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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4329 | 16 de Maio de 2018

ENCONTRO DE NÚCLEOS: Em Pato Branco, cooperativistas destacam a importância da intercooperação

A intercooperação foi um dos temas destacados durante a abertura da segunda reunião do Encontro de Núcleos Cooperativos do Sistema Ocepar, na manhã desta quarta-feira (16/05), na sede regional do Sebrae/PR, em Pato Branco. Setenta e cinco cooperativistas, representando 18 cooperativas do Sudoeste, de cinco ramos de atividades econômicas, acompanharam o evento. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e o vice-presidente da Coasul e coordenador do núcleo Sudoeste, Jacir Scalvi, deram início aos trabalhos. “É preciso destacar que a intercooperação tem sido crescente no Paraná. Nesta reunião, temos como cooperativas anfitriãs o Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP e o Sicoob Integrado, uma demonstração do bom relacionamento e das possibilidades que podem ser geradas por meio da parceria entre as instituições, em todos os ramos econômicos em que atuam”, afirmou Ricken.

Cooperativistas - Também compuseram a mesa para o início dos trabalhos, os presidentes do Sicoob Integrado, Alcir Luiz Freisleben, do Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP, Clemente Renosto, e da Coopertradição, Julinho Tonus, além da gestora de empreendedorismo do Sebrae/PR, Dianalu de Almeida Coldato, da gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Fabíola Nader, e do economista Juan Jensen. A próxima reunião do Encontro de Núcleos será em Arapoti, congregando representantes das cooperativas da região Centro-Sul.

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RAMO SAÚDE: Sistema Ocepar recebe participantes do projeto Conhecer para Cooperar

O funcionamento do Sistema Ocepar foi apresentado, na manhã desta quarta-feira (16/05), em Curitiba, ao grupo de 30 participantes do projeto Conhecer para Cooperar – Ramo Saúde, do qual fazem parte formuladores de políticas públicas e representantes de agentes financeiros. Eles foram recebidos pelo superintendente da Fecoopar, Nelson Costa. As informações sobre o trabalho executado pela entidade de representação do cooperativismo paranaense foram repassadas por Carolina Bianca Teodoro, analista de Desenvolvimento Cooperativista, Alfredo Benedito Kugeratski Souza, coordenador de Desenvolvimento Cooperativista, e Micheli Mayumi Iwasaki, coordenadora jurídica.

Copan e BRDE - O grupo assistiu ainda a uma apresentação sobre a Cooperativa Paranaense dos Anestesiologistas (Copan) e as linhas de financiamento em saúde ofertadas pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). À tarde, eles visitam a Unimed Curitiba.

Realização - O projeto Conhecer para Cooperar é uma realização do Sistema OCB em parceria com a Faculdade Unimed e tem por objetivo apresentar a governança, as estratégias de gestão e, ainda, os conceitos essenciais e desafios enfrentados pelo setor de saúde cooperativista a representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), do Ministério da Saúde (MS), e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Aproximação - “O projeto é fundamental para aproximar os formuladores de políticas públicas e instituições financeiras do modelo cooperativo, para que eles possam compreender realmente a importância das cooperativas para o desenvolvimento do país, tanto do ponto de vista econômico, como social. É uma oportunidade de apresentar o cooperativismo de saúde para essas pessoas que têm um papel relevante na definição de políticas públicas”, afirmou a gerente técnica e econômica do Sistema OCB, Clara Maffia, que acompanha o grupo.

Regulação específica - Ela também destacou a necessidade do cooperativismo de saúde ter uma legislação que atenda às suas particularidades. “O ramo saúde tem realmente toda a parte de regulação, vinculada à ANS. Então, precisamos avançar para uma regulamentação um pouco mais específica para o setor, mas, também, na questão de recursos. Nós temos conversado com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e entendemos que é fundamental ter linhas específicas de financiamento para as cooperativas de saúde”, frisou.

Receptividade - Maffia disse ainda que o projeto está sendo bem recebido pelos participantes. “Eles ficam bastante impressionados com a importância, com a organização, com a profissionalização das cooperativas e o seu papel no setor, especialmente na saúde suplementar”, acrescentou.

Decisões - “O sistema cooperativo é muito bom e o projeto permite que nós tenhamos conhecimento do efetivo funcionamento das cooperativas de saúde até para que nós possamos avaliar melhor nossas decisões institucionais”, afirmou gerente de contratos e licitações da ANS, Laura Brainer. Ainda de acordo com ela, o setor tem uma atuação expressiva no segmento de saúde suplementar. “Hoje as cooperativas representam cerca de 40% do mercado. Então, dizer que elas não existem ou fingir que o sistema cooperativo não é importante seria uma inverdade. É importante que elas existam, mas que existam bem estruturadas, para fornecer condições de ter um mercado seguro para todas as partes, ou seja para o prestador, para a operadora e para o consumidor, que é o nosso ponto principal”, acrescentou.

Módulo prático - A visita ao Sistema Ocepar integra o segundo módulo prático do Conhecer para Cooperar – Ramo Saúde, iniciado na segunda-feira (14/05), por São Paulo, e que encerra na sexta-feira (18/05). Após a passagem pela capital paranaense, o grupo segue para Joinville e Florianópolis, em Santa Catarina. Dividido em quatro módulos (teórico, prático 1, prático 2 e final), o projeto foi iniciado em dezembro de 2017 e será encerrado em Brasília, em data a ser definida.

Ramo saúde - As cooperativas brasileiras de saúde estão entre as mais sólidas do mundo. Elas estão presentes em 85% do território nacional e são fundamentais para levar atendimento de qualidade a milhares de pessoas, em todos os estados. Este modelo cooperativo, reconhecido como um dos maiores do mundo, responde por mais de 32% dos beneficiários da saúde suplementar brasileira nos planos médico e odontológico.

