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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4332 | 21 de Maio de 2018

FÓRUNS: Profissionais de Comunicação e de TI das cooperativas do PR debatem mundo digital

foruns destaque 21 05 2018Um debate sobre o “Mundo Digital” vai unir, de forma inédita, em um mesmo evento, os profissionais de Comunicação e os de Tecnologia da Informação das Cooperativas do Paraná, no dia 12 de junho de manhã, em Carambeí, na região paranaense dos Campos Gerais. No período da tarde, eles se dividem em programações específicas para cada área.

Digital Agro - Outra novidade é que, no dia 13, ambos os públicos vão poder participar gratuitamente da Digital Agro, evento promovido pela Cooperativa Frísia, que contará com palestras importantes como a que será ministrada por Gill Giardelli, sobre tendências tecnológicas, e a de Carlos Ortiz, sobre estratégias para inovação. A Digital Agro prossegue no dia 14, cuja programação também poderá ser acompanhada tanto pelos participantes dos Fóruns dos Profissionais de Comunicação e dos profissionais de TI.

Inscrições - As inscrições devem ser feitas por meio do link: https://goo.gl/4N8bS3.

Comitê Comunicação – O coordenador de Comunicação Social do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho, destaca que durante o Fórum será constituído o Comitê de Comunicação do Planejamento Estratégico Paraná Cooperativo 100 (PRC 100). “Esta é uma demanda que surgiu no Fórum de Comunicação que realizamos no ano passado, em Maringá. O objetivo é que este comitê atue de forma consultiva e dê suporte nas ações de comunicação e marketing que por ventura venham ser implementadas pelo Sistema Ocepar e cooperativas”, lembrou. Milléo pede para que profissionais de Comunicação de todos os ramos participem deste Fórum e venham contribuir com o Comitê.

Clique aqui para conferir a programação completa do Fórum dos Profissionais de Comunicação das Cooperativas Paranaenses

Clique aqui para conferir a programação completa do Fórum dos Profissionais de TI das Cooperativas Paranaenses

 

SESCOOP/PR: Segundo módulo do Programa de Formação de Agentes está com inscrições abertas

sescoop pr destaque 21 05 2018Estão abertas, até sexta-feira (25/05), as inscrições para o segundo módulo do Programa de Formação de Agentes. Nesta etapa, as atividades vão focar o tema “Inteligência e gestão”. As turmas serão capacitadas por região. Em Curitiba, os representantes do Centro-Sul se encontram em Curitiba, entre os dias 5 e 6 de junho (agentes de Gestão e de Desenvolvimento e Autogestão) e 7 e 8 de junho (agentes de Desenvolvimento Humano e de Cooperativismo). Os agentes do Norte e Noroeste participam da formação em Maringá, nos dias 12 e 13 de junho (Gestão e Desenvolvimento e Autogestão) e 14 e 15 de junho (Desenvolvimento Humano e Cooperativismo). Em Cascavel, os profissionais das regiões Oeste e Sudoeste serão capacitados nos dias 18 e 19 (agentes de Gestão e de Desenvolvimento e Autogestão) e 20 e 21 de junho, (agentes de Desenvolvimento Humano e de Cooperativismo). As inscrições podem ser efetivadas CLICANDO AQUI.

Conteúdo Nos dois dias, será trabalhado o seguinte conteúdo: Contexto de mudanças organizacionais: avanços da tecnologia; Inteligência organizacional e os desafios da nova gestão; Design thinking diante das demandas sócio culturais e Gestão e prioridade: expectativas e resultados.

Informações – Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail ketlyn.zipperer@sistemaocepar.coop.br.

Primeiro módulo – O Programa de Formação de Agentes é promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Paraná (Sescoop/PR). O primeiro módulo foi realizado no dia 19 de abril, com a presença de 69 funcionários de 24 cooperativas paranaenses dos ramos agropecuário, crédito, saúde e trabalho, na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. Também houve atividades em Prudentópolis, no dia seguinte. Neste ano, serão realizados quatro módulos do Programa.

sescoop pr 21 05 2018

 

VISITA: Conselheiros da Cocari visitam Sistema Ocepar

Uma comitiva da Cocari, composta por 60 integrantes do Conselho Estratégico, esteve no Sistema Ocepar, na tarde da última sexta-feira (18/05), em Curitiba. Segundo o presidente da Cooperativa, Vilmar Sebold, que acompanhou a visita do grupo, o Conselho Estratégico é composto por cooperados e também por representantes dos grupos jovens e femininos da cooperativa, eleitos por seus respectivos integrantes. “Em nossas reuniões nos entrepostos, falamos muito sobre o Sistema Ocepar. E estamos vivendo um momento que, em função do aspecto político, as entidades estão desacreditadas, então, o objetivo dessa visita é fazer com que esses produtores, que integram um conselho importante no âmbito da cooperativa, conheçam  a estrutura e entendam a relevância do trabalho desenvolvido pela Federação das Cooperativas do Paraná (Fecoopar), do Sindicato e Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR)”, disse Sebold.

Agenda – De acordo com o dirigente, antes de visitar o Sistema Ocepar, o grupo foi ao Porto de Paranaguá, conhecer a Coonagro Fertilizantes. “É importante que os produtores possam levar para a base o conhecimento de como é produzido o fertilizante que hoje leva a marca Cocari-Conagro. Afinal de contas, os produtores cooperados são os donos da cooperativa que, por sua vez, também é dona da Coonagro, então, temos que fortalecer essa cadeia”, comentou.

Informações – No Sistema Ocepar, o grupo foi recebido pelo superintendente da Fecoopar, Nelson Costa, pela analista de Desenvolvimento Cooperativista, Carolina Bianca Teodoro, e pelo analista técnico, Maiko Vinicius Zanella.  Na ocasião, foram apresentadas algumas ações que estão sendo trabalhadas pelo Sistema Ocepar, principalmente, em relação a pleitos do setor junto aos governos estadual e federal, além de programas de formação desenvolvidos pelo Sescoop/PR.  “É importante aproximarmos as cooperativas e seus cooperados do Sistema Ocepar. Dessa forma, eles tomam conhecimento do importante papel que a Ocepar desempenha em suas ações diárias para defender o setor. Além disso, através da atuação do Sescoop, possibilitamos acesso ao que há de melhor em treinamentos, aumentando a competitividade das cooperativas e gerando benefícios para seus cooperados”, completou Carolina Bianca.

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FRÍSIA: Cooperativa investe em infraestrutura na 2ª Digital Agro

 

A Digital Agro, feira nacional voltada inteiramente para soluções de tecnologia digital e inovações para o agronegócio, recebeu um investimento importante em infraestrutura para a edição deste ano, que acontece nos dias 13 e 14 de junho, em Carambeí (PR). A feira é realizada pela Frísia Cooperativa Agroindustrial e tem a organização técnica da Fundação ABC.

