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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4323 | 08 de Maio de 2018

REUNIÃO: Setor produtivo discute desafios da sanidade agropecuária

Reunião na tarde desta segunda-feira (07/05), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, discutiu ações necessárias para aprimorar os mecanismos de defesa de sanidade agropecuária no Paraná. Participaram do encontro o secretário estadual da Agricultura, George Hiraiwa, os presidentes do Sistema Ocepar e Sistema Faep, José Roberto Ricken e Ágide Meneguette, o diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Guilherme Henrique F. Marques, o diretor da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Inácio Afonso Kroetz, e os superintendentes da Ocepar, Robson Mafioletti, e da Fecoopar (Federação das Cooperativas do Paraná), Nelson Costa, e o gerente técnico da Ocepar, Flavio Enir Turra, entre outros técnicos e representantes das instituições presentes.

Estratégia - Na pauta de discussões, a estratégia de ação para a defesa da sanidade agropecuária paranaense. “O diálogo entre as instituições é fundamental para que possamos identificar as ações necessárias para desenvolver e aprimorar a questão sanitária no estado. Por meio de ações conjuntas, podemos avançar de forma constante, protegendo a qualidade de nossos produtos e, por consequência, ampliando a competitividade do setor nos mercados interno e externo”, afirmou o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti.  sig}2018/noticias/05/08/sanidade/{/vsig}

 

 

 

ALEP I: Assembleia promove sessão solene para comemorar os seis anos de criação da Adapar

A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) promoveu, ao final da tarde desta segunda-feira (07/05), uma sessão solene especial para comemorar os seis anos de criação da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná – Adapar, autarquia encarregada de promover a defesa agropecuária e a inspeção sanitária dos produtos de origem animal, a prevenção, o controle e a erradicação de doenças dos animais e de pragas dos vegetais de interesse econômico ou de importância à saúde da população, além de assegurar a segurança, a regularidade e a qualidade dos insumos de uso na agricultura e na pecuária. A solenidade e as homenagens à empresa vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento atenderam a proposição do deputado Pedro Lupion (DEM), líder do Governo no Legislativo, aprovada por unanimidade pelos deputados estaduais.

Papel importante - Lupion destaca o papel importante desempenhado pela Adapar: “É uma agência que revolucionou a defesa vegetal e animal do Paraná e serve de modelo para outros estados. O Paraná foi pioneiro nesta elaboração. Uma agência que tem a reponsabilidade de deixar nosso estado em condições principalmente para o mercado internacional. Tem recebido investimentos contundentes nas barreiras sanitárias, nas questões agrícolas e pecuárias. E o Paraná, como celeiro nacional de alimentos, precisa de uma agência forte. É isso que a Adapar tem significado”, resumiu.

Parceira - De acordo com o diretor-presidente da autarquia, Inácio Afonso Kroetz, a Assembleia Legislativa é parceira da agência em projetos estratégicos para o desenvolvimento do estado. “A Casa do Povo reconhece os serviços prestados nestes seis anos pela Adapar. Era uma expectativa da sociedade dinamizar a defesa agropecuária do Paraná e assegurar a sanidade dos rebanhos e das culturas vegetais com interesse econômico. Hoje existe muito mais segurança para a saúde animal, sanidade animal e a saúde pública”, garantiu.

Prestigiamento - Diversas e destacadas autoridades prestigiaram a solenidade no Plenário do Legislativo, como o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, George Hiraiwa, representando a governadora Cida Borghetti na oportunidade; o deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB), presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural no Legislativo; o diretor-presidente da Adapar, Inácio Afonso Kroetz; o superintendente federal de Agricultura do Paraná, Cleverson Freitas; o superintendente da Polícia Federal do Paraná, Adriano Marcos Furtado; o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, Airton Spies; o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná, Ágide Meneguette; o presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), José Roberto Ricken; o secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Abelardo Lupion; e os deputados Tiago Amaral (PSB) e Elio Rusch (DEM).

Lideranças - Várias lideranças foram também homenageadas com Menção Honrosa pela Adapar, durante a cerimônia, como o ex-governador Beto Richa, pela sensibilidade política e visão estratégica na criação da Agência; o ex-secretário da Agricultura e do Abastecimento Norberto Ortigara, igualmente pela dedicação e desprendimento para sua criação e efetivação; o ex-ministro Reinhold Stephanes, que enquanto Ministro da Agricultura e deputado federal contribuiu para e estruturação da autarquia; e o próprio deputado proponente do evento, em reconhecimento pela dedicação e empenho que Pedro Lupion teve como relator do parecer que afinal aprovou a criação da Agência de Defesa no Legislativo, ainda em 2011.

Criação - Criada por meio da Lei estadual nº 17.026, em 20 de dezembro de 2011, mas iniciando efetivamente as suas atividades com a posse de sua Diretoria em 7 de maio de 2012, a Adapar é uma entidade autárquica dotada de personalidade jurídica de direito público, com patrimônio e receitas próprios e autonomia administrativa, técnica e financeira.

Benefícios - Sua atuação beneficia diretamente os produtores, contribuindo para o emprego de insumos de qualidade na produção, evitando e controlando a ocorrência de problemas de sanidade nos rebanhos, assim como na produção agrícola, com diminuição nos custos de produção. Com isso a indústria pode também adquirir e processar matéria-prima de melhor qualidade, principalmente no aspecto da sanidade; enquanto os comerciantes ganham com a revenda de melhores produtos, principalmente alimentos. Os consumidores, por seu turno, e na outra ponta da cadeia, recebem alimentos mais saudáveis, com maior qualidade e menor preço.

Decisivas - Para tanto, são apontadas como decisivas as ações da autarquia voltadas para a difusão de informações educativas sobre sanidade animal e vegetal; o registro e controle de documentos como os de certificação de sanidade; a fiscalização da inspeção em frigoríficos e indústrias de derivados de carne e de laticínios; a fiscalização da adoção de medidas de prevenção e controle da sanidade animal e vegetal nas propriedades rurais; a fiscalização do trânsito de animais, produtos de origem animal e vegetal e de insumos para utilização na agropecuária; ou a fiscalização granjas, de incubatórios avícolas, institutos de sementagem, chocadeiras e de galpões onde se faz o manejo do bicho-da-seda (sirgarias); entre outras. (Assessoria de Imprensa da Alep)

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ALEP II: Reunião debate o embargo à exportação de frango brasileiro pela União Europeia

 

A Frente Parlamentar para Estudos acerca do Embargo à Exportação de Frango Brasileiro pela União Europeia criada na Assembleia Legislativa do Paraná para acompanhar a questão que vem preocupando a classe produtora regional, reuniu-se na manhã desta segunda-feira (07/05), sob a presidência do deputado Elio Rusch (DEM), que substituiu na ocasião o coordenador do grupo, deputado Schiavinato (PP), para aprovar seu regimento interno e ouvir representantes da área sobre os efeitos da medida na economia estadual.

 

Iniciativas - Rusch elencou as iniciativas tomadas até agora em busca de soluções para o problema, enquanto o relator, deputado Guto Silva (PSD), expôs alguns temas abordados durante a visita técnica recentemente feita por uma comissão de embaixadores da comunidade europeia ao Paraná, frisando que o assunto vem sendo tratado em nível de governo federal, sem previsão de prazos para a suspensão do embargo. O deputado Wilmar Reichembach (PSC) distribuiu cópias de documento resultante do Seminário da Avicultura do Sudoeste do Paraná, realizado na semana passada para discutir a questão. O texto enumera reivindicações a serem encaminhadas a lideranças dos governos federal e estadual e seus órgãos competentes, bem como a lideranças regionais, sugerindo a adoção de medidas urgentes para salvaguardar as atividades do setor.

 

Medida contraditória - Francisco Simioni, diretor do Departamento de Economia Rural (DERAL) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, apontou o viés “extremamente econômico” da medida tomada na Europa, acentuando a importância da mobilização em defesa dos interesses estaduais, principalmente levando em conta que o setor representa 60 mil empregos diretos e 600 mil indiretos. Referindo-se ao alto custo da manutenção dos alojamentos (aviários), sugeriu a postergação de dívidas e contratos junto ao BNDES.

