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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4320 | 03 de Maio de 2018

ENCONTROS DE NÚCLEOS: Primeira rodada de 2018 será realizada de 15 a 18 de maio

encontros nucleos destaque 03 05 2018O Sistema Ocepar promove a primeira rodada dos Encontros de Núcleos Cooperativos de 2018 entre os dias 15 e 18 de maio. Os eventos são realizados duas vezes por ano com o objetivo de reunir a diretoria da entidade e as lideranças do setor para tratar de assuntos de interesse do cooperativismo paranaense. Nesta etapa, haverá ainda a participação do doutor em Economia, Juan Jensen, que fará uma análise dos cenários econômico e político brasileiro, e da gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Fabíola Nader, que vai tratar das eleições 2018.

Locais e datas – Os Encontros vão começar pela região Oeste, em Marechal Cândido Rondon, no dia 15, tendo como anfitriãs as cooperativas Copagril e Sicredi Aliança PR/SP. No dia 16, cooperativistas do Sudoeste participam do evento em Pato Branco, onde as cooperativas anfitriãs serão o Sicoob Integrado e Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP. Em Arapoti, a Capal e a Ceral vão receber os representantes do Centro-Sul, no dia 17. Já as lideranças do Norte e do Noroeste participam dos debates em Arapongas, tendo o Sicoob Central Unicoob e o Sicoob Horizonte como cooperativas anfitriãs.

Programação – Os eventos iniciam às 9h e serão abertos pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, junto com os presidentes das cooperativas anfitriãs e coordenadores de núcleos. Depois, haverá uma apresentação sobre as cooperativas anfitriãs. As participações de Juan Jensen e Fabíola Naeder estão previstas para às 10h e 11h15, respectivamente. Na sequência, temas diversos ligados ao cooperativismo serão tratados pela diretoria da Ocepar.

 

encontros nucleos folder 03 05 2018

 

FORMAÇÃO: Gestores do Sistema Ocepar participam do Programa de Cultura e Performance

Dezesseis gestores do Sistema Ocepar participam, nesta terça e quarta-feira (02 e 03/05), em Curitiba, de capacitação dentro do Programa de Cultura e Performance, com o foco numa gestão eficaz, de acordo com os propósitos e o planejamento estratégico do sistema. Com uma carga horária de 16 horas, o curso tem o objetivo de trabalhar o comportamento de liderança por meio do autoconhecimento e ferramentas práticas de gestão. O evento é conduzido pelos consultores da Open Educação, Robson Crestani e Vivian de Albuquerque. A formação foi aberta na terça com a presença do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e dos superintendentes Robson Mafioletti, da Ocepar, Leonardo Boesche, do Sescoop/PR, e Nelson Costa, da Fecoopar.

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ACI: Cooperativas geram emprego formal e trabalho sustentável

 

aci 03 05 2018Ao redor do mundo, diversas nações celebraram, nesta terça-feira (01/05), o Dia do Trabalho e, para reforçar que o cooperativismo faz parte desse movimento global de geração de trabalho, emprego e renda, a Aliança Cooperativa Internacional (ACI) divulgou uma nota oficial discorrendo sobre os desafios tanto do mercado quanto dos profissionais.

 

Mundo mais justo - A nota também enfatiza o fato de o cooperativismo contribuir com a construção de um mundo mais justo e inclusivo. “As cooperativas oferecem um novo paradigma, onde inclusão, participação e crescimento caminham lado a lado”, afirmou Ariel Guarco (foto), presidente da Aliança Cooperativa Internacional.​

 

Representação - O Brasil está representado na ACI, por meio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), desde 1988. De lá pra cá, o cooperativismo brasileiro passou a acompanhar eventos internacionais, trocar experiências e a participar da definição das diretrizes do cooperativismo mundo afora.

 

Associação internacional - A ACI é uma associação internacional sem fins lucrativos estabelecida em 1985 para promover o modelo empresarial de cooperativas. A Aliança é a voz para cooperativas no mundo todo, representando mais de 300 federações e organizações cooperativas em 105 países (números de janeiro de 2017).

 

Cooperativista - E como o assunto é trabalho, segundo a ACI, uma em cada seis pessoas no mundo é cooperativista, ou seja, 1,2 bilhão de pessoas possuem uma ocupação profissional graças ao cooperativismo, por meio das mais de 2,94 milhões de cooperativas. Além de gerar trabalho, essas cooperativas também geram 280 milhões de empregos diretos.

 

Nota - Confira, abaixo a Nota da ACI:

 

Os desafios do futuro do trabalho: como as cooperativas podem ser parte da solução

No Dia Internacional do Trabalhador (1º de maio), a Aliança Cooperativa Internacional celebra o compromisso dos cooperadores em criar empregos sustentáveis e trabalho formal, reduzindo a desigualdade de renda, e mostrando sua capacidade de ser um grande laboratório experimentando com formas de trabalho inovadoras e sustentáveis. A Aliança Cooperativa Internacional atende e representa mais de 3 milhões de cooperativas e mais de 1,2 bilhão de membros de cooperativas em todo o mundo, em todos os setores da economia.

 

O mundo está sofrendo com altos níveis de desemprego e subemprego, especialmente entre os jovens. Também sofre com o aumento da insegurança no emprego, a deterioração da proteção social e com as crescentes desigualdades. Mas as cooperativas, como um dos maiores agentes na área trabalhista e representando quase 10% da população mundial empregada, pode ser parte da solução para muitos dos desafios do futuro do trabalho.

 

Como empresas centradas em pessoas que pertencem a seus membros e são por eles administradas para realizar suas necessidades e aspirações comuns, sejam estes membros clientes, empregados, usuários ou residentes, cooperativas são democraticamente administradas e controladas. A capacidade inerente das cooperativas de inovar e se adaptar para satisfazer as necessidades da comunidade pode ser uma ferramenta para trazer democracia, igualdade e sustentabilidade para o ambiente de trabalho.