 

Novo pavilhão - O investimento foi no novo pavilhão de palestras, que tem capacidade para receber 1.400 pessoas em 1.300 metros quadrados. Na lateral ao Parque de Exposições, onde ocorre a Digital Agro, foram construídos espaços para os estandes dos expositores. O ambiente remete a casas com arquitetura holandesa.

 

Compromisso - Segundo o diretor vice-presidente da Frísia, Gaspar de Geus, os investimentos na Digital Agro reforçam o compromisso da cooperativa em garantir ao público uma estrutura que condiz com a busca de soluções e alternativas inovadoras para o agronegócio. “Já estamos passando por uma revolução no campo. Sem dúvida, se ela ainda não chegou a determinadas propriedades, em breve, chegará. Queremos, com a Digital Agro, apresentar aos produtores rurais respostas e possíveis alternativas para a produção em larga escala, sem desperdício de tempo, investimento e produção. E esse investimento é componente fundamental na apresentação desse futuro”, destaca De Geus.

 

Temáticas - O evento terá quatro principais temáticas, que são norteadoras para as perspectivas de mercado e do campo, e poderão ainda ser vistas nas palestras, produtos e serviços trazidos pelas empresas expositoras. A Digital Agro deve reunir cerca de oito mil pessoas, incluindo produtores rurais, empreendedores, pesquisadores e estudantes.

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

Digital Agro

13 e 14 de junho (quarta e quinta)

Parque de Exposições Frísia, anexo ao Parque Histórico

Carambeí (PR), distante 140 km de Curitiba

www.digitalagro.com.br

 

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COPACOL: Mais de 4 mil pessoas participam do CPAgro 2018

 

O CPAgro Copacol, realizado nos dias 16 e 17, em Cafelândia, Oeste do Paraná, foi encerrado com a participação de mais de 4 mil pessoas. O evento, além de repassar as informações técnicas, teve como um dos principais atrativos do último dia a palestra focada na sucessão familiar, realizada pelo doutor Mário Penz Júnior. 

 

Diversificação - “A Copacol está no caminho certo porque investe na diversificação das propriedades, para que os jovens possam escolher em qual negócio investir no campo e também, em programas sociais que integram toda a família cooperada”, ressalta Mário. 

 

Exposições - Além das palestras, os cooperados puderam acompanhar as exposições do estande do Copacol Supermercados, que apresentou os produtos da grife Copacol, as exposições de flores e os produtos da loja agropecuária. 

 

Meio ambiente - Outro atrativo foi o estande do meio ambiente, que apresentou todo o trabalho que a cooperativa realiza para produzir alimentos sem prejudicar o meio ambiente e os recursos naturais. 

 

Palestras técnicas - Nos dois dias de evento também foram realizadas palestras técnicas voltadas para a agricultura, avicultura, piscicultura, suinocultura e bovinocultura de leite. 

 

Acesso - Segundo o cooperado de Jesuítas, Claudemir Alves, a Copacol, além de investir na diversificação das propriedades, também incentiva que os produtores tenham acesso as informações e as novas tecnologias disponíveis no mercado. 

 

Evolução - “Graças a Copacol, tenho a oportunidade de evoluir e crescer junto com a cooperativa, oferecendo uma melhor qualidade de vida para a minha família”, afirma Claudemir. 

Para a cooperada Rosangela Sassi a palestra sobre a sucessão familiar foi a que mais a chamou a atenção, porque vai servir para auxiliar a sua família neste processo. 

 

Responsabilidades - “Na nossa família já estamos realizando a sucessão familiar, eu já assumi responsabilidades que foram repassadas pelo meu pai e agora, estou passando para o meu filho, com o objetivo de invectivar a permanecia dele na propriedade”, relata Rosangela. 

 

Agradecimento - “Agradecemos a participação de toda a família cooperada que prestigiaram o nosso evento. Foram dois dias voltados para a geração de subsídios com o objetivo de auxiliar em uma melhor performa dos produtores em suas atividades”, enaltece Pitol. (Imprensa Copacol)

 

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INTEGRADA: Aplicação na dose certa

 

integrada 21 05 2018Há 11 anos o Instituto Agronômico (IAC), localizado em Campinas (SP), e a empresa fabricante de defensivos Arysta, percorrem o Brasil com o Programa Aplique Bem em propriedades, instituições de pesquisa e universidades. A equipe que integra o programa passou pela Integrada na semana passada com o objetivo de treinar agrônomos de algumas regionais da cooperativa.

 

Metodologias adequadas- O foco do Aplique Bem é propagar metodologias adequadas para a aplicação de defensivos agrícolas, por isso os agrônomos da Integrada estão sendo treinados para aumentar a eficiência de aplicação dos associados da Integrada, evitando desperdícios de produtos e possíveis contaminações derivadas de aplicações inadequadas.

 

Qualidade- O pesquisador do IAC, Marcel Sarmento, explica que a qualidade de aplicação de defensivos nas lavouras brasileiras tem melhorado muito nos últimos anos, derivada principalmente pela adoção de novas tecnologias. A regulagem e calibração adequadas dos equipamentos de pulverização é, segundo ele, uma peça fundamental para uma boa aplicação.

 

Preocupação- Maurílio Aguilera, consultor técnico da Arysta, observa que a empresa não está preocupada somente com as vendas de defensivos, mas também com a aplicação adequada de seus produtos. Isso porque uma aplicação inadequada pode contaminar o solo, aumentar os custos de produção e também selecionar espécies de pragas resistentes. (Imprensa Integrada)

 

SICREDI RIO PARANÁ: Cooperativa inova com realização de palestra online

Dentre as ações da Semana Enef (Semana Nacional de Educação Financeira), a cooperativa de crédito Sicredi Rio Paraná PR/SP programou mais de 100 oficinas que foram realizadas em sua área de atuação. Uma delas foi a Oficina “Cooperação na Ponta do Lápis” promovida online. Ela foi transmitida ao vivo na página oficial da Cooperativa do Facebook e no Stories do Instagram.

Primeira vez - Esta é a primeira vez que ação é realizada na Sicredi Rio Paraná PR/SP. A oficina foi ministrada pela assessora de Comunicação e Marketing da cooperativa, Carolina Mussolini, que foi capacitada para realizar as oficinas em treinamento realizado na Superintendência da cooperativa pela equipe de Desenvolvimento Cooperativo.

Público - Até agora, cerca de 3,5 mil pessoas já assistiram à oficina online. A semana é uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF), apoiada por diversos agentes do setor financeiro do País, com o intuito de promover a Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef).

Sobre o Sicredi Rio Paraná - O Sicredi Rio Paraná está presente em 44 cidades do noroeste do Paraná e sudeste de São Paulo. São 23 agências instaladas nas duas regiões. Para mais informações acesse sicredi.com.br ou nossas redes sociais fb/sicredirioparana e @sicredirioparana. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

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CONHECER PARA COOPERAR: Unimed Curitiba recebe comitiva de entidades da área da saúde

O cooperativismo é um sistema em ascensão no país. No ramo da saúde, por exemplo, o Brasil conta com 813 cooperativas que, juntas, reúnem mais de 95 mil empregados, 225 mil cooperados e atendem mais de 22 milhões de pessoas, presentes em 85% dos municípios.