Abrangência - São mais de 22 milhões de brasileiros que utilizam planos de saúde cooperativos. Com mais de 50 anos de atuação no Brasil, as 813 cooperativas de saúde, segmentadas em três confederações, reúnem mais de 225 mil cooperados e geram quase 100 mil empregos diretos. (Com informações da OCB)

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REFORMA TRABALHISTA: Ministério do Trabalho publica parecer sobre a Lei 13.467/2017

legislacao 16 05 2018Foi publicado, nesta terça-feira (15/05), no Diário Oficial da União, o parecer nº 248/2018, da Consultoria Jurídica (Conjur) do Ministério do Trabalho, que opina sobre a aplicabilidade da Lei 13.467/2017, em vigor desde 11 de novembro de 2017 e que alterou diversos dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), editada em 1943. O parecer trata da aplicação da legislação em três momentos distintos: não se aplica a Lei 13.467/2017 aos contratos de trabalho encerrados antes de sua vigência; aplicabilidade imediata e geral dos contratos de trabalho ativos em 11 de novembro de 2017 e aplicação para os contratos de trabalho firmados após essa data.

Clique aqui para conferir na íntegra o parecer da Conjur, do Ministério do Trabalho

 

NR 36: Seminário vai discutir norma ligada à segurança e saúde em empresas de abate e processamento de carnes

 

nr 36 destaque 16 05 2018A aplicabilidade da Norma Reguladora (NR) nº 36, que trata da segurança e saúde no trabalho em empresas de abate e processamento de carnes e derivados, estará em debate no dia 24 de maio, na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, durante um seminário promovido pela Comissão Nacional Tripartite Temática, da qual fazem parte representantes do governo, das empresas e dos empregados. A Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar) também integra a Comissão e apoia a realização do evento. Atualmente, o cooperativismo paranaense emprega mais de 60 mil trabalhadores em suas unidades frigoríficas que processam principalmente carne de frango e suína. 

 

Programação– O evento será realizado das 9h às 17h. Após a abertura, serão discutidos itens do Anexo II da NR 36 ligados a máquinas e equipamentos, com a participação de representantes dos empregadores. Haverá ainda debates a cargo dos trabalhadores, que vão tratar do Manual de Auxílio na Interpretação e aplicação da NR 36; equipamentos e ferramentas, Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional e Treinamentos em Segurança e Saúde no Trabalho. 

 

A NR 36– A NR 36 estabelece os requisitos mínimos para a avaliação, controle e monitoramento dos riscos existentes nas atividades desenvolvidas na indústria de abate e processamento de carnes e derivados destinados ao consumo humano, de forma a garantir permanentemente a segurança, a saúde e a qualidade de vida no trabalho, sem prejuízo da observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego.

 

Inscrições– Os profissionais das cooperativas paranaenses interessados em participar do seminário devem efetivar suas inscrições pelo e-mail graziel.abreu@sistemaocepar.coop.br

 

Clique aqui para conferir na íntegra a programação do Seminário de Divulgação da NR 36

 

DIA C: Cooperativas visitam Parque dos Tropeiros para realização do Dia de Cooperar em Curitiba

As cooperativas com sede em Curitiba e que são parceiras do Sistema Ocepar na organização do Dia de Cooperar – Dia C, em Curitiba, visitaram na tarde desta terça-feira (15/05) as estruturas do Parque dos Tropeiros na Cidade Industrial de Curitiba com o objetivo de acertar detalhes para a realização da mobilização na capital paranaense no dia 30 de junho. Participaram representantes do Sistema Ocepar, das cooperativas Unimed Paraná, Unimed Curitiba, Sicredi, Sicoob Sul, Dental Uni, Aurora, integrantes da diretoria da Unicic – União das Associações dos Moradores da Cidade Industrial de Curitiba e secretariais municipais da prefeitura de Curitiba. Durante a reunião foram definidos os locais de instalação das barracas onde as cooperativas parceiras irão receber o público para as diversas atividades programadas para o evento. Uma das atrações já confirmadas para este dia é mais uma vez a presença do Grupo SouArte, de Campo Mourão, com apresentação circense e que já participou em anos anteriores do Dia C, em Curitiba. A celebração do Dia de Cooperar 2018, a grande mobilização do cooperativismo brasileiro e que este ano foi antecipado para o dia 30 de junho devido aos jogos da Copa de Mundo de Futebol na Rússia. Cooperativistas do Brasil inteiro se unem numa grande corrente do bem. De Norte a Sul do país, acontecem ações socioambientais que visam estimular o voluntariado e divulgar o cooperativismo, um movimento que tem em sua essência o envolvimento com a comunidade e ajuda mútua. 

Sobre o Parque - Situado no bairro Cidade Industrial, Rua Raul Pompéia, próximo à Av. Juscelino Kubitscheck, possui uma área de 173.474 m2, é um parque destinado a homenagear o ciclo das tropas existentes na história do Paraná. Localizado próximo aos conjuntos habitacionais Caiuá, Diadema, Ilhéus e Vera Cruz, o Parque dos Tropeiros beneficia diretamente cerca de 15 mil pessoas. Os tropeiros, homenageados, eram condutores de gado que faziam a grande rota colonial entre a Feira de Sorocaba, em São Paulo, e os campos do sul, nos séculos XVIII e XIX. Guiando o gado e abrigando-o nas invernadas, os tropeiros abriram caminhos, fundaram vilarejos, estimularam o comércio de várias cidades e implantaram hábitos, como a roda de chimarrão. Implantado no ano de 1994 e rico em fauna e flora, com as presenças de animais e aves  silvestres como gambá, cuíca, morcego, cachorro do mato, sabiá vermelho, sabiá branco, sabiá coleira, bem-te-vi, quero-quero, gavião carijó, chupa-dente, pomba de asa branca, carvalho brasileiro, araucária, branquilho, guaçatunga, aroeira, corticeira, guamirin, pinheiro bravo, gerivá. Além de estrutura de auditório para apresentação de manifestações folclóricas no formato de anfiteatro, sanitários, estacionamento.

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FORMAÇÃO INTERNACIONAL: Brasileiros conhecem modelo canadense de cooperativismo de crédito

O Canadá é muito conhecido pelo modelo Desjardin de cooperativismo de crédito. Esse foi um dos assuntos que fizeram parte da programação desta terça-feira (15/05) da viagem técnica que está sendo realizada pela sexta turma do Programa Internacional de Desenvolvimento de Lideranças. O professor da HEC Montreal, Benoit Tremblay, fez uma apresentação sobre a evolução do movimento Desjardins ao grupo, formado por 26 profissionais de cooperativas paranaenses dos ramos agropecuário, saúde e crédito, e dos Sistemas Ocepar e OCB. Nesta terça, eles participaram de um seminário na HEC Montreal, escola de gestão que já contabiliza um século de história, com tradição em inovação e liderança em áreas que vão desde ensino, pesquisa, iniciativas internacionais, até programas executivos para gerentes de nível médio e superior. Na oportunidade, os cooperativistas brasileiros também assistiram a palestras sobre a instituição de ensino e a respeito da atuação das cooperativas agrícolas em Quebec.

