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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4330 | 17 de Maio de 2018

ENCONTRO DE NÚCLEOS: Gestão e infraestrutura são temas debatidos em Arapoti

Os diferentes modelos de gestão e a importância da atuação do cooperativismo no setor de infraestrutura foram temas abordados pelas cooperativas Ceral e Capal, anfitriãs da terceira reunião do Encontro de Núcleos Cooperativos do Sistema Ocepar. O evento foi realizado nesta quinta-feira (17/05), na sede da Ceral, em Arapoti, e reuniu cerca de 50 dirigentes e representantes de cooperativas da região Centro-Sul. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e o coordenador do núcleo cooperativo do Centro-Sul e presidente da Bom Jesus, Luiz Roberto Baggio, fizeram a abertura do evento, ressaltando a necessidade de ampliar a interação e a coesão do setor. “O intercâmbio constante de informações entre as cooperativas contribui para que nossas estratégias sejam mais assertivas”, disse Ricken.

Cooperativistas - A mesa de abertura do encontro foi composta também por Renato Greidanus e Frans Borg, respectivamente, presidentes das cooperativas Frísia e Castrolanda, pelo presidente do Conselho de Administração da Capal, Erik Bosch, pelo presidente da Ceral, Adolf Hendrik van Arragon, além da gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Fabíola Nader e do economista Juan Jensen. O evento teve ainda a presença dos superintendentes da Ocepar, Robson Mafioletti, da Fecoopar, Nelson Costa, e do Sescoop/PR, Leonardo Boesche. 

Apresentações - A apresentação sobre a história e o modelo de gestão das cooperativas anfitriãs foi feita pelo presidente executivo da Capal, Adilson Roberto Fuga, e pela gerente administrativa da Ceral, Siomara Oliveira Santos. Depois, Juan Jensen fez palestra sobre as perspectivas econômicas do Brasil em 2018, e Fabíola Nader abordou as estratégias políticas do cooperativismo brasileiro. A próxima reunião do Encontro de Núcleos vai ser realizada em Arapongas, nesta sexta-feira (18/05), reunindo representantes de cooperativas das regiões Norte e Noroeste.

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VISITA: Cônsul-geral da Rússia trata sobre mercado de carnes em reunião na Ocepar

 

O cônsul-geral da Rússia em São Paulo, Yury Lezgintsev, esteve na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, na tarde desta quarta-feira (16/06), acompanhado da esposa Marina Lezgintsev, do vice-cônsul, Evgeny Erin, e do cônsul honorário da Rússia em Curitiba, Acef Said. Eles foram recebidos pelo superintendente da Fecoopar, Nelson Costa, e pela analista de Desenvolvimento Cooperativista, Carolina Bianca Teodoro. O mercado de carnes foi um dos temas tratados na oportunidade. 

 

Cooperativas - De acordo com Costa, as cooperativas do Paraná são tradicionais exportadoras de carnes de frango e suína para a Rússia. “Ocorre que, desde o final de 2017, o país suspendeu as compras desses itens, tendo passado a exigir reciprocidade do governo brasileiro na aquisição de produtos russos, como trigo, picanha bovina e peixes”, destacou. O superintendente da Fecoopar expôs que o mercado brasileiro está aberto a receber esses produtos sem restrição. “Trata-se de uma relação comercial, ou seja, os importadores do Brasil compram de países que oferecem produtos por melhores preços. Como a Rússia tem uma distância maior, o frete é mais caro e os importadores daqui preferem trazer trigo da Argentina, por exemplo”, ressaltou.

 

Reunião - No final do encontro, ficou acertado que o cônsul irá promover uma reunião em São Paulo com os responsáveis comerciais da Embaixada para discutir com as cooperativas formas para a retomada das exportações de carnes para a Rússia.

 

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PR COOPERATIVO: Desenvolvimento sustentável é tema da reportagem especial

pr cooperativo 17 05 2018Começou a circular nesta semana a edição nº 158 da revista Paraná Cooperativo, produzida pela Assessoria de Comunicação do Sistema Ocepar e que traz em destaque o tema “Desenvolvimento sustentável”. “O estudo de georreferenciamento encomendado pela Ocepar e cooperativas constatou que os agricultores paranaenses destinam quase 28% de suas áreas para preservação ambiental. É uma informação que demonstra o comprometimento do setor com a racionalidade e proteção do meio ambiente. Com esses dados científicos, os estudos poderão ser aprofundados e vão embasar as estratégias do cooperativismo para o crescimento sustentável dos seus negócios”, afirma José Roberto Ricken, na seção Palavra do Presidente.

Entrevista – O advogado Leonardo Papp, que presta consultoria em questões ambientais ao Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), é o entrevistado deste número. Ele fala sobre o resultado do julgamento das ações que questionavam parte do Código Florestal Brasileiro, encerrado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 28 de fevereiro. Papp também trata dos próximos passos desse processo e das estratégias do cooperativismo daqui para frente.

Mais – A publicação traz ainda matéria sobre o Fórum dos Presidentes das Cooperativas Agropecuárias do Paraná, ocorrido no dia 19 de abril, em Campo Mourão, com a presença do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, e da governadora do Paraná, Cida Borghetti. Na oportunidade, houve a entrega das propostas do setor para o Plano Agrícola e Pecuário da safra 2018/19 ao ministro. Outro tema em destaque é o mercado de grãos, como a soja e milho. Também, o lançamento oficial do Programa de Inovação para o Cooperativismo Paranaense, a realização do primeiro módulo do Programa de Formação de Agentes e muito mais.

Clique aqui para conferir na íntegra a edição nº 158 da revista Paraná Cooperativo

 

VOLUNTARIADO: Dia C é Coop

 

voluntariado 17 05 2018Cuidar do econômico sem descuidar das pessoas. Essa é a natureza do cooperativismo, um modelo de negócios que já envolve um em cada cinco brasileiros, na geração de trabalho, emprego e renda. E, assim, gerando e compartilhando resultados sociais e econômicos, pouco a pouco, o cooperativismo vai ganhando o Brasil e mostrando que cooperar vale a pena, quando todos trabalham juntos pelo bem comum.

 

Princípio - Colocando em prática o princípio cooperativista do Interesse pela Comunidade, as cooperativas se empenham em melhorar não só a vida de cooperados, familiares e empregados, mas de todos aqueles que vivem ao redor delas. Um grande exemplo disso é o Dia de Cooperar (Dia C), um movimento de responsabilidade social que prevê iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas, com o irrestrito apoio do Sistema OCB e de suas unidades estaduais.