 

“Mudanças tecnológicas, a economia baseada no conhecimento, big data e deslocalização estão, entre outros fatores, rapidamente causando um impacto no mundo do trabalho – e ainda temos que levar em conta questões como disparidades salariais entre os gêneros e escravidão moderna, que afeta pessoas de todos os gêneros e idades ao redor do mundo. As cooperativas oferecem um novo paradigma, onde inclusão, participação e crescimento caminham lado a lado”, afirmou Ariel Guarco, Presidente da Aliança Cooperativa Internacional.

 

A Aliança Cooperativa Internacional aprovou a Iniciativa do Centenário da Organização Internacional do Trabalho com foco no Futuro do Trabalho e, dentro deste contexto, a criação pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) da Comissão Global sobre o Futuro do Trabalho. O movimento cooperativo apresentou uma carta de posicionamento sobre o Relatório Inicial da Comissão Global, chamado Cooperativas e o Futuro do Trabalho, mostrando a relevância das cooperativas no trabalho e emprego, e propôs recomendações de políticas visando promover as contribuições de cooperativas para o futuro do trabalho.

 

Quais são as características do trabalho cooperativo?

Com relação aos atributos do trabalho que as pessoas valorizam, o relatório Cooperativas e Emprego: um Relatório Global revela que pessoas que trabalham em uma cooperativa ou em uma estrutura de cooperativa em diferentes partes do mundo sentem “uma combinação de lógica econômica, busca por eficiência, flexibilidade compartilhada, senso de participação, ambiente familiar, orgulho e reputação, forte sentimento de identidade e foco em valores.” [1] O relatório foi publicado pelo CICOPA, organização setorial da Aliança Cooperativa Internacional para a indústria e serviços, em 2014, e sua seção qualitativa é baseada em uma série de entrevistas.

 

As cooperativas também vêm trabalhando com grupos vulneráveis como trabalhadores migrantes e refugiados, contribuindo para a criação de empregos e integração no trabalho. Conforme a OIT destacou [2], cooperativas em vários países têm integrado ativamente migrantes em sua força de trabalho ou oferecido apoio a estas pessoas, inclusive com relação à redução de riscos para a saúde e psicossociais.

 

Enquanto que a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas defende o pleno emprego, as políticas macroeconômicas deslocaram sua atenção em promover o emprego para focar em políticas monetárias e de preços, austeridade e flexibilização. Cooperativas tendem a priorizar eficiência de longo prazo ao invés de eficiência administrativa de curto prazo, não só porque são movidas pelas necessidades e aspirações dos cidadãos, mas também porque os envolvem em uma empresa da qual são donos em conjunto e democraticamente controlam.

 

Cooperativas em muitos países já começaram a aproveitar novas oportunidades que foram disponibilizadas na “economia branca”, “economia verde”, “economia circular” e indústrias criativas. Em várias destas atividades, a forma cooperativa tem uma vantagem comparativa porque uma gestão descentralizada e democrática é geralmente conducente à entrega destas atividades. Reunir-se em grupos e redes cooperativas oferece melhores condições de desenvolvimento nestes setores graças às economias de escala que estes grupamentos geram. 

 

Recomendações de políticas para a promoção de cooperativas

Assim como a OIT reconheceu a contribuição das cooperativas para criação de empregos por meio da Recomendação sobre a Promoção das Cooperativas de 2002 (no 193), a Aliança Cooperativa Internacional pede à Comissão Global e aos governos que estendam este reconhecimento à discussão sobre o futuro do trabalho.

 

Como nossa carta de posicionamento sugere, promover o modelo de negócios cooperativo pode ser parte da solução para muitos dos desafios que o mundo do trabalho, em constante mudança, está enfrentando.

 

A Aliança Cooperativa Internacional pede aos governos que:

-Promovam ativamente o modelo cooperativo como um criador de empregos de qualidade e renda coletiva em níveis locais, nacionais e internacionais;

-Mudem as condições de acesso à proteção social para que todos os trabalhadores possam ter acesso a ela, independentemente de sua situação empregatícia;

-Aprovem legislação permitindo o monitoramento do funcionamento adequado de cooperativas, inclusive no campo dos direitos dos trabalhadores;

-Incentivem fortemente o diálogo e as alianças entre o movimento cooperativo e as organizações sindicais. (Informe OCB)

 

SICREDI: Quarenta novas agências serão inauguradas em São Paulo este ano

 

O Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, prevê um crescimento de 20% em 2018, mesmo resultado alcançado no ano passado. A instituição também planeja investir R$404 milhões durante esse ano, principalmente para abertura de agências e modernização de sistemas. Somente no estado de São Paulo, são 40 inaugurações previstas e o fortalecimento da presença da marca na região poderá ser visto durante a Agrishow, feira de tecnologia agrícola que acontece entre os dias 30 de abril e 4 de maio, em Ribeirão Preto (SP).

 

Modelo de gestão - O crescimento pode ser explicado pelo modelo de gestão que vem atraindo cada vez mais associados. As ações são desenvolvidas para captar recursos e agregar renda aos cooperados que também são donos do negócio. A proximidade com o associado é um grande diferencial percebido em eventos como a Agrishow. O relacionamento realizado no estande do Sicredi no evento permite uma consultoria mais personalizada sobre as particularidades das cooperativas de crédito e investimento e de algumas modalidades de negócios, como o crédito rural.

 

Agronegócio - Cerca de 18% dos mais de 3,7 milhões de associados do Sicredi têm ligação com o agronegócio e cerca de 90% desse total utiliza recursos do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar).  A atuação nesse segmento é tão representativa que a instituição foi reconhecida como o agente financeiro com o maior volume de operações de investimento contratadas pelo Programa  no ano agrícola 2016/2017. No período, o Sicredi liberou mais de R$ 672 milhões em 12.497 operações. 

 

Recursos - Durante a Agrishow, o Sicredi disponibilizará cerca de R$ 100 milhões para o financiamento de equipamentos e máquinas agrícolas. Para a Safra 2017/2018, que vai até 31 de julho, a instituição irá ofertar um total de R$ 14,8 bilhões no País. Já para o próximo período (2018/2019), a projeção é de conceder R$ 17,7 bilhões em financiamentos, incremento de 20% em comparação à safra anterior.

