Imprimir
CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4324 | 09 de Maio de 2018

LANDING PAGE: Disponibilizadas informações sobre o Programa de Inovação para o Cooperativismo Paranaense

inovacao 09 05 2018Informações sobre o Programa de Inovação para o Cooperativismo Paranaense estão sendo disponibilizadas em uma nova página na internet - uma landing page -, que pode ser acessada pelo endereço eletrônico http://inovacao.sistemaocepar.coop.br/. Nela, há todos os detalhes sobre a nova formação que o Sistema Ocepar lançou oficialmente no dia 23 de abril, em Curitiba.

Adesão - As cooperativas interessadas em participar do Programa devem formalizar a sua adesão por meio da landing page. É necessário fazer o download do Termo, onde devem constar os dados da cooperativa, a indicação do profissional que irá representá-la na formação e a assinatura do presidente da cooperativa. O documento deverá ser enviado ao Sescoop/PR até o dia 15 de maio pelo e-mail inovacao@sistemaocepar.coop.br. “Posteriormente, será disponibilizado um link para que cada cooperativa inscreva seus participantes. Nesse primeiro momento, não haverá limite de inscrições pois, após recebermos todas as solicitações, poderemos determinar o número de participantes e programar as turmas, cuja previsão de início on-line é 28 de maio”, explica o analista de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Carlos Eduardo de Sousa Nunes.

Agentes - O Programa de Inovação é estruturado em quatro fases. A primeira contempla o diagnóstico, quando será realizado o mapeamento das competências e habilidades dos participantes, utilizando técnicas de gameficação e Inteligência Artificial. Depois, vem a escolha dos agentes, onde serão identificados os Agentes de Inovação, que terão como objetivo criar e fomentar ideias que irão tornar-se projetos inovadores, e os de Transformação, responsáveis por tornar realidade as ideias criadas pelos Agentes de Inovação. Na sequência, inicia-se a formação dos agentes, que abrange quatro trilhas de conhecimento, sendo duas de formação comum e uma de formação específica para cada agente. Cada trilha é composta por quatro disciplinas de 16 horas aula presenciais, ministradas em encontros mensais com aulas diurnas. A formação contempla ainda a aplicação da metodologia do Programa e a multiplicação das informações, totalizando carga de 192 horas.

Cultura da inovação - "As empresas somente são reconhecidas pelo público quando produzem algo original e de valor. E, para atingir esse objetivo, é preciso inovar e ter criatividade. É um processo que necessita, ainda, de acesso a informações de qualidade, que vão nos permitir ter ideias e despertar para o novo. Nesse sentido, o Programa de Inovação para o Cooperativismo Paranaense foi construído especialmente para as nossas lideranças, que terão a oportunidade de experimentar uma formação de desenvolvimento profissional diferenciada, cujo propósito é fornecer elementos para promover o aprimoramento da gestão das cooperativas e disseminar a cultura da inovação no cooperativismo paranaense”, afirma o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

 

FORMAÇÃO: UFPR apresenta o Programa de Desenvolvimento de Tecnologia

Na manhã desta quarta-feira (09/05), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) apresentaram o Programa de Desenvolvimento de Tecnologia – Produtec, que oferece soluções em treinamento, consultoria e assessoria técnica. Colaboradores da entidade acompanharam a explanação dos docentes da universidade, que explicaram em detalhes os serviços ofertados pelo programa, que abrange aprimoramento do processo produtivo, implementação de novas tecnologias, modelagem estratégica, desenvolvimento da economia regional e capacitação de equipes profissionais. Fizeram parte do grupo da UFPR o ex-reitor da instituição, Zaki Akel Sobrinho, o diretor da Escola de Engenharia e Arquitetura, Horácio Tertuliano Filho, o diretor do Campus Avançado da UFPR em Jandaia do Sul, Eduardo Teixeira da Silva, o professor Tomas Sparano Martins e o técnico administrativo da universidade, Alvaro Pereira de Souza. Primeira universidade do Brasil, fundada em 1912, a instituição tem atualmente 7.500 professores e campus em Curitiba e outros cinco municípios no litoral e interior do Paraná.

Sinergia - O superintendente do Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), Leonardo Boesche, fez a abertura da reunião, ressaltando que a sinergia entre a universidade e o setor cooperativista pode ser ampliada e aprimorada. “Estamos prontos para conhecer em detalhes o Produtec e avaliar o seu alcance e as possibilidades de parceria que podem ser efetivadas entre as instituições, utilizando a expertise e conhecimento da UFPR direcionada às demandas do cooperativismo”, afirmou.

Aproximação - Segundo o professor Zaki Akel Sobrinho, ex-reitor da UFPR, a universidade busca a aproximação com o setor cooperativista, para contribuir com o desenvolvimento das cooperativas, principalmente no interior do Paraná. “Hoje tivemos a presença da equipe técnica da Ocepar e do Sescoop/PR neste encontro, e agora vamos partir para um diagnóstico e fazer uma abordagem sistêmica. Podemos trazer tudo o que temos na universidade de potencial, tanto na área de cursos e treinamentos, quanto na área de consultoria e assessoria técnica. E vamos disponibilizar isso às cooperativas”, ressaltou.

Propostas - O Produtec tem como propostas negociar parcerias e transferência de tecnologia junto a cooperados; intermediar as ações multidisciplinares entre os setores envolvidos; fazer planejamento estratégico para desenvolvimento das cadeias produtivas regionais; consultoria e desenvolvimento de processos produtivos; treinamento, capacitação, qualificação, aperfeiçoamento e programas de especialização e, junto com a Ocepar, coordenar ações de planejamento e desenvolvimento de tecnologia e inovação. “Essa parceria pode ser uma mola propulsora para o desenvolvimento das cooperativas e do setor produtivo, com o apoio e expertise de uma das mais importantes universidades do país”, concluiu o professor Horácio Tertuliano Filho, diretor da Escola de Engenharia e Arquitetura da UFPR.

{vsig}2018/noticias/05/09/parceria/{/vsig}

FÓRUM: Evento vai debater indicadores econômicos e financeiros do cooperativismo paranaense

Discutir os indicadores econômicos e financeiros do cooperativismo paranaense e as tendências das economias brasileira e mundial. É com esses objetivos que o Sistema Ocepar promove, no dia 30 de maio, no auditório da entidade, em Curitiba, o Fórum dos Profissionais de Finanças. O evento será aberto às 13h30 pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. O coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola, irá apresentar o cenário do cooperativismo paranaense. Na sequência, o doutor em Economia, Juan Jensen, analisa os dados econômicos do Brasil e do mundo.

Inscrições – O evento é destinado a profissionais que atuam na área financeira das cooperativas do Paraná. As inscrições devem ser feitas por meio do agente de Desenvolvimento nas cooperativas ou pelo e-mail sandra.silva@sistemaocepar.coop.br até o dia 28 de maio.

forum 09 05 2018

 

INFRAESTRUTURA: Governo incentiva geração distribuída de energia

 

infraestrutura 09 05 2018“Em nosso planejamento que prevê ações até 2030, imaginamos que cerca de 2,7 milhões de unidades consumidoras no Brasil irão utilizar a geração distribuída como sua principal fonte de energia.” A frase acima é do diretor do departamento de desenvolvimento energético do Ministério de Minas e Energia, Carlos Alexandre Pires, que participou, nesta terça-feira (08/05) do Seminário de Produção de Energia no Cooperativismo: Oportunidades e Desafios.

 

Promoção - O evento foi promovido pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em parceria com a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável, por meio da GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit), agência de cooperação técnica, e da Confederação Alemã de Cooperativas (DGRV).

 

Diversificação - Segundo o Diretor, é preciso diversificar as fontes de energia no Brasil e a geração distribuída, por meio cooperativas, é uma das grandes apostas do Ministério. “A grande vantagem desse tipo de geração é a não necessidade de expansão das linhas de transmissão. O Brasil tem linhas que o cortam de Norte a Sul e quando se consegue gerar energia no ponto de carga, é possível chegar ao ápice da economia em termos de transmissão, porque, assim, se evita perdas técnicas ao longo da trajetória, otimizando todo o sistema energético brasileiro”, justifica Pires.

 

Oportunidade - Atualmente, o país conta com 27,5 mil usinas de geração distribuída e 39,5 mil unidades consumidoras. Neste cenário, são contabilizadas 80 cooperativas que geram e distribuem energia a 205 unidades consumidoras. Esses números mostram o que, para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, pode ser traduzido como espaço para o segmento das cooperativas de Infraestrutura se desenvolver.

 

Espaço - “Precisamos ocupar o espaço que existe, assim como fizemos em diversos outros setores econômicos e onde temos muita competência e destaque. E para isso, é necessário discutir bastante esse assunto para podermos auxiliar na criação de cooperativas de geração distribuída realmente viáveis, bem disciplinadas, com estrutura sólida, com regras claras, atendendo às questões da Aneel e à necessidade do país de uma energia limpa”, enfatiza o líder cooperativista.

 

Representatividade - O Seminário de Produção de Energia no Cooperativismo: Oportunidades e Desafios reuniu representantes das unidades estaduais do Sistema OCB e, ainda: o superintendente de regulação dos serviços de Geração da Aneel, Cristiano Vieira, a ministra-conselheira e chefe da Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável da Embaixada da Alemanha, Annette Windmeisser, e o presidente da Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura (Infracoop), Jânio Steffanelo.