 

Agenda estratégica - O Dia C, que em 2018 completa cinco anos de atuação nacional, já faz parte, inclusive, da agenda estratégica do Sistema OCB e reforça o propósito do movimento SomosCoop: tornar o cooperativismo brasileiro mais conhecido pela sociedade e despertar o orgulho naqueles que já fazem da cooperação uma prática diária.

 

Motivos - E motivos para se orgulhar desse modelo econômico não faltam. Só no ano passado, mais de dois milhões de pessoas foram beneficiadas pelas iniciativas de quase 1,6 mil cooperativas, desenvolvidas por mais de 120 mil voluntários, em todas as regiões do país. Aliás, essas iniciativas estão alinhadas aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, propostos pela Organização das Nações Unidas, com o objetivo de erradicar a pobreza extrema no mundo até 2030.

 

Amostra - Uma pequena mostra dessas iniciativas compõe uma publicação muito especial: uma revista cuidadosamente editada pelo Sistema OCB para mostrar o alcance das milhares de ideias que saíram do papel em 2017 e que têm modificado, para melhor, a vida de muitos brasileiros. 

 

Movimento nacional - “O Dia C já se transformou em um grande movimento nacional de projetos estruturados e iniciativas voluntárias com o objetivo de fortalecer o cooperativismo, tornando-o um instrumento efetivo de transformação de realidades no Brasil. Essas atividades foram realizadas em 1081 cidades espalhadas por todos os estados e no Distrito Federal, mostrando o quanto estamos presentes na vida das pessoas e em todos os cantos do país”, avalia Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB.

 

Saiba mais - Quer saber como o cooperativismo pode contribuir com a construção de um Brasil mais justo, equilibrado e com melhores oportunidades para todos? Basta clicar em um dos links abaixo:

 

Dia de Cooperar

- Movimento SomosCoop

- Cooperativismo Brasileiro

 

(Informe OCB)

 

SICREDI: Associados são premiados com viagens para Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018

 

sicredi 17 05 2018A promoção “Juntos na Rússia com seu Cartão Sicredi Visa” premiou milhares de associados em todo Brasil. A campanha, que durou quatro meses, sorteou oito pessoas com pacotes de viagem com tudo pago para assistir a um jogo da Copa do Mundo da FIFA da Rússia, com direito a um acompanhante. Um oferecimento Visa.

 

Bolas - Além disso, foram sorteadas duas mil bolas Adidas FIFA World Cup Top Glider, 40 vouchers de R$ 4 mil e 20 vouchers de R$ 2 mil em compras. As premiações foram divididas em sorteios mensais, com bolas e vouchers, e um sorteio final, com os pacotes de viagem oferecidos pela Visa.

 

Incentivo - O objetivo da campanha foi incentivar a utilização dos cartões Sicredi Visa e também fortalecer e valorizar o relacionamento com os associados. Puderam participar dos sorteios todos os portadores do cartão, pessoa física ou pessoa jurídica, que se cadastraram no site www.promocaosicredivisa.com.br.

 

Viagem - Dois associados de cooperativas da Central Sicredi PR/SP/RJ foram premiados com um pacote de viagem para acompanhar a um jogo da Copa do Mundo da FIFA. Estefânea de Souza Rozentalski (Sicredi Grandes Lagos PR/SP) e Evandro Claudio Nóbrega (Sicredi Bandeirantes SP) vão embarcar para a Rússia em junho, com todos os custos pagos pelo Sicredi e pela Visa.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

Sobre a Visa - Visa Inc. (NYSE:V) é a empresa líder em pagamentos digitais no mundo. Nossa missão é conectar o mundo por meio do que há de mais inovador, confiável e seguro em meios de pagamentos – permitindo que pessoas, negócios e economias prosperem. Nossa avançada rede de processamento global, a VisaNet, oferece pagamentos seguros e confiáveis em todo o mundo e é capaz de processar mais de 65.000 transações por segundo. O foco implacável da empresa em inovação é um catalisador para o rápido crescimento do comércio conectado em qualquer dispositivo e uma força motriz por trás do sonho de um futuro sem dinheiro em papel para todos, em todos os lugares. À medida que o mundo passa do analógico para o digital, a Visa insere sua marca, produtos, pessoas, rede e escala para remodelar o futuro do comércio. Para mais informações visite www.visa.com.br, nossa página no Linkedin ou siga-nos no twitter @VisaNewsBr. (Imprensa Sicredi)

 

SICREDI UNIÃO: Primeiro trimestre é encerrado com R$ 3,5 bilhões em ativos totais

 

Na prestação de contas do primeiro trimestre deste ano, a Sicredi União PR/SP revela ter atingido as metas do período. Até março, a instituição financeira cooperativa registrou mais de 174 mil associados - com abertura de quase 30 mil contas somente em 2017 -, e os ativos totais ultrapassam R$ 3,5 bilhões. Os recursos totais somam R$ 2,56 bilhões, as operações de crédito atingiram R$ 1,69 bilhão e o patrimônio líquido chegou à casa dos R$ 331 milhões. 

 

Apresentação - Os dados foram apresentados neste mês pelo presidente da Sicredi União PR/SP, Wellington Ferreira, durante quatro reuniões regionalizadas nas cidades de Maringá, Cianorte, Cambé e Mogi Mirim. Os eventos reuniram cerca de 820 pessoas, entre eles diretores, assessores e gerentes da superintendência, gerentes de agências, coordenadores dos 122 núcleos, conselheiros consultivos, de administração e fiscais, e integrantes dos comitês jovem, mulher e máster.

 

Gestão transparente - Durante as reuniões, Ferreira destacou que o objetivo da prestação de contas é manter o princípio de gestão transparente da instituição financeira cooperativa,  afinal os associados são os donos do negócio. Ele também chamou a atenção para a importância do Programa Crescer, que é realizado em três etapas. “É uma iniciativa relevante porque mostra ao associado como funcionamento uma cooperativa, preparando-o para uma participação mais efetiva e formando novas lideranças”, reforça.

 

Vídeo - O presidente da Sicredi União aproveitou a oportunidade para exibir o vídeo dos 10 anos do Programa A União Faz a Vida, e destacou que o trabalho tem gerado transformações nos 30 municípios em que atua. “A iniciativa já atende mais de 27 mil crianças e adolescentes e temos 14 cidades na lista de espera para implantar o programa. Estamos muito felizes com os resultados e com o interesse das secretarias de educação por essa metodologia, que realmente tem feito a diferença”, afirma, acrescentando que a expectativa é inserir o programa em todos os municípios em que a Sicredi União está inserida.