Vínculo- No Brasil, 38% dos beneficiários de operadoras médico-hospitalares são vinculados a cooperativas médicas. E é nesse cenário que a troca de experiências se faz tão necessária para o aperfeiçoamento dos serviços prestados, inclusive pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Visita - Para tratar sobre o tema e promover a troca de experiências entre os sistemas privados e o púbico de saúde, uma comitiva de entidades da área da saúde esteve na capital paranaense para uma visita à Unimed Curitiba. A atividade aconteceu na semana passada e integrou o projeto “Conhecer para Cooperar - Governança, Estratégia e Gestão de Cooperativas de Saúde - conceitos essenciais e desafios”, idealizado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e pela Faculdade Unimed. Na oportunidade, o diretor-presidente da Unimed Curitiba, Rached Hajar Traya, e representantes de áreas técnicas da cooperativa apresentaram dados da cooperativa.

Projetos - Além de conhecer e analisar a governança, estratégia e gestão da Unimed Curitiba, os visitantes também tiveram a oportunidade de ver os projetos desenvolvidos na área de prevenção e promoção à saúde e qualidade de vida dos beneficiários. “Para promover o intercâmbio de informações e auxiliar no desenvolvimento dos sistemas, apresentamos os resultados, em termos de gestão e número de clientes, serviços disponibilizados para cooperados e beneficiários, oportunidades e desafios para expansão, além dos diferenciais oferecidos pela nossa cooperativa”, explica Rached Hajar Traya.

Maior desafio- O diretor-presidente também destacou que o maior desafio nos sistemas de saúde, tanto privado quanto público, é a diminuição do desperdício. “A saúde americana, por exemplo, tem uma taxa entre 30 e 35% de perdas. Não temos um estudo específico sobre o tema, mas acredita-se que o índice seja semelhante no Brasil”, destaca.

Importância - A gerente de Contratos e Licitações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Lara Brainer, destaca que é importante que todos os órgãos vejam como funciona o sistema do cooperativismo por dentro e, dessa forma, possam analisar o que está sendo feito e, com base nisso, sugerir como melhorar e aperfeiçoar o que tem sido feito. “Nós, enquanto ANS, também refletimos e levamos em consideração algumas coisas que podem ser feitas de forma diferente para contribuir com todos os sistemas”. Além disso, a representante da ANS destacou a importância da manutenção dos projetos da cooperativa curitibana. “Na área da saúde, é fundamental mantermos aquilo que dá resultado, que contribui e que tem foco no beneficiário”, comenta.

Aproximação - Para o represente do departamento de gestão e Regulação do Trabalho do Ministério da Saúde, Arthur de Oliveira, a aproximação entre o sistema público e o privado beneficia a todos. “Conhecer o cooperativismo, modelo que não temos no SUS, é uma oportunidade para pensar novas técnicas e experiências para o sistema público”, comenta.

Ganho - O superintendente geral da Unimed de Belo Horizonte, Fábio Lentulio Mota, lembra que é um grande ganho poder mostrar para os órgãos governamentais o que as cooperativas fazem. “Acompanho o projeto desde o início e é muito importante fazermos essa troca, fundamental para o sistema Unimed e para os demais”, acrescenta.

Integrantes - Além dos representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e do Ministério da Saúde, também participaram da visita técnicos e dirigentes do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Unimed Equatorial, Federação Uniodonto de São Paulo, Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (OCESP), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Uniodonto do Brasil e Uniodonto Campinas, Fortaleza e Goiânia e as Unimeds de Belo Horizonte, Campinas, Goiânia e Grande Florianópolis.

Sobre a Unimed Curitiba - A Unimed Curitiba, com sede administrativa no bairro Tarumã, possui mais de 4.500 médicos cooperados, dedicados ao atendimento de mais de 530 mil beneficiários. A sua estrutura compreende 18 unidades de atendimento na Capital do Estado e Região Metropolitana, sendo considerada uma das maiores cooperativas de trabalho médico do sul do país. Saiba mais em www.unimedcuritiba.com.br ou facebook.com/UnimedCuritiba. (Site Click Paraná)

PREVENÇÃO: Unidades da Alegra e Castrolanda passam por simulação de acidente

 

prevencao 21 05 2018Nesta terça-feira (22/05), a Unidade Industrial de Carnes da Alegra (UIC) e a Usina de Beneficiamento de Leite da Castrolanda (UBL), juntamente com o destacamento do Corpo de Bombeiros da cidade de Castro (PR), vão realizar uma simulação de vazamento de amônia -  substância tóxica utilizada em indústrias para refrigeração de produtos.

 

Ação - A ação terá início às 8h e contará com a participação da guarnição dos combatentes do Corpo de Bombeiros da cidade. Ao todo serão 30 pessoas, entre funcionários da UBL, da UIC e do Corpo de Bombeiros, que participarão deste simulado. Esse será o primeiro treinamento que as empresas irão realizar com o objetivo de capacitar os funcionários para casos de emergência. 

 

Preparação - “Por ser um produto perigoso e tóxico, as pessoas que trabalham com a amônia devem estar preparadas para agir caso aconteça algum vazamento. Utilizamos todos os recursos de segurança e nunca tivemos nenhuma ocorrência deste tipo, mas é importante estarmos preparados e trabalhar na prevenção”, declara o engenheiro de Segurança do Trabalho Sérgio Machado, da Alegra. O gás de amônia possui um cheiro forte e bastante característico e, se inalado, pode causar forte irritação nas mucosas nasais, olhos, vias aéreas superiores e pulmões, bem como, podendo causar incidentes mais graves.

 

Treinamento teórico - A ação terá início no período da manhã, quando os brigadistas irão realizar um treinamento teórico, juntamente com a equipe do corpo de bombeiros, onde, juntos, passarão por uma formação teórica em emergência envolvendo a amônia, noções de atendimentos a vítimas, resgates e também, contenção do produto.

 

Salvamento - Em seguida, no período da tarde, a empresa acionará o Plano de Ação em Emergência, neste momento, o escalão de emergência do Corpo de Bombeiros seguirá até a empresa, simulando uma emergência real, com vazamento de produto (controlado e seguro), e com o auxílio da equipe de brigadistas, realizarão salvamento a vítimas.

 

Local - A simulação de vazamento e resgate acontecerá no pátio da fábrica da Alegra, em local distante e seguro. A equipe de ambulatório estará disponível com ambulância no local para o deslocamento das vítimas simuladas.

 

Exercício - O exercício começa com a simulação de um vazamento nas válvulas de pressão, com presença de vítimas, com isso, serão acionadas as equipes de segurança interna da empresa e, em seguida, a equipe do Corpo de Bombeiros, os quais irão socorrer as vítimas. “Esta será uma grande oportunidade, para verificarmos se todas as normas de segurança estão sendo adotadas, se os colaboradores (brigadistas/socorristas) estão aptos a agir em casos de emergência reais”, comenta o 2º Sgt e instrutor do Corpo de Bombeiros, Antonio Portela.

