na cidade de Formosa do Oeste decidiram replicar a ação de fraternidade realizando a doação de seus lanches para os mais necessitados. 

Este foi o caso da integrante do grupo feminino, Maria de Lourdes que levou seis X-Solidários para doação. 

 

Cooperação - “Nós, do grupo feminino, estamos sempre atentas quando o assunto é ajudar o próximo. E, neste dia, aproveitei o ensejo e decidi também cooperar com algumas pessoas da minha cidade, doando os lanches que comprei e levando alegria para outras pessoas”, destacou ela. (Imprensa Copacol)

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COCARI: Conselho Estratégico da Cocari visita Coonagro, Porto de Paranaguá e Ocepar

 

Um grupo de 60 pessoas, formado por integrantes da diretoria executiva, superintendências e Conselho Estratégico da Cocari, esteve em viagem para Curitiba e Paranaguá, onde visitou na sexta-feira e no sábado (18 e 19/05) a Cooperativa Central Coonagro, o Porto de Paranaguá, e a sede da Ocepar, em Curitiba. 

 

Conhecendo a estrutura - Na Coonagro, cooperativa da qual a Cocari é uma das associadas, o grupo conheceu a fábrica de fertilizantes, a estrutura, a capacidade de armazenagem e plano de excelência que garantem a qualidade dos produtos.

 

Referência - Conforme explicaram os anfitriões, as análises feitas por profissionais da Coonagro, e de empresas terceiras introduzidas na cooperativa, priorizam a qualidade e segurança dos produtos que chegam aos agricultores e que tornam a cooperativa referência no segmento. 

 

Porto de Paranaguá - Os visitantes conheceram um pouco da história, o funcionamento da estrutura do Porto de Paranaguá, e puderam entender o processo de escoamento da safra de grãos. Ao longo do mês de abril foram exportadas 2,1 milhões de toneladas de soja e 555 mil toneladas de farelo, volume 38% superior ao de abril no ano passado.

 

Ocepar - No Sistema Ocepar, o grupo foi recebido pelo superintendente da Fecoopar, Nelson Costa, pela analista de Desenvolvimento Cooperativista, Carolina Bianca Teodoro, e pelo analista técnico, Maiko Vinicius Zanella.  Na ocasião, foram apresentadas algumas ações que estão sendo trabalhadas pelo Sistema Ocepar, principalmente, em relação a pleitos do setor junto aos governos estadual e federal, além de programas de formação desenvolvidos pelo Sescoop/PR.  

 

Reunião - Dando sequência a programação, no sábado foi realizada uma importante reunião pela Diretoria Executiva, sob a coordenação do presidente Vilmar Sebold, na qual foram apresentadas as ações propostas para o crescimento e fortalecimento da cooperativa.

 

Composição - O Conselho Estratégico da Cocari é composto por associados, conselheiros administrativos e fiscais, bem como membros da liderança jovem e da liderança feminina, que representam os mais de 7 mil associados da cooperativa. 

 

Palestra - Uma palestra sobre “Tendências na Economia, Política e no Agronegócio”, ministrada pelo consultor Eugênio Stefanelo, encerrou a programação. Ele salientou que onde existe uma cooperativa como a Cocari, o desenvolvimento é maior. “Isso está comprovado no Paraná, no Brasil e em outros países, razão pela qual é fundamental o funcionamento harmônico e eficiente da cooperativa, que tem de dar lucro, como qualquer empresa, pois é uma entidade de apoio à produção e comercialização, de agregação de valor aos produtos, e tem que apoiar o produtor, porque a cooperativa é do produtor”, ressaltou Stefanelo. (Imprensa Cocari)

 

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SICREDI: Papel da liderança jovem é tema de evento em Curitiba

sicredi 22 05 2018A importância do jovem no universo das cooperativas e o papel da liderança na era da colaboração e da criatividade são alguns dos temas que estarão em debate nesta semana (22 e 23 de maio), em Curitiba. O 1º Summit dos Comitês Jovens do Sicredi - primeira instituição financeira cooperativa do Brasil - reunirá palestrantes de renome nacional para discutir o papel das gerações Y e Z na gestão das cooperativas de crédito e no mercado financeiro como um todo.

Público - O evento é destinado à liderança jovem das cooperativas e também públicos de interesse do Sicredi e visa estreitar o vínculo da instituição financeira com os jovens.

Programação - Com uma programação que mescla palestras e atividades práticas, o encontro contará com vários estudiosos do tema, que dividirão suas experiências com o público. Entre elas estão Eduardo Lyra, autor do livro Jovens Falcões, que narra a trajetória de 14 jovens empreendedores que mudam o mundo com seus projetos e iniciativas; Gustavo Caetano, jovem empreendedor e fundador da Samba Tech, plataforma online para a transmissão de vídeos corporativos, que já recebeu prêmios como o Business Insider e reconhecimento da Forbes; e Gisele Gomes, proprietária da Achieve Desenvolvimento, empresa de consultoria em assessoria executiva, relações internacionais e intercultura.

Painel - Além disso, o evento também contará com o painel “15x15”, que trará uma série de apresentações de 15 minutos com cases de sucesso de jovens empreendedores, como o de Ricardo Dória, fundador da Aldeia Coworking - primeiro escritório de coworking do Sul do Brasil, entre outros profissionais de destaque.