 

Inclusão - Por fim, Ferreira ressaltou a inclusão financeira e social por meio da inauguração da agência digital, em Cafeara. Com características diferenciadas, a agência Smart não trabalha com dinheiro físico. “É uma forma de viabilizar aos pequenos municípios o acesso ao sistema bancário. Tudo é feito pela internet, o que garante até mais segurança, e os comerciantes receberam gratuitamente máquina de cartão para incentivar a redução da circulação de dinheiro em espécie”, explica. Além disso, a agência traz proposta sustentável, com estrutura em container e sistema de captação de energia solar e água da chuva.

 

Site - Todas as informações apresentadas durante as reuniões de prestação de contas estão disponíveis no site da instituição financeira cooperativa (www.sicrediuniao.com.br/). (Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICREDI PARANAPANEMA: Ações são realizadas para promover educação financeira

 

A fim de promover a conscientização financeira através de dicas e orientações de planejamento financeiro, a Sicredi Paranapanema PR/SP realizou nos dias 07, 08 e 10 de maio três palestras ministradas pelo diretor executivo da cooperativa, Volmir Caraciolo, com o tema “Como abrir caminho para a realização de seus sonhos”. Os encontros, que aconteceram em Andirá-PR, Assis-SP e Cambará-PR, contaram com a presença de cerca de 400 pessoas, entre elas associados da cooperativa e jovens de diversas instituições dos municípios. 

 

Semana - As ações fazem parte das ações da 5ª Semana Nacional de Educação Financeira, incentivada pelo Banco Central do Brasil através da iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) para promover a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF).

 

Movimento - Para o diretor executivo da Sicredi Paranapanema PR/SP, Volmir Caraciolo, esse é mais um importante movimento em prol do desenvolvimento das comunidades. “O Sicredi tem como missão contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos seus associados e da sociedade, e uma das formas para melhorar a vida das pessoas é contribuir com ações para o equilíbrio financeiro, buscando promover a conscientização sobre a importância de se fazer um planejamento para que tenhamos equilíbrio em nossas finanças e maiores condições de realizar nossos sonhos. É uma satisfação muito grande poder contribuir com nossas comunidades através dessas ações”, declarou Claudio. 

 

Ações - Além dessas três palestras iniciais, a Sicredi Paranapanema PR/SP realizará durante essa semana mais 60 ações nos 24 municípios em que possui agência. A expectativa é que mais de 2 mil pessoas sejam impactadas em toda a região. 

 

2017 - Em todo o Brasil, em 2017, o Sicredi realizou 612 ações em todo País, durante a Semana ENEF, com  atividades que envolveram mais de 30 mil pessoas. Para este, a expectativa é de que pelo menos 700 iniciativas sejam realizadas. (Imprensa Sicredi Paranapanema PR/SP)

 

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SICREDI ALIANÇA I: Oficinas e palestras na Semana Nacional de Educação Financeira

 

O Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) realiza entre os dias 14 e 20 de maio a Semana Nacional da Educação Financeira (Semana ENEF), que tem o objetivo de conscientizar os brasileiros em relação à importância de economizar e controlar o orçamento. O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 3,7 milhões de associados no País, participa da iniciativa realizando ações que vão impactar crianças e adultos. 

 

Palestras e oficinas - A Sicredi Aliança PR/SP vai promover palestras e oficinas sobre educação financeira para crianças e adultos em escolas públicas e particulares, agências, empresas e clubes durante toda a semana. A previsão é que mais de 2.500 pessoas sejam impactadas com 48 ações onde serão repassadas informações sobre finanças pessoais, entre elas a importância de manter uma reserva financeira e evitar dívidas.

 

Projeto - Por meio do projeto Cooperação na Ponta do Lápis, o Sicredi vem realizando desde o ano passado oficinas gratuitas de educação financeira para comunidades do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Até agora, a ação envolveu mais de mil colaboradores voluntários das cooperativas do Sicredi dos três estados, que receberam capacitação com base no conteúdo do Caderno de Educação Financeira e Gestão de Finanças Pessoais do Banco Central. Durante a Semana ENEF esses multiplicadores vão oferecer para a comunidade informações sobre como fazer bom uso do crédito e evitar as dívidas.

 

Importância - Segundo o presidente do Conselho de Administração da Sicredi Aliança PR/SP, Adolfo Rudolfo Freitag, a Semana Nacional de Educação Financeira ajuda a demonstrar a representatividade do tema. “É importante falar sobre educação financeira. É importante saber como utilizá-lo em nossas escolhas. Isso envolve razão e emoção, desejo e necessidade. Ao conversar com nossos associados e com as comunidades sobre educação financeira, também alcançamos o propósito da cooperativa que é agregar renda e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Quando cuidamos das nossas finanças nós nos sentimos melhor”, analisou.

 

2017 - Em 2017, o Sicredi realizou 612 ações em todo País, durante a Semana ENEF, com atividades que envolveram mais de 30 mil pessoas. A expectativa é que neste ano pelo menos 700 iniciativas sejam realizadas.

 

Semana ENEF na Sicredi Aliança PR/SP - Externamente, a Sicredi Aliança PR/SP terá durante a semana o desenvolvimento de ações no Colégio e Escola Técnica do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos – CETEC, Nos Colégios Estadual de Margarida, Frentino Sackser, Cristo Rei, Eron Domingues, Sesi, Rui Barbosa e Faculdade Isepe Rondon em Marechal Cândido Rondon; Colégio Estadual Pato de Bragado, Colégio Estadual de Quatro Pontes, Colégio Estadual São José, de São José das Palmeiras, Colégio Adventista de Guaíra-PR, Colégio Estadual Leonilda Papen de Mercedes, Colégio Estadual Profº Ildo José Fritzen de Entre Rios do Oeste, Colégio Estadual Dr. Luiz Jacharias de Lima em Monte Alto, ETEC Pedro Badran em São Joaquim da Barra, CEO Anglo de Orlândia, nas empresas rondonenses Nied Materiais de Construção e Palsgaard S/A, na Cooperlindeiros, no Clube de Jovens de Mercedes, na Guarda Mirim de Ituverava, na Sociedade Beneficência de Guaíra-SP, nas rádios Tropical FM de Quatro Pontes e Rádio Difusora do Paraná, em Marechal Cândido Rondon, entre outros. No estado de São Paulo, as agências de Guaíra e Jaboticabal vão receber convidados para a oficina “Na Ponta do Lápis”, a mesma ação acontecerá no Paraná nas agências de Mercedes, Quatro Pontes, Guaíra e em Marechal Cândido Rondon nas agências Avenida Rio Grande do Sul e Dom João VI.