 

Qualidade - Rafael Gonçalves Dias, representante da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), também rechaçou o caráter sanitário da restrição, reforçando que nada mudou na qualidade da carne produzida em território paranaense e reconhecida como uma das melhores do mundo. Cleverson Freitas, superintendente federal do Ministério da Agricultura no Paraná, disse que o embargo é dirigido a algumas grandes empresas e que o governo federal está tratando do assunto junto à Organização Mundial do Comércio (OMC). Também anunciou que o Ministério da Agricultura está convocando mais de 300 médicos veterinários e auditores, 52 deles apenas para o Paraná.

 

Negociação - Alexandre Lobo, coordenador do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), defendeu, por sua vez, a renegociação das dívidas dos produtores que se socorrem de financiamentos; enquanto Marcos Júnior, vice-presidente da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), apontou a baixa qualidade da distribuição de energia nas áreas rurais, obrigando os proprietários de aviários ao uso de geradores, o que encarece sensivelmente a produção.

 

Queixa - Ícaro Fiechter, diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) reclamou da medida adotada pela União Europeia, qualificando-a de injusta, altamente prejudicial à economia da região e sem razão de ser, uma vez que o pagamento de multa/tonelada pode abrir as portas da Europa à carne brasileira. 

 

Fatores - Nelson Costa, superintendente da Fecoopar (Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná) chamou a atenção para vários fatores que vem interferindo no segmento há cerca de três anos: o aumento da produção, a diminuição do consumo interno e a falta de competitividade, que vem fazendo o país perder espaço no mercado internacional. 

 

Questão econômica - O deputado estadual Jonas Guimarães (PSB), que é produtor de frangos, disse que a questão é basicamente econômica, comercial. Concordou com o exagero no número de alojamentos, disse que as grandes empresas estão jogando seus excedentes no mercado interno e provocando o aviltamento dos preços, e que as constantes quedas de energia na área rural se devem ao sistema bifásico. Segundo ele, o sistema, para melhorar a qualidade da energia distribuída, deveria ser trifásico.

 

Empenho - Ao encerrar os trabalhos, Rusch pediu empenho da bancada federal paranaense na defesa dos produtores avícolas, frisando que o agronegócio é responsável por um terço do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. Participaram da reunião, ainda, os deputados Anibelli Neto (PMDB), Claudio Palozi (PSC), Rasca Rodrigues (Podemos) e Nereu Moura (PMDB). (Com informações da Assessoria de Imprensa da Alep)

 

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CADASTRO UNIFICADO: SICAF será 100% digital a partir de junho

 

cadastro unificado 08 05 2018O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP) acaba de lançar a Instrução Normativa (IN) nº 3, de 26 de abril de 2018, que estabelece uma nova regra de funcionamento para o Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (SICAF). A mudança passa a valer a partir do dia 25 de junho deste ano. Com a modalidade 100% Digital, fornecedores, dentre eles as cooperativas, serão dispensados de apresentar documentos presencialmente e as unidades cadastradoras deixarão de existir.

 

Facilidade - Os 386 mil fornecedores que já fazem parte do sistema e os mais de 24 mil novos cadastrados por ano contarão, a partir de junho de 2018, com a facilidade de viabilizar sua participação nas compras governamentais e atualização de dados por meio de upload de documentos diretamente na plataforma do SICAF.

 

Atendimento presencial - A novidade também extinguirá o atendimento presencial de aproximadamente 1.855 unidades cadastradoras. Dessa maneira, cerca de 4 mil agentes públicos poderão desempenhar novas atividades para o Estado, o que contribuirá para um serviço público mais ágil e menos burocrático. A economia estimada aos cofres públicos é de R$ 65 milhões ao final do primeiro ano de implantação do sistema.

 

Ferramenta - “O SICAF 100% Digital é uma ferramenta que vai trazer mais agilidade, economicidade e segurança nas licitações com o Governo Federal, eliminando a carga burocrática”, afirma Antonio Paulo Vogel, secretário de Gestão do MP.

 

Cadastro - O cadastro no SICAF abrangerá os níveis de credenciamento, habilitação jurídica, regularidade fiscal federal e trabalhista, regularidade estadual/municipal, qualificação técnica e qualificação econômico-financeira. Os fornecedores devem ficar atentos às fraudes praticadas por portais não autorizados, que divulgam a cobrança do serviço de cadastramento junto ao Governo Federal. O cadastro de fornecedores no SICAF é e continuará sendo gratuito.

 

Usuário - Para iniciar o procedimento do registro cadastral, o fornecedor interessado, ou quem o represente, deverá criar seu usuário no Brasil Cidadão e acessar o SICAF no Portal de Compras do Governo Federal, por meio de Certificado Digital conferido pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP – Brasil).

 

Fornecedores -Todas as pessoas físicas ou jurídicas que têm interesse em participar das licitações do Governo Federal devem se cadastrar no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (SICAF), mantido pelos órgãos e entidades que compõem o Sistema de Serviços Gerais (SISG). Integram o SISG toda a Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional.

 

Mais - Quer saber mais sobre o SICAF? Basta clicar aqui.(OCB, com informações do Ministério do Planejamento)

 

DIA C: Atividade em Jotaesse e Tupãssi supera as expectativas

 

O primeiro dia de entrega do X-Solidário aconteceu em Jotaesse e Tupãssi, no Oeste do Paraná, no sábado (05/05), e superou as metas de vendas. Foram produzidos mil lanches e entregues pelas equipes voluntárias dos colaboradores da Copacol, Coopercaf e Sicoob, e também pelas integrantes dos Grupos Femininos da Copacol. 

 

Dia C - Um dia de muito trabalho, dedicação e solidariedade marcou a ação do Dia C, Dia de Cooperar, que irá beneficiar o Uopeccan e Casa Dona Vani, ambas de Cascavel.

 

Gratificante - Para Diva Barbosa Soares Chesca, que comprou lanche para toda a família, a campanha demonstra o quanto é preciso ser solidário com o próximo e que está feliz por poder ajudar. “É muito bom saber que estamos ajudando tantas pessoas que precisam. Sempre procuro ajudar com essas campanhas, porque ser solidário é gratificante e recompensador”, enaltece Diva.

 

Agradecimento - Na oportunidade, o gerente da unidade da Copacol em Jotaesse, Cleyton Lazzarini, agradeceu todas as pessoas que contribuíram com a campanha. “Foi um dia de muito trabalho e maravilhoso. Todos os lanches foram vendidos e isso aconteceu porque tivemos a contribuição de todos, grupos femininos, colaboradores e da comunidade. Neste momento que demonstramos nosso lado humano, sendo solidário com quem precisa”, destaca Lazzarini. 

 

Objetivo - A assessora de comunicação da Copacol, Ileize Wessler, acompanhou os trabalhos durante a tarde e destacou o objetivo da campanha. “Neste primeiro dia de entrega dos lanches já tivemos a certeza de que toda a campanha será realizada com sucesso. Houve dedicação por parte de todos os colaboradores, Grupo Feminino e da comunidade, que demonstraram verdadeiro espírito de solidariedade. Vamos atingir nossa meta e ajudar estas entidades que tanto precisam”, afirma. 

 

Próxima entrega - A próxima entrega do X-Solidário será em Goioerê no sábado (12/05), no Copacol Supermercados, das 16h às 19h. E quem ainda não adquiriu o vale, pode comprar junto aos colaboradores do mercado e da unidade de recebimento de cereais, como também com integrantes do Grupo Feminino de Aeroporto. (Imprensa Copacol)

 

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CAPAL: Esporte e lazer reúnem 3 mil pessoas no 5° Desafio de Rua

 

No feriado do dia 1° de maio, a cidade de Arapoti (PR) foi palco do 5º Desafio de Rua Capal. O evento, realizado pela Capal Cooperativa Agroindustrial, reuniu cerca de 700 atletas de diversas cidades do Paraná e São Paulo, como Siqueira Campos, Castro, Curitiba, Ponta Grossa, Cornélio Procópio, Santo Antônio da Platina, Itararé, Itapeva, Taquarituba e Sorocaba. 