Canadá e EUA- A sexta turma do Programa de Internacional de Lideranças está cumprindo um roteiro de atividades no Canadá, iniciado na segunda-feira (14/04) e que encerra no dia 19, com objetivo de conhecer diversos aspectos da economia, agricultura, pecuária e cooperativismo canadense. Depois, o grupo vai cumprir agenda nos Estados Unidos até o dia 24 de maio.

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ALEGRA FOODS: Carne suína brasileira garante espaço na feira mais importante da Ásia

 

alegra foods 16 05 2018Nesta quarta-feira (16/05) inicia em Xangai, na China, um dos principais eventos mundiais do setor de alimentos: a Sial China 2018. Voltada para negócios e investimentos, a Feira reúne, até o dia 18 de maio, produtores, fornecedores e consumidores de mais de 70 países.

 

Oportunidade - O evento é uma oportunidade para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), realizar uma promoção de negócios. Por isso, a ação conta com uma área de mais de 140 m² e a participação de dez empresas exportadoras, entre elas a Alegra Foods, que busca representatividade na Ásia. Para divulgar o trabalho e prospectar novos negócios, a marca paranaense contará com a participação de três representantes no local, dois de Hong Kong e um de Dubai. 

 

Divulgação - Segundo o superintendente da marca, Ivonei Durigon, participar da SIAL é a oportunidade de divulgar a linha de produtos suínos e realizar uma aproximação com produtores, varejistas e consumidores do mundo todo. “Estar presente na feira mais importante da Ásia é enriquecedor para a marca e para nossos representantes. A troca de informações, a busca por tendências e a chance de novos negócios são os principais objetivos da presença da Alegra no evento”, analisa.

 

Expositores - De acordo com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em 2017, a Sial China contou com 3.200 expositores de 67 países participantes e contou com mais de 100 mil visitantes. Neste ano a área reservada ao Brasil será dividida em dois pavilhões: 200m² para segmentos diversos e 50m² para proteína animal. Ambos os espaços oferecerão áreas individuais com estrutura completa para realização de negócios, catálogo institucional e apoio de equipe bilíngue.

 

Sobre a Alegra Foods - Alegra Foods é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final. Em 2016, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem-estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br. (Imprensa Alegra Foods)

 

 

INTEGRADA: Norte-americanos visitam família de cooperado

 

integrada 16 05 2018Um grupo de treze estudantes de agronomia da Iowa State University, nos Estados Unidos, visitou nessa semana a propriedade da família Jung, cooperados da Integrada no município de Floresta, Noroeste do Paraná. A visita teve o objetivo de conhecer melhor como funciona o sistema de produção agrícola brasileiro.

 

Metodologia - Recepcionados pela vice-coordenadora do núcleo de cooperados de Maringá, Ligia Jung, os estudantes e seus dois professores conheceram a metodologia de trabalho no modelo cooperativista. Além disso, os norte-americanos puderam conferir também o trabalho de preservação ambiental realizado pelos cooperados que conta com o apoio da Integrada.

 

Exemplo - A agricultura familiar e a diversificação da produção agrícola aplicados na propriedade de Jung, serviu de exemplo para os estudantes de sistemas que ajudam o agricultor a se manter em ritmo crescente com sustentabilidade na atividade agrícola.

 

Troca de informações - Nilton Avancini, coordenador de cooperativismo da Integrada, avalia que esse tipo de visita é importante também para trazer conhecimento para a cooperativa, sendo uma forma de troca de informações. Os estudantes passaram pela Escola Superior Luiz de Queiroz (Esalq/USP) em Piracicaba, visitaram o Porto de Paranaguá, entre outros locais. (Imprensa Integrada)

 

COPACOL: Um olhar para o futuro

 

A tarde desta terça-feira (15/05) foi mais que especial para os 75 jovens selecionados para participarem do Programa Jovem Aprendiz Cooperativo da Copacol. Acompanhados dos pais e na presença da diretoria executiva da Copacol, da Faculdade Unica e também da analista de desenvolvimento humano do Sescoop/PR, Mariana Baltazar, eles se emocionaram durante a cerimônia de abertura oficial para a 24ª e 25ª turma do Programa.

 

Início - Ansiosos para dar início aos trabalhos os aprendizes puderam conhecer um pouco das atividades da Copacol por meio do vídeo institucional apresentado a todos evidenciando a grandeza de fazer parte do cooperativismo. Na sequência, os jovens receberam as boas-vindas de outros ex-participantes do Programa e que hoje, trilham uma carreira de sucesso dentro da Copacol entre eles a supervisora de operações de Comex (comércio exterior), Ana Claudia Saggin e o supervisor de distribuição, Dioni Heinzen. 

 

Experiência - “Há exatos dez anos, eu que estava no mesmo lugar em que vocês estão, por isso eu sei exatamente tudo o que passa na cabeça de vocês, inclusive as incertezas e nervosismo. E hoje, depois de ter passado por esta experiência o conselho que eu deixo a vocês é que aproveitem essa oportunidade ao máximo, se dediquem muito, porque ela é única na vida de vocês”, disse Ana Claudia. 

 

Primeira turma - Assim como a supervisora, Dioni também é um dos ex-aprendizes. Ele compôs a 1ª turma de jovens da Copacol e se orgulha em ver que a cooperativa continua investindo na nova geração. “Este é um dos Programas que eu mais admiro, pois foi através da experiência que obtive dentro do setor Industrial de Aves que agora consigo exercer minha atual função com excelência”, relatou ele.

 

Missão - Dos 75 jovens, 40 compõem a 24ª turma que pertence a cidade de Cafelândia e 35 fazem parte da 25ª turma na cidade de Nova Aurora, mas a missão de ambas se unem quando o assunto é comprometimento e evolução.

 

Melhores - “Vocês não estão aqui por sorte, sem dúvidas vocês foram os melhores em todos os processos de seleção e é isso que esperamos de vocês onde quer que estejam. Sejam sempre os melhores, se comprometam, busquem aprender ainda mais, porque é isso que o mercado de trabalho busca, profissionais que façam a diferença”, afirmou o diretor presidente, Valter Pitol.