 

Expansão em São Paulo - Entre as cidades paulistas que irão receber novas unidades do Sicredi em 2018 estão: São Paulo (unidades Berrini e Faria Lima), São José do Rio Preto, Fernandópolis, Americana, Limeira, Santa Bárbara D'Oeste, Sertãozinho, Batatais, Bauru, Piracicaba, São Vicente, Itaquaquecetuba e Ribeirão Preto, que ganhará sua terceira agência. Esse movimento ganhou força após a inauguração da agência na Avenida Paulista, coração financeiro da Capital, em 2016. "Desde então, seguimos com nosso plano de expansão no Estado, mostrando aos moradores de São Paulo os diferenciais da nossa instituição financeira cooperativa e ajudando as comunidades do Estado", destaca o presidente Nacional do Sistema Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.

 

Números - O Sicredi em números

•          116 cooperativas de crédito filiadas;

•          1.581 agências em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal;

•          22,8 mil colaboradores;

•          3,7 milhões de associados;

•          R$ 12,9 bilhões em patrimônio líquido;

•          R$ 77,5 bilhões de ativos;

•          20% de crescimento em 2017;

•          300 soluções financeiras para os associados;

•          199 é o número de municípios do País onde o Sicredi é a única instituição financeira presente.

 

Sobre o Sicredi O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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SICREDI RIO PARANÁ I: Instalações são reinauguradas em Querência do Norte (PR)

 

No início da semana, o município de Querência do Norte, noroeste do Paraná, ganhou novas instalações da Cooperativa Sicredi Rio Paraná PR/SP. A primeira agência foi instalada na cidade em abril de 2001. E, 17 anos depois, um novo espaço é reinaugurado. 

 

Cerimônia - A cerimônia contou com a presença do presidente da Sicredi Rio Paraná PR/SP, Jorge Bezerra Guedes, do diretor executivo da Sicredi Rio Paraná, Almir Schotten, do diretor de Operações da Sicredi Rio Paraná, Vanderlei Gonçalves, da gerente de Desenvolvimento Regional, Vanessa Gutowiski, do Conselheiro Fiscal, José Augusto Felix, da prefeita Rose Oliveira, vereadores, representantes do Sindicato Rural e Associação Comercial, Polícia Militar, Claudinei Nery, diretor do GGI e demais autoridades. “Queremos cada vez mais criar bem-estar social para a população de Querência”, disse o presidente da cooperativa em seu discurso. 

 

União - As cooperativas de crédito representam a força da união de pessoas em torno de objetivos comuns. Elas criam oportunidades de negócios e fortalecem a região onde está presente. Com quase 4 milhões de associados em todo o País, o Sicredi é uma instituição financeira cooperativa feita por pessoas para pessoas. Presente em 21 estados brasileiros, tem como diferencial um modelo de gestão que valoriza a participação, no qual os sócios votam e decidem sobre os rumos da sua cooperativa de crédito.

 

Diferenciais - “O relacionamento é um dos nossos maiores diferenciais. O Sicredi valoriza a proximidade para oferecer aos associados muito mais do que produtos e serviços, e, sim, soluções que cooperam com o momento de vida de cada um”, acrescentou Guedes. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

 

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SICREDI RIO PARANÁ II: Dia de orientação financeira é realizado em Presidente Epitácio (SP)

 

Às margens do “pôr do sol mais bonito do Brasil”, eleito pelo Fantástico, o Sicredi Rio Paraná PR/SP promoveu um dia de orientação financeira na areia, o “Sicredi na Praia”. Durante o 1º Torneio Amador de Jet Sky, na terça-feira (01/05), realizado em Presidente Epitácio (SP), a equipe da agência local do Sicredi aproveitou para orientar as pessoas. A ideia foi aproximar a cooperativa do público e mostrar que orientação financeira pode ser feita em qualquer lugar. 

 

Sobre o Sicredi Rio Paraná- O Sicredi Rio Paraná está presente em 44 cidades do noroeste do Paraná e sudeste de São Paulo. São 23 agências instaladas nas duas regiões. Para mais informações acesse sicredi.com.br ou nossas redes sociais fb/sicredirioparana e @sicredirioparana. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

 

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SICOOB UNICOOB: Conexão Sicoob chega ao Paraná e realiza eventos de preparação na Central

O Conexão Sicoob, projeto voltado para o público jovem, chegou ao Paraná. Nos dias 24 e 25 de abril, foram realizados na Central Unicoob, em Maringá, os primeiros encontros de preparação para os eventos do projeto que acontecem durante o mês de maio em Maringá, Londrina Curitiba e Pato Branco.

Estados - Promovido pelo Sicoob Confederação, Bancoob e Eureca em parceria com o movimento Brasil Júnior, o Conexão já passou por diversos estados do Brasil, como Rio de Janeiro, Espírito Santo, Brasília e Rondônia.

Aproximação - Um dos principais objetivos é aproximar o Sicoob do público jovem, dos universitários que estão iniciando no mercado de trabalho com grandes ideias e sede de empreender. No Conexão, esse público é desafiado a encontrar soluções sustentáveis e inovadoras para os problemas propostos, tendo sempre como foco os conceitos de capitalismo consciente e economia compartilhada.

Workshop - Durante o dia 24, aconteceu um workshop com dirigentes e colaboradores das quatro cooperativas que receberão o Conexão no Paraná: Integrado, Metropolitano, Norte do Paraná e Sul. O encontro foi pensado para sensibilizar os participantes a respeito dos principais conceitos que serão trabalhados com os jovens, resgatar o propósito do Sicoob e definir qual será o desafio do “Laboratório de Inovação” em cada cidade.

Divulgação - Na quarta-feira (25/04), foi a vez dos jovens universitários que serão responsáveis por apoiar a divulgação do Conexão Sicoob nas Universidades se reunirem na Central. Chamados de Guardiões, esses jovens atuam como lideranças das empresas juniores e durante a visita, tiveram a oportunidade de conhecer de perto o Sicoob, propósito, missão e valores da cooperativa para potencializar o engajamento com o projeto.