 

Sobre a Alegra - Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final.Em 2016, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem-estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br. (Imprensa Alegra)

 

AGROINDÚSTRIA FAMILIAR: Concurso de Queijos Artesanais do Paraná tem mais de 190 participantes

 

Nesta terça-feira (22/05), o Instituto Emater sediará a sétima e última etapa regional do concurso, com queijos da Região Metropolitana de Curitiba e Litoral. Nas seis etapas territoriais anteriores já participaram 159 queijeiros de 79 municípios paranaenses.

 

Avaliação - Na etapa regional de Curitiba deverão ser avaliados mais de 30 queijos, de forma que no total estadual o número de participantes deve chegar a 190, superando a estimativa inicial que era de 120 a 150 queijos.

 

Seleção - Cada etapa regional seleciona três queijos para a final do concurso que será realizada no Mercado Municipal de Curitiba no dia 20 de julho deste ano.

 

Objetivo - O objetivo do concurso é identificar e promover a produção de queijos artesanais da agricultura familiar paranaense, valorizando a cultura alimentar e o saber fazer dos queijos diferenciados (maturados) e, assim, contribuir para a agregação de valor por meio da agroindústria familiar.

 

Promoção - O Concurso de Queijos Artesanais do Paraná é promovido pelo Instituto Emater em parceria com o Ministério da Agricultura e o apoio de outras organizações e dos Programas Pró-Rural e Microbacias.

 

Características bem definidas - Segundo Reni Antonio Denardi, da Comissão Organizadora do Concurso, embora o Paraná seja o segundo maior estado produtor de leite do Brasil, os queijos paranaenses não participam dos concursos nacionais de queijos artesanais, até porque ainda não existem no estado queijos artesanais com características próprias bem definidas, os terroir, que incorporam propriedades oriundas das condições ambientais (clima, tipos de solo e de pastagem, raças do rebanho), bem como das práticas tradicionais de fabricação, inclusive das formas de maturação dos queijos, além da cultura alimentar da população.

 

Identificação - A partir desse concurso, o Instituto Emater e parceiros pretendem, por meio de pesquisas e atividades de capacitação, identificar e desenvolver alguns tipos de queijos artesanais paranaenses que tenham qualidade para participar de concursos nacionais e internacionais como já ocorre com queijos mineiros e catarinenses.

 

Mais informações - Maiores informações sobre o Concurso podem ser obtidas em www.emater.pr.gov.br - Concurso Queijos Artesanais; ou pelo telefone (41) 3250-2289 (com Reni Antonio Denardi). (Assessoria de Imprensa do Instituto Emater)

 

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OIE: Novo status sanitário do país sai esta semana

 

oie 21 05 2018A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) vai declarar todo o Brasil livre de febre aftosa com vacinação na quinta-feira (24/05), algo almejado há décadas por governos e pelo setor produtivo. "É um passo importante para nossas exportações poderem superar barreiras não sanitárias na área de carne bovina", diz Carlos Márcio Cozendey, embaixador brasileiro junto a organizações internacionais em Paris.

 

Bloqueio - A medida é importante porque vários países de peso na cena internacional, como Indonésia, Coreia do Sul e outros países asiáticos, bloqueiam a entrada da carne brasileira por não aceitarem produtos de um país no qual apenas alguns Estados e regiões são considerados livres da doença com vacinação.

 

Dificuldades - Embora a decisão da OIE não obrigue que países importadores reconheçam o novo status brasileiro, criará dificuldades para que os mais protecionistas expliquem barreiras existentes ou novas à carne bovina brasileira.

 

Assembleia - O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, participou neste domingo (20/05) da abertura da assembleia da OIE e, em discurso, disse que "o novo status sanitário (...) representa o reconhecimento da vitória de uma longa e dura trajetória de muita dedicação de pecuaristas e do setor veterinário oficial brasileiro". A próxima etapa será o Brasil ser declarado livre de aftosa sem vacinação, algo que poderá acontecer até 2023. Em 2007, Santa Catarina foi reconhecida pela OIE como a primeira zona livre de aftosa sem vacinação do Brasil.

 

Erradicação - Conforme o Ministério da Agricultura, o país conseguiu erradicar a febre aftosa, com vacinação, em todo o território nacional no fim do ano passado. Em dezembro, o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa) reconheceu que o feito foi alcançado por áreas do Amapá, de Roraima e por grande parte do Amazonas e áreas de proteção no Pará.

 

Expectativa - A expectativa é que, a partir de maio de 2019, Acre, Rondônia e municípios do Amazonas e de Mato Grosso, comecem a suspender a vacinação. A previsão do Ministério da Agricultura é que os pecuaristas parem de vacinar seus rebanhos depois de maio de 2021.

 

Primeiro registro oficial - O primeiro registro oficial de aftosa no Brasil foi em 1895, no Triângulo Mineiro, após casos na Argentina, Chile e Uruguai. Segundo a Pasta, os focos na América do Sul coincidiram com a importação de animais da Europa à época do surgimento da indústria frigorífica brasileira. (Valor Econômico)

 

TRIGO: Seca prolongada prejudica semeadura no norte do Paraná

 

trigo 21 05 2018A semeadura do trigo no norte do Paraná, idealmente indicada entre 21 de março a 10 de maio, está sendo prejudicada pela intensa seca em 2018. Neste período, a estação meteorológica da Embrapa Soja registrou 42 dias (2 de abril até 14 de maio) sem chuvas em Londrina (PR). Enquanto a média histórica (2008 a 2017) de chuva acumulada neste período ideal de semeadura é de 170 mm, em 2018 choveu apenas 77 mm. “Desde 2009 não se registrava um déficit hídrico tão pronunciado na região, o que traz sérias consequências ao cultivo de trigo”, explica o pesquisador da Embrapa Trigo, Sérgio Ricardo Silva. 

 

Estimativa - O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná estima a área de semeadura de trigo no Paraná em 1,42 milhão de hectares. Até 14 de maio aproximadamente 365 mil hectares (35%) da área prevista foram semeadas e a maioria (90%) das lavouras encontra-se em fase de germinação. A maior parte desta área semeada encontra-se nas regiões norte e oeste e muitos agricultores realizaram a semeadura “no pó”. “Eles confiaram no rápido restabelecimento das chuvas, para não comprometerem o calendário agrícola do ano, isto é, terem condições de estabelecer as próximas culturas de verão dentro da “janela” ideal de semeadura. Além disso, conseguiram semear o trigo dentro do período recomendado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), o que é um dos pré-requisitos para a obtenção de financiamento e seguro agrícolas”, diz.