Inspiração do Público Interno- Carlos Gustavo Alves Ferreira e Cássia Salvalaggio, ambos colaboradores do Sicredi apresentarão seus cases ganhadores do Wycup (World Young Credit Union People), reconhecimento do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu), destinado a jovens cooperativistas que desenvolveram iniciativas de relevância econômica e social nas regiões de atuação de suas cooperativas de crédito. Fábio Burile, Diretor Executivo do Sicredi, narrará sua experiência vitoriosa: de estagiário até o cargo de liderança exercido atualmente.

Degustação da Plataforma Digital Woop Sicredi- Além das palestras e discussões, o Sicredi também irá apresentar em primeira mão o Woop Sicredi, plataforma digital que será lançada ainda esse ano. Pelo aplicativo, cujo nome é uma combinação da expressão “Wow” e da palavra “Coop”, será possível abrir contas-correntes através do celular, gerenciar uma série de pacotes de soluções financeiras e participar de clube de fidelidade das cooperativas integrantes do Sistema Sicredi de maneira totalmente virtual, sem precisar passar em uma agência física.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

SERVIÇO

1º Summit dos Comitês Jovens

Data: 22 e 23 de maio de 2018

Local: Universidade Positivo - Pequeno Auditório

Endereço: Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 - Campo Comprido, Curitiba

Horário: 22 de maio - 8h30 às 18h

23 de maio - 8h30 às 15h30

 

SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Ações educativas são desenvolvidas na Semana ENEF

 

O Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) realizou, entre os dias 14 e 20 de maio, a Semana Nacional da Educação Financeira (Semana ENEF – Estratégia Nacional da Educação Financeira), que tem o objetivo de conscientizar os brasileiros em relação à importância de economizar e controlar o orçamento. O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 3,7 milhões de associados no País, participa da iniciativa realizando ações que vão impactar crianças e adultos. Foram diversas palestras gratuitas que aconteceram em todo o país.

 

Cooperação na Ponta do Lápis - Por meio do projeto Cooperação na Ponta do Lápis, a instituição vem realizando desde o ano passado oficinas gratuitas de educação financeira para comunidades do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Até agora, a ação envolveu mais de mil colaboradores voluntários das cooperativas do Sicredi dos três estados, que receberam capacitação com base no conteúdo do Caderno de Educação Financeira e Gestão de Finanças Pessoais do Banco Central. Durante a Semana ENEF esses multiplicadores oferecerem para a comunidade informações sobre como fazer bom uso do crédito e evitar as dívidas.

 

Abrangência - Para o presidente nacional do Sistema Sicredi e da Central PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, iniciativas como essa ajudam a demonstrar a abrangência do tema. “A educação financeira vai além de cálculos matemáticos. É sobre hábitos e sobre fazer escolhas com o dinheiro que recebemos a partir de nossos esforços. E isso envolve razão e emoção, desejo e necessidade. A educação financeira abrange mais que isso: dimensões culturais, sociais e psicológicas”, analisa.

 

2017 - Em 2017, o Sicredi realizou 612 ações em todo País, durante a Semana ENEF, com atividades que envolveram mais de 30 mil pessoas. A expectativa é que neste ano pelo menos 700 iniciativas sejam realizadas.

 

Ação para as crianças - Outro projeto realizado pelo Sicredi é a série especial de revistas em quadrinhos da Turma da Mônica, desenvolvida em conjunto com a Mauricio de Sousa Produções. O material vai mostrar ao público infantil a importância de planejar os gastos. Ao todo, serão seis edições, sendo a primeira lançada no dia 14 de maio, na sede da Mauricio de Sousa Produções, em São Paulo. Ainda em 2018 serão publicadas mais duas revistas em quadrinhos e as últimas três edições no próximo ano - nos meses de maio, julho e outubro.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Planalto das Águas 

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICOOB NORTE PR: Abertas as inscrições para a 1ª Sicoob Corre em Londrina

sicoob norte pr 22 05 2018Estão abertas as inscrições para a 1ª Sicoob Corre, corrida promovida pelo Sicoob Norte do PR. A prova será realizada no dia 27 de maio e deve reunir cerca de mil participantes no Aterro do Lago Igapó 2 (Rua Professor Joaquim de Matos Barreto - prox. rotatória da Av. Maringá). As inscrições podem ser feitas até 23 de maio, no site www.sicoobcorre.com.br.

Categorias - Organizada pela Capa Promoção e Eventos, a 1ª Sicoob Corre terá 13 categorias, sendo elas femininas e masculinas, disputadas em três percursos: 21 km (meia maratona), com largada às 7h; 10 km, com largada às 7h10 e 5 km, com largada às 7h15.

Estrutura - A corrida terá infraestrutura ambulatorial, oferta de frutas, água e isotônicos para os participantes. Os cooperados do Sicoob e grupos com mais de 10 pessoas terão desconto nas inscrições e menores de 18 anos deverão ter autorização dos pais.

Kit - Os inscritos receberão um kit com sacochila, camiseta e toalha. Os três primeiros lugares no geral receberão troféu. Também serão premiados os três primeiros de cada categoria (feminina e masculina) e todos os atletas participantes receberão medalhas. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COOPERATIVISMO: Com lei e cooperativa, Uruguai vira modelo para resolver problema de moradia

 

cooperativismo 22 05 2018Era novembro de 2016. Andrés Risso, 42, relembra o primeiro dia livre em seu novo lar, em Montevidéu. "Aproveitei muito, mas, na verdade, não fiz muita coisa. Descansei!" Era o que precisava depois de quase três anos de "muito esforço" na construção de sua casa. "Um sonho realizado!"