 

Aulas teóricas - Além das atividades a serem desenvolvidas nos setores administrativos, os jovens ainda contam com aulas teóricas a serem realizadas aos sábados na Faculdade Unica, um complemento para um profissional de sucesso. (Imprensa Copacol)

 

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CASTROLANDA: Blitz divulga Programa Cooperjovem em Castro

 

Cerca de 30 pessoas participaram, no dia 12 de maio, de uma blitz realizada em Castro, na região paranaense dos Campos Gerais, com objetivo de mobilizar a comunidade, pais, alunos e professores para o início das atividades do Programa Cooperjovem na Escola Mariana, localizada na cidade. Na oportunidade, foram apresentados os objetivos do programa e a população foi convidada a participar de um levantamento sobre pontos positivos e negativos da escola. As informações serão utilizadas na sequência para o planejamento de ações transformadoras, segundo as necessidades do estabelecimento de ensino. Em Castro, o Cooperjovem é realizado em parceria com a Cooperativa Castrolanda nos municípios de Castro e Piraí do Sul, abrangendo professores e alunos do ensino fundamental de escolas municipais.

 

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FRÍSIA: Agrotins 2018 recebe mais de 130 mil visitantes

frisia 16 05 2018Aconteceu na última semana, de 8 a 12 de maio, a feira agropecuária Agrotins 2018, em Palmas, no Tocantins. A Frísia esteve presente no evento com estande institucional e foi representada pelo presidente Renato Greidanus na abertura oficial.

Pronunciamentos - Durante a solenidade, autoridades estaduais, representantes de empresas e público em geral puderam acompanhar os pronunciamentos. Greidanus apresentou os números da cooperativa no Tocantins e falou aos presentes: “Estamos consolidando a implantação da nossa unidade em Paraíso do Tocantins com a ampliação da nossa capacidade produtiva. Quando a Frísia projetou sua expansão, rodamos muitos estados e chegamos ao Tocantins, onde encontramos boa logística, produtores com ótimos resultados e um grande potencial de crescimento. Para nós é uma alegria estar aqui e participar desta feira”.

Presenças - Também estiveram presentes o superintendente da Frísia, Emerson Moura, a coordenadora da Unidade da Frísia no Tocantins, Érica Lima, os colaboradores da cooperativa e a Fundação ABC. Renato também destacou a valorização das pessoas: “Na Frísia, tivemos um passado muito forte e por isso valorizamos o futuro. Aqui há muitos jovens que darão continuidade ao nosso trabalho, por isso devemos compartilhar o conhecimento”, completou.

Inovações - A abertura da feira contou com a participação do Secretário de Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária do Tocantins, Thiago Dourado. O representante do Estado comentou que a Agrotins, além das exposições e cursos, apresentaria mais de 40 inovações em tecnologia, estudos e pesquisas durante a feira, e também reforçou que a importância do agronegócio deve ser mais divulgada: “Precisamos comunicar mais, a sociedade precisa conhecer melhor o agronegócio. O Brasil precisa assumir o papel de liderança em produção agrícola com toda a potencialidade que aqui temos. Está na hora de entrarmos na super Safra dos grandes negócios”, relatou.

Reunião com cooperados - Com a presença do presidente e do superintendente da cooperativa, os cooperados participaram de duas importantes reuniões durante a Agrotins. Na quarta-feira (9), foi reunido o Comitê Agrícola da região pela manhã e à tarde. Cerca de 40 pessoas participaram de uma roda de conversa para debater importantes temas relacionados à unidade operacional do Tocantins.

Expositores - Na feira, estiveram cerca de 650 expositores das áreas agrícola, pecuária, piscicultura, fruticultura, além de representantes de grandes multinacionais, revendedores de maquinários, de veículos e peças. A Universidade Federal do Tocantins, Organizações das Cooperativas do Brasil – Tocantins, Sebrae, bancos e outras instituições também estiveram presentes em espaços exclusivos de atendimento ao público.

Maior evento - Atualmente classificada como o maior evento de negócios da região Norte e o oitavo maior do Brasil. Com o tema ‘O Futuro na Agroindústria Sustentável’, os organizadores estimaram que mais de 130 mil pessoas passaram pela exposição e cerca de R$ 700 milhões em negócios foram realizados.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

 

 

 

SICOOB TRÊS FRONTEIRAS: Palestra sobre educação financeira será ministrada em Foz do Iguaçu

 

sicoob tres fronteiras 16 05 2018Nesta quinta-feira (17/05) o Sicoob Três Fronteiras, o Instituto Sicoob e o Sescoop, com apoio da Uniamérica, promovem em Foz do Iguaçu a palestra “Tenha uma vida financeira feliz”. O principal objetivo do evento, que tem entrada gratuita e acontece às 19h30 no auditório da Faculdade Uniamérica (Av. das Cataratas, 1118), é tratar sobre a relação das pessoas com o dinheiro. 

 

Questões - No decorrer do encontro, o instrutor e professor Itamar Ribeiro irá responder questões como: Por que fazemos sempre a mesma coisa? Por que muitas vezes queremos crescer e as nossas atitudes nos fazem regredir? Por que temos dificuldade em determinar o nosso comportamento em benefício próprio? Você quer ter destaque na sua vida profissional ou deseja alçar voos mais altos?

 

Programação - A palestra integra a programação da Semana Nacional de Educação Financeira, que acontecerão por todo o país entre 14 e 20 de maio. Também serão promovidas ações para cooperados e para a comunidade de Santa Terezinha de Itaipu, no Colégio Estadual Carlos Zewe Coimbra e em São Miguel do Iguaçu, na Faculdade Uniguaçu.

 

Princípios - “Em nossa essência está a valorização e prática de dois princípios cooperativistas em especial: educação, formação e informação e interesse pela comunidade. Com essas ações pretendemos despertar a curiosidade das pessoas para que tenham uma relação saudável com o dinheiro e que procurem negócios conscientes e justos”, pontuou a analista de Comunicação do Sicoob Três Fronteiras e voluntária do Instituto Sicoob, Marina Delai.