Compreensão - A gerente de produtos e apoio comercial do Bancoob, Débora Ingrisano, espera que o workshop tenha colaborado para que as cooperativas compreendam que o principal propósito do projeto é o relacionamento e a venda de produtos e serviços, uma consequência. “Esperamos também que entendam o que é o capitalismo consciente, o Movimento Empresa Júnior, o papel dos millenials, como vai ser o Conexão e por fim, comprem a ideia, o que é mais importante ”, explicou.

Parceria - Débora falou ainda sobre a parceria do Bancoob com as empresas juniores e como foi o primeiro contato com os universitários. “A Eureca, que é nossa parceira nesse projeto, trouxe o presidente da Confederação Brasil Junior para conversar e quando trocamos experiências, nós chegamos à conclusão que precisaríamos nos conectar, porque tínhamos o mesmo propósito: desenvolvimento econômico social”, relatou. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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COPAGRIL: Começa a campanha de vacinação de bovinos contra aftosa

 

copagril 03 05 2018Já começou a primeira etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa 2018. Até 31 de maio, deverão ser vacinados 200 milhões de bovinos e búfalos da maioria dos estados brasileiros, além do Distrito Federal.

 

Idade - Os criadores do Paraná devem vacinar os animais com até 24 meses de idade, enquanto no Mato Grosso do Sul é obrigatória a imunização de animais de todas as idades.

 

Dose - A campanha é realizada nos mesmos moldes do ano passado: uma dose de 5 ml da vacina deve ser aplicada na região subcutânea do animal. As vacinas podem ser adquiridas nas Lojas Agropecuárias Copagril.

 

Comunicação - Após a imunização, o produtor deve fazer a comunicação junto ao escritório do órgão de defesa sanitária do seu município. Somente assim, a situação sanitária do rebanho é regularizada. O atraso na comprovação da vacina implica na impossibilidade de emissão do Guia de Trânsito Animal (GTA), por um período mínimo de 30 dias.

 

Doença - Os rebanhos brasileiros não apresentam a aftosa há mais de uma década. O último foco da doença no país foi registrado no município de Japorã, no Mato Grosso do Sul, em abril de 2006. A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) deve declarar, oficialmente, o Brasil como país livre da febre aftosa com vacinação em junho. (Imprensa Copagril)

 

FRÍSIA: Especialistas vêm boa produtividade na safra 17/18 no Tocantins

 

frisia 03 05 2018Representantes da Frísia e pesquisadores da Fundação ABC (FABC) avaliam que a atual safra no Tocantins deve ter um aumento de produtividade em relação ao ano anterior. A cooperativa está no estado desde 2016, após a instalação de uma unidade em Paraíso do Tocantins. O aumento é estimado, em média, em mais de dez sacas de soja por hectare.

 

Clima - “Diferente da safra anterior, tivemos ganho na condição climática: o produtor não sofreu com veranicos e houve regularidade de chuvas”, afirma Mario Dykstra, gerente de negócios Agrícola da cooperativa. Dykstra também avalia positivamente o potencial das lavouras, tanto para área de abertura – com uma expectativa de 50/55 sacas – quanto para lavouras já plantadas – com potencial para 60/70 sacas.

 

Média de produtividade - Atualmente, o estado tem uma média produtiva de 48 sacas por hectare, chegando aos 58 em algumas regiões. O potencial agrícola cresceu nos últimos dez anos em razão do aumento da área de plantio, que saiu dos 450 mil hectares para 900 mil. “Hoje o Tocantins trabalha com uma realidade de aproximadamente 48 sacas, mas queremos ir além e chegar às 72/75 sacas”, afirma a coordenadora da unidade Frísia no Tocantins, Érica Lima Brito. Para ela, o trabalho realizado pela cooperativa é importante porque permite vivenciar a realidade do local.

 

Segundo ano - Este é o segundo ano que a região recebe assistência técnica da Frísia, além do acompanhamento dos pesquisadores da FABC. Foram desenvolvidos estudos de adaptação de cultivares, fertilidade dos solos e manejo de culturas. “Nesta safra foi possível validar os resultados obtidos nos experimentos do ano anterior, as melhores cultivares selecionadas nos nossos testes foram validadas e confirmadas em lavouras dos cooperados”, comenta o gerente técnico de Pesquisa da Fundação, Luis Henrique Penkoski.  “O investimento na abertura de novas áreas é alto. Saber como podemos posicionar a melhor estratégia tanto para correção quanto para construção da fertilidade dos solos é, sem dúvida, um ponto essencial para a sustentabilidade do produtor”, salienta o pesquisador.

 

Produtor - O cooperado Pedro Henrique Rabito é produtor de soja, milho e milheto, e começou a trabalhar nas áreas do Tocantins em 2015. “Com 200 hectares, fechei uma produção de 42 sacas. Já, em 2016, aumentamos para 580 hectares, com um resultado de 54 sacas.” Para 2018, a expectativa é ainda maior: “Com 750 hectares esperamos que a produção gire entre 60 e 65 sacas”, afirma o produtor.

 

Unidade - Em 2016, a Frísia inaugurou sua unidade em Paraíso do Tocantins, a 63 km de Palmas. Com capacidade inicial para armazenar 28 mil toneladas de grãos, os investimentos em novos silos poderão receber o dobro de armazenamento. O empreendimento atende agricultores da região, traz mais segurança e auxilia no escoamento da safra.

 

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

UNIMED MARINGÁ: Colaboradores são orientados sobre higienização das mãos

 

unimed maringa 03 05 2018Dia 5 de maio é celebrado o Dia Mundial de Higienização das Mãos e, com objetivo de conscientização, no mundo inteiro são promovidas atividades para a população e profissionais da saúde sobre a importância da correta higiene. O hábito previne infecções e promove a segurança de pacientes, profissionais e demais usuários dos serviços de saúde. 

 

Colaboradores - Em alusão a data, uma equipe da Unimed Maringá irá desenvolver um trabalho com os colaboradores da cooperativa. No próximo dia 7, dois enfermeiros e um médico infectologista farão uma fala explicativa sobre os cuidados necessários e uma demonstração prática da higienização adequada das mãos. 