 

Ação para as crianças - Outro projeto realizado pelo Sicredi é a série especial de revistas em quadrinhos da Turma da Mônica, desenvolvida em conjunto com a Mauricio de Sousa Produções. O material vai mostrar ao público infantil a importância de planejar os gastos. Ao todo, serão seis edições, sendo a primeira lançada no dia 14 de maio, na sede da Mauricio de Sousa Produções, em São Paulo. Ainda em 2018 serão publicadas mais duas revistas em quadrinhos e as últimas três edições no ano que vem - nos meses de maio, julho e outubro.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI ALIANÇA II: Associado PR/SP de Pato Bragado ganha R$2 mil na Poupança Premiada

 

Na manhã desta quarta-feira (16/05), a Sicredi Aliança PR/SP entregou a segunda premiação da Campanha Poupança Premiada. Desta vez o contemplado foi o associado Marcos Adriano Tiecker da agência de Pato Bragado (PR).

 

Alegria e gratidão - Segundo Marcos, que é associado da cooperativa há mais de 15 anos, o sentimento de ser contemplado é de alegria e gratidão. “Estou muito feliz. Essa é a primeira vez que ganho em um sorteio. Não esperamos pela ligação onde somos informados de que ganhamos R$2 mil e quando o telefone toca com uma notícia boa assim, é uma surpresa. Na hora nem acreditei. O dinheiro da premiação vai para a poupança do meu filho, pensando no futuro dele”, disse.

 

Incentivo - Segundo o presidente do Conselho de Administração da Sicredi Aliança PR/SP, Adolfo Rudolfo Freitag, com a campanha, o Sicredi incentiva a poupança que é uma aplicação simples, segura e de fácil acesso a todos. “A Poupança Premiada visa incentivar os associados a ter o hábito de poupar, realizando seus sonhos e pensando num futuro mais tranquilo. Nos próximos dias vamos entregar mais duas premiações e estamos bastante otimistas pelos sorteios que virão”, explicou.

 

Conceito - A iniciativa, que é promovida há três anos pelo Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, busca reforçar o conceito de educação financeira e incentivar associados e poupadores em geral a guardar recursos para conquistar objetivos. Entre os meses de abril e dezembro estão sendo distribuídos R$ 1,5 milhão em prêmios, sendo 10 sorteios semanais de R$ 2 mil, um sorteio mensal no valor de R$ 50 mil e um sorteio final que premiará um associado Sicredi com meio milhão de reais. Em dezembro, durante a reta final da campanha, as chances de ganhar serão dobradas, com 20 sorteios semanais de R$ 2 mil, além do grande sorteio.

 

Como participar - A cada R$ 100,00 aplicados na poupança Sicredi, é gerado automaticamente um número da sorte para concorrer aos sorteios que acontecem pela Loteria Federal. Basta acessar o site: www.sicredi.com.br/eupouposim e verificar os números. Ao fazer uma poupança programada, o poupador recebe números em dobro para participar. Quanto mais depositar, mais chances de ganhar. Podem participar pessoas físicas e jurídicas nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, associados ou não. Os sorteios serão realizados todas as segundas-feiras (a partir de 10/04) e os ganhadores divulgados em até cinco dias úteis.

 

Diferencial - O interessante da ação é o diferencial cooperativo, já que o recurso da poupança Sicredi beneficia as regiões em que é captado, resultando em mais desenvolvimento local por meio de concessão de crédito. Quanto mais associados poupam, mais associados podem ter acesso à linhas de crédito, gerando um ciclo virtuoso nas comunidades onde o Sicredi está presente.

 

Mais - Para saber mais sobre o programa Poupança Premiada, datas de sorteios e vencedores, acesse: www.sicredi.com.br/eupouposim ou procure uma das 547 agências do Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

 

Sobre o Sicredi -O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICOOB CREDICAPITAL: Cooperativa adere ao FIC e realiza workshop para discutir melhorias

 

sicoob credicapital 17 05 2018No mês de março, o Sicoob Credicapital aderiu ao programa Felicidade Interna do Cooperativismo (FIC), que tem como objetivo a mudança social por meio da felicidade dos colaboradores. 

 

Questionário - Para dar início às atividades do programa, todos os colaboradores responderam a um questionário que ajudou na identificação de pontos de melhoria na cooperativa. Dentre eles, foram destacados três: uso do tempo, governança e saúde.

 

Workshops - A partir desses temas, a singular realizou entre os dias 16 e 28 de abril workshops que trataram das mudanças necessárias para que a cooperativa alcance um índice de felicidade cada vez melhor. 

 

Propostas - Durante os encontros, ministrados pela Pluricoop, os participantes se dividiram em grupos e discutiram como cada um pode colaborar para que a cooperativa atinja esses objetivos. Ao final, todas as turmas ser reuniram apresentar suas propostas, que agora seguem para validação da diretoria antes de serem colocadas em prática. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COPAGRIL: Oficina de Cortes de Carnes Nobres é realizada para sócias dos comitês femininos

 

A Copagril promoveu, na manhã desta quarta-feira (16/05), a Oficina de Cortes de Carnes Nobres Angus para sócias dos comitês femininos da cooperativa, na Associação Atlética Cultural Copagril (AACC), em Marechal Cândido Rondon. O evento foi organizado pela Assessoria de Marketing, Comunicação e Cooperativismo em conjunto com o Supermercado Copagril 2.

 

Conhecimentos gerais - O objetivo da oficina foi oferecer conhecimentos gerais sobre como fazer e preparar cortes nobres de carne bovina, como forma de preparação das mulheres visando à participação no Concurso Culinário da Associação dos Comitês Femininos da Copagril (ACFC), que será realizado no mês de agosto.

 

Instruções - Na oficina, as instruções foram repassadas às participantes pelo açougueiro Gerson Rehm, que a partir de um contrafilé inteiro fez a demonstração de cinco cortes: capa do contrafilé, entrecolt, prime rib, bife de choriço e bananinha. Além desses, o instrutor também expôs cortes como T-bone, bife ancho, bisteca Fiorentina, shoulder clod, short rib e outros.