 

Incentivo - Com o objetivo incentivar a prática esportiva em um ambiente sadio e descontraído, o público pôde se inscrever e participar das modalidades:  corrida (com opções de 5 e 10 Km de distância), caminhada (com distância de 3 km) e pedalada (de 10 km). As duas últimas não tinham caráter de competição e foram realizadas por atletas de todas as idades. "Nosso objetivo com esse encontro foi promover a saúde, e sabemos que a prática esportiva melhora tanto a saúde física, quanto mental", declarou Adilson Roberto Fuga, presidente executivo da Capal. 

 

Faixas etárias - As modalidades foram divididas em cinco faixas etárias e as premiações dadas em dinheiro para os cinco primeiros colocados na categoria público interno (associados e funcionários) e para os três primeiros colocados na categoria geral (comunidade) - tanto no feminino, quanto no masculino. Também foram entregues troféus para os melhores tempos no geral e medalhas para todos os participantes que concluíram o trajeto. 

 

Premiações - Ao todo, foram mais de 100 premiações,num total de R$ 34 mil em prêmios. “Esta foi a primeira vez que participei e gostei muito da experiência, principalmente pelo bem estar que senti. A corrida faz bem e o corpo sente falta. Àqueles que ainda não correm, eu recomendo começar, pois o resultado é muito bom. Agradeço também o apoio da equipe, pois um incentivando o outro fez toda a diferença", contou Dirlei Brizola, funcionária da Capal e 4ª colocada na categoria de corrida de 5 Km.

 

Lazer e gastronomia - Durante o evento, além da competição, foi montado o Circuito Food Truck Alegra, com sete Food Trucks de diferentes tipos de culinária: Spaghetti Ristorante, Avenida Burguer, 13 Hamburgueria, Komboza Beer, Tchekebab, Tio Lu Churros e Dagniaux Sorvetes. O espaço trouxe atrações para o público em geral, como música ao vivo e cervejas artesanais e, durante os quatro dias de funcionamento, reuniu cerca de 3 mil pessoas. 

 

Oportunidade - “Foi uma excelente oportunidade de enaltecer a marca da Alegra em Arapoti", declarou Alessandra Heuer, responsável pela Comunicação e Marketing da Capal. O valor arrecadado pelos Food Trucks durante esses dias será destinado ao Lar Recanto dos Idosos, de Arapoti. “Oferecer essa opção de lazer para os participantes e visitantes, e ainda divulgar nossa marca foi uma excelente oportunidade”, destacou o analista de marketing da Alegra, Amauri Castro.

 

Sobre a Alegra Foods - Alegra Foods é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final. Em 2016, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem-estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br. (Imprensa Alegra Foods)

 

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COPAGRIL: R$ 25 mil em prêmios serão sorteados na promoção Copa da Sorte

 

Embalada pela iminência da realização da Copa do Mundo de Futebol Fifa, a Copagril acaba de lançar uma campanha promocional para entusiasmar os clientes e torcedores da Seleção Brasileira: é a Copa da Sorte Copagril.

 

Sorteios - A partir dessa promoção, serão sorteados R$ 25 mil em prêmios, por meio do sorteio de 15 smart TVs de 39 polegadas, 15 camisetas da Seleção Brasileira e 30 bolas da Copa do Mundo. A campanha é voltada para os clientes de todas as 20 Lojas Agropecuárias Copagril, cinco supermercados e quatro postos de combustíveis.

 

Como concorrer - Para concorrer os clientes receberão um cupom a cada R$ 100 em compras. A exceção é para produtos pecuários (rações e matrizes), cujo cupom será entregue a cada R$ 500 em compras. 

 

Resposta - No cupom é preciso responder a pergunta: “Qual é o nome do Projeto dos 50 anos da Copagril?”, tendo como opção as respostas: ( ) Rota 50. ( ) Outros. Também devem ser preenchidos os dados pessoais e o cupom depositado em uma das urnas da campanha. Depois é só torcer para ganhar. Os sorteios dos prêmios serão realizados nos dias: 23/06, 30/06 e 14/07/18. O regulamento completo pode ser conferido clicando no banner da promoção no site da Copagril e o certificado de autorização pela Caixa é nº 6-0290/2018. (Imprensa Copagril)

 

copagril cartaz 08 05 2018

 

SICREDI: Instituição financeira cooperativa fecha 2017 com 18,2% de crescimento em patrimônio líquido

 

sicredi 08 05 2018O Sicredi – instituição financeira cooperativa com 3,7 milhões de associados e atuação em 21 estados e no Distrito Federal – trabalha junto com os associados para promover o crescimento sistêmico e gerar solidez financeira às cooperativas.

 

Resultados positivos - Em 2017, o Sicredi conquistou resultados positivos para disponibilizar localmente recursos que apoiam o desenvolvimento dos associados e das comunidades. No ano passado, registrou um patrimônio líquido – que representa a fonte interna de recursos e o quanto os associados investiram nas cooperativas – de R$ 12,8 bilhões, um crescimento de 18,2% em relação ao mesmo período anterior.

 

Canais de atendimento - O Sicredi, instituição financeira cooperativa com 3,7 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal, trabalha para entregar canais que atendam o associado com agilidade, conveniência e segurança. Isso é parte da estratégia de deixar as agências menos transacionais e mais focadas no relacionamento com o associado. A cada ano, cresce o número de transações realizadas nos canais de atendimento em comparação às agências.

 

Transações - No ano passado, 69,32% das transações foram feitas pelos canais de atendimento, 3,54 pontos percentuais a mais do que em 2016. O aumento do uso dos canais da instituição financeira cooperativa é consequência da melhoria constante das funcionalidades oferecidas, conferindo mais comodidade e conforto ao usuário. Esse crescimento também permite que os colaboradores do Sicredi tenham mais tempo para se dedicar ao relacionamento com os associados nas agências.

 

Informações - Mais informações podem ser conferidas no Relatório de Sustentabilidade 2017, disponível em http://relatoweb.com.br/sicredi/relatorio2017/.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI FRONTEIRAS I: Agência em Santo Antônio do Sudoeste é reinaugurada com nova marca e ambientação

 

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,7 milhões de associados e presente em 21 estados brasileiros –reinaugurou, em 4 de maio, a agência da cooperativa em Santo Antônio do Sudoeste, na região Sudoeste do Paraná, localizada na Avenida Brasil, bem em frente à prefeitura do município. 

 

Sicredi Fronteiras - A agência pertence à Cooperativa de Crédito Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, que atua em mais de 50 municípios, com a totalidade de 58 mil associados em 29 agências, administrando mais de R$ 1,2 milhões em ativos e patrimônio líquido de R$ 170 milhões.

 

Experiência - Projetada para criar uma experiência ainda mais cooperativa, a agência do município de Santo Antônio do Sudoste apresenta a nova marca desenvolvida com o objetivo principal de posicionar o Sicredi como instituição financeira cooperativa comprometida com a vida financeira dos seus associados e com as regiões onde atua. 

 

Espaço amplo - No ambiente interno, o espaço amplo foi pensado para oferecer conforto, proximidade e interação entre os associados. Logo na entrada, uma área de recepção foi criada para orientar sobre a melhor opção de atendimento. Quem precisar esperar, conta com a área de convivência onde poderá tomar café, ler ou até mesmo aproveitar para realizar tarefas de trabalho. No autoatendimento, guarda-volumes estão disponíveis para facilitar a mobilidade dos associados. Para reuniões de negócios, a nova agência dispõe de espaços para oferecer maior comodidade e interação.

 

Canais de conveniência - Para estar cada vez mais à disposição de seus associados, além da agência física o Sicredi também oferece uma múltipla rede de canais de conveniência (mobile e internet banking, redes de autoatendimento e agentes credenciados).

 

Simples e moderna - Uma agência simples e moderna, desta forma definiu o gerente Fernando Luiz Largo, ao falar da sustentabilidade gerada por sistema próprio de energia solar, que proporciona energia limpa, de qualidade e sustentável. "Ampliamos nossa agência pensando melhorar o atendimento, para que nosso associado se sinta em casa ao visitar o Sicredi", salientou Fernando Luiz Lago, gerente da agência de Santo Antônio.