 

Sobre a Semana Nacional de Educação Financeira - A Semana Nacional de Educação Financeira é uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) para promover a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF). Neste período, ocorrem diversas ações gratuitas com o objetivo de disseminar a educação financeira a fim de contribuir com o fortalecimento da cidadania e autonomia financeira.

 

Consolidação - Realizada desde 2014, a Semana ENEF vem se consolidando pelos números que apresenta. Só no ano passado, foram 3.781 eventos contabilizados com a participação online e presencial de quase 2 milhões de pessoas. Para saber mais sobre a Semana Nacional de Educação Financeira acesse http://www.semanaenef.gov.br/. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI UNIÃO: Oficinas com colaboradores e comunidade dentro da programação da Semana ENEF

A instituição financeira Sicredi União PR/SP está participando ativamente da Semana Nacional de Educação Financeira, mais conhecida como ENEF. O Sicredi apoia a iniciativa, que acontece em todo o país por meio do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF). O Banco Central do Brasil é o organizador da ação. Na edição deste ano, através de sua presença em mais 1.220 municípios e mobilização dos seus mais de 23 mil colaboradores, o Sicredi levará ao público palestras, cursos e oficinas, além de um hotsite (www.sicredinasemanaenef.com.br) com a programação completa das iniciativas desenvolvidas pela instituição financeira cooperativa, e mais materiais educativos, dicas, testes financeiros, entre outros conteúdos.

Programação - A programação começou na Regional Norte da Sicredi União, assim como em todo o país, no último dia 14 e vai prosseguir até o final da semana. Em Cambé, estão sendo realizadas oficinas para os funcionários da Paróquia Santo Antonio, da empresa K Arte Decorações e também para os funcionários da agência. “Nosso objetivo é mostrar que com organização e disciplina é possível manter as finanças equilibradas; e também a importância de realizar uma poupança para a realização dos nossos objetivos”, comenta a assistente de negócios da agência de Cambé, Fabiana Christina de Freitas.

Equipes - Empresas como Motorlub e entidades, como Cooper Região (Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis) Guarda Mirim, Tiro de Guerra, em Londrina; Cooper Ibiporã (também de Recicladores), em Ibiporã, e Geração Santa, em Bela Vista do Paraíso, estão recebendo equipes da Sicredi União. Outras agências realizaram eventos para associados em suas dependências.

Campo - Todas as agências da instituição financeira estão a campo, impactando centenas de pessoas num trabalho concentrado nesta semana, embora a educação financeira seja uma causa muito relevante para o Sicredi, que realiza ações com este objetivo durante todo o ano . Por meio do projeto de responsabilidade social “Cooperação na Ponta do Lápis”, a instituição realiza oficinas gratuitas de educação financeira para comunidades do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. O projeto capacita multiplicadores para o tema “Educação Financeira”.

Colaboradores - Até agora, o “Cooperação na Ponta do Lápis” envolveu mais de mil colaboradores voluntários das cooperativas do Sicredi dos três estados, que receberam capacitação com base no conteúdo do Caderno de Educação Financeira e Gestão de Finanças Pessoais do Banco Central.

Gratuitas - Segundo Gabriela Ottoboni M. de Castro, assistente de Desenvolvimento do Cooperativismo, as ações educacionais são gratuitas, com o objetivo de disseminar a educação financeira, previdenciária e de seguros, além de contribuir para o fortalecimento da cidadania e autonomia.

Desenvolvimento - David Conchon, gerente Regional de Desenvolvimento completa: “A educação financeira é uma maneira de colaborar com o desenvolvimento das comunidades em que atuamos e também uma forma de promover a paz, já que ter as contas em dia traz tranquilidade. Problemas financeiros sempre desestabilizam e preocupam as famílias”. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS I: Lançado projeto Jeitinho Brasileiro

 

Recentemente a cooperativa Sicredi Parque das Araucária PR/SC/SP lançou o Projeto “Jeitinho Brasileiro”. O jeito brasileiro é ser alegre, receptivo, amável e simpático. O povo brasileiro se preocupa com o próximo e deixa isso claro no dia a dia. E a cooperativa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP resolveu comprovar isso. Desde o mês de abril, alguns alimentos e bebidas como agua com gás, sucos e refrigerantes estão à venda na Superintendência Regional da cooperativa. Não há ninguém no caixa para cobrar, apenas a informação do valor de cada item.

 

Honestidade - A ideia é conscientizar a todos que precisamos ser honestos em um momento difícil que enfrentamos no nosso país. Cada colaborador da cooperativa é responsável por pagar o seu produto, pegar o troco e fechar a sua compra.

 

Sucesso - Já no primeiro mês, o projeto deu resultado e foi um sucesso. Foram adquiridos 108 itens e destes, 74 foram vendidos, resultando em um valor total de vendas de R$ 202,95 sobrando R$ 1,25 em caixa.

 

Autossustentável - O projeto deverá ser autossustentável, sendo que a cooperativa subsidiou a primeira compra, porém, para os próximos meses o valor do caixa deverá pagar a reposição dos produtos. Os produtos são adquiridos em supermercado local e o valor para a venda é o mesmo do mercado, apenas arredondando os centavos para facilitar o troco.

 

Diferencial - Para a colaboradora Indianara Cella, o novo espaço trouxe um diferencial para o dia a dia do trabalho. “O novo espaço “jeitinho brasileiro” que está disponível na sede, foi algo muito criativo e interessante para todos os colegas, pois possui produtos diversos que podemos estar consumindo durante o horário de trabalho. ” A também colaboradora Kelly Guimarães Mathias, gostou da ideia: “Adorei a iniciativa da Cooperativa, visto que tem o intuito de conscientizar os colaboradores e visitantes e resgatar valores como a honestidade que está sendo esquecido por alguns representantes no poder.  Acredito que disseminando essa ideia na sociedade teremos um futuro melhor." (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

 

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SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS II: Campanha Inverno Cooperativo arrecada donativos

 

sicredi parque araucarias 16 05 2018No mês de maio, foi lançada a Campanha "Inverno Cooperativo" da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP em todas as agências da cooperativa. Assim como acontece todos os anos, a ação tem o objetivo de arrecadar agasalhos, cobertores e calçados, mobilizando os colaboradores e os associados. 