 

Convergência - “Temos diversos modelos de cooperativas de energia, mas elas têm em comum o foco no desenvolvimento local e na promoção das pessoas, com sustentabilidade e inovação. Por isso, a Aneel está atenta e avaliando o aprimoramento de leis importantes que afetam a geração distribuída. Assim, as cooperativas têm um potencial que precisa ser explorado. Existe espaço para elas atuarem e, na visão da Aneel, esse trabalho conjunto entre sociedade, órgão regulador e governo tem tudo para trazer resultados muito profícuos.” Cristiano Vieira, superintendente de regulação dos serviços de Geração da Aneel.

 

Engajamento - “Estou muito satisfeita em ver essa cooperação, com ampla troca de experiências, entre Brasil e Alemanha. Sei que os dois países têm grande vocação para esse tema do cooperativismo de energia renovável. Já conheço, pessoalmente, o cooperativismo de crédito e acredito que o sucesso do modelo pode ser replicado no setor de energia. O cooperativismo permite que as pessoas se engajem na produção da energia que consomem. Assim, Brasil e Alemanha têm muito a ganhar.” Annette Windmeisser, ministra-conselheira e chefe da Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável da Embaixada da Alemanha.

 

Tendência - “A energia solar é uma fonte renovável e altamente sustentável. Ela tem sido a grande questão que nos desafia a entender, cada vez mais, como podemos atuar. A regulação vai dar a segurança do empreendimento. Por isso, é tão necessário agir com o apoio da Aneel. A energia solar vai ser uma vertente importante no setor energético brasileiro e quando vemos esse setor, em outros países, percebemos que temos muita possibilidade de crescer. É preciso iniciar o processo, afinal, só se aprende a correr, quando já se sabe andar.” Jânio Steffanelo, presidente da Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura (Infracoop).

 

Constituindo cooperativas - Durante o seminário, a OCB, GIZ e DGRV lançaram a cartilha Cooperativas de Energia – Guia de constituição de Cooperativas de Geração Distribuída Fotovoltaica. O material, disponível em formato impresso e digital, explica o que é uma cooperativa de geração distribuída, como montar sua estrutura e formalizá-la, os cuidados na preparação dos estudos de viabilidade e diferentes modelos de negócio, entre outros temas.

 

Diversificação - Para o analista técnico e econômico da OCB, Marco Olívio Morato, a cartilha chega num momento em que o Brasil vive a necessidade de diversificação da matriz energética brasileira e as cooperativas são uma alternativa viável para contribuir neste processo. “O guia é uma importante ferramenta de apoio à grupos de pessoas interessadas em constituir novas cooperativas para gerar sua própria energia de maneira sustentável, uma vez que o cooperativismo é capaz de maximizar os resultados, incluir pessoas e tornar o processo mais justo”, explica Morato. (Informe OCB)

 

Clique aqui para acessar o guia.

 

PLANO AGRÍCOLA: Governo estuda reduzir taxa de juros para financiar a próxima safra

 

plano agricola 09 05 2018A área econômica do governo analisa a possibilidade de redução da taxa de juros do crédito agrícola para o próximo Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2018/2019, que terá início no dia 1º de julho deste ano. 

 

Denominador comum - “Estamos tentando chegar a um denominador comum, que seja bom para o produtor rural e que não comprometa o orçamento fiscal”, ressaltou o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wilson Vaz de Araújo, na tarde desta terça-feira (08/05), após participar de audiência do ministro Blairo Maggi com o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, e representantes do Ministério da Fazenda e do Tesouro Nacional.

 

Recursos - Quanto aos recursos a serem destinados para financiar a agricultura da próxima safra, o secretário disse que “tem que haver um equilíbrio entre o volume de recursos disponíveis e a taxa de juros”. Ele explica que, de um lado, houve queda da taxa Selic (taxa de referência básica de juros da economia) e da inflação. Mas disse que há outras variáveis como a fonte de recursos e o impacto no orçamento federal.

 

Ano anterior - Vaz de Araújo explicou que, para chegar a um valor do plano rural, “o governo pondera a execução do ano anterior, a disponibilidade das fontes e a disponibilidade orçamentário para fazer a subvenção à taxa de juros”

 

Expectativa - De acordo com o secretário, a expectativa é que o desembolso do crédito rural na safra ainda em vigor (2017/2018) fique entre R$ 145 bilhões e R$ 150 bilhões, do montante total destinado que foi de R$ 188,3 bilhões.

 

Outras reuniões - O Ministério da Agricultura fará outras reuniões com a equipe econômica.

 

Anúncio - O anúncio do PAP está previsto para ocorrer na primeira semana de junho, em Brasília. (Mapa)

 

CRÉDITO: Curso de Conselheiros Fiscais do ramo é realizado na Credicoamo

 

credito 09 05 2018A Credicoamo Crédito Rural Cooperativa sediou, nos dias 7 e 8 de maio, em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná, o 11º curso de Conselheiros Fiscais das Cooperativas de Crédito Independentes (não filiadas a Centrais). O evento contou com a participação de associados conselheiros fiscais representantes de cooperativas de várias regiões do Paraná e foi realizado em parceria com o Sescoop/PR e acompanhamento da Auditoria Interna da Credicoamo. 

 

Atualização - Na abertura do curso, o engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, presidente da Credicoamo destacou a importância do evento como forma de atualização e capacitação para a adequada atuação dos membros dos conselhos fiscais das cooperativas de crédito. “O objetivo foi promover a capacitação dos conselheiros para o exercício de suas funções relacionadas às atividades das cooperativas de Crédito, integrar e padronizar os trabalhos, bem como o esclarecimento sobre os aspectos legais, de governança, de responsabilidade do Conselho Fiscal e de toda a dinâmica gerencial do segmento e das Instituições Financeiras, seus produtos, serviços, controles e riscos”, explica.

 

Temas - Destaque entre os temas abordados nos dois de curso pelo professor Leonel Cerutti, da PUC do Rio Grande do Sul, para os princípios cooperativistas, regulamentação do sistema financeiro nacional, aspectos normativos do Conselho Monetário Nacional e Banco Central do Brasil (Bacen), Noções de Contabilidade e análise de balanço. (Imprensa Coamo)

 

COAMO I: Do campo à mesa

 

“Produto de cooperativa. A Coamo faz bem pra você.” Quem vê essa frase nas embalagens dos Alimentos Coamo ou nos caminhões da cooperativa não imagina toda a força que existe por trás da mensagem. Trata-se de uma decisão da Coamo de atestar por meio de um selo que o consumidor está comprando alimento de uma cooperativa e, por este motivo, tem origem e qualidade. É a demonstração de ser um produto originário do campo dos associados, e esse é um diferencial da linha alimentícia da Coamo.

 

Origem - Mas, de onde surgiu a ideia de deixar evidente que se trata de um alimento de cooperativa? A iniciativa partiu do resultado positivo de uma pesquisa encomendada pelo Sistema Ocepar ao Grupo Datacenso, que resultou na Pesquisa de Imagem e Posicionamento do Cooperativismo e suas marcas no Paraná, onde a origem e qualidade dos alimentos produzidos pelas cooperativas do Estado foram reconhecidos pelo consumidor. Além disso, a maioria dos consumidores demonstrou valorizar os alimentos das cooperativas. 

 

Divulgação - Diante da pesquisa, a Coamo decidiu ‘contar pra todo mundo’ a boa nova, estampando o selo nas embalagens dos Alimentos Coamo.  Afinal de contas quando o assunto é cooperativismo sabe-se que o resultado é fruto de um trabalho realizado há quatro mãos, como diz o ditado popular. 

 

Sonhos e esperanças - A equipe de reportagem da Revista Coamo percorreu várias regiões para mostrar as etapas do processo de produção dos alimentos e percebeu que mais do que grãos, os cooperados plantam sonhos e esperanças. Um trabalho que começa na produção da semente que futuramente será a matéria-prima dos produtos da linha alimentícia da cooperativa.   

 

Essencial - Com o cuidado e o carinho de quem acredita na força do cooperativismo, esta primeira etapa do trabalho é essencial para garantir um bom resultado final, segundo revela a família Machado de Souza, produtora de sementes Coamo em Mangueirinha (Sudoeste do Paraná). Rafael juntamente com o pai, ‘seo’ Juraci, e o irmão Fabiano, produzem sementes com todo o rigor técnico exigido. “Uma safra só se garante com um plantio de qualidade. É preciso produzir com um bom tratamento durante todo ciclo, para assim ter uma boa qualidade e disponibilizar isso lá na frente novamente”, explica Rafael.  

 

União - A família acredita na força da união e sabe que quando muitas mãos se unem, tornam-se uma só, potencializando o poder de construir e transformar. Produzir sementes é uma nobre missão que orgulha a família. “A semente que produzimos será multiplicada nos campos de diversos cooperados. Não existem palavras para definir o sentimento bom que isso representa. Produzimos a semente que queremos em nossa lavoura, um produto de alta qualidade”, se emociona Rafael ao falar do trabalho realizado em família. 