 

Atuação - Segundo José César Wunsch, presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, a nova ambientação e marca do Sicredi refletem plenamente a atuação da instituição financeira cooperativa que, por meio de um relacionamento próximo e consultivo, identifica as necessidades dos associados, oferecendo-lhes soluções financeiras adequadas e viáveis. “Além disso, os resultados da cooperativa de crédito são revertidos para a região, contribuindo para o desenvolvimento local”, destacou ele.

 

Pioneirismo - Santo Antonio do Sudoeste tem uma das agências pioneiras da Cooperativa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, tendo sido instalada em 3 de abril 2000, apresentando crescimento ano após ano, até atingir, neste momento, mais de 3,3 mil associados.

 

Propósito - "Seguimos com o propósito estabelecido lá em 1990, quando iniciamos a Cooperativa Sicredi Fronteiras, de atender à necessidade dos nossos associados, apresentando soluções financeiras e possibilitando o crescimento de cada associado e, também, o desenvolvimento da comunidade em geral, alinhados com os propósitos, missão e valores da nossa Cooperativa", finalizou José César Wunsch.

 

Adequação - Além da agência do município de Santo Antônio do Sudoeste, todas as demais agências que o Sicredi possui no Brasil – atualmente, são quase 1.600 agências – estão passando, gradualmente, pela adequação ao design ambiental da nova marca.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI FRONTEIRAS II: Negócios são realizados com sucesso na ExpoCapi

 

sicredi fronteiras II 08 05 2018O Sicredi avaliou positivamente sua participação na ExpoCapi - Feira da Indústria, Comércio e Agropecuária de Capitão Leônidas Marques, na região Oeste do Paraná, que ocorreu entre dias 26 e 29  de abril.A festividade serviu como vitrine das potencialidades econômicas do município, que em quatro dias registrou grande presença de público, que visitou os estandes e prestigiou os artistas nacionais e locais. "No estande do Sicredi, todo momento sempre lotado de pessoas, foram dias de muitos negócios e boas conversas", ressaltou Luiz Pedro Fedrigo, gerente da agência da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, em Capitão.

 

Agricultores - Muitos agricultores passaram pelo estande nos dias de feira, fazendo bons negócios e conhecendo linhas de créditos, pensadas especialmente para nossos associados.

 

Linhas - Dentre as linhas de crédito apresentadas, uma em especial para quem deseja instalar energia solar, pois o Sicredi acredita que cuidar do meio ambiente é cuidar das pessoas. “Não deixamos de lado as atrações tecnológicas e a diversão com o simulador de corrida (Sicredi Racing) e os óculos de realidade virtual que fez muito sucesso entre adultos e crianças”, concluiu Fedrigo.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI ALIANÇA: Apae de Marechal Cândido Rondon recebe quatro computadores

 

sicredi alianca 08 05 2018A parceria firmada entre Sicredi Aliança PR/SP, Rondotec Informática e Rotary Marechal viabilizou a entrega de mais quatro computadores na semana passada. Desta vez, a entidade beneficiada é a Apae – Escola Pequeno Lar de Marechal Cândido Rondon-PR. A Apae rondonense atende atualmente 101 pessoas entre crianças, jovens, adolescentes e adultos, das cidades de Marechal Cândido Rondon, Quatro Pontes, Mercedes, Entre Rios do Oeste, Pato Bragado e Nova Santa Rosa. 

 

Valores - A diretora da instituição, Ivone Ricardi Sannane, ressalta que parcerias como esta tornam ainda mais evidentes os valores como a solidariedade. “É muito louvável quando entidades se unem para ajudar outras entidades. Estes computadores vieram em uma ótima hora. Além de utilizarmos com os alunos em suas atividades, eles nos ajudarão nas rotinas administrativas. Estamos gratos”, destacou.

 

Papel fundamental - O diretor de Operações da Sicredi Aliança PR/SP, Roberto Bernardi, que na ocasião esteve junto do vice-presidente do Conselho de Administração, Ildo Vorpagel Hoffmann, representando a cooperativa, ressalta que a Apae tem papel fundamental para Marechal Cândido Rondon e região. “A entidade que atende municípios da nossa área de atuação possui grande representatividade pelo papel exemplar que desenvolve em prol das pessoas que necessitam de atenção e de cuidados especiais. Para a Sicredi Aliança PR/SP é gratificante poder colaborar com quem também colabora com as pessoas, destinando computadores que não utilizamos mais devido as mudanças nos sistemas mas que podem ter um novo sentido para quem precisa”, explicou.


Parceria 
- A parceria consiste na seleção de equipamentos cedidos pela Sicredi Aliança PR/SP. O Rotary Marechal atua como intermediário da ação e a Rondontec Informática realiza o remanejamento das peças e a montagem das máquinas. Com mais este repasse, 52 computadores já foram montados e repassados a entidades da região desde o início da ação.

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.  

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

AVICULTURA: Maringá recebe, em julho, o Encontro Técnico Avícola

 

avicultura 08 05 2018Um dos mais importantes eventos da avicultura industrial no Brasil, o Encontro Técnico Avícola, realizado de dois em dois anos e que em 2018 será de 24 a 26 de julho em Maringá (PR), projeta receber 800 participantes do Paraná e de várias outras regiões do país para uma extensa agenda de palestras e debates. 

 

Plenária e exposição - Programada para o Centro de Eventos Vivaro (antigo Excellence), a iniciativa da Integra e Sindiavipar (Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná) constará de uma plenária e de um espaço para exposição de produtos e serviços que já tem mais de 30 empresas confirmadas.   

 

Dimensão - O Paraná é o segundo maior produtor e o principal exportador mundial de carne de frango. “Só pela importância do Estado nesse segmento, o Encontro ganha especial dimensão”, afirma Jeferson Vidor, presidente do Comitê Técnico da Integra,informando que as inscrições estão abertas desde o início de abril. 

 

Valor - As inscrições podem ser efetuadas pela internet até o dia 17 de julho, acessando o site, ao preço de R$ 200,00 para profissionais e R$ 150,00 para estudantes. Depois daquela data, os interessados devem efetivar sua participação no local do evento. 

 

Quem participa - O público é formado por especialistas, técnicos e dirigentes de indústrias, cooperativas e empresas integrantes da cadeia, entre fornecedores e prestadores de serviços, além de lideranças, autoridades, estudantes e convidados especiais.  

 

Números - No ano passado, segundo números do Sindiavipar, o Estado abateu em torno de 1,79 bilhão de aves, um acréscimo de 1,8% em relação a 2016. No mesmo exercício, o país produziu 13,1 milhões de toneladas de carne de frango e exportou 4,3 milhões de toneladas, o que significa que 66% foram absorvidas pelo mercado interno. Com um consumo per capita de 42,5 quilos/habitante/ano, o frango é a proteína mais consumida pelos brasileiros. 

 

Temas - Na pauta de palestras do Encontro Técnico Avícola, serão abordados, entre outros, temas relacionados à nutrição, controle sanitário e novas tecnologias de produção. Na abertura oficial, dia 24, às 18h, o convidado especial Arnaldo Jabor vai falar sobre o momento econômico do país e, no encerramento, às 16h do dia 26, a palestra com foco no protagonismo do Brasil no agronegócio internacional ficará por conta do especialista José Luiz Tejon Megido. 

 

Inscrições e informações - As inscrições podem ser feitas pelo site  www.integra.agr.br/encontrotecnico/inscricao. Mais informações com a CREventos – (44) 3031-2057. (Flamma Comunicação)

 

IAPAR/SIMEPAR: Alerta Geada para a cafeicultura entra em operação nesta terça-feira

 

iapar simepar 08 05 2018Entra em operação nesta terça-feira (08/05) o Alerta Geada, serviço que o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar) oferecem de maio a setembro com o objetivo de auxiliar os produtores do Estado a decidir, na iminência de ocorrência do fenômeno, sobre a aplicação de técnicas de proteção das lavouras cafeeiras.