 

Dilema - Para Silva, os agricultores da região norte do Paraná, que ainda não semearam a cultura do trigo, estão diante de um difícil dilema: não cultivar trigo em 2018 ou realizar a semeadura fora do período ideal. “A primeira opção significa não correr riscos de perda de produção, porém, o agricultor abrirá mão de uma fonte adicional de remuneração com a venda do trigo, e também aumentará o custo total da safra de verão, pois o custo fixo da propriedade não poderá ser dividido com a cultura de inverno”, avalia o pesquisador.  Além disso, o agricultor não usufruirá dos benefícios diretos e indiretos da cultura do trigo para a lavoura seguinte, porque perde o efeito da adubação residual do trigo (que permite a redução da adubação da soja ou do milho, especialmente com fósforo e potássio) e do efeito benéfico da palhada do trigo que reduz a infestação de plantas invasoras (como a buva e o amargoso) na cultura em sucessão. 

 

Consequências - Por outro lado, realizar a semeadura fora do período ideal também traz consequências não desejáveis, afirma o pesquisador. “Isso porque será difícil a obtenção de financiamento e seguro agrícolas, além de aumentar o risco de déficit hídrico na fase de enchimento de grãos e o risco de perda de qualidade tecnológica dos grãos causada por excesso de chuva na colheita”, analisa. 

 

Previsão de chuva - De acordo com os principais institutos de previsão meteorológica, há alta probabilidade de chuva no norte do Paraná no período de 18 a 19 de maio, seguido por um período de estiagem. As previsões meteorológicas podem ser acompanhadas pelo Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar) <http://www.simepar.br>, onde a busca pode ser feita por município, através do tópico “Previsão no Paraná” seguido de “Procurar cidade”.  O inverno deverá passar por uma situação climática normal, pois o fenômeno La Niña (que está sendo de baixa intensidade em 2018) deve ser praticamente neutralizado até o final deste mês. “Se estas previsões se confirmarem, poderemos ter boas condições ambientais para o desenvolvimento da lavoura de junho a agosto, o que resultará em boa safra de trigo no estado do Paraná”, avalia o pesquisador.

 

Orientações da pesquisa - Diante destes desafios climáticos, o pesquisador fez algumas recomendações que podem ajudar os triticultores nesta safra, considerando três situações:

 

1ª) Lavouras semeadas até o final de março, que receberam chuvas suficientes para uma boa germinação e desenvolvimento inicial das plantas, porém sendo afetadas posteriormente por um longo período de estiagem. Neste caso, a produtividade será parcialmente comprometida, devido ao subdesenvolvimento das plantas. Portanto, o agricultor deve reduzir os custos com adubação de cobertura e com defensivos agrícolas, utilizando apenas o “mínimo necessário” de acordo com as orientações de um Agrônomo, pois altos investimentos nestes insumos não resultarão em grandes aumentos de rendimento de grãos, pois o potencial produtivo da cultura já foi comprometido.

 

2ª) Lavouras semeadas “no pó” nos últimos dias, antes do restabelecimento das chuvas. Esta situação não é agronomicamente recomendável, pois implica sérios riscos: se a seca se prolongar por mais dias, as sementes “guardadas” no solo seco estarão expostas ao calor excessivo na superfície do solo, o que compromete o vigor e poder germinativo; por outro lado, se ocorrer uma chuva de baixa intensidade seguida por um novo período de seca, as sementes poderão germinar, porém, as plântulas não se desenvolveram bem e podem morrer desidratadas, resultando em falhas e desuniformidade da lavoura. Portanto, o agricultor que não possui sistema de irrigação estará “refém” das condições climáticas, não havendo outra alternativa a não ser torcer pelo rápido restabelecimento das chuvas. 

 

3ª) Áreas destinadas à cultura do trigo que ainda não foram semeadas. Este caso deve ser analisado com bastante cuidado, pois o período ideal de semeadura (com risco de perda de safra de 20%, de acordo com o ZARC) já passou. No entanto, o ZARC amplia o período de semeadura do trigo no norte pioneiro até no máximo no primeiro decêndio de junho, cujos riscos de perda de safra aumentam de 30% em 10 maio até 40% em 10 de junho. Os riscos são maiores em solos mais arenosos, em menores altitudes e para cultivares de ciclos intermediário a tardio. Dificilmente o agricultor conseguirá financiamento e seguro agrícolas nesta situação e, mesmo que conseguir, o custo será maior. Para os agricultores mais “arrojados” do norte do Paraná, que optarem pelo cultivo do trigo, assumindo maior risco, aconselhamos: não ultrapassar a data de 31 de maio para realizar a semeadura, e fazê-la somente após a recarga da umidade do solo até a profundidade de 20 cm, verificando se a previsão meteorológica indica a chegada de novas chuvas nos dias seguintes; optar por cultivares de ciclo precoce (para reduzir os riscos de seca na fase de enchimento de grãos e de chuva na colheita); realizar a adubação nitrogenada de cobertura com antecedência (até o início do perfilhamento); e reduzir os custos com excessos de adubos, defensivos e outros produtos, adotando a prática do “manejo racional” baseado nas indicações técnicas e no monitoramento da lavoura. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

 

MEIO AMBIENTE: Autorizações florestais devem ser feitas somente pela internet

 

meio ambiente 21 05 2018O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) discutiram na quinta-feira (17/05) o funcionamento do Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor). A conversa teve o objetivo de esclarecer pontos sobre o acesso ao sistema pelos usuários assim como pelos técnicos do órgão estadual para análise e deliberação das solicitações.

 

Via internet - Desde o início do mês (02/05) o Paraná deixou de receber, em meio físico, solicitações de autorização florestal para corte isolado, corte raso e desmate de espécies nativas. As novas solicitações devem ser feitas apenas pela internet, através do sistema que foi desenvolvido pelo Ibama.

 

Situação atual - Até o momento, o Estado conta com seis empreendimentos cadastrados e com quatro solicitações pendentes, que deverão ser analisadas em breve pelos servidores estaduais. Para isso, ficou acordado que 20 técnicos do IAP terão acesso até o fim da próxima semana (25/05) para que as análises possam ser feitas.

 

Capacitação - Nesta segunda e terça-feira (21 e 22/05) seis servidores do IAP e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente estão sendo capacitados pelo Ibama, em Brasília, para uso do sistema. O conhecimento deverá ser replicado entre os demais técnicos do instituto.

 

Novo treinamento - Também será realizado em junho um novo treinamento pelo Ibama para capacitação de técnicos do poder público estadual e municípios descentralizados para análise e homologação das solicitações. Também será promovido um workshop com consultores e pessoas interessadas para aprender como realizar a solicitação de autorizações florestais.

 

Sinaflor - O sistema atende ao novo Código Florestal (Lei Federal 12.651/2012) que estabelece a necessidade de um sistema nacional para a gestão florestal no país. O objetivo da nova ferramenta é dar mais transparência na emissão de autorizações e nas transações florestais, dificultar fraudes na emissão de documentos, além de possibilitar a emissão de relatórios para auxiliar nos procedimentos de licenciamento e fiscalização ambiental em todo o país.