 

2017 - Na campanha do ano passado, foram arrecadadas mais de 6 mil peças. Este ano a meta é ultrapassar este número. As unidades buscarão parcerias com entidades ou grupos sociais para o desenvolvimento da campanha, além do apoio da Sureg. 

 

Entidade - A campanha segue até o final do mês de maio, momento no qual as agências escolherão uma entidade de ação social para a entrega das doações recebidas. "Campanha de Inverno Cooperativo". Quem coopera aquece!  (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

 

UNIMED LONDRINA: Pela terceira vez, ‘Eu Ajudo na Lata’ firma parceria com a Secretaria de Educação de Londrina

 

unimed curitiba 16 05 2018A sexta edição do Eu Ajudo na Lata conta mais uma vez com a parceria da Secretaria Municipal de Educação de Londrina (SME). O convite se estendeu a 121 escolas da cidade, incluindo a repartição pública. Neste ano, as secretarias de educação de Ibiporã e Tamarana também apoiam a campanha.

 

Arrecadações - Carla Cordeiro, responsável pelos projetos pedagógicos da SME de Londrina, conta que as escolas já iniciaram as arrecadações. De acordo com ela, a parceria é benéfica para a formação pedagógica dos alunos. “É muito positivo esse projeto, porque estimula a solidariedade entre os estudantes, além do professor poder trabalhar com eles a sustentabilidade”, afirma Carla. Ela complementa que o ‘Eu Ajudo na Lata’ “oportuniza a participação da comunidade na escola”.

 

Estímulo - A gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina, Fabianne Piojetti, diz que é o terceiro ano que a Unimed Londrina tem o apoio da prefeitura. “Essa parceria vai além da campanha. A secretaria estimula o conceito do projeto por meio das atividades nas escolas. Eles são ótimos e dedicados”, realça Fabianne.

 

Arrecadação - De acordo organização da campanha, em 2017 a parceria com a rede municipal de ensino arrecadou mais de mil garrafas pets de 2 litros cheias de lacres de alumínio.

 

Participação - Para participar do Eu Ajudo na Lata é muito simples: junto os lacres de alumínios, deposite em uma garrafa PET (de preferência de 2 L) e entregue em qualquer unidade de atendimento da Unimed Londrina (inclusive nos escritórios regionais). 

 

Vídeo - Conheça mais sobre a campanha assistindo ao vídeo no link https://www.youtube.com/watch?v=a5IqFYrvzhw. (Imprensa Unimed Londrina)

 

BALANÇA DO AGRONEGÓCIO: Farelo de soja e celulose são destaques nas vendas externas em abril

 

balanca agronegocio 16 05 2018As exportações brasileiras de produtos do agronegócio atingiram US$ 8,89 bilhões em abril de 2018, cifra 2,7% superior ao valor registrado em igual mês do ano anterior (+US$ 231,63 milhões). Com este resultado, a contribuição do agronegócio nas exportações totais brasileiras alcançou 44,8%. A Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou nesta terça-feira (15/05) os números da Balança Comercial do Agronegócio.

 

Saldo positivo - A balança comercial de produtos agropecuários – diferença entre a exportação e a importação – gerou saldo positivo de US$ 7,59 bilhões em abril de 2018 contra US$ 7,57 bilhões contabilizados em abril de 2017.

 

Destaque - O destaque da pauta das exportações no mês de abril foi o complexo florestal, puxado pelas vendas de celulose, que teve recorde no mês de abril em quantidade (1,17 milhão de toneladas, +10,4%) e valor (US$ 643,80 milhões, + 40,3%).

 

Complexo soja - No complexo soja, o farelo de soja teve incremento de 30,7%, atingindo US$ 614,21 milhões em abril de 2018. Na quantidade, a alta foi de 16,9%, chegando a 1,55 milhão de toneladas. De acordo com a análise da SRI, a seca na Argentina prejudicou a produção do grão possibilitando que o Brasil ampliasse suas exportações do produto, incorporando parte das vendas do país vizinho.

 

Outros - Outros produtos que tiveram forte crescimento nas vendas externas foram bovinos vivos (+224,3%) - com embarques principalmente para a Turquia, fumo (+77,4%) e o suco de laranja (+44,9%).

 

Destinos - Em relação ao dinamismo dos mercados compradores dos produtos nacionais, os principais destaques do mês foram Portugal (US$ 107,08 milhões e +675,3%); Paquistão (US$ 126,08 milhões e +97,8%); Vietnã (US$ 142,18 milhões e +78,9%); Turquia (US$ 148,29 milhões e +69,1%); Alemanha (US$ 238,73 milhões e +48,2%); Itália (US$ 185,35 milhões e +47,5%); e Argentina (US$ 153,02 milhões e +44,9%).

 

China - A China continuou figurando como o principal destino das exportações do agronegócio brasileiro em abril, com US$ 3,65 bilhões.

 

Perfil - No período de janeiro a abril de 2018, o comportamento das exportações brasileiras reflete o perfil do mês de abril. Com o desempenho favorável para a celulose, incremento de quase US$ 1 bilhão no período (+48,9%), fumo (+87,5%), farelo de soja (+18,9%), animais vivos (+231%) e suco de laranja (+41,9%).

 

Crescimento - Neste primeiro quadrimestre, quatro países registraram crescimento das aquisições brasileiras acima de 20%: Turquia (US$ 445,26 milhões; +95,4%); Itália (US$ 760,69 milhões; +30,2%); Hong Kong (US$ 879,83 milhões; +29,5%); e Argentina (US$ 513,41 milhões; 24,1%).

 

Liderança - China segue em primeiro lugar no ranking do principal destino do agronegócio nacional no período, com US$ 9,48 bilhões (+0,6%). (Mapa)

 

Confira a íntegra e quadro com resumo da balança comercial do agronegócio de 2018.

 

Acesse aqui o Agrostat - Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro 

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Maggi anuncia vinda de missão chinesa no final deste mês

 

comercio exterior 16 05 2018Em Pequim, durante reunião com o ministro do Comércio da China, Zhong Shan, o ministro Blairo Maggi recebeu a confirmação de que até o final deste mês chegará ao Brasil uma missão técnica com especialistas veterinários para vistoriar novos frigoríficos.

 

Lista - O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apresentou uma lista com 84 novos estabelecimentos a serem vistoriados pelos chineses. A expectativa é de que o país asiático libere boa parte desses frigoríficos para exportar.