 

Acompanhamento - Durante o período de funcionamento do serviço, os pesquisadores acompanham as condições meteorológicas na região cafeeira do Estado e publicam diariamente um boletim informativo, disponível gratuitamente nos endereços www.iapar.br, www.simepar.br e, ainda, pelo telefone (43) 3391-4500, neste caso ao custo de uma ligação para aparelho fixo.

 

Pré-alerta - Se houver aproximação de massas de ar frio com potencial de causar danos às lavouras de café, também é emitido um pré-alerta por e-mail ou SMS a extensionistas, técnicos e produtores cadastrados, além da divulgação na imprensa e nas redes sociais. 

 

Novo aviso - Caso persistam as condições para formação de geadas, um novo aviso, de ratificação, é expedido em até 24 horas antes da ocorrência prevista para o evento. Interessados em receber os avisos por e-mail ou “torpedo” no celular devem preencher um cadastro, disponível no endereço www.iapar.br.

 

Ondas - No último ano, verificaram-se cinco ondas de frio intenso. Apenas duas delas – em 9 de junho e 17 de julho – tinham força para causar danos aos cafeeiros e justificaram a emissão de avisos de alerta.

 

Inverno - De acordo com a meteorologista Ângela Costa, em 2018 os fenômenos El Niño e La Niña estão inativos. Por isso, a previsão é de um inverno regular, com chuvas e ingresso de massas de ar frio característicos da estação, dentro da normalidade para o período. 

 

Resfriamento e aquecimento - La Niña é o fenômeno de resfriamento das águas na zona equatorial do Oceano Pacífico. El niño, ao contrário, é seu aquecimento. Ambos os eventos influenciam as condições climáticas do Sul do Brasil.

 

Recomendação - Para lavouras com idade entre seis e 24 meses, a recomendação é amontoar terra – até o primeiro par de folhas – no tronco das árvores imediatamente, para proteger as gemas e evitar a morte da planta no caso de geada severa. Essa prática é chamada de “chegamento de terra” pelos cafeicultores e técnicos do setor. 

 

Proteção - Essa terra que protege os troncos dos cafeeiros deve ser mantida até o final do período frio, em meados de setembro, e então retirada preferencialmente com as mãos. 

 

Plantios novos - Para plantios novos, com até seis meses de idade, recomenda-se simplesmente enterrar as mudas quando houver emissão do Alerta Geada. Viveiros devem ser protegidos com várias camadas de cobertura plástica.

 

Retirada - Nos dois casos – lavouras novas e viveiros –, a proteção deve ser retirada rapidamente, assim que a massa de ar frio se afastar e cessar o risco imediato de geada.

 

Custos - De acordo com o economista Paulo Sérgio Franzini, do Departamento de Economia Rural da Secretaria de Agricultura do Paraná (Seab), há pouco mais de 41 mil hectares ocupados com lavouras de café no Paraná, dos quais 3,2 mil com plantios novos, de até 24 meses, e que devem ser protegidos das geadas.

 

Cálculo - Calcula-se que a implantação de um hectare de cafeeiros custa em torno de R$ 12 mil. O enterrio e o desenterrio de plantas com até seis meses custa em torno de R$ 1,2 mil, enquanto o dispêndio para fazer o “chegamento de terra” e posterior limpeza dos troncos nas lavouras entre seis e 24 meses é de aproximadamente R$ 800. “É inegável o custo-benefício da proteção”, afirma.

 

Área - A maior parte das lavouras paranaenses tem em média 8 hectares e é conduzida por pequenos produtores familiares. Em 2018, a expectativa é que o Estado colha em torno de 1 milhão de sacas beneficiadas de café. 

 

Realização - O serviço Alerta Geada é uma realização do Iapar e do Simepar, com o apoio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (Seab), Emater-PR, Consórcio Pesquisa Café, prefeituras, cooperativas e associações de produtores. (Assessoria de Imprensa do Iapar)

 

LEGISLATIVO: Comissão mista vota parecer sobre mudanças na Lei Kandir nesta terça

 

legislativo 08 05 2018A comissão mista do Congresso Nacional que analisa mudanças na Lei Kandir (Lei Complementar 87/96) poderá votar nesta terça-feira (08/05), às 14h30, o relatório do senador Wellington Fagundes (PR-MT), que propõe um novo modelo de repasses da União para compensar estados e Distrito Federal por perdas decorrentes da desoneração do ICMS nas exportações.

 

Texto - O relatório de Fagundes aproveita boa parte do texto já aprovado por uma comissão especial da Câmara dos Deputados e obriga a União a entregar anualmente, a partir de 2019, R$ 39 bilhões a estados e ao Distrito Federal como compensação por perdas de arrecadação em função da não incidência do ICMS sobre exportações de bens primários e semielaborados e sobre aquisições para compor o ativo permanente de empresas. “A proposta que ora apresento concorre para sanar em definitivo a grave injustiça cometida contra os tesouros dos entes subnacionais pela não incidência do ICMS”, disse.

 

Correção e parcelas - O repasse deverá, pelo relatório, ser corrigido anualmente pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

 

Distribuição - Já a distribuição dos recursos entre os entes federados será feita com base em uma parcela fixa (40%) e em duas parcelas variáveis (30% cada) que levam em conta o valor médio das exportações e o saldo positivo da balança comercial de cada estado. 

 

Parcela fixa - A parcela fixa levará em conta percentuais previstos na própria lei – São Paulo ficará com a maior fatia (16,38171%) e Roraima terá a menor (0,02741%). Cálculos da consultoria do Senado que consideram as parcelas fixas e variáveis estimam que Minas Gerais ficará com a maior parte dos repasses, cerca de R$ 7,5 bilhões, seguido por Mato Grosso, com R$ 6,1 bilhões, e pelo Pará, que receberá R$ 4,2 bilhões. Roraima receberá a menor fatia: R$ 8 bilhões.

 

Impacto orçamentário - Para diluir o impacto no Orçamento da União, o relatório prevê um escalonamento dos repasses: 50% no primeiro ano de vigência da lei (R$ 19,5 bilhões), 75% no segundo ano (R$ 29,25 bilhões) e 100% a partir do terceiro ano. Além disso, do montante transferido para os estados, 25% serão distribuídos entre os municípios.

 

Percentual - O relatório de Fagundes prevê ainda que os repasses para compensar a desoneração serão efetuados até que o percentual de ICMS relativo ao estado de destino (onde ocorrer o consumo das mercadorias, bens ou serviços) seja igual ou superior a 80% do tributo arrecadado ou até que a maior alíquota interestadual seja inferior a 4%. 

 

Lei Kandir - Pensada para incentivar as exportações brasileiras e melhorar a balança comercial do País, a Lei Kandir acabou reduzindo o volume de recursos arrecadados com impostos pelos estados. A lei, no entanto, assegurou repasses da União para compensar as perdas.

 

Repasses - Esses repasses ocorreram normalmente até 2003, quando a Lei Complementar 115/02, mesmo mantendo o direito de repasse, deixou de fixar o valor. Com isso, governadores passaram a negociar os valores anualmente com o governo federal por meio de recursos alocados no Orçamento.

 

Prazo - Em novembro de 2016, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu prazo de 12 meses para que o Congresso regulamente a Lei Kandir. Pela decisão, enquanto não houver norma regulando a matéria, caberá ao Tribunal de Contas da União (TCU) estipular as regras do repasse e calcular as cotas das partes interessadas.

 

Local - A reunião da comissão mista será realizada no plenário 15, ala Alexandre Costa, Senado. (Agência Câmara)

 

ECONOMIA: Governo também refaz conta do PIB para baixo

 

economia 08 05 2018A previsão de crescimento econômico do governo para 2018 está sendo revista e tem um viés de baixa, em linha com o que tem acontecido no mercado, segundo apurou o Valor. Mas, além de estar refazendo suas contas sobre o nível de atividade deste ano, a equipe econômica também discute qual o melhor momento para anunciar o número que substituirá os 3% atualmente previstos nos documentos oficiais.

 

Relatório bimestral - Até o próximo o dia 22 de maio, o governo tem que divulgar o segundo relatório bimestral de receitas e despesas deste ano. Nesse documento, também são divulgados os parâmetros macroeconômicos que devem ser levados em conta.