 

Déficit habitacional - O Uruguai tem um dos menores índices de déficit habitacional da América Latina e Caribe, ficando atrás apenas da Costa Rica e do Chile, segundo estudo de 2012 do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), organização internacional, com sede em Washington (EUA), que financia projetos de desenvolvimento econômico, social e institucional na região.

 

Percentual - De acordo com essa pesquisa, 26% das famílias do país vizinho não tinham onde morar ou viviam em moradias de má qualidade. Na Costa Rica e no Chile, os percentuais eram de 18% e 23%, respectivamente. No Brasil, 33%. Ainda segundo o estudo, em números absolutos, Brasil e México eram os países com maiores problemas habitacionais.

 

BID - O dado uruguaio é ainda menor que o apresentado pelo estudo do BID segundo o último Censo realizado no país, em 2011. De acordo com números do governo federal, o déficit quantitativo era de 4%, e o qualitativo, de 15%. O primeiro indicador leva em consideração apenas o número de novas moradias que precisam ser construídas para quem não tem casa ou mora em condições precárias. O segundo inclui carências de serviços de infraestrutura, como energia, água, saneamento básico, coleta de lixo etc.

 

Variação - Esse cálculo é algo que varia muito porque vai depender dos indicadores que são levados em consideração sobre falta de moradia e habitação precária, se a avaliação engloba apenas os aspectos do imóvel em si ou inclui também o seu entorno.    

 

Problema - O problema de moradia voltou a ser debatido amplamente depois do incêndio e desmoronamento de um edifício de 26 andares no começo do mês no centro de São Paulo. O prédio Wilton Paes de Almeida, que pertence à União, mas foi cedido temporariamente à Prefeitura de São Paulo, estava abandonado e era ocupado por cerca de 170 famílias sem-teto. A tragédia deixou ao menos quatro mortos. Outras cinco pessoas estão desaparecidas.       

 

Cooperativa e financiamento - Andrés Risso participou ativamente de todo o processo de construção de sua casa, desde o planejamento até a execução da obra. Ele lembra que chegava a passar três semanas sem folga. "De segunda a sexta e sábado até o meio-dia, eu estava no emprego e, durante à noite e nos domingos, trabalhava na obra", conta o profissional de logística. Eram 21 horas de trabalho semanais na construção.

 

Abate - Em contrapartida, ele conseguiu abater parte do valor da entrada, que normalmente é exigida quando se financia um imóvel e, em geral, é um dos grandes empecilhos de muitas famílias para ter acesso à moradia. "É a forma mais viável de ter a sua própria casa. Se não fosse assim, eu teria que economizar dinheiro por uns bons anos", diz.

 

Trabalho - Risso trabalhou para erguer a sua casa e também as de cerca de 50 vizinhos. Juntos, eles formaram uma cooperativa e foi por meio dela que conseguiram financiamento para a obra. A cooperativa é a dona do conjunto habitacional, embora cada família e seus descendentes tenham o direito de morar nas casas, garantido por meio de contrato firmado com cada um dos cooperados.

 

Propriedade coletiva - Esse modelo de propriedade coletiva de moradia é único na região, segundo Raúl Vallés, professor da Faculdade de Arquitetura, Desenho e Urbanismo da Udelar (Universidade da República), a maior do país. O sistema de cooperativas foi instituído pela Lei da Moradia, de 1968, legislação pioneira na área.

 

Plano Nacional - Essa lei obriga o governo federal a apresentar nos seis primeiros meses de cada mandato presidencial um plano nacional de habitação para os cinco anos seguintes. As ações e projetos são financiados com verbas de um fundo nacional criado por meio dessa mesma legislação.

 

Programas de cooperativas - Segundo Vallés, atualmente, 50% dos recursos desse fundo são destinados ao programa de cooperativas. "A lei garante o acesso a uma solução de habitação e permite que as pessoas possam se juntar e, em conjunto, tenham uma propriedade comum", explica Vallés.

 

Autogestão - As cooperativas conseguem construir imóveis de melhor qualidade porque, por conta da autogestão, há uma racionalização e economia no uso dos recursos

 

Apoio - Com o apoio de institutos de assistência técnica, que devem ser contratados pelas cooperativas, as próprias famílias decidem sobre cada detalhe da construção dos imóveis. Elas têm autonomia para escolher como serão as casas, que materiais serão usados nas obras, como serão as áreas comuns e o que haverá nelas (espaço de lazer para as crianças, quadras esportivas, creches, bibliotecas etc.).

 

Racionalização - "A experiência uruguaia indica que as cooperativas conseguem construir imóveis de melhor qualidade porque, por conta da autogestão, há uma racionalização e economia no uso dos recursos, na compra dos materiais etc.", analisa. 

 

Financiamento - As obras são financiadas com dinheiro emprestado pelo Banco Hipotecario Uruguayo (uma espécie de Caixa Econômica Federal), que oferece 85% do valor do imóvel e cobra juros menores que os praticados no mercado. Ao fim das obras, as casas são distribuídas por meio de sorteio.

 

Administração - A administração do conjunto habitacional também é de responsabilidade coletiva. Cabe ao grupo tomar as decisões, por meio de assembleias nas quais cada família tem direito a voz e voto.