 

Dados - O Sinaflor integra dados de todos os estados e informações do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar), do Ato Declaratório Ambiental (ADA), do Documento de Origem Florestal (DOF) e, ainda, autorizações de exploração emitidas pelos órgãos competentes.

 

Protocolo - Para protocolar esta solicitação no novo sistema, os empreendimentos que atuam na área florestal, assim como seu responsável técnico, também devem ser cadastrados no sistema online. Os empreendimentos localizados em área rural também precisarão que o imóvel esteja obrigatoriamente com o seu cadastro ativo junto ao Cadastro Ambiental Rural (CAR).

 

Manuais - Manuais para o uso interno e externo do sistema estão disponíveis no site do Ibama (http://www.ibama.gov.br/sinaflor#manuais) e dúvidas podem ser encaminhadas ao e-mail sinaflor.sede@ibama.gov.br. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA: PIB brasileiro cresce 0,9% no primeiro trimestre, mostra FGV

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve crescimento de 0,9% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. O dado, do Monitor do PIB, foi divulgado nesta segunda-feira (21/05) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Menor - O crescimento de 0,9%, no entanto, foi o menor desde o segundo trimestre de 2017 (0,4%), já que no terceiro trimestre daquele ano a alta chegou a 1,4% e, no último trimestre, a 2,1%.

Trimestre - De acordo com a FGV, o PIB do primeiro trimestre também registrou crescimento de 0,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Em 12 meses, o PIB acumula taxa de crescimento de 1,2%. Na comparação com março de 2017, o PIB recuou 0,4% no mês de março deste ano.

Setores - Na comparação do primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, sob a ótica da produção houve alta de 1,8% na indústria e de 1,3% nos serviços. Por outro lado, a agropecuária registrou queda de 5,2%.

Alta - Os segmentos industriais que puxaram a alta do PIB foram a indústria da transformação (com avanço de 4,6%) e eletricidade (0,4%). A indústria extrativa mineral teve queda de 1,6% e a construção recuou 2,5%.

Serviços - No setor de serviços, a alta foi influenciada pelos segmentos de comércio (4,8%), transporte (1,3%), serviços imobiliários (2,9%), intermediação financeira (0,4%), outros serviços (0,3%) e administração pública (0,1%). A única queda foi observada nos serviços de informação (-3,3%).

Demanda - Sob a ótica da demanda, as principais altas ficaram com os investimentos (3,7%) e o consumo das famílias (1,5%). O consumo do governo cresceu apenas 0,1%. No setor externo, a queda de 4,4% das exportações freou o PIB no trimestre. As importações também caíram: -0,4%. (Agência Brasil)

FOCUS: Mercado aumenta estimativa de inflação para 3,5%, este ano

focus 21 05 2018O mercado financeiro aumentou a projeção de inflação para este ano. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 3,45% para 3,50%. Para 2019, a projeção foi ajustada de 4% para 4,01%. As estimativas são do Boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), na internet.

Abaixo da meta- As expectativas para a inflação estão abaixo da meta que é 4,5% neste ano, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Taxa básica de juros- Para alcançar a meta, o banco usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,50% ao ano. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Tendência - Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Para cortar a Selic, o BC precisa estar seguro de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Decisão - Na última semana, surpreendendo o mercado, o Copom decidiu manter a Selic em 6,5% ao ano. A decisão interrompeu um ciclo de 12 quedas consecutivas. A taxa Selic, no entanto, permanece no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, há 32 anos.

Cenário externo - O comitê avaliou que o “cenário externo tornou-se mais desafiador e apresentou volatilidade [fortes oscilações]”. Essa decisão ocorreu dias depois do país enfrentar uma valorização expressiva do dólar, o que torna produtos importados mais caros.

Próximo ano - Para o mercado, a Selic deve voltar a subir no próximo ano. A previsão é que a taxa encerre 2019 em 8% ao ano.

Crescimento econômico - O mercado financeiro reduziu novamente a estimativa para o crescimento da economia este ano. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, desta vez, passou de 2,51% para 2,50%. Essa foi a terceira redução consecutiva. Para 2019, a previsão permanece em 3%.

Dólar - A previsão para a cotação do dólar ao final do ano subiu de R$ 3,40 para R$ 3,43. Para o fim de 2019, passou de R$ 3,40 para R$ 3,45. Na última semana, o dólar teve valorização 3,85% e fechou cotado a R$ 3,74.

EUA - De acordo com os analistas, a alta do dólar ocorre devido à expectativa de aumento mais intenso dos juros nos Estados Unidos, o que o que atrai dinheiro para economias avançadas, provocando a fuga de capitais financeiros de países emergentes, além das incertezas sobre as eleições no Brasil.

Projeção - A projeção para o superávit comercial subiu de US$ 55,6 bilhões para US$ 56,1 bilhões, neste ano, e de US$ 46 bilhões para US$ 47,6 em 2019. (Agência Brasil)

 

CAGED: Paraná foi o 3º estado com o melhor saldo de emprego

 

caged 21 05 2018O Paraná foi o terceiro estado brasileiro e o primeiro na Região Sul que mais criou vagas de emprego em abril, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado na sexta-feira (18/05) pelo Ministério do Trabalho. O saldo no mês passado foi de 9.228 postos com carteira assinada no Estado, um acréscimo de 0,28% com relação ao mês de março. Ao todo, foram 79.673 admissões contra 73.915 demissões em abril.

 

Menor - O saldo de empregos no Paraná foi menor apenas do que nos estados de São Paulo e Minas Gerais, que criaram 44.426 e 23.563 vagas respectivamente. “A recuperação do emprego no Paraná já é observada há um bom tempo, o que demonstra que o crescimento econômico no Estado é consistente”, explicou o diretor-presidente do Ipardes (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social), Julio Suzuki Júnior. “Só ficamos atrás de São Paulo e Minas porque são estados maiores”, ressaltou.

 

Janeiro a abril - Entre janeiro e abril deste ano, foram criadas 27.926 vagas no Estado, 1,35% a mais que no primeiro quadrimestre de 2017. O saldo dos últimos 12 meses é de 16.153 postos de trabalho, número 0,78% superior que nos 12 meses anteriores. No Brasil, o acréscimo foi de 115.898 postos, uma variação positiva de 0,3% em relação ao mês de março. No acumulado do ano, houve crescimento de 336.855 empregos no País.

 

Setores - O crescimento no número de empregos no mês passado foi observado em praticamente todos os setores, com exceção da Administração Pública, que teve retração de 0,35%. O maior número de vagas criadas foi no setor de Serviços, com 4.301 postos, seguido da Indústria de Transformação, que gerou 2.439 empregos com carteira assinada. Na sequência vem o Comércio (1.807), a Agropecuária (391), Construção Civil (254), Serviços Industriais de Utilidade Pública (111), Extrativa Mineral (51) e Administração Pública (-126).