 

Preparo - Posteriormente, Gerson assou diversas peças de carne apresentadas na aula, com intuito de repassar dicas na hora do preparo e de servir. Em seguida foi realizada degustação, tendo como bônus uma panceta suína assada e uma dica de receita de molho de alho.

 

Iniciativa - As mulheres tiraram várias dúvidas e aprovaram a iniciativa da Copagril em realizar a oficina, ampliando o conhecimento culinário das participantes. (Imprensa Copagril)

 

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PISCICULTURA: Tilápia puxa o crescimento da criação de peixes de água doce no País

 

piscicultura 17 05 2018A produção brasileira de tilápias, o peixe de água doce mais consumido no País, cresceu 8% em 2017, em comparação com 2016, atingindo 357 mil toneladas. O incremento fez com que o Brasil superasse Filipinas e Tailândia, assumindo o quarto lugar entre os maiores produtores mundiais desse pescado. A produção de tilápia representa 51,7% da aquicultura nacional - criação de peixes, moluscos e crustáceos em ambientes aquáticos.

 

Paraná- O Paraná é o estado que mais produz peixes no país, 112 mil toneladas por ano, seguido por Rondônia, 77 mil toneladas, e São Paulo, com 69,5 mil toneladas. Os dados são de 2017, compilados pela Associação Brasileira de Piscicultura.

 

Salto - Um salto no volume da produção foi dado pela cooperativa C.Vale, de Palotina, que em outubro do ano passado inaugurou um frigorífico de 10 mil m2 com abate de 75 mil tilápias por dia, mas com o dobro de capacidade instalada.

 

Retorno- Dados da Emater-PR indicam que a piscicultura está entre as atividades econômicas que hoje dão mais retorno ao produtor da região Oeste do Paraná, crescendo a taxas de 20% ao ano. Por ser um peixe de fácil reprodução, rústico e susceptível ao melhoramento genético, a tilápia é comparada à raça bovina predominante no Brasil, e ganhou o apelido de o “Nelore das águas”.

 

Avanços- Para discutir os avanços e o potencial do setor, produtores, técnicos, empresários e outros integrantes da cadeia produtiva participam nesta semana da 10ª edição da Aquishow Brasil, em Santa Fé do Sul, interior de São Paulo. “É o maior evento de aquicultura do País e vamos levar informações técnicas importantes sobre pesquisas e inovações que acabam de se tornar disponíveis para os produtores”, disse o diretor de departamento do Instituto de Pesca da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Luiz Marques da Silva Ayroza.

 

Crescimento- Segundo ele, o evento acontece num momento em que a criação de peixes em ambientes cultivados avança mundialmente, levando à previsão de que, em 2020, ultrapassará a pesca de captura em rios e mares, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). “O Brasil tem um tremendo potencial, não só para a produção de tilápias, mas também de outros peixes. Além dos chamados peixes redondos, como o tambaqui e o pacu, e seus híbridos, o tambacu e o patinga, vamos apresentar aspectos interessantes sobre a criação do pintado e do pirarucu”, disse Ayroza.

 

Panga - Outra novidade a ser mostrada no evento envolve a criação do panga, peixe com grande potencial e que, segundo ele, já teve a produção regulamentada no Estado e é produzido na região de Mococa, interior paulista. O técnico lembra que o Brasil importa grande quantidade por ano desse peixe, principalmente dos Estados Unidos. “O panga está sendo comparado com o salmão do Chile e tem grande potencial para criação no Estado de São Paulo”, disse. (Gazeta do Povo, com Estadão Conteúdo)

 

MERCADO I: Depois do frango, europeus anunciam embargo às importações de pescado do Brasil

 

mercado 17 05 2018Depois de bloquear a entrada de frango produzido em 20 frigoríficos brasileiros, a maior parte deles da BRF, por causa de suspeitas de deficiência no controle sanitário do produto, a União Europeia comunicou ao governo do Brasil que vai impedir também a entrada de pescado. A informação foi confirmada ao Estado pelo secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Luís Eduardo Rangel.

 

Controle sanitário - "Estamos seguros que no caso dos pescados não há problemas de controle sanitário", afirmou. O problema, dessa vez, é que o controle das embarcações que se dedicam à pesca no Brasil não está em conformidade com as regras adotadas na Europa.

 

Incompatibilidade - Ciente da incompatibilidade das regras e dos problemas que isso poderia trazer ao comércio, o próprio governo brasileiro tomou a decisão, em dezembro passado, de fazer um auto-embargo das exportações de pescado para a Europa. Ou seja, o Brasil suspendeu voluntariamente suas exportações para adequar os controles e as embarcações ao padrão europeu.

 

Avanço - "Avançamos bastante nesses cinco meses, e isso foi reconhecido por eles", disse Rangel. Pelo menos três embarcações já estão com o novo certificado - o que, em tese, os autorizaria a produzir peixe a ser exportado para o mercado europeu.

 

Descredenciamento - No entanto, a União Europeia informou que vai descredenciar as plantas produtoras de pescados do Brasil a exportar para seu mercado. Com isso, explicou o secretário, fica a critério deles, e não do governo brasileiro, a retomada das compras do produto brasileiro. "Acreditamos que esse é um posicionamento político, tal como o que eles adotaram no caso do frango", disse.

 

Exportações - De acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), as exportações de pescados brasileiros para a Europa somaram US$ 24 milhões no ano passado, uma queda de 26% em comparação com 2016. É um valor baixo, considerando-se que o total de vendas de carnes em geral foi de US$ 952 milhões no período e o total exportado, considerando todos os produtos, atingiu US$ 35 bilhões.

 

OMC - O governo brasileiro já anunciou que pretende acionar a Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa das barreiras impostas pelos europeus ao frango. (O Estado de S.Paulo)

 

MERCADO II: Blairo Maggi anuncia abertura do mercado da Coreia do Sul para carne suína brasileira

mercado I 17 05 2018O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, anunciou, nesta quinta-feira (17/05), a abertura do mercado da Coreia do Sul para a carne suína brasileira. Maggi, que se encontra em missão oficial na China, disse que inicialmente apenas quatro frigoríficos credenciados de Santa Catarina exportarão para os coreanos, mas a expectativa é de que em breve outros estabelecimentos possam ser habilitados e entrem no mercado coreano.

Aftosa - “Com a declaração de país livre da febre aftosa iremos avançar para outros estados brasileiros sem vacinação, em breve. É um mercado de US$ 1,5 bilhão por ano", comemorou o ministro. Maggi viaja neste sábado a Paris para receber da OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) o certificado de país livre da febre aftosa com vacinação.