 

Condições indispensáveis - "A participação e a autogestão, no caso uruguaio, são condições 'sine qua non' [indispensáveis]. Se não há essa participação, se não há autogestão, dificilmente um grupo consegue realizar todo o processo, desde a solicitação de um empréstimo até a realização da obra e o pagamento do empréstimo ao longo do tempo", afirma Vallés.

 

Modelo replicado - Um ano após a sanção da Lei de Moradia, foi criada a Fucvam (Federación Uruguaya de Cooperativas de Vivienda por Ayuda Mutua), uma organização sindical que reúne atualmente 515 cooperativas de moradia, representando em torno de 22 mil famílias de várias partes do país, principalmente da capital.

 

Tendência - Nos anos 1970 e 1980, a tendência foi a de construir conjuntos habitacionais na periferia de Montevidéu. A partir dos anos 1990, com a deterioração das áreas centrais, a federação estimulou a formação de cooperativas para a reforma de prédios antigos e muitas vezes abandonados nos bairros centrais da cidade. Os imóveis eram adquiridos pela prefeitura e cedidos às cooperativas, que ficavam responsáveis pelas obras.

 

Outros países - Também a partir da década de 90, o modelo uruguaio de acesso à habitação começou a ser levado para outros países da América Latina, inclusive o Brasil. Na cidade de São Paulo, foi criado durante a gestão de Luiza Erundina (PT) um programa de construção de moradias por meio de mutirões que eram autogeridos.

 

Prêmio - No início dos anos 2000, com o apoio do Centro Cooperativo Sueco, hoje We Effect, a federação desenvolveu um projeto de cooperação para replicar o exemplo uruguaio em 15 países da região. Em 2012, a iniciativa foi premiada internacionalmente pela entidade World Habitat.

 

Legislação específica - Na opinião de Raúl Vallés, o principal entrave para que o programa de cooperativas do Uruguai seja efetivamente reproduzido em outros países é a falta de uma legislação específica que garanta a propriedade coletiva da moradia. "Todo o programa pode ser replicado: o mutirão, a gestão coletiva, a participação, a formação de uma cooperativa. Mas, se na legislação não existe a figura da propriedade coletiva, que é o coração do programa, não dá para reproduzir exatamente como é aqui", afirma o professor. (Jornal Floripa)

 

COMÉRCIO: Fim do embargo russo a carnes está próximo

comercio 22 05 2018Após praticamente um semestre, o embargo da Rússia às carnes bovina e suína brasileiras pode ser levantado neste mês. A sinalização positiva de Moscou foi repassada pelo Ministério da Agricultura do Brasil aos exportadores. Segundo o vice-presidente de mercados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, as dúvidas técnicas que restavam foram dirimidas na última reunião entre representantes do serviço sanitário russo (Rosselkhoznadzor) e do Ministério da Agricultura.

Participação - Realizado em Bruxelas no dia 24 de abril, o encontro teve a participação do diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do ministério, José Luis Vargas. "Entregamos tudo e estamos esperando a reabertura. Não estamos devendo nada", confirmou Vargas ao Valor.

Ordem política - Sem problemas técnicos, a última pendência seria de ordem política. Entre os exportadores, aguardava-se com ansiedade a posse de Vladimir Putin para seu novo mandato (o que ocorreu em 7 de maio) e a definição do novo ministro da Agricultura da Rússia. Na sexta-feira, Dmitry Patrushev assumiu o ministério. Com isso, os exportadores de carnes do Brasil se animaram com as chances de que reabertura russa seja anunciada em breve.

Encontro - Em Paris, onde o ministro Blairo Maggi participa da assembleia da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), houve até quem se animasse com a possibilidade de Blairo aproveitar a brecha que terá na agenda no dia 23 para se reunir com o ministro russo a fim de sacramentar a reabertura. Até a noite desta segunda-feira (21/05), porém, o encontro não estava confirmado.

Importância - A retomada das vendas à Rússia é particularmente importante para a indústria de carne suína. Até novembro, quando Moscou anunciou o embargo alegando ter detectado resíduos do promotor de crescimento ractopamina em lotes de carnes do Brasil, a Rússia era o principal destino dos embarques de carne suína do país. Os russos respondiam por 40% do volume exportado e 50% das receitas.

Sobras - Com o embargo, os principais frigoríficos de carne suína (BRF, Seara/ JBS e Aurora) amargaram sobras de produtos. De janeiro a abril, as exportações totais de carne suína do Brasil caíram 14%, para 194,7 mil toneladas. Em faturamento, a redução foi de 22%, a US$ 411,7 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pelo Ministério da Agricultura.

Carne bovina - No caso da carne bovina brasileira, a Rússia também é relevante, mas a dependência é menor. O mercado russo representava cerca de 10% das exportações dos frigoríficos brasileiros até o embargo. Além disso, como a demanda da Ásia - sobretudo da China - vem se mostrando aquecida, as exportações registraram forte alta mesmo sem a Rússia. No primeiro quadrimestre, o Brasil exportou 504,4 mil toneladas de carne bovina, incremento de 21% na comparação anual. Em receita, o aumento chegou a 20%, para US$ 1,943 bilhão.