 

Recuperação - Para o diretor-presidente do Ipardes, o resultado do Estado revela a recuperação do poder aquisitivo dos paranaenses. “Houve uma preponderância no saldo positivo de vagas de Serviços, que responde por mais da metade dos novos empregos com carteira assinada no quadrimestre. Diferente da Indústria e do Agronegócio, este setor é direcionado especificamente ao mercado paranaense”, disse Suzuki. “A grande contratação no setor mostra que a renda está se elevando e que os paranaenses estão contratando mais serviços”, explicou.

 

Indústria Alimentícia - Suzuki também destacou que houve um crescimento significativo nas vagas da Indústria Alimentícia, com 1.117 novos postos em abril, e 2.238 empregos gerados no acumulado do ano. “Este setor emprega mão de obra principalmente no interior do Estado, como as indústrias frigoríficas e de laticínios, por exemplo”, ressaltou. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INSS: Pedidos de aposentadoria por telefone e internet começam nesta segunda

 

inss 21 05 2018A partir desta segunda-feira (21/05), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deixa de agendar o atendimento presencial para salário-maternidade e aposentadoria por idade urbanos. Agora, o segurado deverá acessar o Meu INSS ou ligar para o 135 e, em vez de agendar uma data para ser atendido, receberá direto o número do protocolo de requerimento, eliminando a etapa do agendamento.

 

Mudança - Antes, o segurado precisava agendar uma ida ao INSS para levar documentos e formalizar o pedido. Com o novo modelo, ao fazer o pedido, o cidadão acompanha o andamento pelo Meu INSS ou pelo telefone 135 e, somente se necessário, será chamado à agência.

 

Concessão automática - Nos casos em que as informações previdenciárias necessárias para o reconhecimento do direito já constarem nos sistemas do INSS, será possível então a concessão automática do benefício, isto é, a distância.

 

Falta de vaga - Segundo o INSS, com a mudança, não haverá mais falta de vaga e, caso precise ir a uma agência para apresentar algum documento, o cidadão terá a garantia de ser atendido perto da residência. O instituto diz ainda que a mudança representa o fim do tempo de espera para ser atendido.

 

Usuários - Atualmente, o Meu INSS tem mais de 7 milhões de usuários cadastrados e é acessível pelo computador ou celular. O sistema, que está sendo aprimorado, conta com um canal que permite ao cidadão acompanhar o andamento do seu pedido sem sair de casa, consultar extratos e ter acesso a outros serviços do INSS.

 

Ampliação dos serviços - O instituto vai ampliar cada vez mais a lista de serviços agendáveis. A partir do dia 24, serviços que antes eram prestados somente no atendimento espontâneo serão realizados com dia e horário marcados, bastando fazer seu agendamento pelo Meu INSS ou o telefone 135.

 

Lista - Veja a lista dos serviços que passarão a ser agendáveis:

 

Alterar meio de pagamento

Atualizar dados cadastrais do beneficiário

Atualizar dados do Imposto de Renda – Atualização de dependentes

Atualizar dados do Imposto de Renda – Declaração de Saída Definitiva do País

Atualizar dados do Imposto de Renda – Retificação de Dirf

Cadastrar Declaração de Cárcere

Cadastrar ou atualizar dependentes para salário-família

Cadastrar ou renovar procuração

Cadastrar ou renovar representante legal

Desbloqueio do benefício para empréstimo

Desistir de aposentadoria

Emitir Certidão de Inexistência de Dependentes Habilitados

Pensão por morte

Emitir Certidão para Saque de PIS/Pasep/FGTS

Reativar benefício

Reativar benefício assistencial à pessoa com deficiência, suspenso por inclusão no mercado de trabalho

Renunciar a cota de Pensão por Morte ou Auxílio-Reclusão

Solicitar Pagamento de Benefício não Recebido

Solicitar valor não recebido até a data do óbito do beneficiário

Suspender benefício assistencial à pessoa com deficiência para inclusão no mercado de trabalho

Transferir benefício para outra agência

 

(Agência Brasil)

 

SAÚDE: Ministério lança campanha para doação de leite materno

 

saude 21 05 2018O Ministério da Saúde, em parceria com a Rede Global de Bancos de Leite Humano e o Programa Iberoamericano de Bancos de Leite Humano, lançou na sexta-feira (18/05), em São Paulo, a campanha nacional Doe Leite Materno, Ajude quem Espera por Você.

 

Incentivo - O objetivo é incentivar mães que amamentam a serem doadoras, ajudando a ampliar o volume de leite humano coletado e distribuído a recém-nascidos prematuros e de baixo peso. Com o leite materno, o bebê fica protegido de infecções e diarreias, além de se desenvolver melhor, diminuindo o tempo de internação.

 

Dia Mundial - A iniciativa celebra o Dia Mundial de Doação de Leite Humano, comemorado no sábado (19/05). A madrinha da campanha é a atriz Sheron Menezzes.

 

Mídia - “Estaremos com a campanha na mídia até o mês que vem, mas essa é uma campanha para durar o ano inteiro e até mais. As crianças nascem, as mães amamentam, e é muito provável que, no início, haja uma sobra de leite. A mãe pode ter muito mais leite do que o filho precisa. Estamos trabalhando com essa visão, a de compartilhar e salvar vidas. Temos cerca de 330 mil crianças que nascem prematuramente no brasil, por ano, e com necessidade de leite e a mãe, às vezes, ainda não tem leite para amamentar”, disse o ministro da Saúde, Gilberto Occhi.

 

Ampliação - “Temos que ampliar isso [a doação de leite materno], porque salva vidas, protege os recém-nascidos e, principalmente, os que nascem prematuramente”, ressaltou Occhi, no lançamento do programa.

 

Quantidade - Segundo o ministro, qualquer quantidade doada aos bancos de leite é válida. “Qualquer miligrama é importante. Se vocês entrarem no site do Ministério da Saúde, vão encontrar os locais de coleta em todo o Brasil. Qualquer mulher que esteja amamentando pode tirar seu leite em um frasco e levá-lo para doar. Guarde na geladeira ou no freezer e leve para o local de coleta, que isso será muito bem-vindo”, disse o ministro. Dependendo do tamanho do bebê prematuro, 1 ml de leite humano pode ser suficiente para nutri-lo.

 

Coleta - O leite materno coletado nos bancos passa por controle de qualidade antes de ser distribuído, de acordo com o Ministério da Saúde.

 

Beneficiados - Entre os anos de 2009 e 2017, o Banco de Leite Humano do Brasil já beneficiou dois milhões de recém-nascidos. No ano passado, o volume coletado em todo o país atingiu 212 mil litros, beneficiando 198 mil bebês prematuros. Apesar disso, o número de doações no país ainda é baixo em relação à demanda, atingindo, aproximadamente, 60% do público a que se destina.

 

Doações - Em São Paulo, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, houve crescimento de 10,5% no número de doadoras de leite materno entre os anos de 2016 e 2017 e de 8,9% na quantidade de litros captados na rede de bancos de leite humano do estado. No ano passado, os bancos paulistas contaram com a ajuda de 39.729 doadoras, que contribuíram para a coleta de 51.225 litros. Segundo a secretaria, para ser doadora de leite materno, a mãe precisa ser saudável, estar amamentando, produzindo leite em excesso e não fazer uso de nenhum medicamento que impeça a doação.