 

Consciência - Conforme o engenheiro agrônomo da Coamo em Mangueirinha, Wagner Locateli, os cooperados da Coamo são conscientes e extremamente técnicos. “Eles seguem exatamente o que é recomendado pelo departamento Técnico. Adotam as boas práticas no campo para ter semente de qualidade na colheita. Sem contar, o cuidado intensivo que se tem no decorrer da safra, pensando no manejo de pragas e doenças, e na colheita para entregar com qualidade”, revela o técnico da Coamo. Ele explica que Mangueirinha tem o ambiente ideal para a produção de sementes, devido à altitude, onde os dias são quentes e as noites amenas. 

 

Tecnologia - Além dos cooperados Coamo produtores de sementes, os outros associados que adquirem o material também precisam se preocupar com a tecnologia e rigor técnico para produzir alimentos, uma vez que a sua produção será a matéria-prima para a industrialização dos alimentos, traduzindo a força da cooperação dos mais de 28 mil associados, e que no final chegará à mesa de milhares de famílias.

 

Apoio - Ciente dessa responsabilidade, o cooperado Leandro Milanez, de Candói (Centro-Sul do Paraná) é um dos milhares de produtores atuantes e que sempre busca novas tecnologias para inovar no campo. “É preciso ir atrás do melhoramento da lavoura, buscando produtos de qualidade. Para isso contamos com o apoio da cooperativa.”

 

Conhecimento - Essa fome pelo conhecimento, Leandro herdou do pai ‘seo’ José Milanez, que sempre primou pela produção de qualidade. “Meu pai sempre produziu seguindo as melhores recomendações técnicas. É busca pelo lucro sem agredir ao meio ambiente e para isso, é preciso entender bem do assunto. Ele [pai] e meu tio implantaram a rotação de culturas, buscavam harmonizar o sistema, com boa adubação, sem deixar de proteger as nascentes de rios, respeitando a distância entre as lavouras e o banhado.”

 

Escolhas certas - Como reflexo do legado que o pai deixou, o cooperado tem a certeza de que está fazendo as escolhas certas. “Penso no futuro dos meus filhos, para que eles herdem uma área de qualidade e aprendam desde cedo a fazer o certo. Quero que eles sintam orgulho de produzir alimentos”, comenta. 

 

Responsabilidade - Leandro Milanez destaca a responsabilidade, pois  os produtos que saem da sua lavoura chegarão à mesa de milhares de famílias. “A agricultura é a base do nosso país. Dependemos disso para garantir as gerações futuras. Por isso, nós agricultores temos que participar de reuniões, palestras e dias de campo para manter-nos informados e preparados para produzir bem e com qualidade.”

 

Compromisso - Na opinião do engenheiro agrônomo Marcelo Johnny Ballão da Silva, da Coamo em Candói, a responsabilidade de todos é grande. “Precisamos sempre trazer novas tecnologias, estarmos comprometidos com o cooperado, envolvidos desde o planejamento, passando pelo plantio e desenvolvimento da lavoura até a colheita.”

 

Plantio bem feito - Ele explica que um plantio bem feito precisa ter adubação de qualidade e escolha da variedade certa. "Depois, vêm os tratos culturais para melhorar a qualidade do grão. É um trabalho diretamente ligado ao cooperado, levando informação e recomendando o que é melhor para a propriedade de cada um.”

 

Parcerias - Segundo o agrônomo, a Coamo tem as melhores parceiras, que oferecem os melhores produtos e, isso, gera confiança à recomendação técnica.  “A somatória da assistência técnica, o trabalho realizado pelos cooperados, à boa administração da Coamo e o preparo dos funcionários, garantem o aumento de produtividade e renda, de forma sustentável.”

 

Produtor com orgulho - O orgulho de ser produtor de alimentos é compartilhando também pelo associado Marcio Juscelino Hammel, de Pinhão (Centro-Sul do Paraná). “Realizamos um trabalho importante, que precisa ter boas práticas, fundamentais para manter a qualidade dos Alimentos Coamo. Por isso, faço a adubação corretamente, um bom manejo e uso sementes Coamo. Faço de tudo para manter a sanidade da minha lavoura e ter o melhor resultado no final.”

 

Ensinamento - Para Hammel, saber que sua lavoura será industrializada e chegará à mesa de milhares de famílias também aumenta o compromisso para uma boa produção. “Orgulha-nos ver que o produto que está sendo processado no parque industrial da nossa cooperativa tem qualidade. Meu pai foi pioneiro da Coamo na região e me passou a missão de produzir alimentos. Ensinou-me a produzir com sustentabilidade, por meio de práticas que respeitam o meio ambiente”, recorda. 

 

Atualização - O cooperado revela que o segredo para realizar um bom trabalho é manter-se atualizado. “Participo de todos os eventos técnicos da Coamo. Nesse segmento sempre tem novidades, e a nossa cooperativa testa todas as tecnologias antes de repassar, o que nos dá segurança para trabalhar. Com a assistência técnica oferecida pela Coamo, temos firmeza para atuar, produzir com lucro e, sobretudo, com qualidade.”

 

Foco - Giliandro Bavarescol, engenheiro agrônomo da Coamo em Pinhão, diz que o foco da assistência técnica é levar as novas tecnologias para que o produto do cooperado tenha valor agregado. “Se o manejo for bem feito, serão entregues produtos de qualidade. Tudo começa no campo. Para isso, a nossa equipe passa por constante atualização. Sem contar o apoio que temos da Fazenda Experimental, nosso laboratório de pesquisa a céu aberto.” (Imprensa Coamo)

 

{vsig}2018/noticias/05/09/coamo_I/{/vsig}

COAMO II: Grão que vira ouro

 

A estrutura organizacional da Coamo busca o aumento de produtividade e renda do quadro social, e beneficia diretamente mais de 100 mil pessoas. Com essa visão, o idealizador e presidente da cooperativa, José Aroldo Gallassini, destaca que a melhor alternativa é a industrialização que amplia a renda dos cooperados e gera mais qualidade de vida no campo, além de garantir divisas para o país. “Com este trabalho, estamos colocando alimentos de alta qualidade na mesa de milhares de consumidores do Brasil e do exterior. Estamos investindo, pois a demanda por nossos alimentos ainda é grande na região em que atuamos”, afirma.

 

Evolução - Gallassini reforça que todo esse trabalho sempre fez parte da Coamo, em uma busca constante de evolução comercial e técnica, e os associados são conscientes dessa necessidade. 

 

Qualidade e sustentabilidade - "Em nossos eventos técnicos e reuniões de campo sempre orientamos os associados que a matéria-prima gerada no campo só agregará valor se for produzida dentro dos padrões de qualidade e sustentabilidade. Produzir alimentos é uma grande responsabilidade, por isso, cumprimos essa tarefa com muita seriedade e comprometimento. Essa postura o nosso quadro social adota há vários anos", registra Gallassini.

 

Ideais cooperativistas - Ele complementa que a decisão da diretoria da Coamo em ter um selo em todos os produtos da linha alimentícia indicando que se trata de uma produção de cooperativa, visa reforçar os ideais cooperativistas. “Não podemos deixar de falar em cooperativismo. Precisamos mostrar para todos que o trabalho dos nossos cooperados têm qualidade, origem e gera renda que sustenta não apenas eles [cooperados], sobretudo, fortalece as cidades e regiões onde o cooperativismo se faz presente.”

 

Agregando valor - Com a matéria-prima pronta e entregue na cooperativa, chega o momento de industrializar a produção para agregar valor ao que vem do campo dos mais de 28 mil associados. O superintendente Industrial Divaldo Correa, esclarece que assim como ocorre desde a semeadura e multiplicação das sementes, o rigor com os processos é fundamental nessa etapa. “O objetivo do cooperativismo é valorizar a produção e incrementar a renda do homem do campo. Então, na década de 1970, a Coamo percebeu que o caminho era a industrialização.”

 

Boas práticas - Correa garante que no Parque Industrial da cooperativa utilizam-se as boas práticas de fabricação para dar continuidade ao processo de qualidade que começou lá na roça. “O grão entregue na cooperativa deve atender a mesma padronização do grão de exportação. Todos os produtos da nossa linha alimentícia carregam os selos e certificações que atestam essa qualidade. Tudo para agregar valor ao produto do cooperado e atender um mercado exigente”, ressalta.

 

Vanguarda - Na vanguarda no que tange à tecnologia industrial, o superintendente acrescenta que é preciso manter-se constantemente atualizado. “Temos tecnologia de ponta para que os produtos dos cooperados sejam competitivos.”

 

Certificações - Assim, por meio de diversas certificações e sistemas implementados, é possível assegurar que os alimentos produzidos pela Coamo, têm origem. "Com base em sua visão e valores, a Coamo tem desenvolvido vários processos operacionais e industriais que tem permeado em várias certificações, tais como: FSSC 22000 (Food Safety System Certification); GMP+B2 (Feed Safety Assurance - Holanda); GMP+B3 Internacional; PQC - Programa de Qualidade do Café da ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café na Torrefação de Café; e pela Kosher, que atestam que os alimentos foram produzidos dentro dos requisitos exigidos de qualidade", observa Divaldo Correa.

 

Quem compra, quer mais - De acordo com o gerente Comercial dos Alimentos Coamo, Domingos Marzulli, os Alimentos Coamo têm alto giro nos pontos de venda. O diferencial está na origem. “Temos uma vantagem competitiva positiva. Isso leva ao comprador das redes e distribuidores, sentir segurança no que está comprando e repassar ao consumidor também essa garantia de origem. Recebemos esse retorno e agradecimento por parte de nossos clientes e, principalmente, a recompra. São poucas empresas que podem falar isso e comprovar, e nós somos uma delas.” 