Expectativa - Uma das três maiores exportadoras de carne bovina do Brasil, a Minerva Foods também trabalha com a expectativa de que Moscou anuncie a reabertura do mercado russo "muito em breve. No entanto, a empresa admitiu que a decisão russa não será totalmente positiva.

Limitada - Em teleconferência com analistas na semana passada, o presidente da Minerva, Fernando Galletti de Queiroz, afirmou que a Rússia deve promover uma reabertura "limitada". Na prática, o número de frigoríficos autorizados a vender aos russos será menor do que o observado até novembro. Nesse cenário, as restrições à carne suína podem ser maiores do que para a carne bovina do Brasil, segundo uma fonte. A questão é que a Rússia busca há anos se tornar autossuficiente na produção de carne suína. (Valor Econômico)

 

HELICOVERPA ARMIGERA: Embrapa monitora presença de híbridos de lagarta no Brasil

 

helicoverpa 22 05 2018Em nota técnica publicada nesta segunda-feira (21/05), pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) explicam que a compatibilidade reprodutiva entre as espécies de lagarta Helicoverpa armigera e Helicoverpa zea tem permitido a ocorrência de insetos híbridos no Brasil, desde 2012, sem que haja alterações significativas no manejo do algodão, da soja e do milho. Embora H. armigera tenha causado problemas ocasionais em algumas regiões, não foram observados impactos econômicos nos sistemas agrícolas brasileiros, por conta da ocorrência destes híbridos no Brasil. 

 

Prudência - “Desta forma, é preciso prudência ao elaborar conclusões relacionadas aos híbridos. Não podemos minimizar o problema, ou seja, desconsiderar a ocorrência e os impactos potenciais e nem maximizá-lo, vislumbrando catástrofes nos agroecossistemas”, alertam os pesquisadores Daniel Sosa-Gómez, da Embrapa Soja, e Alexandre Specht, da Embrapa Cerrados.

 

Surtos - Os primeiros surtos da lagarta Helicoverpa armigera ocorreram com maior frequência em algodão, soja e milho, nos anos 2012 e 2013. Entretanto, esta espécie já estava presente no País, pelo menos, desde 2008. Para Specht, a identificação da lagarta H. armigera foi inicialmente dificultada, devido à sua grande semelhança com a espécie nativa Helicoverpa zea, vulgarmente conhecida como lagarta-das-espigas, que ataca preferencialmente a cultura do milho. 

 

Indistinguíveis - As mariposas destas espécies são indistinguíveis pela aparência (morfologia externa). Assim, “para sua diferenciação devem ser realizados estudos da genitália interna dos adultos, preferencialmente dos machos, onde a distinção é mais evidente”, explica Specht. Estudos demonstraram que os feromônios, (compostos liberados pelas mariposas fêmeas para atrair os machos - atraentes sexuais) utilizados para captura das lagartas, em armadilhas, atraem as duas espécies. “Assim, as mariposas (machos) das duas espécies não conseguem fazer esta diferenciação do feromônio, podendo acasalarem entre si e originando descendência de híbridos. Isto é, indivíduos resultantes do cruzamento entre espécies diferentes”, explica Specht. 

 

Diferenças fisiológicas - De acordo com Sosa-Gómez, embora a proximidade morfológica e genética, entre as espécies, seja muito grande, elas apresentam diferenças fisiológicas. As lagartas têm respostas diferentes a diversos fatores do ambiente agrícola. “Ao se observar as respostas a inseticidas, por exemplo, não detectamos resistência a inseticidas piretroides em H. zea mas sim, em H. armigera. No entanto, a utilização destes inseticidas para controle de H. armigera não é muito comum”, explica. Sosa-Gómez explica que as lagartas também são diferentes quanto a sua suscetibilidade à proteína Cry1Ac, oriunda do Bacillus thuringiensis (Bt) e presente em diversas culturas transgênicas. “H. zea tolera doses mais altas desta proteína quando comparada com H. armigera”.

 

Continuidade - Em contraposição, “H. zea é mais sensível a produtos comerciais à base de vírus. Assim, é de se esperar que seus híbridos apresentem respostas intermediárias a esses produtos/proteínas”, diz Sosa-Gómez.  A Embrapa irá dar continuidade aos estudos sobre hibridização entre H. zea e H. armigera para aprofundar o conhecimento e trazer mais segurança ao manejo dos insetos. “Pretendemos monitorar a ocorrência/prevalência de H. zea, H. armigera e de seus híbridos; pesquisar suas características e de seus parentais (H. zea/H. armigera), assim como avaliar aspectos relacionados à herança dessas características”. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

BEM-ESTAR ANIMAL: Mapa abre consulta pública para normas de abate humanitário

 

bem estar animal 22 06 2018O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) editou a portaria 62, publicada sexta-feira (18/05), no Diário Oficial da União, que abre prazo de 30 dias para consulta pública do regulamento de manejo pré-abate e abate humanitário.

 

Dor e sofrimento - O objetivo das normas é evitar dor e sofrimento desnecessários aos animais em todos os estabelecimentos inspecionados oficialmente, que realizam abates e aproveitamento dos animais para fins comerciais. É proibido espancar os animais, agredi-los, erguê-los pelas patas, chifres, pelos, orelhas ou cauda, ou qualquer outro procedimento que os submeta a dor, medo ou sofrimento desnecessários. As informações são do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (DIPOA) do Mapa.