 

Realidade - Como os 3% dificilmente serão atingidos, o reconhecimento dessa realidade teria uma oportunidade oficial de ser feita. Por outro prisma, há quem defenda esperar a divulgação do PIB do primeiro trimestre, que será feita só no fim do mês, para se ter uma dimensão melhor do desempenho da economia no início do ano e assim traçar uma projeção mais segura.

 

Decisão - A decisão será tomada nas próximas semanas. Uma fonte considera que ficará estranho não rever a projeção já neste relatório bimestral, dado que há elementos suficientes para isso e não faria sentido colocar um número no qual já não se acredita em um documento oficial.

 

Minoritária - Embora uma fonte diga que os 3% de crescimento para este ano ainda não possam ser considerados fora do jogo, esta hipótese realmente tornou-se minoritária. O mercado, que há semanas vem reduzindo suas projeções de crescimento, na média já trabalha com 2,7% de expansão. Como mostra reportagem abaixo, o JP Morgan reduziu por duas vezes nos últimos 15 dias suas estimativas de crescimento.

 

Cenários - No próprio governo há cenários com expansão inferior inclusive à projetada no mercado, com números em torno de 2,5% de crescimento. Oficialmente, o Banco Central já trabalha com um número de 2,6%, bem menos otimista que os formalmente divulgados pelo governo no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) e no primeiro relatório bimestral.

 

Aquém - O dinamismo abaixo do esperado neste início de ano, reforçado por dados mais recentes como o da produção industrial - que caiu 0,1% em março, quando o governo e o mercado esperavam alta - tem sido também apontado por algumas fontes do governo como fator que levou aos dados ruins do mercado de trabalho no primeiro trimestre deste ano.

 

Desempenho negativo - Embora o presidente Michel Temer e alguns analistas do governo tenham apontado que a flutuação negativa nesse início é normal, cálculos de dessazonalização feitos por algumas fontes governamentais apontam que o desempenho também foi negativo após esses ajustes feitos para excluir dos dados os efeitos típicos de cada período. Esse desempenho causou estranhamento em alguns analistas da equipe.

 

Mercado de trabalho - "O mercado de trabalho veio mais fraco do que se esperava. As surpresas ocorridas, com números abaixo do esperado, e volatilidade de indicadores afetam o mercado de trabalho. Além disso, incertezas com o ano eleitoral e a alta do dólar também afetam a disposição de contratação", comenta uma fonte.

 

Avaliações internas - Mesmo assim, as avaliações internas são de que, mesmo sem toda intensidade antecipada nas projeções mais otimistas do fim do ano passado e início deste ano, o governo ainda considera as perspectivas para a economia como favoráveis, bem como para a criação de empregos ao longo de 2018.

 

Efeitos favoráveis - Ainda espera-se efeitos favoráveis que devem se materializar com a queda dos juros, em um ambiente no qual os indicadores de confiança de empresários e consumidores ainda estão melhores do que no passado.

 

Positivo - Embora tenham sido vistas surpresas negativas, o governo ainda acredita em um PIB positivo no primeiro trimestre e até considera a possibilidade de uma surpresa favorável advinda do setor externo na contabilidade do PIB, dado que as exportações nesse primeiro período do ano teriam crescido mais que as importações de bens e serviços. (Valor Econômico)

 

BALANÇO: Poupança tem melhor resultado para meses de abril em cinco anos

 

balanco 08 05 2018O volume de depósitos na caderneta de poupança superou o de saques em R$ 1,237 bilhão em abril, de acordo com o relatório divulgado pelo Banco Central (Bacen) nesta segunda-feira (07/05). No total, foram aplicados R$ 182,6 bilhões, contra a retirada de R$ 181,3 bilhões. É o melhor resultado para o mês em cinco anos. O último saldo positivo de abril havia sido registrado em 2013, quando os depósitos superaram os saques em R$ 2,616 bilhões. Nos anos seguintes, o número de retiradas sempre foi maior.

 

Estoque - Com a soma do saldo positivo do mês e os rendimentos creditados nas contas dos investidores – que alcançaram R$ 2,787 bilhões – o estoque de valores depositados na poupança está atualmente em R$ 735,4 bilhões, cerca de R$ 4 bilhões a mais do que no final de março, quando o saldo registrou R$ 731,4 bilhões.

 

Retiradas - Apesar do desempenho positivo em abril, as retiradas continuam maiores que os depósitos em 2018. Nos quatro primeiros meses do ano, a caderneta de poupança registrou saques líquidos de R$ 695 milhões. Mesmo assim, esse foi o melhor resultado para o período desde 2014, quando a aplicação registrou captações líquidas (depósitos menos saques) de R$ 5,39 bilhões.

 

2014 - Até 2014, os brasileiros depositavam mais do que retiravam da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar mais dinheiro da caderneta para pagamento de dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

 

Maior retirada - Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações líquidas excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, retomando o saldo positivo depositado na aplicação, que é a mais popular do país.

 

Rendimento da poupança - Pela legislação em vigor, o rendimento da poupança é calculado pela soma da Taxa Referencial (TR), definida pelo Bacen, mais 0,5% ao mês, sempre quando a Taxa Selic está acima de 8,5% ao ano. Quando a Selic é igual ou inferior a 8,5% ao ano, como ocorre atualmente, em que a taxa básica de juros está em 6,5% ao ano, a remuneração da poupança passa a ser a soma da TR com 70% da Selic.

 

Atração - Mesmo com a queda nos juros, a poupança voltou a atrair recursos porque os rendimentos estão acima da inflação. Nos 12 meses terminados em março, a poupança rendeu 5,5%, enquanto a inflação do mesmo período foi de 2,82%.(Agência Brasil)

 

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SAÚDE: Municípios podem vacinar contra dengue até fim de junho

 

saude 08 05 2018Os 30 municípios que fazem parte da estratégia de vacinação contra a dengue no Paraná têm até o dia 29 de junho para aplicar a terceira dose na sua população-alvo. A decisão foi pactuada nesta segunda-feira (07/05) durante videoconferência com a 1ª Regional de Saúde (RS) - Paranaguá, 9ª RS - Foz do Iguaçu, 10ª RS - Cascavel, 12ª RS - Umuarama, 14ª RS - Paranavaí, 15ª RS - Maringá, 17ª RS - Londrina, 18ª RS – Cornélio Procópio, 19ª RS – Jacarezinho e 20ª RS - Toledo e os 30 municípios alvo.

 

Baixos índices - O secretário estadual da Saúde, Antônio Carlos Nardi, disse que a deliberação foi estabelecida em decorrência dos baixos índices da cobertura vacinal. Segundo Nardi, a extensão da estratégia de vacinação permite que as pessoas tenham mais tempo para ir até uma Unidade de Saúde e ficar protegido.

 

Oportunidade - “O Governo do Estado garante aos cidadãos a oportunidade de se vacinar contra a dengue. Por isso, os paranaenses desses 30 municípios que fazem parte do público-alvo devem procurar uma unidade de saúde para completar seu esquema vacinal. Essa é uma forma eficaz de prevenção e a melhor maneira de estar imunizado”, esclarece o secretário.

 

Vacinação - Esta prorrogação tem objetivo de vacinar quem já tomou a primeira ou a segunda dose durante as outras etapas das campanhas. Em Paranaguá e Assaí, o público-alvo da campanha vai de 9 a 44 anos. Nas outras 28 cidades, a população a ser vacinada abrange pessoas de 15 a 27 anos de idade.

 

Menos de 50% - Até o momento, doze cidades não alcançaram a 50% de cobertura: Porecatu, Foz do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu, Marialva, Maringá, Sarandi, Assaí, Cambé, Ibiporã, Mandaguari, Paranaguá e Londrina. Sendo as três últimas com os piores índices de cobertura de todo Estado, com 15%, 18% e 21% respectivamente.