 

Conversas - O chanceler brasileiro Aloysio Nunes Ferreira também participou da reunião com o ministro do Comércio da China, onde foram tratadas as dificuldades nas relações comercias entre os dois países. “Vamos acelerar conversas por meio de nossa embaixada em Pequim”, afirmou Maggi.

 

Processos - O Brasil possui atualmente 102 processos contra a China em tramitação junto à OMC (Organização Mundial do Comércio), em que algumas práticas comerciais são contestadas. No entanto, o ministro Blairo Maggi disse que muitas questões poderão ser resolvidas, uma vez que os dois países possuem muitas coisas em comum.

 

Protecionismo - Na visão do ministro Blairo Maggi, os processos junto à OMC demonstram que ainda é muito forte o protecionismo existente em vários países. Para Maggi, esse tipo de atitude (protecionismo) por parte dos governos só atrapalha o livre comércio entre os países.

 

Reunião - Blairo Maggi e a Core Delegation – comitiva formada por empresários e entidades representantes do agronegócio brasileiro – se reuniram ainda com diretores da Cofco Internacional, trading chinesa de grãos. (Mapa)

 

MEIO AMBIENTE: Grupo vai discutir destinação de resíduos que geram odor

 

meio ambiente 16 05 2018O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) criou nessa terça-feira (15/05), através da portaria nº 086/2018, um grupo de trabalho para encontrar alternativas e melhorar os critérios para o gerenciamento de resíduos gerados por empreendimentos de tratamento, reciclagem e destinação final de resíduos orgânicos de frigoríficos e abatedouros.

 

Odor - Tais atividades podem gerar odor e ser um dos motivos pelos quais vêm sendo registradas diversas reclamações de mau cheiro nas regionais de

 

Composição - O Grupo de Trabalho composto por oito servidores da instituição, incluindo seu diretor-presidente, Paulino Mexia, deverá tratar do manuseio desses resíduos nos geradores, transporte, tratamento e destinação final, principalmente, por empreendimentos frigoríficos e abatedouros.

 

Condições climáticas - “Essas atividades podem e, muito provavelmente, estão sendo realizadas de maneira correta e seguindo as normas existentes. Porém, podem estar gerando odores devido às condições climáticas de inversão técnica e falta de atualização de normas. É o que devemos checar nesse trabalho”, explica a diretora de Monitoramento Ambiental e Controle da Poluição e coordenadora do grupo, Ivonete Chaves.

 

Prazo - O prazo estabelecido para o término das atividades é de 60 dias, contanto a partir da data de publicação da presente portaria. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA: Ipea reconhece crescimento do PIB abaixo do esperado

 

economia 16 05 2018O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reconheceu em documento divulgado nesta terça-feira (15/05) que a atividade econômica está em ritmo abaixo do esperado. Sem divulgar novas projeções, a instituição disse em sua Carta de Conjuntura que os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre e também para o ano devem vir abaixo do projetado em março, quando o Ipea previa 1% de alta no primeiro trimestre e de 3% para o ano.

 

Metade do projetado - O diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo de Souza Júnior, disse, porém, que espera que o PIB do primeiro trimestre de 2018 tenha se expandido em torno de 0,5%. O número é metade do que o Ipea projetava há dois meses. Os dados oficiais serão conhecidos no fim do mês, quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgar as Contas Nacionais Trimestrais do período.

 

Indicador de consumo - O Ipea também divulgou o indicador de consumo aparente de bens industriais, que recuou 2% em março, ante fevereiro. Na comparação com igual mês do ano anterior, a queda foi de 0,3%. Segundo Souza Júnior, esse dado sobre a demanda interna é mais um que mostra que a economia de fato está com ritmo menos intenso do que se espera, embora ainda crescendo. No acumulado do ano, a alta é de 3,4%.

 

Decisão - Segundo o diretor do Ipea, a decisão de não divulgar a nova projeção de PIB para o ano ocorreu por conta da proximidade da divulgação dos números oficiais relativos ao início do ano.

 

Sem elementos - O documento do Ipea apontou que ainda não há elementos para se dizer que o PIB abaixo do esperado significa perda de potência da política monetária. Souza Júnior explicou que o crédito está respondendo à queda dos juros e a performance só não é melhor por conta das operações de financiamento às empresas, que sente o efeito da reestruturação da política do governo para o crédito direcionado, que tem sido reduzido nos últimos anos.

 

Impulsionador - "O principal impulsionador de crescimento atual é o estímulo monetário, que se reflete em um patamar historicamente baixo da taxa de juros básica", diz o documento Carta de Conjuntura do Ipea, avaliando que, apesar de abaixo do que se esperava, o cenário para o PIB é "positivo". "Os indicadores de atividade econômica que têm reagido mais fortemente são justamente aqueles que sofrem influência mais direta das taxas de juros e da oferta de crédito - em particular, os setores de bens de capital e de bens de consumo duráveis", diz o texto.

 

Perspectivas - As perspectivas da economia brasileira "continuam positivas, embora sujeitas a incertezas". "Na ausência de novas fontes significativas de volatilidade ou instabilidade no cenário externo ou no front político doméstico, a atividade deverá continuar em sua trajetória de recuperação gradual ao longo do ano", diz o Ipea.

 

Mercado de trabalho - A análise do Ipea também diz que a recuperação lenta da atividade econômica se reflete no mercado de trabalho. Mas menciona que há uma contradição entre os dados da Pnad contínua do IBGE e os números do Caged, do Ministério do Trabalho. Enquanto o primeiro aponta queda no emprego formal neste início de ano, o outro mostra alta. Souza Júnior entende que é mais provável que os dados do Caged, um registro mais amplo do que a Pnad, apresentem melhor a situação do mercado de trabalho.

 

Carta conjunta - A carta de conjuntura do Ipea avalia que a situação internacional, a despeito de aumento na percepção de risco, não estaria inibindo a recuperação do Brasil. Mas menciona que, além da elevação do risco geral de países emergentes, houve aumento específico na percepção de risco do Brasil. Apesar de fatores externos explicarem, em boa parte, o aumento recente do risco soberano do Brasil, "uma análise mais cuidadosa revela também a importância de fatores domésticos, como incerteza eleitoral. (Valor Econômico)

 

OPINIÃO: O sucesso da intercooperação


opiniao 16 05 2018*Alex Ferraresi

 

O Paraná possui o cooperativismo mais organizado e desenvolvido do país, sendo exemplo para várias outras regiões. São 13 ramos ou setores que incluem cooperativas de crédito, saúde, trabalho, habitação, educação, mineração, consumo, produção, infraestrutura, turismo e lazer, transporte e setores especiais, organizadas sob o guarda-chuva da Organização das Cooperativas do Paraná – Ocepar.