 

Principais propostas - As principais propostas de normatização determinam que haverá controle das cargas de animais destinados ao abate desde o embarque na propriedade, passando pelo transporte até o desembarque no frigorífico. Esses controles serão baseados na inspeção dos caminhões - incluindo tacógrafos para fiscalização da velocidade – e exames nos animais para verificação de possíveis lesões antes do abate. Anteriormente, o controle era feito apenas na chegada ao abatedouro. A nova regra deverá reduzir o tempo de jejum dos animais, que varia conforme a espécie (bovino, suíno ou ave).

 

Responsável - Outra novidade será a obrigatoriedade de os frigoríficos manterem um responsável pelo cumprimento das normas de bem-estar animal (BEA), que prestará orientações no pré-abate (operações de embarque na propriedade de origem até a contenção para insensibilização) e no abate dos animais. Este responsável deverá orientar os motoristas dos veículos utilizados para transportar animais. (Mapa)

 

Foto: Pixabay

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança tem superávit de US$ 1,924 bilhão na 3ª semana de maio

 

comercio exterior 22 05 2018A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,924 bilhão na terceira semana de maio, informou nesta segunda-feira (21/05) o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. O valor é resultado de exportações de US$ 5,293 bilhões e importações de US$ 3,368 bilhões no período. Com o desempenho da terceira semana, o saldo comercial positivo soma US$ 5,059 bilhões em maio e acumula US$ 25,381 bilhões no ano.

 

Média diária - A média diária de exportações avançou 21,4% nas três primeiras semanas de maio, quando comparada a maio do ano passado, para US$ 1,092 bilhão. O avanço, verificado nas três categorias de produtos comercializados, foi puxado pelas vendas de básicos, que subiram 38% para US$ 608,8 milhões por dia. Nessa conta, o destaque ficou com o embarque de soja em grãos, petróleo em bruto, carne de frango, farelo de soja, minério de ferro e bovinos vivos.

 

Semimanufaturados - As exportações de semimanufaturados cresceram 5,3% para US$ 133,0 milhões, por conta de celulose, ferro-ligas, mates de cobre, óleo de soja em bruto, madeira serrada ou fendida, madeira em estilhas e estanho bruto. Já o embarque de manufaturados cresceu 4,3% para US$ 325,7 milhões, puxado por chapas, folhas e tiras de plástico, suco de laranja congelado, motores e turbinas para aviação, autopeças e motores para automóveis.

 

Importações - O ritmo de alta das importações segue mais intenso do que as vendas ao exterior e, nas três semanas de maio, as compras externas cresceram, em média, 27,4% para US$ 702,6 milhões, se comparadas a maio de 2017. Nesse comparativo, subiram os gastos, principalmente, com equipamentos mecânicos (+43,5%), farmacêuticos (+31,6%), combustíveis e lubrificantes (+30,1%), equipamentos elétricos e eletrônicos (+26,6%) e veículos automóveis e partes (+24,6%). (Valor Econômico)

 

INFRAESTRUTURA: Paraná agiliza criação de Porto Seco na fronteira com a Argentina

 

A governadora Cida Borghetti assinou nesta segunda-feira (21/05), no Palácio Iguaçu, um termo de cooperação para a implantação do Porto Seco de Santo Antônio do Sudoeste, na fronteira com a Argentina. A proposta é implantar uma Estação Aduaneira de Interior na estrutura da Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná (Codapar) no município. Isso desafogará as aduanas de Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, e de Dionísio Cerqueira, em Santa Catarina.

 

Termo - O termo cooperação foi assinado entre a Codapar e a prefeitura de Santo Antônio do Sudoeste. O documento passará agora pela análise da Secretaria de Estado da Fazenda, da Receita Estadual e da Procuradoria-Geral do Estado. “Vamos analisar de forma bastante detalhada para garantir a segurança jurídica do projeto”, afirmou a governadora. “O Porto Seco vai eliminar um gargalo logístico no Sudoeste do Paraná e agilizar as ações referentes ao Mercosul. Apoiamos todas as ações de desenvolvimento do Paraná e a questão da fronteira é um tema de interesse do governo”, afirmou Cida.

 

Integração - Porto Seco é um terminal alfandegário de uso público, localizado em uma zona terrestre. O local oferece serviços de desembaraço, entre postagem, movimentação de contêineres e mercadorias em geral, destinados à importação ou exportação.

 

Desenvolvimento e integração - Para o prefeito de Santo Antônio do Sudoeste, Zelírio Peron Ferrari, o Porto Seco trará mais desenvolvimento e integração na região de fronteira. “Com essa estrutura haverá na região um tráfego melhor e maior volume de mercadorias comercializadas. O acesso à Argentina por Foz do Iguaçu, que fica a mais de 300 quilômetros do nosso município, está bastante lotado”, explicou. “Há viabilidade para implantação do projeto, que vai ampliar as divisas do Estado e será importante para a Codapar e para os municípios da fronteira”, disse.

 

Estrutura - De acordo com o diretor-presidente da Codapar, Tino Staniszewski, a implantação do terminal vai facilitar o comércio de produtos entre os estados das regiões Sul e Centro-Oeste com países como o Paraguai e a Argentina. “Um dos gargalos hoje é o milho produzido no Paraguai e comercializado para o Paraná e Santa Catarina, que são grandes produtores de suínos e aves. A implantação do Porto Seco vai viabilizar o desembaraço dessas cargas”, explicou.