Negociações - As negociações com a Coreia do Sul para exportação de carne suína foram iniciadas em setembro de 2016 durante a visita do ministro Blairo Maggi ao país. Em seguida, foram enviadas ao Brasil missões técnicas para habilitação dos frigoríficos. A expectativa do setor é de que o Brasil exporte para a Coreia do Sul mais de 30 mil toneladas de carne suína por ano.

Reunião - O ministro Blairo Maggi se reuniu, nesta quinta-feira, mais uma vez, com o ministro do Comércio da China, Zhong Shan, e o chanceler brasileiro, Aloysio Nunes Ferreira, para tratar de questões comerciais entre os dois países.

Diversificação - Segundo Maggi, foi discutida a necessidade de diversificação da pauta exportadora brasileira para a China, bem como a importância estratégica do comércio bilateral. Ficou decidido que será formado imediatamente um grupo de trabalho para discutir as medidas de proteção de mercado que têm afetado o comércio de ambos os lados.

Acerto - O ministro da Agricultura brasileiro lembrou que os presidentes Michel Temer, do Brasil, e Xi Jin Pin, da China, durante encontro que tiveram em setembro passado, acertaram que as relações comerciais entre os dois países deveriam ser aprofundadas.

Feira - Blairo Maggi também participou da abertura da Sial China em Xangai, uma das maiores feiras de alimentos do mundo. O Brasil compareceu ao evento com a presença de muitas empresas agropecuárias. O ministro disse ter ficado satisfeito com a representação brasileira e avisou: “Quem não se faz presente não é lembrado”. (Mapa)

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: Porto de Paranaguá tem aumento de 14% na movimentação de abril

 

comercio exterior I 17 05 2018A movimentação mensal de cargas do Porto de Paranaguá cresceu 14% em abril deste ano. Foram 4,8 milhões de toneladas, com 614 mil toneladas a mais do que o registrado no mesmo mês em 2017. Os dados são do Departamento de Operações da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).

 

Grãos - O crescimento foi puxado, principalmente, pelo avanço do escoamento da safra de grãos. Ao longo do mês, foram exportadas 2,1 milhões de toneladas de soja e 555 mil toneladas de farelo, volume 38% superior ao de abril passado. O desempenho na importação de fertilizantes também ajudou o resultado, com 649 mil toneladas importadas e aumento de 14% no mês.

 

Acumulado - No acumulado no ano, contando toda a movimentação de janeiro a abril, a alta é de 10,3%. Nestes quatro primeiros meses de 2018, foram 17,54 milhões de toneladas de cargas, sendo 11,17 milhões na exportação e 6,37 milhões de toneladas na importação de produtos.

 

Referência - “Com planejamento e gestão eficiente, o Porto de Paranaguá se tornou uma referência em produtividade no Brasil. Os recordes batidos sucessivamente são exemplo disso”, disse a governadora Cida Borghetti.

 

Campo - Os embarques de grãos devem encorpar as exportações nos próximos meses. Já são registrados patamares recordes. Segundo estimativa da Ocepar, o Brasil inteiro deve produzir 115 milhões de toneladas de soja e o Paraná será responsável pela colheita de quase 20 milhões deste total.

 

Preços em alta - “Com os preços das commodities em alta e o câmbio favorável para o produtor, toda esta safra vai precisar sair com agilidade do campo para o mar”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, Abelardo Lupion.

 

Diversidade - Apesar das cargas agrícolas serem as líderes de movimentação em Paranaguá, cada vez mais cargas industriais e de outras naturezas ganham espaço no porto. “O layout operacional do porto se adaptou a uma nova realidade. Nosso objetivo é atender bem todos os usuários, desde o produtor agrícola, que sempre esteve conosco, até os industriais. Isso é muito importante, pois Paranaguá se torna a ponta de uma cadeia produtiva cada vez mais complexa, geradora de renda e empregos pelo estado”, afirma o diretor-presidente da Appa, Lourenço Fregonese.

 

Cargas gerais - De janeiro a abril, por exemplo, a movimentação de cargas gerais, que são peças industriais, veículos, celulose e outras cargas que não são a granel, aumentou 8%, com 3,2 milhões de toneladas movimentadas no período.

 

Granéis líquidos - O graneis líquidos, liderados pela movimentação de óleos vegetais e derivados de petróleo, também tiveram forte alta, de 15% em 2,6 milhões de toneladas movimentadas. (Agência de Notícias do Paraná)

 

COMÉRCIO EXTERIOR II: Paraná diversifica mercados e exporta para 189 países

 

comercio exterior II 17 05 2018No primeiro quadrimestre de 2018, o Paraná ampliou a diversificação de mercados e exportou mercadorias para 189 países diferentes, número que supera os 183 registrados no mesmo período do ano passado. As exportações tornaram-se menos concentradas em grandes países compradores.

 

Maiores destinos - Os três maiores destinos das mercadorias paranaenses, China, Argentina e Estados Unidos, responderam por 44,3% do valor total em dólares das exportações do Estado nos primeiros quatro meses, abaixo da participação de 46,4% observada no primeiro quadrimestre de 2017.

 

Aumento - “É possível verificar significativo aumento das exportações para alguns países, destacando-se os casos da Holanda, Itália, Espanha e Bangladesh, todos com crescimento superior a 70% no primeiro quadrimestre deste ano”, comentou o diretor-presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes), Julio Suzuki Júnior. O número total de itens diferentes exportados pelo Estado aumentou de 2.449 para 2.497.

 

Levantamento - O levantamento foi realizado pelo Ipardes com base em informações apontadas pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. O Ipardes é uma instituição de pesquisa vinculada à Secretaria de Estado do Planejamento e Coordenação Geral.

 

Ranking - Entre os principais mercados, a Espanha foi o país que mais aumentou as importações de produtos paranaenses. Nos quatro primeiros meses de 2018, as vendas do Estado para a Espanha somaram US$ 82,5 milhões, o que representou crescimento de 147,7% em relação aos US$ 33,3 milhões contabilizados em igual período do ano passado.

 

Variação - A segunda maior variação foi registrada por Bangladesh, que aumentou em 108,6% o valor das importações de bens produzidos no Paraná, passando de US$ 35 milhões para US$ 75,1 milhões. No ranking também aparece com destaque a Holanda, com uma variação de 94,5% do valor das compras de mercadorias paranaenses, registrando salto de US$ 128,3 milhões para US$ 249,5 milhões.