 

Entre 50% e 70% - Os municípios de Santa Terezinha de Itaipu, Boa Vista da Aparecida, Munhoz de Melo, Paiçandu, Santa Fé, São Jorge do Ivaí, Bela Vista do Paraíso, Jataizinho, Sertanópolis, Leópolis, São Sebastião da Amoreira e Maripá imunizaram entre 50% a 70% da população.

 

Acima de 70% - Apenas seis cidades atingiram cobertura vacinal superior a 70%: Cruzeiro do Sul (78%), Cambará (77%), Iguaraçu e Itambaracá (75%), Tapira (74%) e Santa Izabel do Ivaí (70%). O chefe do Centro estadual de Epidemiologia, João Luís Crivellaro, ressalta que a imunização só estará completa com as três doses da vacina.

 

Apelo - “Por isso fazemos um apelo: se você faz parte do público-alvo, não se descuide e busque um local para se vacinar. Os cuidados com a dengue devem ser constantes. Não podemos descuidar e todos precisam fazer a sua parte”, reforça o diretor. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INTERNACIONAL: Países pedem a EUA e China que evitem guerra comercial

 

internacional 08 05 2018Um grupo de 38 países desenvolvidos e emergentes, incluindo o Brasil, apresentam nesta terça-feira (08/05) na Organização Mundial do Comércio (OMC) um comunicado conclamando os parceiros a evitar uma guerra comercial, que seria desastrosa para a economia global.

 

Documento - O documento, ao qual o Valor teve acesso, foi articulado pela Suíça, conhecida por seu perfil politicamente neutro, e coincide com crescente preocupação de confronto entre EUA e China, as duas maiores economias do mundo.

 

Importância central - Os 38 países destacam que o sistema multilateral de comércio é de importância central para suas economias e para a estabilidade econômica global. Declaram-se encorajados pelas projeções de crescimento do comércio mundial, publicadas pela OMC. Mas se dizem inquietos com as "crescentes tensões comerciais e riscos para o sistema multilateral e o comércio mundial".

 

Medidas protecionistas - O grupo pede para os membros da OMC se absterem de adotar medidas protecionistas e evitar riscos de escalada, e a resolver suas divergências através de diálogo e cooperação, utilizando por exemplo o Órgão de Solução de Controvérsias, espécie de corte suprema do comércio internacional.

 

China - Em encontro informal dos chefes de delegações nesta segunda-feira (07/05), a China declarou que "fará tudo" pelo avanço do comércio e acusou os EUA de adotarem "unilateralismo e protecionismo que colocam um estresse sem precedentes no sistema multilateral de comércio", segundo relato de participantes.

 

Negociações - Depois do fiasco de negociações entre Pequim e Washington, na semana passada, o representante comercial americano, Robert Lighthizer, disse que tarifas poderiam ser impostas já no dia 22 deste mês em importações originárias da China no valor de US$ 50 bilhões. Os chineses já retrucaram que vão responder com tarifas com similar montante contra produtos americanos, o que levou Donald Trump a ameaçar com alíquotas adicionais de US$ 100 bilhões sobre mercadorias chinesas.

 

Barra - O governo Trump colocou a barra muito alta na negociação com a China. Primeiro, ao exigir de Pequim um corte de US$ 200 bilhões no superávit comercial chinês com os EUA até o fim de 2020. Isso significa reduzir cerca de 60% do saldo chinês em três anos, algo longe de ser aceito.

 

Política econômica - Mais irritante para os chineses é a demanda sobre sua política econômica. Trump quer que Pequim pare de dar subsídios via programa "Made in China 2025" para uma série de setores que o governo chinês identificou como estratégicos, desde robótica a veículos elétricos. A China tampouco está disposta a aceitar a demanda para que suas tarifas de importação não sejam mais elevadas que as alíquotas americanas aplicadas em produtos chineses. Tampouco se compromete em abrir seu mercado muito mais para investidores estrangeiros proximamente.

 

Ataque - Nesta terça, a China atacará na OMC medidas unilaterais dos EUA: a medida da seção 232 com sobretaxas contra aço e alumínio, pela qual Pequim ameaça retaliar com sobretaxas valendo US$ 3 bilhões. Também criticará a decisão de Trump de impor sobretaxas como punição pelo que Washington vê como violação generalizada de direitos de propriedade intelectual. A China anunciou que retaliaria produtos americanos, incluindo soja, carros, químicos e aeronaves.

 

Sugestão - Por sua vez, o Brasil sugeriu nesta segunda-feira (07/05) na OMC que os países explorem opções temporárias para evitar o risco de paralisia total do Órgão de Apelação.

 

Preocupação - A preocupação dos países aumenta com o impasse causado pelo bloqueio do governo de Donald Trump à nomeação de novos membros para o Órgão de Apelação. O diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo, já afirmou que a posição americana pode eliminar o papel da entidade como fórum para resolver disputas e levar a um efeito dominó de retaliações comerciais.

 

Membros - O Órgão de Apelação normalmente é formado por sete membros, mas só tem quatro atualmente operando, um a mais que o mínimo de três exigido para funcionar. Em setembro termina o mandato de outro juiz, Chekitan Servasing, das Ilhas Maurício.

 

Conclamação - Dezenas de países tem conclamado os EUA a enfim colocar na mesa o que desejam como reforma no Orgão de Apelação, em vez de minar gradualmente seu funcionamento, como vem fazendo na prática.

 

Crucial - Em discurso nesta segunda diante das outras delegações, o embaixador brasileiro Evandro Didonet considerou crucial lançar o processo de seleção para preencher as vagas, sem atraso, no Orgão de Apelação. O Brasil mesmo tem um candidato, o embaixador José Alfredo Graça Lima.

 

Pronto - Em paralelo, o Brasil se diz pronto a discussões sobre qualquer questão específica sobre o funcionamento do mecanismo. E acredita que, diante de uma solução permanente que não virá tão cedo, opções temporárias devem ser examinadas com urgência.

 

Ameaças - Em meio a ameaças de guerra comercial, o representante brasileiro destacou que a preservação e reforço do sistema multilateral de comércio deve ser a prioridade imediata. Apesar de reconhecer circunstâncias desfavoráveis, o Brasil defende também a retomada do pilar negociador na OMC, com ênfase em agricultura, subsídios ao setor pesqueiro e questões de desenvolvimento. (Valor Econômico)

 

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OPINIÃO: Para exportar mais, Brasil precisa vencer a “síndrome de Trump”

 

opiniao 08 05 2018Há uma semana, proferi palestra para o ‘Grupo de Mercado’ das cooperativas do Paraná, que pensa estratégias de desenvolvimento para o setor, principalmente na área do agronegócio.

 

Em 2017, as 221 cooperativas do Paraná alcançaram o faturamento conjunto de R$ 70,3 bilhões, conforme dados do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná – Ocepar. Desse valor, R$ 58,9 bilhões vieram do agronegócio, representando quase um terço do total do faturamento das cooperativas do agronegócio do Brasil.

 

Em 2015, a Ocepar estabeleceu como meta alcançar faturamento total de R$ 100 bilhões até 2020, o que representaria um crescimento de 40% no período de 5 anos. Além de estratégias de mercado, o programa apelidado de “PRC 100 – Paraná Cooperativo 100” está conduzindo o planejamento estratégico em outros quatro pilares: financeiro, cooperação, infraestrutura e governança e gestão.

 

O Grupo de Mercado do PRC 100 envolve cerca de 30 profissionais das áreas de mercado, varejo e marketing das cooperativas paranaenses. A conversa com esses especialistas não poderia ter acontecido num momento mais oportuno. Após a Rússia, que suspendeu todas as importações de carnes bovina e suína brasileiras a partir de dezembro de 2017, a União Europeia impôs restrições a vários frigoríficos exportadores de carne de frango, afetando cerca de 30% das vendas externas desse produto para o bloco europeu.

 

Nesse contexto, identificamos várias fragilidades que precisariam ser repensadas na estratégia de crescimento do agronegócio paranaense e, em geral, do Brasil.