 

Crescimento - Quem vive na prática essa realidade é Beto Allmayer, dono da rede de supermercados Allmayer, na região de Toledo (Oeste do Paraná). “Os produtos de cooperativas têm tido um alto crescimento nos últimos anos e a Coamo tem se destacado. Eu faço pedido de Alimentos Coamo todo mês e se não tiver na gôndola, o consumidor já pede. Acredito que existe uma consciência por parte do consumidor em valorizar aquilo que vem do campo e da nossa região. Estou muito contente com essa parceria.” 

 

Satisfação - Reinaldo Correa Sardinha, é representante dos Alimentos Coamo há 15 anos. Um trabalho que o enche de orgulho. “É satisfatório fazer parte de uma cooperativa, que reconhece e dá valor ao que vem do campo e ajuda os cooperados e suas famílias a crescer e desenvolver-se. Sem contar, que estou vendendo um produto de primeira qualidade.”

 

Confiança - Segundo Sardinha, clientes e consumidores sabem que é um produto que vem do campo e podem confiar. “Em nossa região, os Alimentos Coamo estão consolidados e quando são lançados novos produtos, a aceitação é sempre positiva”, comemora. 

 

Tranquilidade - Consumidor dos Alimentos Coamo há anos, José Carlos Romagnole, de Campo Mourão (Centro-Oeste do Paraná) destaca a tranquilidade que tem ao adquirir os produtos. “Eu confio na idoneidade da Coamo, pois tudo que está escrito na embalagem é verdadeiro. Inclusive, eu já indiquei os Alimentos Coamo para vários amigos que agora são consumidores.”

 

Valorização - Outra consumidora de Campo Mourão é Maria Barbosa. Ela não abre mão de ter no seu carrinho os Alimentos Coamo e valoriza os produtos que são fruto da sua terra. “Eu amo os Alimentos Coamo. Sei que vem da cooperativa da nossa cidade. Precisamos valorizar aquilo que é daqui, sem contar que é a melhor opção. Eu não fico sem.” 

 

Força do cooperativismo - Rosana dos Santos Castro, funcionária da Coamo, se sente orgulhosa por fazer parte de uma cooperativa que valoriza seus associados e colaboradores. “Tenho orgulho de dizer que trabalho aqui. Sou responsável por organizar os alimentos no ponto de venda e oferecer os produtos para degustação. Por meio do contato direto com as pessoas percebo a força que o cooperativismo tem. Quem compra qualquer um dos nossos produtos, se torna consumidor.”

 

Propagando a qualidade - Com a finalização dos processos de produção, industrialização e logística chega o momento de comercializar e divulgar os Alimentos Coamo. E nada mais importante para o consumidor do que saber quem está por trás da produção. "Objetivando valorizar o consumidor a Coamo criou o selo de cooperativa identificando que quem produz é uma cooperativa composta por mais de 28 mil agricultores, comprometidos com as exigências dos clientes e consumidores. O selo retrata o compromisso da Coamo", explica o superintendente Comercial da Coamo, Alcir José Goldoni, responsável pelo desenvolvimento do novo selo. 

 

Confiança - Goldoni afirma que essa divulgação voltada a demonstrar a origem dos Alimentos Coamo objetiva reforçar a confiança que o consumidor pode ter nos alimentos das marcas Coamo, Primê, Anniela e Sollus. "Estamos sintonizados com as tendências dos consumidores, que desejam estar muito bem informados sobre a origem e o processo industrial dos alimentos que estão consumindo. Com o processo de qualidade que começa na escolha da semente que será plantada nos campos dos donos da cooperativa, nas boas práticas de produção e nos programas de certificações, até o momento da entrega dos alimentos, nos permite afirmar que estamos comprometidos em oferecer um alimento seguro – qualidade e sabor com economia - aos consumidores. Assim, com essa rastreabilidade, os Alimentos Coamo são diferenciados e suas marcas estão sendo reconhecidas como marcas de confiança do consumidor." (Imprensa Coamo)

 

{vsig}2018/noticias/05/09/coamo_II/{/vsig}

COCAMAR: Agrojur teve dirigentes da cooperativa entre os palestrantes

cocamar 09 05 2018Com mais de 900 convidados, o I Congresso de Integração Direito e Agronegócio (Agrojur) promovido na noite de terça-feira (08/05), no Restaurante Central na Expoingá 2018, debateu as perspectivas e também as dificuldades enfrentadas pelo setor, como a insegurança jurídica. Tendo entre os palestrantes o presidente do Conselho de Administração da Cocamar, Luiz Lourenço, e o vice-presidente-executivo, José Cícero Aderaldo, a iniciativa da Sociedade Rural Jovem foi apoiada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O evento reuniu juristas, lideranças e estudantes.

Otimismo - Em sua palestra, José Cícero Aderaldo destacou os avanços obtidos pelo agro nos últimos 40 anos, quando o país deixou de ser importador de alimentos para se tornar um dos principais provedores do mundo, não apenas alcançando a autossuficiência, como exportando seus produtos para mais de 180 países. Diante de um cenário de crescimento da população mundial, que poderá chegar a 10 bilhões de indivíduos em 2050, o planeta vai demandar cada vez mais alimentos, sendo o Brasil, com suas potencialidades, um dos países sobre os quais recaem as expectativas de fornecimento. “Somos muito otimistas”, frisou Aderaldo.

Expansão - Já Luiz Lourenço destacou, em sua participação, a possibilidade de o agronegócio expandir sua produção de grãos e proteínas a partir do aproveitamento de pastagens degradadas. Segundo ele, há mais de 120 milhões de hectares de pastagens degradadas no país, das quais ao menos 50 milhões podem ser incorporadas nas próximas décadas com esse objetivo. Essa área representa quase a área atualmente cultivada com grãos, ao redor de 60 milhões de hectares. Segundo Lourenço, “a pecuária de corte não acompanhou o desenvolvimento da agricultura, apresentando baixos índices de produtividade”. No entanto, é possível duplicar o rebanho bovino das atuais 200 milhões de cabeças para 400 milhões, por meio da incorporação de práticas modernas.

Trava - Um dos principais palestrantes do Agrojur foi o deputado federal e ex-ministro da Agricultura, o paranaense Reinhold Stephanes. De acordo com o parlamentar, as perspectivas do Brasil são muito promissoras, mas o país não consegue fazer as tarefas de casa e, diferentemente do agronegócio, apresentou baixo crescimento nas últimas décadas. Hoje, segundo ele, ao menos 70% das terras, no território nacional, estão congeladas – ou seja, impedidas de serem aproveitadas economicamente, por conta de questões como as terras indígenas e a dura legislação ambiental.

Reconhecimento - Ao final, Luiz Lourenço prestou uma homenagem ao ex-ministro que, em 2008, ao visitar Maringá para participar da Expoingá, dirigiu-se à Cocamar, onde conheceu o sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e criou as bases para a sua implementação. Para Lourenço, por essa e outras razões, Stephanes foi um dos melhores ministros da pasta.

Continuidade - A Expoingá segue até a próxima segunda-feira (14/05) no Parque Internacional de Exposições de Maringá. (Imprensa Cocamar)

 

COPACOL: Lançado o Programa Escola no Campo 2018

 

Na última sexta-feira (04/05), representantes das Secretarias de Educação dos municípios de atuação da cooperativa e das escolas participantes, estiveram reunidos na Aercol, em Cafelândia, para acompanharem o lançamento do Programa Escola no Campo, realizado em parceria entre a Copacol e a Syngenta. 

 

Orientações - Durante o evento, os professores receberam as orientações de como será desenvolvido o programa nos municípios, a programação, as diretrizes, o concurso de frases e desenhos, e palestras de apoio. 

 

Palestra motivacional - No mesmo dia, houve uma palestra motivacional com o mestre Claudio Dusik, que falou sobre valorização do professor, como cada um pode trabalhar com os recursos que tem e dentro das possibilidades individuais. Além disso, Claudio destacou sobre a importância da inclusão social na família, na escola e na comunidade. 

 

Cuidados com o meio ambiente - O Programa Escola no Campo visa conscientizar os alunos sobre os cuidados com o meio ambiente e qual a responsabilidade de cada um, além da conscientização quanto ao trabalho infantil. 

 

Participantes - Ao todo, serão 33 escolas participantes e mais de 1,1 mil alunos do 5º ano do ensino fundamental, dos municípios de Cafelândia, Formosa, Goioerê, Iracema, Jesuítas, Moreira Sales, Nova Aurora, Quarto Centenário, Rancho Alegre e Tupãssi. 

 

Resultado - O representante da Syngenta, Darlan Simon, destacou a parceria de 13 anos com a Copacol, que tem resultado em ótimos trabalhos. “A formação dessas crianças que são nosso futuro é primordial, e nosso objetivo é aproximar os pais, alunos e professores do meio ambiente e criar o hábito de cuidar dele”, destaca. 

 

Responsabilidade - A coordenadora dos projetos sociais da Copacol, Gislaine Pontes Fernandes, explica que cada escola ficará responsável por desenvolver o projeto, voltado para questões ambientais ou a conscientização sobre o trabalho infantil. 