Todos nós temos algum tipo de relação com alguma cooperativa, seja por sermos associados a uma ou por comprarmos produtos e serviços oriundos desse tipo de organização. Estima-se que 1 a cada 7 pessoas no mundo é associada a alguma das 2,6 milhões de cooperativas de que se tem registro.

 

O agronegócio é um dos setores mais importantes do Brasil, representando algo próximo a 25% do PIB. No Paraná, esse número é ainda maior, chegando a 30% de toda riqueza gerada no estado. O que poucos sabem é que mais de 55% da produção agropecuária do estado está nas mãos de cooperativas. E os números são realmente impressionantes, se considerarmos que elas somam pouco mais de 70 cooperativas no setor. O ranking da revista Exame identificou em 2016, 17 cooperativas agroindustriais paranaenses entre as Maiores e Melhores empresas no Brasil.

 

As cooperativas do agronegócio são organizações complexas, com sistemas de gestão e governança modernos e transparentes, e atuam conforme os 7 princípios do cooperativismo, as quais existem desde as primeiras manifestações dessa modalidade de negócios, no ano de 1844, em Rochdale-Manchester, no interior da Inglaterra. São eles:

 

1) Adesão voluntária e livre: as cooperativas são abertas a todos que dela queiram participar, sem discriminação;

 

2) Gestão democrática: todos os seus membros participam da gestão por meio de assembleias, e o voto de cada um tem o mesmo peso, independente de seu porte;

 

3) Participação econômica dos membros: os membros contribuem equitativamente para o capital da organização, e recebem sua parte dos resultados;

 

4) As cooperativas são organizações autônomas, de ajuda mútua, controladas por seus membros, e nada deve mudar isso;

 

5) Educação, formação e informação: as cooperativas promovem a educação e a formação para que seus membros e trabalhadores possam contribuir para o desenvolvimento dos negócios e, consequentemente, dos lugares onde estão presentes;

 

6) Intercooperação: cooperativismo é trabalhar em conjunto. Atuando juntas que as cooperativas dão mais força ao movimento e servem de forma mais eficaz aos cooperados.

 

7) Interesse pela comunidade: contribuir para o desenvolvimento sustentável das comunidades é algo natural ao cooperativismo.

 

Baseadas no 6°princípio, o da intercooperação, três grandes cooperativas paranaenses - Castrolanda, Frísia e Capal – localizadas na Região de Castro e Carambeí, deram início a um processo de intercooperação inovador, considerado único na história do país.

 

Fundada e 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná, e tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. Possui 760 associados e atua em mais de trinta municípios do Paraná, com um faturamento de R$ 2,4 bilhões em 2017.

 

A Capal se originou em 1980, de um pequeno grupo de produtores rurais holandeses, em Arapoti. No início sua principal atividade econômica era a produção de leite. Hoje concentra-se na agricultura (soja, milho, trigo e feijão) e na produção de suínos e leite, além da produção de café em algumas áreas. Atua em 80 municípios no Paraná e áreas do interior de São Paulo, com 16 unidades de produção. Obteve um faturamento de R$ 1,2 bilhões em 2017.

A Castrolanda foi fundada em 1951 e localiza-se em Castro. Possui 2,9 mil empregados em duas grandes unidades de negócios: operações (carnes, agrícola, leite, batata, feijão e corporativa) e industrial (carnes, leite e batata). Com 878 cooperados, seu faturamento alcançou R$ 2,83 bilhões em 2017.

 

Essas cooperativas criaram a Unium. Não se trata de uma fusão ou nova cooperativa, mas sim uma marca guarda-chuva, que tem abaixo de si, as marcas de produtos das três cooperativas, que deixam de utilizar suas marcas de fabricante. Mas não foi somente uma questão da gestão das marcas de dezenas de produtos que vão desde feijão, leite, iogurtes até cerveja e carnes e alimentos processados, mas inclui também um complexo modelo de gestão de negócios, produção e logística.

 

O modelo se baseia na liderança de cada uma das três cooperativas em negócios específicos, onde a cooperativa líder já possui estrutura ou expertise mais desenvolvido, porém, mantendo suas identidades organizacionais e jurídicas. Esse modelo busca otimizar as plantas industriais das cooperativas e evitar investimentos duplicados ou concorrência desnecessária entre elas. 

 

Por exemplo, a Castrolanda é líder no beneficiamento de leite e industrialização de carnes, enquanto a Frisia lidera a moagem de trigo, e assim por diante. Embora a operação seja de responsabilidade daquela cooperativa que assume a liderança, as decisões são tomadas em comum acordo com as três cooperativas, por meio de comitês gestores. As participações são proporcionais em cada unidade compartilhada.

 

Com isto pretendeu-se: aumentar o foco no resultado, afastando as influências políticas; aumentar a escala e, consequentemente, a competitividade; capitalização direta da unidade de negócios; diluição de custos corporativos, entre outros.

 

Os investimentos também passaram a ter um modelo próprio, onde a cooperativa entra com 60% e o cooperado com 40%, com participação nos resultados (indústria) garantida. Ou seja, o cooperado tem a oportunidade de agregar valor à sua produção de forma direta, por meio da unidade de negócios na qual ele investiu.

Este processo, que se iniciou em 2010 e agora chega à sua maturidade com a criação da Unium, resultou em um modelo que envolve 5 mil famílias cooperadas; 3 milhões de litros de leite processados por dia; 115 mil toneladas de grãos moídos por dia; 3,2 mil suínos abatidos por dia, e 1,8 mil toneladas de carne industrializada por mês. Além de exportar para 25 países nas Américas do Sul e Central, África, Oriente Médio e Europa, este grupo de cooperativas possui a única certificação do Paraná em bem-estar animal em carne suína.

 

*Alex Ferraresi é Doutor em Administração pela FEA/USP e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Cooperativas da PUCPR (Mestrado profissional).

 


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