 

Primeiro passo - De acordo com a enfermeira do Controle de Infecção da Unimed Maringá, Tatiana Caroline de Souza, fazer a higiene corretamente é o primeiro passo para prevenir uma série de doenças. “Gripe Influenza, conjuntivite, diarreia e até catapora, são apenas alguns exemplos que podem acometer quem não faz a higiene corretamente”, explica.

  

Orientações - Algumas orientações de quando se deve higienizar as mãos: 

• Antes de comer ou manusear alimentos

• Depois de ter utilizado o banheiro

• Depois de assoar o nariz, tossir ou espirrar

• Antes de efetuar qualquer ação que inclua o contato com mucosas corporais (por exemplo, colocar ou retirar lentes de contato)

• Depois de tocar animais ou seus dejetos

• Depois de manusear resíduos (por exemplo, lixo doméstico)

• Depois de usar transportes públicos

• Antes e depois de tocar doentes ou feridas (cortes, arranhões e queimaduras)

• Antes e depois de uma visita a um doente internado (hospital ou outra instituição). (Imprensa Unimed Maringá)

 

Foto:Pixabay

 

EVENTO: Fórum vai debater arrendamentos portuários no dia 8 de maio, em Curitiba

 

Especialistas vão debater o marco regulatório dos portos, no dia 8 de maio, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em Curitiba, durante o Fórum de discussões sobre arrendamentos portuários. O evento é promovido pelo Universidade Federal do Paraná, por meio do Instituto Tecnológico de Transportes e Infraestrutura, em parceria com a Secretaria Nacional de Portos. 

 

Programação - O evento inicia às 9h30. Após a cerimônia de abertura, serão realizados três painéis que vão discutir os temas “Situação dos arrendamentos portuários e cenário futuro”, “Novos leilões x prorrogação antecipada” e “Metodologia proposta para análise de pedidos de prorrogação de arrendamentos”. As inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo site www.itti.org.br.

 

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INFRAESTRUTURA: Demora põe na berlinda renovação das concessões de ferrovias em 2018

 

infraestrutura 03 05 2018Principal aposta para destravar investimentos bilionários em novas ferrovias, a renovação antecipada das concessões no setor está levando mais tempo do que o previsto e a assinatura dos aditivos contratuais ainda neste ano tornou-se incerta.

 

2019 - O governo já assume que pelo menos uma das cinco prorrogações anunciadas acabará ficando para 2019, mas não jogou a toalha e corre contra o relógio para estender quatro outros contratos até dezembro.

 

Desembolsos - Em troca de mais 30 anos de vigência dos contratos, que expiram em meados da próxima década, as atuais operadoras acenavam com desembolsos de R$ 25 bilhões na ampliação das malhas. O modelo, porém, enfrenta objeções dos órgãos de controle e escassez de braços na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Presidentes e executivos das concessionárias devem aproveitar hoje a abertura da sétima edição do "Brasil nos Trilhos", maior encontro anual do setor, para fazer apelos ao governo por celeridade no processo.

 

Impacto - Um estudo da consultoria GO Associados obtido pelo Valor e que será apresentado no evento demonstra o impacto da falta de investimentos. Sem expansão das ferrovias, a parcela da safra agrícola transportada por trens diminuiria de 19,3% em 2016 para 14,7% em 2026. Por outro lado, com os investimentos prometidos, haveria ganho de escala e queda de 22% no preço do frete.

 

Ajuste - O cronograma das renovações antecipadas foi ajustado pela equipe do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e prevê o envio, em junho, da proposta final da Malha Paulista ao Tribunal de Contas da União (TCU). A Rumo, que controla a concessionária, já elaborou mais de 70 projetos executivos de obras no interior de São Paulo para dar mais robustez ao pedido. Duas ferrovias operadas pela Vale - a Vitória-Minas e a Estrada de Ferro Carajás - devem ter audiências públicas abertas em julho para a discussão das minutas de aditivos.

 

Tribunal de Contas - Somente depois de receber as contribuições de interessados e fazer uma análise sobre cada uma delas é que a ANTT pode encaminhar o processo ao Tribunal de Contas. E o órgão de controle não tem prazo para dar sua palavra final.

 

Temor - Reservadamente, empresários do setor temem que esse processo "escorregue" para 2019. A dúvida é se o governo que assumir manteria ou não o modelo desenhado pela gestão Michel Temer. "Seria pouco irracional deter os avanços que já foram feitos, mas a política sempre reserva surpresas", diz o economista Gesner Oliveira, professor da FGV-SP e sócio-executivo da GO Associados.

 

Audiência pública - No novo cronograma do Palácio do Planalto, espera-se abrir audiência pública para a prorrogação do contrato da MRS Logística entre agosto e setembro. Ficaria para o último trimestre apenas a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), mas já se reconhece a inexistência de tempo hábil para a assinatura do aditivo neste ano.

 

Complexidade - O secretário de coordenação de projetos do PPI, Tarcísio Gomes de Freitas, reconhece a complexidade de executar um modelo novo. Mas acredita que o trabalho prévio da agência reguladora constitui a parte mais difícil do processo e que está diminuindo a resistência dos órgãos de controle à tese de "vantajosidade" (custo-benefício oportuno) nas prorrogações contratuais. "É uma questão de interesse nacional, ataca o Custo Brasil na veia, com o maior investimento em ferrovias desde o início do século passado", enfatiza Freitas.

 

Principal contrapartida - A construção da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), em um traçado de mil quilômetros entre Uruaçu (GO) e Lucas do Rio Verde (MT), já foi escolhida como principal contrapartida das atuais concessionárias para obter novos contratos. Ela já tem projeto básico de engenharia feito pela Valec e licença ambiental prévia dada pelo Ibama. O Ferroanel de São Paulo e a ligação Rio-Vitória também são prioridades.

 

Falta de mão de obra - Para driblar a falta de mão de obra suficiente na ANTT, o Palácio do Planalto recorreu a uma engenharia inédita. Um convênio entre o PPI e o Movimento Brasil Competitivo (MBC), fundado pelo empresário Jorge Gerdau, foi celebrado para atacar esse problema. O MBC contratou a consultoria Accenture para dar suporte técnico à agência. Quase duas dezenas de analistas foram repassados como reforço ao time responsável pela avaliação dos estudos e propostas das empresas.