 

Novembro - “As escolas terão até o mês de novembro para realizar os projetos junto aos alunos, destacando a importância dos temas. Ao longo do ano, os alunos vão produzir frases e desenhos, e ao final serão premiados 10 desenhos, um por município, e as três melhores frases entre todas as selecionadas”, explica. 

 

Premiação - A premiação vai acontecer em novembro, em uma cerimônia especial com os professores, alunos participantes e representantes da Copacol e Syngenta. (Imprensa Copacol)

 

{vsig}2018/noticias/05/09/copacol/{/vsig}

SICOOB UNICOOB: Conexão Sicoob vai reunir jovens paranaenses para discutir cooperativismo financeiro

 

sicoob unicoob 09 05 2018Levar conhecimento e aprendizado para valorizar o potencial de protagonismo do jovem universitário brasileiro que tem sede de transformar sua realidade. Esse é um dos propósitos do Conexão Sicoob, iniciativa que nasceu através de uma parceria entre o Sicoob Confederação, o Bancoob e a Eureca, com apoio do Movimento Brasil Júnior.

 

Paraná - O projeto, que já impactou mais de 4 mil jovens no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Distrito Federal e Rondônia, agora está chegando ao Paraná. De 14 a 26 de maio, o Conexão Sicoob vai passar por Londrina, Curitiba, Maringá e Pato Branco. 

 

Open Campus - Em cada uma dessas cidades, o Conexão Sicoob promoverá o Open Campus, evento com palestras de jovens lideranças que estão transformando o seu entorno e workshops em universidades, com treinamentos de autoconhecimento, de liderança na prática e de informação sobre conceitos de capitalismo consciente e cooperativismo financeiro. 

 

Laboratório - A programação terá ainda o Conexão Lab, um laboratório de inovação em que os jovens serão provocados a encontrar soluções criativas e sustentáveis para problemas que envolvam os desafios das cooperativas, por meio da troca de conhecimentos e experiências entre eles e alguns mentores e ainda concorrerão a uma grande premiação ao final.

 

Conhecimento - Durante toda a experiência do Conexão Sicoob, os participantes poderão conhecer mais sobre o propósito, a missão e os valores do Sicoob, que é o maior sistema de cooperativa de crédito do Brasil e traz em sua essência a preocupação com o desenvolvimento consciente das comunidades.

 

Site - Para participar do Conexão Sicoob, basta acessar o site www.conexaosicoob.com.br e preencher o formulário indicando a participação no evento de interesse. As inscrições para o Open Campus e para os workshops vão até o dia do evento. Já para o Laboratório de Inovação, as inscrições têm os seguintes prazos: Londrina e Curitiba até 18 de maio, Maringá e Pato Branco até 25 de maio. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SERVIÇO

Conexão Sicoob em Londrina –14 a 19 de maio

Conexão Sicoob em Curitiba – 15 a 19 de maio

Conexão Sicoob em Maringá – 22 a 26 de maio

Conexão Sicoob em Pato Branco – 23 a 26 de maio

Inscrições e informações pelo site www.conexaosicoob.com.br

 

INSTITUTO SICOOB: Expresso oferece cursos profissionalizantes em Jesuítas e Nova Aurora

 

instituto sicoob 09 05 2018Nesta semana, entre os dias 7 e 11 de maio, o Expresso Instituto Sicoob está nos municípios de Jesuítas e Nova Aurora, que fazem parte da área de atuação do Sicoob Médio Oeste.

 

Estrutura itinerante - O ônibus, que foi adaptado para tornar-se uma estrutura itinerante de formação profissional e cidadã, é equipado com toda a estrutura necessária para oferecer cursos gratuitos e de temas variados ministrados na modalidade EAD, com certificado para os participantes. 

 

Outros municípios - Até esta quarta-feira (09/05), o Expresso Instituto Sicoob está em Jesuítas, na Av. Santo Inácio, em frente à Paróquia Santo Inácio de Loyola. Na quinta e sexta-feira (10 e 11/05), o ônibus chega a Nova Aurora e estará na Praça dos Pioneiros, em frente ao local onde, em breve, será inaugurado o ponto de atendimento do Sicoob Médio Oeste na cidade. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI: Recordes são batidos na 25ª Agrishow

Responsável por cerca de 40% do PIB, o agronegócio continua crescendo e ancorando a economia do País. Essa evolução constante foi vista durante a 25ª Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, que aconteceu entre os dias 30 de abril e 4 de maio, em Ribeirão Preto (SP). O evento registrou números expressivos, com mais de 150 mil visitantes, de 70 países, e R$ 2,7 bilhões movimentados - um crescimento de 22,7% em relação ao ano passado.

Recordes - Esse otimismo foi sentido pelo Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 3,7 milhões de associados em todo o Brasil, que participou do evento pela segunda vez e bateu recordes. Além de oferecer todos os serviços financeiros dos bancos tradicionais, as cooperativas de crédito têm uma forte identificação com o agronegócio, já que muitas delas surgiram no campo, há mais de 115 anos.

Recursos - Esse amplo conhecimento do setor e o primeiro lugar no ranking do BNDES em volume de operações de investimento contratadas no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) ajudaram o Sicredi a superar o valor de recursos estipulado antes da Agrishow. "Disponibilizamos R$ 100 milhões em recursos para investimento e superamos essa meta. Chegamos a R$ 113 milhões, com 253 propostas protocoladas durante o evento", celebrou o vice-presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Jaime Basso.

Presença - Com presença nacional e atendimento local (com amplo conhecimento das peculiaridades de cada região onde atua), a instituição financeira cooperativa se diferencia dos bancos tradicionais em vários aspectos. "Um deles é o fato de conhecermos muito bem cada cidade e cada associado, oferecendo soluções adequadas às necessidades deles. Além disso, os recursos investidos ficam na região de abrangência de cada cooperativa, fortalecendo a economia local e gerando empregos", destacou Clemente Renosto, presidente da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP, cooperativa que atua em Ribeirão Preto, no sudoeste do Paraná e meio-oeste de Santa Catarina.

Experiência completa - Durante os cinco dias de feira, o estande do Sicredi proporcionou uma experiência completa de atendimento. O espaço, desenvolvido de acordo com o novo conceito de ambientação arquitetônica da marca, buscou explorar um dos principais diferenciais da instituição: o relacionamento próximo com os associados. Em breve, a cidade de Ribeirão Preto ganhará a terceira agência do Sicredi, que vai inaugurar, ainda em 2018, mais 40 novas unidades no estado de São Paulo.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

{vsig}2018/noticias/05/09/sicredi_fotos/{/vsig}

SICREDI UNIÃO I: Projeto Caravana Kids chega a Cafeara

 

sicredi uniao I 09 05 2018O projeto Caravana Kids, da cooperativa de crédito Sicredi União PR/SP, chega a Cafeara, no norte do Paraná, nesta quinta-feira (10/05), com uma apresentação gratuita para cerca de 200 crianças da rede municipal de ensino, com idades entre 06 e 13 anos.  

 

Educação financeira - A peça de teatro trata da educação financeira de forma lúdica e divertida e traz a história dos palhaços Adalberto Pé de Chinelo e Cajuíno Castanho, que sonham em montar um circo. Para atingir o objetivo, no entanto, eles precisam poupar. Entre muitas aventuras e peripécias, os dois palhaços conseguem ensinar às crianças a importância de poupar para conseguir o que desejam. 

 

Pilares - A assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi União, Gisely Almeida, destaca que o projeto atende aos pilares econômico e social de sustentabilidade do cooperativismo. “ A Caravana Kids aborda de forma lúdica um conteúdo muito importante, que pode contribuir positivamente na formação e na organização financeira das crianças”, frisa.

 

Horário e local - A apresentação será às 15h, no Centro de Convivência de Cafeara, com direito a lanche especial com pipoca e refrigerante. 

 

Sicredi em Cafeara - Cafeara recentemente recebeu a primeira agência smart do Brasil – inaugurada no mês de março -  e integra um projeto piloto da Sicredi União que pretende ser modelo de inclusão financeira e social.

 

Dinheiro - Nesta agência não circula dinheiro em espécie e, dentro da proposta de facilitar o acesso da população aos serviços bancários, a comunidade não paga tarifas pela abertura e manutenção de conta, como cesta de serviços ou anuidades de cartões de crédito. Os comerciantes, por sua vez, também recebem gratuitamente as máquinas de cartão. Tudo com o objetivo de incentivar o uso dos cartões de débito e crédito, diminuindo a circulação de dinheiro em espécie, incentivando os negócios locais e colaborando para mais segurança. A estrutura física da Smart Sicredi também é diferenciada, com uma proposta sustentável: são dois containers, com utilização de energia solar e captação de água da chuva. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI UNIÃO II: Prestação de contas da Regional Norte será nesta quinta-feira

 

A instituição financeira cooperativa Sicredi União PR/SP realiza reunião com representantes de núcleos de associados nesta quinta-feira (10/05), às 19 horas, no Buffet Laguna (Cambé), para prestação de contas referentes ao primeiro trimestre de 2018. 

 

Transparência As reuniões são realizadas trimestralmente e têm o objetivo de manter os associados informados, cumprindo assim o princípio da gestão transparente da instituição.