 

Produtos - No primeiro quadrimestre de 2018, os produtos paranaenses que lideram as exportações foram: soja em grão (24,5%), carne de frango in natura (12,5%), farelo de soja (7,4%) e automóveis (4%). O valor total de exportações no período foi de US$ 5,56 bilhões. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SELIC: Banco Central mantém taxa básica de juros em 6,5% ao ano

 

selic 17 05 2018O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (16/05) manter os juros básicos da economia brasileira em 6,5% ao ano. A decisão surpreendeu o mercado, que esperava uma redução da taxa.

 

Ciclo - A decisão interrompeu um ciclo de 12 quedas consecutivas e foi tomada por unanimidade entre os integrantes do Conselho. A taxa Selic, no entanto, permanece no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, há 32 anos.

 

Sinalização - Analistas financeiros e o próprio BC sinalizavam que poderia haver ainda mais um corte na taxa, de 0,25%, antes da interrupção da queda, mas o cenário externo mais volátil influenciou a decisão do Copom de não reduzir os juros dessa vez.

 

Cenário externo - "O cenário externo tornou-se mais desafiador e apresentou volatilidade. A evolução dos riscos, em grande parte associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas, produziu ajustes nos mercados financeiros internacionais. Como resultado, houve redução do apetite ao risco em relação a economias emergentes", diz um trecho da ata do Copom.

 

Câmbio - A decisão ocorre dias depois do país enfrentar uma valorização expressiva do dólar no mercado de câmbio. Em quatro dias seguidos de pregão, a moeda norte-americana sofreu valorização de 3,71% e encerrou o dia de hoje negociada a R$ 3,694. Para o governo, a alta é um movimento de curto prazo.

 

Reajuste gradual - De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março, o nível mais baixo até então. Quanto menores os juros básicos, menores são os custos do crédito com incentivos para a produção e o consumo.

 

Inflação - A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula 2,76% nos 12 meses terminados em abril, abaixo do piso da meta de inflação, que é de 3%. O centro da meta de inflação em 2018 é de 4,5%, com limite inferior de 3% e máximo de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

 

Tendência favorável - No comunicado em que anunciou a decisão desta quarta de manter a taxa Selic em 6,5% ao ano, o Copom informou que o comportamento da inflação permanece em uma tendência favorável, com preços mais sensíveis aos juros e ao ciclo econômico em níveis baixos. "O Comitê julga que o comportamento da inflação permanece favorável, com diversas medidas de inflação subjacente em níveis ainda baixos, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária", afirma a nota.

 

Ritmo - O ritmo de corte já vinha caindo. Entre abril de setembro do ano passado, o Copom havia reduzido a taxa em 1 ponto percentual a cada reunião. Em outubro, o corte foi de 0,75, passando para 0,5 ponto em dezembro e para 0,25 ponto percentual nas reuniões seguintes, entre fevereiro e março, até a interrupção de queda agora.

 

Mercado - O mercado financeiro também reduziu essa semana a projeção para a inflação, medida pelo IPCA, de 3,49% para 3,45%, para este ano. Para 2019, a estimativa foi ajustada de 4,03% para 4%.Do fim de 2016 ao fim de 2017, a inflação começou a diminuir por causa da recessão econômica, da queda do dólar e da supersafra de alimentos. Depois de uma pequena subida no fim do ano passado, por causa dos reajustes dos combustíveis, os índices voltaram a cair no início deste ano. O recuo foi motivado por novas quedas nos preços dos alimentos e dos serviços, setor ainda afetado pela demora na recuperação da economia.

 

Crédito e crescimento - A taxa Selic é o índice que modula os juros cobrados na economia e tornam o acesso ao crédito mais ou menos caro, podendo estimular a economia por meio do aumento da produção e do consumo. Para o Copom, no comunicado em que oficializou a manutenção dos juros em 6,5% ao ano, "os últimos indicadores de atividade econômica mostram arrefecimento, num contexto de recuperação consistente, mas gradual, da economia brasileira". 

 

Focus - Segundo o boletim Focus mais recente, os analistas econômicos projetam crescimento de 2,51% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos pelo país, em 2018. A estimativa decrescente coincide também com a queda de 0,13% no Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, anunciado também hoje. Nos 12 meses encerrados em março, o indicador apresentou crescimento de 1,05%. No próximo dia 30, é a vez do IBGE anunciar o resultado oficial do PIB no trimestre encerrado em março. (Agência Brasil)

 

IBC-BR: Indicador enfatiza fraqueza da atividade no início do ano

 

O resultado do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de março reforçou o mau desempenho da economia no primeiro trimestre, já apontado por indicadores como a produção industrial e o volume de serviços prestados no país. O indicador caiu 0,74% em relação a fevereiro, feito o ajuste sazonal, um tombo bem pior que a queda de 0,2% apontada pela média das projeções dos 24 analistas ouvidos pelo Valor Data. No primeiro trimestre, o IBC-Br recuou

0,13% na comparação com o trimestre anterior.

 

Analistas - O número corrobora a avaliação dos analistas de que a recuperação da atividade se dá num ritmo lento e gradual. Na visão do Bradesco, o IBC-Br, em conjunto com outros indicadores divulgados anteriores, está em linha com a projeção de crescimento do PIB no primeiro trimestre de 0,3% em relação ao anterior, na série livre de influências sazonais. 

 

IBGE - O IBC-Br é uma aproximação "imperfeita" do PIB divulgado pelo IBGE, na definição do economista Alberto Ramos, do Goldman Sachs, o que ajuda a entender os resultados com frequência diferentes apresentados pelos dois indicadores. No quarto trimestre do ano passado, o IBC-Br subiu 0,9% na comparação com o trimestre anterior, enquanto o PIB avançou apenas 0,1%.

 

Expectativa dominante - A expectativa dominante é de que o PIB tenha registrado um pequeno crescimento nos três primeiros meses do ano. O PIB Mensal do Itaú Unibanco, por exemplo, subiu 0,3% no trimestre, o número que o banco também projeta para o PIB do período em relação aos três meses anteriores.

 

Série revisada - Ao comentar o IBC-Br de março, o economista-chefe da corretora Tullet Prebon, Fernando Montero, observa que o recuo de 0,74% registrado em março ocorreu sobre uma série que foi revisada para baixo em 0,28%. Ele destaca ainda que a herança estatística para o indicador em 2018 vem piorando a cada mês. Em dezembro, era de 2,3%, o que significa que, se o IBC-Br terminasse 2018 no mesmo nível do fim do ano passado, o crescimento neste ano seria de 2,3%. 