 

Recursos - Os recursos para pagar a Accenture, conforme explica o secretário do PPI, não vêm do orçamento público. São aportes feitos por agentes como associações de produtores de soja e de fabricantes de equipamentos ferroviários. Para ele, não há conflito de interesses. "Os interesses de todos são convergentes e eles não têm nenhum poder de influência na nossa decisão", explica. De acordo com Freitas, esses analistas estão se dedicando a questões que não envolvem pontos sensíveis, mas tomam muito tempo dos servidores da ANTT - como a verificação da demanda projetada pelas concessionárias nos seus pedidos de renovação.

 

Aditivos - Para o diretor-executivo da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), Fernando Paes, a assinatura de pelo menos alguns aditivos ainda neste ano é possível, mas depende do ritmo do TCU. Ele acredita que, depois de a Rumo ter aberto o caminho, outros processos tendem a demorar menos. "Na Malha Paulista, foram quase 400 contribuições na audiência pública. A tendência é que as próximas tenham menos questionamentos."

 

Apoio - Bernardo Figueiredo, ex-presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), apoia a renovação dos contratos como forma de destravar investimentos. Ele ressalta, no entanto, que é preciso olhar com bastante atenção os detalhes - como as regras sobre direito de passagem. "O que for feito agora nos amarrará pelos próximos 40 anos", afirma. (Valor Econômico)

 

COMMODITIES: Preços fecham abril em alta

 

Os preços das commodities, produtos primários com cotação internacional, fecharam abril em alta. O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC), registrou crescimento de 3,99%, em abril comparado a março. No ano, a alta ficou em 3,64% e, em 12 meses, em 12,6%.

 

Cálculo - O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários brasileiros negociados no exterior. O BC observa os produtos que são relevantes para a dinâmica dos preços ao consumidor no Brasil.

 

Energia e metais - Em abril, o segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão) subiu 9,69%, enquanto o de metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo, níquel, ouro e prata) teve alta de 5,52%.

 

Agropecuária - No segmento agropecuário (carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz, carne de porco, cacau e suco de laranja), houve alta de 1,72%.

 

Índice internacional - O índice internacional de preços de commodities CRB, calculado pelo Commodity Research Bureau, registrou alta de 3,61% no mês passado, de 6,11%, no ano e de 13,1%, em 12 meses. (Agência Brasil)

ECONOMIA: Alta das importações volta a reduzir saldo da balança comercial

 

economia 03 05 2018O crescimento das importações, decorrente da recuperação da economia, reduziu o saldo da balança comercial pelo segundo mês seguido. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (02/05) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o país exportou US$ 6,142 bilhões a mais do que importou no mês passado, queda de 11,8% em relação ao resultado positivo de US$ 6,963 bilhões em abril de 2017.

 

Abril - Com o resultado de abril, a balança comercial – diferença entre exportações e importações – acumula superávit de US$ 20,090 bilhões nos quatro primeiros meses de 2018, valor 6% inferior ao do mesmo período do ano passado. Apesar da retração, o indicador acumula o segundo melhor resultado da história, tanto para meses de abril quanto para o primeiro quadrimestre.

 

Soma - No mês passado, as exportações somaram US$ 19,932 bilhões, recuo de 3,4% em relação a abril de 2017 pelo critério da média diária. Todas as categorias de produtos registraram queda na comparação. As vendas de manufaturados foram o principal fator que puxou a desaceleração, com retração de 4%, com destaque para açúcar refinado (-64,1%), óxidos/hidróxidos de alumínio (-24,9%) e automóveis de passageiros (-24,6%).

 

Produtos básicos - As exportações de produtos básicos caíram 2,9% em relação ao mesmo mês do ano passado, com destaque para carne suína (-31,7%), café em grão (-23,1%) e minério de ferro (-21,5%). As vendas de semimanufaturados caíram 2,4%, puxadas pela retração das exportações de açúcar bruto (-57,4%), couros e peles (-27,4%) e óleo de soja bruto (-14,8%).

 

Fator principal - O principal fator responsável pela queda do saldo comercial, no entanto, foram as importações, que somaram US$ 13,790 bilhões, com alta de 10,1% em relação a abril do ano passado pelo critério da média diária. As compras de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) aumentaram 36,2%. As importações de bens de consumo subiram 12,2%. As compras de bens intermediários e de combustíveis e lubrificantes cresceram 6,3% na mesma comparação.

 

2017 - No ano passado, a balança comercial fechou o ano com superávit recorde de US$ 67 bilhões, beneficiado pela supersafra e pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional). Para este ano, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços projeta superávit menor, em torno de US$ 50 bilhões, por causa da estabilização do preço dos bens primários e da recuperação da economia, que impulsiona as importações.

 

BC - O Banco Central, no último Relatório de Inflação, projetou superávit comercial de US$ 56 bilhões para 2018, com exportações em US$ 225 bilhões e importações em US$ 169 bilhões. (Agência Brasil)

 

VAREJO: Supermercados registram crescimento nas vendas no primeiro trimestre

 

varejo 03 05 2018O setor supermercadista registrou um crescimento de 2,28% no primeiro trimestre do ano, o maior resultado acumulado no período desde 2013, de acordo com o índice nacional de vendas da Associação Brasileira de Supermercados. As vendas do setor em valores reais cresceram 17,23% em março, na comparação com o mês de fevereiro e 12,12% em relação ao mesmo mês do ano de 2017.

 

Páscoa - “O bom resultado apresentado em março foi decorrente das vendas do período de Páscoa, segunda data mais importante para o setor. Em 2017, a data caiu na segunda quinzena de abril, o que fez com que parte das vendas ficasse naquele mês. Ainda que beneficiadas pelo efeito calendário, além da Páscoa, março contou, também, com três dias a mais que fevereiro", disse o presidente da Abras, João Sanzovo Neto.

 

Sinal - Sanzovo Neto destacou que o resultado pode ser visto como um sinal de recuperação para o setor. “Mostra que, mesmo lentamente, as pessoas estão voltando a consumir".