 

Coordenadores O processo de prestação de contas é realizado nas quatro regionais da Sicredi União, com uma reunião por regional. Ao todo, são 122 núcleos que representam todos os associados. Na Regional Norte, são 24 núcleos, com 89 coordenadores entre efetivos e suplentes. Na reunião desta quinta-feira, são esperados, além dos coordenadores de núcleos, também os integrantes dos Comitês Jovem, Mulher e Máster, conselheiros consultivos, fiscais e administrativo, gerentes e assessores das agências e da superintendência regional.

 

Pauta De acordo com o assessor de Desenvolvimento do Cooperativismo, Alessandro do Carmo Pelegrini, a prestação de contas inclui a apresentação de números referentes à quantidade de associados, abertura de agências, depósitos, capital social, créditos totais e patrimônio líquido. Também será abordado o resultado da pesquisa de satisfação dos associados (Net Promoter Score - NPS), o Programa Crescer, o Programa A União Faz a Vida, entre outros assuntos. As informações da prestação de contas estão acessíveis a todos os associados no site www.sicrediunião.com.br.(Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Associados ganham R$ 2 mil em sorteio da Poupança Premiada Sicredi

 

sicredi parque araucarias 09 05 2018A Cooperativa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP premiou Alex Mariano e a Metalúrgica Vadec, ambos da cidade de Pato Branco/PR, com R$ 2 mil cada por meio da campanha Poupança Premiada. 

 

Incentivo - O presidente da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP, Clemente Renosto, ressalta que a iniciativa é uma forma de incentivar as pessoas a guardarem dinheiro e pensarem no futuro. "Planejamento e educação financeira são de extrema importância para todos, pois as pessoas passam a entender que sem planejamento não é possível alcançar os, para que conquistem seus objetivos e garantam a tão sonhada saúde financeira", destaca.

 

Educação financeira - A iniciativa, que é promovida há 3 anos pelo Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, busca reforçar o conceito de educação financeira e incentivar associados e poupadores em geral a guardar recursos para conquistar objetivos. Entre os meses de abril e dezembro estão sendo distribuídos R$ 1,5 milhão em prêmios, sendo 10 sorteios semanais de R$ 2 mil, um sorteio mensal no valor de R$ 50 mil e um sorteio final que premiará um associado Sicredi com meio milhão de Reais. Em dezembro, durante a reta final da campanha, as chances de ganhar serão dobradas, com 20 sorteios semanais de R$ 2 mil, além do grande sorteio.

 

Como participar - A cada R$ 100,00 aplicados na poupança Sicredi, é gerado automaticamente um número da sorte para concorrer aos sorteios que acontecem pela Loteria Federal. Basta acessar o site: www.sicredi.com.br/eupouposim e verificar os números. Ao fazer uma poupança programada, o poupador recebe números em dobro para participar. Quanto mais depositar, mais chances de ganhar. Podem participar pessoas físicas e jurídicas nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, associados ou não. Os sorteios serão realizados todas as segundas-feiras (a partir de 10/04) e os ganhadores divulgados em até cinco dias úteis.

 

Diferencial - O interessante da ação é o diferencial cooperativo, já que o recurso da poupança Sicredi beneficia as regiões em que é captado, resultando em mais desenvolvimento local por meio de concessão de crédito. Quanto mais associados poupam, mais associados podem ter acesso à linhas de crédito, gerando um ciclo virtuoso nas comunidades onde o Sicredi está presente.

 

Mais - Para saber mais sobre o programa Poupança Premiada, datas de sorteios e vencedores, acesse: www.sicredi.com.br/eupouposim ou procure uma das 547 agências do Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Paranapanema PR/SC/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI FRONTEIRAS: Disponibilizado crédito consignado para funcionários públicos de Boa Vista da Aparecida

 

sicredi fronteiras 09 05 2018Pensando em sempre oferecer as melhores soluções e serviços financeiros para seus associados, o Sicredi criou uma linha especial de crédito consignado para funcionários públicos.

Desta forma, na última semana o Sicredi disponibilizou condições especiais para servidores municipais do município de Boa Vista da Aparecida, na região Oeste do Paraná.

 

Fomento - O Sicredi busca fomentar a economia dos municípios de sua atuação, trazendo sempre excelentes linhas de crédito para cada público em especial. Na próxima semana, a oferta de crédito consignado será destinada aos funcionários municipais dos mais variados setores.

 

Condições especiais - “São condições especiais para crédito consignado, para a pessoa colocar as contas em dia, pagas impostos e regularizar a situação, poder gerir sua vida financeira com mais tranquilidade, podendo pagar o crédito de forma bem parcelada, descontando em folha de pagamento”, explicou o gerente da agência Sicredi de Boa Vista da Aparecida, Fábio Largo.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Agência de Candói é reinaugurada com design moderno e ambientação inovadora

 

A cooperativa Sicredi Planalto das Águas PR/SP reinaugurou a agência de Candói (PR) em novo e moderno prédio, na Rua Sebastião Mendes, 166, no centro da cidade. Projetada para criar uma experiência ainda mais cooperativa, a estrutura apresenta a nova ambientação desenvolvida com o objetivo principal de posicionar o Sicredi como instituição financeira cooperativa comprometida com a vida financeira dos seus associados e com as regiões onde atua. Destaque também para a produção de energia fotovoltaica, que será gerada pela própria agência e que proporcionará uma redução de custo, além do que o excedente poderá ser revertido para utilização de outras agências da cooperativa. Atitude sustentável que promove uma energia limpa, e que demonstra a preocupação com o futuro do planeta.

 

Recepção - Associados, empresários e autoridades foram recepcionados com um coquetel na própria agência, que possui 520 metros quadrados, além de um amplo estacionamento para associados. No ambiente interno o espaço foi pensado para oferecer conforto, proximidade e interação entre os associados. Logo na entrada, uma área de recepção foi criada para orientar sobre a melhor opção de atendimento. Os associados contarão com uma área de convivência onde poderão tomar café, ler ou até mesmo aproveitar para realizar tarefas de trabalho, tudo para que realmente se sintam acolhidos.

 

Reflexo - Segundo Adilson Primo Fiorentin, presidente da Sicredi Planalto das Águas PR/SP, a nova ambientação e marca do Sicredi refletem plenamente a atuação da instituição financeira cooperativa que, por meio de um relacionamento próximo e consultivo, identifica as necessidades dos associados, oferecendo-lhes soluções financeiras adequadas e viáveis. “Além disso, os resultados da Cooperativa de Crédito são revertidos para a região, contribuindo para o desenvolvimento local”, acrescenta Adilson.

 

Alegria - “Ver o crescimento da Sicredi em Candói, com essa nova estrutura, é motivo de alegria e incentiva a continuarmos confiando em utilizar produtos e serviços financeiros da cooperativa, pois vemos a proximidade e os diferenciais que nos oferecem ao longo dos anos”, contribui o associado fundador, Maurício Mendes de Araújo.

 

Canais de conveniência - Para estar cada vez mais à disposição de seus mais de 2 mil associados, além da agência física, o Sicredi também oferece uma múltipla rede de canais de conveniência (mobile e internet banking, redes de autoatendimento e agentes credenciados). A cooperativa está em Candói desde 1.997, teve um novo ponto de atendimento em 2.002 e em 2018 reformula o espaço novamente.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e Distrito Federal, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

{vsig}2018/noticias/05/09/sicredi_planalto_aguas/{/vsig}

UNIMED MARINGÁ: Equipe maringaense de goalball conquista vaga para o Campeonato Brasileiro

 

O time Amacap/Unimed participou em abril da final do Regional Sul de Goalball em Foz do Iguaçu e venceu a atual campeã da competição, a Acesa-SC de Florianópolis. Com o placar de 6 a 4, a equipe de Maringá garantiu uma vaga na série A do Campeonato Brasileiro que acontece em novembro em São Paulo.

 

Primeira etapa - Em março, o time já tinha vencido a primeira etapa da Copa Sul de Goalball que aconteceu em Florianópolis. Nesta competição ainda restam duas etapas. De acordo com o atleta e coordenador do time, Ricardo Alexandre Vieira, as conquistas refletem o bom momento da equipe.

 

Equipe - A Amacap/Unimed é composta por 11 atletas cegos ou com baixa visão, sendo que nove são contratados da cooperativa e o time ainda recebe patrocínio para manter as atividades. Vieira explica que a ajuda tem sido fundamental para os bons resultados. “Em anos anteriores aconteceu de vencermos uma etapa de uma competição, mas depois não termos condições de participar das demais. Agora estamos em outro momento com melhores condições de nos dedicarmos às disputas”, diz. 

 

Outros campeonatos - Ao longo do ano, a equipe já tem outros campeonatos previstos como o Paranaense, que será em agosto em Apucarana, os Jogos Abertos Paradesportivos e, agora com a vitória em Foz do Iguaçu, o Campeonato Brasileiro. 