 

Dependência do mercado externo e concentração da pauta exportadora

Em produtos mais competitivos, como a soja e as carnes, o Brasil tem uma grande exposição ao mercado externo. Somos o segundo maior produtor e líder nas exportações mundiais de soja em grão e de carne de frango, responsáveis por cerca de 40% das vendas externas desses dois produtos. Ao mesmo tempo, o mercado interno do Brasil consome somente 24% de soja e menos de 70% de carne de frango produzidos. O resto é exportado. Nas carnes bovina e suína, as exportações representam uma parcela menor, de 15% e 14%, respectivamente.

 

A dependência do mercado externo por si só não é um problema. Enquanto no Brasil temos pouco mais de 200 milhões de consumidores, fora do País contamos com mais de 7 bilhões. E a atividade exportadora remunera muito bem.

 

O problema é a concentração da pauta exportadora do Brasil em poucos produtos. Os 11 produtos mais vendidos pelo País no comércio internacional em 2017 representaram 50,2% do total exportado. Oito desses produtos são do agronegócio: soja em grão, açúcar bruto, carne de frango, celulose, carne bovina, farelo de soja, café cru em grão e milho. Outros três produtos são o minério de ferro, petróleo bruto e automóveis de passageiros.

 

Quando consideramos dados agrupados, verificamos que somente quatro complexos: de soja, de carnes, de produtos florestais e de café representaram 79% das exportações totais do agronegócio e 35% do total exportado pelo Brasil no ano passado.

 

A concentração da pauta exportadora se repete no caso do Paraná, que foi o terceiro maior Estado exportador do País, responsável por 13,6% do total vendido no exterior. Os quatro complexos mais exportados: soja, carnes, produtos florestais e sucroalcooleiro, representaram 88% do total das exportações do Paraná em produtos do agronegócio e 66% do total exportado pelo Estado.

 

Como dependemos das exportações de poucos produtos, qualquer restrição significativa no comércio internacional causa oferta excessiva no mercado interno e afeta negativamente os preços. As empresas são forçadas a diminuir a produção, introduzindo férias coletivas e até reduzindo o quadro de pessoal. O impacto das dificuldades no comércio internacional é revertido em perdas de renda e de empregos no País.

 

Balança comercial desequilibrada

O outro problema é o desequilíbrio da nossa balança comercial. O comércio exterior do Brasil teve seu crescimento acelerado a partir de 2001, quando a China entrou na Organização Mundial do Comércio – OMC, atingindo seu ápice em 2011, com US$ 256 bilhões em exportações e US$ 226,2 bilhões em importações. Nesse período, a balança sempre permaneceu superavitária para o Brasil, com exceção ao ano de 2014, quando foi registrado um pequeno déficit de US$ 4 bilhões.

 

De 2012 a 2016, as exportações caíram e os superávits aumentaram. Em 2017, o Brasil conseguiu recuperar um pouco as exportações, que somaram US$ 217,7 bilhões. Ao mesmo tempo, registrou superávit recorde de US$ 67 bilhões.

 

No comércio de produtos do agronegócio, o desequilíbrio entre as exportações e as importações é ainda mais acentuado. O melhor ano para nossas exportações foi o de 2013, quando vendemos US$ 100 bilhões em produtos agropecuários e agroindustriais para o exterior. Naquele ano, o superávit do Brasil chegou a quase US$ 83 bilhões. No período de 2014 a 2016, as exportações caíram, tendo se recuperado um pouco em 2017, totalizando US$ 96 bilhões. O superávit do agronegócio brasileiro naquele ano foi de quase US$ 82 bilhões.

 

Importamos muito pouco de produtos agropecuários e agroindustriais de outros países. Os nossos expressivos superávits são déficits dos nossos parceiros comerciais. Quando negociamos a abertura de mercados para os nossos produtos do agronegócio, encontramos dificuldades exatamente por conta desse desequilíbrio. Vivo repetindo que o comércio é uma via de mão dupla. E o princípio primordial em qualquer negociação é a reciprocidade. Se nossos parceiros comerciais sempre ‘perdem’ para nós, que incentivos eles têm para continuar negociando conosco?

 

E os exemplos não faltam. A Rússia, que é grande exportador de trigo e de peixe de captura, quer vender esses produtos no Brasil. A China quer vender aqui suas maçãs e peras. Os países da União Europeia querem exportar para o Brasil mais frutas, lácteos e frios. E assim por diante.

 

Ao mesmo tempo, temos uma participação relevante na importação de grãos e carnes por esses países. Por exemplo, na União Europeia, respondemos por quase 50% das importações totais de carne de frango em 2017 (já chegamos a responder por 60% em 2014). Antes da suspensão imposta pela Rússia, o Brasil chegou a ser responsável por mais de 90% das importações russas de carne suína e por 60-65% das importações de carne bovina de fora da União Econômica Euroasiática. A nossa soja já chega a quase 50% do total importado pela China.

 

É a reciprocidade que move o comércio internacional. E o desequilíbrio no nosso comércio, causado por um volume muito pequeno de importações, restringe diretamente as nossas exportações. As nossas vendas externas estão estagnadas e vão permanecer assim até que adotemos uma estratégia de reduzir as tarifas de importação e agilizar as negociações sanitárias e fitossanitárias para a entrada de produtos agropecuários importados.

 

O preconceito generalizado contra as importações, apelidado durante o nosso encontro com as cooperativas paranaenses de ‘síndrome de Trump’, precisa ser combatido. Para exportar, precisamos importar.

 

Restrições sanitárias

As restrições sanitárias impostas pelos grandes mercados, como a União Europeia e a Rússia, abalaram muito os produtores paranaenses. Sem entrar no mérito dos critérios técnicos utilizados, gostaria de enfatizar que as restrições não foram decisões fáceis para esses mercados.

 

Há tempos esses países notificavam o Brasil sobre as inconformidades nas importações de produtos brasileiros. A determinação de suspender as compras veio apenas depois que o Brasil apresentou garantias insuficientes quanto às medidas tomadas para evitar situações de inconformidade. Ou seja: não fomos capazes de passar segurança na nossa determinação de combater os problemas. A investigação policial sobre a adulteração de certificados sanitários também contaminou a confiança dos importadores.

 

Os países importadores têm uma preocupação válida quanto à segurança alimentar. E suspender as importações de um parceiro tão importante traz risco de desabastecimento e aumento dos preços dos alimentos para os consumidores. Por isso, discordo da afirmação de que a principal motivação das restrições foi política. Parece-me que a razão predominante foi a falta de confiança.

 

Traçando novas estratégias de mercado

A concentração das exportações em poucos produtos e a grande dependência desses poucos produtos para o sucesso do nosso comércio exterior, com uma importante saturação nos mercados importadores, traz a necessidade de os produtores mudarem a estratégia.

 

A solução é diversificar tanto produtos quanto os mercados. A estratégia interna é interligada à externa, por conta da grande exposição dos nossos complexos exportadores ao comércio internacional. Por exemplo, toda a produção animal depende dos grãos, que são usados na ração. Quando os preços internacionais de grãos sobem, aumentam as exportações e falta ração no mercado interno.

 

Nos produtos tradicionais, como carnes, é preciso ficar cada vez mais atento às exigências sanitárias de cada um dos países importadores. É preciso cativar o importador, como qualquer outro cliente. Antecipar as demandas e as preferências. Estabelecer a confiança. Mas esse será o tema do meu próximo artigo.

 

O Paraná exporta, mesmo que em volumes ainda pequenos, uma grande variedade de produtos: cereais, café, couros e peles, sucos e outras bebidas, rações para animais, produtos hortícolas, leguminosas, raízes e tubérculos, produtos apícolas, cacau, lácteos, frutas, animais vivos, plantas e flores. Há também um potencial enorme na produção e exportação de peixes de cultivo.

 

As novas decisões e estratégias vão ter que passar por uma grande mudança na visão dos produtores agropecuários quanto ao comércio exterior. Vários estereótipos e preconceitos precisam ser superados, inclusive, a síndrome de Trump. Só assim, vamos conseguir ampliar as exportações agropecuárias e agroindustriais.

 

*Tatiana Palermo é Mestre em Direito Empresarial Internacional e expert em gestão estratégica com bem-sucedida carreira de mais de 20 anos na área de comércio. Foi secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (2015-2016). Artigo publicado no portal do jornal Gazeta do Povo

 


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