 

Queda - O preço da cesta de produtos analisada pelo Departamento de Economia e Pesquisa da Abras registrou queda de 0,92% em março, passando de R$ 442,88 para R$ 438,83. A pesquisa avalia os 35 produtos mais consumidos nos mercados. As maiores altas de preço em março foram da farinha de mandioca, leite longa vida, ovo e queijo muçarela. As maiores quedas nos preços foram registradas no tomate, feijão, batata e cebola.

 

Regiões - Em março, todas as regiões brasileiras apresentaram queda nos preços. A maior variação negativa foi registrada na Região Nordeste (1,32%), que chegou a R$ 394,21, impulsionada, principalmente, por João Pessoa, menos 5,80%, e Salvador, menos 2,99%. (Agência Brasil)

 

IBGE: Produção industrial recua 0,1% de fevereiro para março

ibge 03 05 2018A produção industrial brasileira teve um recuo de 0,1% de fevereiro para março deste ano. Segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgados nesta quinta-feira (03/05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a indústria cresceu, no entanto, 1,3% na comparação com março de 2017, a 11ª taxa positiva do indicador.

Aumento acumulado - No ano, a produção industrial acumula aumento de 3,1%. No acumulado de 12 meses, o crescimento é de 2,9%. Na média móvel trimestral, foi registrada queda de 0,7%.

Maio - De acordo com o IBGE, com o resultado de maio, a indústria brasileira ainda se situa num patamar 15,3% inferior ao recorde registrado em maio de 2011.

Categorias - De fevereiro para março, entre as quatro categorias econômicas, foram registradas altas de 2,1% na produção de bens de capital (máquinas e equipamentos), de 1% nos bens duráveis e de 0,2% nos bens semi e não duráveis. A única categoria em queda foi a de bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo, que recuaram 0,7%.

Queda - Quatorze dos 26 ramos industriais pesquisados pelo IBGE tiveram queda na produção, com destaque para as bebidas (-3,6%), produtos farmacêuticos (-4,2%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-4,2%), produtos de metal (-3,2%) e produtos de madeira (-6,1%).

Alta - Entre os 12 ramos com alta na produção, os principais destaques foram indústrias extrativas (3,9%), perfumaria, sabões e produtos de limpeza (4,7%), veículos automotores, reboques e carrocerias (1,8%), máquinas e equipamentos (2,8%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (4,9%). (Agência Brasil)

 

RELAÇÕES EXTERNAS: Com cotas, venda de aço aos EUA deve cair 20%

 

relacoes externas 03 05 2018As cotas de importação adotadas pelos Estados Unidos em relação ao aço brasileiro devem reduzir as exportações das siderúrgicas nacionais ao mercado americano em 20% neste ano. Os cálculos foram feitos com base nas informações do próprio Instituto Aço Brasil, que representa as empresas do setor no país.

 

Sem saída - Não havia outra saída a não ser aceitar a imposição dos EUA, disse o instituto. Um executivo de uma grande siderúrgica brasileira disse, sob condição de anonimato, que "a indústria está encurralada" e não teria outra alternativa ao acordo, "por pior que ele seja".

 

Expectativa - Em entrevista coletiva realizada nesta quarta-feira (02/05), o presidente do instituto, Marco Polo de Mello Lopes (foto), disse que em semielaborados é esperado um máximo de 3,5 milhões de toneladas exportadas. Já em elaborados, esse volume chegaria a 687 mil toneladas, mas por conta de medidas antidumping e de salvaguarda dos EUA contra produtos brasileiros, deve cair para 496 mil toneladas.

 

2017 - No ano passado, o Brasil enviou 5,02 milhões de toneladas aos EUA. Desse total, 4,1 milhões de toneladas foram semiacabados - placas, lingotes, blocos e tarugos -, e o restante, cerca de 920 mil toneladas, em acabados - planos, longos e tubos. Por isso, o Aço Brasil crê em queda de aproximadamente 7,4% nas exportações aos EUA de semielaborados neste ano frente a 2017. As vendas de elaborados ao mercado americano recuariam de 20% a 60%.

 

Principal ponto - Segundo Lopes, o acordo oferecido pela administração Donald Trump "não é de todo ruim" no caso dos semielaborados. Esse era o principal ponto do argumento brasileiro aos EUA, de que as siderúrgicas americanas necessitam estruturalmente desses produtos, especialmente as placas, para transformar em elaborados. "Em acabados, vemos quatro grandes grupos: planos, longos, tubos e aços especiais. É difícil quantificar por causa da variedade de produtos, mas a queda vai de 20% a 60%", explicou Lopes.

 

Cálculos - Esses cálculos foram feitos com base nas cotas determinadas pelo governo americano, de que em semiacabados não será recebido nenhum volume acima da média entre 2015 e 2017, mesma limitação imposta para acabados, que terá adicional redutor de 30%. O presidente do Aço Brasil revelou que as cotas serão retroativas até janeiro deste ano, e que haverá um sistema de monitoramento para determinar potenciais correções.

 

Ilegais - O governo brasileiro, acrescentou, não fará monitoramento porque considera que, dentro das regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), cotas seriam ilegais. Todo o acompanhamento será feito pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês). Paralelamente, a entidade vai buscar isenção de alguns produtos específicos que são fabricados por aqui e que não têm similar nem nos EUA, nem no Nafta - Canadá e México.

 

Ultimato - Lopes contou que na semana passada os EUA deram um ultimato ao governo federal: ou aceitavam as cotas, ou a taxação excedente ao aço e ao alumínio. "A sensação geral, na minha opinião, é de que o assunto não foi tratado adequadamente", disse.

 

Termos - A expectativa do Aço Brasil é que todos os termos da seção 232 sejam definidos finalmente no prazo de uma semana a dez dias. A partir daí, com as regras mais claras, a entidade vai conversar com todas as associadas e dividir - a princípio pela participação de cada uma nos últimos anos - entre elas as cotas. "É como se fosse um acordo de cavalheiros." (Valor Econômico)

 

SAÚDE: ANS disponibiliza números do setor referentes a março

 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) atualizou, nesta terça-feira (01/05), os dados do setor de planos de saúde que são disponibilizados para consulta na Sala de Situação e em outras ferramentas disponíveis no portal da Agência, como o Tabnet. Os números relativos a março confirmam a tendência de estabilidade que vem sendo observada no setor, com ligeiro crescimento tanto no comparativo mensal como no comparativo dos últimos 12 meses encerrados nesse mês.