 

O goalball - O goalball é um jogo em que os atletas têm que arremessar a bola com o intuito de fazer gol no time adversário. Os jogadores usam óculos especiais para igualar o nível de visão. A ideia é que os que têm baixa visão fiquem sem enxergar nada. A quadra da modalidade tem o mesmo tamanho da quadra de vôlei e a bola é semelhante a de basquete, mas com um guizo que faz barulho conforme os movimentos, isso ajuda os jogadores a encontrá-la durante a partida. (Imprensa Unimed Maringá)

CORECON/PR: 28º Prêmio Paraná de Economia está com inscrições abertas

 

corecon 09 05 2018Estão abertas, até o dia 1º de junho, as inscrições ao 28º Prêmio Paraná de Economia, promovido pelo Conselho Regional de Economia 6ª Região Paraná (Corecon/PR). Com premiação total de R$ 11,5 mil, a entidade visa estimular e valorizar a produção científica, propiciando a reflexão sobre temas ligados à realidade da economia paranaense e à economia pura e aplicada. Serão premiados os três primeiros colocados em cada área da categoria Monografias, elaboradas por alunos das Instituições de Ensino Superior do Paraná e os dois primeiros colocados na categoria Artigos.

 

Modalidades - O Prêmio Paraná de Economia contempla duas modalidades: 1) Monografias de Conclusão do Curso de Graduação em Ciências Econômicas, desdobrada em duas áreas – Economia Paranaense e Economia Pura e Aplicada e, 2) Artigos, compreendendo uma categoria – Artigos de Economistas.

 

Monografias - Podem ser inscritas no Prêmio as monografias, de caráter individual, que foram apresentadas como requisito para obtenção do grau de Bacharel em Ciências Econômicas, referente ao período letivo de 2017.

 

Resultados e premiação - O resultado será divulgado no dia 17 de agosto, às 17h, por meio do site www.coreconpr.gov.br. A cerimônia de premiação vai ocorrer no dia 24 de agosto, no auditório da Universidade Federal da Fronteira Sul, no Campus de Laranjeiras do Sul. Mais informações sobre o regulamento: www.coreconpr.gov.br/ 41-33360701/ coreconpr@coreconpr.gov.br.

 

PROTEÍNA ANIMAL: Comitês técnico e de imagem serão criados para cuidar do mercado externo

 

proteina animal 09 05 2018Representantes do setor produtivo, de frigoríficos de aves e suínos e técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), voltaram a se reunir nesta terça-feira (08/05) com o ministro Blairo Maggi, para tratar sobre o futuro do mercado externo. Foi decidida a criação de dois comitês: um de imagem e outro técnico com a participação do governo e do setor privado.

 

Imagem - O comitê de imagem vai discutir ações que possam impactar na imagem do setor de proteína animal lá fora, que vem sendo prejudicada não apenas por ações como a da Carne Fraca, mas pela divulgação de informações que o setor considera inverídicas por parte de organismos internacionais. “Há muita desinformação sobre o setor”, comentou o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do ministério, Odilson Ribeiro e Silva.

 

Questões legais - O comitê técnico deverá debater questões legais e outros pontos técnicos com o objetivo de alinhar os trabalhos dos frigoríficos às exigências dos mercados internacionais.

 

Agro+ - O ministro Blairo Maggi aproveitou para pedir aos dirigentes de empresas interessadas em continuar atuando no mercado europeu que procurem mais informações sobre o programa Agro+ Integridade e para aderir a ele. “É uma forma de mostrarmos a eles que estamos fazendo a nossa parte”, observou.

 

Relatório - O ministro disse ainda que aguarda para até o final desta semana o relatório da auditoria realizada por técnicos da União Europeia em março deste ano em vários frigoríficos brasileiros. A expectativa é de que seja positivo para o Brasil. A partir desse relatório, o Mapa poderá responder a questões colocadas pelos europeus e negociar a reabertura do mercado. (Mapa)

 

SOJA: Legislação para edição de genoma é tema de Congresso Brasileiro

 

soja 09 05 2018Em janeiro de 2018, o Brasil regulamentou o uso de técnicas de edição de genomas, por meio da Resolução Normativa Nº 16, de 15 de janeiro de 2018. Os aspectos legais e o uso da biotecnologia na agricultura brasileira farão parte de painel a ser debatido durante o VIII Congresso Brasileiro de Soja, que será realizado de 11 a 14 de junho, pela Embrapa Soja, no Centro de Convenções de Goiânia. 

 

Regulamentações - De acordo com o pesquisador da Embrapa Soja, Alexandre Nepomuceno, e membro do Comitê Técnico Nacional de Biossegurança (CTNBio), foram regulamentadas, em janeiro de 2018, as Técnicas Inovadoras de Melhoramento de Precisão (TIMP), do inglês Precision Breeding Innovation (PBI). Os produtos desenvolvidos com estas técnicas não carregarem transgenes, por isso, não serão considerados Organismos Geneticamente Modificados (OGMs). 

 

Tecnologia - No caso da tecnologia Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats (CRISPR), por exemplo, além da precisão genética, a técnica permite reforçar ou inibir determinada característica de um organismo sem a necessidade de incluir genes de outras espécies.  “Em decorrência de não carregarem transgenes, em países importantes como EUA, Canadá, Argentina e Chile, esses produtos não são considerados Organismos Geneticamente Modificados (OGMs)”, explica Nepomuceno. O Brasil também está adotando este mesmo entendimento. “Isso permitirá que empresas públicas e privadas nacionais possam voltar a participar do processo de desenvolvimento de variedades com alto valor tecnológico baseado em genômica de precisão”, afirma Nepomuceno.

 

Biotecnologia - A partir de 1990, o uso da engenharia genética vem provocando uma revolução nas técnicas utilizadas para melhorar a qualidade de plantas e dos animais e também ampliar o enfoque para as questões regulatórias, sociais, econômicas e políticas envolvidas na adoção da biotecnologia. 

 

Promissora - A tecnologia CRISPR é considerada uma das mais promissoras para a edição de genomas, por sua eficiência, precisão, baixos custos e facilidade de utilização. Matthew Begemann, diretor associado de tecnologias moleculares na Benson Hill Biosystems irá abordar algumas das técnicas atuais e seu impacto para a produção agrícola, durante painel sobre o tema no CBSoja. O pesquisador da multinacional Pioneer, John Woodward, irá participar do mesmo painel ministrando a palestra Biotecnologia nos próximos anos, o que esperar na agricultura? "A edição de genomas é um avanço revolucionário para melhorar o processo tradicional de desenvolvimento de plantas, aumentando a agilidade, a precisão, e a eficiência na ampliação da variabilidade genética", afirma Nepomuceno. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

SERVIÇO

VIII Congresso Brasileiro de Soja – CBSoja 2018

Local: Centro de Convenções de Goiânia – Goiânia (GO)

Data: 11 a 14 de junho de 2018

Informações e inscrições: www.cbsoja.com.br

 

SENADO: Adiada votação de anteprojeto que compensa estados por perdas provocadas pela Lei Kandir

 

senado 09 05 2018A comissão mista especial da Lei Kandir adiou para a próxima terça-feira (15/05) a votação do relatório do senador Wellington Fagundes (PR-MT), no qual é proposto anteprojeto para compensar os estados pelos prejuízos gerados pela Lei Complementar 87/1996, que trata do imposto dos estados e do Distrito Federal, nas operações relativas à circulação de mercadorias e serviços (ICMS).

 

Minuta - Relator da comissão mista especial, o senador apresentou no dia 3 de maio uma minuta para compensar os estados exportadores. A comissão foi criada em agosto do ano passado, a partir de decisão do Supremo Tribunal Federal, que determinou ao Congresso a aprovação de uma lei complementar para compensar os estados exportadores pelas perdas com a desoneração de ICMS.

 

Reunião - Em reunião nesta terça (08/05), o relator do projeto, senador Wellington Fagundes (PR-MT) disse ter se reunido pela manhã com autoridades do Ministério da Fazenda para discutir a matéria. Ele pediu que os governadores pressionem junto à Presidência da República para que o relatório, apresentado na semana passada, seja votado na comissão, que encerra seus trabalhos no dia 17 de maio. O senador afirmou ainda que projeto seja vetado pelo presidente da República, o que tornaria inútil o trabalho da comissão.

 

Votação - “Votação de relatório tem que ser fruto de pressão. Estamos trabalhando há um ano e meio. Já prorrogamos o prazo de comissão e não tivemos manifestação efetiva daquilo que é possível. O governo admitiu correção pelo IPCA, o que não existia, isso já e um grande avanço, mas precisamos mais. Hoje, o estado que mais exporta é o que menos recebe proporcionalmente. O prazo para votar é dia 17, mas temos que votar na quarta, 16, enquanto temos quórum. (...) É claro que, se não tiver pressão dos estados, [a votação do relatório] não será palpável”, afirmou Wellington Fagundes.

 

Normas - Uma das normas da Lei Kandir estabelece a isenção do pagamento de ICMS sobre as exportações de produtos primários e semielaborados ou serviços. Por esse motivo, a lei sempre provocou polêmica. Os estados exportadores reclamam pela perda de arrecadação devido à isenção do imposto nesses produtos, e anualmente, a cada votação do Orçamento da União, pedem compensações pelas perdas. (Agência Senado)

 

BNDES: Banco corta spreads de risco e planeja vender R$ 10 bi da carteira de ações

 

bndes 09 05 2018Em cenário de juros baixos, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta terça-feira (08/05) nova rodada de corte em seus spreads. Desta vez, a redução é nos spreads de risco, que cobrem eventuais perdas do banco por inadimplência dos clientes. "O banco tem tido preocupação de reduzir seus custos", disse o presidente do BNDES, Dyogo de Oliveira, em um encontro com jornalistas nesta terça pela manhã, do qual participaram cinco diretores da instituição de fomento.