 

Estudo de Viabilidade - A primeira etapa do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTE) para a efetivação do projeto já foi realizada. A segunda etapa do estudo de viabilidade, que está sendo elaborada pelo Sebrae, está em fase de conclusão. A ideia é adequar a estrutura da Codapar conforme as normas alfandegárias da Receita Federal. A unidade está localizada em uma área de 60 mil metros quadrados às margens da BR-163. O espaço é utilizado atualmente para armazenagem de produtos agrícolas e conta com instalações administrativas, galpões, balança e silos.

 

Adaptações - A partir dos estudos elaborados pelo Sebrae, a Codapar fez o levantamento das adaptações da unidade e está agora na fase orçamentária, explicou Tino Staniszewski. “Vamos ceder a área para que Santo Antônio do Sudoeste faça as adequações para apresentar à Receita Federal. Estando de acordo com as normas, a Receita nos dará a permissão para implantação do Porto Seco”, disse. A Codapar é responsável pela administração do Porto Seco de Cascavel há 15 anos.

 

Presenças - Participaram da reunião o chefe da Casa Civil, Dilceu Sperafico; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; o deputado federal Aliel Machado; o vice-prefeito de San Antonio (Argentina) e integrantes do Grupo de Aduanas do Núcleo de Líderes da Fronteira, que inclui os municípios de San Antonio, Santo Antonio do Sudoeste, Pranchita e Pérola D’Oeste. (Agência de Notícias do Paraná)

 

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ENERGIA: Governo institui a Política Estadual do Biogás e Biometano

 

A governadora Cida Borghetti assinou nesta segunda-feira (21/05) a lei que institui a Política Estadual do Biogás e Biometano no Paraná (Número 19.500/2018). A iniciativa faz parte do Programa Paranaense de Energias Renováveis, coordenado pela Secretaria de Estado do Planejamento e Coordenação Geral. Cida também assinou a Lei Complementar 211/2018, que trata dos serviços de distribuição de gás canalizado no Paraná.

 

Segurança jurídica - Segundo o secretário estadual do Meio Ambiente, Antonio Carlos Bonetti, que representou a governadora na reunião na Secretaria do Planejamento, o objetivo da lei do biogás é dar segurança jurídica a empreendedores que desejam investir neste setor e abrir oportunidades de negócios baseados nas energias renováveis. “O Paraná é pioneiro neste marco legal”, afirmou.

 

Estímulo - Ele explicou a importância da nova legislação, que pretende estimular novas empresas a se estabelecerem e participarem do setor produtivo do Estado, através da isenção de impostos, por exemplo.

 

Regras - De acordo com a Lei, ficam estabelecidas regras, obrigações e instrumentos de organização, incentivo, fiscalização e apoio às cadeias produtivas dos materiais derivados da decomposição de matéria orgânica. A lei também estabelece ao poder público fomentar a produção e o consumo de biogás e biometano gerados no Paraná, por meio de programas específicos instituídos em regulamento que promovam, por exemplo, a adição de um percentual mínimo de biometano ao gás canalizado distribuído no Estado e o estabelecimento de tarifas e preços mínimos.

 

Investidores - O produtor rural de biogás e presidente do Sindicato Rural Patronal de São Miguel do Iguaçu, José Carlos Colombare, falou sobre a evolução no setor desde 2005, quando começou a atuar neste mercado. “Comecei motivado pela preocupação com o passivo ambiental, mas foram surgindo outras oportunidades de negócios”, disse. “Certamente a nova legislação, que permitirá a regularização do biogás e biometano no Paraná, fará com que aumente o número de produtores e investidores locais”, acrescentou Colombare.

 

Momento oportuno - Para o presidente da Associação Brasileira de Biogás e Biometano (Abiogás), Alessandro Gardemann, a legislação paranaense veio no momento oportuno em que ocorre grande transformação da bioenergia no mercado nacional.

 

Vanguarda - “O Paraná sempre esteve na vanguarda do biogás, o Estado é uma grande potência agroindustrial e, portanto, grande produtor de biogás. Faltava apenas uma política adequada para melhorar o passivo ambiental e ainda melhorar a renda do produtor”, afirmou Gardemann. “A Lei assinada agora é estruturada, completada e integrada com todas as áreas”.

 

Presença - Também participaram da reunião representantes de diversas secretarias de estado e instituições, como Fiep, Faep, BRDE, Copel, Sanepar, Fomento Paraná, Programa Oeste de Desenvolvimento e outros.

 

Marco regulatório - O coordenador do Programa Paranaense de Energias Renováveis, Mário Figueiredo, disse que a criação do Marco Regulatório do Biogás e do Biometano no Paraná surgiu como uma demanda dos diversos segmentos envolvidos com o assunto no Estado, considerando a intensa vocação agropecuária e a representatividade do agronegócio no PIB paranaense, além da preocupação com a preservação do meio ambiente.

 

Economia circular - “O objetivo é criar uma economia circular, na qual os passivos ambientais da agropecuária e meio urbano serão transformados em ativos energéticos, trazendo mais competitividade e sustentabilidade ao Estado”, afirmou.

 

Prioridade - Segundo ele, após estabelecer a política do biogás e biometano, a prioridade do Programa Paranaense de Energias Renováveis será aprofundar estudos em energia solar e energia eólica, na sequência.