 

Orientações - Para doar, basta que a mãe compareça a um banco de leite, onde vai receber as orientações necessárias. As interessadas devem preencher um cadastro e apresentar exames laboratoriais de sorologia realizados nos últimos seis meses. Alguns bancos oferecem serviços de busca em domicílio e kits [como gorros, máscaras e frascos de armazenamento] para garantir a qualidade do alimento doado. (Agência Brasil)

 

 

INTERNACIONAL: Estados Unidos e China freiam guerra comercial

 

internacional 21 05 2018Os EUA e a China anunciaram uma trégua na escalada de guerra comercial que afetaria severamente a economia global. Mas a pausa nas tensões bilaterais pode não durar muito diante das persistentes divergências entre as duas maiores economias do mundo.

 

Retaliações - Por sua vez, a União Europeia (UE), Japão, Índia e Rússia avisaram na Organização Mundial do Comércio (OMC) que estão preparados para aplicar retaliações contra exportações americanas, no valor de vários bilhões de dólares, se o governo do presidente Donald Trump mantiver restrições a suas vendas de alumínio e aço.

 

Comunicado - No sábado (19/05), após dois dias de negociações em Washington, os EUA e a China divulgaram comunicado no qual Pequim promete aumentar as importações de mercadorias e serviços para reduzir substancialmente o bilionário déficit dos EUA no comércio bilateral.

 

Consenso - "Os dois lados alcançaram um consenso, não vão se envolver numa guerra comercial e não vão elevar suas respectivas tarifas", afirmou Liu He, vice-premiê que chefiou a delegação chinesa, citado pela agência oficial Xinhua.

 

Confirmação - O secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, confirmou neste domingo (20/05) à Fox News que "a guerra comercial está em suspenso, concordamos em deter a aplicação de sobretaxas enquanto tentamos executar a estrutura" do acordo para as companhias americanas aumentarem seus negócios na China.

 

Risco - Era forte o risco de "sangue" no comércio a partir desta terça-feira (22/05), como diz um negociador. É quando os EUA ameaçavam colocar em vigor sobretaxas de até US$ 50 bilhões sobre bens chineses. Pequim anunciara retaliação de igual intensidade que afetaria especialmente agricultores na primeira rodada do confronto comercial.

 

Entendimento - Agora, a China prometeu comprar mais produtos agrícolas e energia americanos, mas uma delegação americana deve ir a Pequim para negociar detalhes do entendimento - um cenário semelhante ao que já ocorreu no passado e que o governo Trump dizia querer evitar desta vez.

 

Objetivos numéricos - Segundo Mnuchin, os dois lados concordaram nos objetivos numéricos sobre o aumento de compras chinesas, mas sem dar detalhes. Esse ponto não aparece no comunicado. A resistência de Pequim a metas específicas ficou clara na irritação com a declaração do chefe do Conselho Nacional Econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, de que Pequim faria importações adicionais de US$ 200 bilhões.

 

Bens e serviços - O comunicado diz que "para satisfazer as crescentes necessidades de consumo do povo chinês e de um desenvolvimento econômico de alta qualidade, a China aumentará significativamente a compra de bens e serviço dos EUA. Isso pode ajudar a apoiar o crescimento e o emprego nos EUA".

 

Déficit comercial - Em Pequim, o jornal "Global Times", conhecido por suas ligações com o governo, observou em editorial de neste domingo (20/05) as dificuldades na redução do déficit comercial dos EUA com a China - que atingiu US$ 375 bilhões no ano passado e representa metade do déficit americano com o resto do mundo.

 

Sem valor - Para o "Global Times", se os EUA não puderem fornecer os produtos para alcançar as necessidades dos consumidores e mercado chineses, o compromisso feito em Washington fica sem valor.

 

ZTE - A negociação em Washington não resolveu o caso da ZTE, a segunda maior companhia de equipamentos de comunicação chinesa. A empresa foi proibida de comprar chips americanos e suspendeu suas operações. Depois Trump prometeu atenuar o problema, causando reação de congressistas americanos, que veem problema de segurança envolvendo a ZTE.

 

Trégua - Assim, a trégua de agora se enquadra no ciclo de "fight-talk-fight-talk" (briga-conversa-briga-conversa) entre os EUA e a China, como destacou recentemente Yifan Hu, economista-chefe do banco UBS na China. Tarifas e taxa de câmbio são apenas parte de um confronto mais amplo que deve durar anos. Envolve regras do jogo, abertura de mercado, propriedade intelectual, desacordos sobre valores, governança e geopolítica, além do crescimento do modelo chinês, com seu desenvolvimento interno e expansão internacional.

 

Outros parceiros - Já outros parceiros estão menos conciliatórios com os EUA. Na sexta-feira (18/05), a UE reservou na OMC o direito de retaliar os EUA com sobretaxas que variam de 10%, 25%, 35% e 50% sobre produtos americanos como cranberries, uísque bourbon, milho, manteiga de amendoim e produtos siderúrgicos.

 

Represália - A Europa avisa que pode aplicar a represália a partir de 20 de junho, se até lá os EUA não tiverem isentado o aço e o alumínio europeus de sobretaxas de 10% e 25%, respectivamente, anunciadas por Trump em ação unilateral.

 

Valor - O valor da retaliação europeia é idêntico ao que diz que poderá sofrer com a sobretaxa de Trump: os americanos pagariam US$ 1,5 bilhão adicional de tarifas para vender os produtos no mercado europeu. O total das importações atingidas é de US$ 7,1 bilhões.

 

Índia - Também a Índia apresentou na OMC lista para retaliação com sobretaxas entre 5% a 100% sobre uma série de importações de produtos americanos a partir de 21 de junho se Washington mantiver a cobrança das sobretaxas contra o aço e o alumínio indianos.

 

Alegação - A Índia alega que suas exportações de aço e alumínio para o mercado americano, de US$ 849 milhões, vão ter de pagar US$ 165,5 milhões a mais de tarifas. Os indianos ameaçar retaliar US$ 10,6 bilhões em importações dos EUA, coletando mais de US$ 800 milhões com sobretaxas a produtos americanos como óleo de soja, palmoleína e castanhas.

 

Queixa - A Índia reclama que os EUA não quiseram sequer entrar em consultas bilaterais sobre a sobretaxa imposta aos produtos indianos, ao contrário do que fez com vários outros países.

 

Japão - Na mesma linha, o Japão apresentou na OMC documento avisando que está pronto a retaliar produtos americanos no valor de US$ 451 milhões, equivalente ao valor de tarifas impostas pelo governo Trump a exportações japonesas de aço e alumínio.

 

Rússia - A Rússia também avisou que terá o direito, pelas regras da OMC, de em 30 dias adotar represálias contra os EUA proporcionais às restrições americanas contra as exportações russas dos dois produtos. (Valor Econômico, com agências internacionais)

 


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