 

Recuo - Esse número recuou para 1,4% no IBC-Br de janeiro, 1,24% no de fevereiro e para apenas 0,36% no de março. A avaliação dos analistas é que a economia ganhará fôlego nos próximos trimestres, especialmente devido ao nível baixo dos juros, como ressaltam os economistas do Bradesco. A questão, notam eles, é que "existem dúvidas sobre a velocidade de retomada". Ela se mostra abaixo do necessário para concretizar a projeção do banco de expansão para o ano, de 2,5%.

 

Condições - "De todo modo, as condições para o crescimento estão colocadas, especialmente quando levamos em conta a desalavancagem das famílias, os estoques mais ajustados e os efeitos defasados da política monetária", ponderam o Bradesco, em relatório.

 

Explicação - A recuperação lenta do mercado de trabalho, com retomada fraca do emprego formal, ajuda a explicar a perda de dinamismo da economia no primeiro trimestre. Além disso, os juros dos empréstimos e financiamentos seguem elevados, porque o spread bancário caiu pouco. Há também empresas e famílias bastante endividadas, o que desestimula o consumo e o investimento. Para completar, as incertezas eleitorais tendem a afetar decisões das companhias de investir mais.

 

Produção industrial - No primeiro trimestre, a produção industrial ficou estável em relação ao trimestre anterior, feito o ajuste sazonal, enquanto o volume de serviços prestados caiu 0,9%. Já as vendas no varejo ampliado (que reúnem automóveis, autopeças e material de construção) aumentaram 1% nessa base de comparação. (Valor Econômico)

IBGE I: Desemprego cresce em todas as regiões e 16 unidades da federação

Das 27 unidades da federação, 16 apresentaram aumento estatisticamente significativo da taxa de desemprego no primeiro trimestre deste ano, na comparação com os últimos três meses do ano passado, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgados nesta quinta-feira (17/05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Primeiro trimestre - No primeiro trimestre deste ano, a taxa de desemprego do país foi de 13,1%, ou 1,3 ponto percentual acima da verificada no fim de 2017, como havia mostrado o IBGE no fim em abril. Na manhã desta quinta-feira, o instituto divulga os recortes regionais e outras características referentes àquele resultado.

São Paulo - A taxa de desemprego do Estado de São Paulo cresceu de 12,7% para 14% entre o quarto trimestre do ano passado e o primeiro deste ano. É uma variação estatisticamente significativa, na avaliação do IBGE.

Rio de Janeiro - No Rio de Janeiro, a taxa variou de 15,1% para 15% nessa mesma base de comparação. Neste caso, a variação não é considerada relevante do ponto de vista estatístico, levando em conta o intervalo de confiança da pesquisa. Já em Minas Gerais, o desemprego saltou de 10,6% no quarto trimestre de 2017 para 12,6% no primeiro deste ano.

Maiores taxas - As maiores taxas de desocupação entre as unidades da federação foram: Amapá (21,5%), Bahia (17,9%), Pernambuco (17,7%), Alagoas (17,7%) e Maranhão (15,6%). E as menores taxas, registradas em Santa Catarina (6,5%), Mato Grosso do Sul (8,4%), Rio Grande do Sul (8,5%) e Mato Grosso (9,3%).

Quarto trimestre - Ainda em relação ao quarto trimestre, a taxa de desemprego subiu em todas as regiões: Norte (de 11,3% para 12,7%), Nordeste (de 13,8% para 15,9%), Sudeste (de 12,6% para 13,8%), Sul (de 7,7% para 8,4%) e Centro-Oeste (de 9,4% para 10,5%). (Valor Econômico)

IBGE II: Mercado tinha 27,7 milhões de trabalhadores subutilizados

ibge II 17 05 2018O país tinha 27,7 milhões de trabalhadores subutilizados no primeiro trimestre deste ano, 1,2 milhão a mais do que nos três meses imediatamente anteriores, de acordo com dados complementares da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgados nesta quinta-feira (17/05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Grupos - Subutilizado é um conceito que abrange três grupos de trabalhadores: os desempregados, os subocupados por insuficiência de horas (pessoas empregadas que gostariam de, e poderiam, trabalhar mais) e a chamada força de trabalho potencial (pessoas que não buscam emprego, mas estão disponíveis para trabalhar).

Parcela da força de trabalho - Segundo o IBGE, esse contingente de 27,7 milhões de trabalhadores subutilizados correspondia a 24,7% da força de trabalho ampliada (que soma a força de trabalho e a força de trabalho potencial). Essa proporção é a chamada taxa de subutilização, que estava em 23,6% no quarto trimestre de 2017.

Regional - Uma abertura regional da pesquisa mostra que os piores indicadores estão nos Estados das regiões Norte e Nordeste, como Bahia (40,5%), Alagoas (38,2%) e Piauí (39,7%). Os menores índices ficam no Sul e no Sudeste, como Santa Catarina (10,8%).

São Paulo - No Estado de São Paulo, a taxa de subutilização é de 21%, ligeiramente acima da registrada no último trimestre de 2017 (20,4%).

Desalento - O país tinha um contingente de 4,6 milhões de pessoas em desalento entre janeiro e março de 2018, o maior contingente apurado na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

Metodologia - Pela metodologia do IBGE, desalentada é a pessoa que está fora da força de trabalho -- ou seja, não está empregada nem procurando emprego -- por diferentes razões, como achar que "não conseguiria trabalho", "não tinha experiência", se considerar "muito jovem ou idosa" ou "não encontrar trabalho na localidade".

Contingente - Em resumo, são pessoas que não estão procurando emprego, mas aceitariam se alguém oferecesse. O contingente de 4,6 milhões de desalentados é maior em 278 mil pessoas em comparação ao do último trimestre de 2017o. Isso significa um crescimento de 6% na passagem do trimestre final do ano anterior para o primeiro deste calendário.

Taxa - A taxa de desalento no primeiro trimestre de 2018 ficou em 4,1% da força de trabalho ampliada do Brasil, a maior da série histórica, iniciada em 2012. Entre as unidades da federação, Alagoas tinha a maior taxa de desalento (17%) e Rio de Janeiro e Santa Catarina, as menores (0,8% em ambos os Estados). (Valor Econômico)

 


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