 

Incentivos - O Programa Paranaense de Energias Renováveis, criado em julho de 2014, propõe incentivos diferenciados para a atração de investimentos relacionados à sustentabilidade ambiental e à economia de baixo carbono.

 

Demandas - A iniciativa faz parte do esforço de fazer frente aos passivos ambientais, atender às demandas do setor produtivo, aprimorar a legislação estadual para que esteja em sintonia com as tendências de sustentabilidade e diversificação da matriz energética e, sobretudo, contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa. (Agência de Notícias do Paraná)

 

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MERCADO: BC acalma câmbio, mas dólar mantém espaço para novas altas

 

mercado 22 05 2018No primeiro dia da atuação reforçada no câmbio, o Banco Central conseguiu conter a escalada do dólar com a venda de swaps cambiais. Em meio a um cenário externo bem mais ameno do que nos últimos dias, a moeda americana sofreu a maior queda em três meses.

 

Dúvidas - O quanto esse alívio vai durar ainda é alvo de dúvidas. A desvalorização do dólar nesta segunda-feira (21/05) também pode ser atribuída a uma dose de "sorte" do BC, cujas atuações ocorreram num dia de dólar em baixa em relação a várias divisas emergentes.

 

Fechamento - No fechamento desta segunda, o dólar caiu 1,40%, a R$ 3,6886, maior desvalorização diária desde 14 de fevereiro passado (2,31%). É a primeira queda após seis pregões consecutivos de alta, nos quais a cotação saltou 5,49%.

 

Espaço - Mas, num cenário de alguns meses, o espaço de mais altas da moeda americana se mantém, uma vez que lá fora houve apenas um desmonte parcial de apostas de baixa na moeda americana. Isso entra na conta dos fundamentos, já que o mercado global está no meio de um processo de redução de liquidez, derivado sobretudo das altas de juros nos Estados Unidos.

 

Posição técnica - Aqui, a posição técnica do mercado segue distante de níveis extremos, o que quer dizer que, na prática, investidores estão bem menos comprados em dólar do que parecem. E isso deixa espaço para montagem de novas posições a favor da moeda americana, ainda mais considerando que a incerteza política no Brasil ainda não está incorporada de forma substancial nos preços.

 

Fundos de investimento - Fundos de investimento, por exemplo, ainda carregam posições líquidas vendidas em dólares na B3 na casa de US$ 10 bilhões. Esse valor considera contratos de dólar futuro e cupom cambial (juro em dólar). Mesmo quando se incluem na conta os contratos de swap cambial, esse grupo de investidores ainda detém cerca de US$ 2 bilhões em posições que ganham com a queda do dólar.

 

Valorização - Também na bolsa, os estrangeiros sustentam US$ 25 bilhões em apostas de valorização do dólar. Mas esse estoque já chegou perto de US$ 40 bilhões em 2015. Naquela época, o diferencial de juros a favor do Brasil estava em dois dígitos.

 

Spread - Hoje, esse spread está abaixo de 5 pontos percentuais. Ou seja, mais um estímulo à compra de dólar. Mas analistas ressaltam a importância do movimento do BC - não apenas o aumento das ofertas de swaps, mas também (e principalmente) a indicação clara de que poderá colocar mais dólares no mercado, se necessário. Isso foi visto como forma de preservar as chances de um "efeito surpresa" na atuação, o que, ao longo da semana passada, foi bastante defendido pelos participantes do mercado de câmbio.

 

Reforço - Para Ilya Gofshteyn, estrategista do banco Standard Chartered em Nova York, o recado do BC reforça cenários de posições favoráveis ao real, num pano de fundo em que divisas emergentes de forma geral parecem mais fracas que o justificado pelos fundamentos.

 

Oferta - Nesta terça-feira (22/05), o Banco Central ofertará mais 15 mil contratos de swap cambial - ou seja, US$ 750 milhões de dinheiro "novo" no mercado. E também manterá o leilão de 4.225 contratos de swap em operação de rolagem do vencimento junho.

 

Lote - O lote de swaps a vencer em junho soma US$ 5,65 bilhões. O volume total no mercado já está em US$ 25,798 bilhões, US$ 2 bilhões a mais do que no começo do mês. O aumento do estoque é resultado dos cinco leilões de 5 mil contratos "novos" de swap cambial realizados na semana passada e da colocação de 15 mil feita ontem. A expectativa é que, até o fim do mês, o BC coloque um total de US$ 6,5 bilhões em dinheiro "novo" no mercado de câmbio. Com isso, o estoque de swaps cambiais irá para US$ 30,298 bilhões, maior patamar desde 19 de outubro de 2016 (US$ 30,317 bilhões).

 

Movimentações - "O BC mostrou ao mercado que está atento às movimentações do câmbio", diz Carlos Pedroso, economista sênior do Banco MUFG Brasil. Segundo ele, a entrevista do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, também ajudou a acalmar os ânimos, uma vez que nela o ministro afirmou que também o Tesouro Nacional pode atuar para amenizar a volatilidade no mercado de juros. "Isso mostra que o governo está atuando em conjunto para seus objetivos", afirma.

 

Projeção - O economista, porém, não espera que o dólar volte a patamares em torno de "R$ 3,20 ou R$ 3,30". "Estamos confortáveis com a projeção de R$ 3,40 para o fim do ano, mas até lá a volatilidade será grande e a moeda poderá subir mais", diz Pedroso. (Valor Econômico)

 


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