 

BNDESPar - Dyogo afirmou ainda que a BNDESPar, braço de participações acionárias do banco, deve vender um montante superior a R$ 10 bilhões em ações este ano. Esse valor não considera os valores recebidos pela BNDESPar este ano na transação Fibria - Suzano, no total de R$ 8,5 bilhões. Ele não deu detalhes sobre quais empresas da carteira poderão ter participações acionárias vendidas no mercado, mas a estratégia é se desfazer de empresas que, na visão do banco, estão mais "maduras" em sua carteira.

 

Infraestrutura - O banco passará também a atuar de forma mais "proativa" na elaboração de projetos de infraestrutura, segmento em que o banco tem carteira potencial de R$ 54 bilhões para este ano. O presidente do BNDES disse que o spread de risco para as operações de crédito diretas será reduzido em percentuais que vão de 25% a 50%, dependendo do rating da empresa no banco.

 

Operações indiretas - Nas operações indiretas, via agentes financeiros, a taxa de intermediação financeira cobrada pelo banco cai de 0,23% ao ano para 0,15% ao ano, disse Dyogo. Ele também anunciou que no caso das operações com fiança bancária a taxa de intermediação financeira é reduzida de 0,4% ao ano para 0,25% ao ano. As reduções nos spreads de risco seriam aprovadas ontem pela diretoria do BNDES.

 

Melhorias - Dyogo informou que queda nos spreads de risco do banco reflete uma melhoria nos níveis de inadimplência na economia. A redução dos spreads de risco também se relaciona com a tentativa do banco de se tornar mais competitivo, segundo reconheceu Dyogo. "O BNDES busca ser mais eficiente, ter custo mais baixo e oferecer uma taxa final para o cliente também mais competitiva", afirmou. O custo das linhas do banco é formado pela taxa básica (Taxa de Longo Prazo), mais o spread básico, que já foi reduzido este ano, mais o spread de risco.

 

Classificação de risco - O tamanho da redução dos spreads de risco dependerá da classificação de risco das empresas no BNDES. Quanto melhor a nota de crédito, menor o custo, e vice-versa. Dyogo avaliou, porém que trata-se de uma redução "expressiva" dos spreads de risco do banco.

 

Revisão de metodologias - Segundo o presidente do BNDES, a decisão de reduzir os spreads de risco resulta de uma revisão das metodologias de análise de risco e crédito. "A principal mudança aqui é na incorporação da probabilidade de recuperação do crédito", afirmou. Na visão de fontes no mercado, em um cenário de redução de juros, o BNDES ainda tinha "gordura" para cortar no que se refere aos spreads de risco. "Antes o BNDES tinha uma folga [spreads maiores], mas hoje o mercado de crédito é mais competitivo, então o BNDES é obrigado a se ajustar", disse uma fonte do mercado financeiro.

 

Diagnóstico - Com relação ao apoio à area de infraestrutura, Dyogo disse que o diagnóstico, segundo ele, é que faltam projetos de engenharia para desenvolver bons projetos de infraestrutura no Brasil. O que acontece muitas vezes no BNDES, segundo Dyogo, é que um empreendimento é apresentado para ser financiado, mas o projeto de engenharia não está suficientemente maduro, o que leva a uma demora maior na tramitação dentro do BNDES.

 

Facilidade - "Estruturar projetos é uma 'facility' que o banco vai oferecer, hoje não tem ninguém oferecendo este tipo de serviço [no governo]." Uma vez que a União, Estados e municípios definam projetos prioritários, o banco vai se oferecer para atuar e transformar uma ideia em projeto. De acordo com ele, o banco vai fazer os estudos, elaborar a parte financeira. Já parte de engenharia, e jurídica, o banco poderá contratar terceiros para auxiliá-lo.

 

Rapidez - Informou ainda que a proposta é ter conhecimento dos projetos, o que resultará em maior rapidez na tramitação dentro do banco. Segundo Dyogo, haverá mais qualidade nos projetos e agilidade na aprovação. "O Brasil precisa de projetos de qualidade para financiar. O banco quer ter projeto para financiar, então faz sentido desenvolver os projetos que quer financiar, conhecer melhor e financiar com mais segurança", avaliou. (Valor Econômico)

 

INVESTIMENTO: Fundo Brasil-China escolhe projetos para aportes de US$ 2,4 bi

 

investimento 09 05 2018Depois de uma peneira inicial, autoridades brasileiras e chinesas selecionaram cinco projetos - quatro de infraestrutura e um na área industrial - para receber aportes de US$ 2,4 bilhões do Fundo Brasil-China de Cooperação para Expansão da Capacidade Produtiva. O dinheiro poderá ser concedido como financiamento a taxas privilegiadas ou como "equity" com participação acionária de até 40% nos empreendimentos, diz o secretário de assuntos internacionais do Ministério do Planejamento, Jorge Arbache.

 

Lista final - Anunciado em maio de 2015, durante encontro do primeiro-ministro Li Keqiang com a então presidente Dilma Rousseff em Brasília, o fundo demorou quase três anos para ser estruturado e chegar à lista final de candidatos para receber os primeiros desembolsos. Os nomes dos escolhidos são guardados em sigilo por causa das cláusulas de confidencialidade. No mercado, especula-se que empreendimentos como a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e o terminal portuário multicargas de São Luís (MA) devem estar na lista.

 

Avaliação - Arbache explica que os projetos estão sendo avaliados agora por instituições financeiras dos dois lados para um pente-fino em sua viabilidade. Ele acredita que na próxima reunião do grupo técnico do fundo, marcada para agosto, já poderia haver a aprovação de aporte em pelo menos um dos empreendimentos. "O fundo está perto de se transformar em um instrumento efetivo da nossa relação econômica com a China."

 

Gestão paritária - O governo chinês tem 16 fundos bilaterais espalhados pelo mundo, segundo Arbache, mas o mecanismo com o Brasil possui uma característica peculiar. Trata-se do único com gestão paritária, no qual representantes dos dois lados têm o mesmo peso, o que é determinante para não haver exigências sensíveis - como fornecimento obrigatório de equipamentos ou mão de obra pelo gigante asiático. "Não é preciso sequer que o projeto tenha participação dos chineses como acionistas", ressalta o secretário.

 

Crédito em reais - Além disso, no caso de financiamento, o crédito pode ser dado em reais. Isso tira o risco cambial das mãos do empreendedor e torna o crédito mais atrativo. Os recursos do fundo, que podem chegar a US$ 20 bilhões, são divididos na proporção de três por um. De um lado, o Fundo de Cooperação Chinês para Investimento na América Latina (Claifund) vai aportar até US$ 15 bilhões. O restante viria do lado brasileiro. BNDES e Caixa Econômica Federal são os operadores preferenciais, mas a participação é aberta para outras instituições.

 

Fiol - A Fiol é o projeto de ferrovia que desperta maior interesse da China. Pequim está disposta ainda a financiar a construção do Porto Sul da Bahia, em Ilhéus, ponto de chegada dos trilhos. No caso do terminal em São Luís, a gigante chinesa CCCC controla o negócio e lançou em março a pedra fundamental das obras, que devem consumir R$ 2 bilhões. A Ferrogrão, ligação ferroviária entre Sinop (MT) e Itaituba (PA), é outra apontada como candidata.

 

Apetite chinês - Independentemente dos desembolsos do fundo, o apetite chinês pelo Brasil continua em alta. Somente em março e abril, conforme boletim que será lançado nesta quarta-feira (09/05) pelo Ministério do Planejamento, houve a confirmação de investimentos que totalizam US$ 992,7 milhões em cinco negócios. O valor se refere a apenas três deles. Os outros dois não tiveram suas cifras divulgadas.

 

Concentração - Levantamentos anteriores indicavam uma concentração dos investimentos chineses em três setores da economia brasileira: energia, mineração e agronegócio. "Há claramente um movimento de diversificação", afirma Arbache, ao detalhar os projetos.

 

Exemplo - Um dos maiores exemplos é o desembarque no país do fundo Glory Top, com sede em Hong Kong, que arrematou cinco unidades de ensino superior do grupo Ulbra nas regiões Norte e Centro-Oeste. Parte de sua estrutura foi leiloada por causa do acúmulo de dívidas trabalhistas. O aporte é calculado em US$ 391,8 milhões.

 

Drones - No segundo bimestre, a fabricante de drones civis DJI também abriu sua segunda loja física no Brasil, em Curitiba (PR). Um consórcio com participação da Shandong Kerui Petroleum venceu licitação promovida pela Petrobras para implantação da unidade de processamento de gás natural (UPGN) no complexo petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), aportando US$ 600 milhões.

 

Desafio - Para o secretário, um dos desafios é trazer mais investimentos "greenfield" dos chineses para o Brasil, e não apenas aquisições de ativos existentes ("brownfield"). Ele acha que, depois de um período de aprendizado e adaptação ao ambiente de negócios, isso tende a ocorrer naturalmente.

 

Estoque - No levantamento do ministério, a China acumula um estoque de US$ 55,4 bilhões de investimentos confirmados em 102 projetos no país. Outros 160 projetos foram anunciados, somando US$ 71,3 bilhões, mas ainda não foi possível detectar registros de desembolsos efetivos. (Valor Econômico)

 


Versão para impressão


RODAPE