 

Beneficiários - São 47,4 milhões de beneficiários em planos médico-hospitalares, 65,6 mil a mais do que o número registrado em fevereiro e cerca de 128 mil a mais em relação a março do ano passado. Os planos exclusivamente odontológicos mantêm a trajetória de crescimento que tem sido observada nos últimos anos. Em março, o setor registrou 23,2 milhões de beneficiários, aumento de cerca de 120 mil usuários na comparação com o mês anterior e de 1,3 milhão em relação a março de 2017.

 

Estados - A maioria dos estados registraram aumento no número de beneficiários de planos de assistência médica no último ano. O crescimento foi observado em 17 Unidades Federativas: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. Maior estado em quantidade de beneficiários, São Paulo registrou o maior crescimento em números absolutos: 35,6 mil usuários a maios no período. Já nos planos exclusivamente odontológicos, todos os estados registraram crescimento na quantidade de beneficiários.

 

Atualização - A Sala de Situação é atualizada mensalmente com os números do setor. O Tabnet e outras ferramentas e materiais da ANS têm publicação trimestral. É importante lembrar que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões que são efetuadas pelas operadoras de planos de saúde mensalmente. (ANS)

 

Confira nas tabelas abaixo a evolução de beneficiários por modalidade de contratação do plano e por Unidade Federativa.

 

ans tabela I 03 05 2018

 

ans tabela II 03 05 2018

 

ans tabela III 03 05 2018

 

PARANÁ: Estado e Sebrae vão ampliar parceria em educação e turismo

 

parana 03 05 2018A governadora Cida Borghetti se reuniu nesta quarta-feira (02/05), no Palácio Iguaçu, com a diretoria do Sebrae-PR e reafirmou o interesse do Governo do Estado em reforçar a parceria com a entidade para melhorar ainda mais o ambiente de negócios do Paraná. Além de projetos focados no empreendedorismo e nas micro e pequenas empresas, o objetivo é ampliar as ações que já são desenvolvidas em parceria nas áreas de educação, inovação e turismo.

 

Encontro - Participaram do encontro o superintendente do Sebrae, Vítor Tioqueta; o presidente do Conselho Deliberativo, Ágide Meneguette, e diretores da entidade.

 

Potencial de negócios - O trabalho conjunto com o Sebrae, ressaltou Cida, é importante para expandir o potencial de negócios e fomentar o empreendedorismo no Estado. “O Sebrae contribui muito com o Governo nos projetos que visam uma maior eficiência no ambiente de negócios do Paraná, o que beneficia o setor produtivo e, consequentemente, o desenvolvimento do Estado”, disse Cida.

 

Turismo - Ela destacou que o ambiente de turismo pode ser melhorado por meio de ações em parceria com a entidade. “O Paraná tem um grande potencial, desde as atrações naturais até o turismo religioso. Isso pode ser ampliado e fortalecido, para gerar oportunidades de emprego e de renda e ampliar a economia local”, afirmou.

 

Educação empreendedora - Vítor Tioqueta também destacou a possibilidade de ampliação do programa Educação Empreendedora, feito em parceria com Secretaria de Estado da Educação para promover o empreendedorismo desde a escola. Atualmente, 64 colégios da rede estadual participam do projeto, que já capacitou 500 professores e cerca de 10 mil estudadantes.

 

Parcerias bem-sucedidas - Um exemplo de parceria bem-sucedida entre o Governo do Estado e o Sebrae é a implantação no Paraná da Redesim (Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios).

 

Integração - Com a integração dos fluxos e processos dos órgãos públicos estaduais e municipais, o tempo levado para abrir, alterar ou dar baixa em empresas é bem menor. O projeto de desburocratização está presente em 214 cidades paranaenses e a proposta é que, até o final do ano, todos os 399 municípios sejam atendidos pelo programa.

 

Microcrédito - Além disso, o programa de Microcrédito, desenvolvido em parceria com a Fomento Paraná, e o Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Estado do Paraná também são exemplos de projetos conjuntos que beneficiam principalmente os micro e pequenos empreendedores do Estado.

 

Total - De acordo com o superintendente do Sebrae, Vítor Tioqueta, o Paraná conta hoje com aproximadamente 1 milhão de micro e pequenas empresas e de Microempreendedores Individuais (MEI), o que representa 98% dos empreendimentos em atividade no Paraná. “Os micro e pequenos negócios geram um volume muito grande de empregos e de tributos. Eles respondem, em média, por 54% dos empregos do Estado”, afirmou. “Esses empreendimentos contribuem fortemente com o desenvolvimento do Estado e têm uma participação muito ativa na economia paranaense”, afirmou Tioqueta.

 

Presenças - Participaram da reunião os diretores de Operações, Julio Cezar Agostini; e de Administração e Finanças da entidade, José Gava Neto. O deputado estadual Pedro Lupion e o assessor da Faep Carlos Augusto Albuquerque também acompanharam o encontro. (Agência de Notícias do Paraná)

 

EUA: Fed mantém juro e diz esperar altas graduais na taxa

 

O Federal Reserve (Fed, banco central americano) manteve a taxa de juro inalterada, mas disse que a inflação está em alta depois de anos abaixo da meta da autoridade monetária. A taxa de curto prazo foi conservada entre 1,5% e 1,75%, nível estipulado em março após seis aumentos desde dezembro de 2015. O banco central americano está apertando gradualmente o crédito para controlar a inflação em meio a um quadro de mercado de trabalho restritivo e um aumento nos preços ao consumidor.

 

Aumentos graduais - O BC americano diz esperar "mais aumentos graduais" nos juros e disse que está rumando perto de alcançar a meta de 2% para a inflação anual. A expectativa é de que em junho o Fed eleve a taxa de juro. Alguns analistas acreditam que a autoridade monetária pode sinalizar quatro altas na taxa em 2018, em vez de três como previsto em março. (Valor Econômico)


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